Anexo 1 Anexo 2

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    Anexo 1 Balano do teste de diagnstico da turma 7 D

    Alunos que tiveram Apoio a Portugus no 6 ano: 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12.1

    Alunos que transitaram para o 7 ano com nvel 2 a Portugus: 1, 6, 7, 8, 9.

    Alunos propostos para Apoio em 2013: alunos 8 e 12.

    Ata do 1 Conselho de Turma de setembro/2013:

    Na turma, h dois repetentes, aluno nmero 1, que apresenta dificuldades, e aluno

    nmero 5 [] O aluno nmero 3 j ficou retido no 5 ano [].O aluno nmero 6

    revela tambm dificuldades a Portugus []. O aluno 12 foi proposto para APA a

    Portugus, tal como o aluno nmero 8 []. Os alunos nmero 10 e 11 revelam

    dificuldades a Portugus []. Destacam-se pela positiva os alunos nmeros 13, 15,

    24.

    Leitura - 10 nveis inferiores a 3 entre os quais os alunos 6, 8, 9, 10, 11.

    Escrita - Apenas o aluno 7 apresentou a folha em branco. Houve 11 nveis inferiores a

    3.Os alunos revelaram dificuldades ao nvel do grafismo textual, ortografia, pontuao,

    organizao frsica (coeso, evitando repeties), coerncia textual (organizao

    textual lgica com sentido), gesto da extenso do texto.

    Escrita -10 nveis inferiores a 3 (1, 6, 7, 8, 9, 10, 11)

    Estratgias: Todas as lacunas verificadas devero ser colmatadas ao longo do ano

    letivo (eventualmente).

    Dever ser feita a correo do teste em sala de aula com esclarecimento de dvidas,

    treinando os enunciados e a desconstruo dos enunciados do teste.

    Em aulas de Apoio, far-se- uma avaliao diferenciada, eventualmente contando com

    o apoio de colegas da turma como tutores, atravs do desenvolvimento do projeto

    Ajudar aLer+, no mbito do Charneca aLer+.

    Escola Bsica Carlos Gargat, 23 de setembro de 2013

    Anexo 2 Plano de Turma do 7 D

    2

    1 Os nomes dos alunos no so revelados, utilizando-se, em sua substituio, nmeros que se iro manter

    para serem oportunamente utilizados. Os alunos nmeros 1 a 12 so os que integram o grupo de Apoio. 2 Apresentam-se apenas os excertos do documento considerados pertinentes.

  • 2

    Os alunos com dificuldades mais notrias so os alunos 1, 2, 3, 6, 7, 8, 10 e 11.

    Implementao do Projeto Ajudar aLer+, no mbito do Charneca aLer+ com o

    grupo de alunos que beneficiam do Apoio a Portugus, envolvendo a tutoria de

    pares mais competentes. Os alunos que beneficiam do Apoio ao longo do ano

    letivo so os alunos 1 a 12.

    Anexo 3 Ata do Conselho de Turma de setembro/2013 (excertos)

    O Diretor de Turma comeou a reunio []

  • 3

    Alunos com dificuldades:

    Portugus- um, dois, trs, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.

    []

    Propostas para Apoio: Portugus - Esto propostos para Apoio disciplina de Portugus os

    alunos acima referidos, como revelando, desde j, grandes lacunas ao nvel dos pr-

    requisitos exigidos para o nvel em que se encontram.

    A professora de Portugus, professora Manuela de Ftima, informou o CT de que constituiu

    um grupo de tutoria, contando com a colaborao de alunos voluntrios da turma, mas que

    so mais competentes, para desenvolver um trabalho oficinal que visa um trabalho em

    articulao curricular, para melhoria das aprendizagens dos alunos. Mais informou que os

    EE dos alunos tutores foram informados e autorizaram a participao dos seus educandos

    como tutores. Solicitou, ainda, aos professores presentes que trabalhem a linguagem de cada

    disciplina, o que pode ser feito numa aula de correo de testes, por exemplo, pois

    importante que os alunos saibam o que se pretende que faam e como faz-lo. []

    Anexo 4 Teste de Diagnstico de PLNM

  • 4

    Anexo 5 Guies de tipologia textual aLer Escrever + e melhor

    3 (a) Narrativa, b) Relato

    Biogrfico, c) Relatrio Composicional, d) Exposio)

    a) Narrativa

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    3Os guies online aqui apresentados em word foram sujeitos a alteraes de configurao textual

    impostos pelos limites de pginas ocupadas.

    As observaes que fizemos inerentes aos Guies de Tipologia Textual encontram-se no suporte digital

    que acompanha este estudo.

  • 5

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Narrativa

    Este guio foi elaborado, no mbito de uma dissertao, realizada pela

    professora Manuela de Ftima, coordenadora das BEs do Agrupamento de Escolas

    Carlos Gargat, sob orientao / colaborao do professor Dr. Antnio Avelar.

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Narrativa

    Esta sequncia de Guies resulta de um trabalho de investigao que tem por

    base uma Pedagogia de Base Genolgica e pretende facilitar a aprendizagem da leitura

    e escrita do Portugus, no s pensadas para a disciplina de Portugus, como para

    outras reas curriculares.

    Vais encontrar algumas palavras que no conheces, outras que so utilizadas

    com valores diferentes dos teus hbitos; o que acontece quando o conhecimento

    comum se transforma em cincia. Daremos ateno a esse aspeto.

    Neste projeto, Da Biblioteca Escolar sala de aula - Repensando a praxis

    luz de uma Pedagogia Baseada em Gnero -, foram, portanto, elaborados guies de

    tipologias textuais transversais ao currculo, integrando os recursos da BE, em

    www.crelorosae.net, com o propsito de servir professores e alunos, ou seja,

    procurmos conciliar as propostas com o que est previsto nos textos de programas e

    Metas oficiais.

    Estes guies de orientao para a escrita de determinados gneros textuais

    (Narrativa, Relato Biogrfico, Relatrio Composicional e Exposio) so

    fundamentados numa Pedagogia Baseada em Gnero e trabalham as tipologias textuais.

    Com eles, podes:

    - Realizar um trabalho com orientao dos professores em sala de aula e na BE;

    - Trabalhar autonomamente, em casa ou na BE.

    Em princpio, na sala de aula, com os teus colegas e uma boa orientao, ters

    mais condies de evoluir atravs destas propostas. Poders recorrer s notas de cada

    flipchart, em jeito de autocorreo, desenvolvendo a tua autonomia e aprendizagem.

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Narrativa

    http://www.crelorosae.net/

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    Enquadramento

    Das Metas Curriculares de Portugus - Ensino Bsico (MCPEB)

    Um dos objetivos definidos para o 7 ano :

    16. Escrever textos diversos.

    1. Escrever textos narrativos.

    (Buesco et al, 2012: 52)

    Abordagem Baseada em Gnero (ABG):

    A designao "texto narrativo (MCPEB) inclui vrios tipos de texto e

    compatvel com o gnero Narrativa (resolver uma complicao), tal como foi proposto

    pela Escola de Sydney e adotado pela Pedagogia Baseada em Gnero.

    Construo do Contexto / Preparao para a Leitura

    L, agora, com cuidado, o texto que te propomos:

    Frei Joo Sem-Cuidados

    O rei ouvia sempre falar em Frei Joo Sem-Cuidados como um homem que no se afligia

    com coisa nenhuma deste mundo. E isso provocava-lhe uma certa inveja:

    Deixa estar, que eu hei-de meter-te em trabalhos pensou o rei para consigo.

    Mandou-o chamar sua presena e disse-lhe:

    Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de trs dias, no me souberes responder, mando-te

    matar. Quero que me digas:

    1. Quanto pesa a lua? 2. Quanta gua tem o mar? 3. Que que eu penso?

    Frei Joo Sem-Cuidados saiu do palcio bastante atrapalhado, pensando nas respostas que

    havia de dar a cada uma daquelas perguntas.

    O velho moleiro encontrou-o no caminho e estranhou ver o frade to macambzio e de

    cabea baixa.

    Ol, Frei Joo Sem-Cuidados, ento porque que est to triste?

    que o rei disse-me que me mandava matar se, dentro de trs dias, no lhe respondesse

    quanto pesa a lua, quanta gua tem o mar e em que que ele pensa!

    O moleiro desatou a rir e disse-lhe que no tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hbito de

    frade, que ele iria disfarado e havia de dar boas respostas ao rei.

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei. Este perguntou-lhe:

    Ento quanto pesa a lua?

    Saber Vossa Majestade que no pode pesar mais do que um arrtel, pois todos dizem que

    ela tem quatro quartos.

    verdade. E agora: quanta gua tem o mar?

    Isso muito fcil de saber. Mas como Vossa Majestade s quer saber a gua do mar,

    preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.

    O rei achou bem respondido, mas, zangado de ver Frei Joo Sem-Cuidados a escapar-se s

    dificuldades, tornou:

    Agora, se no souberes que que eu penso, mando-te matar!

    O moleiro respondeu:

    Ora, Vossa Majestade pensa que est a falar com Frei Joo Sem-Cuidados e est mas a

    conversar com o seu moleiro.

    O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a esperteza

    dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se substituir.

    Contos populares portugueses: antologia. Publicaes Europa-Amrica, 1998

    http://aulas-pt.blogspot.pt/2013/03/conto-popular-portugues-frei-joao-sem.html

    http://aulas-pt.blogspot.pt/2013/03/conto-popular-portugues-frei-joao-sem.html

  • 7

    Orientao para o Campo

    A Narrativa que vamos explorar um conto tradicional portugus: Frei Joo

    Sem-Cuidados.

    J ouviste falar neste conto? Lembras- te do seu tema?

    O que acontece nesta Narrativa?

    O conto tradicional uma forma de literatura popular que existe em vrios

    pases e culturas.

    Por vezes, h vrias verses do mesmo conto em diferentes pases. o que

    acontece com o "Frei Joo Sem - Cuidados", cuja variante do Portugus do Brasil te

    sugerimos que leias.

    Para tal, basta acederes ao link.

    http://jangadabrasil.com.br/revista/dezembro73/im73012a.asp

    O padre sem cuidados

    (colhida por Slvio Romero em Sergipe)

    Havia um padre que nunca tinha tido na sua vida um cuidado. Nada o preocupava, a ponto

    dele ter escrito em sua porta o seguinte: Aqui mora o padre sem cuidados. O rei, sabendo disto, ficou

    muito admirado e disse que queria saber se era verdade o que aquele padre tinha escrito em sua porta.

    Mandou-o chamar, e logo que ele chegou e perguntou qual o fim daquele chamado, disse-lhe o rei que

    era saber se com efeito ele nunca tinha tido em sua vida cuidados. Disse-lhe o padre que na verdade

    no havia coisa alguma que o tivesse preocupado, que passava sua vida sem ter cuidados. Ento disse-

    lhe o rei:

    Quero que daqui a trs dias o senhor venha me responder, sob pena de morte, a trs

    perguntas que vou lhe fazer.

    Despediu-se o padre e saiu do palcio j todo cheio de cuidados. Chegou em casa s pensando

    na sentena dada pelo rei. Veio o jantar, mas ele no quis comer, to preocupado estava, e deitou-se em

    uma rede muito pensativo.

    No outro dia ainda no quis almoar, o que vendo o criado, perguntou-lhe a razo por que ele

    estava to triste e sem querer comer. Responde-lhe o padre:

    Ah, criado, que eu estou cheio de cuidados. O rei mandou-me chamar e disse-me que, sob

    pena de morte, eu hei de ir responder a trs perguntas que ele vai me fazer. Isto me tem dado muito que

    pensar, pois no sei mesmo o que hei de dizer.

    O criado vendo o vexame com que estava o padre, disse-lhe:

    No tem nada, se V. Reverendssima quer, eu vou em seu lugar responder s perguntas do

    rei.

    O padre no acreditou nem quis aceitar a proposta do criado, mas este replicou dizendo que o

    padre lhe desse sua batina e que podia ficar descansado, que ele prometia desempenhar bem o seu

    papel. No dia designado pelo rei, o criado rapou bem a barba e o bigode, abriu uma coroa, vestiu a

    batina do padre e foi para a casa do rei. Este mandou-o sentar-se, e na presena de toda a corte fez-lhe

    a seguinte pergunta:

    Diga-me quantos cestos de areia tem ali naquele monte?

    O padre sem cuidados levantou-se, olhou para o monte designado pelo rei e disse:

    Ora, rei meu senhor, isto? Saber vossa real majestade que ali tem um cesto de areia.

    Disse-lhe o rei:

    Um s, como assim?

    Tornou o padre:

    Vossa real majestade mande fazer um cesto muito grande, que abranja todo o monte, e eis a

    o que digo.

    A todas as pessoas presentes bateram muita palma e o rei ficou muito satisfeito. Depois fez-lhe

    a segunda pergunta, que foi a seguinte:

    Diga-me quantas estrelas tem no cu?

    O padre deu umas voltas pela sala e disse:

    http://jangadabrasil.com.br/revista/dezembro73/im73012a.asp

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    No cu h tantos milhes de milhes de estrelas.

    E deu uma soma muito grande. O rei, que tambm no sabia, concordou com que o padre

    disse. A terceira pergunta do rei foi:

    Quero que me diga o que que eu estou aqui pensando?

    Vira-se o padre para, ele e diz:

    Vossa real majestade pensa que est falando com o padre sem cuidados, mas est falando

    com o criado.

    (Romero, Slvio. Contos populares do Brasil. Rio de Janeiro, Livraria Jos Olmpio Editora, 1954: 290 -

    292. Coleo Documentos Brasileiros, 3)

    http://jangadabrasil.com.br/revista/dezembro73/im73012a.asp

    Existem outros exemplos de narrativas tradicionais que podes explorar no site

    abaixo indicado.

    http://lendasecalendas.omeuforum.net/f3-lendas-mitos-e-contos-tradicionais-

    portugueses

    E, pelo mundo fora, tambm existem exemplos deste gnero.

    Ora explora os seguintes sites.

    http://giocsch.blogspot.pt/2012/04/o-sapo-e-cobra-lenda-africana.htm

    http://contosimpossveis.blogspot.pt/2012/09/folclore-europeu-lendas-da-europa.html

    No texto-modelo apresentado, existem algumas palavras cujo significado te

    pode suscitar dvidas.

    Vamos tentar perceber os seus significados?

    http://jangadabrasil.com.br/revista/dezembro73/im73012a.asphttp://lendasecalendas.omeuforum.net/f3-lendas-mitos-e-contos-tradicionais-portugueseshttp://lendasecalendas.omeuforum.net/f3-lendas-mitos-e-contos-tradicionais-portugueseshttp://giocsch.blogspot.pt/2012/04/o-sapo-e-cobra-lenda-africana.htmhttp://contosimpossveis.blogspot.pt/2012/09/folclore-europeu-lendas-da-europa.html

  • 9

    O Rui anda muito triste, pois perdeu os pais num acidente. Anda___________.

    Os representantes sindicais precisam de falar com o Presidente da Repblica.

    Por isso, foram pedir- lhe__________.

    O Nuno ganhou o euromilhes. Quando recebeu a notcia, _________ porque

    no estava espera que lhe acontecesse.

    pedir audincia

    ficar pasmado

    macambzio

    alegre

    pedir apoio

    ficar satisfeito

    Orientao para o Gnero

    Como j foi dito, a Narrativa um tipo de texto que usamos com muita

    frequncia no qual se relata o modo como uma complicao resolvida.

    Organiza-se em torno das seguintes etapas:

    Orientao

    Complicao

    Avaliao

    Resoluo

    Para melhor compreenderes uma Narrativa e, claro, para estares mais seguro

    quando a rediges, deves ter em conta o propsito para que redigida (resolver uma

    complicao) e o modo como se estrutura (organizao interna em etapas). Estes dois

    aspetos vo determinar muitas das caractersticas lingusticas do texto.

    Vamos encontrar estas etapas no texto-modelo apresentado Frei Joo Sem-

    Cuidados.

    Confirma se o teu trabalho coincide com:

    Existe uma situao inicial, um enquadramento do tempo, espao e personagens

    Orientao;

    At que surge um problema ou complicao que afeta essa situao inicial -

    Complicao;

    Por fim, h uma Avaliao global e Resoluo do problema que surgiu.

    O rei ouvia sempre falar em Frei Joo Sem-Cuidados como um homem que

    no se afligia com coisa nenhuma deste mundo. E isso provocou-lhe uma certa

    inveja: [...]

    Deixa estar, que eu hei-de meter-te em trabalhos " pensou o rei para

    consigo.

    ORIENTAO

  • 10

    O comentrio do narrador sobre a forma como o Rei reagiu esperteza do Frei

    Joo Sem-Cuidados e do Moleiro representa uma Avaliao global presente no texto.

    Por essa razo, o Rei nunca mais colocou problemas aos seus sbditos quando

    pensava que eram mais espertos do que ele.

    Esta Narrativa faz parte dos contos de tradio oral e o seu objetivo

    comunicativo est associado ao uso da narrativa para sedimentar a cultura. Nesse

    sentido, este texto podia ser considerado de outro gnero a que daramos o nome de

    Exemplum.

    De qualquer forma, como se trata de um texto que apresenta as etapas da

    estrutura interna da Narrativa, cujo objetivo comunicativo - resolver uma Complicao

    - evidente com grande impacto, pois o Frade depara-se com vrias Complicaes que

    so solucionadas no fim da Narrativa e ainda que a Avaliao presente seja reduzida,

    consideramos o conto em questo uma Narrativa.

    Com certeza, tens a noo de que existem vrios tipos de textos que contam

    histrias; vrias formas de contar.

    Mandou-o chamar sua presena e disse-lhe:

    Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de trs dias, no me souberes

    responder, mando-te matar. Quero que me digas:

    1. Quanto pesa a lua? 2. Quanta gua tem o mar? 3. Que que eu penso?

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei. Este

    perguntou-lhe:

    Ento quanto pesa a lua?

    Saber Vossa Majestade que no pode pesar mais do que um arrtel, pois

    todos dizem que ela tem quatro quartos.

    verdade. E agora: quanta gua tem o mar?

    Isso muito fcil de saber. Mas como Vossa Majestade s quer saber a

    gua do mar, preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.

    O rei achou bem respondido, mas, zangado de ver Frei Joo Sem-Cuidados a

    escapar-se s dificuldades, tornou:

    Agora, se no souberes que que eu penso, mando-te matar!

    O moleiro respondeu:

    Ora, Vossa Majestade pensa que est a falar com Frei Joo Sem-Cuidados e est

    mas a conversar com o seu moleiro.

    O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado

    com a esperteza dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se

    substituir.

    COMPLICAO1

    COMPLICAO2

    COMPLICAO3

    COMPLICAO4

    AVALIAO

    RESOLUO

  • 11

    Apresentamos-te vrios exemplos.

    Vamos agrup-los no stio adequado?

    CONTO TRADICIONAL

    CONTO DE AUTOR

    ROMANCE

    TRADICIONAL

    LENDA

    FBULA

    NOTCIA

    ENTREVISTA

    CARTA

    RECEITA

    Relembra:

    Estamos a usar o termo Narrativa para designar um texto onde se resolve

    sempre uma Complicao e no existe apenas o relato sobre eventos passados.

    O termo Narrativa, porm, tambm utilizado para designar qualquer texto que

    apresente um narrador que relata uma histria, uma ao, onde intervm personagens,

    num certo tempo e espao.

    Tendo isto em mente, reflete, completando o texto a seguir apresentado:

    A Narrativa apresenta um enquadramento inicial, que d informaes sobre

    ____, ____ e ____. A este enquadramento damos o nome de Orientao.

    A histria que narrada, ou seja, a ____, apresenta um momento de

    Complicao e Resoluo. Entretanto, tambm surgem momentos de Avaliao que

    representam momentos de avaliao global e a Resoluo.

    Ao

    Tempo

    Espao

    Personagens

    Como vimos, a Narrativa um gnero com uma determinada organizao

    interna em etapas e com um propsito sociocomunicativo particular.

    Em jeito de concluso, vamos completar com as palavras adequadas, que

    devers retirar da lista apresentada abaixo:

    A Narrativa representa um tipo de texto, ou seja, um gnero.

    H um narrador que apresenta um enquadramento inicial, referindo

    personagens, tempo e espao. A esse enquadramento chamamos 1.

    A ao contada apresenta vrios momentos ou 2, at que surge um problema, ou

    seja, uma 3, donde decorrem mais momentos que conduzem ao desfecho da histria, ou

    seja, 4.

    NARRATIVA EXEMPLUM OUTROS

  • 12

    O grande objetivo da Narrativa 5 o leitor.

    Complicao

    Orientao

    Envolver/Divertir

    Resoluo

    Fases

    Leitura Detalhada

    O rei ouvia sempre falar em Frei Joo Sem-Cuidados como um homem que no se afligia

    com coisa nenhuma deste mundo. E isso provocou-lhe uma certa inveja: [...]

    O moleiro... disse-lhe que no tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hbito de frade, que

    ele iria disfarado e havia de dar boas respostas ao rei.

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei.

    [...]

    O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a esperteza

    dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se substituir.

    Repara no primeiro pargrafo da Narrativa, que apresenta um frade, conhecido

    por no ter preocupaes nenhumas, o que causou inveja ao rei.

    Vamos explorar o contedo deste texto, tendo em conta uma srie de perguntas

    que podemos colocar. A estas questes chamamos questes Pq (quem?, o qu? ,onde?,

    quando?, como?, porqu?).

    Tendo isto em mente, vamos ento completar o texto que se segue?

    Este pargrafo apresenta a personagem principal da narrativa, ___________

    (quem?) e uma das personagens secundrias, ____________(quem?). A personagem

    principal era____________ (como?) e a personagem secundria apresentada como

    uma pessoa___________ (o qu). A ao acontece_______________ (quando?),

    num___________ (onde?). A situao que est na origem de toda a ao

    ______________________________________________________________________

    .

    Repara agora no segundo pargrafo do texto que estamos a ler.

    O moleiro... disse-lhe que no tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hbito de frade, que ele

    iria disfarado e havia de dar boas respostas ao rei.

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei.

    [...]

    O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a esperteza

    dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se substituir.

    Ficamos a saber que o moleiro do rei, disfarado de frade, que vai presena

    do monarca e resolve as adivinhas que este dera ao frade sem que aquele se aperceba

    da situao. Quando o moleiro deixa cair o capucho, o rei fica pasmado com a

    esperteza dele e do Frei Joo Sem-Cuidados.

  • 13

    Repara que existem palavras e expresses cujo significado te pode levantar

    dvidas.

    No ter cuidado, no contexto, a expresso utilizada pelo moleiro para acalmar

    o Frade, que ficou muito preocupado.

    Portanto, no ter cuidado ser:

    Ficar alegre.

    No se preocupar.

    Mentir.

    Certamente, j ouviste o provrbio "O hbito no faz o frade", querendo hbito

    significar o traje tpico dos frades que tem um capucho para tapar a cabea.

    Quando queremos ser ouvidos por algum, para apresentarmos um pedido ou

    uma queixa, temos que pedir audincia. A audincia relaciona-se com o verbo ouvir,

    que, em latim, audire. Logo, pedir audincia :

    Pedir para ser ouvido.

    Pedir para ser castigado.

    Pedir para ser apresentado.

    Qual a expresso que traduz o significado de pasmado presente no texto?

    Ficar surpreso.

    Ficar admirado.

    Ficar muito admirado.

    No contexto, o rei ficou pasmado porque:

    No queria acreditar que houvesse algum assim to esperto como o moleiro e o Frei

    Joo Sem-Cuidados.

    Adivinhou que estava a falar com o moleiro e no com o Frei Joo Sem-Cuidados.

    Se considerava uma pessoa inteligente.

    Vamos continuar a explorao do texto, da forma que fizemos atrs.

    Para tal, basta completares os espaos em branco, respondendo s questes

    colocadas de acordo com o sentido do texto.

  • 14

    A personagem que vai resolver o problema do frade ___________ (quem?). Essa

    personagem fez-lhe uma proposta: __________________________________________

    (qual?).

    Quando se deparou com o moleiro, o rei ficou_________________________________

    (como?). Para ele, o frade e o moleiro eram ___________ (como?),

    pois__________________________________________________________________

    ______________________________________________________________________

    ___________________________________ (porqu).

    Preparao para a Escrita (Construo do perodo; trabalho sobre

    marcas lingusticas)

    Independentemente do seu gnero, qualquer texto depende tambm de

    caractersticas lingusticas especficas que ajudam a produzir o significado pretendido.

    A Narrativa, enquanto gnero, rene marcas lingusticas prprias.

    Vamos relembrar algumas?

    O Pretrito Imperfeito do Indicativo e/ou o Presente do Indicativo associados ao

    uso de adjetivos e expresses nominais (Grupos Nominais) so utilizados para

    caracterizar/ descrever (descries).

    Ora repara:

    O rei ouvia sempre falar em Frei Joo Sem-Cuidados como um homem que no se afligia

    com coisa nenhuma deste mundo. E isso provocou-lhe uma certa inveja: [...]

    No primeiro pargrafo do texto que est a ser lido, h frases com verbos nos

    tempos indicados e com a funo de descrever as personagens presentes.

    Vamos completar a tabela de forma adequada?

    Era despreocupado

    Provocou-lhe uma certa inveja

    Invejoso

    Rei ouvia sempre falar em Frei Joo Sem-Cuidados

    Um homem que no se afligia com coisa nenhuma deste mundo

    Tambm o segundo pargrafo apresenta estas marcas.

  • 15

    O moleiro... disse-lhe que no tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hbito de frade, que ele

    iria disfarado e havia de dar boas respostas ao rei.

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei.

    [...]

    O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a esperteza

    dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se substituir.

    Vamos caracterizar as personagens, tendo em conta estas marcas lingusticas?

    Utiliza os adjetivos apresentados.

    PREOCUPADO, ESPERTO, VELHO, PASMADO, ZANGADO

    Outro trao lingustico a utilizao de verbos no Pretrito Perfeito ou

    Pretrito-mais-que-perfeito do Indicativo para narrar, fazendo avanar a ao da

    histria.

    O moleiro... disse-lhe que no tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hbito de frade, que ele

    iria disfarado e havia de dar boas respostas ao rei.

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei.

    [...] O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a

    esperteza dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se substituir.

    Nota que nos dois pargrafos do texto existem verbos que fazem avanar a

    ao...

    Vamos ordenar as aes seguindo a ordem do texto?

