DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA

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    04-Jul-2015

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DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA - LEGISLAO1.

Lei 11.638/07, art. 1 que deu nova redao ao inciso IV do art. 176 da Lei 11.638/07, art. art. 6.404/76; 404/76; CPC 03/2008; 03/2008; NPC (Norma e Procedimento de Contabilidade) 20/1999 do IBRACON (Instituto 20/ dos Auditores Independentes do Brasil); Brasil); OfcioOfcio-Circular CVM/SNC/SEP 01/2005; 01/2005; IAS 7 Base do CPC 03/2008. 03/2008. Lei 11.101/2005 (Lei de Falncias), art. 105; 11.101/ art. 105; Resoluo CFC n. 1.125/2008; 125/2008; Deliberao CVM 547/2008; 547/2008; Resoluo do BACEN 3.604/2008 604/

2. 3.

4. 5. 6. 7. 8. 9.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA - OBRIGATORIEDADE1. 2. 3. 4. 5.

Companhias Abertas; Abertas; Companhias Fechadas; Fechadas; Sociedade de Economia Mista (S/A); (S/A); Sociedade em Comandita por Aes; Aes; Sociedade de Grande Porte (sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exerccio social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000, 240.000.000,00 ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00) 300.000.000,00).

SOCIEDADE EM COMANDITA POR AESAquela em qual seu capital social dividido por aes. Bem designado se encontra o art. 1.090, do CC, ao conceituar que a sociedade em comandita por aes tem o capital social dividido em aes, regendo-se pelas normas relativas sociedade annima , no mesmo sentindo dispes o art. 280, da LSA.

SOCIEDADE EM COMANDITA POR AESA sociedade e comandita por aes ter seu capital dividido em aes e reger-se- pelas normas relativas s companhias ou sociedade annima . Porm se diferencia da sociedade annima em razo da elaborao da administrao, ser diretor apenas quando constar no ato constitutivo, e de outros assuntos que sero abordados mais a frente.

SOCIEDADE EM COMANDITA POR AESOs requisitos preliminares so ( conforme o art. 80, da LSA ): - Subscrio de pelo menos duas pessoas, de todas as aes em que se divide o capital social fixado no estatuto; - realizao, como entrada, de dez por cento, no mnimo, do preo de emisso das aes subscritas em dinheiro; - depsito, no Banco do Brasil S.A, ou em outro estabelecimento bancrio autorizado pela Comisso de Valores Imobilirios, da parte do capital realizado em dinheiro .

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA - DISPENSA

Companhia fechada com patrimnio lquido, na data do balano inferior a R$ 2.000.000,00.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA DEMAIS SOCIEDADES

Sociedades limitadas no enquadradas como de grande porte, porte, esto dispensadas da confeco da DFC.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA PUBLICIDADE

S/A ABERTA e FECHADA: esto obrigadas a publicar, indicando os valores do exerccio anterior. Cia. Fechada com menos de 20 acionistas e PL inferior a 1 milho de reais poder deixar de somente publicar. Sociedades de grande porte, inclusive LTDAs.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA - OBJETIVOProporcionar aos usurios das demonstraes contbeis: Uma base para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA - OBJETIVOAs decises econmicas que so tomadas pelos usurios exigem avaliao da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como da poca e do grau de segurana de gerao de tais recursos.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA - FINALIDADEControlar os fluxos de entradas e sadas de dinheiro e seu equivalente de uma entidade, proporcionando uma melhor gesto dos recursos obtidos, adequada transparncia das operaes, e ainda evitando os desvios financeiros.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA REGRA GERALFluxo de Caixa Realizado: movimentaes reais de todas as entradas e sadas de recursos financeiros, via caixa e seus equivalentes, dentro de um determinado perodo de tempo.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA REGRA GERAL

Fluxo de Caixa Projetado: projeo de oramento empresarial, em que so previstas as receitas e despesas de um determinado perodo, visando identificar insuficincias ou excessos de recursos no perodo projetado

