CAPA THOMSON-TEST MOTO 2013 modelo 1 (frente) ? 2017-04-13 ... (princpio parecido com o da caixa

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    16-Nov-2018

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  • INFORMAES TCNICASTEMPERATURA E

    INJEO ELETRNICA

    2014

  • TEMPERATURA E EMISSES SOB CONTROLE! 1

    HISTRICO INJEO ELETRNICA EM MOTOCICLETAS

    Bem diferente dos automveis, as motocicletas possuem muitas particularidades em sua construo. A motorizao monocilndrica

    predominante na grande maioria, o volume do motor geralmente

    no supera os 150 centmetros cbicos, possuem 5 marchas e

    trabalham sempre em alta, a rotao beira os 10.000 rpm. O sistema

    de lubrificao tambm possui um diferencial pois o volume de leo

    reduzido e normalmente no ultrapassa os 1,3 litros e sua

    especificao especial.

    O lubrificante tem vida til reduzida e deve suportar as diversas

    solicitaes severas, ele responsvel em banhar cmbio, motor e

    a embreagem multi-discos confeccionadas em cortia e papel.

    O arrefecimento a ar capaz de controlar a temperatura por meio

    das aletas do cilindro e cabeote que dissipam o calor, porm o

    sistema s eficiente quando a motocicleta est em movimento.

    Obviamente a produo da potncia necessria para impulsionar o motor ir produzir poluentes. Mesmo parecendo mnima, as

    emisses e a concentrao de gases provenientes da combusto da

    mistura ar/combustvel despejados diariamente na atmosfera pela

    frota nacional de motocicletas ser imensa.

    Os gases proveniente da queima desordenada ocupam o lugar do oxignio e podem provocar males sade da populao.

  • TEMPERATURA E EMISSES SOB CONTROLE! 2

    CARBURADOR PROTAGONISTA DAS EMISSES DE POLUENTES

    O que no passado era eficiente, hoje visto como o responsvel pelo excessivo nvel de emisses de poluentes. Os tempos mudaram e mesmo com toda tecnologia, no podemos deixar de considerar o Carburador como uma pea obsoleta, porm, ainda muito utilizado em boa parte das motocicletas que esto nas ruas e tambm em produo.

    O complexo mecanismo forma a mistura ar/combustvel que alimenta o motor. A manuteno no segredo e o funcionamento bsico na maioria dos casos ocorrem assim: o combustvel contido no tanque da motocicleta desce pelo efeito da gravidade e por meio de uma tubulao chega ao carburador onde armazenado na cuba, o volume controlado por uma bia de nvel (princpio parecido com o da caixa dgua). Durante o funcionamento do motor, na fase de admisso, o movimento de descida do pisto cria um fluxo de ar que atravessa o carburador e gera uma baixa presso no venturi (tubo coletor do carburador que tem uma seo mais estreita) que, por consequncia, cria um arrasto no combustvel contido na cuba, injetando-o no motor por meio dos gicls e pulverizadores, agulha e vlvula que previamente promoveram a formao da mistura ar/combustvel em forma de spray. Quanto a formao da mistura estequiomtrica, para que a proporo ideal ocorra, alm da quantidade e qualidade do combustvel, contamos com trs variveis das quais no temos controle, que influem diretamente na quantidade de ar necessria para o motor, so elas: temperatura, umidade do ar e presso atmosfrica.

    Mesmo que a motocicleta esteja funcionando de maneira satisfatria, necessariamente o carburador pode no estar com as regulagens adequadas s condies ambientais, e por no possuir um auto-ajuste, assim como no sistema eletrnico de injeo, o carburador por si s no ir adequar-se s necessidades. Outro ponto negativo do carburador que ele est sujeito a desgastes internos em seu corpo e tambm nos componentes.