    O rei ficou pasmado com tanta esperteza

    O moleiro foi pedir audincia ao rei

    O rei ficou com inveja

    O moleiro ofereceu-se para o substituir

    O rei ouviu falar de Frei Joo Sem-Cuidados

    O moleiro deixou cair o hbito de frade

    Repara que s consegues ler e perceber o contedo da Narrativa se as frases

    forem organizadas para construir o texto e, para que isso acontea, necessrio

    articul-las de forma lgica, para construrem um texto coerente.

    Devemos ligar as frases com recurso a conectores ou conjunes ou

    articuladores do discurso que ligam os elementos do texto e devemos evitar repetir

    palavras e expresses, suprimindo-as ou substituindo-as por sinnimos, outras ou

    pronomes.

    FREI JOO SEM-

    CUIDADOS

    REI

    MOLEIRO

  • 16

    Posto isto, vamos, ento, identificar no texto lido os aspetos referenciados, por

    cores.

    O rei ouvia sempre falar em Frei Joo Sem-Cuidados como um homem que no se afligia

    com coisa nenhuma deste mundo. E isso provocou-lhe uma certa inveja:[...]

    O moleiro... disse-lhe que no tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hbito de frade, que ele

    iria disfarado e havia de dar boas respostas ao rei.

    Passados trs dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audincia ao rei.

    [...]

    O velho moleiro deixou ento cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a

    esperteza dele e a do Joo Sem-Cuidados, que to bem soube fazer-se substituir.

    Completa, agora, o texto da forma que achares mais adequada:

    Numa Narrativa, a sequncia dos acontecimentos apresentada pelos verbos no

    __________________, que fazem avanar a ao.

    Para caracterizar/descrever, utiliza-se o________________e o

    ______________, alm de ______________ e _______________.

    As frases so organizadas para construir o texto e, para que isso acontea,

    necessrio articul-las de forma lgica, para construrem um texto coerente.

    Devemos ligar as frases com recurso a _________________ ou articuladores do

    discurso que ligam os elementos do texto e devemos evitar repetir palavras e

    expresses, suprimindo-as ou substituindo-as por _____________ ou

    ______________.

    Agora, vamos mudar o Campo (tema), mantendo o mesmo gnero de texto.

    Para te apoiar na tua redao, damos-te algumas orientaes.

    Ora l!

    Propomos-te que redijas uma Narrativa, a partir das imagens apresentadas e

    considerando tudo o que aprendeste sobre a estrutura interna e marcas lingusticas

    deste gnero.

    Como reparaste, muito importante:

    - ser fiel estrutura do texto (Orientao, Complicao, Avaliao, Resoluo);

    - usar as palavras adequadas e uma linguagem apropriada;

    - conhecer o Campo (assunto).

    Orientao

  • 17

    Enquadramento: personagens, tempo, espao, ao

    Quem so as personagens envolvidas? (Descrio/apresentao de personagens)

    Onde decorre a ao? (Descrio -Pretrito Imperfeito do Indicativo)

    Quando decorre a ao?

    Qual o (s) acontecimento(s) inicial /iniciais que corresponde(m) Orientao?

    Momento de Dilogo (Presente do Indicativo)

    Fases

    Complicao

    Como se desenvolve a ao?

    Que acontece depois da situao inicial?

    Que fases, ou seja, momentos da ao?

    Que verbos traduzem a sequncia das aes e

    sua evoluo (Pretrito Perfeito do Indicativo

    Quando surge a Complicao e qual ?

    Resoluo

    Qual o desfecho da histria?

    O que acontece?

    Qual a avaliao que as personagens fazem do momento anterior, do que aconteceu?

  • 18

    Construo independente

    Depois de todas estas etapas, ests apto/a a redigir uma Narrativa pedida por

    qualquer disciplina, respeitando a sua estrutura interna e marcas lingusticas.

    A redao final que te propomos vai ser realizada em articulao com a

    disciplina de Portugus, por ser a disciplina que mais trabalha a Narrativa.

    Hiptese A

    Propomos-te que redijas uma Narrativa a partir de uma das imagens

    apresentadas e considerando tudo o que aprendeste sobre a estrutura interna deste

    gnero e suas caractersticas lingusticas.

    Hiptese B

    Propomos-te que redijas uma Narrativa, a partir de uma das imagens

    apresentadas no blogue de turma caminhosdeleituraeaprendizagem.blogspot.com,

    considerando tudo o que aprendeste sobre a estrutura interna deste gnero e suas

    caractersticas lingusticas.

    b) Relato Biogrfico

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Relato Biogrfico

    file:///C:/Documents%20and%20Settings/Manuela/Ambiente%20de%20trabalho/finalissima%2019deoutu/caminhosdeleituraeaprendizagem.blogspot.com

  • 19

    Este guio foi elaborado, no mbito de uma dissertao, realizada pela

    professora Manuela de Ftima, coordenadora das BE's do Agrupamento de Escolas

    Carlos Gargat, sob orientao / colaborao do professor Dr. Antnio Avelar.

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Relato Biogrfico

    Esta sequncia de Guies resulta de um trabalho de investigao que tem por

    base uma Pedagogia de Base Genolgica e pretende facilitar a aprendizagem da leitura

    e escrita do Portugus, no s pensadas para a disciplina de Portugus, como para

    outras reas curriculares.

    Vais encontrar algumas palavras que no conheces, outras que so utilizadas

    com valores diferentes dos teus hbitos; o que acontece quando o conhecimento

    comum se transforma em cincia. Daremos ateno a esse aspeto.

    Neste projeto, Da Biblioteca Escolar sala de aula - Repensando a praxis

    luz de uma Pedagogia Baseada em Gnero -, foram, portanto, elaborados guies de

    tipologias textuais transversais ao currculo, integrando os recursos da BE, em

    www.crelorosae.net, com o propsito de servir professores e alunos, ou seja,

    procurmos conciliar as propostas com o que est previsto nos textos de programas e

    Metas oficiais.

    Estes guies de orientao para a escrita de determinados gneros textuais

    (Narrativa, Relato Biogrfico, Relatrio Composicional e Exposio) so

    fundamentados numa Pedagogia Baseada em Gnero e trabalham as tipologias textuais.

    Com eles, podes:

    - Realizar um trabalho com orientao dos professores em sala de aula e na BE;

    - Trabalhar autonomamente, em casa ou na BE.

    Em princpio, na sala de aula, com os teus colegas e uma boa orientao, ters

    mais condies de evoluir atravs destas propostas. Poders recorrer s notas de cada

    flipchart, em jeito de autocorreo, desenvolvendo a tua autonomia e aprendizagem.

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Relato Biogrfico

    Enquadramento

    Das Metas Curriculares de Portugus - Ensino Bsico (MCPEB)

    Um dos objetivos definidos para o 7 ano :

    http://www.crelorosae.net/

  • 20

    16. Escrever textos diversos. [] 2. Escrever textos biogrficos.

    (Buesco et al, 2012: 52)

    a uma Abordagem Baseada em Gnero (ABG):

    A designao " texto biogrfico (MCPEB) compatvel com o gnero Relato

    Biogrfico (apresentar as etapas da vida de outra pessoa), gnero proposto pela Escola

    de Sydney e adotado pela Pedagogia Baseada em Gnero.

    Construo do contexto / Preparao para a Leitura

    A ttulo de exemplo, apresenta-se o Relato Biogrfico de uma personalidade do

    mundo da literatura portuguesa: Miguel Torga.

    L, agora, com cuidado, o texto que te propomos:

    Miguel Torga

    De seu verdadeiro nome Adolfo Correia Rocha, Miguel Torga, filho de camponeses, nasceu a

    12 de agosto de 1907,em S. Martinho da Anta.

    Frequentou, durante um ano, o Seminrio de Lamego e, em 1920, com apenas 13 anos, parte

    para o Brasil para trabalhar. Regressa a Portugal em 1925,completa os estudos liceais e o curso de

    Medicina na Universidade de Coimbra, cidade onde viveu e exerceu a sua atividade de mdico.

    preso e fica detido no Limoeiro e no Aljube de Lisboa entre dezembro de 1939 e fevereiro de 1940. A

    partir dos anos 70, so-lhe atribudos importantes prmios nacionais e internacionais.

    Faleceu, em Coimbra, a 17 de janeiro de 1995, com 87 anos.

    Costa, F. & Mendona, L. (2013). Dilogos 7. Porto: Porto Editora.

    Orientao para o Campo

    Que sabes sobre o autor Miguel Torga? J leste algum texto dele? Que tipo de

    textos escreve?

    Vamos aprofundar o nosso conhecimento sobre a vida e obra deste escritor

    portugus?

    Acede ao link

    http://www.slideshare.net/jmpcard1/vida-e-obra-de-miguel-torga

    http://www.slideshare.net/jmpcard1/vida-e-obra-de-miguel-torga

  • 21

    Aps a explorao do site apresentado, deparaste-te certamente com uma

    biografia muito mais extensa e completa.

    Vamos relembrar alguns aspetos da biografia deste autor?

    Para tal, propomos-te que completes os espaos em branco com as informaes

    que encontraste.

    Miguel Torga pseudnimo de ______________. Nasceu em S. Martinho da Anta, em

    1907.

    Falando do seu nascimento, o autor diz ____________________________________.

    A sua famlia era reduzida: tinha _________________, que se chamava Maria.

    Comeou a trabalhar com ____ anos, como criado.

    Em ______, frequentou um seminrio onde aprofundou os seus estudos, mas no quis

    ser padre.

    Aos 12 anos, foi enviado para o Brasil para trabalhar, _______________. Em _____,

    regressa a Portugal e o tio paga-lhe os estudos porque queria que ele fosse "doutor.

    Depois dos estudos do liceu, vai para Coimbra para se formar em Medicina.

    Publicou uma antologia de _____________ que mereceu muitas crticas.

    Em 1929, comea a colaborar na revista _____________________, com o poema

    "Altitudes. Em 1930, rompe com esta revista. Em 1931, Miguel Torga escreve o conto

    _______________e o poema _____________, assumindo-se como autor com direito a

    edies.

    Em 1933, ________________________.

    A partir de 1934, passa a residir em Coimbra. Como autor, adota o pseudnimo de

    Miguel Torga, em homenagem a __________________________, dois grandes autores

    ibricos, e designao nortenha de __________.

    Em 1936, funda com Albano Nogueira uma revista de arte e crtica chamada

    ____________.

    Em 1944, casa com _______________, casamento do qual tem uma filha, em 1955, e

    que se chamar ____________.

    No dia 10 de junho de 1948, sugere que _______________________.

    Um dos seus ttulos mais conhecidos - ____________ - foi publicado em 1940. Alm

    de narrativa, este autor escreveu tambm_____________. Os seus livros esto

    traduzidos em diversas lnguas: ____________________________________________

    Em _____, foi proposto para Prmio Nobel, mas sem xito.

    Em ______, recebe a condecorao de Oficial na Ordem das Artes e Letras da

    Repblica Francesa. Em 1989,vence o _____________. Em 1992, recebe o prmio

    _______________________________.

    Pela sua ideologia poltica, chegou a ser preso a mando da PIDE e a sua esposa viu a

    sua carreira acadmica limitada. Em 1967, assina um _____________ no qual se pede

    a aprovao de ___________________ e ___________________.

    Em 17 de janeiro de 1995, Miguel Torga falece. Est no cemitrio de terra que o viu

    nascer - _______________.

    Vamos explorar outros exemplos deste gnero para nos darmos conta do seu

    Campo, ou seja, do seu assunto?

    Acede ao link

    http://www.suapesquisa.com/biografias/

    http://www.suapesquisa.com/biografias/

  • 22

    Tendo em conta a explorao que acabaste de fazer de outros textos deste

    gnero, completa as frases da forma que achares mais adequada, indicando o nmero

    correspondente a cada espao.

    Um Relato Biogrfico apresenta _____ sobre a vida de uma certa _____. Esse

    o seu qu (Campo/assunto).

    Essas _____ so organizadas por _____ pois representam os vrios momentos

    da vida da figura biografada.

    1- Personalidade

    2-Personagem

    3-Informaes

    4-Histrias

    5-Ordem cronolgica

    6-Informaes

    Orientao para o Gnero

    O Relato Biogrfico tem como objetivo apresentar as etapas da vida de outra

    pessoa e a sua estrutura interna divide-se em

    Orientao

    Etapas

    Para melhor compreenderes um Relato Biogrfico e, claro, para estares mais

    seguro quando o rediges, deves ter em conta o propsito para que redigido

    (apresentar as etapas da vida de outra pessoa) e o modo como se estrutura (organizao

    interna em etapas). Estes dois aspetos vo determinar muitas das caractersticas

    lingusticas do texto.

    Vamos encontrar estas etapas no texto-modelo apresentado - Miguel Torga.

    Confirma se o teu trabalho coincide com:

    De seu verdadeiro nome Adolfo Correia Rocha, Miguel Torga, filho de

    camponeses, nasceu a 12 de agosto de 1907,em S. Martinho da Anta. - Orientao

  • 23

    Frequentou, durante um ano, o Seminrio de Lamego e, em 1920, com apenas

    13 anos, parte para o Brasil para trabalhar. Regressa a Portugal em 1925,completa os

    estudos liceais e o curso de Medicina na Universidade de Coimbra, cidade onde viveu

    e exerceu a sua atividade de mdico. preso e fica detido no Limoeiro e no Aljube de

    Lisboa entre dezembro de 1939 e fevereiro de 1940. A partir dos anos 70, so-lhe

    atribudos importantes prmios nacionais e internacionais.

    Faleceu, em Coimbra, a 17 de janeiro de 1995, com 87 anos. - Etapas

    Agora, pedimos-te que, apelando aos teus conhecimentos anteriores e tendo em

    conta o que j sabes sobre este gnero, completes o texto apresentado, fazendo

    corresponder ao nmero a resposta que considerares mais adequada.

    Para te ajudar, apresentamos j duas correspondncias.

    O Relato Biogrfico apresenta 1. Comea por referir 2 e 3, o que se designa por 4.

    Seguem-se vrias informaes que representam as 5: 6, 7, 8, 9, 10,11.

    As informaes devem respeitar uma 12 e o relato feito 13, estando os verbos

    maioritariamente no 14.

    Informaes sobre a vida de algum

    Nome do biografado

    Data e local de nascimento Orientao - 4 Etapas da vida de uma pessoa - 5

    Estudos

    Profisso

    Episdios importantes da sua vida

    Dados sociais importantes

    Obras publicadas ou realizadas

    Prmios

    Ordem cronolgica

    Na 3 pessoa do singular

    Presente do Indicativo

    Leitura Detalhada

    Vamos ler atentamente o texto que se segue.

    Frequentou, durante um ano, o Seminrio de Lamego e, em 1920, com apenas 13 anos, parte

    para o Brasil para trabalhar. Regressa a Portugal em 1925, completa os estudos liceais e o curso de

    Medicina na Universidade de Coimbra, cidade onde viveu e exerceu a sua atividade de mdico. [...] A

    partir dos anos 70, so-lhe atribudos importantes prmios nacionais e internacionais.

    Este texto informa quanto a certas etapas da vida do Autor: a frequncia de um

    seminrio, a ida para o Brasil, o seu regresso a Portugal, o curso de Medicina que tirou

    em Coimbra, onde ficou a viver, e os prmios que recebeu.

    Neste tipo de textos, a linguagem torna-se especfica e tambm pode colocar

    dvidas, sobretudo quando foge ao vocabulrio do quotidiano ou ao que melhor

    conhecemos. De qualquer forma, h sempre a possibilidade de substituio de palavras

    /expresses por outras mais conhecidas, se desenvolvermos o seu significado.

  • 24

    Retira do excerto apresentado as palavras adequadas para preencher os espaos

    em branco:

    Este o lugar frequentado por aqueles que se querem tornar padres. um ___.

    H uns anos atrs, dizia-se que quem conclua a escola primria em tinha

    estudos primrios. E quem conclua os estudos do liceu?___

    Os mdicos tm uma longa vida de estudo. S depois podem pr em prtica o

    que aprenderam, ou seja, s depois podem ___.

    Agora, vamos explorar o contedo deste texto, tendo em conta uma srie de

    perguntas que podemos colocar para retirar informaes do mesmo. A estas questes

    chamamos questes Pq (quem?, o qu?, onde?, quando?, como?, porqu?).

    Tendo em conta esta tipologia de questes, vamos completar um texto com as

    informaes do texto-modelo apresentado.

    Repara:

    Miguel Torga frequentou ______ (o qu?).

    Essa instituio chamava-se ______ (como?).

    No podemos dizer que Miguel Torga teve uma infncia comum_______ (porqu?).

    Em 1920, ele parte para ____ (onde?), mas regressa a Portugal em ____ (quando?).

    Em Portugal, ele estudou e tirou o curso de ____ (o qu?), em _______ (onde?).

    Paralelamente sua profisso de mdico, ele escrevia. A sua obra foi

    reconhecida_____ (como?).

    Preparao para a Escrita (Construo do perodo; trabalho sobre

    marcas lingusticas)

    Independentemente do seu gnero, qualquer texto depende tambm de

    caractersticas lingusticas especficas que ajudam a produzir o significado pretendido.

    O gnero Relato Biogrfico apresenta traos lingusticos particulares.

    Posto isto, vamos ler com ateno o texto que se segue e sublinhar a cores

    diferentes os elementos lingusticos indicados na tabela apresentada, onde devers

    inclu-los, referindo tambm o nmero total de ocorrncias.

    Frequentou, durante um ano, o Seminrio de Lamego e, em 1920, com apenas 13 anos, parte

    para o Brasil para trabalhar. Regressa a Portugal em 1925, completa os estudos liceais e o curso de

    Medicina na Universidade de Coimbra, cidade onde viveu e exerceu a sua atividade de mdico. [...] A

    partir dos anos 70, so-lhe atribudos importantes prmios nacionais e internacionais.

  • 25

    Agora, j ests em condies de tirar uma concluso sobre as caractersticas

    lingusticas do gnero Relato Biogrfico.

    Completa o texto da forma que achares mais adequada:

    Num Relato Biogrfico, predominam grandemente_________ e informaes

    novas, que se designam________,

    Estas informaes podem incluir datas, locais, caracterizao, o que prprio

    de um vocabulrio factual - informativo, dado que este gnero informa sobre a vida de

    algum. Existem ainda muitos ________ e os verbos podem estar no ______ ou no

    _______.

    Vamos mudar o Campo (tema), mantendo o mesmo gnero de texto.

    Vamos redigir um Relato Biogrfico de outra figura da literatura portuguesa,

    uma autora que estudas no 7 ano: Sophia Andresen.

    Como reparaste, muito importante:

    - ser fiel estrutura do texto (Orientao, Etapas);

    - usar as palavras adequadas e uma linguagem apropriada;

    - conhecer o Campo (assunto).

    Para te ajudar a escreveres o Relato Biogrfico proposto, vamos dar-te

    orientaes.

    Antes da redao do Relato Biogrfico, deve ser feito um trabalho de pesquisa.

    Para tal, consulta os guies Aprender aLer+, em www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    http://www.crelorosae.net/

  • 26

    Para orientar a tua pesquisa, apresentamos-te algumas questes cujas respostas

    devero ser integradas no Relato Biogrfico.

    1. Prmios recebidos em 1964 e 1999

    2. Principais temas das suas obras

    3. Local e data de nascimento

    4. Primeira obra publicada

    5. Lnguas em que as suas obras se encontram traduzidas

    6. Local e data de falecimento

    7. Duas obras infantis publicadas em 1958

    8. Nome completo da Autora

    9. Habilitaes literrias/Estudos

    10. Origens familiares (registar alguns dados importantes ou que suscitem curiosidade)

    11. Data da publicao de O Cavaleiro da Dinamarca, obra estudada no 7 ano

    12. Informaes relevantes sobre a sua infncia

    Organiza de forma coerente a informao resultante das respostas, indicando a

    ordem que considerares mais adequada.

    Construo Independente

    Agora, j ests apto a redigir autonomamente um Relato Biogrfico.

    Vamos a isso?

    So apresentadas duas hipteses de articulao com duas disciplinas.

    Hiptese A - Cincias Naturais

    Elabora um Relato Biogrfico de uma figura ligada s Cincias: Marie Curie.

    Segue as indicaes apresentadas:

    Realiza uma pesquisa sobre esta cientista, recorrendo aos Guies

    Aprender aLer+ em www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    Para orientar a tua pesquisa, apresentamos-te algumas questes cujas respostas devero ser integradas no Relato Biogrfico.

    1. Envolvimento revolucionrio

    http://www.crelorosae.net/

  • 27

    2. Casamento

    3. Razes de falecimento

    4. A sua grande descoberta e sua importncia

    5. Profisses

    6. Nome completo da cientista

    7. Prmios atribudos

    8.Trabalho desenvolvido com seu marido Pierre Curie

    9. Estudos/Habilitaes

    10. Data e local de falecimento

    11. Factos familiares

    12. Local e data de nascimento

    Organiza de forma coerente a informao resultante das respostas.

    Redige o teu Relato Biogrfico, respeitando a estrutura interna e os traos

    lingusticos especficos do gnero.

    Hiptese B - Histria

    Realiza a tua pesquisa, recorrendo aos Guies Aprender aLer+ em

    www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    Escolhe um dos nomes apresentados:

    Herdoto, Pricles, Aristteles, Plato, Hipcrates, Fdias

    Nero, Trajano, Constantino, Teodsio, Gala Placdia, Ccero

    tila, Alarico, Jesus Cristo, Maom, Avicena, Afonso VI de Leo e Castela, Henrique

    de Borgonha

    Pesquisa, tendo presentes os tpicos apresentados

    Orientaes:

    poca em que viveu / Contexto civilizacional/ cultural

    Local e nmero de anos que viveu

    Momento mais importante da sua vida

    Lugar que ocupou ou razo por que ficou conhecido

    Principais decises tomadas/ trabalhos realizados

    Contributo (positivo ou negativo) para a Humanidade

    http://www.crelorosae.net/

  • 28

    Se quiseres, podes ilustrar o teu Relato Biogrfico.

    c) Relatrio Composicional

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Relatrio Composicional

    Este guio foi elaborado, no mbito de uma dissertao, realizada pela

    professora Manuela de Ftima, coordenadora das BEs do Agrupamento de Escolas

    Carlos Gargat, sob orientao / colaborao do professor Dr. Antnio Avelar.

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Relatrio Composicional

    Esta sequncia de Guies resulta de um trabalho de investigao que tem por

    base uma Pedagogia de Base Genolgica e pretende facilitar a aprendizagem da leitura

    e escrita do Portugus, no s pensadas para a disciplina de Portugus, como para

    outras reas curriculares.

    Vais encontrar algumas palavras que no conheces, outras que so utilizadas

    com valores diferentes dos teus hbitos; o que acontece quando o conhecimento

    comum se transforma em cincia. Daremos ateno a esse aspeto.

    Neste projeto, Da Biblioteca Escolar sala de aula - Repensando a praxis

    luz de uma Pedagogia Baseada em Gnero -, foram, portanto, elaborados guies de

    tipologias textuais transversais ao currculo, integrando os recursos da BE, em

    www.crelorosae.net, com o propsito de servir professores e alunos, ou seja,

    procurmos conciliar as propostas com o que est previsto nos textos de programas e

    Metas oficiais.

    Estes guies de orientao para a escrita de determinados gneros textuais

    (Narrativa, Relato Biogrfico, Relatrio Composicional e Exposio) so

    fundamentados numa Pedagogia Baseada em Gnero e trabalham as tipologias textuais.

    Com eles, podes:

    - Realizar um trabalho com orientao dos professores em sala de aula e na BE;

    - Trabalhar autonomamente, em casa ou na BE.

    Em princpio, na sala de aula, com os teus colegas e uma boa orientao, ters

    mais condies de evoluir atravs destas propostas. Poders recorrer s notas de cada

    flipchart, em jeito de autocorreo, desenvolvendo a tua autonomia e aprendizagem.

  • 29

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Relatrio Composicional

    Enquadramento

    Das Metas Curriculares de Portugus - Ensino Bsico (MCPEB)

    Um dos objetivos definidos para o 7 ano

    Escrever textos informativos, contemplando o seguinte: uma introduo ao tpico; o desenvolvimento

    deste, com a informao agrupada em pargrafos e apresentando factos, definies, pormenores e

    exemplos; e uma concluso.

    (Buesco et al, 2012: 52)

    a uma Abordagem Baseada em Gnero (ABG):

    A designao "texto informativo" (MCPEB) inclui vrios tipos de texto e

    compatvel com o gnero Relatrio Composicional (descrever partes de um todo),

    Relatrio Classificativo (classificar e descrever diferentes tipos de fenmenos) e

    Relatrio Descritivo (classificar e descrever um fenmeno), gneros propostos pela

    Escola de Sydney e adotados pela Pedagogia Baseada em Gnero.

    No presente caso, daremos ateno apenas ao Relatrio Composicional, gnero

    que existe para descrever partes de um todo.

    Construo do Contexto / Preparao para a Leitura

    L, agora, com cuidado, o texto que te propomos:

    Qual a estrutura de um vulco?

    Os vulces correspondem a aberturas na superfcie da Terra por onde libertado material

    que se encontra no seu interior.

    Os vulces podem estar ativos (se est a ocorrer uma erupo) ou inativos (se no est a

    ocorrer uma (erupo). Os vulces inativos podem estar extintos (no voltaro a entrar em erupo).

    A estrutura tpica de um vulco apresenta:

    Cmara magmtica - estrutura no interior da Terra onde o magma se acumula antes de ser expulso.

    O magma uma mistura de materiais lquidos, slidos e gasosos que se encontram a elevadas

    presses e temperaturas.

  • 30

    Chamin vulcnica - uma estrutura em forma de tubo, que liga a cmara magmtica superfcie.

    pela chamin vulcnica que o magma sobe.

    Cratera - depresso que contm uma abertura por onde sai o magma proveniente do interior da Terra.

    Cone principal - elevao formada pela acumulao de materiais slidos expelidos pelo vulco.

    Por vezes, formam-se chamins, denominadas chamins secundrias ou adventcias, que se

    ramificam a partir da chamin principal e que originam cones secundrios.

    scar Oliveira & Elsa Ribeiro (2012). Cincia & Vida7. Porto: Asa.

    Orientao para o Campo

    Vamos explorar este Campo (tema) para alargares o teu conhecimento sobre o

    mesmo?

