Componentes Do Sistema Cardiovascular

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    03-Jul-2015

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Componentes do Sistema CardiovascularOs principais componentes do sistema circulatrio so: corao, vasos sangneos, sangue, vasos linfticos e linfa.

CORAOO corao um rgo muscular oco que se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Em uma pessoa adulta, tem o tamanho aproximado de um punho fechado e pesa cerca de 400 gramas. O corao humano, como o dos demais mamferos, apresenta quatro cavidades: duas superiores, denominadas trios (ou aurculas) e duas inferiores, denominadas ventrculos. O trio direito comunica-se com o ventrculo direito atravs da vlvula tricspide. O trio esquerdo, por sua vez, comunica-se com o ventrculo esquerdo atravs da vlvula bicspide ou mitral.A funo das vlvulas cardacas garantir que o sangue siga uma nica direo, sempre dos trios para os ventrculos.

1 - Coronria Direita 2 - Coronria Descendente Anterior Esquerda 3 - Coronria Circunflexa Esquerda 4 - Veia Cava Superior 5 - Veia Cava Inferior 6 - Aorta 7 - Artria Pulmonar 8 - Veias Pulmonares 9 - trio Direito 10 - Ventrculo Direito 11 - trio Esquerdo 12 - Ventrculo Esquerdo 13 - Msculos Papilares 14 - Cordoalhas Tendneas 15 - Vlvula Tricspide 16 - Vlvula Mitral 17 - Vlvula Pulmonar

Imagem: ATLAS INTERATIVO DE ANATOMIA HUMANA. Artmed Editora.

As cmaras cardacas contraem-se e dilatam-se alternadamente 70 vezes por minuto, em mdia. O processo de contrao de cada cmara do miocrdio (msculo cardaco) denomina-se sstole. O relaxamento, que acontece entre uma sstole e a seguinte, a distole.

a- A atividade eltrica do coraoNdul in a ial (SA) u a apa u n in -a ial: regi especi l do corao, que controla a freqncia cardaca. Locali a-se perto da juno entre o trio direito e a veia cava superior e constitudo por um aglomerado de clulas musculares especiali adas. A freqncia rtmica dessa fi ras musculares de aproximadamente 72 contraes por minuto, enquanto o msculo atrial se contrai cerca de 60 vezes por minuto e o msculo ventricular, cerca de 20 vezes por minuto. Devido ao fato do ndulo sinoatrial possuir uma freqncia rtmica mais rpida em relao s outras partes do corao, os impulsos originados do ndulo SA espal am-se para os trios e ventrculos, estimulando essas reas to rapidamente, de modo que o ritmo do ndulo SA torna-se o ritmo de todo o corao; por isso chamado marcapasso.

Im m: CINI & FAVARETTO. Biologia Uma abordagem evolutiva e ecolgica. Vol. 2. So Paulo, Ed. Moderna, 1997.

Si a D Purkinj u fa ul ri -v n ri ular: embora o impulso cardaco possa percorrer perfeitamente todas as fibras musculares cardacas, o corao possui um

sistema especial de conduo denominado sistema de Purkinje ou fascculo trio-ventricular, composto de fibras musculares cardacas especializadas, ou fibras de Purkinje (Feixe de Hiss ou micitos trio-ventriculares), que transmitem os impulsos com uma velocidade aproximadamente 6 vezes maior do que o msculo cardaco normal, cerca de 2 m por segundo, em contraste com 0,3 m por segundo no msculo cardaco.

