CLNICA MDICA E CIRRGICA DE GRANDES ANIMAIS ? 10. A laminite uma das doenas mais importantes

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    09-Jun-2018

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MINISTRIO DA EDUCAO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-RIDO PR-REITORIA DE PESQUISA E PS-GRADUAO COORDENAO DE RESIDNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM REA PROFISSIONAL DA SADE - COREMU HOSPITAL VETERINRIO DR. JERNIMO DIX-HUIT ROSADO MAIA EDITAL PROPPG UFERSA 15/2016 CLNICA MDICA E CIRRGICA DE GRANDES ANIMAIS 1. Indique se cada uma das afirmaes abaixo verdadeira ou falsa. - Marsdenia megalantha uma planta que promove doena do armazenamento lisossomal, evidenciada por ascite e ictercia. - A poro area das maniobas (Manihot spp) possui glicosdeos cianognicos, mas pode ser utilizada na alimentao animal aps ser triturada e seca pois o cianeto volatilizado. - Crotalaria retusa planta hepatotxica que pode intoxicar ruminantes e equdeos, possuindo como princpio txico alcaloides pirrolizidnicos. - As folhas de Brachiaria radicans possuem saponinas esteroidais responsveis por fotossensibilizao hepatgena. a) Falsa, Verdadeira, Verdadeira, Falsa b) Verdadeira, Verdadeira, Falsa, Verdadeira c) Verdadeira, Falsa, Falsa, Verdadeira d) Falsa, Verdadeira, Verdadeira, Falsa e) Verdadeira, Falsa, Verdadeira, Falsa 2. Marque V (verdadeiro) ou F (falso) para as seguintes afirmaes: - O consumo exclusivo de Mimosa tenuifolia est associado a casos de alopecia. - Outro efeito do consumo de Mimosa tenuifolia o hipotireoidismo em ruminantes. - Cabras prenhes que ingiram folhas de Aspidosperma pyrifolium podem apresentar abortamentos ou parto prematuro de filhotes fracos. - Mascagnia rigida, atualmente reclassificada nas espcies Amorimia rigida e Amorimia septentrionalis, promove intoxicaes por meio da ao do cido monofluoroactico. a) Falsa, Verdadeira, Verdadeira, Falsa b) Falsa, Falsa, Verdadeira, Verdadeira c) Verdadeira, Falsa, Falsa, Verdadeira d) Falsa, Verdadeira, Verdadeira, Falsa e) Verdadeira, Falsa, Verdadeira, Falsa 3. Sobre a intoxicao por Prosopis juliflora, as afirmativas corretas so: (1) a espcie animal mais afetada a caprina (2) o princpio txico deconhecido (3) o consumo da planta em brotao ocorre no incio da estao chuvosa (4) causa dilatao mitocondrial e morte de neurnios a) [2] e [3] b) [1], [2] e [4] c) [2], [3] e [4] d) [2] e [4] e) [2] 4. O tratamento da intoxicao pelas folhas da mamona (Ricinus communis) pode ser feito com a administrao de: a) tiossulfato de sdio e nitrito de sdio b) ioimbina c) atropina d) neostigmina e) nenhuma das respostas anteriores 5. Assinale a alternativa INCORRETA a) A ingesto de toxina pr-formada do Clostridium perfringens causa enterotoxemia enquanto a ingesto de esporos pode causar mionecroses (gangrenas) b) Em ruminantes, alteraes bruscas na dieta aumentam o risco de enterotoxemia por Clostridium c) Antibioticoterapia constante torna o animal suscetvel s infeces por Clostridium d) A gangrena gasosa se desenvolve pela ao das enterotoxinas do Clostridium chauvoei e) Toxinfeces por Clostridium exigem isolamento imediato dos animais acometidos e interdio das propriedades 6. Assinale a alternativa CORRETA a) A forma de infeco mais importante na brucelose bovina a monta natural b) Bovinos jovens so refratrios brucelose por causa da proteo passiva dos anticorpos maternos. c) A vacinao contra a brucelose bovina no protege os animais contra a infeco, mas diminui o nmero de abortamentos. d) A vacinao contra a brucelose opcional, mas s pode ser feita por veterinrios. e) A vacina B-19 deve ser aplicada em fmeas de 3 a 8 meses de