concreto armado para paredes - glo ? frmas de ao (Figura 2). Figura 1 ... Interface entre paredes

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    19-Jul-2018

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  • Av. Prof. Almeida Prado, 532 Cidade Universitria - Butant CEP 05508-901 So Paulo - SP Tel: (11) 3767-4164 Fax: (11) 3767-4961 ipt@ipt.br / www.ipt.br

    Produto

    Painis pr-moldados macios de concreto armado para paredes

    Proponente Global Concrete Solutions do Brasil Construes LTDA. GCS Av. Professor Manoel Csar Ribeiro, n 2953, Pindamonhangaba/SP, CEP: 12411-010 Home page: http:// www.globalconcretesolutions.es/pt/ Telefone: 12 3645-1895 e-mail: engenharia@gcsbrasil.com.br

    Emisso Maro de 2016

    Validade Junho de 2016

    Considerando a avaliao tcnica coordenada pelo Instituto de Pesquisas Tecnolgicas do Estado de So Paulo, IPT, e a deciso do Comit Tcnico, de 02/03/16, a Comisso Nacional, em sua reunio de 21/03/16, resolveu conceder aos Painis pr-moldados macios de concreto armado para paredes o Documento de Avaliao Tcnica N 029. Esta deciso restrita s condies de uso definidas para o produto, destinado construo de casas trreas, isoladas e geminadas, e unidades habitacionais sobrepostas, e s condies expressas nesse Documento de Avaliao Tcnica.

    DATec

    N 029

    Limites da avaliao tcnica dos Painis pr-moldados macios de concreto armado para paredes:

    A avaliao contemplou o sistema de paredes. Para o atendimento da edificao como um todo ABNT NBR 15575:2013, a avaliao deve ser complementada;

    Para a avaliao dos painis GCS, considerou-se como elementos inovadores as paredes de painis pr-moldados de concreto armado e suas interfaces com piso, esquadrias e cobertura, as juntas entre painis e as juntas entre painis e lajes;

    Os componentes e elementos convencionais no so objeto deste DATec e, portanto, no foram contemplados na avaliao tcnica; porm devem atender s normas tcnicas correspondentes;

    A avaliao foi realizada considerando o emprego dos painis em paredes de casas trreas, isoladas e geminadas, e unidades habitacionais sobrepostas;

    O desempenho trmico foi avaliado para uma zona bioclimtica (Z3), constante da ABNT NBR 15220-3:2005, considerando cobertura de laje de concreto e telhado de telhas cermicas;

    A estanqueidade gua das interfaces entre paredes e esquadrias externas e entre paredes e piso foi avaliada por meio de anlise de projetos e visita tcnica a obras em execuo, considerando os painis, as juntas entre painis e as juntas entre painis e esquadrias. A estanqueidade agua das paredes externas, sujeitas ao da gua de chuva, foi avaliada

    por meio de ensaio em laboratrio. Entretanto, a estanqueidade gua da janela no foi avaliada, pois no objeto deste DATec;

    A avaliao da durabilidade das paredes de concreto compreendeu a avaliao do cobrimento das armaduras, considerando-se a classe de concreto C25, para as classes I e II de agressividade ambiental, correspondentes s zonas rural e urbana, respectivamente, bem como a realizao de ensaio de choque trmico;

    O comportamento das juntas entre painis, das juntas entre painis e laje de piso e das juntas entre lajes pr-moldadas so objeto de monitoramento constante pelo Proponente da Tecnologia, em razo da limitao de se avaliar tal comportamento ao longo do tempo.

    mailto:ipt@ipt.brhttp://www.rossiresidencial.com.br/

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    1. Descrio do produto

    Os painis GCS so utilizados para a construo de paredes de casas trreas isoladas e unidades habitacionais sobrepostas. As paredes so constitudas de painis estruturais pr-moldados macios de concreto e pelas ligaes entre eles.

    A produo dos painis feita na unidade fabril da empresa localizada na cidade de Pindamonhangaba-SP (Figura 1). A moldagem dos painis feita na posio horizontal, com frmas de ao (Figura 2).

    Figura 1 Vista geral da unidade de produo dos painis

    Figura 2 Vista geral das frmas de ao

    1.1. Condies e limitaes de uso

    As paredes formadas por painis estruturais de 100 mm de espessura no podem ser total ou parcialmente demolidas. Qualquer modificao em paredes e lajes, como abertura de vos de portas e rasgos para instalaes hidrulicas e eltricas, deve ser previamente acordada com a GCS, na fase de projeto das edificaes. Os painis de vedao de 70 mm de espessura no podem ser empregados como elementos de compartimentao horizontal, tais como em ambientes que abrigam equipamentos que utilizam gs. O uso dos painis est limitado s classes de agressividade ambiental I e II (atmosferas rurais e urbanas). Os cuidados na utilizao constam do Manual Tcnico de Uso e Manuteno (Manual de uso e operao do sistema de paredes da GCS), preparado pela GCS.

    2. Diretriz para avaliao tcnica

    O IPT realizou a avaliao tcnica de acordo com a DIRETRIZ SINAT N 002 Sistemas construtivos integrados por painis pr-moldados para emprego como paredes de edifcios habitacionais, Reviso 01, publicada em julho de 2012 e de acordo com a ABNT NBR 15575-4:2013.