    O resultado queda de rendimento da motocicleta, acrscimo do consumo de combustvel e aumento nas emisses. Por isso considerado como o protagonista das emisses de poluentes. Na motocicleta, teoricamente, no h diferenas de estrutura entre os motores alimentados por injeo eletrnica ou a carburador.

  • TEMPERATURA E EMISSES SOB CONTROLE! 3

    TECNOLOGIAS A SADA PARA MINIMIZAR AS EMISSES E MELHORAR A QUALIDADE DO AR

    Nas motocicletas modernas, o desempenho, a economia e a adequao ao programa de controle de emisses de gases poluentes esto diretamente ligados a um sistema que integra a injeo de combustvel e tambm a ignio. O sistema inteligente, possui autodiagnsticos e tem linguagem prpria. Gerenciado por uma central eletrnica que adota e pode adotar denominaes, como: ECM (Mdulo de Controle do Motor) ou ECU (Unidade de Comando Eletrnico) ambas possuem um funcionamento semelhante. A central eletrnica assegura que o funcionamento do motor seja preciso graas as suas estratgias pr-estabelecidas, alm de proporcionar partidas fceis mesmo em pocas frias e respostas rpidas do motor, aposentando assim o velho carburador. Na motocicletas os sistemas FI (Fuel Injection) como tambm so conhecidos, existem a mais de 25 anos. Porm aqui no Brasil a tecnologia demorou um pouco para chegar e os usurios de motocicletas s tiveram acesso nas motos importadas de grande porte nas dcadas passadas. Como sada para resolver o problema de espao e permitir a aplicao da tecnologia em uma pequena motocicleta, o sistema foi simplificado e as peas foram compactadas, a exemplo disto o Corpo de Borboleta de acelerao que dotado de vrios sensores e atuadores que desenvolvem as mltiplas funes num espao reduzido, ocupado anteriormente pelo carburador. Atualmente a MTE-THOMSON investe ativamente no desenvolvimento de componentes que atuam no sistema de Injeo Eletrnica em motocicletas com o objetivo de satisfazer as necessidades do crescente mercado de duas rodas cada vez mais exigente, colaborando com a reduo de emisses. Atendendo assim as determinaes dos rgos de controle e de emisses de poluentes na atmosfera, preservando o meio ambiente.

    DESTAQUES TECNOLOGIA EMBARCADA

    PRATICIDADE: Na maior parte dos casos o Controle da Marcha Lenta no requer interveno de um mecnico, o sistema auto ajustvel por meio de um servo motor conhecido como Motor de Passo. SEGURANA: Em caso de queda a motocicleta desliga, o Sensor de ngulo de inclinao do chassi informa a inclinao da moto para a central eletrnica efetuar o corte do motor.

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    VANTAGENS SISTEMA ELETRNICO

    - TECNOLOGIA Proporciona um elevado nvel de dirigibilidade da motocicleta, melhor funcionamento e rendimento do motor e excelente resposta na acelerao;

    - FACILIDADE Na partida a frio sem a necessidade do uso do afogador;

    - MAIOR ECONOMIA No combustvel;

    - MENOR ndice de emisses de poluentes;

    - GERENCIAMENTO ELETRNICO DO SISTEMA Avalia as condies ambientais e permite a adequao da quantidade ideal de combustvel nos diversos regimes de funcionamento do motor;

    - PERMITE A utilizao de um sistema bicombustvel, onde o usurio escolhe o que quer abastecer gasolina ou lcool ou a mistura de ambos;

    - BAIXO ndice de manuteno e MAIOR vida til do motor.

    AUTODIAGNSTICO INDICADORA DE ANOMALIAS

    Informa quando h uma pane nos componentes da Injeo Eletrnica, atravs de piscadas da luz indicadora de anomalias localizada no painel da moto. O usurio percebe a anomalia e conduz a motocicleta at a oficina para efetuar o ajuste necessrio.

    CONSTRUO E FUNCIONAMENTO SISTEMA DE INJEO ELETRNICA

    constitudo basicamente por Central Eletrnica, Sensores e Atuadores.