b- Controle Nervoso do CoraoEmbora o corao possua seus prprios sistemas intrnsecos de controle e possa continuar a operar, sem quaisquer influncias nervosas, a eficcia da ao cardaca pode ser muito modificada pelos impulsos reguladores do sistema nervoso central. O sistema nervoso conectado com o corao atravs de dois grupos diferentes de nervos, os sistemas parassimptico e simptico. A estimulao dos nervos parassimpticos causa os seguintes efeitos sobre o corao: (1) diminuio da freqncia dos batimentos cardacos; (2) diminuio da fora de contrao do msculo atrial; (3) diminuio na velocidade de conduo dos impulsos atravs do ndulo AV (trio-ventricular) , aumentando o perodo de retardo entre a contrao atrial e a ventricular; e (4) diminuio do fluxo sangneo atravs dos vasos coronrios que mantm a nutrio do prprio msculo cardaco. Todos esses efeitos podem ser resumidos, dizendo-se que a estimulao parassimptica diminui todas as atividades do corao. Usualmente, a funo cardaca reduzida pelo parassimptico durante o perodo de repouso, juntamente com o restante do corpo. Isso talvez ajude a preservar os recursos do corao; pois, durante os perodos de repouso, indubitavelmente h um menor desgaste do rgo. A estimulao dos nervos simpticos apresenta efeitos exatamente opostos sobre o corao: (1) aumento da freqncia cardaca, (2) aumento da fora de contrao, e (3) aumento do fluxo sangneo atravs dos vasos coronrios visando a suprir o aumento da nutrio do msculo cardaco. Esses efeitos podem ser resumidos, dizendo-se que a estimulao simptica aumenta a atividade cardaca como bomba, algumas vezes aumentando a capacidade de bombear sangue em at 100 por cento. Esse efeito necessrio quando um indivduo submetido a situaes de estresse, tais como exerccio, doena, calor excessivo, ou outras condies que exigem um rpido fluxo sangneo atravs do sistema circulatrio. Por conseguinte, os efeitos simpticos sobre o corao constituem o mecanismo de auxlio utilizado numa emergncia, tornando mais forte o batimento cardaco quando necessrio. Os neurnios ps-ganglionares do sistema nervoso simptico secretam principalmente noradrenalina, razo pela qual so denominados neurnios adrenrgicos. A estimulao simptica do crebro tambm promove a secreo de adrenalina pelas gl ndulas adrenais ou supra-renais. A adrenalina responsvel pela taquicardia (batimento cardaco acelerado), aumento da presso arterial e da freqncia respiratria, aumento da secreo do suor, da glicose sangnea e da atividade mental, alm da constrio dos vasos sangneos da pele. O neurotransmissor secretado pelos neurnios ps-ganglionares do sistema nervoso parassimptico a acetilcolina, razo pela qual so denominados colinrgicos, geralmente com efeitos antagnicos aos neurnios adrenrgicos. Dessa forma, a estimulao parassimptica do crebro promove bradicardia (reduo dos batimentos cardacos), diminuio da presso arterial e da freqncia respiratria, relaxamento muscular e outros efeitos antagnicos aos da adrenalina. Em geral, a estimulao do hipotlamo posterior aumenta a presso arterial e a freqncia cardaca, enquanto que a estimulao da rea pr-ptica, na poro anterior do hipotlamo, acarreta efeitos opostos, determinando notvel diminuio da freqncia cardaca e da presso arterial. Esses efeitos so transmitidos atravs dos centros de controle cardiovascular da poro inferior do tronco cerebral, e da passam a ser transmitidos atravs do sistema nervoso autnomo.

Fatores que aumentam a freqncia cardacaQueda da presso arterial inspirao excitao raiva dor hipxia (reduo da disponibilidade de oxignio para as clulas do organismo) exerccio adrenalina febre

Fatores que diminuem a freqncia cardaca

Aumento da presso arterial expirao

Sistem

er oso ut omo

Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre.

Ir para: navegao, pesquisa Este rtigo ou seco co tm um list de o tes ou um ic o te o im do texto, m s est s o so cit d s o cor o do rtigo, o que com romete eri ic bilid de. (desde setembro de 2009)Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodap citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessrio.

Sistema nervoso autnomo Sistem er oso ut omo a parte do sistema nervoso que est relacionada ao controle da vida vegetativa, ou seja, controla funes como a respirao, circulao do sangue, controle de temperatura e digesto. No entanto, ele no se restringe a isso. tambm o principal responsvel pelo controle automtico do corpo frente s modificaes do ambiente. Por exemplo, quando o indivduo entra em uma sala com um ar-condicionado que lhe d frio, o sistema nervoso autnomo comea a agir, tentando impedir uma queda detemperatura corporal. Dessa maneira, seus pelos se arrepiam (devido a contrao do msculo pilo-eretor) e ele comea a tremer para gerar calor. Ao mesmo tempo ocorre vasoconstrio nas extremidades para impedir a dissipao do calor para o meio. Essas medidas, aliadas sensao desagradvel de frio, foram as principais responsveis pela sobrevivncia de espcies em condies que deveriam impedir o funcionamento de umorganismo. Dessa maneira, pode-se perceber que o organismo possui um mecanismo que permite ajustes corporais, mantendo assim o equilbrio do corpo: a homeostasia.

ndi[esconder]y y y y y y y

1 Generalidades 2 Anatomia 3 Caractersticas funcionais 4 Principais diferenas entre o Sistema Nervoso Simptico e Sistema Nervoso Parassimptico 5 Avaliaes do sistema nervoso autnomo 6 Referncias 7 Bibliografia

