Arte de Rua Em Natal - GRAFITE

  • Published on
    28-Dec-2015

  • View
    11

  • Download
    0

Transcript

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    Arte de Rua nas Ruas de Natal1

    Maria Stella Galvo Santos2

    RESUMO

    Por se tratar de fenmeno relativamente novo no cenrio da cultura contempornea, a

    literatura relacionada ao tema da arte de rua, Grafite ou Graffiti (termo original que se

    consagrou mundialmente, inclusive no Brasil), ainda escassa. Inicialmente nos

    deteremos na identificao dos estudos acadmicos que tratam das implicaes urbanas,

    sociais e culturais desta forma de arte. Outro aspecto da pesquisa, por seu carter de

    resgate e visibilizao das produes realizadas na cidade de Natal, o mapeamento

    iconogrfico da arte j produzida pelas ruas da capital potiguar. Ao final do projeto, ser

    possvel viabilizar exposies em espaos pblicos ou privados. Sero realizadas

    entrevistas com grafiteiros e membros do movimento do Hip Hop em Natal com a

    finalidade de caracterizar marcos histricos do movimento, identificar artistas e estilos

    predominantes, suas influncias e trajetrias.

    PALAVRAS-CHAVE

    Grafite; Graffiti, Arte Urbana; Natal

    No final dos anos 70, uma nova forma de manifestao artstica surgiu nos grandes

    centros urbanos, trazendo novos ares para o panorama artstico internacional. Com

    razes na Europa e Estados Unidos, o grafite se fez presente nas grandes cidades e

    passou a influenciar novas geraes, extrapolando as fronteiras nacionais e continentais.

    Esta pesquisa investiga as origens deste movimento, as caractersticas e a diversidade

    dos estilos do grafite na cidade de Natal. Trata-se de uma interveno urbana, neste

    caso, que se manifesta fora dos circuitos consagrados de produo e circulao da arte.

    O espao, aqui, mesmo o pblico, as ruas e seus muros. Alm da coleta de dados e da

    pesquisa bibliogrfica, este trabalho buscar discutir e interferir na arte urbana,

    utilizando-se de espaos pblicos para exibio do trabalho dos grafiteiros potiguares

    mapeados. Pretende-se destacar sua riqueza como forma de expresso artstica e cultural

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    e tambm discutir as iniciativas do poder pblico municipal no sentido de coibir ou

    incentivar essa prtica.

    Ao acompanhar as tendncias, mapear o perfil e o estilo autoral dos grafiteiros, as

    escolhas estticas e os novos suportes dessa arte de vanguarda, esta pesquisa aborda o

    grafite como um processo comunicacional caracterstico de centros urbanos de mdio e

    grande porte. Tal levantamento deve ser contextualizado no interior de um quadro mais

    amplo do desenvolvimento dos meios de comunicao e da produo cultural nestes

    locais. Uma mostra eloqente do espao e reconhecimento alcanado pelos artistas que

    colorem os espaos urbanos se d por meio da 1 Bienal Internacional de Arte de Rua de

    So Paulo, prevista para acontecer o segundo semestre de 2010.

    O grafite teve uma significativa expanso entre as artes de rua nas ltimas duas dcadas,

    convidando os transeuntes a um momento de reflexo, fruio esttica e s vezes at a

    participarem de suas obras. Se expandiu por muros e paredes do mundo, invadiu museus

    e galerias sofisticadas da capital paulista e de vrias cidades europias, transformou-se

    num grande museu a cu aberto, com a vantagem de se renovar espontaneamente, ao

    sabor da criatividade individual e coletiva de um nmero considervel de criadores.

    Infelizmente, Natal est completamente margem desse processo de reconhecimento e

    validao de uma forma de arte que surgiu alternativa e assim permanece na capital

    potiguar. Ao contrrio dos grafites de Recife e Olinda, no vizinho Pernambuco, que j

    so reconhecidos, citados e reproduzidos em trabalhos acadmicos nessa rea, alm de

    blogs e sites que se dedicam a mostrar o que se produz pelo pas. A despeito disso, a

    cidade possui uma espcie de rota confusa do grafite, que ilustra avenidas, ruas, becos e

    vielas nas regies centrais, bairros e periferias. Vemos, mas no reconhecemos.