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    ECM MDULO DE CONTROLE DO MOTOR

    A Central Eletrnica o crebro do sistema, recebe vrios sinais de entrada provenientes dos Sensores e Interruptores com as condies instantneas da motocicleta, processa as informaes recebidas, faz diagnsticos, compensaes e memoriza em seu histrico as panes presentes e passadas ocorridas no funcionamento da motocicleta. Basicamente, o Crebro Eletrnico consti tudo de processadores, memrias e diversos circuitos onde so transformados os sinais anlogos recebidos em sinais digitais, linguagem necessria para que o processador possa efetuar os controles do motor. O processamento dos dados geram os parmetros para as tomadas de decises da central afim de possibilitar o momento e o volume ideal da injeo de combustvel, tempo da ignio e tambm gerar informaes para o painel da motocicleta como: sinais de advertncia pela luz de anomalia, rotao do motor, velocidade e etc. Os sinais possuem correntes bem fracas, passveis de interferncias de rdio freqncia que podero alterar o controle do mdulo de comando. Os sistemas em sua maioria so equipados com a funo a prova de falhas, a fim de garantir as condies minmas de funcionamento, mesmo que ocorra um defeito. Quando qualquer anormalidade for percebida pela funo autodiagnose, a capacidade de funcionamento do motor mantida devido as estratgias pr-estabelecidos no mapa do programa de simulao do ECM, porm se qualquer anomalia for encontrada no Sensor de Posio do Virabrequim (CKP), Sensor de ngulo de inclinao do chassi (BAS) ou Injetor de combustvel o funcionamento do motor ser interrompido.

    As estratgias descritas foram programadas de forma que cada sinal recebido de um Sensor ou Interruptor corresponda a um valor de tenso. A falta do sinal de entrada ou a recepo de um sinal distorcido faz com que o autodiagnstico do ECM perceba e conclua a possvel pane e determine um comando para que a luz de alerta de injeo eletrnica gere piscadas que so convertidas em cdigos de anomalia, a luz do FI como conhecida localizada no painel da motocicleta emite piscadas para indicar a possvel pane. O cdigo transmitido de um sinal luminoso de longa durao corresponde a 10 e para um sinal de curta durao, o cdigo correspondente o 1. Continua....

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    ECM MDULO DE CONTROLE DO MOTOR

    Da mesma maneira dependendo do fabricante o autodiagnstico ir indicar tambm um possvel

    pane nos atuadores. Sempre que houver uma pane ou mais, os cdigos dos defeitos ficam

    registrados na memria da central eletrnica e sero exibidos em ordem crescente atravs da luz de

    alerta ou com o auxilio de um scanner. Aps a soluo do problema, os cdigos memorizados permanecem no histrico de falhas do ECM e podem ser visualizados e eliminados com o scanner ou algum procedimento especial normalmente

    indicado no manual de servios do produto.

    Para assegurar o correto funcionamento necessrio que o sistema de injeo eletrnica esteja em

    perfeito estado e que a bateria possua uma tenso aproximada de 12,8V.

    SENSORES CAPTA INFORMAES SOBRE O MOTOR, MOTOCICLETA E O AMBIENTE

    So componentes alimentados em sua maioria por uma tenso mxima de 5V proveniente da Central Eletrnica, estes mecanismos captam informaes relacionadas ao regime de funcionamento do motor como: Rotao, Temperatura do Motor, Posio da rvore de Manivelas e tambm as

    informaes relacionadas a motocicleta e ao meio ambiente como: ngulo de inclinao do chassi,

    Posio da Borboleta de Acelerao, Percentual de oxignio no escapamento e Presso e Temperatura

    do ar da admisso. A comunicao entre os Sensores e o Mdulo dada em forma de tenso (DC)

    so sinais de entrada e sada. Todas as informaes coletadas servem de parmetros para que o

    ECM efetue os ajustes do motor por meio dos atuadores.