    3. Informaes e dados tcnicos

    3.1 Especificaes tcnicas e detalhes construtivos

    a) Painis de parede: os painis de parede so estruturais, pr-moldados, de concreto armado. Nas paredes externas, paredes da cozinha e paredes entre unidades (geminao) so utilizados painis de 100 mm de espessura. J nas paredes divisrias entre dormitrios e entre estes e a sala so utilizados painis de 70 mm de espessura. Os painis de 70 mm no possuem funo estrutural, ou seja, no recebem cargas da laje e nem da cobertura;

    b) Concreto: o concreto utilizado na produo dos painis possui massa especfica de 2.400 kg/m3, resistncia caracterstica compresso especificada (fck) de 25 MPa e classe de

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    consistncia C100. A resistncia mnima do concreto na desenforma, de 6 MPa, que feita, em geral, aps 10 horas da concretagem;

    c) Armadura: a armadura dos painis de 100 mm composta por tela de ao soldada Q 246 (5,6 mm a cada 100 mm), colocada no eixo dos painis. H barras de ao de 10 mm em todo o permetro do painel. Ao redor das aberturas so tambm utilizadas barras de 10 mm que se prolongam em 350 mm alm do limite de cada lado da abertura. A armadura dos painis de 70 mm composta por tela de ao soldada Q 138 (4,2 mm a cada 100 mm), tambm colocada no eixo dos painis;

    d) Espaadores: so utilizados espaadores plsticos circulares, de 30 mm e 40 mm, respectivamente, para painis de 70 mm e 100 mm de espessura, posicionados a cada 600 mm;

    e) Lajes: as lajes so pr-moldadas, macias, de concreto armado de 100 mm de espessura. A resistncia caracterstica compresso do concreto especificado para as lajes de 25 MPa.

    f) Ligaes entre painis de parede: a ligao entre os painis feita por meio de solda aplicada em insertos metlicos posicionados nas laterais dos painis. Os insertos para ligao entre painis so constitudos de:

    Perfis U de chapa de ao dobrada posicionados nas bordas dos painis, com dimenses de 100 mm de comprimento, 60 mm de largura, aba de 25 mm e 3 mm de espessura. Esses perfis so soldados a barras de ao de 8 mm e 150 mm de comprimento, que so ligadas s telas das armaduras dos painis (Figura 3); e

    Chapa plana de 3 mm de espessura soldadas a ganchos de 6 mm (Figura 3).

    Legenda:

    Painel; Inserto lateral com chapa plana;

    Tela de armadura do painel; Solda;

    Inserto lateral com perfil U; Argamassa.

    Figura 3 Esquema da ligao lateral entre os painis a 90

    2

    1

    3

    4

    2 1

    5

    6

    4

    Inserto metlico com perfil U

    Inserto metlico de chapa plana

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    g) Tratamento das juntas entre painis: o tratamento das juntas feito com selante de poliuretano, como mostrado esquematicamente na Figura 4. Primeiramente feito o preenchimento dos nichos de ligao dos painis com argamassa colante ACIII, recompondo as bordas chanfradas do painel. O vo entre os chanfros, com seo triangular de aproximadamente 20 mm de largura e 10 mm de profundidade, preenchido com selante de poliuretano, cuja superfcie externa alisada com esptula. Previamente a esse tratamento, as chapas de ligao recebem pintura rica em zinco, aps a soldagem;

    Figura 4 Esquema do tratamento das juntas laterais entre painis (sem escala)

    h) Ligaes entre painis de parede e laje: a ligao dos painis de parede com as lajes tambm feita por meio de solda entre as chapas de ligao existentes na base e topo dos painis e os insertos das lajes, constitudos de chapas de ao de 3 mm de espessura (Figura 5);

    Figura 5 Ligao entre painis de parede e laje

    1

    2

    3

    4 5

    6 7 8

    4

    3

    4

    Inserto metlico com perfil U

    Inserto metlico de chapa plana

    Argamassa colante ACIII

    Preenchimento com selante de poliuretano

    Legenda:

    Painel;

    Tela de armadura do painel;

    Inserto com perfil U;

    Inserto da laje;

    Solda;

    Argamassa;

    Laje;

    Armadura da laje.

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    i) Tratamento das juntas horizontais entre painis e lajes: o tratamento das juntas horizontais entre os painis e a laje feito analogamente ao tratamento das juntas entre painis descrita anteriormente na alnea g), empregando-se selante de poliuretano. Primeiramente feito o preenchimento dos nichos de ligao dos painis e da laje com argamassa colante ACIII, recompondo as bordas chanfradas de ambos. O vo entre os chanfros, com seo triangular de aproximadamente 20 mm de largura e 10 mm de profundidade, preenchido com selante de poliuretano, cuja superfcie externa alisada com esptula (Figura 4);

    Figura 6 Esquema do tratamento das juntas horizontais entre painis e laje (sem escala)

    j) Interface entre paredes e instalaes: as instalaes eltricas so embutidas nos painis de parede. Para isso os eletrodutos so fixados armadura dos painis antes da concretagem. Os tubos de queda de esgoto e as prumadas de gua so posicionadas em shafts. Os sub-ramais de gua fria so externos aos painis, posicionados em rebaixos previstos nos painis, que, aps a montagem das instalaes, so preenchidos com argamassa de cimento e areia com resistncia da ordem de 2 MPa. A tubulao de gs externa s paredes, sobreposta na fachada;

    k) Interface entre painis e esquadrias: as janelas so fixadas lateralmente aos painis por meio de bucha e parafuso e a vedao da interface janela/painel feita com espuma de poliuretano, como indicado na Figura 7;

    l) Revestimento e acabamento do painel de parede: as faces dos painis podem receber pintura ou revestimento cermico.

