Curso de Concreto Armado

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Curso de concreto utilizando CAD e TQS

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  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Sumrio I

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    Curso de Concreto Armado Utilizando CAD/TQS Verso - EPP

    Edificaes de Pequeno Porte Sumrio

    1.1. Responsabilidade do Engenheiro .................................................................................................................................. 1 1.2. Caractersticas Gerais.................................................................................................................................................... 2

    1.2.1. CAD/Formas .......................................................................................................................................................... 2 1.2.2. CAD/Lajes ............................................................................................................................................................. 2 1.2.3. CAD/Vigas............................................................................................................................................................. 3 1.2.4. CAD/Pilares ........................................................................................................................................................... 3 1.2.5. Blocos Sobre Estacas ............................................................................................................................................. 3 1.2.6. Sapatas Isoladas ..................................................................................................................................................... 3

    2.1. O Desenho um Objeto Independente.......................................................................................................................... 4 2.2. Desenhos que Contm Dados........................................................................................................................................ 5 2.3. Unidade e Escala ........................................................................................................................................................... 5

    2.3.1. O fator de Escala .................................................................................................................................................... 5 2.3.2. Como a Escala Influi no Texto............................................................................................................................... 6 2.3.3. Tratamento de Alturas de Texto............................................................................................................................. 6

    2.4. Quando Fornecemos a Escala de um Desenho.............................................................................................................. 6 2.4.1. Escalas Horizontal e Vertical Diferentes................................................................................................................ 6

    2.5. Dispositivos de Sada de Desenhos ............................................................................................................................... 6 2.6. Desenho Visto e Plotado ............................................................................................................................................... 7

    3.1. Notaes........................................................................................................................................................................ 8 3.2. Coordenadas.................................................................................................................................................................. 9

    3.2.1. Coordenadas Absolutas.......................................................................................................................................... 9 3.2.2. Coordenadas Relativas ........................................................................................................................................... 9 3.2.3. Entrada Visual Pelo Cursor.................................................................................................................................... 9

    3.3. Controles de Exibio ................................................................................................................................................. 10 3.3.1. Controle de Vistas................................................................................................................................................ 11 3.3.2. Controle de Janela................................................................................................................................................ 11

    3.4. Propriedades de Desenho ............................................................................................................................................ 11 3.4.1. Sistema e Subsistema ........................................................................................................................................... 11 3.4.2. Escalas de Desenho.............................................................................................................................................. 12

    3.5. Nveis de Desenho....................................................................................................................................................... 12 3.5.1. Nvel Ativo, Ligado, Desligado e Travado .......................................................................................................... 12

    3.6. Operaes de Seleo.................................................................................................................................................. 12 3.6.1. Brilho de Seleo ................................................................................................................................................. 13 3.6.2. Filtro de Seleo Modelador Estrutural ............................................................................................................ 13 3.6.3. Filtrando Apenas um Tipo de Elemento Modelador Estrutural ........................................................................ 14

    3.7. Parmetros de Visualizao Modelador Estrutural .................................................................................................. 14 3.7.1. Parmetros de Visualizao Padro ..................................................................................................................... 14

    3.8. Copiando Dados de Outro Pavimento Modelador Estrutural ................................................................................... 15 3.9. Aceleradores de Teclado ............................................................................................................................................. 15 3.10. Barra de Status .......................................................................................................................................................... 16 3.11. Desfazer e Refazer .................................................................................................................................................... 16 3.12. Autosalvamento ........................................................................................................................................................ 16

    3.12.1. Arquivos de Dados de um Modelo..................................................................................................................... 17 3.12.2. Restaurao de Dados do Autosalvamento ........................................................................................................ 17 3.13. Salvar Restaurar Compactar............................................................................................................................ 17

    1. Introduo .......................................................................................................................................................................... 1

    2. O que um Desenho?......................................................................................................................................................... 4

    3. Operao Bsica................................................................................................................................................................. 8

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Sumrio II

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    5.1. Edifcio Novo.............................................................................................................................................................. 25

    6.1. Ligando a Captura Automtica ................................................................................................................................... 30 6.2. Inserindo o Desenho de Arquitetura............................................................................................................................ 31 6.3. Definio dos Pilares no Pavimento Mezanino........................................................................................................... 36 6.4. Verificando Consistncia de Dados ............................................................................................................................ 54 6.5. Definio das Vigas no Pavimento Mezanino ............................................................................................................ 54 6.6. Definio das Lajes no Pavimento Mezanino ............................................................................................................. 68 6.7. Definio do Pavimento Fundao ............................................................................................................................. 75

    6.7.1. Definio dos Pilares no Pavimento Fundao................................................................................................. 75 6.7.2. Definio das Vigas no Pavimento Fundao .................................................................................................. 81 6.7.3. Acertando os modelos dos pilares P10 e P15 ................................................................................................... 85 6.7.4. Definio de Vigas Alavanca ........................................................................................................................... 86

    6.8. Salvando o seu Modelo Estrutural .............................................................................................................................. 86 6.9. Definio do Pavimento Superior ............................................................................................................................... 87

    6.9.1. Definio das Vigas no Pavimento Superior .................................................................................................... 87 6.9.2. Definio das Lajes no Pavimento Superior ..................................................................................................... 88 6.9.3. Definio dos Pilares no Pavimento Superior .................................................................................................. 88

    6.10. Definio do Pavimento Cobert ................................................................................................................................ 91 6.10.1. Definio dos Pilares no Pavimento Cobert ................................................................................................... 91 6.10.2. Definio das Vigas no Pavimento Cobert ..................................................................................................... 94 6.10.3. Definindo vigas que recebem transio .......................................................................................................... 96 6.10.4. Definio das Lajes no Pavimento Cobert...................................................................................................... 97

    6.11. Definio do pavimento Atico .................................................................................................................................. 98 6.12. Inserindo Cargas Adicionais ..................................................................................................................................... 99 6.13. Visualizando o Edifcio em 3D ............................................................................................................................... 108 6.14. Refazendo interseces ........................................................................................................................................... 110

    7.1. Processamento Global............................................................................................................................................... 112

    7.1.1. Visualizao de Erros ..................................................................................................................................... 112 7.2. Anlise de Esforos................................................................................................................................................... 114

    7.2.1. Visualizao de Diagramas de Esforos e Deslocamentos das Lajes - Grelhas ............................................ 114 7.2.2. Visualizao de Diagramas de Esforos e Deslocamentos de Vigas e Pilares Prtico Espacial................. 116 7.2.3. Carga na Viga de Transio............................................................................................................................ 117

    7.3. Dimensionamento e Detalhamento de Pilares........................................................................................................... 118 7.3.1. Visualizao de Listagens............................................................................................................................... 118 7.3.2. Visualizao de Desenhos de Armaduras ....................................................................................................... 119 7.3.3. Modificando as Dimenses do Pilar P2.......................................................................................................... 120

    7.4. Dimensionamento e Detalhamento de Vigas ............................................................................................................ 123 7.4.1. Visualizao de Listagens............................................................................................................................... 123 7.4.2. Edio Rpida de Armaduras ......................................................................................................................... 123 7.4.3. Visualizao de Desenhos de Armaduras ....................................................................................................... 125

    7.5. Dimensionamento e Detalhamento de Lajes ............................................................................................................. 126 7.5.1. Visualizao de Desenhos de Armaduras ....................................................................................................... 127 7.5.2. Editor de Esforos e Armaduras ..................................................................................................................... 127 7.5.3. Lajes por Processo Simplificado..................................................................................................................... 128

    8.1. Gerao dos Desenhos de Formas.............................................................................................................................. 132 8.2. Edio Grfica do Desenho de Formas ...................................................................................................................... 136

    4. Entendendo o exemplo..................................................................................................................................................... 215. Criao do Edifcio........................................................................................................................................................... 25

    6. Iniciando o Modelador Estrutural.................................................................................................................................. 30

    7. Calculando o Edifcio..................................................................................................................................................... 112

    8. Desenhos de Formas....................................................................................................................................................... 132

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Sumrio III

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    10.1. Calculando um Bloco sobre Estacas ....................................................................................................................... 139

    10.1.1. Entrada de Dados ............................................................................................................................................. 139 10.1.2. Dimensionando e Detalhando o Bloco............................................................................................................. 141

    10.2. Calculando uma Sapata ........................................................................................................................................... 143 10.2.1. Entrada de Dados ............................................................................................................................................. 143 10.2.2. Pr-dimensionando a Sapata ............................................................................................................................ 146 10.2.3. Dimensionando e Detalhando a Sapata ............................................................................................................ 147

    11.1. Aspectos Gerais da Plotagem CAD/TQS................................................................................................................ 150

    11.1.1. Arquivos de Desenho.................................................................................................................................... 150 11.1.2. Tabelas de Plotagem..................................................................................................................................... 150 11.1.3. Driver do Plotter ........................................................................................................................................... 150 11.1.4. Funcionamento da Plotagem......................................................................................................................... 150

    11.2. Configurao do Driver do Plotter no Windows..................................................................................................... 151 11.3. Definio do Driver do Plotter Windows para os Sistemas CAD/TQS .................................................................. 153 11.4. Utilizando a Plotagem Especial TQS HPGL2 ..................................................................................................... 154 11.5. Arquivo de Moldura................................................................................................................................................ 155 11.6. Configurao dos Critrios de Gerao de Plantas ................................................................................................. 156

    11.6.1. Inserindo um novo formato .......................................................................................................................... 157 11.7. Configurao da Tabela de Penas ........................................................................................................................... 158 11.8. Configurao das Tabelas de Plotagens .................................................................................................................. 159

    11.8.1. Exemplo de Configurao de uma Tabela de Plotagem ............................................................................... 159 11.9. Edio de Plantas .................................................................................................................................................... 162

    11.9.1. Seleo dos Desenhos................................................................................................................................... 163 11.9.2. Montagem da Planta ..................................................................................................................................... 163 11.9.3. Preenchimento do Carimbo .......................................................................................................................... 164 11.9.4. Extrao da Tabela de Ferros ....................................................................................................................... 165 11.9.5. Visualizao da Planta.................................................................................................................................. 166

    11.10. Plotagem em Plotter (Gerao do Arquivo .PLT) ................................................................................................. 167 11.10.1. Interpretao de Plotagem (Gerao do Arquivo .DWG)........................................................................... 168

    11.11. Plotagem em Desenho (Gerao de Arquivo .DWG e Arquivo DXF).................................................................. 169 11.12. Resumos para configurao e plotagem................................................................................................................ 170

    A.1. Aceleradores de Teclado......................................................................................................................................... 171 A.2. Modificadores de Coordenadas............................................................................................................................... 171 A.3. Modos de Seleo de Elementos Grficos .............................................................................................................. 171 A.4. Comandos de Criao de Linha Mltipla................................................................................................................ 171 A.5. Cores Lgicas Principais...................................................................................................................................... 172 A.6. Atributos de Estilo de Linhas.................................................................................................................................. 172 A.7. Giro Dinmico de Blocos e Textos ......................................................................................................................... 172

    B.1. CAD/Formas ........................................................................................................................................................... 173

    B.1.1. Desenho de formas .......................................................................................................................................... 173 B.2. CAD/Vigas.............................................................................................................................................................. 173 B.3. CAD/Pilar ............................................................................................................................................................... 174 B.4. CAD/Lajes .............................................................................................................................................................. 174

    B.4.1. Processo simplificado ...................................................................................................................................... 174 B.4.2. Editor de Esforos ............................................................................................................................................. 175

    B.5. CAD/Fundaes ....................................................................................................................................................... 175 B.5.1. Desenho de armao de Blocos ......................................................................................................................... 175

    9. Cargas na Fundao ...................................................................................................................................................... 137 10. Fundaes ..................................................................................................................................................................... 139

    11. Plotagem em Plotter..................................................................................................................................................... 150

    Apndice A. Principais Teclas e Funes.................................................................................................................... 171

    Apndice B. Tabela de nveis padro.......................................................................................................................... 173

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Sumrio IV

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    B.5.2. Desenho de armao de Sapatas........................................................................................................................ 176

    C.1. Compatibilidades: Nveis de desenho...................................................................................................................... 177 C.2. Compatibilidades: Elementos grficos ..................................................................................................................... 177

    C.2.1. Compatibilidades: Linhas ................................................................................................................................. 177 C.2.2. Compatibilidades: Linhas com espessura......................................................................................................... 177 C.2.3. Compatibilidades: Linhas mltiplas ................................................................................................................. 177 C.2.4. Compatibilidades: Curvas ................................................................................................................................ 177 C.2.5. Compatibilidades: Textos................................................................................................................................. 177 C.2.6. Compatibilidades: Arcos e Crculos ................................................................................................................. 178 C.2.7. Compatibilidades: Blocos de desenho .............................................................................................................. 178

    C.3. Condies de transferncia....................................................................................................................................... 178 C.3.1. Eliminao de blocos no usados ...................................................................................................................... 178

    Apndice C. Compatibilidades.................................................................................................................................... 177

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Introduo 1

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    1 Introduo Os sistemas computacionais CAD/TQS Verso EPP e Verso Completa adquiridos pela UNIFOR so conjuntos de ferramentas para clculo, dimensionamento, detalhamento e desenho de estruturas de concreto armado. Este manual tem por objetivo mostrar, atravs de um exemplo, os comandos e funes do Sistema CAD/TQS Verso EPP e Completa utilizados nos curso de Estruturas de Concreto Armado I e II e Projeto Estrutural da UNIFOR. Neste exemplo apresentamos o clculo completo de um edifcio, desde a concepo estrutural at a plotagem dos desenhos. Voc pode ter ajuda adicional estudando os manuais eletrnicos que esto disponveis atravs do comando Ajuda no menu suspenso. O principal objetivo do curso dar conhecimento ao aluno de Engenharia Civil da UNIFOR de uma ferramenta computacional adequada, onde o engenheiro possa desenvolver o projeto estrutural de concreto armado com segurana, qualidade e produtividade de tal forma que sua atuao seja competitiva no mercado de projetos de Fortaleza e do Brasil. Outros aspectos importantes que tambm nortearam o desenvolvimento do curso utilizando o sistema computacional CAD/TQS para o projeto estrutural foram: abrangncia de tipos de estruturas, integrao de informaes entre diversos segmentos de projeto, capacitao e treinamento dos alunos de Engenharia Civil da UNIFOR para aprendizado de utilizao de um software que mais utilizado no mercado de Fortaleza. Estes foram os principais conceitos utilizados para o desenvolvimento do curso. Faremos o detalhamento de cada um deles nos captulos subseqentes. 1.1. Responsabilidade do Engenheiro No curso de Concreto Armado utilizando os sistemas computacionais CAD/TQS, insistimos na tese de responsabilidade do engenheiro: Se sistemas computacionais fizessem projeto, no precisaramos de engenheiros. Isto, entretanto no acontece. O sistema utilizado neste curso, funciona apenas como uma ferramenta de trabalho a servio do engenheiro, e o ajudar na produo de projetos, que sero to bem elaborados quanto for o trabalho de concepo e anlise desenvolvido por ele. A mera produo de desenhos de detalhamento de concreto pelo computador no implica em um projeto tecnicamente correto. Os sistemas computacionais no tomam decises de engenharia, e no ensinam a fazer projeto. Por ser responsvel pela realizao do projeto, o engenheiro obrigado a validar tanto os dados de entrada quanto os resultados obtidos, usando todos os recursos sua disposio. Os sistemas CAD/TQS em hiptese alguma geram o detalhamento completo da estrutura. Isto significa que, alm de validar os resultados, o engenheiro dever decidir a necessidade de alterar o detalhamento j gerado e/ou incluir novas armaduras para garantir o funcionamento correto da estrutura, dentro das especificaes de projeto. Para atender diferentes critrios de clculo usados por escritrios de projeto estrutural em todo o Brasil, os sistemas CAD/TQS podem ser adaptados pelo engenheiro, com a definio de critrios prprios s suas necessidades. Assim, uma mesma estrutura pode ser calculada de maneiras diferentes, produzindo resultados diferentes. Os critrios disponveis no sistema atendem de uma maneira geral aos bons princpios de engenharia aplicados a determinados tipos de projeto podendo ou no estar de acordo com as normas tcnicas, dependendo dos valores definidos pelo engenheiro. Antigamente, a norma brasileira era considerada como uma diretriz a ser seguida, no obrigatria. Com a entrada em vigor do Cdigo de Defesa do Consumidor (CDC), as normas passam a valer como um "padro mnimo" de referncia, tornando-se obrigatrias. Se voc deseja evitar problemas futuros, modifique os critrios em uso, defina dados e modelos estruturais em acordo com a norma NBR6118:03 da A.B.N.T. (Associao Brasileira de Normas Tcnicas) e outras normas em vigor. A definio de critrios no feita automaticamente pelo sistema. O engenheiro deve se conscientizar dos critrios em uso pelo sistema atravs da leitura dos manuais e da verificao das listagens dos processamentos. A utilizao deste sistema dever ser feita exclusivamente sob controle de um engenheiro experiente.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Introduo 2

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    1.2. Caractersticas Gerais O seu edifcio ser calculado com as seguintes caractersticas:

    Edifcio de concreto armado constitudo de lajes, vigas, pilares e blocos sobre estacas ou sapatas, com um a cinco (4) pavimentos.

    As lajes e vigas so discretizadas e calculadas por grelhas, com simulao de plastificao nos apoios (lajes e vigas), onde a continuidade das lajes se d pela continuidade das barras das lajes e no pela toro de vigas. Como opo, as lajes podem ser calculadas por processos simplificados elsticos e plsticos.

    A estrutura calculada por prtico espacial, com ns semi-rgidos, em que o modelo matemtico, gerado automaticamente, uma representao muito boa da realidade, levando-se em conta o processo construtivo.

    As foras cortantes das barras das lajes so transferidas automaticamente para o modelo de prtico espacial.

    Os carregamentos de vento (esforo horizontal) so em quatro direes e so combinados com os esforos das cargas verticais (automaticamente).

    Separao automtica de sobrecargas acidentais, cargas permanentes e peso prprio.

    Criao automtica de barras de pilares e vigas, onde voc s precisa se preocupar com a frma e carregamentos.

    Editor grfico prprio. Especfico e orientado para as tarefas da engenharia estrutural.

    Editor grfico completo com funes de desenhos, cotas, biblioteca de blocos, vrias janelas do mesmo desenho, possibilidade de se misturar desenhos raster (BMP e JPG), utilizao do comando copiar e colar do Windows para fazer cpias parciais de um desenho para outro, etc.

    Captura automtica de pontos notveis de desenho.

    Os desenhos podem ter 256 nveis numricos e ilimitados nveis alfanumricos.

    Visualizao prvia da plotagem atravs do Editor grfico, possibilitando imprimir na impressora ou plotter todo o desenho, parte dele, rotacionando e mudando sua escala.

    1.2.1. CAD/Formas Lanamento da estrutura ser feito pelo Modelador Estrutural onde voc pode importar desenhos arquitetnicos de outros editores grficos atravs de arquivos DXF e coloc-los como desenhos de referncia.

    Possibilidades de criar automaticamente cortes e cotas.

    Lanamento de cargas alfanumricas, com possibilidade de criar vrias bibliotecas de cargas, inclusive com parmetros.

    Visualizao em 3D do pavimento ou edifcio, diretamente do Modelador Estrutural, com possibilidade de se passear dentro da estrutura.

    Possibilidade de adicionar vrios desenhos de referncia (arquitetura, outra forma, etc) para lanamento da estrutura.

    As cargas podem ser lanadas junto com as peas, ou separadamente facilitando a edio posterior da estruturas.

    Clculo das vigas de transio atravs do prtico espacial, levando-se em considerao o processo construtivo. 1.2.2. CAD/Lajes Discretizao automtica das lajes de formato qualquer em grelhas, com simulao de plastificao nos apoios (diminuio nos momentos negativos).

    Verificao de concentraes de tenso, com carregamentos reais e no homogeneizados por toda a laje.