idade com reforo anual 7. Assinale a alternativa CORRETA a) Na tuberculose bovina, a tuberculinizao dupla comparada feita para diferenciar entre os casos de infeco recente e os avanados b) A tuberculinizao na prega da cauda proibida para propriedades monitoradas c) O PNCEBT (programa Nacional de Controle e Erradicao da Brucelose e Tuberculose) recomenda o tratamento da tuberculose apenas para animais de alto valor zootcnico d) Ao contrrio da vacina para brucelose, na tuberculose bovina exige-se reforo anual e) Bovinos com manifestao severa da tuberculose podem apresentar resultados falso negativos s provas de tuberculina 8. Assinale a alternativa CORRETA a) O vrus rbico s pode ser excretado na saliva de um animal infectado aps o aparecimento dos sinais clnicos da doena b) Os morcegos podem transmitir a raiva para animais e para o homem mas no adoecem e nem morrem com esta doena c) O material para diagnstico da raiva deve ser enviado em formol 10% d) O animal suspeito de raiva deve ser sacrificado o mais rpido possvel para evitar acidentes e contaminao de pessoas ou animais e) O perodo de incubao da raiva no homem pode variar de acordo com o local e a gravidade da mordedura do animal raivoso 9. Um garanho, quarto de milha, de seis anos de idade, foi atendido com sinais clnicos de inquietao, sudorese, sapateamento, escoiceamento do ventre e rolamento. Na anamnese, foi informado que o animal mantido em baia, a alimentao feita base de feno de coast cross e concentrado (5 kg) e que, nas ltimas semanas, o feno ofertado apresentava-se fibroso e ressecado. Foi relatado tambm que o animal vinha apresentando episdios intermitentes de desconforto abdominal discreto, h uma semana, e que, nas ltimas 24 horas, o quadro clnico agravara-se, no sendo obtida remisso completa dos sinais clnicos com o uso de analgsicos. No exame clnico, constatou-se hipomotilidade auscultao intestinal, frequncia cardaca de 70 bpm, tempo de perfuso capilar de trs segundos, frequncia respiratria de 35 mpm e temperatura retal de 38,5 C. palpao retal, foi possvel identificar a presena de uma massa de consistncia dura na regio da flexura plvica. A interpretao do exame hematolgico revelou valores de fibrinognio de 700 mg/dL, volume globular de 45%, protenas plasmticas totais de 9,2 g/dL e lactato plasmtico de 6 mEq/L. Com relao a esse quadro, avalie as afirmaes a seguir. I. Com base nos achados clnicos, a principal suspeita que se trata de neoplasia intestinal. II. Com base nos achados clnicos, a principal suspeita que se trata de enterolitase. III. Considerando a suspeita clnica, recomenda-se a laparotomia pela linha mdia ventral. IV. Com base nos dados hematolgicos, no h necessidade de fluidoterapia endovenosa. correto apenas o que se afirma em: a) I e III. b) I e IV. c) II e III. d) II e IV. e) II, III e IV 10. A laminite uma das doenas mais importantes na clnica equina, sendo a maior causa de bito aps as clicas. Sobre o assunto, marque V para afirmativas verdadeiras e F para falsas. ( ) Excessiva ingesto de carboidratos, endometrite, reteno de placenta e as clicas so alguns dos fatores desencadeantes da laminite, culminando em endotoxemia, enquanto o casqueamento inadequado desencadeia o processo devido concusso da sola e inflamao. ( ) Na laminite, ocorrem alteraes similares ao ciclo do choque e CID, com ativao de mecanismos vasoativos e coagulopatia, os quais acarretam isquemia laminar e degenerao e morte celular, devido baixa perfuso capilar, abertura de shunts artrio-venosos, alterao da permeabilidade capilar com consequente congesto e edema, e formao de microtrombos. ( ) Os sinais clnicos da laminite so: troca frequente de