    Identificamos, mas no registramos.

    importante a gente mostrar que o movimento vem se desenvolvendo, e o pessoal j

    consegue se sustentar, pintando lojas e exibindo os trabalhos. Algumas pessoas no

    entendem o que estamos fazendo, mas outras j nos apoiam. O comentrio de Miguel

    Carcar, um dos grafiteiros mais conhecidos e determinados a amplificar a atividade dos

    artistas que atuam pelas ruas. Coordenador de Hip Hop da Central nica das Favelas

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    (CUFA-Natal), Carcar busca maior reconhecimento dos grafiteiros locais. Todo dia 27

    de maro, quando se comemora nacionalmente o Dia do Grafite, a CUFA promove

    intervenes pblicas para atrair a ateno da populao e dos meios de comunicao. A

    ltima delas, em 2009, ocorreu em uma praa da cidade, quando foram expostos painis

    grafitados e realizadas performances de artistas ao vivo. Organizaes no

    governamentais como a CUFA renem grafiteiros para troca de experincias, debates e

    criao de oportunidades de trabalho. A ideia principal inserir esta data no calendrio

    cultural da cidade e atribuir o necessrio destaque a essa importante forma de arte. Este

    ano, por falta de recursos antes obtidos com cotas destinados por rgos pblicos, no

    houve programao.

    As participaes no presente projeto destinam-se a debater a tnica de produes que

    esto disponveis a toda a populao pelas ruas da cidade. A participao dos artistas na

    etapa de identificao biogrfica dos envolvidos nessa produo ser voluntria e

    consentida. Os benefcios se associam claramente visibilizao que a pesquisa

    pretende dar a essa produo genuna local, inserindo-a no circuito nacional da

    produo nacional de grafite. Por outro lado, os alunos da disciplina de Esttica dos

    cursos da Escola de Comunicao e Artes da UnP sero diretamente beneficiados com a

    incorporao, dentro de sua realidade geogrfica e cultural, de um repertrio que

    permeia a produo mundial em arte contempornea. Os desdobramentos do trabalho

    permitiro identificar a produo da arte de rua nos muros de Natal, sua forma de

    insero na cena cultural da cidade e os mecanismos de recepo/reelaborao por parte

    da populao.

    Embora extremamente atual e expresso da arte na contemporaneidade, h registros de

    incurses neste terreno ao longo da histria da humanidade. As pinturas rupestres so os

    primeiros exemplos de graffiti encontrados na histria da arte. Elas representam

    animais, caadores e smbolos, muitos dos quais, ainda hoje, so enigmas para os

    arquelogos. A respeito dessas pinturas, Lucci (1984), afirma: Ainda nas cavernas, o

    homem primitivo comeou a desenvolver a atividade artstica representava nas

    paredes, a natureza que o cercava e cenas da vida cotidiana, por meio de desenhos de

    animais e rvores.

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    O costume de exprimir-se graficamente uma manifestao do sistema de comunicao

    social. Como tal, a representao grfica portadora de uma mensagem cujo significado

    s pode ser compreendido no contexto social em que foi formulado. A interveno

    visual, atravs de um desenho, de uma palavra ou de uma sigla, representa um signo em

    dilogo com o entorno que cerca o que est inscrito na parede. No caso do desenho, a

    significao dada de forma subjetiva pela sociedade. J na tribo que faz grafitagem,

    ele recebe, alm da significao artstica, a personificao da pessoa ou grupo que

    passou por ali. O graffiti integra as formas contemporneas de comunicao social,

    sendo herdeiro legtimo de uma cultura visual de massa, passvel de leitura e de

    compreenso subjetiva para quem o observa, interpreta e lhe atribui significado.