    Verificao de puno, com clculo da armadura.

    Clculo da reao de apoio considerando o posicionamento de cada barra.

    Visualizao em 3D dos esforos Cortantes, Fletores e Deformada da estrutura.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Introduo 3

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    Possibilidade de utilizao de processos simplificados para clculos de esforos, por vrios mtodos elsticos e vrios plsticos.

    1.2.3. CAD/Vigas Clculo automtico das mesas colaborantes inferiores e superiores, de acordo com a Norma NBR6118:03.

    Clculo das armaduras de flexo, levando-se em conta o posicionamento real do centro de gravidade da armadura.

    Possibilidade de se impor bitolas e/ou quantidade de armadura para um determinado vo e/ou apoio. Neste caso o clculo das flechas e fissuras j leva em considerao a nova configurao de armadura.

    Visualizao das envoltrias resultantes dos carregamentos do prtico espacial, levando em conta os carregamentos e combinaes.

    Editor rpido de armaduras, onde podemos juntar, agrupar, apagar, criar armaduras.

    Editor de desenhos de armaduras, onde podemos alterar a viga como um desenho comum: criar furos, dentes, armaduras, etc.

    1.2.4. CAD/Pilares Clculo de pilares submetidos a flexo-compresso oblqua com seo transversal retangular, em L, em U e circular.

    Clculo de pilares inclinados, tirantes e pilares de compatibilizao. 1.2.5. Blocos Sobre Estacas Clculo de blocos sobre estacas de 1 a 12 estacas, pelo mtodo das Bielas comprimidas.

    Colocao automtica de fretagem, quando necessria.

    Vrias opes de disposio de armaduras.

    Definio automtica (opcional) das dimenses em plantas. 1.2.6. Sapatas Isoladas Clculo de sapatas isoladas normais ou excntricas.

    Pr-dimensionamento com definio automtica (opcional) das dimenses em planta.

    Verificao quanto ao deslizamento e rea mnima comprimida.

    Verificao ao cisalhamento e puno.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS O que um Desenho? 4

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    2 O que um Desenho? No computador os desenhos so armazenados em arquivos, sendo simplesmente conjuntos de elementos grficos como linhas, crculos, textos, etc. Na prtica, comum usar o termo desenho para designar uma planta ou prancha em formato ABNT, com a representao do projeto estrutural. Nos sistemas CAD/TQS, uma planta uma composio de desenhos.

    Desenhos so gerados automaticamente por diversos sistemas. Veja o que contm um desenho gerado:

    No computador, cada desenho armazenado em um arquivo com nome tipo:

    nome.DWG

    onde o nome do desenho um nome vlido de arquivo1. A grande vantagem de termos os vrios desenhos de projeto separados em arquivos, que podemos manipular um desenho sem nos preocuparmos com os demais. Um pavimento pode ter 200 vigas, mas editaremos o desenho de apenas uma viga por vez. Desenhos no so gerados apenas de maneira automtica. Voc pode criar desenhos novos simplesmente usando um dos editores grficos. 2.1. O Desenho um Objeto Independente O desenho, depois de gerado, um objeto totalmente independente do sistema usado para a gerao. Isto , podemos tratar um desenho no computador como um desenho na prancheta, apagando partes, criando detalhes novos, etc.

    1Nos desenhos gerados automaticamente, o nome convencionado de acordo com o sistema usado na gerao.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS O que um Desenho? 5

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    Voc pode editar um desenho de vigas, modificar armaduras, acrescentar detalhes executivos tais como chanfros, furos, variaes de sees, msulas, reforos, etc. Voc far isto por conta prpria, sob sua responsabilidade, da mesma maneira como alteraria um desenho na prancheta. A edio de desenhos feita usualmente atravs do editor grfico do prprio sistema que gerou o desenho. Todos os editores grficos so baseados no mdulo bsico do EAG. A maioria dos editores grficos permite a construo de desenhos partindo da estaca zero. Desenhos podem ser: Lidos para a gerao de tabela de ferros; Plotados em impressora; Plotados em plotter, aps um processo de composio de desenhos chamado de Edio de Plantas; Convertidos para uso em outro sistema CAD; Duplicados, misturados, inseridos dentro de outros desenhos, etc. A informao contida em um desenho pode ser

    facilmente reaproveitada e modificada em outro desenho. Cortados e colados segundo o padro Windows dentro de aplicativos como o Word e o Paint. Certos mdulos do sistema CAD/TQS permitem definir armaduras graficamente, levando em considerao o comportamento estrutural, e verificando interativamente o efeito das modificaes. Um exemplo o editor de esforos e armaduras em lajes. Estes mdulos operam sobre uma base de dados estrutural, no de desenho, mas permitem salvar o resultado final em desenho. O desenho gerado ento, poder ser editado independentemente como qualquer outro. Um outro mdulo a ser utilizado o Modelador Estrutural, que voc edita como se fosse um desenho, com os comandos de desenho, mas na verdade ele um banco de dados com informaes de geometria, carregamento, opes de clculo e tambm com desenhos verdadeiros anexados como referncias externas. Para maiores detalhes, veja o manual Manual do Modelador Estrutural. 2.2. Desenhos que Contm Dados Certos tipos de desenho podem conter dados, codificados atravs de elementos de desenho segundo uma conveno. Os desenhos de armaduras tambm contm dados. O CAD/TQS gera uma tabela de ferros por planta, relativa aos desenhos contidos na planta. Para fazer isto, todos os desenhos da planta so lidos, e as informaes de armadura de cada desenho extradas. Qualquer modificao de armaduras que voc fizer em um desenho, se refletir automaticamente na tabela de ferros da planta, pois esta gerada antes da planta ir para o plotter. Em desenhos de armaduras, voc precisa respeitar a conveno de representao para que a tabela de ferros seja gerada corretamente. Voc faz isto usando um editor grfico orientado especificamente para esta tarefa, que o Editor de Armao, acionado quando um desenho de armao editado. 2.3. Unidade e Escala Nos desenhos feitos nanquim, determinamos a escala e convertemos todas as medidas durante a confeco do desenho. No computador, para maior comodidade, trabalhamos com a escala 1:1 e deixamos a tarefa de converso de escala para o momento de plotagem. Assim, para desenhar uma viga de 300 cm na planta de formas, forneceremos exatamente esta medida. Os editores grficos tm capacidade para trabalhar com desenhos em qualquer unidade de medida. Nos sistemas CAD/TQS, a maior parte dos desenhos trabalha em centmetros, com exceo dos visualizadores de prtico e grelhas que trabalham em metros. 2.3.1. O fator de Escala Os programas de plotagem recebem o fator de escala no momento da plotagem. A definio do fator de escala :

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    Todas as medidas do desenho, divididas pelo fator de escala resultam em centmetros no papel de plotagem. Isto significa que o fator de escala depende das unidades adotadas. Se a unidade de desenho centmetros, para plotarmos em escala 1:50 usaremos um fator de escala 50, de modo que cada 100 cm de desenho resultaro em 100/50 = 2 cm no plotter. Para desenhos em metros, o fator de escala ser 0.5, pois 1 metro dividido por 0.5 resultar nos mesmos 2 cm. 2.3.2. Como a Escala Influi no Texto Os textos tambm so elementos de desenhos convertidos pela escala no momento da plotagem. Se em um desenho em escala 1:50, um determinado texto for plotado com altura 0.2 cm, isto significar que sua altura real no desenho ser de 10 cm, pois no momento da plotagem, o programa plotar um texto de 10/50 = 0.2 cm. O que acontecer se plotarmos em escala 1:100 um desenho preparado na escala 1:50? O resultado que o texto de 10 cm de altura ser plotado com 10/100 = 0.1 cm, ou seja, metade da altura! A concluso que uma vez escolhida a escala de desenho, ela no deve ser mudada, a menos que a modificao dos textos no seja importante (um desenho de rascunho na impressora, por exemplo). Os textos no desenho dependem da escala, assim, a escolha da escala uma das primeiras decises a tomar antes de se iniciar o detalhamento de um projeto. 2.3.3. Tratamento de Alturas de Texto Para facilitar a definio de alturas de texto, em todos os menus de parmetros onde solicitada a entrada de altura de texto e em todos os editores grficos, a altura sempre fornecida no valor final a ser plotado, isto , em centmetros plotados. Dentro dos editores grficos, a escala conhecida. O editor grfico converte a altura de texto sempre que necessrio, de modo que a qualquer momento o valor fornecido o do texto plotado. 2.4. Quando Fornecemos a Escala de um Desenho Nos desenhos gerados automaticamente, a escala deve ser fornecida antes da gerao do desenho, da seguinte maneira: No CAD/Formas, na Entrada Grfica de Formas, ao iniciarmos um desenho novo. O CAD/Lajes assume a escala definida no CAD/Formas. No CAD/Pilar e no CAD/Fundaes, as escalas so definidas nos respectivos arquivos de critrios. No CAD/Vigas, a escala fixa em 1:50. Se voc no definir a escala, o sistema adotar valores que so adequados para a mdia de projetos de edificaes. No CAD/AGC & DP e nos demais editores grficos, a escala definida para desenhos novos, dentro do editor grfico, atravs do comando "Arquivo", "Propriedades". 2.4.1. Escalas Horizontal e Vertical Diferentes Todo o desenho tem um fator de escala, que pode ser chamado de fator de escala principal. Todos os textos so convertidos por este fator de escala, e este o fator conhecido no momento da plotagem. Se um determinado desenho tem escalas horizontal e vertical diferentes, ou ainda, detalhes em uma escala diferente, uma das escalas arbitrariamente escolhida como escala principal. Todas as medidas geradas em outra escala devem ser convertidas em relao escala principal. Por exemplo, em um desenho em escala 1:50, uma medida de 100 cm ter exatamente este comprimento, mas em um detalhe em escala 1:25, uma medida de 100 cm ter:

    100 5025

    200x =

    Como o tamanho do desenho na tela no d noo do tamanho real do texto, um erro na escolha de escala pode no ser detectado a priori. Por isto, tenha sempre em mente a escala do desenho em que est trabalhando. 2.5. Dispositivos de Sada de Desenhos O Windows criou a abstrao de desenho independente de dispositivo, que faz com que os desenhos possam ser impressos em qualquer dispositivo com controlador (driver) instalado, seja impressora, plotter ou mesmo um aparelho de fax. Os

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    desenhos so plotados com cores, espessuras, hachuras, fontes e estilos qualquer que seja o dispositivo de sada. Dentro do CAD/TQS feita uma distino entre impressoras e plotters: As impressoras so equipamentos para plotagens em formato pequeno. A plotagem em impressora feita geralmente

    com o objetivo de obter desenhos de rascunho, que podem ficar fora de escala e com letra reduzida. Qualquer desenho pode ser enviado diretamente para a impressora, com qualquer escala, mesmo diferente da escala planejada inicialmente.

    Os plotters so equipamentos para plotagem em formato grande, para o desenho final do projeto. Cada planta gerada em plotter pode ser composta por um ou mais desenhos, moldura, carimbo preenchido, tabela de ferros, etc. No plotter, os desenhos so plotados sempre com a escala planejada.

    Esta distino artificial, uma vez que possvel enviar tanto plantas montadas quanto desenhos independentes, para impressoras ou plotters. Para maior comodidade, os sistemas armazenam configuraes separadas para a impressora (onde normalmente se enviam desenhos) e para o plotter (onde se enviam plantas). Resumindo: Voc deve instalar os drivers das impressoras e plotters no Windows e depois configur-los no CAD/TQS. 2.6. Desenho Visto e Plotado Para maior rapidez na visualizao, certos detalhes do desenho plotado no so mostrados diretamente durante a edio: so as espessuras e estilos de linha, cores de plotagem, hachuras e fontes de texto. Entretanto a qualquer momento dentro do editor grfico, voc pode pedir visualizao prvia de impresso, onde estes detalhes sero mostrados. A interpretao de cores, penas, pesos, estilos, hachuras e fontes controlada pelas tabelas de plotagem e outros arquivos, que sero mostradas adiante.

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    3 Operao Bsica Veja a tela do editor grfico e seus elementos principais:

    3.1. Notaes Adotaremos um padro de notaes para descrever os comandos do editor. Todos os textos que aparecerem na tela do editor sero mostrados com letra menor: TEXTO Texto no sublinhado: mensagens e perguntas feitas pelo EAG na janela de mensagens. TEXTO Texto sublinhado: entradas feitas pelo projetista; "Comando" Nome entre aspas: um comando do menu. Por exemplo: "Editar", "Apagar". Muitos comandos do menu tm equivalente no teclado de funes, que mostraremos no decorrer do manual; Botes 1 a 3 do mouse. Os botes e tem equivalente no teclado2. Veja como a numerao dos botes na figura abaixo:

    Uma tecla do teclado. Quando mostramos a tecla entre os sinais < >, estamos indicando que no h necessidade de se apertar aps a tecla.

    2O boto corresponde tecla , e o boto , ao menu sensvel ao contexto e corresponde tecla +.

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    Tecla de escape - para abandonar comandos Tecla de return ou enter. Tecla Ctrl ou Control. Tecla Shift. Tecla Alt. .. Teclas de funes. Muitos comandos do editor esto disponveis nas teclas de funo, que funcionam

    como um meio rpido de acesso a comandos. Cada tecla de funo pode chamar 4 comandos diferentes, combinadas com as teclas , e .

    3.2. Coordenadas Todas as entidades de desenho (linhas, arcos, textos, etc) so armazenadas com coordenadas fixas em relao a um sistema de eixos cartesianos. Normalmente o desenho definido em Verdadeira Grandeza, ou seja, em escala 1:1. Em qualquer editor grfico a principal entrada de dados a de coordenadas. O editor pede a entrada de coordenadas em todos os comandos da edio e de criao de elementos, assim como em vrios comandos de visualizao. Mostraremos as alternativas bsicas de entrada de coordenadas. Ao longo do manual, estaremos mostrando mais alguns modos de entrada de coordenadas. 3.2.1. Coordenadas Absolutas Um modo de se definir coordenadas precisamente, digitando diretamente do teclado, a coordenada X,Y. A digitao de coordenadas feita na janela de mensagens do editor. Por exemplo:

    100,130 3.2.2. Coordenadas Relativas Muitas vezes no conhecemos as coordenadas absolutas de um ponto, mas sabemos sua posio relativa a outro ponto no desenho. O modo de definio de coordenadas relativas permite definir uma coordenada com um deslocamento a partir do ltimo ponto definido. Este modo pode ser de dois tipos, cartesiana ou polar: Cartesianas

    A definio da coordenada relativa cartesiana feita a partir do ltimo ponto definido. Isto feito da forma @deltax,deltay, como no exemplo:

    @20,30

    Polares

    Uma outra maneira de definir coordenadas relativas atravs de coordenadas polares. As coordenadas polares tm a seguinte forma: @distancia

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    Existem facilidades de desenho que permitem a modificao precisa de uma entrada visual. As facilidades so: Captura automtica e modificadores de coordenadas: Captura Automtica

    A maneira que nos d maior produtividade e facilidade o modo de captura automtica. Com o modo de captura ligado, o cursor pula entre as coordenadas pr-definidas, bastando a voc apenas apertar o boto do mouse.

    Para controlar em quais elementos a captura automtica dever selecionar, acione o comando no gerenciador: Arquivo Configuraes Edio grfica Captura. A captura automtica pode ser ligada e desligada no editor grfico pressionando a tecla + . Veremos mais adiante sua utilizao.

    Modificadores de Coordenadas

    Uma outra maneira de capturar pontos notveis do desenho atravs dos modificadores de coordenadas. Estes modificadores so acionados durante a entrada de uma coordenada qualquer, apertando-se um boto do teclado. O Teclado funciona como uma extenso do mouse e no necessrio apertar . Os modificadores so os seguintes:

    Tecla Funo Ponto final de uma linha Interseco de duas linhas que se encontram Interseco de linhas que no se encontram Ponto exatamente Sobre uma linha Ponto Mdio entre 2 pontos Ponto mdio de reta Ponto em frao entre 2 pontos Ponto Auxiliar, de referncia para a entrada de outro ponto. Ponto da projeo Ortogonal do ponto anterior com uma reta Ponto da Tangente a um arco ou crculo Centro de uma circunferncia ou crculo Ponto de insero de Bloco

    Ao apertar simultaneamente ou , no meio de um comando, aberto um menu com todas as opes de modificadores de coordenada. Trata-se de uma tima maneira de memoriz-los.

    3.3. Controles de Exibio Todo desenho pode ser visualizado atravs de uma janela. Esta janela pode englobar todo o desenho ou apenas uma parte dele. No CAD/TQS voc pode controlar a visualizao dentro de uma janela e tambm a quantidade e tamanho das janelas, que podem ser do mesmo desenho ou de desenhos distintos. O termo "janela" ser usado no manual principalmente para designar uma regio visualizada de um desenho. As janelas gerenciadas pelo Windows sero chamadas de janelas Windows. Uma janela Windows de visualizao de desenhos tambm ser chamada de Vista.

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    3.3.1. Controle de Vistas O editor grfico trabalha com uma vista atual, sendo o desenho atual aquele mostrado nesta vista. A cada desenho novo que voc abre, uma nova vista criada. Voc pode tambm criar novas vistas de um mesmo desenho. Para exibir todas as vistas simultaneamente em uma tela, voc deve acionar o comando: Exibir Vistas Organizar. Para criar vrias vistas de um mesmo desenho, execute o comando: Exibir - Vistas divididas. 3.3.2. Controle de Janela Voc pode controlar uma janela para enxergar todos os elementos de desenho ao mesmo tempo ou simplesmente um detalhe ampliado. Os comandos de visualizao alteram somente o modo de visualizar os elementos e nunca suas coordenadas.

    Boto Comando Tecla

    Regerar

    Janela por 2 pontos

    Janela total

    Janela anterior

    Deslocamento de janela

    Deslocamento dinmico

    Afastar

    3.4. Propriedades de Desenho Todos os desenhos gerados pelo CAD/TQS tm propriedades armazenadas dentro do prprio arquivo de desenho. As propriedades de desenho so divididas em duas partes: Padro de desenho e Escalas, conforme o quadro mostrado a seguir, acessado pelo comando Arquivo Propriedades no editor grfico.

    3.4.1. Sistema e Subsistema Todo desenho tem definido um atributo de sistema e subsistema. Isto permite que os sistemas CAD/TQS assumam automaticamente certas operaes conforme o arquivo de desenho escolhido. Dependendo do sistema e subsistema de um desenho, so assumidos:

    Menu de edio grfica Tabela de plotagem Se o desenho deve ter tabela de ferros extrada

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    As cores default A pasta de critrios associados

    3.4.2. Escalas de Desenho Uma caracterstica associada ao desenho o fator de escala. Voc pode obter mais detalhes sobre escalas e alturas de textos nos desenhos no Captulo Unidade e Escala. O multiplicador de dimenses um nmero que multiplica todos os valores das novas cotas. 3.5. Nveis de Desenho Todo elemento grfico recebe um atributo denominado nvel de desenho. Intuitivamente, poderamos dizer que nveis so como acetados, onde partes diferentes do desenho esto desenhadas:

    O editor grfico tem capacidade de visualizar todos os nveis (ou acetatos) separadamente ou juntos, escolha do usurio:

    So definidos nveis numricos de 0 a 255 e tambm alfanumricos. Todo elemento novo no desenho pertence ao nvel atual, definido pelo projetista. Os desenhos gerados automaticamente pelos sistemas CAD/TQS tm uma organizao de nveis que pode variar de sistema para sistema. 3.5.1. Nvel Ativo, Ligado, Desligado e Travado Quando um elemento qualquer criado, ele sempre pertence a um nvel. O nvel onde entram os elementos que esto sendo criados o nvel ativo. O nvel ativo default o nvel 0, e pode ser alterado a qualquer momento. Elementos grficos podem estar em qualquer nvel. Somente os elementos que esto em nveis ligados so visveis; os elementos em nveis desligados no aparecem na tela, embora estejam fisicamente no desenho. Existe um nico nvel ativo no desenho, mas cada nvel pode ser ligado ou desligado independentemente dos demais. Podemos ter um nvel travado ou uma seleo de nveis travados. Este um recurso til para a localizao de elementos exclusivos, no meio de muitos outros que no devem ser selecionados. 3.6. Operaes de Seleo Os comandos de edio pedem a seleo de elementos. Esta seleo feita do mesmo modo que no EAG: a princpio, somente um elemento ser selecionado, clicando-se com o cursor sobre uma linha ou um retngulo imaginrio em volta dos textos deste elemento. O modo de seleo alterado apertando-se uma das letras abaixo durante a seleo:

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    Letra Seleo O editor pedir uma janela entre dois pontos, e todos os elementos que

    tenham linhas ou textos completamente contidos na janela sero selecionados.