    3.2 Procedimento de execuo

    A sequncia de atividades para fabricao e montagem dos painis da GCS, apresentada a seguir, pde ser constatada nas visitas tcnicas e na auditoria realizada na unidade fabril e em obras na cidade de Pindamonhangaba-SP.

    a) Inicialmente feita a limpeza e aplicao de desmoldante base de leo mineral nas frmas;

    Montagem da armadura com a colocao dos espaadores plsticos para garantir cobrimento das armaduras, os eletrodutos e caixas de eltrica (Figura 8 e Figura 9).

    Argamassa

    Preenchimento com selante de poliuretano

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    Figura 7 Detalhe da interface entre o painel e a janela na fachada (sem escala)

    Figura 8 Montagem da armadura Figura 9 Armadura montada juntamente com eletrodutos e caixas de eltrica

    b) Em seguida feito o lanamento (Figura 10), espalhamento (Figura 11), adensamento com vibrador de imerso (Figura 12) e sarrafeamento do concreto com rgua metlica (Figura 13). Para que os operrios no pisem na armadura durante as operaes de espalhamento e adensamento do concreto utiliza-se uma plataforma, apoiada nas laterais das frmas (Figura 11);

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    Figura 10 Lanamento do concreto Figura 11 Espalhamento do concreto

    Figura 12 Adensamento do concreto Figura 13 Sarrafeamento do concreto

    c) Em seguida procede-se a um alisamento da superfcie do concreto com rgua vibratria (Figura 14). Aps o incio de pega do concreto feito o acabamento final da superfcie com desempenadeira metlica (Figura 15);

    Figura 14 Alisamento da superfcie do concreto Figura 15 Desempenadeira metlica usada no acabamento da face do painel

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    d) Aps o iamento, que feito aps 10 horas da concretagem, com resistncia mnima do concreto, de 6 MPa, os painis so identificados (Figura 16) e levados rea de estocagem onde so agrupados em cavaletes metlicos para serem transportados para a obra (Figura 17);

    Figura 16 Identificao do painel Figura 17 Estocagem dos painis

    e) Os cavaletes, carregado com os painis, so transportados para a obra;

    f) Previamente montagem dos painis na obra faz-se o posicionamento das placas de ancoragem no radier ou baldrame. Essas placas de ancoragem so alinhadas, niveladas e fixadas com adesivo epxi. So previstas pelo menos duas placas para cada painel e uma distncia mxima entre elas de 500 mm. Para a fixao das placas so feitos furos no radier ou baldrame, que recebem adesivo epxi e nos quais so introduzidas as barras de ao indicadas na Figura 18;

    Legenda:

    Painel Chapa de ligao do painel

    Placa de ancoragem Soldagem

    Ancoragem da chapa de ligao

    Figura 18 Placa de ancoragem fixada ao radier ou baldrame

    2

    1

    4

    5

    3

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    g) Na montagem, os painis so apoiados sobre as placas de ancoragem (Figura 19). O nivelamento feito colocando-se chapas de ao entre a placa de ancoragem e o painel at se atingir o nivelamento desejado. Para isso, utiliza-se um nvel tico (Figura 20);

    Figura 19 Posicionamento do painel Figura 20 Verificao do nivelamento do painel

    h) Em seguida ajusta-se a posio e verifica-se o prumo do painel e feita a fixao provisria ao painel perpendicular por meio de um gabarito e faz-se a soldagem lateral entre os painis adjacentes (Figura 21) e entre as placas de ancoragem da fundao e as chapas da base dos painis (Figura 22);

    Figura 21 Soldagem lateral do painel Figura 22 Soldagem da base do painel

    i) A situao desejvel que o elemento de fundao que apoia o painel estela perfeitamente nivelado. Caso haja desnivelamento do elemento de fundao feita uma regularizao da base com graute aps a fixao das placas de ancoragem (Figura 23);

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    Figura 23 Regularizao do radier nas bases das paredes

    j) Posteriormente, a interface entre a base do painel e a fundao preenchida com argamassa de cimento e areia, trao 1:3, com aditivo impermeabilizante;

    k) As lajes so apoiadas diretamente sobre os painis de parede e a ligao tambm feita por meio de solda entre as chapas de ligao dos painis e as chapas de ancoragem das lajes, como mostrado anteriormente na Figura 5.