    NOTA: As panes nos Sensores sero percebidas pelo ECM durante o funcionamento do motor, o autodiagnstico ir apontar em forma de piscadas na luz de anomalia no painel da motocicleta.

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    ATUADORES AJUSTAM E CORRIGEM FALHAS NO MOTOR

    So dispositivos comandados pela Central Eletrnica que ajustam e fazem correes no regime de

    funcionamento do motor afim de proporcionar o melhor desempenho em todos os regimes de rotao,

    o Mdulo emite os comandos de atuao em forma de pulsos eltricos. Os Atuadores so: Bomba de Combustvel, Bobina de Ignio, Injetor de Combustvel, Atuador de Marcha Lenta (IACV) conhecido

    como Motor de Passo, Vlvula Solenide de Marcha Lenta (FID), Vlvula Solenide de Controle de

    Ar do Sistema de Emisses, conhecida como PAIR (Pulsed Secundary air injection que significa Injeo de ar pulsativo secundrio) ou Induo de Ar e etc...

    CORPO DE BORBOLETA DE ACELERAO

    O compacto corpo de acelerao est instalado no lugar do antigo carburador

    e equipado com: Unidade

    de Sensores, Atuador de

    Marcha Lenta, Borboleta de

    Acelerao e em grande na

    maioria dos casos o Injetor

    de Combustvel.

  • UNIDADE DE SENSORES SENSOR HBRIDO OU SENSOR TRIPLEX

    Est instalada no corpo de acelerao e faz parte da grande maioria das motocicletas de baixa cilindrada equipadas com injeo eletrnica, a unidade tambm conhecida como Sensor Hbrido ou Trs em Um. A pea nada mais que um jogo de sensores em um corpo nico. Fazem parte da unidade os seguintes Sensores: Sensor deposio da borboleta conhecido como TPS (Throtthe Position Sensor). Sensor de temperatura do ar da admisso IAT (Sensor da presso do ar da admisso), que mede a presso absoluta no coletor de admisso tambm conhecido como MAP. O sistema que calcula o volume de ar da admisso atravs da relao do ngulo de abertura da borboleta e presso do ar no coletor de admisso em funo da rotao do motor conhecido como speed density, traduzido como densidade da velocidade do ar. Montar os trs sensores em uma pea nica foi a soluo encontrada para simplificar, otimizar o espao e tornar o conjunto harmonioso, visto que nas motocicletas tudo reduzido. Com as informaes da presso, temperatura do ar da admisso e posio da borboleta do acelerador e tambm a rotao do motor, o crebro do sistema determina o tempo e o volume de injeo de combustvel para assegurar uma mistura ar/combustvel adequada a todas as solicitaes impostas motocicleta.

    SENSORES TPS E MAP MESMAS FUNES DA UNIDADE DE SENSORES

    Em motos de maior cilindrada os Sensores TPS (Sensor de Posio da Borboleta) e MAP (Sensor de Presso Absoluta) so separados da Unidade de Sensores mas com as mesmas funes. O Sensor TPS est colocado no eixo da Borboleta e o Sensor MAP no coletor de admisso medindo a posio da borboleta de acelerao e a presso absoluta do coletor respectivamente.

    relao do ngulo de abertura da borotao do motor conhecido como s

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    SENSOR EOT MEDINDO A TEMPERATURA DO LEO

    No motor, quando algo no vai bem uma srie de anomalias podem ser detectadas pela elevao da temperatura. O Sensor o dispositivo que mede a temperatura do leo do motor, o valor obtido analisado pelo ECM, com base nos dados recebidos a central busca a melhor estratgia de funcionamento, o objetivo otimizar o tempo de injeo de combustvel conforme a necessidade do motor. Partida a frio, para facilitar a partida a em baixas temperaturas o ECM controla o volume de combustvel do motor para assegurar a marcha lenta e permanece monitorando o volume injetado nas demais temperaturas e condies do motor, sempre buscando dosar o volume ideal. A mistura precisa em todas as solicitaes. Outro beneficio a proteo proporcionada ao motor de efeitos como: super-aquecimento ou at temperaturas baixas decorrente de misturas inadequadas. O Sensor do tipo NTC e medida que a temperatura do motor sobe, a resistncia cai. Qualquer anomalia no sensor haver alteraes na mistura de combustvel.