    O mesmo que , mas elementos com algum ponto dentro da janela sero selecionados.

    O mesmo que , mas elementos com linhas parcialmente na janela sero selecionados.

    O editor pedir uma cerca poligonal, que selecionar elementos com linhas ou textos contidos na cerca.

    Ser permitida seleo mltipla de elementos por pontos ou qualquer combinao acima, at que seja apertado ou para terminar a seleo.

    Na maioria dos comandos de edio voc pode selecionar elementos de tipos diferentes (por exemplo, vigas e pilares) ao mesmo tempo, e o comando se aplicar a todos os selecionados. Em comandos especficos de um tipo (como o comando Alterar), apenas um tipo pode ser escolhido. 3.6.1. Brilho de Seleo Quando um comando de edio for acionado por tecla aceleradora (ex: - Mover elemento), se o editor encontrar um elemento na posio do cursor o elemento ser imediatamente aceito e o comando processado. Se nenhum elemento for achado, ou em todos os outros casos de seleo, o editor mostrar os elementos selecionveis brilhando-os na tela quando o cursor passar prximo a eles. Para acelerar esta operao, atualmente somente pilares, vigas e lajes recebem brilho na seleo, embora qualquer outro tipo de elemento possa ser selecionado. No caso de vigas e pilares, a parte do elemento que recebe brilho reflete tambm o tipo de alterao que poder ser feita no elemento. 3.6.2. Filtro de Seleo Modelador Estrutural Muitas vezes pode ser necessrio manipular diversos elementos do mesmo tipo de uma vez. Por exemplo, voc deseja selecionar somente vigas dentro de uma janela, mas o Modelador selecionar todos os elementos na janela, alm das vigas.

    Este problema resolvido atravs do filtro de seleo. O comando "Modelo" - "Definir filtro de seleo" chama a janela de edio do filtro, que indica quais tipos de elementos podero ser selecionados pelo prximo comando.

    O filtro pode ser definido por uma combinao dos elementos acima, mas somente entrar em funcionamento quando o item "Ativado" acima estiver marcado. Voc deve se lembrar de desligar o filtro quando no precisar mais, caso contrrio no conseguir selecionar outros elementos seno os do filtro. O desligamento do filtro atual, assim como a sua ativao pode ser feita diretamente na barra de ferramentas.

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    3.6.3. Filtrando Apenas um Tipo de Elemento Modelador Estrutural

    Existe um comando direto para acionar o filtro no caso comum de se querer apenas um elemento: o "Modelo, Filtrar um elemento". Este comando pede pela seleo visual do elemento a ser filtrado. O filtro ser desativado se voc responder com um .

    3.7. Parmetros de Visualizao Modelador Estrutural Muitos tipos de informao podem ser mostradas pelo Modelador a qualquer momento, mas mostrar tudo ao mesmo tempo pode atrapalhar. O modelo estrutural contm informaes geomtricas (locao de faces e contornos), estruturais (vinculaes, apoios, engastamentos), cargas, desenho (cortes, cotagens, eixos, referncias externas) e outras informaes de controle.

    O comando "Modelo" - "Parmetros de visualizao" chama a janela que permite controlar quais elementos devem ser mostrados em um dado momento.

    Os captulos de Pilares, Vigas e Lajes mostram em detalhes a representao destes elementos pelo Modelador e os parmetros de visualizao correspondentes. A visualizao das referncias externas independente deste comando, para desligar uma referncia, v direto ao comando "Modelo" - "Referncias externas". 3.7.1. Parmetros de Visualizao Padro Por padro definem-se trs grupos de parmetros de visualizao: Os parmetros para a gravao do arquivo MODELO.DWG, com o esquema a ser mostrado da planta no painel direito do

    gerenciador, o mnimo possvel de elementos mas o suficiente para reconhecer a planta no gerenciador. Os parmetros para gravao da planta de formas FORnnnn.DWG com todas as informaes e detalhes de desenho, tais

    como cortes e cotagens. Parmetros para verificar o lanamento, com informaes estruturais, vinculaes, ns, eixos, mas sem detalhes de

    acabamento de desenho.

    Estes grupos so comumente usados, e por isto so pr-definidos pelo Modelador, podendo ser recuperados respectivamente pelos botes "Modelo", "Formas" e "Verificar". Aperte qualquer boto para observar os parmetros ligados e desligados em cada caso.

    Note ao lado de cada boto padro, um pequeno cone . Este cone faz com que os parmetros mostrados na janela sejam fixados como padro. Por exemplo, se voc quer que os eixos de vigas sejam desenhados na planta de formas, aperte "Formas" para recuperar estes parmetros de desenho, marque "Eixos" no quadro "Vigas", e em seguida aperte ao lado do boto "Formas" para tornar este modificao permanente.

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    O boto "limpar" modifica os parmetros mostrados para um nmero mnimo, possibilitando a visualizao dos elementos. O boto "Gravar padro", grava um arquivo de "Grupos padro" na pasta suporte, onde sero guardadas todos os parmetros mostrados. O boto "Ler padro", l um arquivo de "Grupos padro" na pasta suporte.

    O boto "Cargas", independente dos demais, permitindo ligar e desligar todas as cargas atuando na planta de formas ao mesmo tempo. 3.8. Copiando Dados de Outro Pavimento Modelador Estrutural Os comandos padro de Copiar e Colar (menu "Editar") permitem que voc copie elementos estruturais de um pavimento e depois cole em outro. Para copiar vigas e lajes de um pavimento para outro, voc precisa ter o cuidado de definir um filtro para que os pilares no sejam copiados tambm (uma vez que valem para todo o edifcio). Voc deve lembrar-se de copiar tambm outras cargas lineares ou por rea lanadas separadamente.

    Em vez disto, use o comando "Modelo" - "Copiar planta". Este comando faz a cpia dos elementos comuns de uma planta, e d a opo de copiar alguns elementos de acabamento de desenho. Voc s pode copiar uma planta para outra onde nenhum outro elemento estrutural foi definido. Em outros casos, use os comandos Copiar/Colar, CtrlC/CtrlV".

    3.9. Aceleradores de Teclado Os aceleradores de teclado so uma maneira de acionar os comandos pelo teclado. As outras maneiras so pelo menu suspenso e pelas barras de ferramentas. A maioria dos aceleradores de teclado usada pelo editor est no teclado de funes a , combinados com as teclas , e . O teclado de funes aciona comandos quando o editor est esperando por comandos, mas pode assumir outras funes durante a execuo de um determinado comando, como por exemplo, na insero de pilares e vigas. Voc pode visualizar um resumo deste teclado dentro do editor grfico, atravs do comando "Ajuda" "Resumo de aceleradores". As funes padro so:

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    Tecla Ajuda Orto girado Refazer Criar bloco

    Linha Linha mltipla Insere bloco

    Texto Escala janela Espelha janela Roda janela

    Move Move janela Copia Copia janela

    Apaga Apaga janela Apaga parcial Limpa intersec

    Altera Altera texto Altera nvel Paralela

    Nvel atual Nvel ligado Nvel deslig Nvel colorido

    Janela 2 ptos Janela total Janela ant Janela desloc

    Desfazer Distncia Salvar desenho Redesenhar

    Nvel travado Modo ortogonal Curva rpida Grade

    Afastarx Sistema girado Desloc dinmic

    Move parcial

    3.10. Barra de Status

    A barra de status, linha inferior com cones de estado do editor, tambm pode ser selecionada com o mouse para o acionamento de comandos de controle de estado. Para alterar o estado, d um duplo clique no cone correspondente.

    3.11. Desfazer e Refazer Todos os comandos executados pelo Modelador ou em qualquer editor grfico podem ser desfeitos ou refeitos, atravs do comando mostrado a seguir:

    3.12. Autosalvamento O autosalvamento de desenhos definidos nos critrios de edio grfica do Gerenciador tambm grava os dados do Modelador a cada intervalo de tempo. Para configurar o Autosalvamento, acione o comando Arquivo Configuraes Edio grfica:

    Selecione a pasta Salvamento e configure a ativao ou no do salvamento ( altamente recomendado deix-lo ligado) e o tempo entre os salvamentos em minutos:

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    3.12.1. Arquivos de Dados de um Modelo O modelo de um edifcio armazenado em arquivos separados, da seguinte maneira: Arquivo EDIFICIO.DAT na raiz do edifcio com os pilares e outros dados gerais. Um arquivo EDIFICIO.DAT para cada planta, na respectiva pasta da planta. Contm todos os outros tipos de elementos,

    mais informaes por pavimento. Uma maneira de enviar um edifcio completo para outro projetista ou mesmo para a TQS para anlise enviando uma cpia da pasta raiz do edifcio (\TQS\nome-do-edifcio se a rvore for \TQS), mais todos os EDIFICIO.DAT nas pastas abaixo. 3.12.2. Restaurao de Dados do Autosalvamento Na sada do Modelador, quando voc opta por salvar dados, o Modelador grava somente os arquivos modificados, ou seja, o EDIFICIO.DAT da raiz se forem modificados pilares ou dados gerais3, e os arquivos EDIFICIO.DAT de cada pavimento modificado. Quando um arquivo EDIFICIO.DAT salvo, a verso anterior passa a se chamar EDIFICIO.BAK, ou seja, sempre fica uma cpia da verso anterior ao ltimo salvamento, o que ocorre tambm quando voc aciona o comando "Arquivo" - "Salvar o modelo estrutural". Se voc tiver ativado o autosalvamento de desenhos nos critrios de edio grfica (a partir do gerenciador), ento, a cada intervalo de autosalvamento o Modelador gerar arquivos de nome AutoSalvamento de EDIFICIO.BAK para cada planta carregada e modificada, e para os dados de pilar. O ideal quando se trabalha com edio grfica, salvar constantemente o trabalho. Em caso de pane ou falta de energia, todo trabalho feito at o ltimo salvamento ser perdido. Tambm pode acontecer de voc cometer erros demais de edio, salvar e desejar restaurar uma verso anterior. Ento, para restaurar dados, voc dever: Examinar as pastas do edifcio com o Explorer, e decidir quais arquivos deseja restaurar. A restaurao feita

    renomeando-se os arquivos salvos para EDIFICIO.DAT. Voc deve decidir primeiro se renomear um arquivo .BAK ou o de autosalvamento, talvez pela data destes arquivos.

    As vigas das plantas restauradas podem no ter interseces corretas com os pilares. Acione o comando "Arquivo" - "Refazer interseces" em cada uma das plantas restauradas, ou em todas as plantas se voc restaurar os dados na raiz do edifcio.

    3.13. Salvar Restaurar Compactar Juntamente com os sistemas CAD/TQS, existe um programa que permite compactar ou restaurar os dados de um edifcio. Trata-se de uma tima opo para criao de um backup.

    3 Parmetros de visualizao, por exemplo, so armazenados no edifcio, no no pavimento.

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    Este programa especfico para compactar ou restaurar um edifcio gerado no TQS. No se trata de um compactador geral. A extenso do arquivo dever ser sempre TQS. Ex: Proj-Epp.TQS

    Para inicializar o programa, basta selecionar a rvore do edifcio no gerenciador e executar o comando Arquivo Utilidades Salvar / Restaurar / Compactar.

    Note que, na janela aberta existem trs opes de seleo de arquivos: Otimizado (inclui configurao mnima de um edifcio), Edifcio (inclui todos arquivos do edifcio) e Pavimento(s) (inclui arquivos de determinados pavimentos). A primeira opo a default, isto , toda vez que o programa de compactao inicializado, a seleo otimizada automaticamente restaurada. Para compactar o edifcio, defina o nome para o backup (com extenso TQS) e clique no boto Compactar, conforme mostra a figura a seguir.

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    (1) Defina o nome do backup com extenso TQS (2) Clique no boto Compactar J, para restaurar um edifcio compactado, siga as instrues indicadas na figura a seguir.

    (1) Clique na guia Restaurar (2) Selecione o arquivo de backup com extenso TQS (3) Defina onde o edifcio ser extrado (4) Clique no boto Restaurar

    Uma outra opo dar um duplo-clique sobre o arquivo com extenso TQS no prprio gerenciador do Windows (Windows Explorer), e em seguida restaurar o edifcio como foi mostrado anteriormente.

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  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Entendendo o exemplo 21

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    4 Entendendo o exemplo Nos prximos captulos, um exemplo real ser resolvido passo-a-passo, mostrando seqencialmente cada uma das etapas envolvidas num projeto estrutural. O objetivo principal demonstrar o funcionamento global dos sistemas CAD/TQS, desde a definio dos dados de entrada at a visualizao das armaes calculadas. Durante a instalao do programa copiado no diretrio \TQSW\USUARIO\TESTE o arquivo Proj-Epp.TQS que possui a entrada de dados completa do exemplo. Caso voc queira utiliz-lo, descompacte-o utilizando os comandos descritos no captulo Salvar Restaurar Compactar deste manual. No entanto, sugerimos que voc faa o exemplo, pois ele fornece um conjunto de noes bsicas de como utilizar o programa de forma correta e produtiva. Antes de iniciar o exemplo propriamente dito, vamos demonstrar algumas caractersticas do edifcio que ser analisado. Trata-se de um prdio comercial com 4 pavimentos, cuja estrutura ser composta por pilares, vigas e lajes. Seu corte esquemtico est mostrado na figura a seguir.

    Os desenhos de arquitetura (DXF) dos pavimentos so gravados em seu computador durante a instalao do programa. Eles sero utilizados como referncia durante a entrada de dados. Veja, por exemplo, como a planta do pav. SUPERIOR a seguir.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Entendendo o exemplo 22

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    Sero lanados pilares de diversos formatos: retangulares, em L e circular.

    No pavimento FUNDACAO, sero definidas vigas baldrames, bem como blocos apoiados sobre o solo, que por sua vez sero considerados como pilares especiais com propriedades especficas de um elemento de fundao.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Entendendo o exemplo 23

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    No pavimento MEZANINO, sero definidas vigas e lajes macias (com e sem vigas de bordo).

    No pavimento SUPERIOR, sero definidas diversas vigas de transio.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Entendendo o exemplo 24

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    No pavimento COBERT, ser mostrado com inserir um furo numa laje.

    Enfim, espera-se que ao final dos cinco captulos seguintes, voc aprenda a lanar, calcular e dimensionar um edifcio real sem dificuldades.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Criao do Edifcio 25

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    5 Criao do Edifcio

    A instalao do Sistema CAD/TQS cria um cone na rea de trabalho do Windows com o smbolo TQS, e coloca uma entrada dentro do menu Iniciar, Programas, do Windows.

    Para acionar o TQS, d um duplo-clique no cone correspondente. 5.1. Edifcio Novo

    Para criar um edifcio novo, basta clicar no boto Edifcio Novo localizado no gerenciador, ou ento execute o comando Arquivo Edifcio Novo.

    Nosso exemplo se chamar PROJ-EPP. Digite o nome do edifcio no quadro correspondente.

    Na instalao do Sistema TQS, ser instalado tambm dados de um edifcio chamado ModEPP, Voc j deve ter tido contato com este projeto na ocasio dos testes de instalao.

    (1) Digite o nome do edifcio (PROJ-EPP). (2) Clique no boto OK. Para o Aluno: (1) digite o nmero de sua matrcula com at 8 dgitos; (matrcula do aluno) (2) Clique no boto OK. Uma janela chamada Edio do edifcio Proj-Epp ser aberta. Defina os dados do edifcio como mostrado a seguir. Para o Aluno ser aberta uma janela chamada Edio do edifcio matrcula.

    (1) Defina o ttulo do edifcio. (2) Defina o ttulo do cliente. (3) Defina o nmero do projeto. (4) Defina a cota inicial do edifcio.

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    (1) Defina o valor do fck para os pilares. (2) Defina o valor do fck para as vigas. (3) Defina o valor do fck para fundaes.

    (1) Certifique que a opo IV esteja selecionada. Em Pavimentos, defina todos os pavimentos que compem o edifcio. Inicialmente clique no pavimento Fundao, e note que seus dados j esto configurados (Default).

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Criao do Edifcio 27

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    Para inserir o pavimento Mezanino acima do pavimento Fundao, clique no boto Inserir acima e defina os dados conforme a ilustrao a seguir.

    (1) Clique no boto Inserir acima. (2) Defina o nome do pavimento: Mezanino. (3) Ttulo: Mezanino. (4) Nmero de pisos: 1. (5) P direito: 2.8 metros. (6) Classe: Mezanino. (7) Titulo opcional. (8) Continuidade: Continua. (9) Modelo estrutural Grelha de lajes planas. Seqencialmente insira os pavimentos Superior, Cobert e Atico.

    Em Sobrecargas O Sistema CAD/TQS trata de maneira diferenciada as cargas permanentes e acidentais. A parcela de cargas acidentais atuando sobre os pilares pode ser reduzida conforme o pavimento.

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    Note que neste exemplo o edifcio relativamente baixo. Ento, o Redutor definido na tabela de redutores zero, ou seja, no ocorrer reduo de sobrecargas acidentais nos pilares. Porm importante que a opo de separao de sobrecargas seja ativada para que exista a possibilidade de anlise de deslocamentos do prtico espacial e das grelhas dos pavimentos para os distintos casos de carregamentos. Em Vento, no necessrio alterar os dados para este exemplo, pois j esto definidos valores (Default) para os parmetros que sero utilizados para a montagem dos casos de carregamentos de vento. Neste exemplo, devido o modelo estrutural adotado, IV Esforos horizontais e verticais sero usados para detalhar vigas e pilares, o Sistema CAD/TQS ir gerar automaticamente os casos de carregamentos para os quais o Prtico espacial ser processado.

    Em Critrios, possvel acionar os programas de edio de critrios que sero utilizados no dimensionamento e detalhamento dos elementos estruturais que iro compor a estrutura do edifcio. Neste exemplo veremos quando e como alterar os critrios nos prximos captulos.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Criao do Edifcio 29

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    Finalmente, clique seqencialmente nos botes Atualizar Dwg, Salvar Dwg e Ok para terminar a definio dos dados do edifcio. Assim que a janela de edio dos dados do edifcio fechada, uma nova rvore de edifcio ser mostrada no painel esquerdo do gerenciador. Note que os pavimentos ficam automaticamente definidos.

    Neste painel esto representados todos os edifcios da rvore atual, e por edifcio, as diversas pastas, incluindo a espacial, pilares, fundaes e pavimentos. As pastas de pavimento por sua vez, podem ter ramificaes para vigas e projeto de formas de madeira. A operao deste controle intuitiva, bastando clicar diretamente nos sinais "+" e "-" para expandir ou contrair os ramos da rvore. Para entrar em qualquer pavimento ou pasta do edifcio, apenas selecione o pavimento desejado. O gerenciador no apenas mudar a pasta atual para a selecionada, como tambm tentar escolher um novo sistema, dependendo da pasta. Por exemplo, o gerenciador sempre entra no CAD/Vigas quando vai para uma pasta de vigas, ou no CAD/Pilar dentro da pasta de pilares.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Iniciando o Modelador Estrutural 30

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    6 Iniciando o Modelador Estrutural Uma vez o edifcio definido, o lanamento estrutural dever ser iniciado. O modelador estrutural um programa especfico para a entrada dos dados de geometria e cargas dos pavimentos do edifcio. Neste exemplo o primeiro pavimento a ser definido ser o pavimento Superior.

