CONSEQUNCIAS DA POLUIO ATMOSFRICA

  • Published on
    25-Jan-2016

  • View
    27

  • Download
    0

DESCRIPTION

CONSEQUNCIAS DA POLUIO ATMOSFRICA. EFEITO ESTUFA CHUVA CIDA SMOG INVERSO TRMICA AQUECIMENTO GLOBAL. EFEITO ESTUFA. - PowerPoint PPT Presentation

Transcript

  • CONSEQUNCIAS DA POLUIO ATMOSFRICAEFEITO ESTUFACHUVA CIDASMOGINVERSO TRMICAAQUECIMENTO GLOBAL

  • EFEITO ESTUFAO efeito estufa um fenmeno natural, ele mantm a Terra aquecida ao impedir que os raios solares sejam refletidos para os espao e que o planeta perca seu calor, sem ele a Terra teria temperaturas medias abaixo de 10C negativos.

    O que vem ocorrendo, o aumento do efeito estufa causado pelas intensas atividades humanas, sendo a principal delas a liberao de CO2 (dixido de carbono) na atmosfera.

    Ele um dos gases que naturalmente contribuem para a o efeito estufa normal do planeta, mas que agora com seu aumento na atmosfera pode intensificar esse efeito, levando a um aquecimento maior do planeta.

    A principal fonte de liberao de CO2 a queima de combustveis fosseis (combustveis derivados do petrleo, como a gasolina; carvo e gs natural). Outros gases liberados pelo homem tambm aumentam o efeito estufa, so eles o Metano (CH4) , CFC, N2O, HFCs, e SF6 (hexafluoreto de enxofre).

    Hoje em dia o verdadeiro problema no o efeito de estufa, mas sim o reforo do efeito estufa natural, que poder aumentar a temperatura mdia da Terra.

  • DESTRUIO DA CAMADA DE OZNIOA camada de oznio uma capa desse gs que envolve a Terra e a protege de vrios tipos de radiao, sendo que a principal delas, a radiao ultravioleta, a principal causadora de cncer de pele. No ltimo sculo, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gs que ao atingir a camada de oznio destri as molculas que a formam (O3), causando assim a destruio dessa camada da atmosfera. Sem essa camada, a incidncia de raios ultravioletas nocivos Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contrao de cncer.

  • DESTRUIO DA CAMADA DE OZNIOA regio mais afetada pela destruio da camada de oznio a Antrtida. Nessa regio, principalmente no ms de setembro, quase a metade da concentrao de oznio misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenmeno deixa merc dos raios ultravioletas uma rea de 31 milhes de quilmetros quadrados, maior que toda a Amrica do Sul, ou 15% da superfcie do planeta. Nas demais reas do planeta, a diminuio da camada de oznio tambm sensvel; de 3 a 7% do oznio que a compunha j foi destrudo pelo homem. Mesmo menores que na Antrtida, esses nmeros representam um enorme alerta ao que nos poder acontecer, se continuarmos a fechar os olhos para esse problema.

  • CHUVA CIDAOrigens da Chuva cida A Revoluo Industrial do sculo XVIII trouxe vrios avanos tecnolgicos e mais rapidez na forma de produzir, por outro lado originou uma significativa alterao no meio ambiente. As fbricas com suas mquinas a vapor, queimavam toneladas de carvo mineral para gerar energia. Neste contexto, comea a surgir a chuva cida. Porm, o termo apareceu somente em 1872, na Inglaterra. O climatologista e qumico Robert A. Smith foi o primeiro a pesquisar a chuva cida na cidade industrial de Manchester.

  • CHUVA CIDADEPOSIO CIDAA chuva cida composta por diversos cidos como, por exemplo, o xido de nitrognio e os dixidos de enxofre, que so resultantes da queima de combustveis fsseis (carvo, leo diesel, gasolina entre outros). Quando caem em forma de chuva ou neve, estes cidos provocam danos no solo, plantas, construes histricas, animais marinhos e terrestres etc. Este tipo de chuva pode at mesmo provocar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar determinados tipos de animais e vegetais. Poluindo rios e fontes de gua, a chuva pode tambm prejudicar diretamente a sade do ser humano, causando doenas pulmonares, por exemplo.

    Este problema tem se acentuado nos pases industrializados, principalmente nos que esto em desenvolvimento como, por exemplo, Brasil, Rssia, China, Mxico e ndia. A setor industrial destes pases tem crescido muito, porm de forma desregulada, agredindo o meio ambiente. Nas dcadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubato, litoral de So Paulo, a chuva cida provocou muitos danos ao meio ambiente e ao ser humano. Os cidos poluentes jogados no ar pelas indstrias, estavam gerando muitos problemas de sade na populao da cidade. Foram relatados casos de crianas que nasciam sem crebro ou com outros defeitos fsicos. A chuva cida tambm provocou desmatamentos significativos na Mata Atlntica da Serra do Mar.

    Estudos feitos pela WWF ( Fundo Mundial para a Natureza ) mostraram que nos pases ricos o problema tambm aparece. Na Europa, por exemplo, estima-se que 40% dos ecossistemas esto sendo prejudicados pela chuva cida e outras formas de poluio.