    As pinturas rupestres diferem dos atuais graffitis pela questo da inteno, ou seja, o

    homem pr-histrico queria o domnio sobre algo e ao pintar ou registrar graficamente

    nas grutas ele tinha a idia do aprisionamento da imagem, enquanto os graffitis so em

    si um ato de auto-expresso (Lara, 1996). O graffiti tem como suporte para a sua

    realizao no somente o muro, mas a cidade como um todo. Postes, caladas, viadutos

    etc. so preenchidos por imagens, muitas exaustivamente repetidas, caracterstica

    herdada da pop ar; A arte do graffiti pretende chamar a ateno dos passantes,

    transeuntes, motoristas, da populao, afinal, para a realidade do aqui e do agora, na

    afirmao de Baudrillard (2004): recusar o real e de opor ao real outro cenrio. No

    Brasil, o graffiti apresenta cenas imaginrias, abstradas pelo artista, misturadas a

    elementos da cultura local.

    A palavra graffito vem do italiano, inscrio ou desenhos de pocas antigas, toscamente

    riscados com ponta de instrumentos ou a carvo em rochas, paredes etc. Graffiti o

    plural de graffito. No singular, usada para significar a tcnica (pedao de pintura no

    muro em claro e escuro). No plural, refere-se aos desenhos, exemplo: os graffiti dos

    Gmeos, um dos expoentes nacionais e os primeiros a obterem espao em uma galeria

    de arte privada, em So Paulo, uma prtica hoje muito frequente nesta que o centro

    nacional de produo artstica nas ruas, tneis e reas pblicas degradada. Mas, a

    despeito de outras grafias adotadas inclusive pelo Dicionrio Aurlio (Grafite),

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    predomina entre os estudiosos a grafia italiana. Para Gitahy (1999) ... h palavras, no

    meu entender que devem permanecer em sua grafia original pela intensidade

    significativa com a qual textualizam dentro de um contexto. Nesta pesquisa,

    optaremos pela designao mais formalmente utilizada.

    H duas teorias que explicam a origem dos grafiteiros modernos e uma completa a

    outra. H quem diga que o graffiti surgiu do Hip Hop, movimento cultural originrio

    dos guetos. A outra teoria afirma que o graffiti teria surgido tambm em Nova York e

    de l se espalhado pelo mundo. Segundo Silva (1998), A notoriedade do graffiti se

    deve a Demtrius, um jovem de origem grega que inscrevia suas tags em diferentes

    espaos da cidade, especialmente dentro e fora das estaes do metro. Em 1971, o

    jornal The New York Times publicou uma entrevista com Demtrius. A matria deu um

    reconhecimento oficial a essas inscries e impulsionou o surgimento de uma legio de

    pessoas inscrevendo suas tags. Em geral, os grafiteiros firmam suas obras com a tag

    (assinatura) e os pichadores fazem da tag sua obra, que complementada com

    referncias crew e/ou ao bairro de residncia.

    Porm, a consagrao do graffiti veio com uma mostra organizada em 1981 em um dos

    principais espaos de vanguarda de Nova York. Posteriormente, Keith Haring e Jean

    Michel Basquiat, grafiteiros do metr novaiorquino, ficaram famosos por exporem seus

    trabalhos em circuitos artsticos privilegiados, como a Documenta de Kassel. Eles foram

    incorporados pela arte institucional e mudaram o suporte de sua arte ao virarem produto

    de galeria. Keith Haring tornou-se um dos artistas mais conhecidos dos anos 80 por

    levar o graffiti, que antes era exclusivamente das ruas, becos e guetos, para o convvio

    das galerias, museus e bienais. Foi considerado o mais prximo discpulo de Andy

    Warhol.

    Assim, a rua tornou-se palco da expresso da cultura Hip Hop. Esse espao foi

    reinventado pelo movimento Hip Hop e, conforme Silva (1998): O graffiti resgatou com

    suas cores alegres e multicoloridas o espao da rua como lugar de produo e

    reinveno das artes plsticas [ ...] No Brasil, a cultura Hip Hop surge no final da

    dcada de 70 e incio da dcada de 80. Foi por meio dos bailes e das lojas especficas de

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    musicalidade negra que o Hip Hop passou a ser conhecido pela galera. Pode-se dizer

    que a cidade de So Paulo foi precursora do movimento Hip Hop no Brasil, que

    posteriormente se espalhou pelas capitais, Natal includa. Trata-se de um movimento

    integrado por prticas construdas e elaboradas no espao das ruas. E, aos olhos dos

    jovens, no se resume a uma proposta exclusivamente esttica, envolvendo a dana

    break, o graffiti e o rap, mas, sobretudo, a fuso desses elementos como arte engajada e

    espelho de uma dada realidade.