apoio dos membros, dor/claudicao, deslocamento do peso para membros plvicos, relutncia ao exerccio, pulso forte das artrias digitais, sensibilidade ao teste da pina, aumento da temperatura da coroa do casco e decbito prolongado. ( ) Na fase aguda e crnica, a crioterapia e o suporte da sola do casco tem grande potencial benfico; a primeira por causar vasoconstrio e hipometabolismo celular; e o segundo por proteger a sola e a ranilha, diminuir a rotao da falange distal, melhorar a circulao sangunea digital e diminuir o impacto e a dor. Assinale a sequncia correta. a) V, V, V, F b) V, V, F, F c) F, F, V, V d) F, V, F, V e) V, F, V, F 11. A laminite uma doena que pode ser considerada de etiologia multifatorial, mas que infelizmente ainda leva muitos cavalos a bito em todo o mundo. A participao das matriz metaloproteinases (MMPs) foi bem descrita anteriormente sendo um fator que leva ao descolamento da unio entre a lmina drmica e o estojo crneo. A interveno precoce melhora as chances de sobrevida para o cavalo acometido e esta poderia ser constituda de: a) Crioterapia nos cascos, anti-inflamatrio esteroidal, aspirina. b) Compressas quentes nos cascos, antiinflamatrio esteroidal, heparina. c) Crioterapia nos cascos, anti-inflamatrio no esteroidal, aspirina. d) Anti-inflamatrio no esteroidal, adrenalina, aspirina. e) Anti-inflamatrio esteroidal, adrenalina, aspirina 12. Antecedendo ao exame clnico do aparato locomotor, a avaliao do equilbrio esttico dos cascos dos cavalos permite ao examinador: a) Entender a distribuio de foras sobre as estruturas dos membros avaliando regies sob maior risco de lesionar. b) Avaliar adequadamente a qualidade dos cascos quanto estrutura do estojo crneo. c) Entender se o crescimento dos cascos bom. d) Avaliar evidncias de alteraes proprioceptivas. e) Avaliar a qualidade do ferrageamento que vem sendo realizado. 13. A acidose ruminal subclnica provoca graves prejuzos em rebanhos de explorao leiteira de alta produo com alimentao rica em concentrado. As consequncias dessa enfermidade so variadas e incluem as seguintes afeces: a) laminite, abscesso heptico e necrose crebro-cortical b) diminuio da gordura do leite, peneumonia e cistite c) paraqueratose ruminal, imunodepresso e osteodistrofia d) problemas reprodutivos, diminuio da gordura do leite e urolitase e) urolitase, cistite, laminite 14. Sobre ocorrncia de sndrome clica podemos afirmar que: I- Desidratao e acidose metablica so verificaes comuns. II- Desidratao no se constitui um achado comum. III- leo paraltico no complicao comum em diferentes etiopatogenias de clicas. IV- Peristalse primria ou secundria podem evoluir a leo paraltico. V- Ocorre aumento da frequncia respiratria e do pulso. Est(o) correta(s): a) Apenas I. b) Apenas I e II. c) Apenas I, IV e V. d) Apenas III e V. e) Apenas IV e V. 15. Considerando as afeces do sistema digestrio de equdeos e ruminantes, analise as afirmativas. I - Em um equino com clica importante avaliar as caractersticas da dor, que pode variar de leve a severa e ser contnua ou intermitente, dependendo do grau de distenso, tenso e isquemia visceral. II - Rpida depleo orgnica com distenso visceral, dor moderada a severa, atonia intestinal, abundante refluxo enterogstrico e rpida alterao do lquido peritoneal so sinais caractersticos e compatveis com quadros de compactao do clon maior em equinos. III - Na anlise do lquido peritoneal, observa-se colorao, aspecto, odor, pH, protena total e fibrinognio, contagem total e diferencial celular e presena ou no de bactrias. IV - O deslocamento do abomaso esquerda ocorre com maior frequncia em vacas leiteiras confinadas e no incio da lactao, sendo