  • SENSOR

    SENSOR CKP CONHECIDO COMO GERADOR DE PULSOS

    Na maioria das motos o Sensor de Posio do Virabrequim est localizado na tampa esquerda do motor junto com o estator e posicionado radialmente ao volante magntico. praticamente o mesmo encontrado nas motocicletas carburadas onde conhecido como gerador de pulsos da rvore de manivelas, bobina de pulsos ou pulsadora. O Sensor composto por uma bobina com enrolamento de cobre um ncleo de ferro e um im permanente e est ligado ao estator que trabalha em conjunto com um rotor Sensor (volante composto de vrios ressaltos) que por sua vez est montado no lado esquerdo do virabrequim. As informaes coletadas pelo Sensor so convertidas pelo ECM em posies do virabrequim e rotaes por minuto (RPM). Quando o virabrequim est em movimento, o rotor rotacionado induzindo assim uma tenso alternada proveniente do movimento dos ressaltos do rotor, que passam pelo Sensor de posio do virabrequim. Somente a partir desse movimento, gerado um sinal para a ECU calcular o ngulo do virabrequim e por consequncia a posio onde se encontra o pisto (ponto morto superior, inferior, etc.) e determinar o momento ideal da injeo de combustvel e da fasca que salta atravs da vela de ignio. Tambm usada como referncia, a rotao do motor para a durao bsica da injeo.

    SENSOR BAS DESLIGA O MOTOR EM CASO DE QUEDA

    A evoluo da tecnologia proporciona benefcios e tornam as motocicletas mais seguras. Por conta disso, os fabricantes desenvolveram um Sensor com objetivo de desligar o veculo em caso de queda e proteger o motociclista e sua mquina, evitando maiores danos ou at um possvel incndio. A pea responsvel por esse trabalho o Sensor de ngulo de inclinao do chassi. Se durante a pilotagem houver uma inclinao que supere a faixa de segurana da motocicleta o ECM efetuar o corte do funcionamento do motor.

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    SENSOR DE OXIGNIO - O2 MELHORANDO A QUALIDADE DO AR

    O componente recebe vrias nomenclaturas, pode ser chamado de Sonda Lambda, Sensor Lambda ou Sensor de Oxignio. Instalado no escapamento na sada do motor ou um pouco mais a frente. O Sensor faz a leitura relativa dos produtos derivados da queima da mistura ar/ combustvel. Atravs da concentrao de oxignio nos gases de escapamento. Com base nas informaes o ECM interpreta o teor da mistura e elabora a correes alterando o tempo de injeo de combustvel afim de reduzir ao mximo as emisses e proporcionar uma queima completa do combustvel e uma sensvel melhora nas transformaes do catalisador, inclusive prolongando sua vida til. O correto funcionamento permite o ajuste instantneo da mistura pelo ECM e contribui para a melhoria continua da qualidade do ar e tambm a economia de combustvel.

    TIPOS DE SENSORES O2 ECONOMIA DE COMBUSTVEL

    Atualmente no mercado de 2 rodas na maioria das motocicletas encontramos dois tipos de Sensores: o pr-aquecido composto por 4 fios que contam com o auxilio de uma resistncia eltrica, e os no aquecidos compostos por 1 ou 2 fios. Para os dois casos o funcionamento do Sensor s se torna ativo quando sua temperatura est acima dos 300 C.