    4. Avaliao tcnica

    A avaliao tcnica de desempenho foi conduzida conforme a DIRETRIZ SINAT N 002 e a ABNT NBR 15.575-4 (2013), a partir da anlise de projetos, ensaios laboratoriais, verificaes analticas do comportamento estrutural, vistorias em obras e demais avaliaes que constam dos Relatrios Tcnicos e de ensaios citados no item 6.2.

    4.1 Desempenho estrutural

    O desempenho estrutural do sistema de paredes foi avaliado a partir da anlise de projeto e dos resultados de ensaio que determinaram a estabilidade global da edificao, a resistncia das paredes s cargas verticais, a impactos de corpo mole, corpo duro, peas suspensas e solicitaes de portas.

    A estabilidade global da edificao proporcionada pelas paredes estruturais, que funcionam como contraventamento nas duas direes principais, e pelas lajes, que funcionam como diafragmas rgidos transferindo os esforos horizontais s paredes. Por se tratar de unidades habitacionais sobrepostas e, portanto, de pequena altura, providas de paredes estruturais nas duas direes que so soldadas s lajes, formando cum conjunto monoltico, possvel afirmar que a rigidez desse conjunto (paredes + lajes) transfere as aes horizontais s fundaes, mantendo a estabilidade da edificao.

    Foram feitos ensaios de compresso excntrica para avaliar a resistncia s cargas verticais para o estado limite ltimo e para o estado limite de servio. Na Tabela 1 apresenta-se uma sntese dos resultados desses ensaios, cujos painis foram feitos com concreto com resistncia igual, ou maior a 25 MPa, conforme comprovado no ensaio de caracterizao feito em laboratrio do IPT.

    Com os resultados dos ensaios da Tabela 1 utilizou-se as equaes para a determinao da resistncia ltima de projeto (Rud) e da resistncia de servio (Rsd) da ABNT NBR 15575-2 com

    m = 2,0 e = 1,5.

    Tomando-se a maior carga prevista no projeto exemplo analisado (Sk = 35,0 kN/m) foram

    calculadas a solicitao de projeto para o estado Limite ltimo (Sd,u) com f = 1,4 . 1,3 e para o estado limite de servio (Sd,s) com f = 1,3, obtendo-se os resultados da Tabela 2. A partir desses resultados verificam-se comprovadas as condies de que Sd,u Rud, para o Estado Limite ltimo, e Sd,s Rsd, para o Estado Limite de Servio.

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    Tabela 1 Sntese dos resultados dos ensaios de compresso excntrica

    Corpo-de-prova ensaiado

    Carga da primeira fissura (kN/m)

    Carga mxima aplicada (kN/m)(1)

    Relatrio de ensaio

    CP 1 197,0 424,2

    IPT n 140 108-203 CP 2 166,7 424,2

    CP 3 181,8 424,2

    1) Os corpos de prova no sofreram ruptura para a carga mxima aplicada, de 424,2 kN/m.

    Tabela 2 Sntese da anlise dos resultados dos ensaios de compresso excntrica

    Rud Sd,u Rsd Sd,s

    148,5 kN/m 63,7 kN/m 116,7 kN/m 45,5 kN/m

    Para cada empreendimento deve ser desenvolvido um projeto estrutural especfico e sua respectiva memria de clculo, cujas solicitaes de projeto devem ser comparadas com a resistncia ltima de projeto (Rud) e a resistncia de servio (Rsd).

    Foram feitos ensaios de impactos de corpo mole, impactos de corpo duro e solicitaes de portas, para os painis de 70 mm de espessura, constantes do Relatrio de Ensaio IPT n 1 059 661-203, tendo alcanado resultados que atendem aos critrios mnimos estabelecidos na Diretriz SiNAT N 002 e na ABNT NBR 15.575-4:2013.

    Tambm foi feito ensaio de solicitao de peas suspensas, conforme descrito no Relatrio de Ensaio IPT n 1 061 601-203, e os resultados atendem aos critrios mnimos estabelecidos na Diretriz SINAT N 002 e na ABNT NBR 15.575-4:2013.

    4.2 Estanqueidade gua

    A estanqueidade gua foi verificada para paredes internas em reas molhadas e molhveis e sujeitas ao da gua de uso e lavagem dos ambientes, por meio de anlise de projeto, e para paredes externas, sujeitas ao da gua de chuva, por meio de ensaio em laboratrio.

    As bases das paredes internas de reas molhadas e molhveis, como banheiro, cozinha e lavanderia recebem uma membrana impermevel flexvel de base cimentcia at a altura de 300 mm acima do nvel do piso e revestimento cermico at a altura de 1,5 m, aplicado com argamassa colante AC-II. Assim, considera-se como satisfatrio o comportamento dos painis com relao estanqueidade gua de uso e lavagem.

    As paredes externas so apoiadas no radier, elevado 30 mm em relao ao nvel da calada externa. A base dos painis recebe um cordo de selante PU e, posteriormente, finalizada com uma camada de argamassa, preenchendo-se o chanfro. Caso haja desnivelamento do radier feito um contrapiso com espessura aproximada de 20 mm (Figura 24). Alm disso, prev-se a aplicao de impermeabilizao na base das paredes externas (interface parede e calada) at altura de 300 mm.

