Boletim 01 da Gesto Ambiental das obras de BR-116/RS

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Esse o boletim das obras de duplicao da Gesto Ambiental das obras de duplicao da BR-116/RS

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  • BOLETIM 01janeiro - fevereiro - maro

    2013

    Pgina xx

    Aline Freitas, coordenadora da CGMAB/DNIT, fala sobre a importncia da Gesto Ambiental nos empreendimentos rodovirios.

    Saiba mais sobre a espcie que mascote das obras de duplicao da rodovia.

    Clima, conformao geogrfica, natureza, populao e hbitos culturais e gastronmi-cos tornam a Costa Doce diferenciada de outras regies.

    Pgina 03

    Pgina 06

    Pgina 06

    Pgina 05

    Entrevista

    Tamandu-mirim

    A regioA Gesto Ambiental BR-116/RS

    Os impactos causados por obras podem ser minimizados, prevenidos ou compensados. Por isso a importncia da atuao de uma equipe de Gesto Ambiental.

    Duplicao da BR-116/RS: avano com mais segurana em 211 quilmetros

    Pgina central

  • Duplicar Proteger Avanar2

    Editorial

    Expediente

    SobreSonho antigo de moradores e usurios, a dupli-cao da BR-116/RS comeou a virar realidade em 2012, quando o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu incio s obras em 211 km da rodovia entre Guaba e Pelotas. O aumento na capacidade da estra-da aguardado por se tratar da principal via de acesso regio sul do Estado e por onde o Brasil escoa boa parte da sua produo. Para a comu-nidade dos onze municpios diretamente be- neficiados, trar mais segurana e organizao ao trfego. Para diminuir o impacto durante a execuo do empreendimento, o DNIT implementou Programas Ambientais que sero desenvolvidos pela Equipe de Gesto Ambiental da STE - Servios Tcnicos de Engenharia S.A.. O objetivo prevenir, diminuir ou mesmo compensar danos causados ao meio ambiente. Neste boletim voc vai saber mais sobre a importncia da BR-116/RS e detalhes do andamento da obra. Tambm poder conhecer algumas aes de Gesto Ambiental que esto em curso, como campanhas de monitoramento da fauna, flora e recursos hdricos. J na pgina ao lado, voc ser apresentado ao tamandu-mirim, mamfero ameaado de extino que foi escolhido como mascote da Gesto Ambiental. Leia estas e outras notcias sobre a duplicao da BR-116/RS neste boletim ou no site www.br116rs.com.br. Para comentrios ou sugestes, envie e-mail para comunicacaobr116rs@stesa.com.br ou ligue 0800 6011 116.

    Este boletim produzido pela Equipe de Comunicao Social da STE - Servios Tcni-cos de Engenharia S.A., empresa contrata-da pelo DNIT para realizar a Gesto Ambi-ental das obras de duplicao da rodovia BR-116/RS. Por meio dele voc ficar saben-do das aes de monitoramento e conser-vao do meio ambiente da regio, basea-das nos Programas Ambientais previstos no Plano Bsico Ambiental (PBA) para serem desenvolvidos no empreendimento.Boa leitura!

    Realizao: Departamento Nacional de Infraes-trutura de Transportes (DNIT)Execuo: STE - Servios Tcnicos de Engenharia S.A.Conselho Editorial: Athos Roberto Albernaz Cordeiro, Ruy Carlos Tolentino, Fernanda Costa, Juliana ChristmannJornalistas Responsveis: Amanda Montagna (14.958 DRT/RS) Manoela Nogueira Soares (15.624 DRT/RS)Fotografias: Divulgao STE S.A.Projeto Grfico: FT Design

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  • Boletim Janeiro/Fevereiro/Maro 2013 3