    Vai a

    https://www.google.pt/imghp?hl=en&tab=wi&ei=WRhtU5PvE6p0AXI5YCABA&ved=

    0CAQQqi4oAg

    e busca por "Vulces", "Vulces nos Aores" ,"Vulces na Europa" e "Vulces mais

    ativos do Mundo".

    Verificaste, com certeza, que os vulces existem em vrias partes do Mundo,

    incluindo a Europa, onde vivemos.

    Observa, agora, com ateno, o mapa apresentado.

    Indica as regies onde os vulces se encontram, principalmente.

    Como deves saber, em Portugal, h uma regio que se destaca pelos seus

    vulces.

    Observa a tabela retirada do Google imagens e diz qual essa regio.

    https://www.google.pt/imghp?hl=en&tab=wi&ei=WRhtU5PvE6p0AXI5YCABA&ved=0CAQQqi4oAghttps://www.google.pt/imghp?hl=en&tab=wi&ei=WRhtU5PvE6p0AXI5YCABA&ved=0CAQQqi4oAg

  • 31

    Ainda a partir da observao da tabela, diz quais so os vulces existentes nessa

    regio.

    A seguinte imagem do vulco das Sete Cidades.

    Consulta o link apresentado, para ficares a conhecer melhor este vulco.

    http://www.cvarg.azores.gov.pt/vulcoes-activos/Paginas/vsetecidades.aspx

    Ficaste a saber mais sobre este vulco e certamente sabes indicar:

    a)onde fica situado o vulco das Sete Cidades;

    b)o que est na sua caldeira;

    c)qual a sua forma;

    d)qual o nmero de erupes ocorridas no interior da caldeira ( intracaldeira), nos

    ltimos 5.000 anos, tornando-o o vulco central mais ativo do arquiplago, neste

    intervalo de tempo.

    http://www.cvarg.azores.gov.pt/vulcoes-activos/Paginas/vsetecidades.aspx

  • 32

    Na linguagem do dia a dia, usamos palavras que nos so teis quando falamos

    cientificamente de vulces, como acontece neste Relatrio Composicional.

    Vamos ver se s capaz de escolher as palavras adequadas?

    a) O fogo j foi apagado. Est ________.

    b) O Rui no para de brincar. muito ________.

    c) A chama dos jogos olmpicos fica ________ durante a realizao de todas as provas.

    d) O velho pc j no funciona. Est _______.

    e) Um buraco grande na terra pode chamar-se _______.

    Cratera

    Extinto

    Ativo

    Ardente

    Inativo

    Explorao do Campo

    Agora, faz a legenda das imagens apresentadas, recorrendo ao que j sabes

    sobre este tema.

    1- Vulco extinto 5-Nuvem ardente 9-Cmara magmtica

    2-Vulco ativo 6-Cratera 3-Vulco inativo 7-Chamin

    4-Lava/magma 8-Cone principal e secundrio

  • 33

    Tendo em conta as imagens e tudo o que fizeste at agora, vamos relembrar o

    que j sabes, completando?

    Os vulces podem ser____________, ___________ ou ___________.

    A sua estrutura tpica apresenta:____________, onde se acumula o magma,

    ___________, ____________ e _____________.

    Orientao para o Gnero

    O Relatrio Composicional tem como objetivo descrever as partes de um todo e

    tem as seguintes etapas:

    Classificao

    Descrio

    Para melhor compreenderes um Relatrio Composicional e, claro, para estares

    mais seguro quando o rediges, deves ter em conta o propsito para que redigido

    (descrever as partes de um todo) e o modo como se estrutura (organizao interna em

    etapas). Estes dois aspetos vo determinar muitas das caractersticas lingusticas do

    texto.

    Vamos encontrar estas etapas no texto-modelo apresentado - Qual a estrutura

    de um vulco?

    Confirma se o teu trabalho coincide com:

    Os vulces CLASSIFICAO

    Os vulces correspondem a aberturas na superfcie da Terra por onde libertado material que se

    encontra no seu interior. DESCRIO

    Os vulces podem estar ativos (se est a ocorrer uma erupo) ou inativos (se no est a ocorrer

    uma (erupo). Os vulces inativos podem estar extintos (no voltaro a entrar em erupo).

    DESCRIO

    A estrutura tpica de um vulco apresenta: DESCRIO

    Cmara magmtica - estrutura no interior da Terra onde o magma se acumula antes de ser

    expulso. O magma uma mistura de materiais lquidos, slidos e gasosos que se encontram a

    elevadas presses e temperaturas.

    Chamin vulcnica - uma estrutura em forma de tubo, que liga a a cmara magmtica

    superfcie. pela chamin vulcnica que o magma sobe.

    Cratera - depresso que contm uma abertura por onde sai o magma proveniente do interior da

    Terra.

    Cone principal - elevao formada pela acumulao de materiais slidos expelidos pelo vulco.

    Por vezes, formam-se chamins, denominadas chamins secundrias ou adventcias, que se

    ramificam a partir da chamin principal e que originam cones secundrios.

    scar Oliveira & Elsa Ribeiro, Cincia &Vida7, Asa, 2012.

    Agora, reflete, riscando a opo errada.

    O texto em questo apresenta informaes/opinies sobre um assunto (vulces),

    logo um texto cujo objetivo divertir/informar, apresentando a identificao e/ou

    classificao de um tema/tpico do texto-modelo ou de outros, como os que

    encontramos em enciclopdias.

  • 34

    Trata-se de um Relatrio Composicional presente no manual adotado e cujo

    tema trabalhado sobretudo na disciplina de Cincias Naturais.

    Repara que, de maneira geral, todos os Relatrios se organizam da mesma

    forma, mesmo quando mudam o seu assunto (Campo). Podem mudar o assunto

    (Campo), mas a razo por que so escritos e a sua organizao interna so idnticas.

    Tendo em conta o que j sabes sobre este gnero de texto, conclui, completando

    com o nmero adequado.

    Num texto do _____ Relatrio Composicional, a estrutura interna apresenta

    uma _____ e uma _____. O seu objetivo comunicativo _____.

    1-Classificao

    2-Gnero

    3-Descrio

    4-Informar

    Leitura Detalhada

    Atenta no excerto do texto-modelo apresentado:

    Os vulces correspondem a aberturas na superfcie da Terra por onde libertado material

    que se encontra no seu interior.

    Os vulces podem estar ativos (se est a ocorrer uma erupo) ou inativos (se no est a

    ocorrer uma erupo). Os vulces inativos podem estar extintos (no voltaro a entrar em erupo).

    Repara na primeira frase. Ela informa que, como j viste, os vulces so

    aberturas/ buracos na Terra, de onde saem materiais que se encontram no seu interior.

    Existem palavras/expresses do nosso quotidiano que podem substituir as

    palavras sublinhadas no excerto.

    Vamos identific-las?

    Corresponder a -

    Buraco -

    Superfcie da Terra -

    Libertar -

    Encontrar -

    Atenta, agora, no segundo pargrafo do excerto apresentado.

    Ficamos a saber que existem vrios tipos de vulces - ativos, inativos e extintos

    -, o que depende de estarem ou no em erupo, ou seja, a libertar materiais do seu

    interior.

    Vamos completar o texto, tendo em conta a informao do segundo pargrafo.

  • 35

    Na Terra, podemos encontrar vulces que esto sem atividade, ou seja,

    ________, vulces em atividade, ou seja, _______ e vulces que j no expelem

    materiais h centenas de anos a que chamamos________.

    Para dizermos o que um vulco, podemos utilizar termos tcnicos e termos

    comuns.

    VULCES

    Vocabulrio tcnico Vocabulrio comum

    Repara que a maior parte do vocabulrio tcnico ou cientfico pois este texto

    acrescenta informao a um fenmeno que cientfico, os vulces, descrevendo-o

    como um todo.

    Preparao para a Escrita (Construo do perodo; trabalho

    sobre marcas lingusticas)

    Independentemente do seu gnero, qualquer texto depende tambm de

    caractersticas lingusticas especficas que ajudam a produzir o significado pretendido.

    O gnero Relatrio Composicional apresenta marcas lingusticas particulares.

    Posto isto, vamos ler com ateno o seguinte texto e sublinhar a cores diferentes

    os elementos lingusticos abaixo apresentados, indicando o nmero total de

    ocorrncias.

    Os vulces correspondem a aberturas na superfcie da Terra por onde libertado material

    que se encontra no seu interior.

    Os vulces podem estar ativos (se est a ocorrer uma erupo) ou inativos (se no est a

    ocorrer uma erupo). Os vulces inativos podem estar extintos (no voltaro a entrar em erupo).

  • 36

    Agora, j ests em condies de tirar uma concluso sobre as caractersticas do

    gnero Relatrio Composicional.

    Completa o texto da forma que achares mais adequada:

    Num Relatrio Composicional, predominam grandemente

    ____________________ e os ____________________, muitos deles, verbos

    copulativos (ser, estar).

    Alm disso, encontram-se muitas _______________, que podem incluir

    nmeros, percentagens, datas, locais, exemplificaes, caracterizao, o que prprio

    de um vocabulrio factual - informativo, dado que este gnero informa sobre dado

    assunto / tema / descreve-o.

    Agora, vamos mudar o Campo (tema), mantendo o mesmo Gnero de texto.

    Vamos redigir um Relatrio Composicional sobre a Democracia Ateniense, que

    j estudaste nas aulas de Histria.

    Como reparaste, muito importante:

    - ser fiel estrutura do texto (Classificao e Descrio);

    - usar as palavras adequadas e uma linguagem apropriada;

    - conhecer o Campo (assunto).

    Para te ajudar, antes de escreveres, vamos selecionar da lista de palavras

    apresentadas as que se relacionam com este tema, inserindo-as na tabela.

    BUL, PLIS, PRICLES, DEMOCRACIA DIRETA,CIDADOS,

    GLOBALIZAO,

    PODER DO POVO, ECLSIA, ELEIES, SCRATES, REI, DITADURATOTAL,

    PARTICIPAO DAS MULHERES, LIBERDADE DE EXPRESSO, PRICLES

    DIREITOS

    Vamos comear a escrever?

  • 37

    Comea por apresentar aquilo de que vais falar, classificando-o, ou seja,

    dizendo o que / qual o tema.

    Classificao

    Podes comear o teu texto assim:

    A Democracia Ateniense

    Descrio

    Esta etapa requer que tu procures informao sobre o tema a pesquisar, o que

    pode ser feito de vrias maneiras: com recurso a fundo documental ou atravs de

    documentos multimdia sobre o tema a trabalhar.

    Sugerimos-te que ouas atentamente o vdeo, acedendo ao link apresentado, e

    que tomes notas.

    http://www.youtube.com/watch?v=NYmyPyCSm5U

    Para orientar a tua audio, apresentamos-te uma srie de questes que te

    ajudaro a selecionar a informao mais importante do vdeo que vais ver.

    As perguntas orientadoras so as seguintes:

    1. O que sugerem as imagens iniciais do vdeo sobre o conceito de democracia?

    2. Qual o tema do vdeo apresentado pelo professor Tiago Menta?

    3. Qual a primeira forma de governo em Atenas?

    4. A que situao de presso social em Atenas se deve a mudana do modelo poltico

    dominante e que vai originar a democracia?

    5. Que legisladores vo mudar o rumo da situao?

    6. O que fizeram esses legisladores?

    7. A Democracia Ateniense ou direta era realmente democrtica? Porqu?

    Agora que j viste o vdeo e tomaste notas, apresentamos-te uma srie de

    respostas que correspondem s questes orientadoras sobre o mesmo. Propomos-te que

    as encontres.

    Vamos a isso?

    A) Os mais ricos de Atenas no integravam a oligarquia governante e o povo

    contestava a lei que obrigava os devedores em falta a tornarem-se escravos dos

    credores.

    B) Acabaram com o modelo poltico vigente e criaram a Democracia Ateniense, que

    era uma democracia direta.

    C) No se pode considerar a existncia de uma verdadeira democracia pois a

    participao na mesma era limitada a alguns.

    D) Pricles estabeleceu uma remunerao para todos os cidados que participavam na

    legislao pblica, uma reforma que tornou a vida poltica uma profisso.

    http://www.youtube.com/watch?v=NYmyPyCSm5U

  • 38

    E) Slon consolidou o sistema democrtico. Com ele, os cidados das tribos que

    formavam a tica participavam na vida pblica, por meio de sorteio, integrando a Eclsia

    e a Bul.

    F) Clstenes, Slon e Pricles.

    G) O modelo democrtico ateniense entre o sculo V e VI a.C.

    H) O conceito de democracia representa o poder dado ao povo.

    I) Clstenes dividiu a populao da tica em tribos donde saiam os homens para os

    exrcitos que lutavam em nome de Atenas e representantes para os dois rgos

    administrativos principais da Democracia Ateniense - a Eclsia e a Bul.

    J) A aristocracia ou oligarquia.

    Se quiseres, podes sempre obter mais informaes a respeito do tema proposto,

    pesquisando.

    Para orientar a tua pesquisa, vai a recursos - Guies Aprender aLer+ em

    www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    Podes consultar vrias fontes, como o teu manual, por exemplo.

    Para que a tua pesquisa seja mais completa, procura informao para

    responderes s seguintes questes (consulta o teu manual de Histria):

    1.Como se distribua o poder poltico em Atenas?

    2.Indica como funcionava a Democracia Ateniense, tendo em conta os rgos polticos

    existentes.

    3.Porque se diz que a Democracia Ateniense foi original?

    4.O que era uma democracia direta?

    5.Quais os aspetos contraditrios da Democracia Ateniense?

    Depois de teres reunido toda a informao, vais redigir um Relatrio

    Composicional, respeitando a estrutura interna e marcas lingusticas prprias do

    gnero.

    Comea por elaborar um plano do teu texto. Para isso, vais ordenar os

    elementos que o compem, indicando a sequncia adequada, para formar um todo

    coerente.

    http://www.crelorosae.net/

  • 39

    Organiza os seguintes tpicos a desenvolver no teu texto:

    Legisladores reformistas e suas reformas

    Classificao - tema

    Data de surgimento da democracia em Atenas

    Distribuio do poder em Atenas

    Aspetos contraditrios da Democracia Ateniense

    Descrio - partes

    Significado da palavra democracia

    Situao de presso social que originou a democracia

    Funcionamento da Democracia Ateniense

    Originalidade da Democracia Ateniense

    Primeira forma de governo ateniense

    Ttulo

    Agora, j podes redigir o teu texto. Entrega-o s tuas professoras de Histria e

    Portugus. Vers como ficam satisfeitas com o teu trabalho!

    Construo Independente

    Vamos verificar se assimilaste tudo o que aprendeste at agora?

    Depois de todas estas etapas, ests apto/a a redigir um Relatrio Composicional

    pedido por qualquer disciplina sobre qualquer assunto, respeitando a sua estrutura

    interna e marcas lingusticas.

    A redao final que te propomos vai ser realizada em articulao com a

    disciplina de Cincias Naturais.

    Propomos-te que redijas um Relatrio Composicional sobre uma temtica que

    estudas nesta disciplina - Os sismos.

    Para realizares a tua pesquisa de forma adequada, consulta os Guies Aprender

    aLer+, em www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    Para te ajudar a redigires o teu texto, apresentamos-te alguns tpicos para

    desenvolveres o tema:

    - Realiza uma pesquisa sobre trs ou quatro sismos ocorridos nos ltimos 10 anos;

    http://www.crelorosae.net/

  • 40

    - Localiza o seu epicentro;

    - Indica:

    A sua localizao temporal (quando ocorreram?);

    A origem;

    A magnitude;

    Os estragos.

    d) Exposio

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual aLer Escrever + e melhor

    Exposio

    Este guio foi elaborado, no mbito de uma dissertao, realizada pela

    professora Manuela de Ftima, coordenadora das BEs do Agrupamento de Escolas

    Carlos Gargat, sob orientao / colaborao do professor Dr. Antnio Avelar.

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual aLer Escrever + e melhor

    Exposio

    Esta sequncia de Guies resulta de um trabalho de investigao que tem por

    base uma Pedagogia de Base Genolgica e pretende facilitar a aprendizagem da leitura

    e escrita do Portugus, no s pensadas para a disciplina de Portugus, como para

    outras reas curriculares.

    Vais encontrar algumas palavras que no conheces, outras que so utilizadas

    com valores diferentes dos teus hbitos; o que acontece quando o conhecimento

    comum se transforma em cincia. Daremos ateno a esse aspeto.

    Neste projeto, Da Biblioteca Escolar sala de aula - Repensando a praxis

    luz de uma Pedagogia Baseada em Gnero -, foram, portanto, elaborados guies de

    tipologias textuais transversais ao currculo, integrando os recursos da BE, em

    www.crelorosae.net, com o propsito de servir professores e alunos, ou seja,

    procurmos conciliar as propostas com o que est previsto nos textos de programas e

    Metas oficiais.

    Estes guies de orientao para a escrita de determinados gneros textuais

    (Narrativa, Relato Biogrfico, Relatrio Composicional e Exposio) so

    fundamentados numa Pedagogia Baseada em Gnero e trabalham as tipologias textuais.

    Com eles, podes:

    - Realizar um trabalho com orientao dos professores em sala de aula e na BE;

    - Trabalhar autonomamente, em casa ou na BE.

  • 41

    Em princpio, na sala de aula, com os teus colegas e uma boa orientao, ters

    mais condies de evoluir atravs destas propostas. Poders recorrer s notas de cada

    flipchart, em jeito de autocorreo, desenvolvendo a tua autonomia e aprendizagem.

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Guio de Tipologia Textual aLer Escrever + e melhor

    Exposio

    Enquadramento

    Das Metas Curriculares de Portugus - Ensino Bsico (MCPEB)

    Um dos objetivos definidos para o 7 ano :

    1. Escrever textos argumentativos com a tomada de uma posio; a apresentao de razes que a justifiquem; e uma concluso coerente.

    (Buesco et al, 2012: 52)

    Abordagem Baseada em Gnero (ABG):

    A designao "texto argumentativo (MCPEB) inclui vrios tipos de texto e

    compatvel com os gneros Exposio (defender um ponto de vista) e Discusso

    (discutir um ou mais pontos de vista), gneros propostos pela Escola de Sydney e

    adotados pela Pedagogia Baseada em Gnero.

    No presente caso, daremos ateno apenas Exposio, gnero que existe para

    defendermos um ponto de vista.

    Construo do Contexto/ Preparao para a Leitura

    L, agora, com cuidado, o texto que te propomos:

    Redes sociais: um exerccio da liberdade ou um abuso?

    Redes de liberdade

    Na minha opinio, as redes sociais so espaos virtuais que efetivam o exerccio da liberdade,

    ao mesmo tempo que controlam abusos.

    Efetivamente, as redes sociais do oportunidade aos seus membros de opinarem sobre

    diversos temas, de mobilizarem a sociedade contra abusos, alm de serem um canal eficaz de

    divulgao de informaes.

    Por meio de uma rede social, qualquer pessoa pode expressar se acerca de temas polmicos

    e promover um debate. E que implica esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o

    indivduo no encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo, ele escreve e pronto. Assim, no

    h controlo, nem censura prvia para inibir o seu posicionamento sobre os acontecimentos.

    Alm disso, o membro de uma rede social, sem muito esforo, pode mobilizar a sociedade

    contra aquilo que julgar errado. Por exemplo, um sujeito vai a um mercado, observa que um produto

    sofreu aumento de preo. Pronto. Ele, s vezes no prprio estabelecimento, loga, e comea a receber

    apoio de pessoas de vrios lugares do Planeta.

  • 42

    Mas isso s possvel porque os meios de comunicao social so um canal poderoso de

    divulgao de informao. Independentemente de sua qualidade. Com efeito, o que carateriza essas

    redes como um espao de exerccio da liberdade o facto de o sujeito poder escrever o que quer,

    opinar sobre qualquer coisa e levar sua obra a muita gente, sem o inibidor controlo.

    Por todas estas razes, as redes sociais so uma oportunidade de que um indivduo dispe

    para exercitar a sua liberdade, uma vez que ele pode agir na sociedade sem eventuais mecanismos

    tolhedores da expresso.

    http://capaciteredacao.forum-livre.com/t6228-artigo-de-opiniao-sobre-redes-sociais

    (Texto adaptado e montado)

    Orientao para o Campo

    Vamos refletir um pouco sobre o assunto e o ambiente em que o texto se

    desenvolve (Campo).

    As redes sociais e suas implicaes so um tema atual. J tens uma ideia sobre

    o que so redes sociais?

    Vamos

    observar com ateno as imagens seguintes para nos ambientarmos mais

    com este tema;

    pensar no que nos sugerem estas imagens?

    http://capaciteredacao.forum-livre.com/t6228-artigo-de-opiniao-sobre-redes-sociais

  • 43

    Explora com o teu/tua

    professora(a) e colegas o contedo

    das imagens acima apresentadas.

    Observa agora as imagens que se seguem que ilustram um dos aspetos mais

    importantes a ter em conta quando somos fs das redes sociais:

    Considera os seguintes pontos:

    Quanto liberdade de expresso nas redes sociais, o que dizer?

    Como se exerce? Tem limites claros, socialmente aceites?

    Dever ou no haver limites para a comunicao que l se faz? Qual a tua

    opinio sobre o assunto?

    As imagens apresentadas sugerem alguns riscos. Tens informao sobre eles?

  • 44

    A tua experincia tambm conta. Reflete sobre o modo como ela tem

    acontecido. H algum episdio pertinente para partilhares com os teus colegas?

    Todas estas questes destinam-se a que te apropries do Campo em anlise, ou

    seja, do assunto - redes sociais - liberdade e /ou abuso.

    Vamos, agora, ver um vdeo sobre as redes sociais, a liberdade de expresso e

    abuso. Para isso, devemos aceder ao link que se segue:

    Liberdade de expresso e redes sociais (vdeo)

    https://www.youtube.com/watch?v=gLsPrzMOhsQ

    Vamos, ainda, ler o seguinte artigo sobre o assunto:

    Redes sociais: liberdade de expresso ou abuso?

    Acede ao link apresentado.

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_liberdade_de_expressao_ou_a

    buso

    REDES SOCIAIS

    Liberdade de expresso ou abuso?

    Por Patricia Peck Pinheiro em 15/11/2011, na edio 668

    Reproduzido do Valor Econmico, 8/11/2011; interttulos do OI

    Os brasileiros so campees em solicitao de retirada de contedo do ar na internet e redes

    sociais. Por que ser? A liberdade de expresso precisa ser no apenas exercida, mas ensinada nas

    escolas. Como se expressar de forma tica e juridicamente correta? Como manifestar sua opinio, seu

    direito de protesto, sua reclamao de consumidor sem que isso se transforme em um abuso de direito.

    O limite entre liberdade e prtica de crime bem sutil. E faz toda a diferena a escolha do texto, qual

    palavra ser publicada para expor no mundo, em tempo real, um pensamento.

    Precisamos, ento, de incluso digital com educao. Em um contexto de maior acesso a

    tecnologia com servios que viabilizam compartilhar informaes, produzir conhecimento colaborativo,

    deve-se saber tambm quais so as regras do jogo, que vo desde a proteo da reputao e imagem

    das pessoas at dar o crdito ao autor.

    Acredito que a grande maioria das pessoas no reflete muito sobre o que est comentando,

    publicando, ou melhor, documentando, nas redes sociais. E, infelizmente, difcil exercer

    arrependimento, pois o contedo se espalha rapidamente, e se perpetua! A maioria dos casos de

    solicitao de retirada de contedo do ar envolve, principalmente: a) uso no autorizado de imagem; b)

    ofensa digital; c) exposio de intimidade excessiva (em especial no tocante a menores de idade); d) uso

    no autorizado de marca; e) uso no autorizado de contedo (em geral infringindo direitos autorais).

    As vias pblicas digitais E ento, eis uma questo relevante, como orientar os jovens, que esto na rede social, na

    grande maioria mentindo a idade? O problema da tica j comea a. Os servios destacam a

    responsabilidade dos pais darem assistncia aos seus filhos nos ambientes digitais. Um pai leva um

    filho ao cinema, mas no sabe o que ele est fazendo na rua digital.

    A tecnologia no tem um mal intrnseco. Talvez esse nosso Brasil que est digital seja, de fato,

    mais transparente. Isso significa que somos assim mesmo, gostamos de nos exibir, de falar mal dos

    outros, fazer piadas de mau gosto, publicar fotos das pessoas sem autorizao. Ser? Ou a gerao Y

    https://www.youtube.com/watch?v=gLsPrzMOhsQhttp://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_liberdade_de_expressao_ou_abusohttp://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_liberdade_de_expressao_ou_abuso

  • 45

    nacional que no foi bem orientada, que no conhece as leis, que acha que no vai haver

    consequncias de seus atos?

    Temos que preparar melhor nosso novo cidado da era digital, para gerar a prpria

    sustentabilidade do crescimento econmico do pas em um cenrio de mundo plano, sem fronteiras.

    Para tanto, essencial garantir a segurana das relaes, a proteo dos indivduos. Toda desavena

    social digital que possa virar uma ao de indenizao, que acione a mquina da Justia, gera

    prejuzos para toda a sociedade e no s para as partes envolvidas.

    Devemos investir em duas polticas pblicas digitais: a de educao e a de segurana. No

    tocante primeira, deve-se inserir no contedo base da grade curricular do ensino fundamental e

    mdio, das escolas pblicas e particulares brasileiras, os temas de tica e cidadania digital, que devem

    tratar sobre: a) proteo da identidade (contra falsa identidade e anonimato); b) exerccio da liberdade

    de expresso com responsabilidade (contra os abusos); c) uso correto de imagens; d) produo e uso de

    contedos digitais dentro das melhores prticas de direitos autorais (coibir plgio e pirataria). Os

    jovens precisam aprender como fazer o dever de casa sem copiar o contedo alheio!

    Quanto questo da segurana, deve-se por certo criar um time responsvel pela vigilncia

    das vias pblicas digitais, para identificao rpida de incidentes e para aumentar a preveno. Se o

    cidado est na internet, ento o poder pblico e o poder de polcia tm que estar tambm. Com

    ambientes preparados, com alta disponibilidade e com medidas que garantam a proteo dos dados dos

    brasileiros.

    O pas ficou mais justo por meio da infovia, onde seus artistas passam a ter alcance mundial.

    Inclusive, uma pessoa qualquer pode ficar famosa em questo de segundos e, com isso, realizar um

    futuro sonhado antes restrito a poucos. A mobilidade trouxe mais empregos, mais negcios, e j alcana

    tambm as classes C e D. Permitiu, tambm, a reduo de tarifas e custos, seja pelo uso do banco pelo

    celular ou mesmo do acesso aos servios pblicos na internet, mais rpidos, eficientes e com menos

    burocracia.