[edi ar] GeneralidadesO sistema nervoso autnomo (SNA) ajuda muito nesse controle porque o responsvel, entre outras funes, pelas respostas reflexas (de natureza automtica), controla a musculatura lisa (a musculatura cardaca e as gl ndulas excrinas) e permite o aumento da presso arterial, o aumento da freqncia respiratria, os movimentos peristlticos, a excreo de determinadas subst ncias. Apesar de se chamar sistema nervoso autnomo, ele no independente do restante do sistema nervoso. Na verdade, ele interligado com o hipotlamo, que coordena a resposta comportamental para garantir a homeostasia. Sabe-se que o SNA constitudo por um conjunto de neurnios que se encontram na medula e no tronco enceflico. Estes, atravs de gnglios perifricos, coordenam a atividade da musculatura lisa, da musculatura cardaca e de inmeras glndulas excrinas. Mas como o SNA percebe que deve aumentar a presso arterial, por exemplo? Na verdade, no existe um consenso em relao a isso. Muitos acreditam que existem componentes especficos do sistema nervoso autnomo, responsveis apenas pela percepo de parmetros fsico-qumicos, como presso, pH, tenso, temperatura, etc. Outro grupo acredita que os sistemas sensoriais, principalmente o somestsico, so os responsveis pela percepo dessas condies no organismo, e que, posteriormente, atravs do sistema nervoso central, essa informao repassada ao sistema nervoso autnomo, que ir agir para o controle do equilbrio corporal.

[edi ar] Ana

ia

A organizao estrutural do ramo eferente do SNA difere daquela do sistema nervoso somtico, visto que as fibras eferente somticas se originam dos corpos celulares localizados no sistema nervoso central (SNC) e inervam o msculo estriado sem sinapses interpostas. Em contraste, o SNA consiste num afluxo constitudo de dois neurnios, em que os axnios pr-ganglionares que surgem dos corpos celulares no eixo

cerebroespinhal fazem sinapses com fibras ps-ganglionares que se originam nos gnglios autnomos, fora do SNC. O SNA dividido em duas partes:y y

Sistema nervoso simptico (toracolombar) e o Sistema nervoso parassimptico (craniossacral)

Trata-se de uma diviso baseada nas caractersticas anatmicas de cada diviso e nas funes que cada uma delas desempenha.

[edi ar] Cara ersti as fun i naisAlguns rgos so duplamente inervados pelos sistemas nervosos simpticos e parassimpticos - a exemplo das glndulas salivares, do corao, dos pulmes (msculo brnquico), das vsceras abdominais e plvicas - enquanto outros rgos s recebem inervao de um sistema. As glndulas sudorparas, a medula suprarrenal, os msculos piloeretores e a maioria dos vasos sangneos so inervados apenas pelo sistema nervoso simptico. Por outro lado, o parnquima das glndulas parditas, lacrimais e nasofarngeas inervado apenas por fibras parassimpticas.[1] Para compreender ou prever os efeitos de drogas autnomas sobre um rgo especfico, necessrio conhecer no apenas como cada diviso do SNA afeta este rgo, mas tambm se o rgo possui inervao nica ou dupla e, quando dupla, qual dos dois sistemas predominante nesse rgo. Em certas circunstncias, um deles pode exercer influncia; entretanto, preciso assinalar que nenhum deles tem efeito dominante na atividade da inervao intrnseca dos vrios tecidos. [carece de fontes?]

[editar] Prin ipais diferen as entre Sistema Nerv so Simp ti o e Sistema Nervoso Parassimp ti oAs caractersticas anatmicas e funcionais das duas divises devem tornar clara a existncia de notveis diferenas entre os sistemas nervosos simpticos e parassimptico. Cannon foi o primeiro a reconhecer que o sistema nervoso simptico capaz de produzir o tipo de resposta macia e disseminada que permite a um organismo, quando confrontado com determinado estresse (como dor, asfixia ou emoes fortes), responder adequadamente (i.e., com "medo, luta ou fuga")[2]. O SNA divide-se em sistema nervoso simptico e sistema nervoso parassimptico, que so constitudos basicamente por uma via motora com dois neurnios, sendo um prganglionar (cujo corpo se encontra no sistema nervoso central) e outro ps-ganglionar (cujo corpo se encontra em gnglios autnomos). No sistema simptico, logo depois que o nervo espinhal deixa o canal espinal, as fibras pr-ganglionares abandonam o nervo e passam para um dos gnglios da cadeia simptica, onde faro sinapse com um neurnio ps-ganglionar. No sistema parassimptico, as fibras pr-ganglionares normalmente seguem, sem interrupo, at o rgo que ser controlado, fazendo ento sinapse com os neurnios