    A Sonda de 4 fios mais sofisticada no depende da temperatura do motor para atuar por isso conhecida como pr-aquecida sendo mais eficaz. Continua....

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    O segundo caso a Sonda de 1 ou 2 fios necessita do calor do motor para que a sua temperatura de trabalho seja alcanada, enquanto isso no ocorre o ECM no efetua correes na injeo pois no recebe informaes do Sensor.

    O local de instalao da Sonda auxilia na velocidade do aquecimento da pea por isso os Sensores mais bsicos tem sua instalao prxima ao cabeote do motor, por se tratar de uma regio de temperatura elevada.

    No caso da Sonda pr-aquecida conta com a ajuda de uma resistncia eltrica que acelera o aquecimento do Sensor. O Sensor Lambda resiste ao trabalho em alta temperatura mas como toda pea tem a uma vida til, apesar de ser um item que o manual de servios do fabricante da motocicleta no traga praticamente nenhuma manuteno direta a Sonda depende de cuidados simples como abastecimento da motocicleta com combustvel de boa qualidade, e tambm da regularidade nas revises peridicas estabelecidas no manual do proprietrio.

    A vida til do catalisador est diretamente associada as condies de funcionamento do Sensor Lambda. Para as motocicletas verso bicombustvel (lcool e gasolina) o Sensor de Oxignio a pea fundamental para identificao do percentual decorrente das infinitas propores de mistura lcool/ gasolina queimadas no motor.

  • BOMBA DE COMBUSTVEL RESPONSVEL POR ENVIAR COMBUSTVEL PRESSURIZADO AT O MOTOR

    A Bomba de Combustvel composta de motor eltrico e filtro. Na motocicletas mais simples o Regulador de Presso faz parte do atuador. A Bomba o elemento responsvel por enviar combustvel pressurizado at o motor. Ela alimentada pela eletricidade proveniente da bateria da motocicleta, uma tenso ligeiramente superior aos 12V, o acionamento do atuador, pode ser feito por um rel ou at pela prpria unidade eletrnica. O sistema onde a Bomba imersa no combustvel conhecido como sistema In Tank. A presso regulada por meio de uma Vlvula de Controle conhecido como Regulador de Presso. Algo curioso, que sendo eltrica e mergulhada no combustvel a Bomba no corre risco de incendiar. O combustvel por si s no capaz de misturar-se com o ar para que seja formada a mistura, portanto a presso de trabalho tem funo de facilitar a atomizao do combustvel atravs dos orifcios do Bico Injetor. Quando a presso tende a exceder o valor mximo estabelecido, a Vlvula estabiliza a presso permitindo o retorno do combustvel ao reservatrio. As presses podem variar de modelo para modelo e faixa de cilindrada e tambm marca de motocicleta. No mercado as motocicletas trabalham com valores mdios de presso que iro variar entre 2,0 kg/cm a 3,5 kg/cm Existem motocicletas onde o Regulador de Presso est localizada na prpria Bomba, e tambm h casos onde est instalado na linha de combustvel prximo ao Corpo de Acelerao. O retorno do combustvel excedente se d atravs de uma tubulao extra. Ao ligarmos a chave de ignio da motocicleta, sem necessariamente dar a partida, ouvimos um rudo proveniente da bomba. O som provocado pelo movimento do rotor interno do motor eltrico que a compe. O funcionamento breve tem a finalidade de gerar uma presso inicial para facilitar a partida. Durante o funcionamento do motor um grande volume de combustvel pode ser bombeado atravs das tubulaes para atender todas as solicitaes impostas ao motor. A vida til da bomba de combustvel pode ser comprometida pela qualidade do combustvel. O correto funcionamento da Bomba de Combustvel confere ao motor uma reduo nas emisses de poluentes, melhor funcionamento, menor consumo de combustvel e tambm maior potncia.