    Tmido, o pequeno Tamandu-mirim aparece pela primeira vez nos registros da Gesto Ambiental da BR-116/RS. A fotografia foi tirada noite em Barra do Ribeiro, um dos onze municpios, entre Guaba e Pelotas, considerados diretamente beneficiados pela duplicao da rodovia. A imagem foi capturada com auxlio de armadilha fotogrfica instalada nas proximidades do km 331 da rodovia. O mamfero foi escolhido como mascote da Gesto Ambiental do empreendimento por ser ameaado de extin-o e encontrado no trecho conforme o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) realizado em 2009.A figura estar presente no material educativo e de

    divulgao produzido pelo DNIT, rgo responsvel pela obra, com a inteno de sensibilizar as pessoas

    em relao ao cuidado com os animais silvestres e o meio ambiente como um todo.A participao do tamandu nas aes educativas

    afirmar este conceito e incentivar a reflexo sobre a preservao do ambiente, levando em conta nos-sas riquezas naturais, no que diz respeito flora, fau-na, recursos hdricos e qualidade de vida humana.A proposta do Programa de Educao Ambiental da

    Gesto da BR-116/RS trabalhar com as comunida-des lindeiras, incluindo as escolas prximas da rodo-via e, atravs do conceito de Arte e Educao, unir a apresentao de resultados concretos da Gesto Ambiental do empreendimento, com a criatividade dos estudantes durante as atividades.

    Mascote

    O mamfero pertence superordem Xenarthra, grupo que possui alta represen-tatividade na fauna das Amricas e inclui, tambm, os tatus e as preguias. O Ta-mandu-mirim pode ser chamado de Tamandu-de-colete, em funo da mancha escura na pelagem dorsal, que se estende dos ombros at a cauda. A espcie pos-sui hbitos noturnos e ocorre em habitats abertos, apesar de j ter sido registrada ocorrncia em matas ciliares ou midas, que acompanham os crregos e rios e mantm sua folhagem sempre verde durante todo o ano.

    Tamandu-mirim: mascote da BR-116/RS

    Sobre a eSpcie

    Equipe instalando as armadilhas fotogrficas

    Registro foi realizado noite, no km 331 da BR-116

    Divulgao/GramadoZoo

    O mamfero foi escolhido como mascote por ser ameaado de extino

  • Duplicar Proteger Avanar4

    Principal rodovia brasileira, a BR-116 corta o pas na direo norte-sul a partir de Fortaleza, capital do Cear, at Jaguaro, cidade gacha que faz fronteira com o Uruguai. Com extenso total de 4.566,5 km, passa por dez estados ligando cidades estratgicas do territrio nacional. No Rio Grande do Sul, a principal via de acesso ao sul do Estado e ao Porto do Rio Grande corredor de escoamento de produo entre o Brasil e o Mercosul. A obra, orada em cerca de R$ 900 milhes, abrange 211, 22 km atravs dos seguintes municpios: Guaba, Barra do Ribeiro, Mariana Pimentel, Tapes, Sentinela do Sul, Arambar, Camaqu, Cristal, So Loureno do Sul, Turuu e Pelotas. O principal objetivo aumentar a capacidade da BR-116/RS, trazendo melhorias para a rodovia que atualmente est saturada pelo volume de trfego, principalmente de caminhes. A previso que a obra seja concluda em dezembro de 2014. Ao longo deste perodo, empregar milhares de trabalhadores, podendo chegar marca de 1,5 mil operrios atuando simultaneamente.

    Alm de prevenir acidentes com prejuzos materiais e riscos vida, a realizao do empreendimento ainda justificada pela importncia socioeconmica para a regio, uma vez que proporciona locomoo rpida e segura de pessoas e bens. Mais do que uma nova pista, o projeto inclui melhorias como travessias urbanas,

    ruas laterais, retornos operacionais, pontes, viadutos e passarelas. Para as comunidades, a duplicao vai organizar o trfego interno e reduzir o risco que a populao tem hoje para cruzar a pista em nvel, acrescenta o engenheiro do DNIT, Hiratan Pinheiro da Silva.