ps-ganglionares. Dessa maneira percebe-se que os neurnios pr-ganglionares do simptico so curtos e os ps-ganglionares so longos; no parassimptico ocorre o inverso. J o sistema nervoso entrico apresenta seus corpos celulares na parede do trato gastrointestinal. Os neurnios pr-ganglionares do sistema simptico emergem dos segmentos tracolombares (da regio do peito e logo abaixo), ao passo que os do sistema parassimptico emergem dos segmentos cfalo-sacrais (da regio da cabea e logo acima dos glteos). Uma importante caracterstica da inervao dos msculos pelo sistema nervoso autnomo que - ao contrrio da inervao somtica, que apresenta regies pr e ps sinpticas especializadas - suas terminaes nervosas apresentam varicosidades onde o neurotransmissor vai se acumulando atravs de vesculas. Dessa maneira, a transmisso de sinais ocorre em vrios pontos, atravs de terminais axoniais, e posteriormente se difunde no tecido. Essa "estratgia" bem diferente da empregada no sistema autnomo, que se baseia na relao ponto-a-ponto. Isso garante que um nmero menor de fibras nervosas seja capaz de regular de maneira eficiente rgos e glndulas. Normalmente as fibras nervosas dos sistemas simpticos e parassimpticos secretam dois neurotransmissores principais:y y

noradrenalina e acetilcolina.

As fibras que secretam noradrenalina ativam receptores adrenrgicos e as que secretam acetilcolina ativam receptores colinrgicos. Ao contrrio do que se pode imaginar, no existe uma regra muito precisa de qual das duas substncias cada sistema emprega; no entanto, pode-se fazer algumas generalizaes para melhor compreenso. Podemos assim afirmar que todos os neurnios pr-ganglionares, sejam eles simpticos ou parassimpticos, so colinrgicos. Consequentemente, ao se aplicar acetilcolina nos gnglios, os neurnios psganglionares de ambos os sistemas sero ativados. Em relao aos neurnios ps-ganglionares do sistema simptico, estes, em sua maioria, liberam noradrenalina, a qual excita algumas clulas mas inibe outras. No entanto, alguns neurnios ps-ganglionares simpticos, so colinrgicos, como por exemplo, os que enervam a maioria das clulas sudorparas. Outro exemplo so os que enervam alguns vasos que irrigam tecido muscular.

[editar] Avalia es do sistema nervoso autnomoA avaliao do Sistema Nervoso Autnomo (SNA) pode ser realizada de forma direta e indireta. O registro direto das propriedades eltricas de nervos autonmicos, como a velocidade de conduo e a amplitude dos picos de atividade eltrica neural, requer a disseco de fibras nervosas autonmicas superficiais, tornando impraticvel a sua utilizao clnica rotineira. A forma indireta baseia-se na aplicao de um estmulo quantificvel e a observao da resposta fisiolgica do rgo alvo de um reflexo autonmico conhecido, ou utilizando-se drogas que interfiram direta ou indiretamente sobre a atividade do SNA.

A literatura apresenta vrios testes utilizados para avaliar a funo autonmica em diferentes rgos. No sistema cardiovascular podemos observar o comportamento da presso arterial (PA) e da frequncia cardaca (FC) a diferentes estmulos como a respirao, o exerccio fsico e as mudanas posturais. Em relao aos demais sistemas, temos exemplos de testes descritos para a quantificao do lacrimejamento, da salivao e da resposta da musculatura brnquica inalao de drogas anticolinrgicas, da variao do dimetro pupilar decorrente estimulao luminosa ou instalao de drogas que interferem no SNA, da liberao de polipeptdeo pancretico e de gastrina. Abaixo so apresentados alguns dos testes autonmicos cardiovasculares de maior utilizao na literatura das cincias de sade:y y y y y y y y y y y y y y y

Manobra de Valsalva Ortostatismo Arritmia sinusal respiratria Anlise espectral Exerccio esttico (handgrip) Teste de imerso facial (reflexo do mergulho) Teste de exposio ao frio (cold pressor) Reflexo da tosse Teste de estresse mental Sensibilidade do barorreflexo Teste de decbito (Iying down) Outras formas de anlise de variabilidade da FC: - Desvio-padro da durao dos intervalos R-R - Resultante circular mdia da durao dos intervalos R-R - Base do histograma de freqncia da durao dos intervalos R-R