    (1) Clique no quadradinho esquerda da pasta pavimento. (2) Clique no pavimento Superior. (3) Ative o sistema CAD/Formas. (4) Selecione o item Modelo Estrutural na caixa de lista localizada na barra de ferramentas do gerenciador. (5) Clique no boto Edio grfica do desenho para iniciar o modelador estrutural.

    Na realidade, voc pode iniciar o lanamento do seu edifcio de qualquer pavimento. Apenas a ttulo de exemplo, iniciamos pelo Superior.

    6.1. Ligando a Captura Automtica Para Ligar/Desligar a captura automtica, clique na barra de status, conforme indicado na figura seguir:

    Deixe a captura ligada. Alm disso, tambm necessrio configurar o modo de captura. Para isso execute o comando Modelo Captura Automtica:

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    (1) Clique em tudo. (2) Clique em OK. 6.2. Inserindo o Desenho de Arquitetura Todo lanamento deste exemplo ser baseado em desenhos de arquiteturas (DXF) que esto na pasta: \TQSW\USUARIO\TESTE. O nome do primeiro arquivo a ser selecionado Arq-Sup.DXF. Insira o desenho Arq-Sup.DXF como um desenho de referncia. Executando o comando Modelo Referncias externas:

    Na janela Referncias externas, clique no boto Inserir.

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    Ento ser acionada a janela Abrir

    (1) Ative a visualizao de Arquivos do tipo (*.DXF). (2) Examinar a pasta \Tqsw\Usuario\Teste . (3) Clique no nome do arquivo (Arq-Sup.DXF) para que o desenho seja selecionado e atualizado na janela grfica inferior. (4) Clique no boto Abrir. Note que o desenho de arquitetura aparecer na lista de desenhos. Feche a janela atravs do boto Fechar.

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    Assim que a janela de referncias fechada, o desenho de arquitetura ser desenhado na janela grfica principal do modelador. Execute o comando Exibir Janela total para que o desenho seja inteiramente englobado na tela, ou pressione o atalho .

    Inicialmente, deve-se verificar se o desenho de arquitetura est em escala correta. Neste exemplo, sabemos que a espessura da parede lateral externa, junto divisa de 25 centmetros. Veja a seguir como aferir este dado e acertar a escala do desenho. Execute o comando Exibir Janela por dois pontos para aproximar com zoom, da regio na qual ser medida a espessura da parede.

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    Utilize o comando Exibir Listar Distncia conforme a ilustrao a seguir:

    (1) Clique para definir o primeiro ponto onde a distncia ser medida. (2) Clique para definir o segundo ponto onde a distncia ser medida.

    Utilize a captura automtica, isto , mova o cursor prximo ao ponto desejado. Um pequeno quadrado ser mostrado indicando o ponto que vai ser selecionado.

    Na janela de mensagens inferior, leia a distncia Dy medida entre os dois pontos (0.250 cm). Como a distncia real de 25 cm, ser ento necessrio acertar a escala do desenho de arquitetura.

    Para acertar a escala. Execute novamente o comando Modelo Referncias externas, para tornar atual a arquitetura e acertar a escala deste desenho.

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    (1) Selecionar o desenho de referncia. (2) Clique no boto Atual. (3) Clique no boto Medir escala.

    (1) Clique para definir o primeiro ponto. (2) Clique para definir o segundo ponto. Na janela de mensagens, digite a distncia real equivalente distncia medida entre os dois pontos selecionados graficamente (25) e depois .

    A janela de referncia aparecer novamente j com a escala corrigida.

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    (1) Selecionar Modelo estrutural. (2) Clique no boto Atual. (3) Finalmente, aperte o boto Fechar. Para dar seqncia a execuo do edifcio exemplo, deve-se inserir os arquivos Dxf correspondentes das arquiteturas dos demais pavimentos. Mude para o pavimento mezanino e repita os mesmos procedimentos para inserir o arquivo C:\TQSW\USURIO\TESTE\Arq-Mez.DXF. Para mudar do pavimento Superior para o pavimento Mezanino, no necessrio fechar o editor grfico. Mude a partir do comando Modelo Pavimento atual, conforme a ilustrao a seguir:

    Seqencialmente, insira o arquivo C:\TQSW\USURIO\Arq-Fun.DXF no pavimento Fundao e o arquivo C:\TQSW\USURIO\Arq-Sup.DXF nos pavimentos Cobert e Atico. Ao inserir o desenho de arquitetura nestes dois ltimos pavimentos, ser emitido um aviso informando que o arquivo C:\TQSW\USURIO\Arq-Sup.DWG j existe. Isto ocorre porque o programa automaticamente criou um DWG quando o mesmo DXF foi inserido no pavimento Superior. Opte por regravar o DWG, conforme mostra a figura a seguir.

    OBSERVAO IMPORTANTE: Em cada pavimento, no se esquea de acertar a escala dos desenhos de referncia aps serem inseridos. 6.3. Definio dos Pilares no Pavimento Mezanino A ilustrao a seguir mostra como estaro dispostos os pilares no pavimento Mezanino.

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    A definio dos pilares poderia ser realizada em qualquer um dos pavimentos, apenas para efeito de facilidades vamos comear pelo pavimento mezanino, acesse o pavimento Mezanino:

    Atravs da caixa de seleo localizada na barra de ferramentas, possvel mudar o pavimento em que voc est trabalhando a qualquer momento, sem sair do Modelador Estrutural. Basta clicar nas setinhas, para cima ou para baixo.

    Com o comando Modelo Referncias externas, certifique-se que o Modelo estrutural o desenho atual, conforme a ilustrao a seguir:

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    (1) Seleo do Pavimento MEZANINO Modelo estrutural. (2) Clique no boto Atual. (3) Clique no boto Visvel. (4) Clique no boto Fechar. Execute o comando Exibir Janela por dois pontos para aproximar com zoom, da regio na qual ser posicionado o pilar P1. Clique no boto localizado na barra de ferramentas principal, como mostrado ao lado, para que a os comandos referentes a pilares fiquem visveis.

    Clique Aqui

    Para definir a geometria do primeiro pilar P1. Execute o comando Pilares Dados Dados atuais p/ a prxima insero:

    (1) Defina o nmero do pilar P1. (2) Selecione a opo seo.

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    (1) Selecione seo: Em L (2) Defina a dimenso B1. (3) Defina a dimenso H1. (4) Defina a dimenso B2. (5) Defina a dimenso H2. (6) Escolha a posio de insero: Canto. (7) Defina o canto de insero: 4. (8) Defina o ngulo de insero: 180. (9) Defina o revestimento: 2.5cm. (10) Clique no boto Inserir. Aps o comando ser acionado, note que a geometria do pilar fica junto do cursor. Posicione o pilar P1 utilizando a captura automtica.

    Para visualizar na tela, onde um pilar nasce e morre, execute comando Modelo Parmetros de visualizao, e ative o item Outros dados de pilares.

    Vamos agora inserir o P2 utilizando um ponto auxiliar de referncia localizado no P1. O primeiro passo a ser feito definir os dados do P2, para isso utilizaremos novamente o comando:

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    (1) Defina o nmero do pilar P2. (2) Selecione a opo seo.

    (1) Selecione seo: Retangular. (2) Defina a dimenso B1. (3) Defina a dimenso H1. (4) Defina o canto de insero: 4. (5) Defina o ngulo de insero: 0. (6) Defina o revestimento: 0 cm. (7) Clique no boto Inserir. Agora iremos posicionar o P2 a 5,48 m do P1. Para isso acionaremos o comando + escolhendo a opo Ponto de Referncia Auxiliar:

    Clicaremos, utilizando a captura automtica, em cima do ponto auxiliar mostrado abaixo. Ele ser o canto superior direito do P1:

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    Acionaremos novamente o comando + para definirmos onde ser o ponto final de insero do P2 atravs do comando Relativo ao ltimo ponto:

    Definiremos o deslocamento em X:

    Clicamos em OK e pronto o P2 esta definido a 5,48 m do P1:

    Definiremos o P3 da mesma maneira que definimos o P2, com uma nica diferena, a distncia do P3 em relao ao P1 de 12,05 m. Portanto na janela do deslocamento cartesiano, que acionada atravs do comando + Relativo ao ltimo ponto definiremos 1205 cm:

    Pronto, j temos o P3 inserido:

    Para lanarmos o P4 iremos espelhar o P1, acionando o comando Modificar Espelhar:

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    Primeiro clique no pilar a ser espelhado selecionando-o e depois definiremos a linha de espelho atravs do comando Ponto mdio de reta:

    (1) Selecione o P1 que ser espelhado. (2) Acione o comando Ponto mdio de reta e clique no local indicado. (3) + ortogonal ligado. (4) Clique na linha indicada para definirmos o segundo ponto da linha de espelho. Pressione a tecla quando a janela de mensagens perguntar: Apaga os elementos originais ? [N/S] Pronto, espelhamos o P1, atravs de uma linha de espelho localizada bem no meio de nossa planta de arquitetura. Note que automaticamente o nmero do pilar j o 4, pois seria o prximo a ser inserido:

    Para inserirmos o P5, utilizaremos um de seus cantos, mas primeiro vamos acionar o comando Pilares Dados Dados atuais p/a prxima insero, j demonstrado anteriormente:

    (1) Defina o nmero do pilar P5. (2) Selecione a opo seo.

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    (1) Selecione seo: Retangular. (2) Defina a dimenso B1. (3) Defina a dimenso H1. (4) Defina a posio de insero: Canto (4). (5) Defina o ngulo de insero: 0. (6) Defina o revestimento: 0 cm. (7) Clique no boto Inserir. Agora clique no ponto indicado:

    Definiremos agora o P6 com seo circular de dimetro 40 cm. Primeiro acionamos o cone:

    Definimos os dados do P6:

    (1) Defina o nmero do pilar P6. (2) Selecione a opo seo.

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    (1) Selecione seo: Circular. (2) Defina a dimenso B1. (3) Defina a posio de insero: Centro. (4) Defina o ngulo de insero: 0. (5) Defina o revestimento: 0 cm. (6) Clique no boto Inserir. Iremos agora utilizar o comando Ponto auxiliar j demonstrado na insero dos pilares P2 e P3. O P6 ser posicionado a 5,98 m do P5, para isso acionaremos o comando + escolhendo a opo Ponto de Referncia Auxiliar":

    Clicaremos, utilizando a captura automtica, em cima do ponto auxiliar mostrado abaixo, o CG do P5, depois utilizaremos o comando e colocaremos o deslocamento em x:

    O P7 ser definido da mesma forma que o P6 s que o valor do deslocamento ser de 12,55 m, ou seja 1255 cm. O P8 ser definido da mesma maneira que o P5, s que do lado oposto e com canto de insero (3), possvel tambm espelh-lo. Vejamos abaixo os pilares que ns j inserimos:

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    Agora ns iremos espelhar nossa primeira fileira de pilares (P1, P2, P3 e P4), utilizando como linha de espelho o CG do P6 e do P7. O primeiro passo a ser feito acionarmos o comando de espelho e selecionar todos os pilares a serem espelhados atravs do comando que representa uma seleo dentro de uma janela:

    (1) Comando definindo primeiro ponto da janela. (2) Clique definindo a seleo dos pilares 1 a 4. Definio da linha de espelho usando o comando:

    (1) Clique no CG do P6. (2) + ligando o ortogonal. (3) 2o Clique no CG do P7 definindo o final da linha de espelho. Pressione a tecla quando a janela de mensagens perguntar:

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    Apaga os elementos originais ? [N/S] Pronto, espelhamos os quatro pilares. Um dos pilares espelhados, o P11, no est com suas dimenses corretas. Vamos agora alter-lo. Para isso, previamente, determinaremos qual o ponto fixo4 desse pilar:

    Selecionaremos o CG do pilar para ser o ponto fixo:

    Podemos, agora, alter-lo:

    4 Ponto fixo um ponto do pilar que nunca sair do lugar no caso de mudanas de sees ou alteraes em suas dimenses.

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    (1) Selecione o item Seo. (2) Defina o tipo de seo: Circular. (3) Defina o dimetro: 40. (4) Clique no boto OK. Pronto agora o P11 j est com os dados corretos. Faltam ainda os quatro ltimos pilares para inserirmos. So quatro pilares com as mesmas dimenses (50/20). Vamos inserir o primeiro dos quatro no canto inferior esquerdo de nossa planta, abaixo do P9:

    Definimos os dados do P13:

    (1) Defina o nmero do pilar P13. (2) Selecione a opo seo.

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    (1) Selecione seo: Retangular. (2) Defina a dimenso B1: 50. (3) Defina a dimenso H1: 20. (4) Defina a posio de insero: Canto. (5) Defina o canto: 1. (6) Defina o ngulo de insero: 0. (7) Defina o revestimento: 2,5. (8) Clique no boto Inserir.

    Agora faltam o P14, o P15 e o P16. Iremos inser-los da mesma maneira que inserimos o P2, utilizando como ponto de referncia o canto superior direito do P13. Os deslocamentos relativos sero: 5,48 m, 12,05 m e 16,45 m, respectivamente. No se esquea de redefinir antes o revestimento igual a 0cm.

    Todos os pilares lanados at agora devem nascer no piso Fundao e morrer no piso Cobertura. Portanto iremos alter-los, todos de uma vez, atravs da seo Plantas/Sees da janela de dados de pilares:

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    (1) Janela + Primeiro clique. (2) 2o Clique para selecionar todos os pilares dentro da janela. Pronto agora iremos seguir as indicaes abaixo:

    (1) Acionar Menu Plantas/Sees. (2) Selecionar planta Morre para ser editada. (3) Acionar a edio da planta.

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    (1) Selecionar nova planta Cobert. (2) Clicar em OK. Clicar em OK novamente na outra janela. Pronto agora todos os pilares j lanados esto nascendo no pavimento Fundao e morrendo no pavimento Cobert. Para terminamos a insero de pilares nesse pavimento, faltam apenas os dois em volta da caixa de escada. Esses pilares tem uma caracterstica diferente de todos os outros j lanados, eles nascem no pavimento Fundao e morrem no pavimento Mezanino, para isso acionaremos o comando Dados atuais do pilar a inserir:

    Definimos os dados do P17:

    (1) Defina o nmero do pilar P17. (2) Selecione a opo seo.

    (1) Defina a posio de insero: Canto.

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    (2) Defina o canto: 2. (3) Defina a dimenso B1: 20. (4) Defina a dimenso H1: 20. (5) Defina o ngulo de insero: 0. (6) Defina o revestimento: 0. (7) Clique na pasta de definio de Plantas/Sees.

    (1) Defina a planta a ser editada. (2) Clique no boto Editar.

    (1) Selecione a planta que morre Mezanino. (2) Clique no boto OK. Agora clique no boto inserir:

    Acione o comando + e selecione o ponto auxiliar:

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    Acione o comando < Shift> + novamente e escolha a opo relativa ao ltimo ponto :

    Defina o deslocamento em Y:

    Pronto o pilar 17 j est inserido. Agora iremos inserir o P18, do outro lado da escada. As nicas diferenas em sua insero so o canto (use agora o canto 3) e o deslocamento em Y (utilizaremos agora Delta Y = -2.5). Veja abaixo os dois pilares j inseridos em planta e note que eles morrem num pavimento diferente dos demais:

    Esses dois novos pilares esto fora de ordem pois foram inseridos depois. Portanto vamos utilizar o comando Modelo Renumerar elementos:

    Selecionando as seguintes opes:

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    Pronto, estamos com todos os nossos pilares renumerados. Mas temos um problema, o pilar que deveria ser o P1 est sendo chamado de P3:

    Isto se deve ao texto do primeiro pilar estar localizado um pouco abaixo do alinhamento dos demais pilares. Para consertarmos, basta mover atravs do comando , o texto do primeiro pilar (P3) um pouco mais para cima, no mesmo nvel dos demais pilares localizados ao seu lado e renumerar novamente todos os pilares:

    Pronto, a definio de pilares no pavimento Mezanino est feita. Veja abaixo todos os pilares dispostos:

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    6.4. Verificando Consistncia de Dados possvel verificar se existem erros de consistncia no seu pavimento. O Modelador aponta para os mesmos e emite uma descrio do que est ocorrendo. Execute o comando Modelo Consistncia de dados para verificarmos se houve algum erro no lanamento dos pilares:

    EXECUTE A VERIFICAO DE ERROS SEMPRE, ao invs de deixar somente para o final do lanamento.

    6.5. Definio das Vigas no Pavimento Mezanino Os dados atuais de vigas so divididos em cinco categorias: identificao, insero, seo/carga, modelo e inrcia, sendo editados pelo comando "Vigas" - "Dados" - "Dados atuais p/a prxima insero". Os dados de seo da viga incluem uma carga distribuda em toda a extenso da viga.

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    Primeiramente, clique no boto localizado na barra de ferramentas principal, como mostrado ao lado, para que os comandos referentes a vigas fiquem visveis.

    Clique Aqui

    A ilustrao a seguir mostra como estaro dispostas as vigas no pavimento Mezanino.

    Para facilitar a insero das vigas, interessante desabilitar a visualizao do desenho de referncia, execute o comando Modelo Referncias externas:

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    (1) Comando: Modelo Referncias externas. (2) Desabilitar a visualizao do desenho que esta sendo usado como referncia. (3) Clique no boto Fechar. Para definir os dados e lanar a primeira viga, inicialmente execute o comando Exibir Janela por dois pontos para aproximar com zoom, da regio na qual ser posicionada a viga V201. A viga V201 est apoiada sobre os pilares P1, P2, P3 e P4, porm o lanamento da mesma ser realizado com um primeiro clique sobre o pilar P1 e um segundo clique sobre o pilar P4. O programa automaticamente reconhecer os outros apoios P2 e P3. Para iniciar o lanamento da viga V201, execute o comando "Vigas" - "Dados" - "Dados atuais p/a prxima insero":

    (1) Defina o primeiro nmero: 201. (2) Defina o nmero da viga: V201. (3) Clique na opo Insero.

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    (1) Defina o modo de insero pela face esquerda. (2) Clique na opo Seo/Cargas.

    (1) Defina a largura da viga: 20 cm. (2) Defina a altura da viga: 40 cm. (3) Clique no boto Alterar. (4) Defina o valor da carga principal ou permanente: 0.9 tf/m. (5) Clique no boto Ok. (6) Clique no boto Inserir.

    (1) Clique com o boto esquerdo do mouse para definir o ponto inicial da viga. (2) Clique com o boto esquerdo do mouse para definir o ponto final da viga. Clique o boto direito do mouse (ou ) para finalizar o comando. A viga V202 tem as mesmas dimenses e cargas que a viga V201. Ela ser inserida entre os pilares P9 e P11. O nico dado que iremos alterar ser a insero pela face direita. Execute o comando "Vigas" - "Dados" - "Dados atuais p/a prxima insero" e altere o modo de insero:

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    Agora vamos para a Viga 203, que tambm tem a mesma dimenso, carga e modo de insero que a 202. Essa viga ser inserida entre os pilares P14 e P18. Para isso basta clicarmos no boto Inserir uma viga que o Modelador Estrutural automaticamente utilizar as informaes previamente definidas na viga anterior.