    Do total beneficiado pela obra, dividida em nove lotes, estima-se que em torno de 80 km j recebam servios como limpeza de terreno, topografia e terraplenagem. Dos lotes 05 ao 09, entre Camaqu e Pelotas, a obra est no estgio de terraplenagem etapa que antecede a pavimentao. Janeiro ainda marcou o incio dos levantamentos topogrficos nos lotes 02 e 03, cujos trabalhos receberam autorizao da Fundao Nacional do ndio (FUNAI) para comear. Alm disso, duas obras de arte j esto em processo de fundao: as pontes sobre o Arroio Grande e Arroio Santa Isabel, em Turuu e So Loureno do Sul, respectivamente.

    Para atender as exigncias ambientais, a duplicao da BR-116/RS conta com estudos que contemplam a rea de influncia, alm de Licena de Instalao emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovveis (IBAMA). A Gesto Ambiental, que administra os Programas Ambientais, feita pela STE

    o eMpreendiMento

    Obras de duplicao j avanam em 80 km da rodovia

    Mapa ilustra subtrecho da BR-116/RS que est em fase de duplicao, entre os municpios de Guaba e Pelotas

  • Boletim Janeiro/Fevereiro/Maro 2013 5

    Servios Tcnicos de Engenharia S.A.. Hoje qualquer obra precisa desse cuidado e de uma equipe ambiental, para que o desenvolvimento dela no traga outros problemas ao meio ambiente, observa Hiratan.

    A OBRA

    Total: 211,22 km entre Guaba e Pelotas Municpios: Guaba, Barra do Ribeiro, Mariana Pimentel, Sentinela do Sul, Tapes, Arambar, Camaqu, Cristal, So Loureno do Sul, Turuu e Pelotas Lote 01 - km 300,54 ao km 325,00 - Construtora Constran Lote 02 - km 325,00 ao km 351,34 - Construtora Constran Lote 03 - km 351,34 ao km 373,22 - Construtora Iva Lote 04 - km 373,22 ao km 397,20 - Consrcio Trier/CETESA Lote 05 - km 397,20 ao km 422,30 - Consrcio Braslia-Guaba/Ribas Lote 06 - km 422,30 ao km 448,50 - Consrcio Pelotense - CC Lote 07 - km 448,50 ao km 470,10 - Construtora Sultepa Lote 08 - km 470,10 ao km 489,00 - Construtora SBS Lote 09 - km 489,00 ao km 511,76 - Consrcio MAC - Tardelli

    Melhorar o trfego e a vida de quem vive s margens da BR-116/RS. Esse o objetivo da obra de adaptao da capacidade da rodovia, que o principal acesso regio sul do Estado. Alm de trabalhar para que a obra acontea dentro do prazo e oramento previstos inicialmente, o DNIT tambm tem o cuidado de interferir o mnimo no ambiente do entorno da rodovia e nas comunidades que vivem s suas margens.

    Os impactos causados pela obra podem ser minimizados, prevenidos ou compensados. Por isso a importncia da atuao de uma equipe de superviso que possa acompanhar as etapas do processo construtivo e auxiliar as atividades dos trabalhadores do empreendimento.

    Vencedora da Licitao Pblica para desenvolver a Gesto Ambiental da BR-116/RS, subtrecho localizado entre os municpios de Guaba e Pelotas, a STE S.A. trabalha na implantao dos Pogramas Ambientais, que constam na Licena de Instalao (LI) da obra, emitida pelo IBAMA para cumprir as exigncias socioambientais durante o tempo de implantao do empreendimento.

    Entre os Programas esto os de preservao da flora, que prev o transplante das espcies imunes ao corte e resgate de orqudeas e bromlias das rvores suprimidas; o de fauna, que monitora o nmero de atropelamento de animais na rodovia, para sugerir medidas que possam diminu-lo; o de monitoramento de qualidade da gua, que analisa os recursos hdricos localizados s margens da BR-116/RS, para avaliar se a qualidade no foi afetada pela obra; e os programas sociais, de educao e comunicao, que trabalham diretamente com as comunidades lindeiras informando sobre todas as etapas do empreendimento e a importncia do envolvimento das pessoas nas iniciativas de preservao do meio ambiente.