  • CHUVA CIDAA Chuva natural j um pouco cida

    A maioria dos corpos de gua cidos no parece poluda. medida que a matria orgnica que decai se assenta, a gua acidificada pode parecer clara e azul. Algumas espcies, como o musgo, podem se desenvolver em condies cidas. Mas as verduras e as guas lmpidas no suportam ambientes nocivos. H uma queda da diversidade, e as espcies sem predadores geralmente crescem de modo preocupante.

  • DANOS DA CHUVA CIDAA chuva cida possui a terrvel capacidade de destruir rocha e metal, os materiais mais durveis. Construes antigas, monumentos e lpides carregam sinais leves de corroso cida e deteriorao. A deposio cida acelera o desgaste natural causado pela chuva, sol, neve e vento.A chuva cida tambm estraga a pintura de automveis. A indstria automotiva considera a deposio cida um tipo de precipitao ambiental corrosiva, alm da seiva de rvores, plen e excrementos de pssaros. As marcaes cidas deixam formas corrosivas e irregulares em superfcies horizontais. Pintar novamente a nica forma de reparar o acabamento de um carro desfigurado pela chuva cida.

  • DANOS DA CHUVA CIDA

  • A chuva cida pode corroer rocha e metal. Ela acelerou o processo natural de desgaste do rosto desse anjo em rocha.

  • SMOGO smog, palavra que deriva das expresses inglesas smoke (fumaa) e fog (nvoa) composto por uma mistura de substncias poluentes que invadem a atmosfera. Duas das substncias primrias que compem o smog so o oznio no nvel do solo e finas partculas produzidas no ar chamadas de matria particular.

    O oznio no nvel do solo afeta o sistema respiratrio do corpo e produz uma inflamao das vias respiratrias que pode persistir por at 18 horas depois da exposio ao smog.

    Podem ocorrer episdios de tosse e peito apertado. Tambm podem agravar-se problemas do corao e pulmes, e existe evidncia de que a exposio intensifica a sensibilidade dos asmticos aos alrgenos. As partculas produzidas pelo ar suficientemente pequenas para serem aspiradas tambm tm o potencial de afetar a sade. As partculas finssimas podem penetrar profundamente nos pulmes e interferir no funcionamento do sistema respiratrio. Estas partculas finas esto associadas ao aumento dos sintomas da asma, em admisses nos hospitais e tambm na mortalidade prematura.

    Embora os perigos do smog sejam abordados com freqncia atualmente, convm recordar que quando este problema de poluio foi detectado, em meados do sculo XX, houve grande mortandade. Na capital britnica acumulou-se uma triste marca, pois misturas letais de smog mataram 600 pessoas em 1948, cerca de trs mil em 1952, mais mil em 1956, e 750 em 1962.

  • SMOG

  • INVERSO TRMICA

  • Ilhas de calor

  • O QUE O AS CONSEQNCIAS DA POLUIO ATMOSFRICA PODEM CAUSAR????Derretimento das calotas polares, isso acarretara um aumento no nvel dos oceanos, o que causara inundaes em cidades litorneas. Mudana nos regimes de chuvas, poder chover menos em determinadas regies e mais em outras. Doenas que hoje so tipicamente de regies tropicais como a malria e a febre amarela podero atingir regies que hoje no so encontradas. A agricultura ser seriamente afetada, isto porque a agricultura depende muito do clima, com a mudana deste regies que hoje so propicia para a pratica da agricultura podero se tornar ridas. Aquecimento das Grandes Cidades, as cidades geralmente apresentam temperaturas mais altas do que as reas menos habitadas, com o aumento do efeito estufa essas temperaturas vo subir mais do que so hoje, o que poder afetar a sade da populao. Falta de Energias, pases como o Brasil que tem na energia hidreltrica sua maior fonte de energia podero sofre com a falta de chuvas, o que acarretar menos guas nos reservatrios. Extino de espcies animais e vegetais, que hoje so restritos a determinados ecossistemas que podero desaparecer com o aquecimento. Desertificao, terras que hoje so campos ou florestas podero virar desertos. Grandes Incndios, com o aquecimento da terra os grandes incndios florestais vo se tornar cada vez mais comuns, e seu combate tambm vai se tornar mais difcil.

  • Geleira Quilca, localizada a 5.250 m de altitude na regio de Puno, sudeste do Peru

  • PROTOCOLO DE KYOTOProtocolo de KyotoRepresentantes de centenas de pases se reuniram em 1997 na cidade de Kyoto no Japo para discutirem o futuro do nosso planeta e formas de diminuir a poluio mundial. O documento resultante deste encontro denominado Protocolo de Kyoto. Neste documento ficou estabelecido que algumas propostas de reduo da poluio seriam tomadas e seria criada a Conveno de Mudana Climtica das Naes Unidas. A maioria dos pases participantes votaram a favor do Protocolo de Kyoto. Porm, os EUA, alegando que o acordo prejudicaria o crescimento industrial norte-americano, tomou uma posio contrria ao acordo

  • Carla LeroyBilogaGestora AmbientalMestranda em Sustentabilidade Socioeconmica e Ambiental - UFOP2011