Desenvolvimento do corao e anomalias congnitas

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    30-Jun-2015

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1. Desenvolvimento do corao eanomalias congnitas Grupo: Ermilton; Nathlia Mundoco; Thiago Augosto e Lorena. 2. - mediastino- pericrdio 3. - 4 cmarascardacas- epicrdio- miocrdio- endocrdio 4. - pice- aurculasVista anterior 5. Base e face diafragmtica: vista posteroinferior 6. - msculopectneos- fossa oval- septointeratrial trio direito aberto: vista lateral direita 7. Ventrculo direito aberto: vista anterior 8. Ventrculo esquerdo aberto 9. Valvas cardacas 10. Desenvolvimento do corao 11. Inicia-se na 3 semana do desenvolvimento Deriva-se principalmente de: Mesoderma esplncnico Mesoderma paraxial e lateral Clulas da crista neural Moore, 2007 12. Formao do corao tubularFinal da 3 semana Moore, 2007 13. Moore, 2007 14. O corao comea a bater entre o 22 e o 23 dia. O fluxo de sangue comea durante a 4 semana e podeser visualizado atravs da ultrassonografia com Doppler.Sangue no coraovisualizado comultrassom Doppler 15. Desenvolvimento das Veias Associadas ao Corao Ocorre durante a 4 semana 3 pares: Veias vitelnicas Veias umbilicais Veias cardinais 16. Vistas dorsais do corao em desenvolvimentoMoore, 2007 17. Vistas dorsais do corao em desenvolvimentoMoore, 2007 18. Vistas dorsais do corao em desenvolvimentoMoore, 2007 19. Desenvolvimento da Veia Cava Inferior (VCI)V. supracardinal 20. Arcos ArticosOcorre durante a 4/5 semana 21. Aorta Dorsal O par de aortas dorsais corre por toda aextenso do embrio Regresso da aorta dorsal direita Artria dorsal esquerda: aorta primitiva 22. Artrias Intersegmentares So ramos da aorta dorsal Levam sangue para os somitos e seusderivados - artria vertebral - artrias intercostais - artrias lombares - artrias ilacas comuns - artrias sacrais laterais 23. Artrias Vitelnicas Ramos da aorta dorsal Levam sangue para o saco vitelnico e,mais tarde, para o intestino primitivo - tronco celaco - artria mesentrica superior - artria mesentrica inferior 24. Artrias Umbilicais Passam pelo pedculo do embrio econtinua com os vasos do crion Transportam sangue pouco oxigenadopara a placenta - artrias ilacas internas - artrias vesicais superiores 25. Derivados das artrias dos ArcosFarngeos Durante a 8 semana, o padro primitivodos arcos articos modificado para oarranjo arterial fetal. 1 par: artrias maxilares e cartidasexternas 2 par: artrias estapdicas 3 par: artrias cartidas comuns ecartidas internas 26. Desenvolvimento das VlvulasCardacas As vlvulas atrioventriculares sedesenvolvem a partir deproliferaes tissulares ao redordos canais AV. As vlvulas semilunares sedesenvolvem a partir detumefaes de tecido ao redordos orifcios da aorta e do tronco 27. Trmino do desenvolvimento do corao 28. Moore, 2007 29. Fluxo SanguneoMoore, 2007 30. Septao do Canal Atrioventricular Inicia-se no final da 4 semanaCortes sagitaisMoore, 2007 31. A separao atrioventricular parcial Moore, 2007 32. Septao do trio Primitivo Inicia-se no final da 4 semana Moore, 2007 33. Moore, 2007 34. Moore, 2007 35. Septao do Ventrculo PrimitivoMoore, 2007 36. Fechamento do Forame Inerventricular Ocorre ao final da 7 semanaMoore, 2007 37. Septao do Bulbo Cardaco e do TroncoArterial Ocorre durante a 5 semana do desenvolvimento Moore, 2007 38. Moore, 2007 39. Introduo a DCC Defeito 3 a 8 s. de gestao; Incompatveis com a vida; Compatveis com a vida defeitos morfogenticos dascmaras ou das regies isoladas do corao; 40. Incidncia: 1% dos Nasc.Vivos; + prematuros enatimortos; Ecocardiografia decorte transversal eDopper, e RM 41. Etiologia Genes envolvidos / Mal formaes ??? Gentico bem definidas e ambientais 10% Ex.: Gene que codifica o fator de transcrio TBX5 DSV e DVA Ex2.: NKX 2.5 DAS no sindrmico Anormalidades cromossmicas, Rubola congnita ououtros agentes teratognicos; 42. Caractersticas Clnicas GeraisHipertrofia do ventrculo ICCdir.Shunt da Hipertensoesq. para Pulmonar dir. Cianosetardia3 categorias Osteoartropatia principaisCianosehipertrofica Policitemia Shunt da dir.para esq. Infartos e Embolia Abscessosparadoxal cerebraisAtresia ou Dilatao e/ouObstruohipertrofiaEstenosecardaca 43. Hipertenso Pulmonar.http://br.dir.groups.ya Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertrofia_ventricularhoo.com/group/hipertensao-pulmonar/?v=1&t=directory&ch=web&pub=groups&sec=dir&slk=25 44. Cianose http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term= Osteoartropatia+Hipertr%C3%B3fica+Secund%C3%A1 