    A vontade de criar e inovar A conta ecolgica tambm agradece, pois o uso da Tecnologia da Informao e Comunicaes (TIC)

    permite reduzir o uso do papel. Bem como o ativismo ambiental tambm cresceu nas redes sociais

    chegando at a se financiar por meio de doaes que ocorrem no modelo comunitrio-coletivo do crowd

    funding (financiamento colaborativo). Mesmo a relao do eleitor-candidato ficou direta de fato! E essa

    memria coletiva, que fica residindo nas redes sociais mesmo aps o pleito, importantssima para o

    amadurecimento das escolhas e do prprio exerccio do voto. Isso um ganho!

    Claro que o grande investimento em infraestrutura dos ltimos anos foi o que viabilizou um

    Brasil mais democrtico, que permite acesso informao por meio de uma internet banda larga. Sem

    isso, por certo no teramos incidentes, nem pedidos de retirada de contedos do ar. Mas no podemos

    gerar analfabetos digitais. No s saber dar click, tem que ser educado e praticar o uso tico e

    seguro.

    De todo modo, o mais importante no ficar pedindo para tirar contedo do ar depois que o

    estrago j est feito, mas saber public-lo dentro de um modelo mais avanado de cidadania e respeito.

    Precisamos deixar de herana a vontade de criar e inovar. O uso do ferramental tecnolgico tem que

    ser utilizado a servio do bem social.

    ***

    [Patricia Peck Pinheiro, advogada, especialista em direito digital, scia fundadora da Patricia Peck

    Pinheiro Advogados e autora do livro Direito Digital]

    Que concluses tiraste quanto a:

    Importncia das redes sociais?

    Cuidados a ter?

    Como se exerce a liberdade de expresso?

    Usar a liberdade, no abusar

    Quais os maiores perigos?

    necessria uma educao digital?

    Tiveste alguma ajuda na escola para saberes como deves comportar-te nas redes

    sociais?

    J nos podes dizer que palavras te ocorrem quando pensas neste tema, certo?

  • 46

    Seleciona-as entre as que so apresentadas, destacando-as com sublinhado a

    cores.

    HI5

    LIBERDADE DE EXPRESSO

    SOCIEDADE

    OPINIO

    AMIGOS

    ESCREVER

    PERIGOS

    TWITTER

    SEGREDOS

    FACEBOOK

    LAZER

    NOVAS TECNOLOGIAS

    EXISTNCIA DE LIMITES

    APRENDER

    LER

    Num texto sobre uma temtica especfica, natural encontrarmos palavras que

    no conhecemos. Mais do que nunca, muito importante tentarmos encontrar o

    significado de acordo com o contexto.

    Vamos tentar?

    O que te propomos que associes a cada palavra ou expresso do texto-modelo,

    o significado que for mais adequado.

    Para isso, basta que faas corresponder a cada nmero a letra correta.

    Orientao para o Gnero

    A Exposio tem como objetivo "defender um ponto de vista" e tem as

    seguintes etapas:

    Tese

    Argumentos

    Reiterao da Tese

  • 47

    Para melhor compreenderes uma Exposio e, claro, para estares mais seguro

    quando a rediges, deves ter em conta o propsito para que redigida (defender um

    ponto de vista) e o modo como se estrutura (organizao interna em etapas). Estes dois

    aspetos vo determinar muitas das caractersticas lingusticas do texto.

    Vamos encontrar estas etapas no texto-modelo apresentado - Redes sociais: um

    exerccio da liberdade ou um abuso?

    Confirma se o teu trabalho coincide com:

    Redes sociais: um exerccio da liberdade ou um abuso?

    Redes de liberdade

    Na minha opinio, as redes sociais so espaos virtuais que efetivam o exerccio da liberdade, ao mesmo tempo que controlam

    abusos.

    Efetivamente, as redes sociais do oportunidade aos seus

    membros de opinarem sobre diversos temas, de mobilizarem a

    sociedade contra abusos, alm de serem um canal eficaz de divulgao

    de informaes. ARGUMENTO 1

    Por meio de uma rede social, qualquer pessoa pode expressar

    se acerca de temas polmicos e promover um debate. E que implica

    esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o

    indivduo no encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo,

    ele escreve e pronto. Assim, no h controlo, nem censura prvia para

    inibir o seu posicionamento sobre os acontecimentos. ARGUMENTO

    2

    Alm disso, o membro de uma rede social, sem muito esforo,

    pode mobilizar a sociedade contra aquilo que julgar errado. Por

    exemplo, um sujeito vai a um mercado, observa que um produto sofreu

    aumento de preo. Pronto. Ele, s vezes no prprio estabelecimento,

    loga, e comea a receber apoio de pessoas de vrios lugares do

    Planeta. ARGUMENTO3

    Mas isso s possvel porque os meios de comunicao social

    so um canal poderoso de divulgao de informao.

    Independentemente de sua qualidade. Com efeito, o que caracteriza

    essas redes como um espao de exerccio da liberdade o facto de o

    sujeito poder escrever o que quer, opinar sobre qualquer coisa e levar

    sua obra a muita gente, sem o inibidor controlo. ARGUMENTO 4

    Por todas estas razes, as redes sociais so uma oportunidade de

    que um indivduo dispe para exercitar a sua liberdade, uma vez que

    ele pode agir na sociedade sem eventuais mecanismos tolhedores da

    expresso. REITERAO DA TESE

    http://capaciteredacao.forum-livre.com/t6228-artigo-de-opiniao-sobre-redes-sociais (Texto adaptado e montado)

    Tese

    http://capaciteredacao.forum-livre.com/t6228-artigo-de-opiniao-sobre-redes-sociais

  • 48

    Vamos completar o texto seguinte com o que aprendeste sobre este gnero, que

    a Exposio.

    Para isso, basta que incluas o nmero adequado em cada um dos espaos

    apresentados.

    A primeira etapa da Exposio corresponde ideia que se vai defender, a

    opinio pessoal sobre um dado tema; a ___.

    A segunda etapa pode ser muito ou pouco longa e so apresentadas razes para

    argumentar, ou seja, para defender a Tese; so os ___.

    Por fim, o texto termina com um reforo/repetio da opinio inicial; a etapa

    da ___.

    1-Argumentos

    2-Reiterao da tese

    3-Tese

    Leitura Detalhada

    Atenta no excerto do texto-modelo apresentado:

    Efetivamente, as redes sociais do oportunidade aos seus membros de opinarem sobre

    diversos temas, de mobilizarem a sociedade contra abusos, alm de serem um canal eficaz de

    divulgao de informaes.

    Por meio de uma rede social, qualquer pessoa pode expressar se acerca de temas polmicos

    e promover um debate. E que implica esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o

    indivduo no encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo, ele escreve e pronto. Assim, no

    h controlo, nem censura prvia para inibir o seu posicionamento sobre os acontecimentos.

    Neste excerto, ficamos a saber que, por meio de uma rede social, qualquer

    pessoa pode expressar-se acerca de temas polmicos e promover um debate. E que

    implica esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o indivduo no

    encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo, ele escreve e pronto. Assim, no

    h controlo nem censura prvia para inibir o seu posicionamento sobre os

    acontecimentos.

    Repara no primeiro pargrafo.

    Efetivamente, as redes sociais do oportunidade aos seus membros de opinarem sobre

    diversos temas, de mobilizarem a sociedade contra abusos, alm de serem um canal eficaz de

    divulgao de informaes.

    Neste pargrafo, algum defende, com toda a certeza, que as redes sociais

    permitem a liberdade de expresso e tambm a divulgao de informaes.

    Repara na palavra que introduz o pargrafo - efetivamente.

    Qual ser a sua funo?

    Comprovar algo que foi dito antes no texto?

  • 49

    Acrescentar mais informao? ou

    Simplesmente afirmar algo?

    Confronta a tua resposta com as notas do flipchart.

    Verificaste com certeza que a opo correta a primeira.

    Lembras-te de outras palavras de ligao que poderiam substituir esta?

    Seleciona as que achares adequadas, sublinhando-as com o marcador.

    Na verdade, com efeito, finalmente, tambm, e, porque, de facto, consequentemente

    Dar oportunidade a outra expresso do texto.

    Qual das expresses abaixo apresentadas ter o significado mais prximo, na

    tua opinio?

    Permitir, autorizar, auxiliar

    Repara agora na palavra membros. Esta palavra pode ter vrios significados

    consoante o contexto onde utilizada.

    Tendo em conta o texto, identifica o significado mais adequado:

    rgo do corpo humano

    Jogador

    Elemento que integra um conjunto de pessoas

    A palavra opinarem representa o verbo opinar e lembra a palavra opinio. Qual

    ser ento o seu sentido?

    O que se pensa sobre

    ou

    O que se imagina em relao a algo?

    Mobilizarem uma palavra que provm do verbo mobilizar, que significa

    tornar mvel.

    Verifica o significado da palavra, acedendo ao link do Dicionrio Priberam

    online.

    http://www.priberam.pt/dlpo/membro

    A que significado chegaste?

    Incitar (-se) participao.

    Transformar em bem mvel.

    Mover, movimentar.

    Outra palavra que pode ser utilizada em diferentes contextos a palavra canal.

    http://www.priberam.pt/dlpo/membro

  • 50

    No texto, o seu significado mais prximo ser meio/modo, curso de gua ou

    meio de comunicao?

    Eficcia a qualidade do que eficaz. Este adjetivo ser sinnimo de que

    expresso, no contexto onde est?

    Aquilo que produz o efeito pretendido?

    ou

    Aquilo que consegue fazer o que pretendido?

    Nota que podemos utilizar estas palavras/expresses no dia a dia, para o que

    importante saber os seus significados.

    Queres ver como j entendeste as palavras e expresses mais difceis do texto?

    Basta inserires o nmero adequado no espao apresentado. Nos casos em que

    necessrio mudar a forma da palavra original, devers faz-lo.

    Perteno ao Clube de Teatro da Escola. Sou um dos seus___.

    H professores que repetem a realizao de testes com vista melhoria dos resultados

    dos alunos, ou seja, ___ para melhorar.

    Consegui muito bons resultados nos testes. Posso dizer com toda a certeza que estudar

    compensa ___.

    Se vivemos numa democracia, podemos falar vontade e dar a nossa opinio, ou seja,

    podemos___.

    Tomei um medicamento que me fez bem. Foi ___.

    Quando h um incndio, os bombeiros no ficam parados; eles ___ para combater o

    fogo, ou seja, eles pem-se em ao, envolvem-se.

    A TV um meio de comunicao social. Por isso, podemos dizer que um ___, ou

    seja, partilha factos com a sociedade.

    1-Membro 3- Canal de divulgao de informaes 5-Eficaz 7- Mobilizar 2-Opinar

    4-Efetivamente 6- Dar oportunidade

    Propomos-te que completes o texto seguinte com as informaes que

    considerares adequadas, de acordo com o sentido do pargrafo e tendo presente a tua

    explorao do Campo, feita no primeiro momento deste ciclo de leitura.

    Completemos, ento...

    De acordo com este pargrafo, as redes sociais podem ter vantagens,

    nomeadamente __________, _______ e _________. Porm, tambm podem ser fonte

    de abusos contra a sociedade, como por exemplo __________.

    Atenta, agora, no segundo pargrafo do texto.

  • 51

    Por meio de uma rede social, qualquer pessoa pode expressar se acerca de temas polmicos

    e promover um debate. E que implica esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o

    indivduo no encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo, ele escreve e pronto. Assim, no

    h controlo, nem censura prvia para inibir o seu posicionamento sobre os acontecimentos.

    A mesma pessoa continua a defender as redes sociais, argumentando que os

    indivduos exprimem as suas ideias, mesmo sobre temas que podem originar discusso

    pblica.

    O verbo expressar-se, neste contexto, sinnimo de declarar, manifestar a sua

    opinio sobre algum assunto, no caso, sobre temas polmicos.

    O adjetivo polmicos refere-se a tudo o que causa polmica, ou seja, discusso.

    Isto significa que h opinies diferentes sobre esse assunto?

    ou

    Que as pessoas concordam quanto ao mesmo?

    No texto apresentado, encontras um sinnimo de discusso: debate.

    O que ento um debate?

    Uma conversa amigvel?

    ou

    Partilha de ideias e opinies sobre um assunto que podem ser iguais ou diferentes?

    Promover um debate fazer com que um debate ocorra, ou seja, tem o mesmo

    significado que

    Provocar

    Originar

    Ocorrer

    Sempre que algo nos impede de fazer o que pretendemos, falamos em

    obstculo. Assim, podemos dizer que no texto aqui apresentado esta palavra sinnima de:

    Perigo

    Impedimento

    Ainda neste texto encontras a palavra prvia, que designa o que anterior a

    algo; que acontece antes.

    Quando criticamos algo de forma muito intensa, condenando-o, estamos a

    exercer censura, a censurar.

    No texto apresentado, a palavra censura refere-se a

    Criticar as opinies manifestadas sobre determinados acontecimentos.

    ou

    Impedir as opinies manifestadas sobre determinados acontecimentos.

    No texto, qual a palavra que sinnima de opinio, de posio que se toma em

    relao a algo?

  • 52

    Em nem censura prvia para inibir o seu posicionamento, o significado de

    inibir tem a ver com uma forma de

    Facilitar

    Controlar

    Proibir

    Nota que podemos utilizar estas palavras/expresses no dia a dia, para o que

    importante saber os seus significados.

    Vamos tentar?

    Basta inserires o nmero adequado no espao apresentado e, nos casos em que

    necessrio mudar a forma da palavra original, devers faz-lo.

    a) Em democracia, as pessoas podem falar sobre tudo, ou seja, podem ___.

    b) natural que numa democracia as pessoas troquem opinies diferentes e discutam,

    ou seja, em democracia normal o ___.

    c) E essas discusses podem surgir em torno de temas que originam opinies muito

    diferentes, ou seja, temas ___.

    d) Por vezes, mesmo em democracia, surgem impedimentos aos direitos dos

    cidados. So ___ de diversa natureza...

    e) Uma coisa certa: a crtica severa do Estado j no existe em Portugal, desde o 25

    de Abril. Antes, existia ___.

    f) Nessa altura, as pessoas no podiam manifestar a sua opinio/posio, ou seja, o

    seu ___.

    g) Qualquer livro, antes de ser publicado, era sujeito a um processo anterior de

    censura, que era, pois, ___ publicao daquele.

    h) As pessoas eram proibidas de exercer liberdade de expresso; eram___ de o fazer.

    1-Inibido

    2-Obstculo

    3-Censura

    4-Debate

    5- Posicionamento

    6-Prvio

    7-Expressar-se

    8-Polmico

    Agora, propomos-te que completes o texto com as informaes que

    considerares adequadas, de acordo com o sentido do pargrafo e tendo presente a tua

    explorao do Campo feita no primeiro momento deste ciclo de leitura.

    Completemos, ento...

    As redes sociais podem fomentar o debate, que pode ser causado por 1.

    Podemos mesmo dizer que as redes sociais fomentam este debate, porque 2. O

    utilizador de uma rede social no encontra qualquer obstculo para expressar a sua

    opinio, dado que 3. E qual a consequncia da liberdade do indivduo? 4.

  • 53

    Para concluirmos a Leitura Detalhada deste texto, vamos verificar se

    compreendeste o seu significado.

    Para isso, deves ter em conta o contedo do texto, indicando as alneas que

    esto corretas de acordo com esse contedo.

    Vamos reler o texto?

    Efetivamente, as redes sociais do oportunidade aos seus membros de opinarem sobre

    diversos temas, de mobilizarem a sociedade contra abusos, alm de serem um canal eficaz de

    divulgao de informaes.

    Por meio de uma rede social, qualquer pessoa pode expressar se acerca de temas polmicos

    e promover um debate. E que implica esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o

    indivduo no encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo, ele escreve e pronto. Assim, no

    h controlo, nem censura prvia para inibir o seu posicionamento sobre os acontecimentos.

    a) A liberdade de expresso facilitada pelas redes sociais.

    b) As redes sociais so fonte de comunicao generalizada, sem limitaes.

    c) As redes sociais podem ser origem de discusso aberta sobre temas controversos.

    d) As redes sociais fomentam a liberdade de expresso, os alertas contra abusos e a

    divulgao de informao.

    Preparao para a Escrita (Construo do perodo; trabalho sobre

    marcas lingusticas)

    Independentemente do seu gnero, qualquer texto depende tambm de

    caractersticas lingusticas especficas que ajudam a produzir o significado pretendido.

    O gnero Exposio apresenta traos lingusticos particulares.

    Posto isto, vamos ler com ateno o texto e sublinhar a cores diferentes os

    elementos lingusticos abaixo apresentados na tabela, indicando o nmero total de

    ocorrncias.

    Efetivamente, as redes sociais do oportunidade aos seus membros de opinarem sobre

    diversos temas, de mobilizarem a sociedade contra abusos, alm de serem um canal eficaz de

    divulgao de informaes.

    Por meio de uma rede social, qualquer pessoa pode expressar se acerca de temas polmicos

    e promover um debate. E que implica esse gesto? Isso implica exerccio da liberdade, uma vez que o

    indivduo no encontra obstculo para a sua "fala". Melhor dizendo, ele escreve e pronto. Assim, no

    h controlo, nem censura prvia para inibir o seu posicionamento sobre os acontecimentos.

    Utilizao predominante do Presente do Indicativo

    Linguagem apelativa e expressiva

    Utilizao de perguntas retricas para expor as dvidas que poderiam surgir ao recetor

    Utilizao adequada de conectores discursivos para:

    Indicar causa (porque, uma vez que, visto que)

    Provar (com efeito, efetivamente, sem dvida, de facto, na verdade)

  • 54

    Reforar as ideias (como j foi dito, alm disso, ainda, tambm)

    Adjetivos

    Vamos tirar concluses sobre as caractersticas lingusticas do gnero

    Exposio?

    Completa o texto da forma que achares mais adequada:

    Numa Exposio, a linguagem deve ser___________; utilizam-se

    predominantemente os verbos no___________ e palavras que servem para articular o

    discurso e argumentar, ou seja, ___________.

    Agora, vamos mudar o Campo (tema), mantendo o mesmo gnero de texto.

    Vamos redigir uma Exposio sobre a temtica da reciclagem, estudada na

    disciplina de Geografia.

    Como reparaste, muito importante:

    - ser fiel estrutura do texto (Tese, Argumentos, Reiterao da Tese);

    - usar as palavras adequadas e uma linguagem apropriada;

    - conhecer o Campo (assunto).

    Para te ajudar, vamos dar-te orientaes:

    Comea por fazer uma pesquisa sobre o assunto.

    No te esqueas de que podes consultar os Guies Aprender aLer+ em

    www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    Eis algumas questes que podem orientar a tua pesquisa:

    1.O que se entende por reciclagem?

    2.A partir de que altura da histria a reciclagem se tornou importante? Porqu?

    3.Quais as vantagens da reciclagem?

    4.Que materiais podem ser reciclados?

    5.Qual a diferena entre reciclar e reutilizar?

    6.Indica exemplos de materiais reutilizados.

    7.Qual a relao entre a reciclagem, as energias renovveis e o ambiente?

    8.O que a Sociedade Ponto Verde?

    http://www.crelorosae.net/

  • 55

    9.O que so ecopontos?

    10.O que so aterros sanitrios?

    ...

    NOTA:

    Podes explorar jornais e revistas em busca de informaes, factos,

    exemplos...tudo o que possa apoiar a tua opinio.

    Agora, tendo presente a pesquisa que realizaste, vais opinar sobre uma das

    afirmaes apresentadas a respeito do tema reciclagem.

    AFIRMAO A

    Reciclar uma forma de proteger o nosso ambiente e faz parte do

    desenvolvimento sustentvel do Planeta.

    AFIRMAO B

    A reciclagem no auxilia em nada a natureza nem o meio ambiente em geral.

    Opta por uma das afirmaes para apresentares a tua opinio, na Exposio.

    Organiza-te:

    Indica o assunto de que vais falar, a ideia que vais defender e porqu.

    Identifica a Tese da tua Exposio

    Podes comear o teu texto por uma expresso de introduo da opinio, que

    devers justificar:

    Na minha opinio., porque.

    Com base na informao que reuniste a respeito do tema, organiza o teu texto

    em vrios Argumentos

    Para terminares o teu texto, deves apresentar uma sntese das razes ou insistir

    num dos exemplos que referiste como mais importante, fazendo assim a Reiterao da

    Tese, que confirma ou refuta a afirmao inicial, ou seja, a Tese.

    Construo Independente

    Depois de todas estas etapas, ests apto/a a redigir uma Exposio pedida por

    qualquer disciplina sobre qualquer assunto, respeitando a sua estrutura interna e marcas

    lingusticas.

    A redao final que te propomos vai ser realizada em articulao com a

    disciplina de Geografia.

    Propomos-te que redijas uma Exposio sobre a temtica dos incndios.

  • 56

    Para que te possas documentar, ou seja, organizar informaes para

    apresentares o teu ponto de vista, sugerimos-te que realizes uma breve pesquisa sobre o

    tema, tendo presentes os seguintes tpicos:

    Incndios:

    Causas e consequncias;

    Locais onde mais frequente ocorrerem;

    Ocorrncias de incndios em Portugal, no ltimo vero;

    Acidentes que acontecem no combate aos incndios;

    Medidas de preveno de incndios em Portugal;

    Medidas tomadas aps os incndios.

    Nota: Consulta os guies Aprender aLer+ em www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    L, com ateno, o artigo sobre a temtica, em

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/relatorio-sobre-incendios-deste-verao-aponta-

    varias-lacunas-na-formacao-dos-bombeiros-1617264

    Apresentamos o artigo com destacados a negrito sobre os quais deves opinar, ou seja,

    apresentar o teu ponto de vista. (Formas de prevenir os incndios.)

    Relatrio sobre incndios deste Vero aponta "vrias lacunas" na formao dos bombeiros

    Mariana Oliveira

    23/12/2013 - 07:15

    Documento sobre o que se passou nos seis incndios com vtimas mortais diz que houve "anarquia"

    no uso do contrafogo, ordens desrespeitadas e deficincias no equipamento onde, sublinha-se, no se

    pode "poupar no preo".

    O relatrio encomendado pelo Ministrio da Administrao Interna (MAI) a Xavier Viegas,

    professor da Universidade de Coimbra, sobre os acidentes com vtimas mortais nos incndios deste

    Vero aponta "vrias lacunas na formao dos bombeiros", que se traduzem "na falta de

    conhecimentos bsicos sobre o comportamento do fogo". O documento critica ainda a "anarquia" no

    uso do contrafogo e alerta para falhas na qualidade do equipamento de proteco individual dos

    combatentes.

    Estas so algumas das concluses do relatrio preliminar do Centro de Estudos sobre

    Incndios Florestais, ligado Faculdade de Cincias e Tecnologias de Coimbra, a que o PBLICO teve

    acesso. O ministro Miguel Macedo anunciou na tarde de domingo que dever divulgar uma parte da

    verso final do relatrio, nesta segunda-feira, mas apenas a relativa anlise dos grandes incndios

    florestais deste ano.

    O governante justificou a reserva quanto segunda parte, referente a cada um dos incidentes

    mortais, pelo facto de ter outras consequncias que obrigam a uma avaliao com mais mincia.

    http://www.crelorosae.net/http://www.publico.pt/sociedade/noticia/relatorio-sobre-incendios-deste-verao-aponta-varias-lacunas-na-formacao-dos-bombeiros-1617264http://www.publico.pt/sociedade/noticia/relatorio-sobre-incendios-deste-verao-aponta-varias-lacunas-na-formacao-dos-bombeiros-1617264

  • 57

    O PBLICO centra-se na parte do relatrio preliminar relativa, precisamente, aos acidentes mortais,

    tendo o MAI recusado adiantar as diferenas entre este documento e a verso final.

    O documento, com 27 pginas, analisa seis acidentes que causaram a morte a nove pessoas,

    oito das quais bombeiros. Sobre cada caso, a equipa de oito especialistas, liderada por Xavier Viegas,

    faz um relato do que aconteceu. Apesar de nunca se identificarem responsveis, as concluses

    preliminares deixam transparecer quando as falhas so imputadas aos prprios intervenientes ou

    cadeia de comando, o que acontece s uma vez. Neste caso, o do acidente de Olival Novo, no Caramulo,

    que causou a morte a uma bombeira dos voluntrios de Alcabideche e a um colega do Estoril, ambos

    com 23 anos, no se refere quem foi o autor da deciso de enviar o grupo de reforo para a encosta

    onde o acidente aconteceu. Mas critica-se a deciso que veio do posto de comando.

    Este acidente refora a nossa opinio de que se devem restringir ao mximo as operaes em

    encostas e desfiladeiros. Embora saibamos que muitas vezes correm bem, a probabilidade de haver um

    acidente e a dimenso das suas consequncias deve desencorajar os bombeiros de correr esse risco,

    l-se. E segue-se logo: Deve melhorar-se a formao dos bombeiros, nomeadamente das suas

    chefias, sobre o comportamento do fogo em encostas e desfiladeiros, para saberem avaliar o

    comportamento actual e possvel do fogo. Nas concluses gerais sobre os seis acidentes realam-se tambm as lacunas na formao:

    Esta falha manifesta-se na subavaliao do potencial de comportamento do fogo e numa

    sobreavaliao das capacidades prprias de extino, que levam a assumir comportamentos de risco

    desnecessrios.

    No acidente do Olival Novo, os especialistas admitem que a utilizao dos meios areos (que

    acabou por no se concretizar) poderia ter feito alguma diferena no desenrolar das operaes e, em

    ltima anlise, na ocorrncia do acidente. certo que faltam dados para ter a certeza, mas: Na

    incerteza (...), seria mais seguro no realizar a operao. O relatrio recomenda ainda que se evite

    colocar combatentes prximo de desfiladeiros, como aconteceu, lembrando que estes podem facilitar

    a ocorrncia de erupes do fogo.