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    Legenda:

    Painel Cordo de PU aplicado na base do painel

    Radier Argamassa colante ACIII

    Calada externa Contrapiso

    Figura 24 Esquema do tratamento das juntas horizontais entre painis e laje (sem escala)

    Para a avaliao do comportamento dos painis das paredes externas foi feito ensaio em laboratrio, conforme Relatrio de Ensaio IPT n 1 061 283-203. Constatou-se, na regio de junta entre os painis, o aparecimento de vazamento com escorrimento aps 7 horas de ensaio, com presso de 50 Pa, sendo que a somatria da rea de mancha de umidade era de aproximadamente 2% em relao rea total do ensaio, percentual inferior quele estabelecido como limite mximo. Portanto, o sistema de painis atende ao critrio da DIRETRIZ SINAT N 002 e da norma ABNT NBR 15.575:2013.

    A fixao de esquadrias nas paredes feita com parafusos ou espuma de poliuretano e as juntas entre as esquadrias e as paredes so vedadas com selante base de poliuretano.

    4.3 Desempenho trmico

    Foi feita simulao computacional para avaliar o desempenho trmico de casas trreas, isoladas e geminadas, e de unidades habitacionais sobrepostas que empregam os painis objeto deste DATec. As simulaes foram feitas para a zona bioclimtica 3, constante da ABNT NBR 15220.

    Para as casas trreas, isoladas e geminadas, foi prevista a utilizao de cobertura constituda de laje de concreto de 100 mm de espessura e telhado de telhas cermicas sobre estrutura de madeira. Para as unidades habitacionais sobrepostas foi prevista cobertura de laje de concreto de 100 mm de espessura e telhado de telhas de fibrocimento de 6 mm de espessura sobre estrutura de madeira.

    Na Tabela 3 e Tabela 4 apresenta-se um resumo das cores possveis de serem utilizadas nas fachadas para a zona bioclimtica analisada, respectivamente, para casas trreas, isoladas ou geminadas e para unidades habitacionais sobrepostas.

    Conclui-se que as edificaes executadas com os painis GCS para paredes tm potencial para apresentarem desempenho trmico mnimo no perodo de vero, desde que consideradas as condies da Tabela 3 e Tabela 4. Entretanto, para as unidades habitacionais sobrepostas o desempenho trmico mnimo no atendido na condio padro. No perodo do inverno, atendido o desempenho trmico mnimo para a zona bioclimtica avaliada em todas as condies para ambas as edificaes.

    Para a avaliao do desempenho trmico considerou-se os seguintes parmetros: absortncia radiao solar da superfcie externa das paredes igual a: 0,3 (cores claras), 0,5 (cores mdias) e 0,7 (cores escuras).

    2

    1

    5

    3

    4 6

    5

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    Tabela 3 Condies necessrias para que as casas trreas isoladas ou geminadas atendam s exigncias da DIRETRIZ SINAT N 002 e da ABNT NBR 15575:2013

    Zona Bioclimtica

    Cor do acabamento externo das paredes de fachada

    Condio padro

    (a)

    Com sombreamento

    (b)

    Com ventilao

    (c)

    Com sombreamento e

    ventilao

    3 Claras ou mdias Qualquer cor (d) Qualquer cor (d) Qualquer cor (d)

    Notas: (a)

    Condio padro: ambientes com ventilao somente por infiltrao atravs de frestas em janelas e portas, a uma taxa de uma renovao do volume de ar do ambiente por hora (1,0 Ren/h) e janelas sem sombreamento;

    (b) Condio de sombreamento: proteo solar externa ou interna que impea a entrada de radiao solar

    direta ou reduza em 50% a incidncia da radiao solar global no ambiente; (c)

    Condio de ventilao: ambiente ventilado a uma taxa de cinco renovaes do volume de ar do ambiente por hora (5,0 Ren/h);

    (d) Recomenda-se no utilizar cores excessivamente escuras.

    Tabela 4 Condies necessrias para que as unidades habitacionais sobrepostas atendam s exigncias da DIRETRIZ SINAT N 002 e da ABNT NBR 15575:2013

    Zona Bioclimtica

    Cor do acabamento externo das paredes de fachada

    Condio padro

    (a)

    Com sombreamento

    (b)

    Com ventilao

    (c)

    Com sombreamento e

    ventilao

    3 No atende Claras Claras Claras ou mdias

    Notas: (a)

    Condio padro: ambientes com ventilao somente por infiltrao atravs de frestas em janelas e portas, a uma taxa de uma renovao do volume de ar do ambiente por hora (1,0 Ren/h) e janelas sem sombreamento;

    (b) Condio de sombreamento: proteo solar externa ou interna que impea a entrada de radiao solar

    direta ou reduza em 50% a incidncia da radiao solar global no ambiente; (c)

    Condio de ventilao: ambiente ventilado a uma taxa de cinco renovaes do volume de ar do ambiente por hora (5,0 Ren/h).

    4.4 Desempenho acstico

    Foi feito ensaio em laboratrio em parede de 100 mm para determinao do ndice de reduo sonora ponderado da parede, cujos resultados detalhados encontram-se no Relatrio de Ensaio IPT n 1 059 238-203, obtendo-se o resultado de Rw = 47 dB.