espordico durante a lactao e/ou gestao, culminando em queda na produo de leite e perdas econmicas. Esto corretas as afirmativas a) I, III e IV. b) I, II e IV. c) II e III. d) III e IV, apenas. e) I e IV 16. Em relao s enfermidades do Sistema digestrio dos bovinos, assinale a alternativa INCORRETA. a) A ingesto acidental de grande quantidade de carboidratos altamente fermentveis pode causar um quadro agudo de acidose ruminal. b) A alcalose rumenal pode ser devido ingesto acidental de grande quantidade de ureia. c) A dilatao e toro de abomaso direita causa um quadro sistmico de acidose metablica, devido absoro excessiva de lactato pela mucosa abomasal. d) A ingesto de corpos estranhos perfurantes e(ou) cortantes a principal causa de reticulites em bovinos. e) Todas as alternativas esto corretas 17. Timpanismo ruminal consiste no acmulo de quantidades excessivas de gs no lmen do rmen, distendendo-o at propores que pem em risco a vida do animal. Sobre esta enfermidade, correto afirmar que: a) no timpanismo primrio, o gs fica disperso na forma de pequenas bolhas no lquido ruminal, e a incapacidade do gs de escapar desta mistura espumosa depende da tenso superficial do lquido e do estado coloidal dos slidos dissolvidos. b) no timpanismo secundrio, a ingesto de vegetais em partculas pode promover timpanismo por servir como meio de colonizao dos microrganismos ruminais, o que acaba por promover a fermentao e a formao de gs. c) no timpanismo primrio, comum observarem-se corpos estranhos no rmen; do mesmo modo, as constries so causa frequente deste tipo de timpanismo que leva ao deslocamento antergrado do diafragma que limita a capacidade respiratria. d) no timpanismo secundrio, as pectinas vegetais aumentam a tenso superficial do lquido ruminal, promovendo a produo de gs, e os lipdeos vegetais funcionam como agentes antiespumantes, ao impedirem que protenas solveis liguem-se a ons metlicos. e) Nenhuma das alternativas est correta 18. No esparavo sseo (ADAMS; FESSLER, 2000; AUER; STICK, 2006), a resoluo cirrgica obtida por: a) Tenectomia do ligamento cneo b) Artrodese articular tarsal distal c) Miotenectomia do extensor digital medial d) Tenectomia do ligamento suspensrio e) Alternativas a e b esto corretas 19. (ADAMS; FESSLER, 2000; AUER; STICK, 2006) Em equdeos que apresentam constrico de tendes flexores prximo a bifurcao do ligamento acessrio, a nvel da falange mdia, de membro plvico; requer, resoluo deste quadro: a) Tenectomia do ligamento anular plantar b) Tenectomia do ligamento cneo c) Tenectomia do ligamento flexor digital profundo d) Tenectomia do ligamento check superior e) Tenectomia do ligamento check inferior 20. A tcnica cirrgica de tenectomia do flexor digital profundo (ADAMS; FESSLER, 2000; AUER; STICK, 2006) est indicada: a) Deformidades flexurais severas, da articulao interfalangeana b) Para controle rotacional da terceira falange, na laminite refratria c) Em desvio angular em membro tipo varus d) No tratamento de harpejamento australiano e) Alternativas a e b esto corretas 21. Em potros jovens, que apresentam valgus carpal, um dos tratamentos preconizados pelos autores na literatura (ADAMS; FESSLER, 2000; AUER; STICK, 2006) consiste em: a) Transeco transperiosteal b) Artrodese c) Uso de placas metlicas d) Tenectomia do flexor digital superficial e) Tenectomia do ligamento acessrio 22. Considerando enfermidades cirrgicas que acometem o sistema digestrio de bovinos, Cmara et al., (2009) relatam que na compactao abomasal de origem primria, a indigesto vagal, compactao de omaso e esteatose heptica esto comumente associadas enfermidade (Borges et al. 2007). Entre outros fatores, a