    Ordens desrespeitadas

    O principal problema com os equipamentos de proteco individual foi detectado no incidente

    de Olival Novo. Deve cuidar-se o equipamento dos bombeiros, no se poupando no seu preo, na sua

    qualidade ou na exigncia das suas especificaes, alerta-se. E reala-se que, neste caso, o

    equipamento teria feito muita diferena para a segurana ou mesmo sobrevivncia de alguns

    bombeiros, precisando-se que foi particularmente sentida a deficincia na qualidade das botas, que

    de uma forma geral tiveram um desempenho deficiente ao caminhar-se em solo com manta morta em

    combusto. Isso obrigou alguns bombeiros a apoiarem-se com os joelhos e as mos no terreno em

    brasa.

    Nos restantes cinco casos, so descritas situaes em que as equipas de bombeiros actuaram

    por iniciativa prpria sem dar conhecimento ao comandante das operaes (acidente de Cicouro,

    Miranda do Douro, onde morreram dois voluntrios) ou desrespeitaram ordens dadas (acidente de

    Peso, na Covilh, onde morreu um bombeiro, e o de S. Marcos, em Santiago de Besteiros, onde

    morreram dois bombeiros). Em outros dois casos, (o do acidente de Sanfins, em Valena, e o de Queir,

    em Vouzela) considera-se que ter sido fatal para os combatentes um bombeiro de 50 anos e o

    presidente da Junta de Queir, de 62 anos , o facto de ambos terem tentado salvar os respectivos

    veculos. de longe prefervel perder um veculo e todo o seu equipamento do que uma vida. Em

    muitos dos casos, os especialistas alertam que os acidentes podiam ter sido minimizados com o uso de

    fire-shelter (uma espcie de saco-cama revestido de alumnio). Os bombeiros e outros agentes devem

    levar o fire-shelter sempre consigo.

    Outro problema detectado foi o uso descontrolado do fogo para combater incndios.

    Tratando-se de uma ferramenta importante, parece existir alguma anarquia no seu emprego.

    Reconhecendo o papel importante do Grupo de Anlise e Uso do Fogo, os peritos aconselham que

    se deve ampliar a sua abrangncia temporal e territorial.

    Este relatrio datado de 18 de Novembro explica que o estudo final devia ser entregue at ao

    final desse ms. Contudo, no incio de Novembro, o Governo pediu que fosse feita uma verso

    preliminar, o que obrigou a alterar o programa de trabalho e a adiar o relatrio final pelo menos uma

    semana.

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/relatorio-sobre-incendios-deste-verao-aponta-varias-lacunas-na-

    formacao-dos-bombeiros-1617264

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/relatorio-sobre-incendios-deste-verao-aponta-varias-lacunas-na-formacao-dos-bombeiros-1617264http://www.publico.pt/sociedade/noticia/relatorio-sobre-incendios-deste-verao-aponta-varias-lacunas-na-formacao-dos-bombeiros-1617264

  • 58

    Apresentamos-te, tambm, algumas imagens que podem servir de suporte tua

    Exposio, ou seja, podem ajudar-te a organizar a tua opinio sobre o tema incndios.

  • 59

    Anexo 6 Planificao de sequncias por gnero discursivo (a) Narrativa, b) Relato Biogrfico, c) Relatrio Composicional, d) Exposio)

    a) Narrativa

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    Grelha de Planificao - Portugus LM/LNM

    Datas: 22 e 27/1/14 Turma: 7D rea Curricular - Portugus Unidade didtica: Narrativa

    Tpicos a

    trabalhar

    Tema

    Objetivos

    programticos

    Gnero textual

    ou discursivo

    Traos

    lingusticos

    (top-down)

    Texto

    Orao

    Expresso

    Momentos do ciclo de

    ensino aprendizagem

    Tarefas

    Literatura

    tradicional

    Conto tradicional

    Frei Joo Sem-

    Cuidados

    Leitura

    Ler textos diversos.

    Interpretar textos de

    diferentes tipologias e

    Narrativa

    Texto

    Estrutura/

    Etapas

    Orientao-

    enquadramento

    Explorao do Guio de

    Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor

    Narrativa

  • 60

    Narrativa

    Estrutura interna /

    Etapas

    Traos lingusticos

    graus de complexidade.

    (Buescu, 2012:50)

    Ler para apreciar textos

    variados. (Reis,

    2009:124)

    Escrita

    Planificar a escrita de

    textos.

    Organizar a informao

    segundo a tipologia do

    texto.

    (Buescu, 2012:51)

    Redigir textos com

    coerncia e correo

    lingustica.

    []

    4. Dar ao texto a

    estrutura e o formato

    adequados, respeitando

    convenes tipolgicas

    e (orto) grficas

    estabelecidas.

    5. Adequar os textos a

    diferentes pblicos e

    finalidades

    inicial

    Identificao/

    Descrio de

    personagens,

    localizao espacial

    e temporal,

    definio de uma

    dada situao

    Complicao-

    Situao

    problemtica que

    altera a situao

    inicial

    Desencadeia vrios

    episdios

    Avaliao-

    Reaes das

    personagens

    Resoluo-

    Desfecho da

    histria

    Orao

    Pretrito perfeito

    ou pretrito-mais-

    que-perfeito do

    Indicativo para

    Construo do Contexto/

    Preparao para a Leitura

    Orientao para o Campo /

    Explorao do Campo

    Orientao para o Gnero

    Leitura Detalhada

    Mobilizao de conhecimentos

    anteriores dos alunos sobre o

    conto apresentado.

    Consulta de um site para

    leitura de uma verso brasileira

    do conto apresentado

    Explorao de sites sobre

    narrativas tradicionais

    portuguesas e europeias

    Explorao de vocabulrio do

    texto-modelo

    Exerccio de seleo de tipos

    de narrativa

    Preenchimento de um texto

    lacunar - Etapas da Narrativa

    Preenchimento de um texto

    lacunar- estrutura interna da

    Narrativa

    Explorao do contedo do texto a partir de tipologia de questes Pq

  • 61

    comunicativas.

    (Buescu, 2012:52)

    Escrever textos diversos.

    1. Escrever textos

    narrativos.

    (Buesco, 2012:52)

    Rever os textos escritos.

    (Buesco, 2012:53)

    Escrever em termos

    pessoais e criativos.

    Utilizar os recursos

    tecnolgicos para

    desenvolver projectos e

    circuitos de

    comunicao escrita

    (Reis, 2009:128)

    narrar;

    Presente do

    Indicativo no

    Dilogo;

    Pretrito Imperfeito

    do Indicativo/

    Presente do

    Indicativo nas

    Descries;

    Adjetivos e

    expresses

    nominais (Grupos

    Nominais) para

    caracterizar/

    descrever;

    Conectores,

    conjunes ou

    articuladores do

    discurso para ligar

    os elementos do

    texto;

    Sinnimos,

    pronomes para

    evitar repeties

    (coeso textual)

    Expresso

    Preparao para Escrita

    (Construo do perodo;

    trabalho sobre marcas

    lingusticas)

    Construo Independente

    Exerccios de associao

    entre a caracterizao de

    personagens e marcas

    lingusticas

    Exerccio de ordenao de

    sequncias da ao, a partir de

    marcas lingusticas

    Identificao de marcas

    lingusticas no texto

    apresentado para Leitura

    Detalhada

    Exerccio de completamento

    sobre as marcas lingusticas da

    Narrativa

    Redao coletiva orientada de

    uma Narrativa, a partir de uma

    BD, considerando o que se

    aprendeu sobre a estrutura

    interna deste gnero e suas

    marcas lingusticas.

    HIPTESE A

    Redao individual de uma

    Narrativa, a partir de uma das

    imagens apresentadas,

    considerando o que se

  • 62

    Ortografia

    Pontuao

    Apresentao

    grfica

    aprendeu sobre a estrutura

    interna deste gnero e suas

    marcas lingusticas.

    HIPTESE B

    Redao individual de uma

    Narrativa, a partir de uma das

    imagens apresentadas no

    blogue de turma, em

    www.caminhosdeleituraeapren

    dizagem.blogspot.com

    considerando tudo o que se

    aprendeu sobre a estrutura

    interna deste gnero e suas

    marcas lingusticas.

    Sumrio:

    A Narrativa - estrutura interna e linguagem. Como ler e como redigir uma Narrativa, segundo um modelo apresentado, no mbito de uma ABG.

    b) Relato Biogrfico

    http://www.caminhosdeleituraeaprendizagem.blogspot.com/http://www.caminhosdeleituraeaprendizagem.blogspot.com/

  • 63

    ESCOLA Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    Grelha de Planificao - Portugus LM/LNM

    Data: 29/1 Turma: 7D rea curricular Portugus Unidade didtica: Relato Biogrfico

    Tpicos a

    trabalhar/

    Tema

    Objetivos

    programticos

    Gnero

    textual

    Traos

    lingusticos

    (top-down)

    Texto

    Orao

    Expresso

    Momentos do ciclo de

    ensino aprendizagem

    Tarefas

    Relato biogrfico

    Portugus

    Sophia Andresen

    Histria

    Figura de relevo

    histrico

    Leitura

    7.Ler textos diversos.

    1.[] Ler textos

    biogrficos [ ] ,textos

    informativos[]

    (Buescu,2012:50)

    8.Interpretar textos de

    diferentes tipologias e

    graus de complexidade.

    1. Formular hipteses

    Relato

    Biogrfico

    Texto

    Estrutura/

    Etapas

    Orientao (dados

    biogrficos bsicos-

    nome do

    biografado, local e

    data de nascimento)

    Etapas biogrficas

    propriamente ditas

    Portugus: Percurso de vida,

    Construo do Contexto /

    Preparao para a

    Leitura

    Orientao para o Campo

    Explorao do Guio

    de Tipologia Textual

    aLer Escrever + e

    melhor

    Relato Biogrfico

    Dilogo com os alunos

    sobre o Autor Miguel

    Torga

  • 64

    Estrutura interna /

    Etapas

    Traos lingusticos

    sobre os textos e

    comprov-las com a

    respetiva leitura.

    2. Identificar temas e

    ideias principais.

    (Buescu, 2012: 50)

    7.Reconhecer a forma

    como o texto est

    estruturado (diferentes

    partes).

    8.Detetar elementos do

    texto que contribuem

    para a construo da

    continuidade e da

    progresso temtica e

    que conferem coerncia

    e coeso ao texto.

    9.Utilizar

    procedimentos

    adequados

    organizao e

    tratamento da

    informao.

    1. Tomar notas e registar

    tpicos.

    2. Identificar ideias-

    estudos, profisso,

    episdios da vida,

    prmios,

    publicaes;

    Histria:

    poca em que

    viveu / Contexto

    civilizacional/

    cultural, local e n

    de anos que viveu,

    momento mais

    importante da sua

    vida,

    lugar que ocupou

    ou razo por que

    ficou conhecido,

    principais decises

    tomadas/ trabalhos

    realizados,

    contributo (positivo

    ou negativo) para a

    Humanidade

    ORAO

    3pessoa do

    singular

    Presente do

    indicativo/

    Pretrito Perfeito

    do Indicativo

    Orientao para o Gnero

    Leitura Detalhada

    Explorao de um site

    sobre a vida e obra do

    autor

    Exerccio de

    completamento com as

    informaes encontradas

    Explorao de um site

    com vrios relatos

    biogrficos para

    apropriao do contedo

    Preenchimento de um

    texto lacunar, apelando

    aos conhecimentos dos

    alunos sobre o contedo

    do Campo num relato

    biogrfico

    Exerccio de seleo de

    informao

    Exerccio de

    completamento sobre as

    etapas e seu contedo,

    mobilizando

    conhecimentos anteriores

    Explorao do significado

    do vocabulrio, por

    associao em contexto

  • 65

    chave.

    (Buescu, 2012: 51)

    Escrita

    11.Planificar a escrita

    de textos.

    3.Organizar a

    informao segundo a

    tipologia do texto.

    (Buescu, 2012: 51)

    12.Redigir textos com

    coerncia e correo

    lingustica.

    []

    4. Dar ao texto a

    estrutura e o formato

    adequados, respeitando

    convenes tipolgicas

    e (orto) grficas

    estabelecidas.

    5. Adequar os textos a

    diferentes pblicos e

    finalidades

    comunicativas.

    (Buescu, 2012: 52)

    Nomes prprios

    Nomes comuns

    Adjetivos

    Frases declarativas

    EXPRESSO

    Ortografia

    Pontuao

    Apresentao

    grfica

    Preparao para Escrita

    (Construo do perodo;

    trabalho sobre marcas

    lingusticas)

    Explorao do contedo

    do texto - completamento

    de um texto com respostas

    a tipologia de questes

    WH

    Completamento de uma

    tabela com traos

    lingusticos do Relato

    Biogrfico

    Exerccio de

    completamento sobre as

    marcas lingusticas do

    gnero

    Realizao de um

    trabalho de pesquisa,

    anterior redao,

    consultando os guies

    Aprender aLer+ na pgina

    da BE, em

    www.crelorosae.net

    Pesquisa orientada, por

    questes / tpicos a

    apresentar no Relato

    Biogrfico

    http://www.crelorosae.net/

  • 66

    16.Escrever textos

    diversos.

    1. Escrever textos

    biogrficos

    (Buesco, 2012: 52)

    17. Rever os textos

    escritos.

    1. Avaliar a correo e

    a adequao do texto

    escrito.

    2. Reformular o texto

    escrito, suprimindo,

    mudando de stio e

    reescrevendo o que

    estiver incorreto.

    (Buesco,2012:53)

    Escrever para construir

    e expressar

    conhecimento (s)

    Produzir enunciados

    Construo Independente

    Ordenao coerente das

    respostas encontradas

    para os mesmos, de forma

    a obter um texto coerente

    Redao do Relato

    Biogrfico de outra

    personalidade da literatura

    portuguesa-Sophia

    Andresen, considerando

    tudo o que se aprendeu

    sobre a estrutura deste

    gnero e suas marcas

    lingusticas.

    HIPTESE A

    Cincias Naturais

    Pesquisa orientada por

    questes / tpicos a

    apresentar no Relato

    Biogrfico

    Ordenao coerente das

    respostas encontradas

  • 67

    com diferentes graus de

    complexidade para

    responder

    com eficcia a

    instrues de trabalho.

    Recorrer escrita para

    assegurar o registo e o

    tratamento de

    informao

    ouvida ou lida .

    Utilizar a escrita para

    estruturar o pensamento

    e sistematizar

    conhecimentos.

    Utilizar, com

    autonomia, estratgias

    de preparao e de

    planificao da

    escrita de textos

    Seleccionar tipos e

    formatos de textos

    adequados a

    intencionalidades e

    contextos especficos

    []

    Redigir textos coerentes,

    seleccionando registos e

    recursos verbais

    para os mesmos, de forma

    a obter um texto coerente

    Redao do Relato

    Biogrfico, considerando

    tudo o que se aprendeu

    sobre a estrutura deste

    gnero e suas marcas

    lingusticas

    HIPTESE B

    Histria

    Pesquisa de informao,

    recorrendo aos guies

    Aprender aLer+ (pesquisa

    orientada por questes /

    tpicos a apresentar no

    Relato Biogrfico,

    sugeridos pela professora

    de Histria)

    Redao do Relato

    Biogrfico, considerando

    tudo o que se aprendeu

    sobre a estrutura deste

    gnero e suas marcas

  • 68

    adequados :

    []mobilizar dados

    recolhidos em diferentes

    fontes de informao ;

    ordenar e

    hierarquizar a

    informao, tendo em

    vista a continuidade de

    sentido, a progresso

    temtica e a coerncia

    global do texto;

    dar ao texto a

    estrutura e o formato

    adequados, respeitando

    convenes tipolgicas

    e (orto)grficas

    estabelecidas;

    (Reis, 2009: 126)

    Utilizar, com

    progressiva eficcia,

    tcnicas de

    reformulao textual.

    Utilizar, com

    autonomia, estratgias

    de reviso e

    aperfeioamento de

    texto

    Assegurar a

    lingusticas

  • 69

    b) Relatrio Composicional

    legibilidade dos textos,

    em papel ou suporte

    digital.

    Utilizar com critrio as

    potencialidades das

    tecnologias da

    informao e

    comunicao nos planos

    da produo, reviso e

    edio de texto

    (Reis, 2009: 127)

    Utilizar os recursos

    tecnolgicos para

    desenvolver projectos e

    circuitos de

    comunicao escrita

    (Reis, 2009: 128)

    Sumrio:

    O Relato Biogrfico estrutura interna e linguagem. Como ler e como redigir um Relato Biogrfico, segundo um modelo apresentado, no

    mbito de uma ABG.

  • 70

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    Grelha de Planificao- Portugus LM/LNM

    Datas: 24 e 26/2 Turma: 7D rea Curricular: Portugus Unidade Didtica: Relatrio Composicional

    Tpicos a

    trabalhar / Tema

    Objetivos

    programticos

    Gnero

    textual ou

    discursivo

    Traos

    lingusticos

    (top-down)

    Texto

    Orao

    Expresso

    Momentos do ciclo de

    ensino aprendizagem

    Tarefas

    Portugus

    Relatrio

    Composicional

    CN

    Vulces

    Histria

    Democracia

    ateniense

    CN

    Sismos

    Leitura

    7. Ler textos

    diversos.

    1.[] Ler textos

    informativos []

    (Buescu, 2012: 50)

    8. Interpretar

    textos de diferentes

    tipologias e graus

    de complexidade.

    1. Formular

    hipteses sobre os

    textos e comprov-

    Relatrio

    Composicional

    Texto

    Estrutura/

    Etapas

    Classificao-

    identificao do

    tema/assunto de

    que se fala

    Descrio -o que

    caracteriza aquilo

    de que se fala

    como um todo ou

    como partes.

    Construo do Contexto /

    Preparao para a

    Leitura

    Orientao para o Campo

    Explorao do Guio de

    Tipologia Textual

    aLer Escrever + e melhor Relatrio Composicional

    Explorao de sites sobre os

    vulces

    Leitura de um mapa-

    identificao das regies onde

  • 71

    Estrutura

    interna/Etapas

    Traos lingusticos

    las com a respetiva

    leitura.

    2. Identificar temas

    e ideias principais.

    (Buescu, 2012: 50)

    7. Reconhecer a

    forma como o texto

    est estruturado

    (diferentes partes).

    8. Detetar

    elementos do texto

    que contribuem

    para a construo

    da continuidade e

    da progresso

    temtica e que

    conferem coerncia

    e coeso ao texto.

    9. Utilizar

    procedimentos

    adequados

    organizao e

    tratamento da

    informao.

    1. Tomar notas e

    registar tpicos.

    2. Identificar

    ideias-chave.

    ORAO

    Nomes comuns

    Verbos-presente

    do indicativo

    Rema-

    informaes

    novas

    Frases do tipo

    declarativo

    3Pessoa verbal

    EXPRESSO

    Ortografia

    Pontuao

    Apresentao

    Explorao do Campo

    Orientao para o Gnero

    os vulces se encontram,

    principalmente.

    Leitura de uma tabela-

    identificao de vulces em

    Portugal

    Explorao de um site sobre o

    vulco das Sete Cidades-

    questes de leitura

    Exerccio de completamento

    com palavras, utilizadas

    cientificamente

    Legendagem de imagens

    associadas ao campo,

    mobilizando

    conhecimentos anteriores dos

    alunos

    Exerccio de completamento

    sobre o Campo

    Exerccio de seleo de

    informao correta sobre o

    gnero, aps apresentao das

    informaes necessrias

  • 72

    (Buescu, 2012: 51)

    Escrita

    11 .Planificar a

    escrita de textos.

    3.Organizar a

    informao

    segundo a tipologia

    do texto.

    (Buescu, 2012: 51)

    12. Redigir textos

    com coerncia e

    correo

    lingustica.

    []

    4. Dar ao texto a

    estrutura e o

    formato

    adequados,

    respeitando

    convenes

    tipolgicas e (orto)

    grficas

    estabelecidas.

    5. Adequar os

    textos a diferentes

    pblicos e

    finalidades

    grfica

    Leitura Detalhada

    Preparao para a escrita

    (Construo do perodo;

    trabalho sobre marcas

    lingusticas)

    Preenchimento orientado de

    um texto lacunar para

    apropriao do gnero

    Exerccio de substituio de

    lxico cientfico por lxico

    comum

    Preenchimento orientado de

    um texto lacunar para

    apropriao do Campo

    Identificao de vocabulrio

    tcnico e comum para

    apresentar o Campo

    Exerccio de identificao de

    marcas do discurso / traos

    lingusticos do Relatrio

    Composicional

    Exerccio de completamento

    sobre as marcas lingusticas do

    Relatrio Composicional

    Realizao de um trabalho de

    pesquisa orientada sobre o

  • 73

    comunicativas.

    (Buescu, 2012: 52)

    15. Escrever textos

    argumentativos

    com a tomada de

    uma posio; a

    apresentao de

    razes que a

    justifiquem; e uma

    concluso

    coerente.

    (Buesco, 2012: 52)

    17. Rever os textos

    escritos.

    1. Avaliar a

    correo e a

    adequao do texto

    escrito.

    2. Reformular o

    texto escrito,

    suprimindo,

    mudando de stio e

    reescrevendo o que

    estiver incorreto.

    (Buesco, 2012: 53)

    tema (tpicos sugeridos pela

    professora de Histria),

    anterior redao, consultando

    os guies Aprender aler+ na

    pgina da BE, em

    www.crelorosae.net

    Seleo de lxico associado ao

    Campo sobre o qual vai incidir

    a redao conjunta-Democracia

    Ateniense

    Audio orientada de um

    pequeno vdeo sobre o tema da

    redao conjunta

    Registo de apontamentos

    Associao de enunciados de

    questes sobre o vdeo e

    correspondentes respostas

    Ordenao coerente de tpicos

    sobre o tema, tendo em conta a

    pesquisa anterior

    http://www.crelorosae.net/

  • 74

    Escrever para

    construir e

    expressar

    conhecimento (s)

    (Reis, 2009: 126)

    Produzir

    enunciados com

    diferentes graus de

    complexidade para

    responder

    com eficcia a

    instrues de

    trabalho.

    Recorrer escrita

    para assegurar o

    registo e o

    tratamento de

    informao

    ouvida ou lida .

    Utilizar a escrita

    para estruturar o

    pensamento e

    sistematizar

    conhecimentos.

    Utilizar, com

    autonomia,

    estratgias de

    Construo Independente

    Redao orientada de um

    Relatrio Composicional

    conjunto sobre a Democracia

    Ateniense, considerando tudo o

    que se aprendeu sobre a

    estrutura deste gnero e suas

    marcas lingusticas.

    Pesquisa de tpicos ligados ao

    tema, sismos, sugeridos pela

    professora de CN

    Pesquisa, consultando os

    Guies Aprender aLer+,em

    www.crelorosae.pt

    Redao de um Relatrio

    Composicional com base na

    pesquisa feita

    http://www.crelorosae.pt/

  • 75

    preparao e de

    planificao da

    escrita de textos

    Seleccionar tipos e

    formatos de textos

    adequados a

    intencionalidades e

    contextos

    especficos

    []informativos-

    .expositivos;

    ; []

    Redigir textos

    coerentes,

    seleccionando

    registos e recursos

    verbais

    adequados :

    desenvolver

    pontos de vista

    pessoais ou

    mobilizar dados

    recolhidos em

    diferentes fontes de

    informao ;

    ordenar e

    hierarquizar a

    informao, tendo

    em vista a

  • 76

    continuidade de

    sentido, a

    progresso

    temtica e a

    coerncia global

    do texto;

    dar ao texto a

    estrutura e o

    formato

    adequados,

    respeitando

    convenes

    tipolgicas e

    (orto)grficas

    estabelecidas

    []

    (Reis, 2009: 127)

    Utilizar, com

    progressiva

    eficcia, tcnicas

    de reformulao

    textual.

    Utilizar, com

    autonomia,

    estratgias de

    reviso e

    aperfeioamento de

    texto.

  • 77

    Assegurar a

    legibilidade dos

    textos, em papel ou

    suporte digital.

    Utilizar com

    critrio as

    potencialidades

    das tecnologias da

    informao e

    comunicao nos

    planos da

    produo, reviso

    e edio de texto

    (Reis, 2009: 127)

    Utilizar os recursos

    tecnolgicos para

    desenvolver

    projectos e

    circuitos de

    comunicao

    escrita

    (Reis, 2009: 128)

    Sumrio: O Relatrio Composicional - estrutura interna e linguagem. Como ler e como redigir um Relatrio Composicional, segundo um

    modelo apresentado, no mbito de uma ABG.

  • 78

    d ) Exposio

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    Grelha de Planificao- Portugus LM/LNM

    Datas: 5,10,12 e 17/2 Turma: 7D rea Curricular Portugus Unidade Didtica: Exposio

    Tpicos a trabalhar

    Tema

    Objetivos

    programticos

    Gnero textual ou

    discursivo

    Traos lingusticos

    (top-down)

    Texto

    Orao

    Expresso

    Momentos do ciclo

    de ensino

    aprendizagem

    Tarefas

    Portugus

    Exposio

    Geografia

    Reciclagem

    Incndios

    Estrutura interna /Etapas

    Traos lingusticos

    Leitura

    7. Ler textos

    diversos.

    1.[] Ler textos

    informativos

    [],textos de

    opinio []

    (Buescu,2012:50)

    8. Interpretar

    textos de diferentes

    tipologias e graus

    de complexidade.

    1. Formular

    Exposio

    Texto

    Estrutura/

    Etapas

    Tese-opinio defendida

    Argumentos razes

    que justificam essa

    opinio

    Reiterao da tese-

    reforo da tese/opinio

    Construo do

    Contexto/

    Preparao para a

    leitura

    Orientao para o

    Campo / Explorao

    do Campo

    Explorao do Guio

    de Tipologia Textual

    A ler / Escrever + e

    melhor

    Exposio

    Explorao de imagens

    alusivas ao Campo textual

    Audio/Visionamento de

    um vdeo sobre o Campo

    Leitura de artigos sobre o

  • 79

    hipteses sobre os

    textos e comprov-

    las com a respetiva

    leitura.

    2. Identificar temas

    e ideias principais.

    (Buescu, 2012:50)

    7. Reconhecer a

    forma como o texto

    est estruturado

    (diferentes partes).

    8. Detetar

    elementos do texto

    que contribuem

    para a construo

    da continuidade e

    da progresso

    temtica e que

    conferem coerncia

    e coeso ao texto.

    9.Utilizar

    procedimentos

    adequados

    organizao e

    tratamento da

    informao.

    1. Tomar notas e

    registar tpicos.