4 3 5 4 3 37 4 5 3 45 5 43 5 A2 @ C @ F 2 A2 @ 9A A @ 6 A 2 A A@ 9 A 2 A 2 2 A6 2 4 3 84 5 5 84 H 4 8 7 5 A6C A2 @ 2 9 A6 6 9 A6 6C @ 92 6 9 6 6 9 6 6C6 6 2A 2C 2 A2 4 5 4G 7 Q 5 7 4 5 5 45 A@A6P 2 A@ A6C@ @ 9 2 2 @ 9 2 2F 6 D@ 6 2 A6 2 4 5 5 84 8 Q 8 G 43 34 C A A6 A6P 2 A6 F F A6 6 69 6 2 A@C@ @ A2 A@A6 6 F A@ A2 5 3 8 7 7 G7 45 4 5 7 5 45 5 A@ 2 2 2 @ @ 9 H 4 3 2 @ 84 2 9 6 A6P 23 @ 2 A A 6 A6C5 52 9 68 5 43 5 4 84 4 6E A2 A6 2 A6C A2 @ 29 A6 69 A @ 2 9 6 6 9 6C A2 2 2P6 4 5 387 3 43 4 84 7 5 4 53 A6 A6P 2 A6A A6 A@ H9 A@ 6 @ @ A @ 6 I 3 45 3 5 7 5 7 4 5 5 7 5 H 4E 73 8 @ 9 A6 2 A6 2 6 F 6 A @ 2 2 @ 2F 6 6 2 @F 6 6 5 4 C 3 84 4 7 3 43 3 5 G7 @ 29 6 6 9 6@ 6 I2 2 A@ H 9 A@ 6 2C 6 2 2 @ H 6 D@ 8 37 7 E 5C 3 3 7 4 5 7 4 5 6C A6C@ @ 9 A6 A2 A6 2 C 6 9 2 A6C@9 @ 2 2 @ 2F A6 5 7 5 48 45 7 8 43 34 4 7 A6 2 @F 6 6 6 A A6 2C A A@ 9 A@ 6 9 A@ A2 A@ @ 6 @ 5 E 4 3 84 5 45 C 4 3 @ 2 62 9 6 @ @ 96 2A @ 2 9 6 6 9 6 6 D@ 2 A6 2 @ 29 84 5 4 8 4 5 48 8 5 43 5 7 5 C3 4 6 69 A@ A A2 @ AB @ 2 A2 @ 6 9 6 2 6 2 C # & & # $ ) (' % ) # " # $ # # $ $ $ 0 ) & # #" $ ) ! ) ! ) ! ( ' & # " # # ) ) ! ( ' ) % # & " $ " ) ' ) $ ) # $ # # # # $ 0 ! ) $ ! " # & ! # ) ! $ ) $$ ' $ ) $ # ! " & " " " ) 1 $ $ ' $ ) ) & & & " # # ' ) ) $ ) 0 ' & $# " " ! ( % $ ! i l tifi l j i i i t t i , t .A i i ,q l ti z i i i lt t i i N i :U i t i l l , t it i .N i i t t it l ti fi l t ifi q i t t l l i l t fi , l t t iti t l l f i t l l .O t i t t t l l l t it i , i t t t , i t i l l l l ti t i lt i t l l q .A t t i i i i i t l l t q l l i i i t i l t , t t t ti q l l l l; t i, .E l i q t , t t l l , ;O z i l i t l l t , t i i , iti t i . t i ti t : l liz l t it l t t l t l l ;O i q t it , j l l i t q li .O fi , l l l l l . t