    J inserimos todos as vigas na horizontal do pavimento Mezanino:

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    Agora vamos inserir as vigas verticais desse pavimento. A primeira viga a ser inserida ser a Viga 204, entre os pilares P1 e P14, com os mesmos dados da viga inserida anteriormente:

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    As duas prximas vigas a serem inseridas sero as vigas 205 e 206. Ambas recebem cargas da escada, portanto precisaremos alterar os seus dados referentes s cargas. Para isso temos duas opes: 1) Acionar o comando e alterar o valor da carga dentro da seo cargas dos dados da prxima viga a inserir:

    2) A outra opo seria usar um atalho presente na barra de ferramentas. Ali esto presentes todos os dados referentes s vigas de uma maneira mais rpida de ser acessado. Iremos usar essa barra para alterarmos o valor da carga:

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    (1) Clique no item carga da barra de ferramentas de vigas. (2) Defina o novo valor da carga: 2.05 tf/m. (3) Clique no boto OK. Pronto j alteramos o valor da carga e agora j podemos inserir a viga 205:

    Para inserirmos a viga 206 precisaremos alterar a carga novamente, da mesma maneira mostrada anteriormente. O novo valor ser 1.85 tf/m. J com a carga alterada, vamos agora inserir a viga 206:

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    1)Sempre mantenha a captura automtica ligada. Ela auxilia, com muita facilidade, a captura correta dos pontos. 2)Quando clicamos no primeiro ponto da viga e percebemos que estamos inserindo-a pela face errada, clique no boto pois ele vai trocando as faces de insero da viga passando pelo eixo.

    Podemos notar na figura anterior, o desenho de um X, no contorno feito pelas vigas 202, 203, 204 e 205. Esse X indica que j possvel a insero de uma laje nesse contorno fechado. Vamos agora inserir as vigas 207 e 208. Para inserirmos a viga 207 vamos ter que alterar alguns dados:

    (1) Defina o nmero da prxima viga: V207. (2) Acione a pasta Insero. (3) Clique em inserir pelo eixo. (4) Acione a pasta Seo/Carga.

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    (1) Defina a largura da viga: 50 cm. (2) Defina a altura da viga: 40 cm. (3) Clique no boto Alterar. (4) Defina o valor da carga principal ou permanente: 0.9 tf/m. (5) Clique no boto Ok. (6) Clique no boto Inserir.

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    Agora que j inserimos a viga 207, vamos ter que alterar a sua seo pois a partir do pilar 12 ela muda para 50/35. Para isso acionaremos o seguinte comando:

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    (1) Clique no trecho a ser alterado. (2) Defina a nova altura: 35 cm. (3) Clique em OK para confirmar a alterao. Pronto agora vamos repetir os mesmos passos para alterarmos tambm a seo do ltimo trecho da V207, entre os pilares P3 e P7, que ter 50/35. Agora que j redefinimos a seo da V207 podemos lanar a V208, ela ter seo de 20/40, carga de 0.9 tf/m e dever ser lanada pela face esquerda:

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    Iremos agora lanar uma viga que servir de apoio para o patamar da escada que vem do pavimento inferior. Essa viga, que chamaremos de VE (viga escada), ter uma seo de 20/40, rebaixo de 131.5 (positivo para baixo) cm e uma carga distribuda linear de 2.19 tf/m. Ela ser lanada no mesmo local em planta que a Viga 206 est ocupando, mas ela se posicionar abaixo da V206, devido ao rebaixo de 131.5 cm. Esta viga ser melhor visualizada quando acionarmos a visualizao 3D5 da estrutura. Definindo os dados da VE:

    5 Mais detalhes sobre a visualizao 3D da estrutura no captulo Visualizando o Edifcio em 3D.

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    (1) Defina o nmero da prxima viga: V209. (2) Defina o ttulo opcional: VE. (3) Acione a pasta Insero.

    (1) Defina inserir pela face direita. (2) Acione a pasta Seo/Carga.

    (1) Defina a largura da viga: 20 cm (2) Defina a altura da viga: 40 cm (3) Defina o rebaixo da viga: 131.5 cm (4) Clique no boto Alterar

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    (5) Defina o valor da carga principal ou permanente: 2.19 tf/m (6) Clique no boto Ok (7) Clique no boto Inserir.

    Pronto, j definimos todas as vigas desse piso. Agora vamos lanar as lajes. 6.6. Definio das Lajes no Pavimento Mezanino Lajes so inseridas dentro de contornos formados por vigas, pilares e fechamentos de bordo. Estes contornos so detectados automaticamente pelo Modelador, e mostrados como um furo (um "X").

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    Esta barra se alterna com as barras de ferramentas de pilares e vigas. Aperte o boto Barra de ferramenta de lajes".

    Vamos ligar nossa referncia externa para auxiliar na definio das lajes. A nossa primeira laje a ser inserida, referente ao gradil ao lado da Viga 207, no est com o contorno definido. Para defini-lo acionaremos o comando:

    Com a tecla d uma janela por dois pontos prximo ao P12:

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    (1) Janela por dois pontos prximo ao P12 . (2) Clique para definir a janela do zoom. (3) Clique no ponto inicial do fechamento de bordo. (4) Segundo ponto da poligonal que definir nosso contorno. (5) Ortogonal Ligado. (6) Janela total + . Continuando o comando, definiremos uma nova janela por dois pontos, s que agora prximo ao P3:

    (1) Janela por dois pontos prximo ao P3 . (2) Clique para definir a janela. (3) Clique no ponto final da linha do fechamento de bordo. (4) Aperte para finalizar o comando. Pronto, j definimos o contorno da laje 1. Agora vamos definir seus dados e depois inser-la. Como no caso dos pilares e das vigas, primeiro necessrio definir os dados da laje. Execute o comando Lajes Dados Dados atuais para a prxima insero, para definir e a geometria e os principais carregamentos da laje L1:

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    (1) Defina o nmero da Laje L1. (2) Defina o ngulo principal: Zero. (2) Clique na opo Seo/Cargas.

    (1) Defina a espessura da laje: 9 cm. (2) Clique no boto Alterar. (3) Defina o valor da carga principal ou permanente: 0.15 tf/m. (4) Defina o valor da carga acidental: 0.2 tf/m. (5) Clique no boto Ok. (6) Clique na opo Grelha.

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    (1) Defina Sim para discretizar a laje em grelha. (2) Clique no boto Inserir. Assim que a janela de dados for fechada, aparecer uma mensagem solicitando um ponto sobre a laje. Clique num ponto qualquer dentro da abertura onde a laje ser inserida e na seqncia tecle para definir zero graus, isto , para definir as direes principais como sendo horizontal e vertical.

    A laje L2 tem a mesma espessura e mesmas cargas distribudas por rea, sendo assim para inserir a laje L2 execute o comando Lajes Inserir e clique em um ponto dentro da abertura limitada pelas vigas V201, V207, V203 e V208:

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    Para inserirmos a Laje 3 precisaremos modificar alguns dados, pois ela possui dados diferentes:

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    (1) Defina o nmero da Laje L3. (2) Defina o ngulo principal: Zero. (3) Clique na opo Seo/Cargas.

    (1) Defina a espessura da laje: 10 cm. (2) Clique no boto Alterar. (3) Defina o valor da carga principal ou permanente: 0.75 tf/m. (4) Defina o valor da carga acidental: 0 tf/m. (5) Clique no boto Ok. (6) Clique na opo Grelha.

    (1) Defina Sim para discretizar a laje em grelha. (2) Clique no boto Inserir.

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    Pronto, j definimos todas as lajes do pavimento mezanino. 6.7. Definio do Pavimento Fundao Como j lanamos o pavimento Mezanino inteiro, passo a passo, os prximos pavimentos, inclusive este, sero feitos de maneira mais rpida, com exceo de casos onde utilizaremos comandos ou elementos novos. O primeiro comando a ser feito ser mudar do pavimento Mezanino para o pavimento Fundao:

    (1) Clique na seleo dos pavimentos. (2) Escolha o pavimento Fundao. Note que todos os pilares j esto definidos. 6.7.1. Definio dos Pilares no Pavimento Fundao Este item j est praticamente feito, pois todos os pilares lanados no pavimento Mezanino nascem no Fundao. Mas como iremos lanar agora os blocos, precisaremos alterar as caractersticas da maioria desses pilares. Agora eles no mais nascero na fundao e sim em um outro pilar (o elemento de fundao). Os nicos pilares que no tero alteraes, por enquanto, sero o P10 e o P15. Clique no boto localizado na barra de ferramentas principal, como mostrado ao lado, para que a os comandos referentes a pilares fiquem visveis.

    Clique Aqui

    Como s dois pilares no vo ter suas caractersticas alteradas, optaremos pela alterao somente dos pilares selecionados:

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    (1) Digite para seleo mltipla. (2) Selecione todos os pilares, exceto o P10 e o P15. (3) Clique para encerrar a seleo. (4) Selecione a pasta Modelo. (5) Clique que o pilar nasce em outro pilar. (6) Clique em OK para confirmar as alteraes. Agora que todos os nosso pilares que nascero em um bloco (elemento de fundao), j esto marcados como nascendo em outro pilar, vamos definir nossos blocos. Para definir a geometria do primeiro pilar como elemento de fundao. Execute o comando Pilares Dados Dados atuais p/ a prxima insero":

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    (1) Defina o nmero do primeiro pilar: 201. (2) Clique no boto prximo. (3) Defina o ttulo opcional: B1. (4) Selecione a opo Seo.

    (1) Selecione seo: Retangular. (2) Defina a dimenso B1: 220. (3) Defina a dimenso H1: 70. (4) Escolha a posio de insero: Centro. (5) Defina o ngulo de insero: 0. (6) Defina o revestimento: 0 cm. (7) Selecione a pasta Modelo.

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    (1) Selecione o elemento: Fundao". (2) Clique no boto Inserir. Selecione o CG do P1, pois estamos inserindo o B1 pelo centro:

    Seguindo os passos listados acima j podemos lanar a maioria dos elementos de fundao desse pavimento. No se esquea de inser-los pelo centro, de utilizar o ttulo opcional para o nome do bloco e que, por exemplo, o P4 dever nascer em cima do B4 e assim por diante. Seguem abaixo os dados dos blocos: B2 B3 B4 B5 B8 B9 B13 Seo Retangular B=220 cm H=70 cm. B6 B7 B11 B12 Seo Retangular B=180 cm H=180 cm. Vejam que s esto faltando os blocos da divisa:

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    Pronto, s esto faltando os blocos de divisa. Eles devero estar abaixo dos pilares 14, 16, 17 e 18 e tero todos Seo Retangular B=220 cm H=70 cm, vamos mostrar como inser-los. Primeiro vamos acionar o comando:

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    (1) Clique no boto prximo. (2) Defina o ttulo opcional: B14. (3) Selecione pasta Seo. (4) Selecione seo Retangular. (5) Defina B1=220 cm. (6) Defina H1=70 cm. (7) Defina insero Canto. (8) Defina canto: 1. (9) Clique em Inserir.

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    (1) Acione o comando que mudar o ponto de insero do Bloco para o meio de sua face inferior. (2) Posicione o curso na face inferior do P14 e acione o comando Ponto mdio de reta. (3) Visualize o B14 inserido.

    Durante a insero de pilares o comando muito til, pois ele vai trocando os pontos de insero dos pilares.

    Para os pilares P16, P17 e P18, insira os blocos B16, B17 e B18 respectivamente, da mesma maneira demonstrada acima. Pronto j definimos todos os pilares e blocos (pilares com propriedade de elemento de fundao) desse pavimento. 6.7.2. Definio das Vigas no Pavimento Fundao Primeiramente, clique no boto localizado na barra de ferramentas principal, como mostrado ao lado, para que os comandos referentes a vigas fiquem visveis.

    Clique Aqui

    Para iniciar o lanamento da viga V101, entre os pilares 1 e 4, execute o comando "Vigas" - "Dados" - "Dados atuais p/a prxima insero":

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    (1) Defina o primeiro nmero: 101. (2) Defina o nmero da viga: V101. (3) Clique na opo Insero.

    (1) Defina o modo de insero pela face esquerda. (2) Clique na opo Seo/Cargas.

    (1) Clique na seo catalogada: 20/40 c0.9. (2) Clique no boto Inserir.

    O modelador estrutural armazena os dados de vigas previamente inseridas no campo Sees catalogadas. Portanto, sempre que uma seo se repetir s clicar em cima dela.

    (1) Clique com o boto esquerdo do mouse para definir o ponto inicial da viga. (2) Clique com o boto esquerdo do mouse para definir o ponto final da viga.

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    Clique o boto direito do mouse (ou ) para finalizar o comando. Seguem abaixo os dados das demais vigas:

    Viga Seo/Carga DFS Incio/Fim V101 20/40 c0.9 0 cm P1/P4 V102 20/40 c0 0 cm V111/V114 V103 20/40 c0.9 0 cm P9/P11 V104 20/40 c0.6 0 cm V112/P13 V105 20/40 c0.6 0 cm V112/V114 V106 20/40 c0.9 0 cm P14/P18 V107 20/40 c0 0 cm P14/P1 V108 20/40 c0 0 cm P15/P10 V109 20/40 c3.11 -50 cm P16/P11 V110 20/40 c0 0 cm P6/P2 V111 20/40 c0 0 cm P17/P3 V112 20/40 c0.6 0 cm V106/V102 V113 20/40 c0.6 0 cm V106/V104 V114 20/40 c0.9 0 cm P18/P4

    As vigas 102, 104, 105, 112 e 113, so vigas que se apiam em uma ou mais vigas, vamos mostrar mais de perto como essas vigas devem ser lanadas6:

    No caso de vigas que se apiam em vigas, precisamos definir quem est apoiando em quem. Para essa definio aps o lanamento de todas as vigas utilizaremos o comando Vigas Apoios Definir todos os apoios de vigas:

    Atravs desse comando definiremos para todas as vigas, quem apoia em quem:

    6 Para o lanamento das vigas 102, 104, 105, 112 e 113, acompanhe as alvenarias presentes no desenho de referncia.

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    (1) Clique em 1, se a viga 102 se apoiar na 111. (2) Clique em 2, se a viga 111 se apoiar na 102. No nosso caso clicaremos em 1, veja abaixo o smbolo que o Modelador Estrutural utiliza para indicar que definimos a V102 apoiando na V111:

    Veja abaixo quem apoiar em quem no pavimento Fundao:

    Terminamos a definio do pavimento Fundao. Veja a seguir o pavimento inteiro lanado:

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    6.7.3. Acertando os modelos dos pilares P10 e P15 Acione o comando Pilares Alterar Dados gerais, selecione os pilares P10 e P15 e defina que os mesmos nascem em viga:

    Posteriormente defina que a viga V108 apoie nas vigas V103 e V106:

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    6.7.4. Definio de Vigas Alavanca As vigas V107, V109, V111 e V114, j lanadas, sero tratadas como vigas alavanca. D um duplo clique em cima do ttulo da viga 107, acione a pasta Modelo, ative o item Alavanca Inicial: SIM e clique no boto OK.

    Faa o mesmo para as vigas V109, V111 e V114. 6.8. Salvando o seu Modelo Estrutural Antes de continuarmos o lanamento da nossa estrutura, vamos salvar o que fizemos at agora. Como o Modelador mantm as plantas editadas exclusivamente na memria, mesmo que vrias sejam editadas simultaneamente, para evitar a perda de todo o trabalho em caso de problemas no computador, recomendvel salvar os dados do edifcio com freqncia. Isto feito atravs do comando "Arquivo" - "Salvar o modelo estrutural":

    Este comando salva todos os pavimentos alterados, processando primeiro a consistncia de dados e gravando tambm outros arquivos para possvel processamento pelo CAD/Formas.

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    Caso voc no salve os dados em nenhum momento, o Modelador ir emitir uma pergunta antes do programa ser fechado. Voc poder ento, salvar tudo ou descartar todas as alteraes efetuadas na sesso (ou at o ltimo salvamento). 6.9. Definio do Pavimento Superior Vamos agora para o pavimento Superior:

    Podemos ver no pavimento superior que praticamente todos os pilares j esto lanados, nos restando agora, a definio das vigas. 6.9.1. Definio das Vigas no Pavimento Superior Para facilitar a insero das vigas, interessante desabilitar a visualizao do desenho de referncia, atravs do comando Modelo Referncias externas. Veja o pavimento j com todas as vigas lanadas:

    Segue abaixo os dados de todas as vigas:

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    Viga Seo/Carga DFS Incio/Fim V301 20/40 c0.9 0 cm P1/P4 V302 20/60 c0 0 cm P5/P7 V303 20/40 c0 0 cm P9/P13 V304 20/40 c0.6 0 cm P14/P18 V305 20/40 c0.6 0 cm P14/P1 V306 50/40 c0 0 cm P11/P2 V307 20/40 c0 0 cm P16/P11 V308 50/40 c0 0 cm P17/P3 V309 20/40 c0.9 0 cm P18/P4

    6.9.2. Definio das Lajes no Pavimento Superior Segue abaixo o pavimento j com todas as lajes lanadas:

    Dados das lajes, todas macias, discretizadas por grelha e sem nenhum rebaixo:

    Laje Altura - Carga Grelha Contorno L1 12 cm - 0.15/0.2 Sim V301/V302/V305/V306 L2 12 cm - 0.15/0.2 Sim V301/V302/V306/V308 L3 12 cm - 0.15/0.2 Sim V301/V303/V308/V309 L4 12 cm - 0.15/0.2 Sim V302/V303/V305/V306 L5 12 cm - 0.15/0.2 Sim V302/V303/V306/V308 L6 9 cm - 0.15/0.2 Sim V303/V304/V307/V308 L7 9 cm - 0.15/0.2 Sim V303/V304/V308/V309

    6.9.3. Definio dos Pilares no Pavimento Superior Como quase todos os pilares neste pavimento j esto inseridos em nosso modelo, s precisaremos lanar um pilar, o PT1, que nasce nesse piso, na V302, e morre no pavimento Cobert.

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    Primeiro ligaremos o desenho de referncias externas para nos auxiliar na insero desse pilar e depois acionaremos o comando Pilares Dados Dados atuais p/ a prxima insero, onde definiremos os dados do PT1:

    (1) Defina o primeiro nmero do pilar: 101. (2) Clique no boto prximo. (3) Defina o ttulo opcional: PT1. (4) Selecione a opo seo.

    (1) Selecione seo: Retangular. (2) Defina a dimenso B1: 20. (3) Defina a dimenso H1: 20. (4) Escolha a posio de insero: Canto. (5) Defina o canto de insero: 4. (6) Defina o ponto mdio como seguido ao canto. (7) Defina o ngulo de insero: 0. (8) Defina o revestimento: 2.5cm. (9) Clique na pasta Planta/Sees.

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    (1) Clique em (Morre) + Editar e defina o pavimento que o pilar morre: Cobert. (2) Clique em (Nasce) + Editar e defina o pavimento que o pilar nasce: Superior. (3) Clique na pasta Modelo.

    (1) Selecione o elemento: Pilar. (2) Selecione o pilar nasce em: Viga. (3) Clique em Inserir.

    Pronto, finalizamos o pavimento Superior, agora vamos passar para o Cobert.

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    6.10. Definio do Pavimento Cobert No Modelador Estrutural, acione o pavimento Cobert:

    6.10.1. Definio dos Pilares no Pavimento Cobert Comearemos o pavimento Cobert pelo lanamento dos pilares PT2, PT3, PT4 e PT5. Esses pilares nascem em vigas desse pavimento e morrem no pavimento Atico. A definio dos seus dados ser igual definio dos dados do PT1, definido no ltimo captulo do pavimento Superior. Vamos lanar o PT2 como exemplo, para isso acione o comando: Pilares Dados Dados atuais p/ a prxima insero:

    (1) Clique no boto prximo. (2) Defina o ttulo opcional: PT2. (3) Selecione a opo seo.

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    (1) Selecione seo: Retangular. (2) Defina a dimenso B1: 20. (3) Defina a dimenso H1: 20. (4) Escolha a posio de insero: Canto. (5) Defina o canto de insero: 2. (6) Defina o ngulo de insero: 0. (7) Defina o revestimento: 0. (8) Clique na pasta Plantas/Sees.

    (1) Clique em (Morre) + Editar e defina o pavimento que o pilar morre: ltima planta. (2) Clique em (Nasce) + Editar e defina o pavimento que o pilar nasce: Cobert. (3) Selecione a pasta Modelo.