    Acreditamos que esse recorte se dar por meio da identificao dos grafiteiros em

    atividade na cidade, traando um perfil e um mini-histrico de cada um. A partir desse

    mergulho na especificidade do movimento da arte urbana em uma capital do Nordeste

    brasileiro, verificaremos as influncias determinantes para a adoo deste ou daquele

    estilo, a marca e a identidade visual destes artistas que fazem da rua o seu ateli, assim

    como a esttica predominante em cada produo. Em paralelo, ser averiguada a razo

    da inexistncia de polticas pblicas de apoio ao trabalho destes artistas na capital

    potiguar e evidenciadas as condies de realizao de um trabalho baseado na

    determinao, criatividade e mobilizao dos grafiteiros.

    REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

    BAUDRILLARD, J. A transparncia do mal: ensaio sobre fenmenos externos.

    Campinas: Papirus, 2004.

    CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidados: conflitos multiculturais da

    globalizao. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1996.

    ECO, Umberto. Apocalpticos e integrados. So Paulo: Perspectiva, 2000.

    ELIAS, Norbert. Os outsiders e os estabelecidos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

    FURTADO, Janaina Rocha e ZANELLA, Andra Vieira. Artes visuais na cidade:

    relaes estticas e constituio dos sujeitos. Psicol. rev. (Belo Horizonte), dez. 2007,

    vol.13, no.2, p.309-324.

    GITAHY, Celso. O que graffiti? So Paulo: Editora Brasiliense,1999.

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    GONZALVES, Fernando; ESTRELLA, Charbelly. Comunicao, cidades e invases

    artsticas. UNIrevista, jul. 2006, vol. 1, no.3.

    HARVEY, David. Condio ps-moderna: uma pesquisa sobre as origens das

    mudanas culturais. 5 ed. So Paulo: Loyola, 1992.

    LARA, Arthur Hunold. Grafite, arte urbana em Movimento. Dissertao de Mestrado,

    ECA-USP, So Paulo, 1996.

    LUCCCI, Elian Allabi. Histria Geral. 2 ed. So Paulo: Saraiva, 1984.

    MORIYAMA, Victor; LOPEZ, Felipe. Esttica Marginal. So Paulo: Ed. Zupi, 2009.

    PEIXOTO, Nelson Brissac (Org.). Intervenes Urbanas: Arte e Cidade. So Paulo:

    Senac, 2002.

    PELBART, P. P. 2003. Vida capital: ensaios de biopoltica. So Paulo: Iluminuras,

    2002.

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

    Oficina de Interveno Urbana Promovida no dia 24 de abril pelo Centro Acadmico de Design Grfico da Universidade Potiguar UnP, Natal-RN - campus

    Nascimento de Castro.. A iniciativa de reunir profissionais grafiteiros, alunos e

    entusiastas desta forma de arte encheu de cores o ptio do campus, trazendo outra

    perspectiva para o olhar cotidiano das pessoas que por ali circulam. O resultado ser

    exposto em todos os cinco campi da UnP, em uma exposio itinerante de uma

    modalidade de arte que comea a motivar jovens artistas na capital potiguar.

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br

  • Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicao XII Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste Campina Grande PB 10 a 12 de Junho

    2010

    1. Trabalho apresentado no DT 7 Comunicao, Espao e Cidadania do IX Congresso de Cincias da Comunicao na Regio Nordeste, realizado de 10 a 12 de junho de 2010.

    2. Jornalista, mestre em Histria da Cincia (PUC-SP) e professora da Escola de Comunicao e Artes da

    Universidade Potiguar (UnP). E-mail: stellagalvao@unp.br