    2. Identificar

    Orao

    Expresses de

    introduo da opinio

    (Penso que, acho que,

    parece-me que, na

    minha opinio, para

    mim)

    Utilizao da 1 pessoa

    do singular ou plural

    Linguagem apelativa e

    expressiva

    Utilizao de perguntas

    retricas para expor as

    dvidas que poderiam

    surgir ao recetor

    Utilizao predominante

    do presente do

    indicativo

    Utilizao adequada de

    conectores discursivos

    para :

    Provar (com efeito, sem

    dvida, na verdade,

    efetivamente, decerto)

    Orientao para o

    Gnero

    Leitura Detalhada

    Campo

    Seleo e associao de

    palavras relacionadas com

    o tema, apelando aos

    conhecimentos prvios do

    aluno e suas experincias

    Explorao da linguagem

    do texto-identificao de

    significados em contexto

    Associao de excertos do

    texto a cada uma das

    etapas do gnero

    Preenchimento orientado

    de um texto lacunar -

    Etapas da Exposio

    Explorao da linguagem-

    associao de palavras /

    expresses do texto a

    palavras comuns

  • 80

    ideias-chave.

    (Buescu, 2012:51)

    Escrita

    11. Planificar a

    escrita de textos.

    3.Organizar a

    informao

    segundo a tipologia

    do texto.

    (Buescu, 2012:51)

    12. Redigir textos

    com coerncia e

    correo

    lingustica.

    []

    4. Dar ao texto a

    estrutura e o

    formato

    adequados,

    respeitando

    convenes

    tipolgicas e (orto)

    grficas

    estabelecidas.

    5. Adequar os

    textos a diferentes

    pblicos e

    finalidades

    Exemplificar (assim,

    saliente-se, por

    exemplo, de realar)

    Concluir (em concluso,

    em sntese, enfim,

    consequentemente, por

    todas estas razes)

    Explicitar/clarificar (isto

    , alis, quer dizer,

    melhor dizendo, sendo

    assim, neste caso)

    Reforar as ideias (como

    j foi dito, alm disso,

    ainda, sobretudo, ou

    mesmo, tambm)

    Indicar causa (porque,

    visto que, uma vez

    que)

    Consequncia (da, por

    isso, portanto)

    Opor/ restringir, (mas,

    porm, apesar disso,

    pelo menos, no

    entanto)

    Ligar espacialmente (ao

    Preparao para a

    escrita

    (Construo do

    perodo; trabalho

    sobre marcas

    lingusticas)

    Exerccio de

    completamento, resultante

    da explorao inicial do

    Campo

    Exerccio de escolha

    mltipla para identificao

    da parfrase do texto

    Exerccio de identificao

    de marcas lingusticas do

    gnero

    Completamento de um

    texto com identificao de

    marcas lingusticas da

    Exposio

    Realizao de um trabalho

    de pesquisa, anterior

    redao, consultando os

    guies Aprender aLer+ na

    pgina da BE, em

    www.crelorosae.net

    http://www.crelorosae.net/

  • 81

    comunicativas.

    (Buescu, 2012:52)

    15. Escrever textos

    argumentativos

    com a tomada de

    uma posio; a

    apresentao de

    razes que a

    justifiquem; e uma

    concluso

    coerente.

    (Buesco, 2012:52)

    17. Rever os textos

    escritos.

    1. Avaliar a

    correo e a

    adequao do texto

    escrito.

    2. Reformular o

    texto escrito,

    suprimindo,

    mudando de stio e

    reescrevendo o que

    estiver incorreto.

    (Buesco, 2012:53)

    Escrever para

    lado de, direita, no

    meio, ao fundo)

    Ligar temporalmente

    (quando, antes, depois,

    logo que)

    Expresso

    Ortografia

    Pontuao

    Apresentao grfica

    Pesquisa orientada, por

    questes / tpicos a

    apresentar na Exposio e

    sugeridos pelo professor de

    Geografia

    Redao orientada de uma

    Exposio conjunta sobre a

    reciclagem, a partir de

    duas opinies apresentadas

    sobre o tema, considerando

    tudo o que se aprendeu

    sobre a estrutura deste

    gnero e suas marcas

    lingusticas

    Realizao de um trabalho

    de pesquisa, anterior

    redao, consultando os

    guies Aprender aLer+ na

    pgina da BE, em

    www.crelorosae.net

    Pesquisa orientada, por

    questes / tpicos ligados

    ao tema a apresentar na

    Exposio e sugeridos pelo

    professor de Geografia

    http://www.crelorosae.net/

  • 82

    construir e

    expressar

    conhecimento (s)

    (Reis, 2009:126)

    Produzir

    enunciados com

    diferentes graus de

    complexidade para

    responder

    com eficcia a

    instrues de

    trabalho.

    Recorrer escrita

    para assegurar o

    registo e o

    tratamento de

    informao

    ouvida ou lida .

    Utilizar a escrita

    para estruturar o

    pensamento e

    sistematizar

    conhecimentos.

    Utilizar, com

    autonomia,

    estratgias de

    preparao e de

    planificao da

    Construo

    independente

    Redao de uma

    Exposio sobre o tema

    incndios, com base na

    pesquisa feita, na leitura do

    texto da comunicao

    social apresentado, com

    sublinhados a considerar

    pelos alunos, e a partir de

    imagens ilustrativas das

    consequncias dos

    incndios.

  • 83

    escrita de textos

    Seleccionar tipos e

    formatos de textos

    adequados a

    intencionalidades e

    contextos

    especficos

    []

    argumentativos ;

    []

    Redigir textos

    coerentes,

    seleccionando

    registos e recursos

    verbais

    adequados :

    desenvolver

    pontos de vista

    pessoais ou

    mobilizar dados

    recolhidos em

    diferentes fontes de

    informao ;

    ordenar e

    hierarquizar a

    informao, tendo

    em vista a

    continuidade de

    sentido, a

  • 84

    progresso

    temtica e a

    coerncia global

    do texto;

    dar ao texto a

    estrutura e o

    formato

    adequados,

    respeitando

    convenes

    tipolgicas e

    (orto)grficas

    estabelecidas

    []

    (Reis, 2009:127)

    Utilizar, com

    progressiva

    eficcia, tcnicas

    de reformulao

    textual.

    Utilizar, com

    autonomia,

    estratgias de

    reviso e

    aperfeioamento de

    texto.

    Assegurar a

    legibilidade dos

    textos, em papel ou

  • 85

    suporte digital.

    Utilizar com

    critrio as

    potencialidades

    das tecnologias da

    informao e

    comunicao nos

    planos da

    produo, reviso

    e edio de texto

    (Reis, 2009:127)

    Utilizar os recursos

    tecnolgicos para

    desenvolver

    projectos e

    circuitos de

    comunicao

    escrita

    (Reis, 2009:128)

    Sumrio: A Exposio - estrutura interna e linguagem. Como ler e como redigir uma Exposio, segundo um modelo apresentado, no mbito de

    uma ABG.

  • 86

    Anexo 7 Registos de aulas de Leitura Detalhada

    4

    TEXTO 15

    O sapo e a raposa, conto tradicional recolhido por Atade Oliveira (in Costa, F.,

    Mendona, L. (2013). Dilogos Portugus 7 ano. Porto: Porto Editora, p. 25)

    (PLM)

    O sapo e a raposa

    O sapo e a raposa resolveram e acordaram fazer uma sementeira a meias.

    Fizeram a sementeira, debulharam-na e arranjaram um belo monte de trigo e outro de palha. Depois de

    tudo arranjado foram deitar-se nas suas camas e logo de manh ergueu-se a raposa e foi estar com o

    seu vizinho, o compadre-sapo, e disse-lhe:

    - Compadre e amigo, venho fazer-lhe uma proposta vantajosa.

    -Diga l.

    -Vamos ambos ao mesmo tempo at eira, e o que chegar l primeiro fica com o trigo todo.

    Professora - Este pargrafo inicial do texto apresenta as personagens principais da

    narrativa, um sapo e uma raposa, que decidiram semear trigo em conjunto e com

    grande sucesso. A raposa props-lhe que fossem at eira onde estava o monte de

    trigo e palha e quem chegasse l primeiro ficaria com o trigo todo. (Parfrase)

    P- Quem resolveu fazer uma sementeira em conjunto? (Tipologia de questes Pq)

    Alunos - Um sapo e uma raposa.

    P -Muito bem! (Reforo positivo)

    Reparem que a palavra sementeira faz-nos lembrar outra da mesma famlia.

    (Preparar-Elaborar conceitos tcnico- lingusticos). Podem dizer-me qual?

    Alunos-Sementes.

    P- Isso! (Reforo positivo)

    E de que sementes se trata?

    A- De trigo.

    P-Para que haja trigo, ele tem que ser semeado, certo? (Preparar)

    Ento, que nome se d ao ato de semear o trigo, neste caso? Qual a palavra do texto

    que o indica? (Preparar-elaborar)

    A-Sementeira.

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

    4 Embora saibamos que a interao professor aluno um dos trunfos da pedagogia centrada no gnero, nos registos que fizemos das aulas de Leitura Detalhada, no fazemos constar o nome dos alunos, por

    uma questo de sigilo a que este tipo de estudo obriga.

    Por uma questo de aligeirar a extenso dos anexos apresentados, optmos por selecionar apenas alguns

    dos registos de aulas de Leitura Detalhada, encontrando-se os restantes no CD que acompanha a verso

    impressa desta dissertao. 5 Os textos de que foi feita a Leitura Detalhada aparecem identificados pelo nmero que indica a ordem

    pela qual foram trabalhados.

  • 87

    O sapo e a raposa fizeram a sementeira em conjunto, ou seja, como se diz no texto

    (Preparar-elaborar)

    A A meias.

    P- Isso mesmo! (Reforo positivo)

    Depois da sementeira, que fizeram o sapo e a raposa? (Tipologia de questes Pq)

    A- Debulharam-na.

    P- Ou seja, tiraram o gro das espigas todas e fizeram um grande monte de trigo e com

    as folhas fizeram um grande monte de palha. (Preparar-Elaborar). Qual a frase do

    texto onde se diz isto? (Tipologia de questes Pq )

    A- Fizeram a sementeira, debulharam-na e arranjaram um belo monte de trigo e

    outro de palha.

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

    Depois de tudo arranjado, que fizeram o sapo e a raposa? (Tipologia de questes

    Wh)

    A-Deitaram-se.

    P-E que aconteceu de manh? (Tipologia de questes Pq)

    A-A raposa fez uma proposta ao sapo.

    P- Qual? (Tipologia de questes Pq)

    A- Irem ambos ao mesmo tempo at eira, e o que chegasse l primeiro ficaria com

    o trigo todo.

    P- Na opinio da raposa, essa proposta era vantajosa, ou seja, tinha vantagens para ela.

    (Preparar-Elaborar) Porqu? (Tipologia de questes Pq)

    A-Talvez porque ela julgava que conseguia ganhar a corrida. (Leitura de implcitos)

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

    TEXTO 3

    Regresso s aulas, de Alice Vieira (in Costa, F., Mendona, L. (2013). Dilogos

    Portugus 7 ano. Porto, Porto Editora: 38) (PLM)

    Regresso s aulas

    Agora a vez de Madalena suspirar. Mais alguns dias, e tudo recomea - as

    correrias, o despertador que nunca toca, o leite a escaldar engolido pressa, a

    me a barafustar "mas quando que vocs tomam um pequeno-almoo como

    deve ser?", a mochila a pesar toneladas de tanto livro e tanto dossier.

    Ser que o Tiago vai ficar outra vez na sua turma?

    Professora- Neste pargrafo, o narrador apresenta-nos o incio do ano letivo de uma

    rapariga chamada Madalena e tudo o que costuma acontecer. Por fim, o narrador d-

    nos a saber que Madalena gosta de Tiago. (Parfrase)

    P-Falta pouco para as aulas recomearem. (Preparar). Qual a frase que nos d esta

    informao? (Elaborar)

  • 88

    Alunos - Mais alguns dias, e tudo recomea.

    P-A que se refere a palavra tudo? (Elaborar-Leitura de implcitos/explcitos)

    A- s correrias, ao despertador que no toca, aos pequenos-almoos tomados pressa,

    s queixas da me por causa disso, ao peso da mochila.

    P- Isso mesmo! (Reforo positivo)

    Qual a palavra que o narrador emprega para dar a entender que a me de Madalena

    refila com ela?

    A-barafustar.

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

    A outra personagem que referida Tiago. Ser que Madalena gosta dele?

    A-Sim.

    P-Qual a frase que o pode comprovar? (Elaborar)

    A- Ser que o Tiago vai ficar outra vez na sua turma?

    P- Muito bem! (Reforo positivo) E porqu? (Tipologia de questes Pq )

    A-Porque Madalena gostava que ele ficasse na sua turma.

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

    TEXTO 6

    Andresen, S. M.B. (1993). O Cavaleiro da Dinamarca. Porto: Figueirinhas, p.

    1-12. (PLM)

    A Dinamarca fica no norte da Europa. Ali os invernos so longos e rigorosos com noites muito

    compridas e dias curtos, plidos e gelados. A neve cobre a terra e os telhados, os rios gelam, os pssaros

    emigram para os pases do Sul procura de sol, as rvores perdem as suas folhas. S os pinheiros

    continuam verdes no meio das florestas geladas e despidas. S eles, com os seus ramos cobertos por

    finas agulhas duras e brilhantes, parecem vivos no meio do grande silncio imvel e branco.

    H muitos anos, h dezenas e centenas de anos, havia em certo lugar da Dinamarca, no extremo

    norte do pas, perto do mar, uma grande floresta de pinheiros, tlias, abetos e carvalhos. Nessa floresta

    morava com a sua famlia um Cavaleiro. Viviam numa casa construda numa clareira rodeada de

    btulas. E em frente da porta da casa havia um grande pinheiro que era a rvore mais alta da floresta.

    Na primavera as btulas cobriam-se de jovens folhas, leves e claras, que estremeciam menor

    aragem. Ento a neve desaparecia e o degelo soltava as guas do rio que corria ali perto e cuja corrente

    recomeava a cantar noite e dia entre ervas, musgos e pedras. ()

    Nas manhs de vero verdes e doiradas, as crianas saam muito cedo, com um cesto de vime

    enfiado no brao esquerdo e iam colher flores, morangos, amoras, cogumelos. () E danavam e

    cantavam nas relvas finas sob a sombra luminosa e trmula dos carvalhos e das tlias. ()

    No entanto, a maior festa do ano, a maior alegria, era no inverno, no centro do inverno, na noite

    comprida e fria do Natal.

    Ento havia sempre grande azfama em casa do Cavaleiro. Juntava-se a famlia e vinham amigos

    e parentes, criados da casa e servos da floresta. E muitos dias antes j o cozinheiro amassava os bolos

    de mel e trigo, os criados varriam os corredores, e as escadas e todas as coisas eram lavadas, enceradas

    e polidas. Em cima das portas eram penduradas grandes coroas de azevinho e tudo ficava enfeitado e

    brilhante. As crianas corriam agitadas de quarto em quarto, subiam e desciam a correr as escadas,

    faziam recados, ajudavam nos preparativos. Ou ento ficavam caladas e, cismando, olhavam pelas

    janelas a floresta enorme e pensavam na histria maravilhosa dos trs reis do Oriente que vinham a

    caminho do prespio de Belm.

    L fora havia gelo, vento, neve. Mas em casa do Cavaleiro havia calor e luz, riso e alegria.

  • 89

    E na noite de Natal, em frente da enorme lareira, armava-se uma mesa muito comprida onde se

    sentavam o Cavaleiro, a sua mulher, os seus filhos, os seus parentes e os seus criados.

    Os moos da cozinha traziam as grandes peas de carne assada e todos comiam, riam e bebiam

    vinho quente e cerveja com mel.

    Terminada a ceia comeava a narrao das histrias. Um contava histrias de lobos e ursos,

    outro contava histrias de gnomos e anes. Uma mulher contava a lenda de Tristo e Isolda e um velho

    de barbas brancas contava a lenda de Alf, rei da Dinamarca, e de Sigurd. Mas as mais belas histrias

    eram as histrias do Natal, as histrias dos Reis Magos, dos pastores e dos Anjos.

    A noite de Natal era igual todos os anos. Sempre a mesma festa, sempre a mesma ceia, sempre as

    grandes coroas de azevinho penduradas nas portas, sempre as mesmas histrias. Mas as coisas tantas

    vezes repetidas, e as histrias tantas vezes ouvidas pareciam cada ano mais belas e mais misteriosas.

    At que certo Natal aconteceu naquela casa uma coisa que ningum esperava. Pois terminada a ceia o

    Cavaleiro voltou-se para a sua famlia, para os seus amigos e para os seus criados, e disse: Temos sempre festejado e celebrado juntos a noite de Natal. E esta festa tem sido para ns

    cheia de paz e alegria. Mas de hoje a um ano no estarei aqui.

    Porqu? perguntaram os outros todos com grande espanto.

    Vou partir respondeu ele. Vou em peregrinao Terra Santa e quero passar o prximo

    Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Tambm eu

    quero rezar ali. Partirei na prxima primavera. De hoje a um ano estarei em Belm. Mas passado o

    Natal regressarei aqui e de hoje a dois anos estaremos, se Deus quiser, reunidos de novo.

    Naquele tempo as viagens eram longas, perigosas e difceis, e ir da Dinamarca Palestina era

    uma grande aventura. Quem partia poucas notcias podia mandar e, muitas vezes, no voltava. Por isso

    a mulher do Cavaleiro ficou aflita e inquieta com a notcia. Mas no tentou convencer o marido a ficar,

    pois ningum deve impedir um peregrino de partir.

    Professora- O primeiro pargrafo fala-nos da Dinamarca e dos seus invernos.

    (Preparao-Parfrase)

    Como costumam ser os invernos na Dinamarca? (Tipologia de questes

    Pq)

    Alunos- Muito frios.

    P- Que palavras utiliza o narrador para o dizer? (Elaborar - Linguagem)

    A-Longos rigorosos, noites compridas, dias curtos, plidos e gelados.

    P-O que significa rigorosos? Que palavra vos lembra? (Elaborar -Linguagem)

    A-Rigor.

    P-E, neste contexto, em que se fala do inverno que significar? (Elaborar -Linguagem)

    A-Frios.

    P-S? (Elaborar Linguagem -Implcitos)

    A-Muito frios.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    P-Ainda neste pargrafo, existem adjetivos ligados por e que so duplas adjetivaes.

    (Preparar/elaborar)

    Podem identificar um exemplo? (Pede)

    A-Longos e rigorosos.

    P- Muito bem. (Reforo positivo) Outro exemplo?

    A- Plidos e gelados.

    P- E, no inverno, que acontece, ainda, segundo o texto? (Pergunta)

  • 90

    A- Os pssaros emigram para os pases do Sul procura de sol, as rvores perdem as

    suas folhas.

    P- Muito bem! E isso acontece s na Dinamarca? (Elaborar - Apelo experincia e

    conhecimento dos alunos)

    A -No.

    P-Ainda neste pargrafo, o narrador diz que as florestas estavam como?

    A-Geladas e despidas.

    P- possvel as rvores estarem despidas? No uma caracterstica mais humana?

    (Elaborar/preparar)

    A- Sim.

    P- Muito bem. (Reforo positivo) Ento, que figura de estilo temos? Reconhecem-na?

    Vem da palavra pessoa - persona. uma personi (Elaborar/preparar)

    A-Personificao.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    P-O silncio caracterizado por uma dupla adjetivao, certo Rui?

    (Preparar/perguntar)

    A- Certo.

    P-Qual?

    A-Imvel e branco

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    O primeiro pargrafo a primeira parte da primeira etapa de uma narrativa que aqui

    situa a ao no espao e descreve os invernos nesse espao. (Parfrase

    Contextualizao)

    Lembrem-se da leitura de todo o texto que fizeram e digam-me se importante que o

    narrador descreva o inverno. (Preparar/elaborar/perguntar)

    A- Sim.

    P-Porqu?

    A-Porque a ao acontece no inverno.

    P-Mais propriamente?

    A- No Natal.

    P- Muito bem.

    J agora que falamos de descrio, gostava que me dissessem o que mais existe em

    termos de lngua que ajuda a fazer essa descrio.

    (Elaborar/preparar/perguntar/pedir)

    Digam.

    A-Nomes?

    P-Sim e a subclasse?

    A-Comuns no contveis.

    A-Adjetivos.

    P-E os verbos esto em que tempo e modo prprios da descrio?

    (Elaborar/preparar/perguntar)

    A-Verbos no presente e pretrito imperfeito do indicativo.

  • 91

    P-O segundo pargrafo refere-se ao tempo da ao e s personagens.Quando

    aconteceu a ao? (Parfrase - Preparar/Perguntar)

    A-H muito tempo.

    P- Que personagens so apresentadas?

    A- Cavaleiro e famlia.

    P- Quando o narrador fala da floresta de pinheiros, tlias, abetos e carvalhos est a fazer

    o qu? (Preparar)

    A-Uma lista.

    P- Ou seja, dizemos que uma enume (Elaborar -conceitos tcnico-literrios)

    A- rao, acrescentam os alunos.

    P-J agora, digam-me outra coisa: ser que podemos dizer que esta descrio parte do

    geral para o particular, ou seja, de um espao maior para um espao menor?

    (Preparar/elaborar)

    A -Sim.

    P- Porqu?

    A - Comea na Dinamarca e termina na casa do Cavaleiro.

    P- Excelente! (Reforo positivo)

    Podemos dizer que os dois primeiros pargrafos so a orientao do texto deste excerto

    que estamos a trabalhar.

    Ainda que tenha descrio, segue-se outro momento tambm de descrio que

    representa uma terceira fase. Ento quais acham que foram as primeiras?

    (Preparar/elaborar/perguntar)

    A-A descrio do espao.

    A-A descrio do tempo.

    P-Excelente! E agora?

    A-A descrio das estaes do ano.

    P- Quando descreve a primavera, o narrador utiliza uma dupla adjetivao. Onde est?

    (Preparar/perguntar)

    A-Segunda linha, leves e claras

    P-E fala tambm do degeloO que degelo? Algum sabe? (Elaborar-Linguagem)

    Luiz, que palavra lembra?

    A-Gelo.

    P -Muito bem. (Reforo positivo)

    Ento, neste contexto e dado que se fala da primavera, o que ser o degelo? (Elaborar-

    Leitura de implcitos)

    A-Derreter do gelo?

    P-Sim exatamente. E as guas do degelo que faziam?

    A-Cantavam.

    P-E como possvel? (Elaborar-Leitura de implcitos)

    A- No .

    P-Claro que no! Ento o narrador est a dar qualidades humanas ao que no humano,

    no est, Aluno 8? (Preparar/elaborar)

    A-Est sim.

  • 92

    P-Qual o nome da figura que vimos h pouco? (Elaborar-conceitos tcnico-literrios)

    Perso

    A- nificao.

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

    Alm disso, podemos dizer que o verbo cantar implica qual dos sentidos que temos:

    viso audio, tato, olfato, gosto? (Preparar/elaborar)

    A-Audio.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    Ainda neste pargrafo onde o narrador est a descrever a primavera, deem-me exemplos

    de outras sensaes. (Preparar/perguntar)

    -Sensaes visuais: o que se v. O que acontecia floresta?

    A- Enchia-se de cogumelos e morangos selvagens, o cho cobria-se de flores.

    P-Auditivas- o que se ouve? (Tipologia de questes Pq)

    A- o ar povoava-se de vozes e de abelhas e a brisa sussurrava nas ramagens.

    P-E a brisa pode sussurrar? (Elaborar-Leitura de implcitos)

    A- No.

    uma personificao, stora.

    P- Muito bem, Aluna 28! (Reforo positivo)

    No pargrafo seguinte (quarto), o narrador descreve o vero e tambm h sensaes

    visuais, no h? Onde? (Preparar/perguntar)

    A-Teciam grinaldas que poisavam nos cabelos.

    P-E auditivas?

    A-E cantavam.

    P- Que fazia o vento de outubro?

    A-Despia os arvoredos.

    P-Logo, o que temos aqui? (Elabora/pergunta)

    A-Uma personificao.

    P-O quinto pargrafo mostra-nos que o narrador prefere uma estao do ano. Qual?

    (Tipologia de questes Pq)

    A-O inverno.

    P-Porqu?

    A- Por causa da festa de Natal. (Elaborar-Leitura de implcitos)

    P-Excelente. (Reforo positivo)

    Este pargrafo inicia os episdios, ou seja, uma sequncia de aes esperadas, que se

    espera que aconteam.

    H uma expresso inicial de frase que demonstra a oposio entre o inverno e as outras

    estaes. Qual? uma locuo adversativa. (Preparar/elaborar/perguntar)

    A- No entanto.

    P-A partir do sexto pargrafo, o narrador descreve a noite de Natal em casa do

    Cavaleiro.

    O que acontecia? Vamos imaginar ou pensar no que acontece na nossa casa: como

    festejamos o Natal ou como se festeja? (Preparar/elaborar/perguntar)

    A-Em famlia, com amigos, calor, prendas

  • 93

    P-E na casa do Cavaleiro?

    Reparem na palavra azfama. Neste texto, querer dizer o qu? Calma ou agitao?

    (Preparar/elaborar/perguntar)

    A-Agitao.

    P-Porqu? (Tipologia de questes Pq)

    A-Porque as pessoas querem que o Natal chegue.

    P- Exato! Alis, reparem que, de seguida, o narrador refere outros aspetos do Natal do

    Cavaleiro. Quais? (Preparar/perguntar)

    A- Juntava-se a famlia, amigos, parentes e criados e servos da floresta.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    P-E podemos dizer que o Natal na casa do Cavaleiro era uma festa animada e

    preparada? (Elaborar-Leitura de implcitos)

    A- Sim.

    P-Porqu?

    A-O cozinheiro cozinhava muitos dias antes, a casa era limpa e enfeitada.

    P-E as crianas o que faziam?

    A-Ajudavam.

    P- Ou?

    A- Pensavam em histrias.

    P- Reparem agora no stimo pargrafo, onde o narrador estabelece uma diferena

    entre dois lugares. Leiam com ateno. Digam-me qual o espao?

    (Preparar/perguntar-Tipologia de questes Pq)

    A- L fora.

    P- Mas l fora onde? (Tipologia de questes Pq)

    A- Fora da casa do Cavaleiro.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    P-E qual o outro espao? (Tipologia de questes Pq)

    A- Dentro da casa do cavaleiro

    P-E os espaos eram iguais? (Elaborar-Leitura de explcitos)

    A- No.