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    (1) Selecione o elemento: Pilar. (2) Selecione o pilar nasce em: Viga. (3) Clique em Inserir. Acione o comando + e selecione o ponto de referncia auxiliar:

    Clique no ponto:

    Acione novamente o comando + , escolhendo :

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    Pronto, o PT2 est inserido, o PT3 semelhante a esse, para embire-lo basta mudarmos o canto de insero ou acionar o comando . O PT3 e PT4, tambm tem os mesmos dados do PT1, com uma nica diferena, ao lan-los definiremos o revestimento de 2.5 cm. Veja abaixo os quatro pilares lanados, todos nascem em vigas e morrem no pavimento de cima:

    6.10.2. Definio das Vigas no Pavimento Cobert Como j temos todos os pilares lanados, segue abaixo os dados das vigas desse pavimento:

    Viga Seo/Carga DFS Incio/Fim V401 20/60 c0.4 0 cm P1/P4 V402 14/30 c0 0 cm V409/V410 V403 20/60 c0 0 cm P5/V409 V404 20/60 c0 0 cm PT1/P8 V405 14/30 c0 0 cm V409/V410 V406 20/60 c0 0 cm P9/P13 V407 20/60 c0.4 0 cm P14/P18 V408 20/60 c0 0 cm P14/P1 V409 20/60 c0 0 cm V407/V401 V410 20/60 c0 0 cm V407/V401 V411 20/60 c0 0 cm P18/P4

    Veja o desenho com todas as vigas lanadas:

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    OBSERVAO IMPORTANTE: No se esquea de definir os apoios nos cruzamentos entre as vigas deste pavimento aps o lanamento, conforme mostra a figura a seguir.

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    6.10.3. Definindo vigas que recebem transio Acione o comando Vigas Alterar Dados gerais, selecione as vigas V401, V403 e V407 e acerte o modelo das mesmas:

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    6.10.4. Definio das Lajes no Pavimento Cobert Segue abaixo o pavimento j com todas as lajes lanadas:

    Dados das lajes, todas macias, discretizadas por grelha e sem nenhum rebaixo:

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    Laje Altura - Carga Grelha Contorno L1 12 cm - 0.15/0.2 Sim V401/V409/V403/V408 L2 9 cm - 0.15/0.2 Sim V401/V402/V409/V410 L3 12 cm - 0.15/0.2 Sim V401/V404/V410/V411 L4 9 cm - 0.15/0.2 Sim V402/V405/V409/V410 L5 12 cm - 0.15/0.2 Sim V403/V406/V408/V409 L6 12 cm - 0.15/0.2 Sim V404/V406/V410/V411 L7 9 cm - 0.15/0.2 Sim V405/V406/V409/V410 L8 9 cm - 0.15/0.2 Sim V406/V407/V408/V409 L9 9 cm - 0.15/0.2 Sim V406/V407/V409/V410

    L10 9 cm - 0.15/0.2 Sim V406/V407/V410/V411 A Laje 10 possui um alapo de 65 cm x 65 cm, para inserirmos esse furo em nossa laje, ligaremos o desenho de referncia desse pavimento e acionaremos o comando Lajes Furos / Macios Recorte:

    Agora s clicar nos pontos que definiro o contorno desse furo, seguindo a seqncia abaixo:

    6.11. Definio do pavimento Atico S nos resta agora o pavimento tico, como ele muito simples, mostraremos somente o seu esquema estrutural:

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    Note que as vigas tm carga distribuda de 0.6 tf/m, a laje macia e discretizada por grelha e os pilares nascem no piso Cobert e morrem no Atico. 6.12. Inserindo Cargas Adicionais Alm das cargas distribudas nas vigas e nas lajes que j foram definidas durante o lanamento dos mesmos, o Modelador Estrutural admite outros tipos de cargas adicionais. Todos os comandos referentes a estas cargas so executados no menu superior Cargas ou diretamente na barra de ferramentas.

    Utilize os comandos anteriores para definir, por exemplo: uma carga concentrada no meio de um vo de viga, uma carga linear devido a uma parede no meio de uma laje ou uma carga especial numa rea delimitada. Para inserir uma carga distribuda em toda a extenso de uma viga ou inserir uma carga distribuda em toda a rea de uma laje, defina as mesmas nas janelas de dados, como j foi mostrado nos itens anteriores.

    Para exemplificar como feito o lanamento de cargas adicionais, vamos inserir algumas cargas devido s paredes de alvenaria, bem como devido s reaes das escadas. Ambas sero tratadas como cargas linearmente distribudas. Retorne ao pavimento FUNDAO, no esquecendo de ativar a visualizao do desenho de referncia - DXF da arquitetura.

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    Inicialmente, vamos inserir a carga devido reao da escada na viga V108, como mostra a figura a seguir:

    Execute o comando no menu superior Menu Cargas Cargas distribudas linearmente ou clique diretamente na barra de ferramentas.

    Na janela aberta, defina o valor da carga.

    (1) Defina o valor da carga: 2,19 tf/m. (2) Clique no boto OK. Depois, posicione a carga linear como mostra a figura a seguir.

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    (1) Aperte a tecla de atalho M para definir um ponto mdio. (2) Selecione o primeiro ponto. (3) Selecione o segundo ponto. (4) Aperte a tecla de atalho M para definir um ponto mdio. (5) Selecione o primeiro ponto. (6) Selecione o segundo ponto. (7) Aperte ENTER para finalizar o comando.

    Agora, vamos inserir a carga devido a parede que fica somente sobre uma parte da viga V102.

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    Execute o mesmo comando anterior agora definindo um valor de 0,6tf/m, e depois a posicione conforme mostra a figura a seguir.

    (1) Aperte a tecla de atalho M para definir um ponto mdio. (2) Selecione o primeiro ponto. (3) Selecione o segundo ponto. (4) Aperte a tecla de atalho M para definir um ponto mdio. (5) Selecione o primeiro ponto. (6) Selecione o segundo ponto. (7) Aperte ENTER para finalizar o comando.

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    Ative o pavimento MEZANINO.

    Vamos inserir a carga devido escada na viga V207.

    Execute o comando de insero de carga linear, defina um valor de 3,11tf/m, e depois a posicione conforme mostra a figura a seguir.

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    (1) Aperte a tecla de atalho M para definir um ponto mdio. (2) Selecione o primeiro ponto. (3) Selecione o segundo ponto. (4) Aperte Shift+F10 para ativar o modo ortogonal. (5) Selecione o ponto. (6) Aperte ENTER para finalizar o comando.

    Ative o pavimento SUPERIOR.

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    De agora em diante, as cargas lineares no sero inseridas passo a passo como nos pavimentos anteriores. Defina cargas com o valor de 0,6tf/m nos locais indicados na figura a seguir.

    Tambm defina cargas lineares com o valor de 0,9tf/m nos locais indicados na figura a seguir.

    Depois defina uma carga de 2,05tf/m devido reao da escada na viga V309, conforme mostra a figura a seguir.

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    Ative o pavimento COBERT.

    Neste pavimento, vamos inserir algumas cargas distribudas em rea na laje L9 provocadas pela caixa dgua.

    Execute o comando no menu superior Menu Cargas Cargas distribudas em rea delimitada ou clique diretamente na barra de ferramentas.

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    Na janela aberta, defina o valor da carga.

    (1) Defina o valor da carga permanente: 0,05 tf/m. (2) Defina o valor da carga acidental: 1,00 tf/m. (3) Clique no boto OK. Depois, posicione a carga atravs de uma poligonal fechada, conforme mostra a figura a seguir.

    (1) Selecione o ponto 1. (2) Selecione o ponto 2. (3) Selecione o ponto 3. (4) Selecione o ponto 4. (5) Aperte a tecla de atalho C para fechar a poligonal.

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    Continue no comando para definir as demais poligonais ao lado.

    No pavimento ATICO, no necessrio lanar nenhuma carga adicional. 6.13. Visualizando o Edifcio em 3D A visualizao do edifcio em 3D um recurso auxiliar muito importante na entrada de dados, pois possibilita uma verificao visual do posicionamento dos elementos da estrutura. possvel visualizar um pavimento ou vrios em qualquer momento da entrada de dados. O lanamento da estrutura no precisa estar completo. A chamada do programa de visualizao do edifcio em 3D feita dentro do prprio modelador estrutural. Execute o comando no menu superior Menu Modelo Visualizao 3D ou clique diretamente na barra de ferramentas.

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    Na janela aberta, defina quais pavimentos sero visualizados.

    (1) Selecione o pavimento FUNDAO. (2) Selecione o pavimento ATICO. (3) Clique no boto OK.

    possvel movimentar-se pelo interior do edifcio atravs de comandos localizados na barra de ferramentas ou atravs de teclas de atalho.

    As principais teclas de atalho para movimentao so listadas na tabela a seguir: Tecla de Atalho Funo A Aproximar Z Afastar Setas Direcionais Girar (Cima / Baixo / Esquerda / Direita) + Subir - Descer

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Iniciando o Modelador Estrutural 110

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    Veja por exemplo o posicionamento da viga de escada VE lanada no pavimento MEZANINO.

    Feche o visualizador 3D e retorne ao modelador. 6.14. Refazendo interseces Como resultado das edies de vigas, pilares e lajes, o Modelador passa a maior parte do tempo atualizando interseces entre vigas e pilares e reconhecendo contorno de lajes. Normalmente estas operaes so feitas automaticamente. Em caso de problemas, ou de restaurao de arquivos de dados que podem ter interseces no atualizadas, use o comando Arquivo Refazer interseces. Este comando varre todas as vigas, pilares e lajes e refaz interseces, cotagens e cortes:

    Pronto, j fizemos a entrada de dados completa do edifcio Proj-Epp. Feche o Modelador Estrutural:

    Salve seus dados:

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Iniciando o Modelador Estrutural 111

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    Retornamos ao Gerenciador Principal do CAD/TQS Verso EPP. Em seguida, iremos efetuar o clculo do nosso edifcio, acompanhando o prximo captulo deste manual.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Calculando o Edifcio 112

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    7 Calculando o Edifcio Uma vez lanados os dados7 de todos os pavimentos no Modelador Estrutural, vamos agora calcular o edifcio, isto , obter os esforos solicitantes nos elementos (vigas, pilares e lajes), dimension-los e detalh-los. 7.1. Processamento Global possvel calcular todo o edifcio atravs de um nico comando, chamado de PROCESSAMENTO GLOBAL. Para isto, ative o sistema CAD/Formas e execute o comando Menu Processar Processamento global.

    CAD/Formas

    Na janela aberta, vamos definir os itens que sero processados.

    (1) Ative o item Extrao grfica e processamento das formas. (2) Ative o item Esforos e desenho das lajes. (3) Ative o item Dimensionamento, detalhamento e desenho das vigas. (4) Ative o item Dimensionamento, detalhamento e desenho dos pilares. (5) Ative o item Relatrio geral de pilares. (6) Clique no boto OK. Aps iniciar o processamento global, possvel acompanhar a evoluo de todas etapas de clculo na janela de mensagens inferior.

    7.1.1. Visualizao de Erros Aps a finalizao do processamento global, possvel verificar quais os erros que ocorreram durante os clculos. Para isto, execute o seguinte comando no menu superior Menu Visualizar Erros ou clique diretamente na barra de ferramentas.

    7 Caso no tenha feito o lanamento completo dos dados, restaure o arquivo \TQSW\USUARIO\TESTE\Proj-Epp.TQS, utilizando os comandos descritos no captulo Salvar Restaurar Compactar.

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    Lista de Erros

    Na janela aberta, todos erros so listados e descritos de forma clara e objetiva. E ainda, classificados em 3 categorias: leve (aviso), mdio e grave. Vamos filtrar somente erros de classificao mdio e grave configurando os parmetros de visualizao. Clique no boto da barra de ferramentas como indicado na figura a seguir.

    Parmetros de Visualizao

    (1) Clique para desativar a visualizao dos erros de classificao Leve, Aviso. (2) Clique no boto OK.

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    Note que na tabela de erros atualizada, o ndice de esbeltez limite nos lances 1 e 2 do pilar P2 foi ultrapassado. Isto ser acertado posteriormente no captulo Modificando as dimenses do pilar P2. Feche o visualizador de erros e retorne ao gerenciador. 7.2. Anlise de Esforos Toda anlise quanto aos esforos solicitantes bem como dos deslocamentos da estrutura, pode ser feita graficamente ou atravs de listagens. Os itens a seguir demonstram sucintamente alguns exemplos. 7.2.1. Visualizao de Diagramas de Esforos e Deslocamentos das Lajes - Grelhas Selecione o pavimento SUPERIOR na rvore do edifcio, ative o sistema Grelha-TQS e depois execute o comando Menu Visualizar - Visualizador de grelhas - Espacial.

    Grelha-TQS

    Neste visualizador, possvel analisar graficamente todos os resultados do processamento de uma grelha. Isto facilita, por exemplo, a verificao dos deslocamentos e esforos em uma laje. Selecione o caso de carregamento 1 e ative a visualizao dos momentos fletores My.

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    Para que os esforos fiquem melhor visualizados, vamos aumentar o multiplicador de diagramas. Execute o comando no menu superior Menu Visualizar Parmetros de diagramas ou clique diretamente na barra de ferramentas.

    Parmetros de diagrama

    (1) Altere o valor do multiplicador de diagramas para 10. (2) Clique no boto OK.

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    Agora, ative os deslocamentos na barra de ferramentas.

    Feche o visualizador de grelhas e retorne ao gerenciador. 7.2.2. Visualizao de Diagramas de Esforos e Deslocamentos de Vigas e Pilares

    Prtico Espacial Ative o sistema Prtico-TQS e depois execute o comando Menu Visualizar Visualizador de prticos - Espacial.

    Prtico-TQS

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    Neste visualizador, possvel analisar graficamente todos os resultados do processamento do prtico espacial. Isto facilita, por exemplo, a verificao dos deslocamentos e esforos nas vigas e pilares. Selecione o caso de carregamento 1 e ative a visualizao dos momentos fletores My.

    Agora, selecione o caso de carregamento 8 e ative a visualizao dos deslocamentos.

    7.2.3. Carga na Viga de Transio No edifcio analisado, h uma viga de transio V302 no pavimento SUPERIOR onde nasce o pilar PT1. Veja a figura a seguir.

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    Vamos verificar qual a carga que est sendo descarregada no meio do vo da viga de transio V302 devido ao pilar PT1 atravs do visualizador de prtico. Selecione o caso de carregamento 1, o piso inicial 2 e ative a visualizao do diagrama de fora normal Fx.

    Feche o visualizador de prtico espacial e retorne ao gerenciador. 7.3. Dimensionamento e Detalhamento de Pilares Durante o processamento global, foram dimensionados e detalhados todos os pilares do edifcio. A anlise dos resultados obtidos, bem como de todas as consideraes de clculo feitas pelo programa, pode ser feita graficamente ou atravs de listagens. Os itens a seguir demonstram sucintamente alguns exemplos. 7.3.1. Visualizao de Listagens Diversas listagens so geradas durante o dimensionamento e detalhamento dos pilares. A ttulo de exemplo, vamos visualizar apenas uma delas. Ative o sistema CAD/Pilar e depois execute o comando Menu Visualizar Montagem de carregamentos.

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    CAD/Pilar

    Esta listagem descreve os carregamentos iniciais, as excentricidades e os esforos finais lance a lance de cada pilar. Feche a visualizao da listagem e retorne ao gerenciador. 7.3.2. Visualizao de Desenhos de Armaduras Para visualizar os desenhos de armao dos pilares, basta selecionar o item Pilares na rvore do edifcio e depois escolher um dos desenhos da caixa de listagem.

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    possvel editar cada um dos desenhos de armao. Para isto, basta clicar no boto Edio grfica do desenho conforme indica figura a seguir.

    Feche o editor de desenho e retorne ao gerenciador. 7.3.3. Modificando as Dimenses do Pilar P2 No captulo Visualizao de erros, foi constatado atravs do Visualizador de Erros, que o ndice de esbeltez limite nos lances 1 e 2 do pilar P2 foi ultrapassado. Para corrigir isto, vamos modificar sua dimenso para 25cmx50 cm. Entre novamente no modelador estrutural em um dos pavimentos que contm o pilar P2. Por exemplo, o pavimento SUPERIOR.

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    J dentro do modelador, vamos inicialmente definir um ponto fixo para o pilar P2 antes de alterar sua dimenso. Execute o seguinte comando no menu superior Menu Pilares Alterar Ponto fixo ou clique diretamente na barra de ferramentas.

    Clique no ponto indicado abaixo.

    Agora, d um duplo-clique prximo ao ttulo do pilar P2.

    Altere a dimenso do pilar na janela Dados de pilares.

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    (1) Altere a dimenso do pilar H1=25cm. (2) Clique no boto OK.

    Feche o modelador estrutural, no esquecendo de salvar os dados e execute novamente o processamento global exatamente como j foi explicado no captulo Processamento Global. Aps o trmino do reprocessamento do edifcio, entre novamente no Visualizador de Erros (ver captulo anterior Visualizao de erros) e constate que a mensagem de limite de flambagem ultrapassado no existe mais. Veja tambm como ficou a armao do pilar P2.

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    7.4. Dimensionamento e Detalhamento de Vigas Durante o processamento global, foram dimensionadas e detalhadas todas as vigas do edifcio. A anlise dos resultados obtidos, bem como de todas as consideraes de clculo feitas pelo programa, pode ser feita graficamente ou atravs de listagens. Os itens a seguir demonstram sucintamente alguns exemplos. 7.4.1. Visualizao de Listagens Diversas listagens so geradas durante o dimensionamento e detalhamento das vigas. A ttulo de exemplo, vamos visualizar apenas uma delas. Selecione o item Vigas de um dos pavimentos na rvore do edifcio (por exemplo, o pavimento SUPERIOR) e depois execute o comando Menu Visualizar Esforos em vigas.

    Esta listagem descreve os esforos solicitantes considerados no dimensionamento de cada um dos vos das vigas. Feche a visualizao da listagem e retorne ao gerenciador. 7.4.2. Edio Rpida de Armaduras Selecione o item Vigas de um dos pavimentos na rvore do edifcio (por exemplo, o pavimento SUPERIOR) e depois execute o comando Menu Editar Edio rpida de armaduras.

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    Este um editor especfico para edio das armaduras das vigas. Como exemplo, vamos juntar duas armaduras flexo. Na janela aberta, selecione a viga V305.

    Execute o comando pelo menu superior Menu Flexo Juntar ou clicando diretamente na barra de ferramentas.

    Em seguida, selecione as barras a serem unidas, conforme mostra a figura a seguir.

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    Finalize a seleo digitando e adote a maior bitola.

    Feche o editor rpido de armaduras salvando a alterao e retorne ao gerenciador. 7.4.3. Visualizao de Desenhos de Armaduras Para visualizar os desenhos de armao das vigas, basta selecionar o item Vigas de um pavimento na rvore de edifcio e escolher um dos desenhos da caixa de listagem.

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    possvel editar cada um dos desenhos de armao. Para isto, Basta clicar no boto Edio grfica do desenho conforme indica figura a seguir.

    Feche o editor de desenho e retorne ao gerenciador. 7.5. Dimensionamento e Detalhamento de Lajes Durante o processamento global, foram dimensionadas e detalhadas todas as lajes do edifcio. A anlise dos resultados obtidos, bem como de todas as consideraes de clculo feitas pelo programa, pode ser feita graficamente ou atravs de listagens.

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    7.5.1. Visualizao de Desenhos de Armaduras Para visualizar o desenho da armao das lajes calculada automaticamente pelo programa, basta selecionar um pavimento na rvore de edifcio e escolher o desenho na caixa de lista.

    (1) Ative o sistema CAD/Lajes. (2) Selecione o pavimento SUPERIOR. (3) Selecione o desenho na caixa de lista. 7.5.2. Editor de Esforos e Armaduras O Editor de esforos e armaduras um programa especfico para o detalhamento interativo de qualquer tipo de laje. Atravs dele, possvel facilmente otimizar o detalhamento das armaduras. Ative o sistema CAD/Lajes, selecione um pavimento na rvore do edifcio (por exemplo, o pavimento SUPERIOR) e execute o comando Visualizar Editor de esforos e armaduras.