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA BENEFCIOSQuando usada em conjunto com demonstraes contbeis, proporciona:

as

demais

Informaes que habilitam os usurios a avaliar as mudanas nos ativos lquidos de uma entidade, Sua estrutura financeira (inclusive sua liquidez e solvncia) e Sua capacidade para alterar os valores e prazos dos fluxos de caixa, a fim de adapt-los s mudanas nas circunstncias e oportunidades.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA BENEFCIOSAs informaes sobre os fluxos de caixa so teis para avaliar a capacidade de a entidade gerar recursos dessa natureza e possibilitam aos usurios desenvolver modelos para avaliar e comparar o valor presente de futuros fluxos de caixa de diferentes entidades.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA BENEFCIOSA demonstrao dos fluxos de caixa tambm melhora a comparabilidade dos relatrios de desempenho operacional para diferentes entidades porque reduz os efeitos decorrentes do uso de diferentes tratamentos contbeis para as mesmas transaes e eventos.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA BENEFCIOSInformaes histricas dos fluxos de caixa so freqentemente usadas como indicador do valor, poca e grau de segurana dos fluxos de caixa futuros. Tambm so teis para verificar a exatido das avaliaes feitas, no passado, dos fluxos de caixa futuros, assim como para examinar a relao entre a lucratividade e os fluxos de caixa lquidos e o impacto de variaes de preos.

DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEFINIES

CAIXACompreende numerrio em espcie e depsitos bancrios disponveis.

EQUIVALENTES DE CAIXAAplicaes financeiras de curto prazo, prazo de alta liquidez, que so prontamente conversveis em montante conhecido de caixa e que esto sujeitas a um insignificante risco de mudana de valor.

FLUXOS DE CAIXAEntradas e sadas de caixa e equivalentes caixa.

ATIVIDADES OPERACIONAISPrincipais atividades geradoras de receita da entidade e outras atividades diferentes das de investimento e de financiamento.

ATIVIDADES DE INVESTIMENTOReferentes aquisio e venda de ativos de longo prazo e de outros investimentos no includos nos equivalentes de caixa.

ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOResultam em mudanas no tamanho e na composio do capital prprio e no endividamento da entidade, no classificadas como atividade operacional.

DFCX

EBITDA

EBITDA ? = LAJIDA ?A sigla EBITDA corresponde ao Earning Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization. Em portugus, significa:

Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciao e Amortizao, tambm conhecido como LAJIDA.

EBITDA = LAJIDAMuito embora, o EBITDA tambm seja chamado ou apresentado como Fluxo de Caixa Operacional (Operational Cash Flow) o mesmo leva em conta apenas o desempenho operacional da empresa e no reflete o impacto no resultado, dos itens extraordinrios, das despesas com investimentos e das mudanas havidas no capital de giro.

EBITDA = LAJIDAUma pouco de histria... O EBITDA tornou-se conhecido e ganhou notoriedade no mercado norte americano na dcada de 70. O EBITDA era utilizado pelos analistas como uma medida temporria para avaliar o tempo que seria necessrio para que uma empresa, com grande volume de investimento em infra-estrutura, viesse a prosperar sob uma perspectiva de longo prazo. Ao excluir os juros dos recursos financiados e somando-se a depreciao dos ativos, os investidores conseguiam projetar uma medida de performance futura da empresa, considerando apenas a atividade operacional.

EBITDA = LAJIDAOcorre, porm, que com o passar dos anos, o EBITDA foi se tornando cada vez mais popular, chegando a ser comparado por muitos, como uma aproximao do Fluxo de Caixa e passando a funcionar como um amortecedor (quando mal utilizado) em relao ao julgamento do mercado quanto ao efetivo lucro lquido da empresa.