ria&lang=3http://medfoco.com.br/cianose-pele-dedos-boca-arroxeada/sndroma de Eisenmenger.http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term=Osteoartropatia+Hipertr%C3%B3fica+Secund%C3%A1ria&lang=3 45. Embolia Paradoxal http://patologia-geral.blogspot.com.br/2010_11_01_archive.html 46. DCC que causam um shunt da esq. para dir. 1. Defeito do septo Atrial Abertura no septo atrial + Assintomticos; Isolado ou associado a outra DCC; Tipos:Robbins, 2007 I Prinum (5%), adjacente a vlvula AV II Secundum (90%), fossa oval III Sinus venosus (5%), entrada da veia cava inf. Trat. Cirurgico 47. PEDRA, 2006 48. PEDRA, 2006(ambas imagens) 49. Comunicao interatrial ostium secundum com lminada fossa oval fenestrada em um paciente portador deSndrome de Down. 50. Defeito do Septo Ventricular Abertura no septo ventricular; Isolado (30%) ou associado a outra DCC; Classificao: tamanho e localizao 90% septo membranoso; 10% septo muscular ou septo infundibular; Trat. Cirrgico Robbins, 2007 51. Morre, 2007 52. Corte de 4-cmaras. Comunicao interventricular perimembranosa, parcialmente fechada portecido tricspide acessrio. AD- trio direito; AE- trio esquerdo; VD- ventrculo direito; VE-ventrculo esquerdo; CIV- comunicao interventricular; TTA- tecido tricspide acessrio.Zielinsky, 1997. 53. PEDRA, 2006(ambas imagens) 54. PEDRA, 2006(ambas imagens) 55. Persistncia do Canal Arterial = canal art. patente ou persistente; 90% - isoladas Impossvel de ser predita pelo ECO fetal; Trat. cirrgico Paradoxo: vida X morte.Robbins, 2007 56. http://www.portalunicor.com.br/imagens/aligacao_vital.JPG 57. Sintomas Cansao com a alimentao (demora muito tempo a mamar). Cansao durante o exerccio fsico ou atividades. Deficiente aumento de peso. Respirao rpida mesmo em repouso. Maior susceptibilidade s constipaes. Sopro cardaco. Cianose Riscos: Endocardite; Sndroma de Eisenmenger; Hipertenso Irreversvel. Exames: ECG, ECO, Raio-x, Cateterismo 58. Ecocardiograma tipo Doppler demonstrandopersistncia de canal arterial (PCA)Fonte:http://www.boasaud.com.br/images/articlesimg/exames/ecocardiografia-fig-01.htm 59. Shunts da Direita para a Esquerda Causam cianose ps-natal;A. Tetralogia de Fallot1. Defeito do Septo Ventricular2. Estenose subpulmonar3. Aorta que se sobrepe ao DSV4. Hipertrofia do VD 60. Deslocamento ntero-superior do septo infundibular; Pode ser corrigida por meio de cirurgia; Consequncias dependem da gravidade da estenosepulmonar; 61. B. Transposio das Grandes Artrias Aorta surge do VD e a artria pulmonar do VE; Incompatvel com a vida; Defeito no septo aortopulmonar e truncus arteriosus.C. Truncus Arteriosus nica e grande artria; DSV subjacente; Cianose sistmica e hipertenso pulmonar Fonte: http://www.medicinapratica.com.br/tag/transposicao-das-grandes- arterias/Fonte: https://ufandshands.org/truncus-arteriosus 62. Anomalias Congnitas ObstrutivasA. Coarctao da aorta 1. infantil: hipoplasia tububar do aroco da aorta proximal 2. adulta: prega discreta no interior da aorta. Hipertenso nas extremidades superiores, pulso fraco epresso menor nas extremidades inferiores Desenvolvimento de circulao colateral 63. B. Estenose e Atresia Pulmonares Obstruo da valva pulmonar; Hipertrofia do VD Dilatao ps-estentica da a. pulmonar Cianose Fonte: www.mayoclinic.org 64. REFERNCIAS BIBLIOGRAFICAS MOORE, Keith L.. Anatomia Orientada para a Prtica Clnica. 4ed. Riode Janeiro: Guanabara Koogan, 2001 NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre:Artmed, 2000. MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia Orientada para clnica. 8. ed.Rio de Janeiro: Elsevier, 2009 COTRAN, R.S; Kumar V; Collins, T. Robbins: Bases patolgicas dasdoenas- Patologia. Stima edio. Editora Guanabara Koogan, 2005 ZIELINSKY, Paulo. Malformaes Cardacas Fetais. Diagnstico eConduta.Arquivos Brasileiro de Cardiologia, Porto Alegre, Rs, v. 69, n. 3,p.209-218, 1997. Disponvel em:http://publicacoes.cardiol.br/consenso/1997/6903/69030014.pdf>. Acesso em: 17 fev. 2013>. Acesso em: 17 fev.2013. 65. REFERNCIAS BIBLIOGRAFICAS PEDRA, Simone Rolim F. Fontes; PONTES JUNIOR, Srgio Cunha;CASSAR, Renata de S. O papel da ecocardiografia no tratamentopercutneo dos defeitos septais. Arq. Bras. Cardiol., So Paulo, v. 86, n.2, p.66-70, No um ms valido! 2006. Disponvel em:. Acesso em: 17 fev. 2013. Atik, Edmar. Caso 6/2009 - Jovem de 13 anos com grandesComunicaes interatrial e interventricular. Arq Bras Cardiol 2009;Hospital Srio Libans, So Paulo, SP Brasil. 93(3) : 448-449

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