    Estimou-se a isolao sonora resultante da fachada a partir do ndice de reduo sonora do painel ensaiado e de uma janela referncia. Dessa forma, considerando a parede de 3000 mm x 2700 mm, com Rw = 47 dB e janela de 1200 mm x 1200 mm com Rw = 22 dB, determinou-se que a isolao sonora do elemento de fachada igual a 30 dB. Esse resultado, comparado aos critrios da ABNT NBR 15.575-4:2013, apresentado na Tabela 5.

    Conclui-se que, respeitando-se os valores mnimos de Rw para as esquadrias, no caso das paredes de fachada, o desempenho acstico das paredes atende ABNT NBR 15575-4:2013, para Classe de rudo I e II.

    Comparando-se o resultado obtido no ensaio em laboratrio, Rw de 47 dB, diretamente com os valores de referncia para isolao sonora entre ambientes, observa-se que s no satisfatrio para paredes entre unidades habitacionais autnomas (paredes de geminao) no caso de pelo menos um dos ambientes ser dormitrio e para paredes cegas entre unidade habitacional e reas de permanncia de pessoas, atividades de lazer, etc., conforme a ABNT NBR 15575-4:2013, para os quais Rw deve ser maior ou igual a 50 dB. Para essas situaes a GCS especifica a utilizao de paredes duplas, constitudas de dois painis de 100 mm de espessura. Neste caso, o modelo

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    matemtico clssico da lei da massa indica que a duplicao da massa da parede resultar em um aumento da isolao sonora da ordem de, aproximadamente, 6 dB desconsiderando-se efeitos de ressonncia, coincidncia etc... Prev-se, portanto, que o incremento de 6 dB no ndice de reduo sonora, gerado pela adoo de parede dupla, resultar em Rw aproximado de 53 dB, apresentando potencial de atender ao critrio de isolao sonora entre unidades autnomas, no caso de pelo menos um dos ambientes ser dormitrio.

    Tabela 5 Sntese dos critrios de desempenho e do resultado do ensaio de isolao sonora

    Elemento Critrio de desempenho: valor mnimo (Rw em dB), exposto na

    ABNT NBR 15575-4:2013

    Valor de Rw determinado em laboratrio (dB)

    Parede entre unidades

    Parede de geminao nas situaes onde no haja ambiente

    dormitrio 45 dB Parede de geminao no caso de pelo menos um dos ambientes ser

    dormitrio 50 dB

    47

    Fachadas

    Classe I 25 dB Classe II 30 dB Classe III 35 dB

    (valores expressos em funo da classe de rudo)

    30

    4.5 Durabilidade e Manutenibilidade

    A anlise da durabilidade compreendeu a avaliao do cobrimento da armadura dos painis e a realizao de ensaio para verificao da resistncia da parede ao do calor e choque trmico.

    Verificou-se a relao entre a classe de agressividade ambiental, a resistncia compresso do concreto e a relao gua/cimento para garantir a qualidade mnima do concreto. Os painis da GCS enquadram-se na classe de concreto C25, e considerou-se a sua utilizao em locais correspondentes s classes I e II de agressividade ambiental.

    Segundo a DIRETRIZ SINAT N002 e normas tcnicas pertinentes, quando se supe a existncia de limites rgidos de tolerncia das dimenses durante a execuo, como no caso da fabricao de elementos pr-moldados, pode-se considerar c = 5 mm (c = tolerncia de execuo para o

    cobrimento), obtendo-se os seguintes cobrimentos nominais (cnom) para fck = 25 MPa e relao

    gua/cimento 0,60:

    Para Classe I de agressividade ambiental: cnom = 20 mm;

    Para Classe II de agressividade ambiental: cnom = 25 mm.

    Assim, analisando-se a espessura dos painis, os dimetros dos fios das telas metlicas, o dimetro das armaduras de reforo posicionadas sobre as telas e os espaadores plsticos utilizados, conclui-se que o cobrimento das armaduras atende s exigncias, tanto para a Classe I quanto para a Classe II de agressividade ambiental.

    As chapas de ligao entre painis so pintadas com pintura protetiva base de zinco e recobertas com argamassa.

    Foi feito ensaio para determinao da resistncia de parede com os painis da GCS ao de calor e choque trmico, conforme o Relatrio de Ensaio IPT n 1 061 283-203. Foi ensaiado um trecho de parede com 2400 mm de largura e 2700 mm de altura com uma junta central (junta entre dois painis adjacentes de 1200 mm de largura cada um). Aps a execuo de dez ciclos sucessivos de exposio ao calor e choque trmico a parede no apresentou ocorrncia de falhas como fissuras, destacamentos, empolamentos e outros danos na face de incidncia do calor, correspondente fachada, nem deslocamento horizontal instantneo superior a h/300, o que atende s exigncias da DIRETRIZ SINAT N 002 quanto ao requisito de resistncia ao de

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    calor e choque trmico. O tratamento da junta aplicado na unio dos painis tambm no apresentou falhas aps os ciclos de aquecimento e choque trmico.