EBITDA = LAJIDACOMO O EBITDA APURADO?Demonstrao do Resultado do Exerccio findo em 31/12/2010 Receita de Vendas................................................... 10.000 (-) Custo dos Produtos Vendidos .............................(4.800) (=) Lucro Bruto......................................................... 5.200 (-) Despesas Operacionais Vendas..................................................................... (1.500) Administrativas e Gerais..............................................(550) Financeiras (Juros)......................................................(250) (=) Lucro Operacional ................................................ 2.900

EBITDA = LAJIDADETERMINAO DO EBITDALucro Operacional..................................................... 2.900 (+) Depreciao / Amortizao (CPV e Desp.)............ 180 (+) Juros ...................................................................... 250 (=) EBITDA................................................................ 3.330

EBITDA = LAJIDADETERMINAO DO EBITDANem todas as empresas separam extraordinrios do Lucro Operacional. perfeitamente os itens

Assim, para anlise, recomenda-se partir do Lucro Lquido e estornar esses itens extraordinrios:1. Itens Financeiros 2. Depreciao/amortizao (deve-se comparar o investimento com o rendimento bruto) 3. IR/CSLL ( mais fcil comparar valores brutos) 4. Eventual venda de imobilizado 5. Eventual resultado de outras empresas 6. Eventual participao de no controladores

mais prtico comear do Lucro Lquido e estornar todos os seis itens, do que comear do lucro operacional e ver quais devem ser excludos.

EBITDA = LAJIDAArgumentos dos defensores do EBITDA:

Pode ser utilizado na anlise da lucratividade entre as empresas; Por eliminar os efeitos dos financiamentos e decises contbeis, sua utilizao pode fornecer uma comparao relativamente boa para o analista pois mede a produtividade e a eficincia do negcio; O EBITDA como percentual de vendas pode ser utilizado para identificar empresas que sejam as mais eficientes operadoras dentro de um determinado segmento de mercado;

EBITDA = LAJIDAArgumentos dos defensores do EBITDA:

O EBITDA pode ser utilizado para comparar a tendncia de lucratividade nas indstrias pesadas (ex: siderurgia e automobilstica) at as de alta tecnologia porque remove da anlise, o impacto dos financiamentos de grandes inverses de capital; A variao percentual do EBITDA de um ano em relao a outro mostra aos investidores se uma empresa conseguiu ser mais eficiente ou aumentar sua produtividade; O EBITDA uma excelente ferramenta de medio para organizaes que apresentem uma utilizao intensiva dos equipamentos (mnimo de vinte anos).

EBITDA = LAJIDACrticas utilizao exclusiva do EBITDA :

muito comum que empresas contratem financiamentos e emprstimos para alavancar suas operaes. Assim, mais comum as empresas apresentarem despesas financeiras superiores s receitas financeiras. Tambm comum as empresas apresentarem Imposto de Renda e Contribuies sobre seus lucros operacionais, fcil presumir-se que o EBITDA seja superior ao lucro lquido, sendo que, em muitos casos, o EBITDA positivo muito embora a linha final da demonstrao de resultados apresente prejuzo lquido;

EBITDA = LAJIDACrticas utilizao exclusiva do EBITDA :

O EBITDA no considera as mudanas no capital de giro e portanto, sobrevaloriza o fluxo de caixa em perodos de crescimento do capital de giro; O EBITDA pode dar uma falsa idia sobre a efetiva liquidez da empresa; O EBITDA no considera o montante de reinvestimento requerido, especialmente nas empresas que apresentam ativos operacionais de vida curta (trs a cinco anos); anos);

EBITDA = LAJIDACrticas utilizao exclusiva do EBITDA :

O EBITDA nada apresenta sobre a qualidade dos lucros; Ele ignora as distines existentes na qualidade dos fluxos de caixa originados de diferentes prticas contbeis (nem todas as receitas geram caixa!); O EBITDA ignora atributos especficos na anlise de determinadas empresas/negcios;

EBITDA = LAJIDACrticas utilizao exclusiva do EBITDA :

Companhias da chamada nova economia tm tentado convencer os investidores de que devem ser avaliadas, exclusivamente, com base no EBITDA, desconsiderando-se at a hiptese de prejuzo e com isso, tm conseguido ludibriar investidores leigos ou mal informados; A aparente hiptese de estar livre de manipulaes caiu por terra com o escndalo da Worldcom, quando esta reconheceu US$ 7 bilhes de despesas operacionais como investimentos de capital, o que provocou profunda distoro no lucro e conseqente aumento do EBITDA;

EBITDA = LAJIDACrticas utilizao exclusiva do EBITDA :

Por ser de fcil apurao o EBITDA freqentemente utilizado como a mais importante medida de performance do resultado de muitas empresas. Entretanto, seu resultado pode dar uma falsa idia do verdadeiro potencial de investimento de uma empresa, justamente por no refletir adequadamente, a verdadeira habilidade na gerao de caixa para continuidade das operaes.