retculoperitonite traumtica e a peritonite associada com lceras abomasais perfurantes so as causas mais comuns de compactao de abomaso em bovinos nos Estados Unidos (Fubini; Divers 2008), enquanto a compactao de abomaso de origem diettica a forma mais comum em bovinos no Canad, seguida pela retculoperitonite traumtica (Ashcroft 1983). Cmara et al., (2009) em seus estudos apontam que no Brasil, e particularmente na regio nordeste, uma das principais causas, de origem primria, da enfermidade pode estar relacionada a: a) Ingesto de forrageiras trituradas ricas em lignina, com fibras curtas b) Abscessos ou necrose do tecido gorduroso do omento c) Distrbios de escoamento pilrico _leses nos ramos ventrais do nervo vago d) Dano vascular ou neurognico secundrio a vlvulo abomasal e) Obstrues intraluminais, murais e extraluminais 23. De grande importncia para o cirurgio de equinos, as leses intestinais, embora normalmente associadas leses isqumicas, ocorrem durante qualquer doena obstrutiva intestinal em diferentes graus de acometimento dependendo do tipo de obstruo e a extenso do comprometimento vascular. A viabilidade do tecido intestinal mais comumente avaliada pela observao clnica, observando a cor da serosa e avaliando a cor da mucosa, que podem, em alguns casos, serem observadas antes da deciso de uma provvel resseco. Embora hajam relatos de inconsistncias quanto ao mtodo mais eficiente de se estimar a viabilidade intestinal, vrios mtodos foram descritos. Dentre as alternativas que se seguem, o considerado padro ouro, conforme apontam Auer; Stick (2006) : a) Histopatologia (aparncia histopatolgica) b) Corante de fluorescena intravenosamente (6,6 a 15mg.kg-1) c) Oximetria de superfcie na ala intestinal d) Ultrasonografia Doppler (base na deteco do fluxo microvascular) e) Presso Luminal (aumento da presso intraluminal) 24. As aderncias ps-cirrgicas so relatadas em 6% a 26% dos equinos submetidos a cirurgia do intestino delgado, com acentuado declnio ao longo do tempo. Os sinais de obstruo intestinal nos primeiros 2 meses aps a cirurgia, mas a obstruo relacionada aderncia podem surgir com o tempo. Embora potros sejam considerados especialmente propensos, as aderncias em alguns pacientes juvenis aps cirurgia para leses de todas as partes do sistema gastrointestinal foi relatado em 8%, semelhante porcentagem de relatados para equinos adultos. Potros de 15 dias a 6 meses parecem mais propensos do que os desmamados e requerem mltiplas cirurgias (AUER; STICK (2006). So fatores que podero contribuir para a formao de aderncias, exceto: a) Peristaltismo b) leus ps-operatrio c) Isquemia d) Abraso na serosa por panos de campo inadequados e) Manipulao excessiva do intestino 25. Anlise de figuras. Fonte: AUER; STICK (2006) As figuras (A e B) acima representam, respectivamente: a) Enteroanastomose jejunocecal trmino-lateral e ltero-lateral, fechamento terminal com Parker-Kerr em B, e defeitos mesentricos reparados. b) Enteroanastomose leocecal, enterorrafias ltero-lateral e tmino-lateral com Parker-Kerr em A e B, e defeitos mesentricos reparados. c) Enteroanastomose tmino-lateral, jejunocecostomia, jejunorrafias em cecos; e defeitos mesentricos reparados. d) Cirurgia em intestinos delgados e grossos, jejunocecostomias nas bases dos cecos e e defeitos antimesentricos reparados. e) Desvio Bypass entre leo, jejuno e ceco, e defeitos mesentricos reparados. 