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    INJETOR DE COMBUSTVEL RESPONSVEL POR CONTROLAR O COMBUSTVEL ADMITIDO DO MOTOR

    Durante o funcionamento do motor o Injetor recebe pulsos eltricos provenientes da ECM e permite a passagem de combustvel ao motor. A pea est calibrado para uma determinada vazo mxima e um formato de spray adequados ao motor. O combustvel que flui para o coletor de admisso est atomizado afim facilitar queima. O tempo de permanncia de abertura do Injetor corresponde a uma frao de segundos, que medida em milisegundos e aps o trmino da pulsao interrompido o fornecimento de combustvel. O volume de combustvel determinado pelo tempo de abertura do Bico Injetor.

    VLVULA IAC ATUADOR DE MARCHA LENTA

    O dispositivo equipa parte das motocicletas equipadas com injeo eletrnica o Motor de Passo como conhecido um atuador de marcha lenta que tambm facilita a partida do motor em todas as condies de uso da motocicleta, inclusive nos dias frios. Esta instalado no Corpo de Acelerao da motocicleta e constitudo de um embolo deslizante que controla o volume de ar para o motor.

    O deslocamento do embolo proporciona alteraes na mistura ar/gasolina e o a j u s t e i n s tan tneo da Marcha Len ta . A ECM utiliza como base os sinais dos demais Sensores para definir as estratgias de trabalho do Motor de Passo.

    IAC

  • VLVULA FID VLVULA DE CONTROLE DE AR

    A Vlvula de Controle de Ar que proporciona o Fluxo de rpida Marcha Lenta e controla o volume de ar que flui para o motor a fim de manter a marcha lenta quando a temperatura do motor estiver baixa. Nesta condio necessrio uma rotao ligeiramente superior rotao normal de Marcha Lenta devido ao maior atrito interno do motor causado pela baixa temperatura.

    A rotao em marcha lenta aumenta devido ao aumento do volume de ar que flui pelos dutos do coletor de admisso, o maior volume fundamental para elevar a rotao do motor.

    A Vlvula FID est localizada no Corpo de Acelerao prximo ao Bico Injetor. Basicamente existem dois tipos de Vlvulas, uma composta por um solenide (atuador) que recebe uma tenso ligeiramente superior aos 12V proveniente da ECM, e utilizada em motocicletas arrefecidas a ar.

    Quando o motor est frio a Vlvula est aberta e permanece na condio at que a temperatura ideal de funcionamento do motor seja atingida. Posteriormente fechada para que a rotao normal seja estabelecida.

    Tambm h Vlvulas aplicadas em motocicletas equipadas com arrefecimento lquido, so FIDs mecnicas que possuem cera em seu ncleo.

    Algumas literaturas denominam o mecanismo como Thermo Wax, o acionamento pela temperatura do lquido de arrefecimento do motor.

    Quando o motor atinge a temperatura normal de funcionamento, h um deslocamento do mbolo interno do mecanismo que interrompe parcialmente o fluxo de ar para o motor e assim a rotao de marcha lenta ser estabelecida

    Este mecanismo tambm conhecido como Circuito by pass, para maior quantidade de ar, maior rotao em marcha lenta do motor.

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    SISTEMA DE INDUO DE AR OU SISTEMA PAIR SISTEMA DE CONTROLE DE EMISSES NA INJEO ELETRNICA

    Os Sistemas de Induo de Ar tambm recebem a denominao de sistema PAIR que injetam ar previamente filtrado no sistema de escape para proporcionar a queima dos gases que no sofreram

    combusto. A ao da injeo de ar transforma uma grande quantidade de hidrocarbonetos e

    monxido de carbono em dixido de carbono e vapor dgua que so inofensivos.

    Os dispositivos mais sofisticados possuem vlvulas solenides no controle de fluxo de ar acionadas

    pela ECM. Os mais simples utilizam o vcuo da admisso para o acionamento da Vlvula Controle de Ar do sistema.