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Cl l Gli : Alm i , i t ma apresenta-se nstit pelas l las lia, l las liais, ja f no ar sustentao aos neurnios e auxiliar seu funcionamento. Essas clulas constituem cerca e metade do olume do nosso encfalo. Impulso Nervoso: A despolarizao e a repolarizao de um neurnio ocorrem devido modificaes na permeabilidade da membrana plasmtica. Inicialmente, comea a passagem de Na+, permitindo entrada de grande quantidade desses ons na clula, aumentando a quantidade relativa de carga positiva na regio interna na membrana, provocando sua despolarizao. Em seguida tem-se incio a passagem de K+, com sada de grande quantidade desses ons. Com isso, o interior da membrana volta a ficar com excesso de cargas negativas repolarizao). Assim, o estmulo provoca uma onda de despolarizaes e repolarizaes que se propagam ao longo da membrana plasmtica do neurnio, caracterizando o impulso nervoso, que se propaga em um nico sentido na fibra nervosa. Dentritos sempre conduzem o impulso em direo ao corpo celular, enquanto o axnio conduz o impulso em direo s suas extremidades, para longe do corpo celular. Sinapses: Um impulso transmitido de uma clula a outra atravs das sinapses. A sinapse uma regio de contato muito prxima entre a extremidade do axnio de um neurnio e a superfcie de outras clulas. Estas clulas podem ser tanto outros neurnios como clulas sensoriais, musculares ou glandulares. As terminaes de um axnio podem estabelecer muitas sinapses simultneas. Na maioria das sinapses nervosas, as membranas das clulas que fazem sinapses esto muito prximas, mas no se tocam. H um pequeno espao entre as membranas celulares o espao sinptico). uando os impulsos nervosos atingem as extremidades do axnio da clula pr-sinptica, ocorre liberao, nos espaos sinpticos, de substncias qumicas denominadas neurotransmissores ou mediadores qumicos, que tem a capacidade de se combinar com receptores presentes na membrana das clula ps-sinpticas, desencadeando o impulso nervoso. Esse tipo de sinapse, por envolver a participao de mediadores qumicos, chamada de sinapse qumica. Os cientistas j identificaram mais de dez substncias que atuam como neurotransmissores, como a acetilcolina, a adrenalina, a noradrenalina, a dopamina e a serotonina. Sistema Nervoso Central O encfalo se aloja no interior do crnio, e a medula espinhal no interior de um canal existente na coluna vertebral. Ambos so formados por clulas da glia, por corpos celulares de neurnios e por feixes de dentritos e axnios. Funes do encfalo: As informaes vindas das diversas partes do corpo, chegam at partes especficas do encfalo, os centros nervosos, onde so integradas para gerar ordens de ao na forma de impulsos nervosos que so emitidos s partes do corpo atravs das fibras motoras presentes nos nervos cranianos e espinhais. A camada mais externa do encfalo tem cor cinzenta e formada principalmente por corpos celulares de neurnios. J a regio interna branca e constituda principalmente por fibras nervosas dentritos e axnios). Essa cor se deve a bainha de mielina que reveste as fibras. A regio superficial do crebro substncia cinzenta), constitui o crtex cerebral, que se encontra dividido em mais de quarenta reas funcionalmente distintas, cada uma controlando uma atividade especfica. Tlamo e Hipotlamo: Todas as mensagens sensoriais, com exceo das provenientes dos receptores do olfato, passam pelo tlamo antes de atingir o crtex cerebral. O tlamo atua como estao retransmissora de impulsos nervosos para o crtex cerebral. Ele responsvel pela conduo dos impulsos s regies apropriadas do crebro onde eles devem ser processados. O hipotlamo o principal centro integrador das atividades dos rgos viscerais, sendo um dos principais responsveis pela homeostase corporal. Ele faz ligao entre o sistema nervoso e o endcrino, atuando na ativao de diversas glndulas endcrinas. o hipotlamo que controla a temperatura corporal, regula o apetite, o balano de gua no corpo e est envolvido no comportamento sexual. Tronco Enceflico: Formado pelo mesencfalo, pela ponte e pela medula oblonga ou bulbo raquidiano), o tronco enceflico conecta o crebro medula espinhal. Alm de coordenar e integrar as informaes que chegam ao encfalo, ele controla a atividade de diversas partes do corpo. O mesencfalo responsvel por certos reflexos. A ponte