CONTEDO DA DFC

ATIVIDADES OPERACIONAISDerivados das principais atividades geradoras de receita da entidade. Portanto, eles geralmente resultam das transaes e de outros eventos que entram na apurao do lucro lquido ou prejuzo.

ATIVIDADES OPERACIONAIS(a)

recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestao de servios; de royalties,

(b) recebimentos de caixa decorrentes honorrios, comisses e outras receitas;

(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e servios; (d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados;

ATIVIDADES OPERACIONAIS(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prmios e sinistros, anuidades e outros benefcios da aplice; (f) pagamentos ou restituio de caixa de impostos sobre a renda, a menos que possam serespecificamente identificados com as atividades de financiamento ou de investimento; e (g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para negociao imediata ou disponveis para venda futura.

ATIVIDADES DE INVESTIMENTOA divulgao em separado dos fluxos de caixa decorrentes das atividades de investimento importante porque tais fluxos de caixa representam a extenso em que os dispndios de recursos so feitos pela entidade com a finalidade de gerar resultados e fluxos de caixa no futuro.

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO(a) Pagamentos de caixa para aquisio de ativo imobilizado, intangvel e outros ativos de longo prazo. Esses desembolsos incluem os custos de desenvolvimento ativados e ativos imobilizados de construo prpria;

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangvel e outros ativos de longo prazo; (c) pagamentos para aquisio de aes ou instrumentos de dvida de outras entidades e participaes societrias em joint ventures (exceto desembolsos referentes a ttulos considerados como equivalentes de caixa ou mantidos para negociao imediata ou venda futura);

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO(d) recebimentos de caixa provenientes da venda de aes ou instrumentos de dvida de outras entidades e participaes societrias em joint ventures (exceto recebimentos referentes aos ttulos considerados como equivalentes de caixa e os mantidos para negociao); (e) adiantamentos de caixa e emprstimos feitos a terceiros (exceto adiantamentos e emprstimos feitos por instituio financeira);

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO(f) recebimentos de caixa por liquidao de adiantamentos ou amortizao de emprstimos concedidos a terceiros (exceto adiantamentos e emprstimos de uma instituio financeira); (g) pagamentos de caixa por contratos futuros, a termo, de opo e swap, exceto quando tais contratos forem mantidos para negociao imediata ou venda futura, ou os pagamentos forem classificados como atividades de financiamento; e

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO(h) recebimentos de caixa por contratos futuros, a termo, de opo e swap, exceto quando tais contratos forem mantidos para negociao imediata ou venda futura, ou os recebimentos forem classificados como atividades de financiamento.

Joint venture ou empreendimento conjuntoAssociao de empresas, que pode ser definitiva ou no,com fins lucrativos, para explorar determinado(s) negcio(s), sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurdica. Difere da sociedade comercial (partnership) porque se relaciona a um nico projeto cuja associao dissolvida automaticamente aps o seu trmino. Um modelo tpico de joint venture seria a transao entre o proprietrio de um terreno de excelente localizao e uma empresa de construo civil, interessada em levantar um prdio sobre o local.

Joint venture ou empreendimento conjuntoNo Brasil, um bom exemplo de joint venture foi a Autolatina; uma unio das empresas automobilsticas Volkswagen e Ford, que perdurou de 1987 at meados de 1996. Integrando as fbricas e operaes das duas empresas, a ideia era compartilhar os custos e potencializar os pontos fortes de cada uma, em uma experincia tentada tambm em Portugal com a AutoEuropa. A Autolatina argentino. envolveu os mercados brasileiro e

Joint venture ou empreendimento conjuntoDurante o perodo de atividade da Autolatina, a VW ofereceu Ford os motores AP-1600, AP-1800 e AP2000 alm da plataforma do sed Santana, que originou os modelos Versalles e o Royale. A Ford, em contrapartida, ofereceu VW os motores AE-1000 (CHT) e AE 1600 (CHT), alm da plataforma do Escort, que originou os modelos Apollo, Logus e Pointer. Estes ltimos modelos no obtiveram grande sucesso no mercado, sendo descontinuados aps alguns anos.