  • BOBINA DE IGNIO AUTOINDUO ELETROMAGNTICA

    Compe o sistema de Ignio de todas as motocicletas, a queima da mistura ar e combustvel

    comprimida no cilindro s possvel graas a fasca eltrica que chega at a vela de ignio.

    necessria a produo de uma voltagem muito alta para que a centelha seja capaz de superar a

    compresso do motor e chegar at a cmara de combusto.

    Construo A Bobina de Ignio um transformador estruturado em dois enrolamentos montados em um ncleo

    de ferro. A voltagem aplicada no enrolamento primrio e instantaneamente desenvolve-se de forma

    ampliada no enrolamento secundrio, o valor da voltagem final proporcional relao entre o

    nmero de espiras dos enrolamentos. A Bobina um tipo transformador baseado na autoinduo.

    Nas motocicletas equipadas com injeo eletrnica a Bobina de Ignio denominada como atuador.

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    SENSOR TRIPLEX

  • TEMPERATURA E EMISSES SOB CONTROLE! 19

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    SENSOR TRIPLEX

  • TEMPERATURA E EMISSES SOB CONTROLE! 20

    OUTRAS NOMENCLATURAS AP. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE PRESSO ATMOSFRICA ABS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA ANTITRAVAMENTO DE FREIO AS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE ALTITUDE BSA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . BORBOLETA SECUNDRIA DE FREIO CBS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA COMBINADO DE FREIO CMP. . . . . . . . . . . . . . . . . . POSIO DE COMANDO DE VLVULAS OU FASE DO MOTOR CTS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE TEMPERATURA DE GUA / MOTOR DBW. . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA DE ACIONAMENTODA DA BORBOLETA ECT. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE TEMPERATURA DE GUA / MOTOR EGO. . . . . . . . . . . . . . . . . . SONDA LAMBDA GP. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE POSIO DE MARCHA GPS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE POSIO DE MARCHA HC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . HIDROCARBONETOS IAC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONTROLADOR DE MARCHA LENTA IATS. . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE TEMPERATURA DE AR DE ADMISSO KNOCK. . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE DETONAO MCE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . MDULO DE CONTROLE ELETRNICO ML. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MARCHA LENTA NA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NORMALMENTE ABERTA NF. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NORMALMENTE FECHADA NTC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . COEFICIENTE TRMICO NEGATIVO PWM. . . . . . . . . . . . . . . . . MODULAO DE COMPRIMENTO DE PULSO RPM. . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE ROTAO POR MINUTO SAE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA DE ACELERADOR ELETRNICO SBSA. . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA DE BORBOLETA SECUNDRIO DE ADMISSO STPS. . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE POSIO DE BORBOLETA SECUNDRIA SVCE. . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DA VLVULA DE CONTROLE DE EXAUSTO TBI. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CORPO DE BORBOLETA TF. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TOLTALMENTE FECHADA TI. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TEMPO DE INJEO TIG. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TEMPO DE IGNIO UCE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . UNIDADE DE COMANDO ELETRNICO VAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . VLVULA DE AR SUPLEMENTAR VCE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . VLVULA DE CONTROLE DE EXAUSTO VCV. . . . . . . . . . . . . . . . . . . VLVULA DE CONTROLE DE VCUO VE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VOLUME DE MSSICO ADMITIDO PELO MOTOR VS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE VELOCIDADE VSS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . SENSOR DE VELOCIDADE

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    PROGRAMA EDUCARDESDE 1996

    AUTOR: PAULO JOS DE SOUSA - pjsou@uol.com.br

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    014

    0001 Capa frente001 pag 1002 pag 2003 pag 3004 pag 4005 pag 5006 pag 6007 pag 7008 pag 8009 pag 9010 pag 10011 pag 11012 pag 12013 pag 13014 pag 14015 pag 15016 pag 16017 pag 17018 pag 18A019 pag 19A020 pag 20021 Assinatura022 Capa verso

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