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constituda principalmente por fibras nervosas mielinizadas que ligam o crtex cerebral ao cerebelo. O bulbo raquidiano participa na coordenao dos movimentos corporais e possui importantes centros nervosos. Cerebelo: o responsvel pela manuteno do equilbrio corporal, graas a ele que podemos realizar aes complexas, como andar de bicicleta e tocar violo, por exemplo. O crebro recebe as informaes de diversas partes do encfalo sobre a posio das articulaes e o grau de estiramento dos msculos, bem como informaes auditivas e visuais. Funes da medula espinhal: A medula espinhal elabora respostas simples para certos estmulos. Essas respostas medulares, denominadas atos reflexos, permitem ao organismo reagir rapidamente em situaes de emergncia. A medula funciona tambm como uma estao retransmissora para o encfalo. Informaes colhidas nas diversas partes do corpo chegam medula, de onde so retransmitidas ao encfalo para serem analisadas. Por outro lado, grande parte das ordens elaboradas no encfalo passa pela medula antes de chegar aos seus destinos. A parte externa da medula, de cor branca, constituda por feixes de fibras nervosas mielinizadas, denominados tratos nervosos, que so responsveis pela conduo de impulsos das diversas regies da medula para o encfalo e vice-versa. Sistema Nervoso Perifrico O Sistema Nervoso Perifrico constitudo pelos nervos e gnglios nervosos e sua funo conectar o sistema nervoso central s diversas partes do corpo humano. Nervos so feixes de fibras nervosas envoltas por uma capa de tecido conjuntivo. Nos nervos h vasos sanguneos, responsveis pela nutrio das fibras nervosas. As fibras presentes nos nervos podem ser tanto dentritos como axnios que conduzem, respectivamente, impulsos nervosos das diversas regies do corpo ao sistema nervoso central e vice-versa. Gnglios nervosos so aglomerados de corpos celulares de neurnios localizados fora do sistema nervoso central. SNP Voluntrio: Tem por funo reagir a estmulos provenientes do ambiente externo. Ele constitudo por fibras motoras que conduzem impulsos do sistema nervoso central aos msculos esquelticos. SNP Autnomo: Tem por funo regular o ambiente interno do corpo, controlando a atividade dos sistemas digestivos, cardiovascular, excretor e endcrino. Ele contm fibras nervosas que conduzem impulsos do sistema nervoso central aos msculos lisos das vsceras e musculatura do corao. SNP Autnomo Simptico e SNP Autnomo Parassimptico O SNP autnomo SNPA) dividido em dois ramos: simptico e parassimptico, que se distinguem tanto pela estrutura quanto pela funo. Enquanto os gnglios da via simptica localizam-se ao lado da medula espinhal, distantes do rgo efetuador, os gnglios das vias parassimpticas esto longe do sistema nervoso central e prximos ou at dentro do rgo efetuador. As fibras nervosas simpticas e parassimpticas inervam os mesmos rgos, mas trabalham em oposio. Enquanto um dos ramos estimula determinado rgo, o outro o inibe, mantendo o funcionamento equilibrado dos rgos internos. O SNPA simptico, de modo geral, estimula aes que mobilizam energia, permitindo ao organismo responder a situaes de estresse. Por exemplo, responsvel pela acelerao dos batimentos cardacos, pelo aumento da presso sangunea, aumento da concentrao de acar no sangue e pela ativao do metabolismo geral do corpo. J o SNPA parassimptico estimula principalmente atividades relaxantes, como a reduo do ritmo cardaco e da presso sangunea, entre outras. Exerccios 1) UFF 2002) Na doena miastenia grave, o corpo humano produz anticorpos contra suas prprias molculas de receptores de acetilcolina. Esses anticorpos ligam-se e bloqueiam os receptores de acetilcolina da membrana plasmtica das clulas musculares. medida que a doena progride, a maioria dos msculos enfraquece, e o doente pode apresentar dificuldades para engolir e respirar. Esses anticorpos: a) atuam como a acetilcolina, provocando permanente contrao, fadiga e fraqueza muscular; b) impedem que a contrao muscular seja estimulada pela acetilcolina; c) promovem a destruio dos receptores da sinapse eltrica, bloqueando a via aferente; d) ligam-se aos receptores de acetilcolina, inibindo a enzima acetilcolinesterase e, conseqentemente, a transmisso dos impulsos