    Superviso acompanha as etapas da obra e auxilia os trabalhadores

    Gesto desenvolve Programas Ambientais

  • Duplicar Proteger Avanar6

    Entrevista

    A rica biodiversidade do bioma Pampa e a singularidade da Costa Doce formam uma associao nica de atrativos naturais na regio sul do Estado. Com a duplicao da BR-116/RS, o potencial turstico dos municpios beneficiados tambm ser reforado. Clima, conformao geogrfica, natureza, populao e hbitos culturais e gastronmicos tornam a Costa Doce diferenciada de outras regies. Os roteiros aliam a beleza das praias e paisagens histria e cultura ricas do povo gacho. Possui a imensido das guas do maior complexo lagunar da Amrica Latina, composto pela Laguna dos Patos e pelas lagoas Mangueira e Mirim, e oferece opes diversas de lazer, cultura e diverso o ano todo.

    Aline Freitas Coordenadora Geral de Meio Am-biente do DNIT e atua h mais de 10 anos na rea de licenciamento ambiental.

    GA: Qual a importncia do trabalho de Gesto Am-biental nas rodovias federais que esto em obras?

    Aline: A Gesto Ambiental garante que as obras se-jam desenvolvidas dentro de critrios tcnicos e com cuidados socioambientais, garantindo, assim, alm do cumprimento da legislao ambiental, a recuperao de reas concomitantes ao desenvolvimento da obra, evitando a formao de passivos. Desta forma, alia-se a necessidade de desenvolvimento do pas preservao dos recursos socioambientais brasileiros.

    GA: Qual o papel da CGMAB em obras como a de du-plicao da BR-116/RS?

    Aline: A Coordenao Geral de Meio Ambiente, vincu-lada Diretoria de Planejamento e Pesquisa do DNIT, tem por atribuio o controle, a coordenao, a admi-nistrao e a execuo das atividades de Gesto Am-biental em todas as fases dos empreendimentos de infraestrutura de transportes licenciados pelo IBAMA. As atividades de gesto expressam-se em aes de su-perviso e de gerenciamento ambiental, e tambm em

    execuo dos programas ambientais.

    GA: Qual a expectativa da CGMAB para este projeto?

    Aline: Espera-se que a Gesto Ambiental seja efetiva, assegurando a preservao do ecossistema local e a re-duo do impacto da obra ao meio ambiente e s comu-nidades lindeiras.

    GA: Existe algum diferencial em termos ambientais que deveria ser melhor explorado pela equipe de Gesto Ambiental da BR-116/RS?

    Aline: A implantao das medidas compensatrias junto s comunidades indgenas que ocupam a faixa de do-mnio da rodovia certamente merece grande ateno, j que as aes precisam aliar crescimento econmico e valorizao da cultura indgena, e ainda os interesses di-ferenciados dos povos indgenas.

    GA: Como a CGMAB avalia os resultados j obtidos em obras que conciliam desenvolvimento de infraes-trutura de transporte com realidade socioambiental?

    Aline: Quando medidas preventivas so adotadas, quan-do se considera no processo como um todo a cultura, o modo de vida das comunidades afetadas pelo empre-endimento, tem-se ento diversos ganhos. Ganhos que se expressam em solos no erodidos, em corpos dgua no contaminados, em espcies florestais protegidas e em grupos humanos vivendo em condies mais dignas.

    GA: Qual o papel das comunidades lindeiras no de-senvolvimento dos programas de Gesto Ambiental?

    Aline: Um dos objetivos da Gesto Ambiental nos em-preendimentos de infraestrutura de transportes o de fortalecer o papel protagonista das comunidades lindei-ras para que possam exercer o controle social durante as diferentes etapas de sua implantao. Desta forma, podem compreender a importncia do investimento, os riscos advindos de sua implantao e ainda como po-dero atuar para que os mesmos sejam minimizados ou evitados.

    entrevista

    Paisagens e histria na Costa Doce

    A coordenadora da CGMAB atua h mais de uma dcada na rea

    A Laguna dos Patos, em So Loureno do Sul

  • Boletim Janeiro/Fevereiro/Maro 2013 7

    Ninhos de garibaldi registrados por Felipe Bonow, eclogo da Gesto Ambiental da BR-116/RS, em So Loureno do Sul.Para muitos se trata de uma ave comum. Para mim, se trata de uma forma nica de vida, responsvel por um canto marcante, uma identidade dos banhados da plancie costeira.