    CAD/Lajes

    Na janela aberta, ative a visualizao das faixas positivas pela barra de ferramentas, conforme mostra a figura a seguir.

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    (1) Ative a visualizao das faixas (2) Ative a visualizao das faixas positivas Alm das faixas positivas que foram visualizadas, existem outras duas (negativas e de cisalhamento), que podem ser editadas (eliminadas, igualadas, unidas, ...) atravs de comandos especficos do editor. Atravs destas faixas que so dimensionadas e geradas as respectivas armaduras das lajes. Neste exemplo, no iremos editar nenhuma faixa. Feche o editor de esforos e armaduras e retorne ao gerenciador.

    Caso seja feita alguma edio de faixas dentro do editor de esforos e armaduras, ser necessrio recalcular as armaduras executando o comando no menu superior Armaduras - Calcular tudo ou clicando diretamente na barra de ferramentas. E depois, salvar o desenho das armaduras (DWG) executando o comando no menu superior Arquivo Salvar DWG.

    7.5.3. Lajes por Processo Simplificado Toda as armaduras de lajes at ento dimensionadas e detalhadas foram calculadas a partir dos esforos de grelha. Lembre-se que na definio dos dados do edifcio, em todos os pavimentos com exceo a FUNDAO que no possui lajes, adotou-se a modelagem por grelha de lajes planas (ver captulo Criao do Edifcio).

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    No entanto, as armaduras de lajes planas regulares apoiadas em vigas tambm podem ser calculadas baseadas em processo simplificado. Vamos fazer um exemplo. No gerenciador, edite os dados gerais do edifcio e altere o modelo do pavimento SUPERIOR para: Grelha somente de vigas.

    Entre no modelador estrutural, pavimento SUPERIOR.

    J dentro do modelador, ative o filtro de seleo somente para lajes atravs do comando no menu superior Menu Modelo Definir filtro de seleo ou clicando diretamente na barra de ferramentas.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Calculando o Edifcio 130

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    (1) Ative o item Lajes. (2) Clique no boto OK. Vamos alterar o dado que define a discretizao de todas as lajes em grelha. Primeiramente, execute o comando no menu superior Menu Modificar Alterar Elemento ou aperte a tecla de atalho . Depois selecione todas as lajes atravs de uma janela auxiliar utilizando a tecla de atalho .

    (1) Digite , tecla de atalho do comando Alterar. (2) Digite para seleo por janela. (3) Clique com o boto esquerdo do mouse para finalizar. Na janela aberta, desative a discretizao por grelha.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Calculando o Edifcio 131

    Prof. Eduardo Leite UNIFOR Universidade de Fortaleza Janeiro/2004

    (1) Clique na opo No. (2) Clique no boto OK. Feche o modelador estrutural, no esquecendo de salvar os dados e execute novamente o processamento global exatamente como j foi explicado no captulo Processamento Global. Aps o trmino do reprocessamento do edifcio, visualize o desenho da armao das lajes, agora devidamente calculadas pelo processo simplificado.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Desenhos de Formas 132

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    8 Desenhos de Formas Neste captulo, sero gerados os desenhos de formas. Alm disso, ser mostrado tambm como fazer o acabamento final de uma planta, isto , introduzir desenhos de corte e as cotas. 8.1. Gerao dos Desenhos de Formas Para gerar um desenho de formas, basta salvar o desenho que est sendo visualizado na janela grfica do Modelador Estrutural. Como exemplo, vamos gerar a o desenho de formas do pavimento SUPERIOR. Dentro do Modelador Estrutural, ative o pavimento SUPERIOR.

    Antes de salvar o desenho porm, ser necessrio configur-lo. Primeiramente, desligue todos os desenhos de referncia externos (arquitetura e rascunho).

    (1) Desative o desenho de rascunho. (2) Desative o desenho de arquitetura. (3) Clique no boto Fechar. Configure os parmetros de visualizao executando o comando no menu superior Menu Modelo Parmetros de visualizao ou clicando diretamente na barra de ferramentas.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Desenhos de Formas 133

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    (1) Clique no boto Formas. (2) Clique no boto OK.

    Dentro do prprio Modelador Estrutural, existem comandos que permitem o acabamento final do desenho, como a criao de eixos, cortes e tabelas. Todas estas funes so executadas no menu superior Acabamento. Para exemplificar, vamos gerar o desenho de um corte. Execute o comando no menu superior Menu Acabamento Cortes ou clique diretamente na barra de ferramentas.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Desenhos de Formas 134

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    Em seguida, defina a linha de corte bem como a posio final do desenho, conforme mostra a figura a seguir.

    (1) Clique para definir o ponto inicial do corte. (2) Aperte para ativar o modo ortogonal. (3) Clique para definir o ponto final do corte. (4) Clique para definir a posio do desenho do corte. Digite um nome para o corte e clique no boto OK.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Desenhos de Formas 135

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    Para inserir cotas no desenho, utilize no menu superior COTAGEM.

    Uma vez configurado o desenho na tela, basta salv-lo agora como um DWG ou DXF executando o comando no menu superior Menu Arquivo Salvar DWG ou clicando diretamente na barra de ferramentas.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Desenhos de Formas 136

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    (1) Defina um nome para o desenho. (2) Clique no boto Salvar. Feche o Modelador Estrutural e retorne ao gerenciador. 8.2. Edio Grfica do Desenho de Formas Uma vez salvo o desenho de formas pelo modelador estrutural, o mesmo ser includo na caixa de lista do gerenciador.

    Como qualquer outro desenho, possvel edit-lo clicando no boto Edio grfica do desenho, conforme indica figura a seguir.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Cargas na Fundao 137

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    9 Cargas na Fundao Neste captulo, ser demonstrado como obter um resumo das cargas atuantes nas fundaes resultantes do processamento do prtico espacial. Ative o sistema Prtico-TQS e depois execute o comando Menu Processar Tabela de reaes de apoio em desenho.

    Prtico-TQS

    Na janela aberta, note que existe uma lista com todos os carregamentos considerados no processamento do prtico espacial. Vamos definir hipoteticamente quais os casos faro parte da tabela de reaes nas fundaes.

    (1) Selecione o caso 8. (2) Clique no boto Editar.

    (1) Ative a opo Caso atual selecionado. (2) Clique no boto OK. Um desenho (Porlid.dwg) com a tabela dos esforos atuantes em cada um dos casos de carregamento selecionados ser gerado. Para visualiz-lo, basta selecionar o mesmo na caixa de lista do gerenciador, conforme mostra a figura a seguir.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Cargas na Fundao 138

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  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 139

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    10 Fundaes Neste captulo, sero calculados dois exemplos de fundaes abrangidos pelo sistema CAD/Fundaes: bloco sobre estacas e sapatas isoladas. 10.1. Calculando um Bloco sobre Estacas Tomaremos como exemplo a fundao sob o pilar P11. 10.1.1. Entrada de Dados Toda a entrada dos dados do bloco deve ser feita atravs de um programa interativo. Ative o sistema CAD/Fundaes e execute o comando Menu Editar Blocos Entrada de dados.

    CAD/Fundaes

    Na janela aberta, indique que um novo arquivo dever ser criado e depois defina os dados gerais do projeto.

    (1) Defina o ttulo do projeto. (2) Defina o ttulo do cliente. (3) Clique no boto OK. Execute o comando no menu superior Menu Editar Adicionar Bloco ou clique diretamente na barra de ferramentas.

    Defina os dados gerais do bloco.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 140

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    (1) Altere o ttulo do bloco para B11. (2) Ative o roteiro automtico. (3) Clique no boto OK. Agora, defina os dados de geometria do bloco, das estacas e do pilar.

    (1) Defina os dados das estacas. (2) Defina a geometria do bloco. (3) Defina a geometria do pilar. (4) Clique no boto OK. Como carregamento, vamos adotar alguns esforos hipotticos. Lembre-se que para definir os valores corretamente, basta utilizar a tabela de reaes gerada anteriormente.

    (1) Clique no boto Adicionar. (2) Defina os dados do carregamento. (3) Clique no boto Fechar.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 141

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    Neste exemplo, no definiremos nenhuma armadura de pilar no interior do bloco, pois as mesmas j foram detalhadas no desenho do pilar.

    (1) Clique no boto OK. Uma vez definidos todos os dados, o desenho do bloco ser mostrado na janela grfica, conforme mostra a figura a seguir.

    Feche o editor interativo e retorne ao gerenciador, no esquecendo de salvar os dados do bloco. 10.1.2. Dimensionando e Detalhando o Bloco Para dimensionar o bloco, execute o comando Menu Processar Blocos Dimensionamento.

    Uma listagem com os resultados e as consideraes utilizadas no dimensionamento gerada durante o processamento. Para visualiz-la, execute o comando Menu Visualizar Dimensionamento de blocos.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 142

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    Feche a listagem e retorne ao gerenciador. Para detalhar o bloco, execute o comando Menu Processar Blocos Desenho.

    Para visualizar o desenho das armaes, basta selecion-lo na caixa de lista do gerenciador, conforme mostra a figura a seguir.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 143

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    10.2. Calculando uma Sapata Vamos agora calcular, dimensionar e detalhar uma sapata. Tomaremos novamente como exemplo a fundao sob o pilar P11. 10.2.1. Entrada de Dados Toda a entrada dos dados da sapata deve ser feita atravs de um programa interativo. Ative o sistema CAD/Fundaes e execute o comando Menu Editar Sapatas Entrada de dados.

    CAD/Fundaes

    Na janela aberta, indique que um novo arquivo dever ser criado e depois defina os dados gerais do projeto.

    (1) Defina o ttulo do projeto. (2) Defina o ttulo do cliente. (3) Clique no boto OK. Execute o comando no menu superior Menu Editar Adicionar Sapata ou clique diretamente na barra de ferramentas.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 144

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    Defina os dados gerais da sapata.

    (1) Altere o ttulo da sapata para S11. (2) Ative o roteiro automtico. (3) Clique no boto OK. Agora, defina os dados de geometria da sapata e do pilar.

    (1) Defina a geometria da sapata. (2) Defina a geometria do pilar. (3) Clique no boto OK. Note que nos dados da sapata, o item Dimenses Fixas foi configurado como No. Isto possibilitar que o programa faa um pr-dimensionamento das dimenses da sapata em funo da tenso mxima no solo. Veja item Pr-dimensionando a Sapata mais adiante.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 145

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    Seguindo a definio dos dados, vamos adotar alguns esforos atuantes hipotticos na sapata. Lembre-se que para definir os valores corretamente, basta utilizar a tabela de reaes gerada anteriormente.

    (1) Defina os dados do carregamento. (2) Clique no boto OK. Neste exemplo, no definiremos nenhuma armadura de pilar no interior da sapata, pois as mesmas j foram detalhadas no desenho do pilar.

    (1) Clique no boto OK. Uma vez definidos todos os dados, o desenho da sapata ser mostrado na janela grfica, conforme mostra a figura a seguir.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 146

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    Feche o editor interativo e retorne ao gerenciador, no esquecendo de salvar os dados da sapata. 10.2.2. Pr-dimensionando a Sapata Conforme j foi dito no item anterior Entrada de dados, o sistema CAD/Fundaes capaz de fazer um pr-dimensionamento das dimenses da sapata em funo das tenses mximas no solo. Para isto, execute o comando Menu Processar Sapatas Pr-dimensionamento:

    Uma listagem com os resultados gerada durante o processamento. Para visualiz-la, execute o comando Menu Visualizar Sapatas Pr-dimensionamento.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 147

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    Alm da listagem, tambm possvel verificar as dimenses pr-dimensionadas atravs do editor interativo utilizado na entrada de dados da sapata. Uma vez o comando de pr-dimensionamento executado, automaticamente os dados das sapatas so atualizados. Acione o comando Editar Sapatas Entrada de dados:

    10.2.3. Dimensionando e Detalhando a Sapata Para dimensionar a sapata, execute o comando Menu Processar Sapatas Dimensionamento.

    Uma listagem com os resultados e as consideraes utilizadas no dimensionamento gerada durante o processamento. Para visualiz-la, execute o comando Menu - Visualizar Sapatas Dimensionamento.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 148

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    Feche a listagem e retorne ao gerenciador. Para detalhar a sapata, execute o comando Menu Processar Sapatas Desenho.

    Para visualizar o desenho das armaes, basta selecion-lo na caixa de lista do gerenciador, conforme mostra a figura a seguir.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Fundaes 149

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  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Plotagem em Plotter 150

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    11 Plotagem em Plotter A seguir, explicaremos os principais itens da plotagem pelo CAD/TQS e paralelamente iremos ilustrar um exemplo prtico (passo a passo) das configuraes, da montagem e edio de plantas e da efetiva plotagem em plotter ou gerao do arquivo nnnnll.plt. 11.1. Aspectos Gerais da Plotagem CAD/TQS A plotagem pelos Sistemas CAD/TQS est baseada em trs entidades:

    1. Arquivo de desenho DWG e seus nveis.

    2. Tabelas de plotagem para os diversos tipos de desenhos (planta de formas, armao, carimbo/moldura, etc.), com seus respectivos tipos de hachuras, fontes, etc.

    3. Driver do plotter com a tabela de penas associada. Conhecendo estas trs entidades e suas interligaes voc poder facilmente configurar e modificar todos os parmetros de plotagem 11.1.1. Arquivos de Desenho Os arquivos de desenhos do CAD/TQS no so mais compatveis com o AutoCad. A transferncia de dados de desenhos para programas externos deve ser feita pelo DXF. O controle de plotagem feito por nveis de desenho. Todas as linhas e/ou textos escritos em um determinado nvel sero desenhados com as mesmas propriedades. 11.1.2. Tabelas de Plotagem As tabelas de plotagem so a ponte de ligao entre os nveis de desenho e o ndice das penas, tipos de hachuras, fontes, etc. As propriedades controladas pela tabela de plotagem so: Pena, Peso, Hachura e Fonte. Alm destas propriedades, voc pode tambm configurar vrios tipos de hachura para serem usados na tabela de plotagem. 11.1.3. Driver do Plotter O driver do plotter controla o tamanho do papel, se a plotagem ser feita em arquivo ou diretamente no plotter. Associado ao driver do plotter, temos as tabelas de penas. As tabelas de penas so tabelas que relacionam o ndice de uma pena com sua espessura e cor. 11.1.4. Funcionamento da Plotagem Depois de descrevermos as trs entidades, vamos mostrar como funciona a plotagem. A primeira parte o desenho. Nele criamos linhas e textos nos seus diversos nveis. A tabela de plotagem faz a interligao destes nveis com o ndice das penas, hachuras, fontes, etc. O driver do plotter l o ndice da pena e determina qual a espessura e cor ele ir plotar, alm claro, de fazer as hachuras automaticamente. A figura abaixo demonstra o esquema do funcionamento da plotagem:

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Plotagem em Plotter 151

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    11.2. Configurao do Driver do Plotter no Windows O CAD/TQS para Windows utiliza o conceito de independncia de dispositivos do Windows, usando os dispositivos de impresso previamente instalados no Windows. Para o Sistema Operacional Windows, o plotter uma impressora de grandes dimenses. Portanto, os conceitos aplicados para impressora e plotter so os mesmos. O Windows responsvel pela parte do sistema de plotagem que faz interface com o CAD/TQS, mas no responsvel pelo controle do plotter ou da impressora. Quem tem esta responsabilidade o fabricante do dispositivo, que deve entregar ao usurio, o software de controle no padro Windows (o driver do dispositivo), algumas vezes este software j vem com o Sistema operacional Windows. Voc dever instalar este driver, atravs do menu de impressoras (no painel de controle), no comando de adicionar impressoras:

    Na seqncia ser apresentado o assistente para adicionar impressora, clique no boto Avanar para iniciar a instalao do driver de plotter:

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    O assistente para adicionar impressora, apresentar uma lista de fabricante de impressoras com alguns Drivers. Provavelmente o Driver referente ao plotter que voc pretende utilizar no estar disponvel na lista apresentada, sendo assim ser necessrio que voc consiga o arquivo para a instalao do Driver. Se voc adquiriu um plotter, junto com o equipamento foi fornecido um disquete ou um CD. Utilize-o para instalar o driver do plotter atravs da opo Com disco. Se voc no possui um plotter e ir utilizar os servios de uma plotadora, solicite a esta, o arquivo para a instalao do Driver do plotter que ser utilizado, ou ento, se informe na plotadora qual o modelo e o fabricante do plotter que ser utilizado e, pela Internet, faa um download do arquivo no site do fabricante.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Plotagem em Plotter 153

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    Finalize a instalao conforme instrues do fabricante. 11.3. Definio do Driver do Plotter Windows para os Sistemas CAD/TQS Aps a instalao do driver no Windows, devemos informar aos Sistemas CAD/TQS, qual o driver de plotter que ser utilizado, no s para a plotagem em plotter, mas tambm para outros recursos como a visualizao prvia de plantas, etc.

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    11.4. Utilizando a Plotagem Especial TQS HPGL2 Este item opcional, mas muito importante se voc deseja gerar plotagens sem conhecer o tipo do plotter que ser empregado. Importante: A opo pela utilizao da plotagem TQS-HPGL2, no dispensa a configurao do driver de plotagem no CAD/TQS. Defina a opo Usar o driver de plotagem TQS-HPGL2, exclusivamente para plotagem em plantas, para que todos os arquivos de formato PLT gerados sejam compatveis com a maioria dos fabricantes de Plotter com configurao para a linguagem HPGL2, (HP, Xerox e outros). A definio da plotagem TQS-HPGL2 feita atravs da seqncia de comandos: Arquivo Configuraes Gerenciador Plotter

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    Ateno especial para as opes Dispositivo de sada Arquivo, para que o arquivo.PLT seja gravado no disco, para posterior cpia deste arquivo para o plotter, e para a opo Tabela de penas INDEFINI.PEN, pois na tabela de penas que esto configuradas as espessuras das penas que sero utilizadas na plotagem. Acionando novamente o comando Plotagem Critrios Configurao de plotters iremos definir esse parmetros descritos acima para a plotagem TQS-HPGL2:

    11.5. Arquivo de Moldura O arquivo de moldura um desenho em formato DWG, neste exemplo, o desenho Fl-a0.DWG, e dever existir na pasta C:\Tqsw\Suporte\Nge\Molduras\. Este desenho deve estar na escala 1:1 e seu canto inferior esquerdo na coordenada 0,0, segue abaixo a moldura que utilizaremos em nosso exemplo:

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    Veja o detalhe do carimbo do nosso exemplo com os campos a serem preenchidos:

    11.6. Configurao dos Critrios de Gerao de Plantas Veja a seguir que estaremos configurando os critrios para a plotagem de plantas especficas do edifcio exemplo Proj-Epp, caso deseje configurar os critrios comuns a todos os seus Edifcios, acione a opo Comum a todos os projetos, certificando-se que as configuraes: Especficos deste pavimento e Comum a todos os pavimentos esto desabilitadas.

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    11.6.1. Inserindo um novo formato Como vimos anteriormente, o arquivo de moldura um desenho, neste exemplo utilizaremos o Fl-a0.DWG que foi anteriormente colocado na pasta C:\Tqsw\Suporte\Nge\Molduras. Veja a seguir como inserir o novo formato selecionando seu arquivo de moldura, o arquivo Fl-a0.DWG:

    (1) Clique no boto Inserir. (2) Clique para definir o novo formato como padro. (3) Defina o nome do formato: TA0. (4) Defina o comprimento: 118.9 cm. (5) Defina a altura: 84.1 cm. (6) Defina a margem em X: 1 cm. (7) Defina a margem em Y: 2.5 cm. (8) Selecione o desenho da moldura: fl-A0. Ver desenho a seguir. (9) Defina a escala: 1.

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    (10) Clique no boto OK.