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nervosos; e) ligam-se aos receptores de acetilcolina, bloqueando a ao do sistema nervoso simptico. 2) UERJ 1998) Podemos analisar a organizao morfofuncional do sistema nervoso dos vertebrados quando observamos a reao do indivduo ao tocar com a mo um objeto muito quente: a musculatura do esqueleto estimulada e ele retrai a mo da fonte de calor. Esse fenmeno pode ser explicado pela atuao dos componentes da seguinte estrutura: a) arco reflexo b) cordo nervoso ventral c) eixo hipotlamo-hipfise d) rede nervosa epidrmica 3) UERJ 2004) As aves precisam ter, para voar, uma eficiente coordenao motora. Considerando a proporo relativa dos componentes do encfalo, as aves possuem, em relao a outros vertebrados, um maior desenvolvimento da seguinte estrutura enceflica: a) bulbo c) hipotlamo b) cerebelo d) lobo frontal 4) USP 2004) O esquema representa dois neurnios contguos I e II), no corpo de um animal, e sua posio em relao a duas estruturas corporais identificadas por X e Y. a) Tomando-se as estruturas X e Y como referncia, em que sentido se propagam os impulsos nervosos atravs dos neurnios I e II? b) Considerando-se que, na sinapse mostrada, no h contato fsico entre os dois neurnios, o que permite a transmisso do impulso nervoso entre eles? c) Explique o mecanismo que garante a transmisso unidirecional do impulso nervoso na sinapse. 5) UNICAMP 2004) O locutor, ao narrar uma partida de futebol, faz com que o torcedor se alegre ou se desaponte com as informaes que recebe sobre os gols feitos ou perdidos na partida. As reaes que o torcedor apresenta ao ouvir as jogadas so geradas pela integrao dos sistemas nervoso e endcrino. a) A vibrao do torcedor ao ouvir um gol resultado da chegada dessa informao no crebro atravs da interao entre os neurnios. Como se transmite a informao atravs de dois neurnios? b) A raiva do torcedor, quando o time adversrio marca um gol, muitas vezes acompanhada por uma alterao do sistema cardiovascular resultante de respostas endcrinas e nervosas. ual a alterao cardiovascular mais comum nesse caso? ue fator endcrino o responsvel por essa alterao? 6) UFRRJ 2002) Na figura abaixo esto representadas duas clulas, que no tecido nervoso esto associadas aos neurnios e desempenham funes importantes. Em relao figura, responda: a) Como so denominadas essas clulas? b) Cite duas funes desses tipos celulares. 7) UFRRJ 2004) Um bilogo, ao estudar um determinado tecido de animais vertebrados, fez algumas descries de suas observaes: formado por clulas dotadas de extensos prolongamentos, os quais liberam substncias qumicas que permitem a comunicao entre as clulas do tecido. Identifique esse tecido e o tipo de clula qual se referiu o bilogo, justificando como voc chegou a essa concluso. 8) UFRRJ 2004) Para a propagao do impulso nervoso, necessrio um estmulo que gera uma resposta. O esquema a seguir representa um arcoreflexo, no qual o calor da chama de uma vela provoca a retrao do.brao e o afastamento da mo da fonte de calor. a) ual a conseqncia da seco da raiz dorsal do nervo representada como corte A? b) ual a conseqncia da seco da raiz ventral do nervo representada como corte B? 9) UFPA 2003) Algumas pessoas, quando realizam provas nos Vestibulares, tendem a sofrer conseqncias fisiolgicas da ao dos sistemas endcrino e nervoso. O componente simptico do sistema nervoso autnomo estimulado, e as glndulas supra-renais liberam adrenalina na tentativa de "enfrentar" a tenso instalada no dia da prova. a) Explique o que ocorre nas seguintes atividades orgnicas: batimento cardaco, peristaltismo intestinal e presso arterial, a partir do citado estmulo

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nervoso. b) O mencionado hormnio atua de que maneira sobre o glicognio e com qual finalidade? I II GABARITO 1)B 2)A 3)B 4 ) a) Os impulsos nervosos propagam-se no sentido de II para I. b) A transmisso do impulso na sinapse feita por neurotransmissores. c) Os neurotransmissores so secretados pelas terminaes do axnio. 5 ) a) A informao transmitida, de um neurnio a outro, por meio de neurotransmissores secretados pelo axnio na sinapse. b) A alterao mais comum a taquicardia batimento acelerado do corao). O fator endcrino responsvel por essa alterao o hormnio adrenalina. 6 ) a) neuroglia ou clulas da glia. b) proteo, sustentao, facilitar a difuso de metablitos entre o sangue e os neurnios, fagocitar resduos, e isolar eletricamente o neurnio. 7 ) Tecido Nervoso Neurnio, pois esses tem prolongamentos chamados axnios onde so secretados os mediadores qumicos nas sinapses, que permitem a comunicao entre as clulas. 8 ) a) A pessoa no sente a queimadura e no afasta a mo da fonte de calor. b) A pessoa sente a queimadura, mas no afasta a mo da fonte de calor. 9 ) a) A adrenalina aumenta o batimento cardaco e a presso arterial enquanto inibe o peristaltismo intestinal. b) Em uma situao de stress, o glicognio convertido em glicose, a fim de aumentar a produo de energia.LINHARES, S.; GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje.

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