    Envie sua foto para o e-mail comunicacaobr116rs@stesa.com.br e participe da coluna O Fotgrafo Voc.

    o fotgrafo voc

    BIOMA - Conjunto formado pelo clima, vegetao, hidrogra-fia e relevo de uma determinada regio.

    EPFITAS - Tipos de vegetais que no enrazam no solo, fixam-se em outras rvores ou em objetos elevados.

    ESPCIES IMUNES - Relao de rvores legalmente protegi-das do corte e ameaadas de extino identificadas na rea do empreendimento.

    EIA - O Estudo de Impacto Ambiental um documento tcnico onde se avaliam as consequncias para o ambiente em decorrncia de um determinado projeto.

    FAUNA - Conjunto das espcies animais que vivem em um espao geogrfico ou em um determinado habitat.

    FLORA - Conjunto de espcies vegetais (plantas, rvores, etc) de uma determinada regio ou ecossistema especfico.

    GESTO AMBIENTAL - Administrao do exerccio de atividades econmicas e sociais de forma a utilizar de ma-neira racional os recursos naturais.

    LICENA DE INSTALAO (LI) - expedida com base no projeto executivo final e autoriza o incio da implantao do empreendimento.

    LINDEIRO - Refere-se s comunidades e imveis que fazem limite com a rodovia.

    OBRA DE ARTE - Na construo, so obras de maior porte destinadas infraestrutura como pontes, viadutos ou tneis.

    REUNIES - O DNIT est promovendo os primeiros en-contros com as comunidades a fim de informar sobre o incio das desapropriaes necessrias para a continuida-de da obra. Os proprietrios atingidos sero comunicados pelo DNIT conforme o andamento da duplicao.

    BIOINDICADORES - Em fevereiro comeou a segunda campanha do Programa de Monitoramento de Fauna e Bioindicadores. Durante o dia e a noite, profissionais re-alizam amostragens em locais lindeiros rodovia, com o objetivo de subsidiar aes de manejo e conservao.

    SADE - O Programa de Sade Pblica esteve nos postos de sade dos onze municpios levando cartazes sobre o procedimento em caso de acidentes com animais peo-nhentos. O material foi cedido pela Diviso de Vigilncia Ambiental e Sade do Estado.

    QUEIMADAS - A equipe do Programa de Preveno de Queimadas contatou os Bombeiros de alguns municpios a fim de conhecer os trabalhos de preveno a queima-das que existem em cada cidade.

    EDUCAO - Em janeiro a equipe do Programa de Edu-cao Ambiental realizou as primeiras oficinas com cola-boradores da obra para mostrar os benefcios da duplicao da rodo-via, promover a sensi-bilizao e apresentar a Gesto Ambiental do empreendimento.

    Glossrio notcias curtas

  • BOLETIM 01janeiro - fevereiro - maro

    2013

    AndaMento da Obra

    Lote 01 - Incio das atividades aguarda liberao da FUNAI.

    Lote 02 - Construtora realiza topografia, etapa anterior supresso da vegetao.

    Lote 03 - Primeira frente de obras no km 351, prximo ao municpio de Tapes.

    Lote 04 - Remoo da camada vegetal no acesso a Camaqu.

    Lote 05 - Limpeza de terreno alcanacerca de 15 quilmetros.

    Lote 06 - Etapa de terraplenagem avanou no ms de janeiro.

    Lote 07 - No km 462, em So Loureno do Sul, construtora realiza desmontes de rochas.

    Lote 08 - Comea fundao da ponte sobre o Ar-roio Grande, no km 482, em Turuu.

    Lote 09 - No trecho mais prximo de Pelotas, terraplenagem segue acelerada.

    Lote 01

    Lote 04

    Lote 07 Lote 08 Lote 09

    Lote 05 Lote 06

    Lote 02 Lote 03

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