26)Em1988,aAssembliaNacionalConstituinteaprovouanovaConstituioBrasileira,incluindo,pelaprimeiravez,umaseosobreaSade.Noquedizrespeitoestaseo,nocorretoafirmar.a) A seo sobre Sade incorporou, em grande parte, os conceitos e propostas da 7.ConfernciaNacionaldeSade,podendo-sedizerquenaessncia,aConstituioadotouapropostadaReformaSanitriaedoSistemanicodeSade.b)AsadetidacomoumdireitodetodosedeverdoEstado,garantidomediantepolticassociaiseeconmicasquevisemreduodoriscodedoenaseagravos.c) O acesso s aes e servios de sade deve se d de forma universal e igualitriomediantesuapromoo,proteoerecuperao.d)CabeaoPoderPblicodispor,nostermosdalei,sobrearegulamentao,fiscalizaoecontrole das aes e servios de sade, devendo sua execuo ser feita diretamente ouatravsdeterceirose,tambm,porpessoafsicaoujurdicadedireitoprivado.e) A assistncia sade livre iniciativa privada que podero participar de formacomplementardosistemanicodesade,segundodiretrizesdeste,mediantecontratodedireitopblicoouconvnio.27) A Lei N 8.080, de 19 de Setembro de 1990, dispe sobre as condies para a promoo, proteo e recuperao da sade, a organizao e o funcionamento dos servios correspondentes e d outras providncias. Sobre a Lei correto afirmar. a) A sade um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado e instituiesprivadasproverascondiesindispensveisaoseuplenoexerccio.b)Asadetemcomofatoresdeterminantesecondicionantes,entreoutros,aalimentao,amoradia, o saneamento bsico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educao, otransporte,olazereoacessoaosbenseserviosessenciais.c)ConstituioSistemanicodeSadeoconjuntodeaeseserviosdesade,prestadosporrgoseinstituiespblicasfederais,estaduaisemunicipais,daAdministraodiretae indireta, porm as fundaes mantidas pelo Poder Pblico no so includas nesteconjunto.d) Universalidade da assistncia entendida como o conjunto articulado e contnuo dasaeseserviospreventivosecurativos,individuaisecoletivos,exigidosparacadacasoemtodososnveisdecomplexidadedosistema.e) Um dos princpios do SUS a descentralizao poltico-administrativa, com nfase na direo nica das esferas federal e estadual de governo. 28) Sobre os Princpios e Diretrizes do Sistema nico de Sade, no correto afirmar. a) Utilizao da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocao de recursos e a orientao programtica. b) Participao da comunidade. c) Integrao em nvel executivo das aes de sade, meio ambiente e saneamento bsico. d) As aes e servios de sade sero organizados de forma regionalizada e hierarquizada em nveis de complexidade decrescente. e) Capacidade de resoluo dos servios em todos os nveis de assistncia. 29) Esto includas no campo de atuao do Sistema nico de Sade: I - Execuo de aes de Vigilncia Epidemiolgica e Vigilncia Sanitria. II - Participao de forma complementar na execuo das aes de Vigilncia de Sade do Trabalhador, uma vez que compete aos rgos trabalhistas a maior parcela de responsabilidade. III - Participao na formulao da poltica e na execuo de aes de saneamento bsico. IV - Ordenao da formao de recursos humanos na rea de sade. V - Fiscalizao e a inspeo de alimentos, gua e bebidas para consumo humano. Esto corretas as alternativas: a) Apenas I, IV, V. b) Apenas II, IV e V. c) Apenas I, III, IV e V. d) Apenas I, III e IV. e) I, II, III, IV e V. 30)SobreVigilnciaSanitria:I - Compreende um conjunto de aes capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos sade. II - Abrange o controle da prestao de servios que se relacionam direta ou indiretamente com a sade. III - Compreende um conjunto de aes capaz de intervir nos problemas sanitrios decorrentes do meio ambiente. IV - Abrange o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a sade, compreendidas todas as etapas e processos, da produo ao consumo. Esto corretas as alternativas: a) Apenas I e IV. b) Apenas II e IV. c) Apenas I, II e IV. d) Apenas I, III e IV. e) I, II, III e IV.

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