    (1) Lista de pastas. (2) Seleo da pasta aonde devero estar os desenhos de molduras. (3) Seleo do desenho de moldura, para este exemplo: (Fl-a0.DWG). (4) Confirmao da seleo. 11.7. Configurao da Tabela de Penas

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    11.8. Configurao das Tabelas de Plotagens Todo desenho gerado pelo CAD/TQS tem uma propriedade especfica s dele, por exemplo, um desenho de armao de vigas um desenho do sistema CAD/Vigas, do subsistema Armao de vigas. Acionando o comando Arquivo Propriedades dentro de um desenho no EAG possvel visualizar suas propriedades. Essas propriedades associam aquele desenho a uma tabela de plotagem especfica. Veja abaixo um exemplo dessa janela de propriedades de um desenho de armao de vigas, note que j mostrado qual a tabela que ser utilizada na plotagem desse tipo de desenho:

    11.8.1. Exemplo de Configurao de uma Tabela de Plotagem Primeiro acionamos o comando Plotagem- Critrios Tabelas de plotagem:

    Escolhemos o Sistema e o Subsistema, como exemplo o CAD/Formas e Planta de Formas:

    Selecionamos que a tabela editada ser a comum a todos os projetos:

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    Agora os nveis do desenho de Formas (FORnnnn.DWG), devero ser associados as penas, estilo de linhas e hachuras. No exemplo mostrado logo abaixo os pilares que morrem sero plotados com a pena 6 (espessura 0,5) e hachurados com a hachura 3 (80%):

    Para a configurao de outras tabelas de plotagem devemos efetuar o mesmo procedimento descrito acima.

    Lembre-se que para cada tipo de desenho, existe uma tabela de plotagem especfica.

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    11.9. Edio de Plantas Depois de configurado o driver de plotagem, o plotter, o arquivo de molduras, a tabela de penas e a tabela de plotagem, vamos montar a planta e efetuar a plotagem. Nesse exemplo, vamos utilizar o edifcio Proj-Epp, pavimento Superior, pasta de vigas. O Edifcio dever estar processado. A primeira coisa que devemos fazer selecionar a pasta de vigas do pavimento superior:

    Com a pasta acima selecionada acionamos o comando Plotagem Edio de plantas Editor de plantas:

    Escolha o nome do novo Layout, no nosso caso exemplo 0001, e clique em OK para que o editor de plantas seja aberto:

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    11.9.1. Seleo dos Desenhos J dentro do editor de plantas selecionaremos os desenhos que sero inseridos em nossa planta atravs do comando Desenhos Selecionar desenhos ou pela seqncia de cliques mostrado na figura abaixo:

    Podemos notar que a nossa lista de arquivos j esta atualizada com os desenhos que acabamos de selecionar:

    11.9.2. Montagem da Planta Nosso prximo passo inserir nossa planta com o formato TA0 baseada no nosso arquivo de moldura Fl-A0 que foi previamente selecionado na configurao dos critrios de gerao de plantas, utilizaremos o comando Distrib-

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    Distribuio automtica, esse comando distribuir automaticamente todos os desenhos selecionados no formato de planta atual que o TA0. Veja a seqncia de comando na figura abaixo:

    (1) Lista de formatos. (2) Seleo do formato TA0, que corresponde ao desenho de moldura Fl-a0.dwg. (3) Execuo do comando de distribuio automtica. (4) A planta montada com os desenhos aps o comando. 11.9.3. Preenchimento do Carimbo Agora j com a planta montada iremos preencher o carimbo. Para isso, executaremos o comando Plantas- Preencher carimbo, seguido por um clique em cima do carimbo.

    Notem na figura abaixo que ser aberto um novo desenho com o nome cr000101.dwg, esse desenho a nossa moldura e carimbo baseados no Fl-a0.dwg, que ser usado na plotagem.

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    (1) Preenchimento do carimbo. (2) Confirmao do preenchimento do carimbo. (3) Sair do desenho cr000101.dwg salvando-o. 11.9.4. Extrao da Tabela de Ferros Agora, de volta ao Editor de Plantas, vamos extrair a tabela de ferros, para isso acionaremos o comando Tabela Extrair tabela:

    Este comando ir gerar a tabela de ferro na planta e um arquivo texto com os dados extrados:

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    Pronto, depois de fechado esse arquivo e de volta ao Editor de Plantas, j estamos com todos os comandos necessrios para a gerao correta de nossa planta efetuados. 11.9.5. Visualizao da Planta Nesse momento j podemos visualizar nossa planta completa atravs do comando Plantas-Visualizao de plantas:

    Clicar em um ponto qualquer sobre o desenho e a seguir temos a visualizao da planta montada:

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    Pronto, j podemos sair do Editor de Plantas, para isso clique no boto fechar no canto superior direito de sua tela:

    11.10. Plotagem em Plotter (Gerao do Arquivo .PLT) Agora vamos gerar um arquivo.PLT para posterior plotagem em um plotter, execute o comando Plotagem Plotagem Em plotter, selecionando a planta a ser plotada, e o arquivo 000101.PLT ser gerado e estar pronto para ser enviado ao plotter. Note que o nome do arquivo.PLT o mesmo da planta, trocando somente a extenso (.PLT).

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    No podemos nos esquecer que a configurao do dispositivo de sada, em nosso plotter, estava como Arquivo, por isso que o .PLT foi gerado. O arquivo 000101.PLT dever ser copiado para a porta de comunicao onde o plotter est conectado. Se voc no possui um plotter e ir utilizar os servios de uma plotadora, o arquivo .PLT poder ser enviado a plotadora via e-mail, ou copiado em um disquete. Na UNIFOR poderemos utilizar os servios de plotagem da Grfica GR4, que se situa no centro de convivncia da Universidade. Para copiar o arquivo 000101.PLT para o disquete ou para a porta de comunicao onde o plotter esta conectado, utilize o Prompt do MS-DOS, atravs da seqncia de comandos Iniciar Programas Prompt do MS-DOS, executados na rea de trabalho do Windows. Exemplo de como copiar o arquivo .PLT para o disquete, usando o Prompt do MS-DOS: COPY C:\TQS\PROJ-EPP\SUPERIOR\VIGAS\000101.PLT A: Exemplo de como copiar o arquivo .PLT para a porta de comunicao onde o plotter esta conectado, usando o Prompt do MS-DOS: COPY C:\TQS\PROJ-EPP\SUPERIOR\VIGAS\000101.PLT LPT1: 11.10.1. Interpretao de Plotagem (Gerao do Arquivo .DWG) O comando Plotagem Utilidades de desenho Interpretao de plotagem PLT HPGL2, gera um desenho em formato DWG, a partir do arquivo PLT gerado anteriormente. A principal aplicao deste recurso a possibilidade de visualizao do que ser plotado, atravs da visualizao grfica do desenho gerado. Somente as plotagens geradas com a configurao para plotagem especial TQS-HPGL2, ou as plotagens geradas com o driver de plotter HP7585, podero ser interpretados, gerando o arquivo DWG, para posterior visualizao.

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    11.11. Plotagem em Desenho (Gerao de Arquivo .DWG e Arquivo DXF) Caso ocorra a necessidade de exportar uma planta gerada a partir da edio de planta do Sistema CAD/TQS, o caminho mais fcil gerar um desenho da planta em formato DWG e posteriormente coverter o arquivo DWG para DXF. Sendo assim depois de terminar a edio de plantas, execute o comando: Plotagem Plotagem Em Desenho.

    Finalmente, execute a converso do desenho da planta que esta no formato DWG para o formato DXF, executando o comando Plotagem Utilidades de desenho Converter DWG->DXF.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Plotagem em Plotter 170

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    11.12. Resumos para configurao e plotagem Resumo para configurao de plotagem (apenas uma vez):

    1. Configurar Critrios de gerao de plantas.

    2. Criar arquivo de moldura

    3. Ajustar Tabelas de penas.

    4. Ajustar Tabelas de plotagem.

    5. Configurar driver do plotter no Windows.

    6. Configurao de plotter no CAD/TQS. Resumo para plotagem:

    1. Criar ou editar um layout de plantas.

    2. Selecionar desenhos.

    3. Montar plantas.

    4. Preencher carimbos.

    5. Salvar layout de plantas.

    6. Plotar plantas.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Principais Teclas e Funes 171

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    Apndice A. Principais Teclas e Funes A.1. Aceleradores de Teclado Tecla Ajuda Orto girado Refazer Criar bloco Linha Linha mltipla Insere bloco Texto Escala janela Espelha janela Roda janela Move Move janela Copia Copia janela Apaga Apaga janela Apaga parcial Limpa intersec Altera Altera texto Altera nvel Paralela Nvel atual Nvel ligado Nvel deslig Nvel colorido Janela 2 ptos Janela total Janela ant Janela desloc Desfazer Distncia Salvar desenho Redesenhar Nvel travado Modo ortogonal Curva rpida Grade Afastar Captura Autom Sistema girado Desloc dinmic Move parcial A.2. Modificadores de Coordenadas

    Tecla Funo Ponto final de uma linha Interseco de duas linhas que se encontram Interseco de linhas que no se encontram Ponto exatamente Sobre uma linha Ponto Mdio entre 2 pontos Ponto mdio de reta Ponto em frao entre 2 pontos Ponto Auxiliar, de referncia para a entrada de outro ponto. Ponto da projeo Ortogonal do ponto anterior com uma reta Ponto da Tangente a um arco ou crculo Centro de uma circunferncia ou crculo Ponto de insero de Bloco

    A.3. Modos de Seleo de Elementos Grficos

    Seleo de elementos totalmente includos em janela. Seleo de elementos com pontos includos em janela Seleo de elementos parcialmente includos em janela Elementos totalmente dentro de uma cerca poligonal Seleo dos ltimos elementos criados Pega a ltima lista de seleo Seleo mltipla: Combinao dos modos acima.

    A.4. Comandos de Criao de Linha Mltipla

    Desfaz o ltimo segmento Fecha o ltimo ponto com o primeiro e termina o comando Altera uma distncia paralela para uso com os comandos e . Traa uma paralela reta apontada pelo cursor; Traa uma paralela a uma reta por dois pontos fornecidos Estende o trecho atual at uma reta apontada pelo cursor Modifica o comprimento do trecho atual Troca a ponta atual de definio da linha

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Principais Teclas e Funes 172

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    A.5. Cores Lgicas Principais

    Cor Nmero Cor Nmero Vermelha 1 Vermelha fraca 9 Amarela 2 Marrom 10 Verde 3 Verde fraca 11 Azul claro 4 Azul claro fraca 12 Azul escuro 5 Azul escuro fraca 13 Roxa 6 Roxo fraco 14 Branca 7 Cinza 15 Cinza fraca 8

    A.6. Atributos de Estilo de Linhas

    Nvel Estilo Representao 200 1 . . . . . . . . .201 2 204 3 . . . .205 4 .. .. ..210 1 . . . . . . . . .211 2 214 3 . . . .215 4 .. .. ..

    Outros 0

    A.7. Giro Dinmico de Blocos e Textos

    Tecla Funo Trilha espelhamento vertical espelhamento horizontal gira -90 gira +90 gira -45 gira +45 gira -5 gira +5 gira -1 gira +1

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Tabela de nveis padro 173

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    Apndice B. Tabela de nveis padro A maioria dos nveis padro do CAD/TQS configurvel. A seguir sero listadas as configuraes padro para os desenhos dos sistemas Cad/TQS B.1. CAD/Formas B.1.1. Desenho de formas Nveis Elementos do desenho 1 Contorno de vigas 2 Contorno dos pilares que nascem 3 Contorno dos pilares que continuam 4 Contorno dos pilares que morrem 5 Linhas de reforo do contorno do pilar 6 Hachura de pilares 7 Cotagem e outras linhas finas 8 Ttulos de vigas 9 Ttulos de pilares 10 Ttulos de lajes 11 Dimenses de vigas 12 Dimenses de pilares 13 Dimenses de lajes 18 Linhas de corte de vigas 19 Poligonais 20 Pontos fixos de pilares variveis 27 Nvel do contorno das lajes rebaixadas 28 Nvel de circulo de eixos 29 Nvel do texto de eixos 30 Nvel do fechamento do corte das vigas 201 Contorno tracejado de vigas 204 Linha de eixo de viga 205 Linha de eixos rotulados 206 Nvel de shafts em laje nervurada / plana 207 Nvel de capitel 208 Nvel de vos de nervuras 241 Nvel de recortes em laje nervurada B.2. CAD/Vigas Nveis Elementos do desenho 0 Texto de resumo 0 Texto de corte da seo transversal 0 Ttulos de pilares 0 Ttulos adicionais de pilares 0 Texto de dimenso de vigas 0 Flecha de corte 0 Identificao da armadura lateral na vista explodida 0 Gabarito da seo longitudinal 1 a 199 Texto da posio de ferros 200 Linha de cotagem dos ferros na seo transversal 201 Linha invisvel da armadura lateral 202 Texto de repetio de vigas 204 Linha de referncia da face do pilar 210 Viga que se apia

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Tabela de nveis padro 174

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    210 Linha de chamada dos ferros em corte 212 Linha que divide armadura positiva da armadura negativa 220 Linha de ferros 221 Textos da cotagem dos estribos na seo transversal 221 Cotagem: Nvel dos textos 221 Cotagem: Linhas de cotagem nos estribos 222 Ttulo da viga 239 Linha de armadura lateral 239 Ferro na seo longitudinal 239 Estribos na seo transversal 240 Poligonal do corte da seo transversal 244 Ferro em corte B.3. CAD/Pilar Nveis Elementos do desenho 1 a 199 Texto da posio de ferros 202 Texto de repetio do pilar 206 Texto de escala 206 Texto de p-direito 207 Textos de lances idnticos 208 Indicao de viga invertida 210 Seo transversal outro lance 212 Contorno do quadro 213 Texto do piso 220 Linhas de ferro 221 Identificao de ferros (Resumo dos ferros longitudinais) 221 Cotagem Nvel de cotagem 221 Cotagem Nvel da linha de cotagem 221 Cotagem Nvel das linhas de chamada 222 Titulo do pilar 224 Ferros em corte 225 Seo transversal (Poligonal fechada) 232 Identificador de lance p/tabela 233 Indicao da posio de estribo 239 Estribos na seo transversal 241 Texto de repetio do lance B.4. CAD/Lajes B.4.1. Processo simplificado Nveis Elementos do desenho 0 Contorno de lajes em balano 0 Elementos de desenho da entrada grfica 0 Texto de carga distribuda 202 Multiplicador de ferros 222 Ttulo do desenho 226 Ttulo de lajes 226 Dimenses das lajes 226 Eixos no desenho de esforos 227 Contorno de pilares 227 Texto de esforos negativos 228 Faces das vigas 228 Texto de esforos positivos

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    B.4.2. Editor de Esforos Nveis Elementos do desenho 202 Multiplicador de ferros 205 Eixos 206 Furos em lajes 207 Capitis 208 Vos de nervuras 209 Ttulo de vigas 209 Dimenses das vigas 216 Ttulos dos pilares 216 Dimenses de pilares 220 Linhas de ferros 220 Linhas de ferros negativos 221 Textos e flechas das faixas de distribuio 221 Detalhes de estribos 222 Ttulo do desenho 223 Diagrama de momentos positivos 224 Diagrama de momentos negativos 225 Diagramas de foras cortantes 226 Ttulos de lajes 226 Dimenses de lajes 227 Contorno de pilares 228 Desenho de faces de vigas 229 Isovalores negativos 230 Texto de posio zero 231 Texto de diagrama 232 Legenda 233 Faixas de armadura complementar 234 Hexgono do detalhe 235 Textos e crculos ligados aos eixos 237 Curva de isovalor zero 238 Faixa com momento mdio ponderado 239 Faixas de distribuio 240 Faixas selecionadas 241 Isovalores positivos B.5. CAD/Fundaes B.5.1. Desenho de armao de Blocos Nveis Elementos do desenho 0 Gabarito de blocos

    Identificao de escala Flecha de indicao de corte/Texto de identificao de corte

    1 a 199 Texto da posio de ferros 202 Texto de repetio de blocos 220 Linha de ferro 221 Cotagem 222 Titulo para desenho de armao 224 Ferro em corte 225 Poligonal do pilar 231 Poligonal fechada do lastro

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Tabela de nveis padro 176

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    B.5.2. Desenho de armao de Sapatas Nveis Elementos do desenho de Sapata 0 Gabarito de sapatas

    Identificao de escala 1 a 199 Texto da posio de ferros 202 Texto de repetio de sapatas 220 Linha de ferro 221 Cotagem 222 Titulo para desenho de armao 223 Cotagem do trecho reto do ferro principal 224 Ferro em corte 225 Poligonal do pilar 231 Poligonal fechada de lastro

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Compatibilidades 177

    Apndice C. Compatibilidades O EAG pode ler e gravar arquivos de desenhos de outros sistemas CAD. Este um recurso importante para que o projetista possa se comunicar com outras reas de projeto. O padro de transferncia de arquivos de desenho via arquivo DXF ASCII. Os utilitrios de converso de arquivos DXF fazem parte do CAD/TQS. O formato DXF, definido pela Autodesk um padro de fato para os aplicativos CAD do mercado. Uma vez que o EAG trabalha com um subconjunto de elementos do AutoCad, desenhos do EAG sempre podem ser transportados, via DXF, para o AutoCad. Quando os desenhos so transportados para o EAG, parte dos elementos de desenho no so transportados. C.1. Compatibilidades: Nveis de desenho Layers do AutoCad so nveis no EAG. Os layers numricos recebem um nvel de mesmo nmero. Layers com nome alfanumrico so convertidos para os nveis alfanumricos. O EAG l as cores associadas a cada layer. Os estilos de linha so lidos e ajustados para o padro TQS. Os estilos de texto so ignorados (estilos de linha so fixos no EAG, e os estilos de texto no existem). Cores quando ligadas a elemento (e no a layer) so mantidas. Os nveis ligados e desligados do EAG correspondem aos nveis congelados e descongelados do AutoCad. C.2. Compatibilidades: Elementos grficos Apresentaremos os elementos grficos tratados pelo EAG e os correspondentes do AutoCad. C.2.1. Compatibilidades: Linhas Linhas so 100% compatveis C.2.2. Compatibilidades: Linhas com espessura Linhas com espessura so armazenadas como elementos de TRACE do AutoCad. O EAG representa estas linhas sem preenchimento interno. Se definidas dentro do EAG, recebem espessura fixa de 0.1 unidades. C.2.3. Compatibilidades: Linhas mltiplas So as POLYLINEs do AutoCad. No entanto no podem ter espessura e nem elementos de arco. As linhas mltiplas do EAG so sempre abertas (POLYLINEs fechadas no so reconhecidas). C.2.4. Compatibilidades: Curvas O elemento de curva do EAG no compatvel com o AutoCad. No transporte via DXF, as curvas so convertidas em polylines. C.2.5. Compatibilidades: Textos Textos no EAG so sempre alinhados a esquerda, com fonte de texto nico.

  • Curso de Concreto Armado utilizando CAD/TQS Compatibilidades 178

    C.2.6. Compatibilidades: Arcos e Crculos So 100% compatveis C.2.7. Compatibilidades: Blocos de desenho O EAG limita o aninhamento de bloco dentro de bloco em 4 ocorrncias. C.3. Condies de transferncia Como j foi dito anteriormente, o padro de transferncia de desenhos o DXF. Outros elementos do AutoCad no descritos aqui no so reconhecidos pelo EAG, e casos lidos, sero automaticamente descartados. C.3.1. Eliminao de blocos no usados Quando o arquivo DXF vem com layers desligados, os elementos normais dentro destes layers no so transportados, mas as definies de blocos so. Estas definies incluem os chamados blocos sem nome, entre eles as hachuras e podem ocupar muito espao. Para remover os blocos no usados do desenho, use o comando Eliminar blocos / nveis no usados localizado no menu do gerenciador: Plotagem Utilidades de desenho.

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