    A atuao da GCS envolver somente a montagem dos painis. Dessa maneira, dar orientaes construtora para a elaborao do manual de uso, nos itens relacionados ao sistema de paredes formado por painis. Para isso, ela enviou ao IPT um documento intitulado Manual de orientao s construtoras do sistema de painis de concreto GCS e orientao para elaborao do Manual do Usurio. Nesse manual h orientaes quanto periodicidade da inspeo e da manuteno das paredes e das juntas externas, e os procedimentos para a substituio do selante. Assim, considera-se que o contedo deste manual satisfaz s condies de manutenibilidade especificadas na DIRETRIZ SINAT N 002. Para cada empreendimento ser elaborado Manual de Uso, Operao e Manuteno especfico.

    4.6 Segurana ao fogo

    As paredes externas, internas e de geminao so constitudas de por painis pr-moldados de concreto, que um material incombustvel, no se caracterizando como propagador de incndio e, portanto, propiciando condies adequadas para evitar o rpido crescimento do incndio, atendendo ao requisito de dificultar a inflamao generalizada no ambiente e no gerar fumaa.

    Verifica-se que a Diretriz SINAT 002 considera que, para efeito de avaliao tcnica, que as paredes de concreto armado, com seo macia, destinadas a casas trreas geminadas, sobrados geminados e edifcios de at cinco pavimentos, com emprego de concreto comum (caracterizado com massa especfica no inferior a 2150 kg/m3 e 25 MPa fck 20 MPa), e espessura mnima de 10 cm, atendem ao critrio de minimizao de colapso estrutural desta diretriz. Portanto, a parede de geminao atende ao critrio de resistncia ao fogo.

    As lajes especificadas no projeto (lajes macias de concreto de 100 mm de espessura) tm potencial para atender ao critrio de 30 minutos de resistncia ao fogo, de acordo com o mtodo de dimensionamento tabular proposto na ABNT NBR 15200:2004 e exigncias da DIRETRIZ SINAT N 002.

    Conclui-se, portanto, que as paredes com painis estruturais pr-moldados de concreto armado atendem s exigncias da DIRETRIZ SINAT N 002 quanto segurana ao fogo.

    5. Controle da qualidade

    Foi feita auditoria tcnica na unidade de produo e em obra executada com os painis GCS para paredes, para verificar se o controle da qualidade do processo de produo estava sendo aplicado conforme a DIRETRIZ SINAT N 002. Na auditoria inicial realizada pelo IPT foram verificados os aspectos de controle descritos a seguir. Tais aspectos devem ser continuamente controlados pelo proponente da tecnologia.

    Controle de recebimento de materiais (concreto ensaios de verificao da consistncia e da resistncia compresso do concreto na idade de desenforma e aos 28 dias);

    Controle da qualidade das etapas de produo (limpeza e controle geomtrico das frmas; posicionamento e cobrimento das armaduras; lanamento do concreto; desenforma; cura; transporte e armazenamento);

    Controle de recebimento dos painis aps desenforma (identificao, tolerncias dimensionais, aparncia, e eventual presena de falhas);

    Controle de recebimento dos painis no canteiro de obras (identificao e eventual presena de falhas decorrentes da movimentao);

    Controle da qualidade da montagem dos painis em canteiro de obras (por exemplo, ligao com fundao, travamento e alinhamento dos painis, soldas, tratamento das juntas, acabamentos e interfaces com esquadrias e demais componentes).

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    Os controles so baseados em documentos tcnicos que preveem controle da qualidade dos projetos, do recebimento de materiais, da fabricao e recebimento dos painis ps fabricao e da montagem dos painis. A proponente da tecnologia responsvel pelo desenvolvimento desses documentos tcnicos de controle e pela sua aplicao durante a execuo das obras, o que foi constatado na obra auditada.

    Foram analisados tambm os documentos que comprovam o controle tecnolgico do concreto e a rastreabilidade das informaes. Cem por cento dos lotes de concreto entregues na obra so verificados quanto consistncia e resistncia compresso, nas idades: de iamento, entre 6 horas e 24 horas, 7 dias e 28 dias. Esse controle feito por laboratrio instalado na unidade fabril.

    Durante o perodo de validade deste DATec sero realizadas auditorias tcnicas a cada 6 (seis) meses para verificao dos controles realizados pela GCS no processo de produo e no produto final, incluindo anlise dos resultados histricos do controle tecnolgico do concreto.

    6. Fontes de informao

    As principais fontes de informao so os documentos tcnicos da empresa e os Relatrios Tcnicos emitidos pelo IPT.

    6.1 Documentos da empresa

    Projetos e memoriais dos empreendimentos Conjunto Residencial Laguna e Residencial Jardim Eloyna, em Pindamonhangaba-SP;

    Fichas do sistema de controle do processo produtivo do sistema de painis;

    Relatrios de ensaios de controle da resistncia do concreto das paredes e lajes;

    Procedimentos de execuo do sistema;

    Procedimentos para recebimento, inspeo e armazenamento de materiais e ensaios de materiais;

    Manual de uso e manuteno do sistema (Manual do proprietrio), elaborado pela Proponente da tecnologia para cada empreendimento.