    P-Ento que diferenas so apresentadas? (Elaborar-Leitura de explcitos)

    A-Um era frio, o outro era quente e alegre

    P-O 8 pargrafo apresenta as outras personagens da histria. J vimos que h o

    Cavaleiro e a mulher. E que outras h? (Parfrase - Preparar/perguntar)

    A-Filhos, parentes e criados.

    P-Agora, vamos prestar ateno ao 9 pargrafo. Este pargrafo diz-nos o qu, Mrio?

    (Preparar/perguntar)

    A - Que se contavam histrias.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    Ento, podemos dizer que o ambiente em que se festejava o Natal na casa do Cavaleiro

    era animado e cultural? (Elaborar/perguntar)

    A- Sim.

    P-Porqu, Aluno 12?

    A-Porque se liam histrias

  • 94

    P- e os livros so cultura, no ? (Elaborar/afirmar)

    Excelente. (Reforo positivo)

    Uma vez mais, neste pargrafo, o narrador reala o Natal. Como?

    (Preparar/perguntar)

    A-Dizendo que as histrias de Natal eram as mais belas.

    P- As mais belas de todas, certo?

    A- Sim.

    P-Ento em que grau est o adjetivo? (Elaborar-Linguagem)

    A-Grau superlativo relativo de superioridade

    P-Excelente. (Reforo positivo)

    No 10 pargrafo, a frase Mas as coisas tantas vezes repetidas, e as histrias tantas

    vezes ouvidas pareciam cada ano mais belas e mais misteriosas pretende sugerir o qu?

    (Perguntar-Elaborar)

    Lembrem-se do Natal, em geral. No se faz todos os anos o mesmo? A festa, as prendas,

    a famlia? (Elaborar (contexto) /perguntar)

    A- Sim.

    P-Ento, que acham que pode querer dizer esta frase do narrador? Que pensa ele do

    Natal? (Preparar/Perguntar)

    A-O Natal sempre bom.

    P- Muito bem. Mas porqu? (Tipologia de questes Pq -Apelo s experincias dos

    aprendentes)

    A- Por causa das prendas.

    P-Sim e

    A-Porque alegre.

    P-Ok! Porque seduz. (Elaborar)

    A-Encanta.

    P- Muito bem.

    A partir do 12 pargrafo, ocorre um problema, uma complicao. A que me refiro? O

    Cavaleiro anuncia o qu? (Preparar/elaborar/perguntar)

    A- Que ia viajar.

    P-Para onde? (Tipologia de questes Pq)

    A- Para a terra Santa.

    P-Para qu? (Tipologia de questes Pq)

    A-Para rezar onde Jesus nasceu.

    P-E anuncia que voltar da a quanto tempo?

    A-Dois anos.

    P- Mas quantos natais acontecem na histria? (Tipologia de questes Pq)

    A- Trs.

    P- Quais? (Tipologia de questes Pq)

    A-O da viagem, o da Terra Santa e o do regresso.

    P-Excelente! Estou muito contente convosco. (Reforo positivo constante, pela

    afirmao resposta dada pelos alunos)

  • 95

    No ltimo pargrafo deste excerto, o narrador fala da viagem e refere -se aos seus

    perigos. Ser que o Cavaleiro por fazer esta viagem se pode dizer que corajoso?

    (Preparar/elaborar/perguntar)

    A -Sim.

    P- Porqu? Porque viaja apesar de saber o qu? (Elaborar)

    A- As viagens eram longas e difceis.

    P-E?

    A- As pessoas podiam no voltar.

    P-Perante a notcia do Cavaleiro, as personagens reagiram como? Todos reagiram

    como? (Elaborar)

    A-Com espanto.

    P- Ou seja? Quero um sinnimo. (Elaborar-Linguagem)

    A- Admirao.

    P- Muito bem, Joo! E a mulher?

    A- Ficou aflita e inquieta.

    P- Ou seja?

    A- Preocupada.

    P-E apesar disto a mulher tentou convenc-lo a ficar? (Elaborar)

    A-No.

    P-Porqu? (Tipologia de questes Pq)

    A-Porque ningum deve impedir um peregrino de partir.

    P-J agora e para terminar digam-me porque ser que esta Personagem se chama

    Cavaleiro e porque se diz que vai fazer uma peregrinao.

    A que poca da histria associam a palavra Cavaleiro? (Elaborar-contexto,

    conhecimento e experincia dos alunos)

    A-Idade Mdia, medieval.

    P- E o que faziam os cavaleiros?

    A- Defendiam, lutavam.

    P-Ento e os cruzados? (Elaborar-mobilizao de conhecimentos anteriores dos

    alunos)

    A-Eram soldados mas da igreja.

    P-Ento e o que uma peregrinao? (Elaborar- Leitura de implcitos)

    A- uma viagem.

    P- Uma simples viagem? (Elaborar- Leitura de implcitos)

    A- No.

    P-Ento? Ser que podemos dizer que uma viagem santa? (Elaborar)

    A- Sim, porque vai Terra Santa rezar na gruta onde Jesus nasceu.

    P-Excelente! Fico muito satisfeita com a vossa participao de hoje! (Reforo Positivo)

    TEXTO 7

    Relatrio Composicional do manual de Histria Paleoltico (PLNM)

  • 96

    Este excerto informa-nos que no Paleoltico, que foi uma poca da Histria, as

    sociedades, os homens, recolhiam os alimentos da natureza, animais e plantas.

    (Parfrase- preparar)

    Professora - Que tipo de sociedades havia no Paleoltico? (Tipologia de questes Pq )

    Que faziam, segundo o texto?

    Aluno Recoletoras. (Responder)

    P- Recoletora significa que recolhiam, ou seja, encontravam na natureza o que

    precisavam. Percebeste, Aluno de PLNM? (Elaborar)

    Repara no texto. A palavra est no incio da frase. (Pista de localizao).Qual ?

    (Preparar)

    A- Recoletoras (Responder)

    P- As sociedades recoletoras apanhavam da natureza aquilo de que precisavam para

    sobreviver. (Preparar) O qu?

    V- Alimentos. (Responder)

    P- Onde? (Tipologia de questes Pq)

    V-Natureza. (Responder)

    P-O qu? (Tipologia de questes Pq)

    V-Animais e plantas. (Responder)

    A pintura do Paleoltico era rupestre, ou seja, feita nas paredes das cavernas, com tintas

    feitas a partir da natureza. (Parfrase- preparao)

    P-E como se chamava a arte?

    V-Rupestre pinturas. (Responder)

    P- Onde eram feitas? (Tipologia de questes Pq)

    V- Nas rochas das cavernas. (Responder)

    P- E as tintas como eram feitas? (Tipologia de questes Pq)

    V-No sei. (Responder)

    P-E se te disser que iam buscar natureza, ser que podes adivinhar?

    V-Animais e plantas? (Responder)

    P-Sim, muito bem! (Reforo positivo)

    TEXTO 8

    Mestre Finezas, Manuel da Fonseca (in Costa, F., Mendona, L. (2013). Dilogos

    Portugus 7 ano. Porto, Porto Editora: 91) (PLM)

    Mestre Finezas

    Nesse tempo tinha-lhe medo. Medo e admirao. O medo resultava do que acabo de contar. A

    admirao vinha das rcitas dos amadores dramticos da vila.

    Era pelo inverno. Jantvamos pressa e nessas noites minha me penteava-me com cuidado.

    Calava uns sapatos rebrilhantes e umas pegas de seda que me enregelavam os ps. Saamos. E, no

    negrume da noite que afogava as ruas da vila, eu conhecia pela voz famlias que caminhavam na nossa

    frente e outras que vinham para trs. Depois, ao entrar no teatro, sentia-me perplexo no meio de tanta

    luz e gente silenciosa. Mas todos pareciam corados de satisfao.

    Da a pouco, entrava num mundo diferente. Que coisas estranhas aconteciam! Ningum ali falava

    como eu ouvia c fora.

  • 97

    Professora - O narrador refere que, no passado, tinha medo de Mestre Finezas e que

    tambm o admirava. Tinha medo quando ele lhe cortava o cabelo; admirava-o porque

    gostava dos espetculos de teatro onde ele participava. Esses espetculos de teatro

    aconteciam no inverno, depois do jantar. O narrador vestia-se bem para ir assistir ao

    espetculo. Ele, a me e as famlias da vila assistiam com ateno e satisfao.

    (Parfrase-preparar)

    Na linha 23, o narrador utiliza uma expresso que sinnimo de espetculo teatral.

    (Elaborar-preparar)

    Alunos-Rcitas. (Responder)

    P- Esta palavra acompanhada por mais duas que indicam o tipo de artistas do

    espetculo- amadores dramticos. (Preparar-elaborar)

    Ou seja?

    A-Atores. (Responder)

    P-Mais do que isso; so atores que no so profissionais, ou seja, so amadores.

    (Elaborar)

    A ida ao teatro da vila implicava uma preparao do narrador em termos de vesturio.

    (Elaborar-preparar)

    O que que ele fazia? (Tipologia de questes Pq) Ele calava uns sapatos muito

    brilhantes, ou seja? (Elaborar-preparar)

    A-Calava uns sapatos rebrilhantes. (Responder)

    P- Repara que re-, neste caso, refora o adjetivo brilhantes, ou seja, muito brilhantes.

    (Elaborar)

    E que mais calava?

    A-E umas meias de seda. (Responder)

    P- Este tipo de tecido frio, da que ele sentisse os ps frios, enregelados. (Elaborar)

    Deslocavam-se ao teatro de noite, no negrume da noite, ou seja, na escurido da noite

    que era muito grande e por isso afogava as ruas da vila. (Elaborar-preparar)

    A caminho do teatro, as pessoas faziam barulho, mas no teatro no. (Preparar)

    E o narrador ficava como com essa diferena de atitudes? uma palavra que est no

    incio da linha 29. (Pista de localizao)

    A-Perplexo. (Responder)

    Muito bem! (Reforo positivo)

    Mestre Finezas passa necessidades. Vive abandonado da famlia, com a mulher entrevada, num

    casebre prximo do castelo. Eu sou um dos raros fregueses e o seu nico confidente.

    P-Neste pargrafo, ficamos a saber que, no momento presente, Mestre Finezas tem

    dificuldades econmicas, vive s com a mulher, que no consegue andar, numa casa

    muito pobre; o narrador um dos poucos fregueses de Mestre Finezas e a nica pessoa

    em quem ele confia.

    No incio da linha 66, existe uma expresso que significa que a personagem neste

    momento tem dificuldades econmicas.

    A-Passa necessidades. (Responder)

    P- Muito bem! (Reforo positivo)

  • 98

    Qual o adjetivo que significa que a mulher no pode andar e que se encontra mesmo ao

    lado do nome mulher? (Pista de localizao)

    A-Entrevada. (Responder)

    P-E o sinnimo para casa pobre?

    A-Casebre. (Responder)

    P-E a palavra que designa a pessoa em quem ele confia?

    A-Confidente. (Responder)

    De sbito, uma revoada de notas soltaram-se, desencontradas, raivosas. Encheram a loja, e

    ficaram vibrando.

    Os braos caram-lhe para os lados do corpo. Numa das mos segurava o arco, na outra o

    violino. E, muito esguio, macilento, Mestre Finezas curvou a cabea branca, devagar, como a agradecer

    os aplausos de um pblico invisvel.

    P- Os dois pargrafos finais do texto do-nos a entender que Mestre Finezas, quando

    estava a tocar o seu violino, de repente, morreu.

    Era uma pessoa magra, plida, de cabelo branco e morre, segurando o arco e o violino,

    curvando a cabea, como se estivesse a agradecer os aplausos do pblico, que no

    estava l, porm. (Parfrase-preparar)

    As linhas 126 e 127 do-nos a entender que de, repente, de sbito, o violino desafinou.

    (Preparar) O que aconteceu s notas?

    A-Soltaram-se, desencontradas e raivosas. Encheram a loja, e ficaram vibrando.

    (Responder)

    P- Ou seja, provavelmente, o que aconteceu foi ter dado qualquer coisa ao Mestre

    Finezas e, de repente, desafinou. Os adjetivos desencontradas e raivosas sugerem que o

    rudo produzido era grande. (Preparar-elaborar)

    No ltimo pargrafo, o narrador utiliza adjetivos para descrever o Mestre Finezas.

    (Preparar)

    Era magro, ou seja?

    A-Esguio. (Responder)

    P-Plido, sem cor, ou seja?

    A-Macilento. (Responder)

    P-De cabelos brancos, ou seja?

    A-De cabea branca. (Responder)

    P-O seu pblico era invisvel porque no se via; no estava l. (Preparar)

    TEXTO 11

    Seplveda, L. (2012). Histria de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar. Porto,

    Porto Editora:1) (Apoio - PLM/PLNM)

    - Banco de arenques a bombordo! - anunciou a gaivota de vigia, e o bando do Farol da Areia

    Vermelha recebeu a notcia com grasnidos de alvio.

    Iam com seis horas de voo sem interrupes e, embora as gaivotas-piloto as tivessem conduzido

    por correntes de ar clido que lhes haviam tornado agradvel aquele planar sobre o oceano, sentiam a

    necessidade de recobrar foras, e para isso no havia nada melhor do que um bom fartote de arenques.

  • 99

    Professora - Neste excerto que introduz a Histria de uma Gaivota e do Gato que a

    ensinou a voar, ficamos a conhecer o contexto da ao o mar e as gaivotas. Um bando

    de gaivotas voava j h muito tempo sem parar at que a gaivota de vigia anunciou a

    presena de arenques necessrios para as gaivotas recuperarem foras para continuar a

    sua viagem. (Parfrase)

    De que forma designado o cardume de arenques? (Elaborar)

    Alunos-Banco de arenques.

    P -Muito bem! (Reforo positivo)

    O narrador utiliza um termo tcnico ligado navegao no mar e que significa

    esquerda. Vamos identific-lo? (Elaborar-Linguagem)

    A- a bombordo.

    P- Isso! (Reforo positivo)

    Como reagiu o bando do Farol da Areia Vermelha a essa notcia?

    (Elaborar)

    A- As gaivotas ficaram satisfeitas.

    P-Qual a expresso que o comprova? (Elaborar)

    A- Recebeu a notcia com grasnidos de alvio.

    P- Isso! (Reforo positivo)

    E por que razo as gaivotas ficaram aliviadas? (Tipologia de questes Pq)

    A-Porque j viajavam h muito tempo e precisavam de comer.

    P-Sim senhor! (Reforo positivo)

    E qual a expresso que nos d essa informao? (Elaborar)

    A- Sentiam a necessidade de recobrar foras.

    P- Ou seja? (Elaborar)

    A- De recuperar as suas foras para continuar viagem.

    P -Muito bem! (Reforo positivo)

    Os arenques seriam muitos ou poucos? (Elaborar-Leitura de implcitos/explcitos)

    A-Muitos!

    P-Sim! E qual a palavra que o sugere? (Elaborar)

    A- fartote

    P-Ainda no segundo pargrafo, o narrador diz-nos como foi a viagem do bando de gaivotas.

    Como? (Tipologia de questes Pq )

    A-A viagem foi longa porque no houve interrupes, mas tambm agradvel por

    causa das correntes de ar clido que lhes haviam tornado agradvel aquele planar sobre

    o oceano.

    P -Muito bem! (Reforo positivo)

    Nesta expresso, existe uma palavra que significa quente. Qual? (Elaborar -

    Linguagem)

    P- Clido

    P-Excelente! (Reforo positivo)

  • 100

    TEXTO 17

    Relatrio Composicional do manual de Histria Civilizao

    Romana/Romanizao (in Maia, C., Brando, I.P., Ribeiro, C.P. (2012). Viva a

    Histria! 7ano. Porto: Porto Editora.) (Apoio PLM/PLNM)

    O primeiro perodo do texto apresenta como tema o Campo do texto - a Civilizao

    Romana (parfrase), pelo que comecei por perguntar o que estava em causa? De que se

    falava.

    Resposta bvia: Civilizao romana.

    Indaguei os alunos sobre a localizao de Roma-utilizando outra questo Pq - Onde?

    Professora -De acordo com o texto, existe uma lenda que explica o aparecimento de

    Roma. Recordam-se do que uma lenda, matria estudada em Portugus? (Mobilizao

    de conhecimentos anteriores)

    Alunos -Mistura fantasia e realidade.

    P -Muito bem!

    P-Ento e que nos conta essa lenda? Fala de quem? (Pq)

    A-Dois irmos.

    P- Que lhes aconteceu? (Pq)

    A-Rmulo matou Remo.

    P- Quando aconteceu? (Pq)

    A-753 a.C.

    P-E qual a consequncia dessa morte? (Pq)

    A-Ficou primeiro rei de Roma.

    P-O segundo pargrafo fala da expanso de Roma. (Parfrase)

    P- Quando se verificou? (Pq)

    A-A partir de sculo V a.C.

    P-E que sistema poltico vigorava? (Pq)

    A-Repblica.

    P- Quem tinha o poder nessa Repblica? (Pq)

    A-Os chefes das famlias poderosas.

    P-Neste perodo, h uma palavra que significa o ponto mais alto da Repblica. Qual?

    (Pq)

    uma palavra que pode ser sinnima de cume e est quase no fim do pargrafo. algo

    que aconteceu no sculo II d.C. (Pista de localizao)

    A-Apogeu

    P- Muito bem, Aluno 12! (Reforo positivo)

    Roma tornou-se um extenso imprio. O que define um imprio?

    A-Conjunto de territrios e povos conquistados.

    P-A expanso pois sinnimo, ou seja, quer dizer o mesmo que? (Elaborao)

    A-Aumento.

    P- Muito bem. (Reforo positivo)

    P- Que facto ocorre nos sculos III e II a.C que contribui para esse aumento?

    A- As Guerras Pnicas.

    P- Quem lutou nessas guerras? (Pq)

  • 101

    A- Romanos e Cartagineses.

    P-O que conseguiram os romanos com estas guerras?

    A-Conquistaram a Siclia, a P.I., o Norte de frica, a Grcia e os reinos gregos da sia

    Menor e da Sria.

    P-Ainda neste pargrafo, no final do mesmo, so referidas outras conquistas romanas.

    Quais? (Pista de localizao e Pq)

    A-Glia, Egito, Britnia e Dcia.

    P-O 3 pargrafo refere que a expanso romana implicou duas fases.

    Quais os objetivos dos romanos durante a primeira fase?(Parfrase-Preparar e Pq)

    A-Acabar com ataques e inveja dos povos vizinhos, criar condies de segurana e

    defesa.

    P- Essa defesa seria conseguida como? (Pq)

    A-Com um exrcito forte.

    P- Na segunda fase, h tambm razes para a expanso. Qual a palavra que indica

    razes, neste perodo. (Pq)

    A-O que so razes?

    P-Motivos.

    A-Muito bem. (Reforo positivo)

    P-Ento e qual a palavra que a est mais prxima de motivo? (Pq)

    A-Motivado

    P- Muito bem!

    Ento, quais os motivos?

    A-Busca de glria.

    P-Glria sinnimo de qu? (Elaborar conceitos)

    A-Poder

    P-E que mais?

    A- riquezas, alargamento de mercados e produtos para comerciar, matrias primas e

    mo de obra.

    P--O que a mo de obra?

    A-Trabalhadores.

    P-O texto seguinte apresenta tambm uma pergunta que indica aquilo de que se vai

    falar.

    uma frase de que tipo? (Elaborao-conceitos gramaticais, metalinguagem

    especfica)

    A-Interrogativo.

    P- Muito bem.

    P- Da que se utilize que sinal de pontuao? (Elaborao-conceitos gramaticais)

    A- O ponto de interrogao

    P-Tendo em conta esta pergunta, de que nos fala este excerto?

    A- Da forma como os romanos integraram os povos conquistados.

    P-Por que razo Roma conseguiu construir um imprio vasto? (Pq)

    P-Vasto sinnimo de?

    A-Grande.

    A-Porque dominou e integrou os outros.

  • 102

    P- Esta integrao referida por outras duas palavras neste pargrafo. Quais? (Pq)

    Indicam processos, ou seja, coisas que aconteceram. (Elaborao-conceitos,

    explicaes)

    A-Romanizao.

    A-E assimilao.

    P- Muito bem.

    P-Ento que significa romanizao? Em que consistiu?

    A-Os romanos conquistaram os outros.

    P-Sim, mas o que fizeram ao conquist-los? O que lhes deram?

    Colocando a questo de outra forma: quando algum estrangeiro chega a Portugal, o que

    tem de fazer? (Elaborao-explicao)

    A-Tem de se habituar.

    P-Habituar a qu?

    A- Aluno de PLNM?

    P- lngua das pessoas

    P-E a mais qu?

    A-Aos costumes.

    P-Ento, a romanizao aconteceu quando os romanos chegaram aos vrios povos e o

    que fizeram?

    A-Os povos conquistados tiveram que falar a lngua deles e ter os seus costumes.

    P-O que assegurou a romanizao?

    A-Um exrcito.

    A-Os mercadores e colonos.

    P- O texto refere ainda quais os fatores que contriburam para a unidade do mundo

    romano. (Parfrase)

    Quais? (Pq)

    A-O latim

    P- Que era o qu? (Pq)

    A-A lngua falada no imprio romano.

    P-E que mais fatores? (Pq)

    A-O Direito, a administrao a rede de estradas e pontes, as obras pblicas e o direito de

    cidadania.

    P-Ento, vejamos cada um dos fatores

    A lngua e as leis aplicavam-se a todo o imprio. (Preparar- perguntar)

    Qual a importncia das colnias? Para que serviram?

    A-Para fortalecer o poder.

    P-Qual a palavra utilizada e que sinnima? (Elaborao)

    A-Consolidar.

    P- Muito bem.

    P- Que aconteceu nas regies conquistadas? (Pq)

    A-Foram divididas em provncias.

    P-E que aconteceu s cidades mais importantes?

    A-Foram elevadas categoria de municpios.

    P- Ou seja, ficaram municpios. (Elaborao-conceito)

  • 103

    E seriam importantes.

    Porqu? Que palavra indica essa importncia? (Pq)

    A-Elevadas

    P- Que tipo de territrios eram os municpios?

    A-Tinham autonomia financeira e administrativa.

    P- Autonomia, ou seja, no precisavam de ningum. (Elaborao conceito)

    P-Qual a importncia da rede de estradas e pontes? (Pq)

    A-Permitiam a circulao de pessoas, mercadorias, ideias.

    P- Que significa isto? Como circulam ideias?

    A-As pessoas levam-nas para os stios.

    P- Muito bem.

    P-O direito de cidadania foi concedido quando? (Pq)

    A-212 D.C.

    P-A quem? (Pq)

    A-A todos os homens livres do imprio.

    P- Que imperador o fez? (Pq)

    A-Caracala.

    P-O ltimo excerto fala do processo de romanizao na Pennsula Ibrica. (Parfrase)

    Que sinais dos romanos existem na P.I? (Pq)

    Presena e influncia cultural-Que nos deixaram?

    A-Construes romanas

    P- Como, por exemplo?

    A-Estradas, pontes, aquedutos, templos, termas.

    P-E que mais nos deixaram, segundo o texto?

    A-O Direito e o latim.

    E fundaram cidades portuguesas.

    P- As influncias deles manifestaram-se na economia tambm?

    A- Sim.

    P-Mais concretamente em que rea?

    A-Agricultura-novas tcnicas agrcolas e novos produtos.

    P-E na indstria?

    A-Desenvolveram a explorao mineira.

    Anexo 8 Guio de realizao do trabalho de pesquisa sobre a Literatura Tradicional

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 Anos a Educar e a Crescer

    FICHA DE TRABALHO - 7 ANO Portugus

    NOME:_ __________________________________________N _____ Turma: _____ Data: ___/ ___/ ___

  • 104

    Unidade didtica: Literatura popular e tradicional

    Relatrio Composicional

    L o seguinte texto-modelo do gnero Relatrio Composicional:

    Literatura popular e tradicional

    Desde os tempos mais antigos que em todos os continentes surgiram histrias criadas pelo

    povo que eram depois contadas oralmente de gerao em gerao. Essas histrias, de origem popular,

    muitas vezes passaram de umas regies para as outras, atravs dos mercadores e outros viajantes. O

    conjunto desses textos transmitidos oralmente constitui a literatura oral e tradicional.

    Literatura popular a designao corrente e simplificada de literatura oral tradicional ou

    literatura popular de tradio oral, isto , todo o conjunto de formas simples da arte verbal do povo.

    [ ] Esta literatura tambm apresentada com outras denominaes: literatura oral, literatura

    tradicional, etno-literatura ou literatura marginal.

    [Para Victor Aguiar e Silva,] o termo popular significa que esta literatura exprime, de

    modo espontneo e natural, na sua profunda genuinidade, o esprito nacional de um povo, tal como

    aparece modelado na particularidade das suas crenas, dos seus valores tradicionais e do seu viver

    histrico.

    [Representa um] vasto e diversificado conjunto de formas de arte verbal determinado pelo uso

    que o povo delas faz e que, por isso, so testemunho da sua cultura e da sua identidade.

    A dada altura, alguns escritores e investigadores passaram para escrito esses textos, de origem

    annima e conservados na memria popular, fixando-os em livro, para que no se perdessem.

    Por exemplo, no sc. XVI, Perrault e, no sc. XIX, os Irmos Grimm recolheram e publicaram

    muitas dessas histrias.

    Em Portugal, escritores como Almeida Garrett, Tefilo Braga, Adolfo Coelho ou Jos Leite de

    Vasconcelos dedicaram grande parte da sua vida a recolher e publicar contos populares e outros textos

    da literatura oral e tradicional.

    Neste universo de textos, segundo Parafita, so de considerar os contos populares, lendas,

    mitos, provrbios, ditos populares, podos, adivinhas, lengalengas, oraes, rezas, frmulas de

    supersties e de mezinhas, esconjuros, oraes com escrnio, pragas, agouros ou profecias, galanteios

    ou piropos, quadras, autos populares, romanceiros, cancioneiros, excelncias, entre outros.

    De entre os diversos tipos de textos que constituem esse patrimnio oral, destacamos:

    Conto Tradicional - narrativa inventada pelo povo, breve e simples, transmitida oralmente e

    com uma finalidade ldica e moralizante. Grande parte dos contos recorre ao maravilhoso,

    apresentando muitos elementos simblicos.

    Provrbio - tambm conhecido por ditado popular, uma frase, sob a forma de mxima ou

    sentena, que transmite um saber e/ou encerra uma moral, sendo transmitida de gerao em gerao

    pela via oral.