Joint venture ou empreendimento conjuntoAinda no ramo automobilstico brasileiro, as montadoras Fiat e General Motors iniciaram em 2001, uma Joint-Venture denominada FGP (Fiat-GM Powertrain). Em 2005 ocorreu a dissoluo da JointVenture FGP (Fiat-GM Powertrain).

Joint venture ou empreendimento conjuntoUm exemplo atual a venda da marca Becel e Becel ProActiv da Unilever Brasil Perdigo. O que tambm aconteceu com as marcas Doriana, Claybom e Delicata. A Unilever entrou com essas marcas e tambm todo o equipamento, mo-de-obra e a fbrica localizada em Valinhos (SP), em regime de comodato; e a Perdigo disponibilizar sua estrutura de venda e distribuio. As empresas estaro unidas ainda para contribuir com a rea de marketing, pesquisa, inovao e no desenvolvimento de novos itens desse setor de margarinas.

Joint venture ou empreendimento conjuntoOutro exemplo a Benq Siemens e Fujitsu-Siemens, ambas, empresas que atuam no mercado de telecomunicaes e tecnologia (informtica). Mais um exemplo est na joint venture que a HewlettPackard (HP) fez em 1963 com Sony e Yokogawa Electric com o intuito de operar no mercado asiatico.

Joint venture ou empreendimento conjunto

Globosat, programadora de canais do Brasil, atravs de Joint Ventures, trouxe para o Brasil canais como o Universal Channel, Rede Tele Cine, canais adultos e outros.

SWAPSwap (em portugus, "permuta") so operaes em que h troca de posies quanto ao risco e rentabilidade, entre investidores. O contrato de troca pode ter como objeto moedas, commodities ou ativos financeiros. As swaps mais comuns no mercado brasileiro so:(i)

swap de taxa de juros: troca da taxa de juros prefixados por juros psfixados ou o inverso, para quem quer evitar o risco de uma alta nos juros.

(ii) swap cambial: troca de taxa de variao cambial (variao do preo do dlar) por juros ps-fixados.

SWAP1) A empresa A uma exportadora, que tm receitas em dlares e dvidas em moeda local, corrigidas por juros ps-fixados. Esta empresa quer trocar o "risco cambial" (relativo variao do dlar) pelo "risco de juros ps-fixados", ou seja, seu objetivo no contrato de swap de proteo contra riscos cambiais. 2) A empresa B uma varejista (retalhista em Portugus europeu) nacional importadora, cujas dvidas so atreladas ao dlar e cujas receitas - em moeda local - so aplicadas no mercado e remuneradas a uma taxa de juros. ps-fixada. Esta empresa quer justamente o oposto: trocar seu risco referente variao da taxa de juros pelo risco cambial . As duas empresas podem, ento, fazer um contrato de swap, com intermediao de uma instituio financeira, para fazer a troca.

ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOA divulgao separada dos fluxos de caixa decorrentes das atividades de financiamento importante por ser til para prever as exigncias sobre futuros fluxos de caixa pelos fornecedores de capital entidade.

ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO(a)caixa recebido pela emisso de aes ou outros instrumentos patrimoniais; (b)pagamentos de caixa a investidores para adquirir ou resgatar aes da entidade; entidade;

(c)caixa recebido proveniente da emisso de debntures, emprstimos, ttulos e valores, hipotecas e outros emprstimos de curto e longo prazos;

ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO(d) amortizao de emprstimos e financiamentos, incluindo debntures emitidas, hipotecas, mtuos e outros emprstimos de curto e longo prazos; e (e) pagamentos de caixa por arrendatrio, para reduo do passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro.

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