    6.2 Relatrios Tcnicos e Relatrios de Ensaio

    Relatrio Tcnico IPT n 139 668-205 Avaliao tcnica de sistema de paredes constitudas por painis pr-moldados macios de concreto armado, para emprego em casas trreas, isoladas ou geminadas (Setembro, 2014);

    Relatrio Tcnico IPT n 139 978-205 Avaliao do desempenho trmico de casa trrea geminada com paredes de concreto na Zona Bioclimtica 3 (Agosto, 2014);

    Relatrio Tcnico IPT n 142 609-205 Avaliao tcnica complementar do sistema de paredes GCS constitudo por painis pr-moldados macios de concreto armado, para emprego em casas trreas, isoladas ou geminadas (Janeiro, 2015);

    Relatrio Tcnico IPT n 143 974-205 Auditoria tcnica na produo do sistema de painis da GCS, constitudo de paredes de painis macios pr-fabricados de concreto armado, para emprego em casas trreas, isoladas e geminadas, e casas sobrepostas (Maio, 2015);

    Relatrio Tcnico IPT n 144 893-205 Avaliao do desempenho trmico de casa sobreposta com paredes de concreto na Zona Bioclimtica 3 (Agosto, 2015);

    Relatrio de Ensaio IPT n 140 108-203 Ensaio de compresso excntrica em painis pr-moldados macios de concreto convencional (Agosto, 2014);

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    Relatrio de Ensaio IPT n 1 059 238-203 Determinao da isolao sonora de parede (Agosto, 2014);

    Relatrio de Ensaio IPT n 1 059 391-203 Ensaios fsicos e mecnicos em argamassa (Junho, 2014);

    Relatrio de Ensaio IPT n 1 059 661-203 Verificao do comportamento de sistemas de vedaes verticais sob efeito de aes transmitidas por porta e da resistncia a impactos de corpo duro e corpo mole (Junho, 2014);

    Relatrio de Ensaio IPT n 1 061 283-203 Verificao de sistema de vedao vertical externa quanto resistncia a ao do calor e choque trmico e estanqueidade gua (Agosto, 2014);

    Relatrio de Ensaio IPT n 1 061 601-203 Determinao da resistncia de sistemas de vedaes verticais s solicitaes de peas suspensas (Agosto, 2014).

    6.3 Referncias normativas

    ABNT NBR 6118:2014 Projeto de estruturas de concreto procedimento;

    ABNT NBR 15200:2004 Projeto de estruturas de concreto em situao de incndio;

    ABNT NBR 15575-1:2013 Edificaes habitacionais Desempenho Parte 1: Requisitos gerais;

    ABNT NBR 15575-4:2013 Edificaes habitacionais Desempenho Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedaes verticais internas e externas SVVIE;

    DIRETRIZ SINAT N 002 Sistemas construtivos integrados por painis pr-moldados para emprego como paredes de edifcios habitacionais, Reviso 01, publicada em julho de 2012.

    7. Condies de emisso do DATec

    Este Documento de Avaliao Tcnica, DATec, emitido nas condies descritas, conforme Regimento geral do SINAT Sistema Nacional de Avaliaes Tcnicas de Produtos Inovadores, Captulo VI, Art. 22:

    a) O Proponente, Global Concrete Solutions do Brasil Construes LTDA., o nico responsvel pela qualidade do produto avaliado no mbito do SiNAT;

    b) O Proponente deve produzir e manter o produto, bem como o processo de produo, no mnimo nas condies de qualidade e desempenho que foram avaliados no mbito do SINAT;

    c) O Proponente deve produzir o produto de acordo com as especificaes, normas e regulamentos aplicveis, incluindo as diretrizes SiNAT;

    d) O Proponente deve empregar e controlar o uso do produto, ou sua aplicao, de acordo com as recomendaes constantes do DATec concedido e literatura tcnica da empresa;

    e) O IPT e as diversas instncias do SiNAT no assumem qualquer responsabilidade sobre perda ou dano advindos do resultado direto ou indireto do produto avaliado.

    O Proponente, Global Concrete Solutions do Brasil Construes LTDA., compromete-se a:

    a) Manter o produto Painis pr-moldados macios de concreto armado para paredes, seus materiais, componentes e o processo de produo alvo deste DATec no mnimo nas condies gerais de qualidade em que foram avaliados neste DATec, elaborando projetos especficos para cada empreendimento;

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    b) Produzir o produto de acordo com as especificaes, normas tcnicas e regulamentos aplicveis;

    c) Manter a capacitao da equipe de colaboradores envolvida no processo;

    d) Manter assistncia tcnica, por meio de servio de atendimento ao cliente/construtora e ao usurio final.

    O produto deve ser utilizado e mantido de acordo com as instrues do produtor e recomendaes deste Documento de Avaliao Tcnica.

    O SiNAT e a Instituio Tcnica Avaliadora, no caso o Instituto de Pesquisas Tecnolgicas do Estado de So Paulo, IPT, no assumem qualquer responsabilidade sobre perda ou dano advindos do resultado direto ou indireto deste produto.

    __________________________________________________________

    Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat PBQP-H Sistema Nacional de Avaliaes Tcnicas SINAT Braslia, DF, 21 de maro de 2016

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