    Lengalenga - texto ldico, de extenso varivel, geralmente rimada, facilitando, assim, a sua

    memorizao.

    Adivinha - enigma que consiste num jogo de palavras, com vista a encontrar uma soluo.

    Quadra Popular - poema com quatro versos, de origem popular, com finalidade ldica ou

    satrica, recorrendo a repeties e rimas, de forma a facilitar a sua memorizao.

    Fbulas - narrativa breve e simples, em verso ou em prosa, em que as personagens so animais

    ou seres inanimados. Tm uma funo ldica e moralizante, pois pretende representar as qualidades e os

    defeitos do ser humano. Fedro, Esopo, La Fontaine, Bocage e Joo de Deus so alguns dos fabulistas

    mais conhecidos

    Lenda uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradio oral atravs dos tempos.

    De carter fantstico e/ou fictcio, as lendas combinam fatos reais e histricos com fatos irreais

    que so meramente produto da imaginao aventuresca humana.

    Com exemplos bem definidos em todos os pases do mundo, as lendas geralmente fornecem

    explicaes plausveis, e at certo ponto aceitveis, para coisas que no tm explicaes cientficas

    comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. [] Pode possuir um fundo histrico,

    destinar-se unicamente explicao de um facto geogrfico ou explicar a origem de lugares Como diz o

    dito popular "Quem conta um conto aumenta um ponto", as lendas, pelo fato de serem repassadas

    oralmente de gerao a gerao, sofrem alteraes medida que vo sendo recontadas.

  • 105

    O romance tradicional, na sua qualidade de gnero narrativo-dramtico, insere-se num corpus

    mais vasto de textos que compem a Literatura Popular Tradicional Oral.

    [] A sua transmisso de boca a ouvido e ouvido a boca trabalhou-os e refundiu-os. Quo

    prodigiosa a memria dos seus emissores (produ-transmissores, se quisermos) que os fez, num s ritmo

    e cadncia, recitar (declamar) e/ou cantar dezenas e centenas de versos.

    [] Estruturalmente, o modelo virtual de romance apresenta-se como uma narrativa aberta,

    passvel de transformaes da expresso e do contedo inerentes ao processo de memorizao e re-

    produo. []

    O romance tradicional nunca conta uma histria completa; reduz-se a um ou dois episdios.

    por isso que fecha (e abre) abruptamente. rara a concluso. So seguintes as trs excepes mais

    frequentes: Conde Alarcos, Nau Catrineta e Morte de D. Beltro.

    As componentes discursivas predominantes so a narrao e, sobretudo, o dilogo que confere uma

    certa dramaticidade.

    [Em suma, a literatura tradicional representa, no seu todo, a grande manifestao da identidade

    cultural e tradicional de um povo, constituindo patrimnio literrio imaterial.]

    Fontes:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_popular

    http://comunidade.sol.pt/blogs/josecarreiro/archive/2007/04/11/LOT.aspx

    http://linguaportuguesa8ano.blogspot.com/2009/11/literatura-oral-e-tradicional.html#ixzz2etB5sKIA

    1. Apropria-te da estrutura interna do Relatrio Composicional:

    Delimita no texto uma parte introdutria, que apresenta/classifica o tema

    (Classificao);

    O corpo do texto, que a Descrio do tema;

    A concluso/descrio, que sintetiza as ideias principais.

    2. Apropria-te de caractersticas lingusticas do texto:

    Rel com ateno os oito primeiros pargrafos e completa a tabela:

    Certamente, ters chegado concluso de que, num texto do gnero, predominam

    grandemente os nomes comuns e os verbos no Presente/Pretrito Perfeito do Indicativo.

    Alm disso, podes encontrar muitas informaes, que podem incluir nmeros,

    percentagens, datas, locais, exemplificaes, caracterizaoo que prprio de um

    vocabulrio factual-informativo, dado que este gnero informa sobre dado assunto/tema.

    3. A tua leitura do texto deve implicar compreenso do seu contedo.

    Rel o texto-modelo.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_popularhttp://comunidade.sol.pt/blogs/josecarreiro/archive/2007/04/11/LOT.aspxhttp://linguaportuguesa8ano.blogspot.com/2009/11/literatura-oral-e-tradicional.html#ixzz2etB5sKIA

  • 106

    Sublinha a informao que considerares mais pertinente (consulta o Guio Aprender a

    Ler + Como sublinhar a informao de um texto).

    Para te ajudar nessa tarefa, podes orientar-te por uma srie de questes sobre o texto a

    seguir apresentadas. Essas perguntas ajudam-te a distinguir entre as ideias principais,

    verdadeiramente importantes, e as secundrias.

    a) Explica a origem e processo de transmisso da literatura oral e tradicional?

    b) Que outras designaes tem a literatura popular?

    c) Que exprime esta literatura, segundo Aguiar e Silva?

    d) Os textos desta literatura so testemunho de?

    e) A sua recolha e escrita realizou-se quando e por quem?

    f) Que exemplo de textos menciona Parafita?

    g) Que tipos de textos constituem o patrimnio oral e como se caracterizam?

    h) O que a lenda?

    i) Como transmitida? O que a caracteriza? Serve para qu?

    j) Que gnero textual o romance tradicional?

    k)Os textos da literatura oral foram sujeitos a um trabalho de reproduo constante?

    Porqu?

    l) Como o transmitiram os seus emissores? De forma falada ou outra?

    m) Como se caracteriza a sua estrutura tpica?

    n) H excees a esta estrutura na literatura nacional?

    o) Como se caracteriza o discurso do romance tradicional?

    p) Porque se diz que a literatura tradicional patrimnio cultural imaterial?

    4. Agora, vais redigir um Relatrio Composicional, tendo presente tudo o que

    aprendeste e seguindo os padres do texto-modelo.

    O tema que te propomos literatura tradicional.

    Etapa 1.

    Classificao

    Comea por apresentar aquilo de que vais falar, classificando-o, ou seja, dizendo o que

    .

    Podes comear o teu texto assim:

    A Literatura Tradicional

    Etapa 2.

    Descrio

    1)

    Consulta os Guies Aprender aLer+, em http://www.crelorosae.net

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando a internet

    Como pesquisar para um trabalho, utilizando fundo documental

    Como pesquisar a informao

    Como sublinhar a informao de um texto

    Como resumir a informao recolhida

    Como fazer uma bibliografia

    http://www.crelorosae.net/

  • 107

    Esta etapa requer que tu procures informao sobre o tema a pesquisar: Narrativas da

    Literatura popular e tradicional em Dicionrio de Literatura, Enciclopdia Luso-

    brasileira ou internet.

    Podes encontrar informaes em:

    http://www.slideshare.net/professoraIsabel/literatura-tradicional

    http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=931&It

    emid=2

    http://www.slideshare.net/apenaslivros1/sobre-lendas-portuguesas-por-miguel-rico

    http://cvc.instituto-camoes.pt/literatura/litoral.htm

    http://lliteratura.blogs.sapo.pt/1093.html

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_cultural_imaterial

    Para te orientar, procura expresses, como literatura tradicional tradio oral textos

    populares tradicionais portugueses.

    Retm a informao principal, orientando-te pelas questes apresentadas, para as quais

    deves procurar resposta:

    a)Porque se diz que esta literatura representa Patrimnio Cultural Imaterial?

    c)Qual a relao destes textos de literatura oral com a mxima Quem conta um conto

    acrescenta um ponto?

    d)O que caracteriza a literatura tradicional em geral?

    e)Quais as formas de designar a literatura tradicional?

    f)Quem, como e quando se fez a recolha dos textos desta literatura?

    g)E a literatura tradicional portuguesa?

    h)Quais as funes dos textos populares?

    i)O que o Romanceiro?

    j)Quais as origens da literatura tradicional/oral?

    k)Que tipos de textos pertencem a esta literatura?

    l)Que caractersticas lingusticas e de contedo tm?

    m)Refere exemplos da literatura tradicional universal e portuguesa.

    NOTA:

    Estas questes encontram-se desorganizadas. A tua tarefa organizar a informao,

    resultante das respostas para que o teu texto seja coerente, ou seja, para que faa

    sentido.

    2)

    Agora que reuniste toda a informao, de forma coerente e redigida por palavras tuas,

    podes terminar o teu texto, apresentando uma frase que sintetize as ideias principais.

    Anexo 9 Plano Anual de Atividades da BE

    http://www.slideshare.net/professoraIsabel/literatura-tradicionalhttp://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=931&Itemid=2http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=931&Itemid=2http://www.slideshare.net/apenaslivros1/sobre-lendas-portuguesas-por-miguel-ricohttp://cvc.instituto-camoes.pt/literatura/litoral.htmhttp://lliteratura.blogs.sapo.pt/1093.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_cultural_imaterial

  • 108

    Anexo 10 Registo das aulas de Apoio/Perodos letivos

    6

    Anexo 11 Ficha de orientao para a elaborao de Relatrios Composicionais sobre o

    Paleoltico

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    FICHA DE TRABALHO- PORTUGUS-HISTRIA

    NOME:____________________ N ______ Turma: ______ Data: ___/ ___/ ___

    Relatrio Composicional - Portugus/Histria

    Tarefa:

    Redigir um Relatrio Composicional sobre o Paleoltico.

    1.Comea por apresentar aquilo de que vais falar (Classificao).

    2. Aps teres relido os apontamentos que tens registado na aula de Histria sobre o

    Paleoltico, elabora um texto com toda a informao que recolheste (Descrio).

    As informaes que deves pesquisar seguem os seguintes tpicos:

    a)Significado da palavra Paleoltico

    b)Quando aconteceu o Paleoltico?

    c)Onde aconteceu?

    6 Em comparao com os restantes anexos aqui apresentados, no considermos de suma pertinncia a

    apresentao dos registos de aulas de Apoio, cuja consulta remetemos, porm, para o suporte digital que

    acompanha a verso impressa deste estudo.

    Ano letivo 2013-2014

    Portugus

    7Ano

  • 109

    d)O que a hominizao?

    e)Qual o modo de vida do homem da altura?

    f)Que conquistas fizeram os homens?

    g)Que ritos mgicos tinham?

    h)Que tipos de arte tinham?

    Anexo 12 Produo dos alunos: Relatrios Composicionais sobre o Paleoltico (Apoio a)

    Alunos 6, 14 e 24; b) Alunos 8 e 30)

    a)

    b)

  • 110

    Anexo 13 Produo dos alunos: Exemplos de Relatrios Composicionais sobre o Antigo

    Egito (Apoio a) Aluno 9; b) Aluno 2)

    a)

    b)

  • 111

    Anexo 14 Ficha informativa para redao de uma Exposio

    Escola Bsica Carlos Gargat

    20 anos a Educar e a Crescer

    Portugus 7. Ano - Ficha de Trabalho

    Nome: N.: Data: / /

    Exposio - Defender um ponto de vista

    Tese

    Assunto - Qual o assunto? A ideia que vou defender de que se trata?

    Opinio - Que ponto de vista pretendo defender?

    Argumentos

    Argumentos/razes /exemplos que justificam a minha opinio (tomada de posio)

    Quais os pontos a focar?

    Que aspetos, factos, exemplos justificam a minha opinio?

    A que argumentos vou recorrer para reforar o meu ponto de vista?

    Ser necessrio apresentar informaes sobre o assunto que vou abordar? Quais?

    Onde posso encontr-las?

    Como vou organizar os meus argumentos? Vou ter em conta argumentos diferentes

    dos meus?

    Reiterao da Tese

    Sntese das razes apresentadas ou insistncia num dos exemplos referidos

    Que dizer para concluir o meu texto de forma coerente, ou seja, que faa sentido?

    Que aspeto reforar como mais importante?

    O que dizer para sintetizar a minha opinio?

    A que concluso pretendo chegar?

    Como vou terminar o meu texto? Com uma sntese das ideias apresentadas? Com um

    apelo? Com uma pergunta que deixe o leitor a pensar sobre o assunto?

    Anexo 15 Produo dos alunos: Exemplos de Exposies elaboradas nas aulas de Apoio

    (a) Alunos 9 e 15; b) Alunos 7 e 14)

    a)

  • 112

    b)

  • 113

    Anexo 16 Produo dos alunos: Exemplo de Exposio elaborada na aula de Apoio - O Natal

    Anexo 17 Produo dos alunos: Exemplo de Exposio elaborada na aula de Apoio -

    Maus tratos e abandono dos animais

  • 114

    Anexo 18 Ficha de Trabalho Banda Desenhada Narrativa (PLNM)

    Anexo 19 Produo do aluno: Narrativa PLNM (Escrita Conjunta)

  • 115

    Anexo 20 Produo do aluno: Narrativa PLNM (Escrita Independente)

  • 116

    Anexo 21 Produo do aluno: Relatrio Composicional PLNM, Paleoltico

    Anexo 22 Produo do aluno: Relatrio Composicional sobre a Poluio PLNM

  • 117

    Anexo 23 Ficha de orientao para elaborao do Relatrio Composicional para a disciplina

    de Geografia, cedido pelo docente desta disciplina PLNM

    Tarefa: Fazer um trabalho em power point, para apresentar aos colegas da turma,

    sobre o pas de onde natural.

    O PPT deve conter informaes sobre:

    Bandeira do pas imagem e significado das cores;

    Mapa da Europa com referncia aos Pases com que faz fronteira;

    Breve histria do pas (mximo de 30 palavras);

    Capital;

    Religio maioritria;

    Local onde nasceu fotografias do lugar, da famlia do Aluno de PLNM, da sua

    infncia, outras;

    Hino nacional: Chtche ne vmerla Ukraini - significado;

    Moeda;

    Populao;

    Pontos de interesse imagens com a legenda (10 imagens de: cidades, monumentos,

    campos agrcolas, indstrias, outros;

    Prato tradicional receita, imagem;

    Personalidade de destaque de desporto quem, e o que faz ou fez;

    Personalidade de destaque da msica quem, e o que faz ou fez;

    Personalidade de destaque (outro) quem, e o que faz ou fez;

    Dez palavras/frases curtas escolha (exemplo: bom dia - ..; Natal .; Vou para a

    escola - .; amigo - ..; d-me um abrao - .;

    Outros aspetos com interesse.

    Anexo 24 Produo do aluno: Relatrio Composicional para a disciplina de Geografia

    PLNM (Escrita Independente)

    https://www.google.pt/search?espv=210&es_sm=93&biw=1280&bih=933&q=ucrania+popula%C3%A7%C3%A3o&stick=H4sIAAAAAAAAAGOovnz8BQMDgzMHnxCHfq6-gXmJkaGWaXaylX5OfnJiSWZ-nn5xCZAuLslMTsyJL0pNBwpZFeQXlOaAZePL84tyUuKTEvOyEypfeBfNz3DPiPWa8_e-hdJ0qc45ALh49eFgAAAA&sa=X&ei=rnbmUqb4NMrX7AaKsoDABw&ved=0CKkBEOgTKAEwFg

  • 118

  • 119

    Anexo 25 Produo do aluno: Exposio sobre um tema escolhido pelo aluno PLNM

    [Reiterao da Tese: Ns jogamos nos tempos livres e devemos escolher os jogos

    mais adequados.]7

    Anexo 26 Produo do aluno: Exposio sobre uma citao a respeito de uma obra de leitura

    orientada estudada PLNM8

    7 No conseguimos digitalizar parte do texto original.

    8 Este texto foi produzido numa folha branca A4 da que o texto esteja desalinhado.

  • 120

    Anexo 27 Produo do aluno: Exposio elaborada, no mbito do Projeto Livro Livre

    PLNM (Escrita Independente)

  • 121

    Anexo 28 Grelha de avaliao da Escrita ABG

    Anexo 29 Ficha de Diagnstico

    Escola Bsica Carlos Gargat 20 anos a Educar e a Crescer

    Portugus 7. ano FICHA DE AVALIAO DE DIAGNSTICO

    Nome: N.: Data: __ / /

    Avaliao: Prof.: Enc. de Educao:

    Domnios a avaliar: Leitura e Escrita

  • 122

    L atentamente o texto que se segue:

    (O av de Adriana tinha vindo viver para Lisboa, para casa de uma das filhas,

    pois estas no estavam tranquilas por o pai viver sozinho na sua casa da aldeia. Vasco,

    seu neto, durante o tempo que o av viveu com ele, faltou a algumas aulas para o poder

    levar a passear at junto ao rio Tejo e assim diminuir a tristeza e saudade que o av

    sentia do seu espao.)

    O av da aldeia

    Adriana lembra-se de ter pensado no av como num beb. Desamparado no meio dos crescidos.

    Olhou para a cara dele e teve vontade de lhe fazer muitas festas, enquanto o ouvia dizer:

    - Desculpa. S isso.

    - Desculpa.

    Os olhos baixos, como se tivesse feito uma maldade e esperasse o castigo da me.

    "Um beb" pensou Adriana.

    A me e a tia Adlia olharam para o relgio.

    - melhor entrar - disse a tia Adlia.

    - Detesto despedidas - disse a me.

    O av subiu para a carruagem e ficou a olhar para elas.

    - Desculpa - disse outra vez.

    - Pronto - disse a me - no deu, no deu. Esquea.

    - No estou sozinho - disse o av. - Tenho o rio a passar-me porta, e a lcia-lima1 no quintal.

    A me e a tia Adlia suspiraram e encolheram os ombros. "Nada a fazer" pensaram ambas.

    O av ia j a sentar-se no seu lugar, quando voltou porta da carruagem.

    -Vasco...

    - O Vasco est na escola, pai - disse logo a me, muito sria. - Para baldas, j bastou.

    - Desculpa - disse outra vez o av.

    E Adriana teve muita pena dele, e muita vontade de lhe dizer que no tinha de pedir desculpa a

    ningum, vontade de lhe contar o que o Vasco lhe segredara: que aquelas manhs diante do Tejo com o

    av o tinham tornado to diferente, e como ia sentir saudades dele, e como as aulas, s vezes, podiam

    esperar.

    Mas no disse.

    Nem sequer sabia que palavras usar para dizer aquilo sem parecer lamechas ou ridcula. Adriana

    tinha a certeza de que havia ainda muitas palavras algures por descobrir, palavras que servissem para

    falar do que as pessoas sentem, do que as pessoas querem explicar e no so capazes.

    "To difcil dizermos a uma pessoa que gostamos dela", pensou.

    - Diz ao Vasco... - a voz do av, porta da carruagem. Adriana olhou para ele, espera.

    - Diz-lhe que o rio dele tambm muito bonito. O pior que diante do Tejo no h lcia-lima.

    Adriana ficou a v-lo entrar no compartimento, sentar-se no lugar, e fechar os olhos.

    At o comboio comear a andar, no voltou a abri-los.

    Alice Vieira, "Um cheiro a lcia-lima" in Trisav de Pistola Cinta e outras histrias

    1 Arbusto aromtico, originrio da Amrica do Sul.

    A. Leitura do texto

    I.

    Identifica os momentos de organizao textual do excerto apresentado e sequencializa-

    os:

    a) Para Vasco, o tempo passado com o av foi muito bom.

    b) O av esperou de olhos fechados at o comboio partir.

  • 123

    c) O av lamenta pela 3. vez a sua partida.

    d) Vasco, por vezes, faltava s aulas para ir passear com o av.

    e) A me de Adriana e a tia Adlia levaram o av estao para apanhar o

    comboio de regresso a casa.

    f) Contrariamente ao que a tia Adlia pensava, o av no se sentia sozinho na

    aldeia porque tinha o rio porta e a lcia-lima no quintal.

    g) A me de Adriana e a tia Adlia convenceram-se de que nada podiam fazer para

    manter o pai em Lisboa.

    h) O av pediu filha que desse um recado ao Vasco.

    i) O av de Adriana vivia sozinho na sua casa de aldeia antes de ir viver para

    Lisboa.

    j) A me de Adriana no apreciava despedidas.

    II.

    Assinala, em cada uma das afirmaes, a alnea que melhor se adeque ao sentido do

    texto.

    1. Adriana v naquele momento o av como um beb porque: a) nota como ele se sente desprotegido.

    b) acha que ele est a ser piegas.

    c) julga que ele se quer ir embora apenas por "birra".

    2. O espao em que se desenrola esta sequncia : a) um cais onde se apanham os barcos que fazem a travessia do rio.

    b) uma estao de comboios.

    c) uma paragem de camionetas de longo curso.

    3. A atitude comprometida do av nota-se: a) no seu olhar distante e no fechar de olhos at ao momento da partida.

    b) na falta de dilogo com as filhas e no olhar envergonhado.

    c) no constante pedido de desculpa e no olhar quase sempre dirigido para o

    cho.

    4. O av sente-se, de alguma forma culpado porque: a) no correspondeu s expectativas das filhas e fartou-se dos passeios na

    companhia do neto.

    b) rejeitou a proteo e companhia das filhas e netos.

    c) no se adaptou vida na cidade e com isso aborreceu as filhas e criou

    problemas ao neto.

    5. O recado que o av manda para o neto mostra que: a) no se quiseram despedir um do outro.

    b) est muito grato ao neto por ter tentado tornar menos penosa a saudade que

    sentia do seu rio, do seu espao ao ar livre.

    c) a me de Vasco proibiu o convvio entre os dois.

    Responde com clareza a estas questes:

    6. Adriana teve muita pena dele, e muita vontade de lhe dizer... (I. 29) O que que Adriana teve muita vontade de dizer ao av e no foi capaz?

    O av na cidade sente-se um passarinho na gaiola. Explica porqu.

    Anexo 30 Prova de Aferio Interna de Portugus

  • 124

    Prova de Aferio Interna de Portugus

    Nome: ______________ N.: Turma: _____ Data: / /

    I.

    Domnios a avaliar: Leitura e Escrita

    Texto A

    L atentamente o texto que se segue (folheto turstico):

    AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CARLOS GARGAT

    ESCOLA BSICA CARLOS GARGAT

    Prova de Aferio Interna da disciplina de Portugus 7. Ano

    Durao da Prova: 90 minutos Ano letivo 2013/2014

  • 125

    Indica qual a afirmao correta:

    1. Este folheto da responsabilidade

    a. das termas de S. Pedro do Sul.

    b. de um hotel de S. Pedro do Sul.

    c. do posto de turismo de S. Pedro do Sul.

    2. Algumas das caractersticas destes banhos termais so:

    a. mineromedicinais, curativos e quentes.

    b. mineromedicinais e em local verdejante e histrico.

    c. em local verdejante e quente.

    3. Ordena, na folha de resposta, as frases, de 1 a 7, de acordo com a sequncia

    pela qual as informaes so apresentadas no folheto.

    a) Do perodo primitivo, restam ainda monumentos de interesse arqueolgico

    e arquitetnico.

    b) No sc. XII, as termas foram frequentadas por D. Afonso Henriques.

    c) Atualmente, as termas possuem um moderno equipamento, sendo

    consideradas das principais estncias termais do pas.

    d) Estas termas com poderes curativos j eram usadas pelos Romanos.

    e) As termas ficam situadas no vale de Lafes e so emolduradas por vrias

    serras.

    f) Todo o concelho rico em vestgios arqueolgicos.

    g) S. Pedro do Sul conhecido, sobretudo, pelas suas termas.

    Texto B

    L atentamente o texto que se segue:

    Urgentemente

    urgente o amor.

    E urgente um barco no mar.

    urgente destruir certas palavras,

    dio, solido e crueldade,

    Alguns lamentos,

    Muitas espadas.

    urgente inventar alegria,

    Multiplicar os beijos, as searas,

    urgente descobrir rosas e rios

    E manhs claras.

    Cai o silncio nos ombros e a luz

    5

    10

  • 126

    Impura, at doer.

    urgente o amor, urgente

    Permanecer. Eugnio de Andrade

    Responde agora s seguintes questes, usando sempre respostas completas.

    4. Diz qual a expresso que mais se utiliza no poema e explica por que razo tal

    acontece.

    5. O poeta faz um apelo a todos ns. Que apelo esse?

    6. Qual, ou quais, os problemas que afetam a Humanidade que levam o poeta a

    fazer esse apelo?

    7. Que quer dizer o poeta com a expresso urgente destruir muitas

    espadas.?

    8. Quantas estrofes tem este poema? Classifica-as quanto ao nmero de versos.

    9. Faz o esquema rimtico da primeira estrofe do poema.

    10. Classifica os tipos de rima presentes no poema.

    11. Encontra e identifica no texto uma figura de estilo e transcreve os respetivos

    versos.

    II.

    Domnios a avaliar: Gramtica

    12. L o excerto seguinte:

    Leu mais uma vez os dois poemas. Um falava sobre a amizade e outro sobre a

    urgncia do amor. No conseguia decidir de qual gostava mais porque ambos os

    poemas eram muito especiais. Finalmente, escolheu o poema Urgentemente,

    mas continuava a pensar sobre o poema Amigo. Esse poema era magnfico.

    12.1. Retira do excerto acima um exemplo de:

    a) Adjetivo

    b) Determinante

    c) Conjuno

    d) Nome

    e) Preposio

    f) Quantificador

  • 127

    13. Identifica as funes sintticas dos elementos sublinhados presentes nas

    frases que se seguem:

    a) urgente multiplicar os beijos.

    b) urgente descobrir rosas e rios.

    c) O amor urgente de acordo com o poeta.

    d) Li este poema na aula a semana passada.

    14. Indica o processo de formao das palavras seguintes:

    a) Urgentemente

    b) Amanhecer

    c) Amor-perfeito

    d) Reinventar

    e) Impura

    15.Indica a relao existente entre as palavras sublinhadas nos seguintes pares

    de frases:

    a) O poeta sabia de cor o poema. A cor do cu azul.

    b) O canto do poeta ouvia-se na multido. O canto da sala estava vazio.

    c) Querer poder. Ver para crer.

    d) O poema era curto. O poema era breve.

    16. Divide e classifica as oraes da frase seguinte.

    a) urgente o amor visto que a humanidade est em guerra.

    III.

    Domnios a avaliar: Escrita

    Rel o poema de Eugnio de Andrade que analisaste no grupo A e a afirmao que se

    segue. Redige uma Exposio em que comentes o poema e ds a tua opinio sobre a

    forma como o tema tratado.

    Este poema de Eugnio de Andrade , de facto, magnfico pela simplicidade

    com que apela ao leitor para a importncia deste sentimento to nobre que o Amor.

    O teu texto deve ter um mnimo de 150 e um mximo de 200 palavras.

    Ao redigires o teu texto, no te esqueas de que importante:

    a) apresentares a tua opinio sobre o poema lido (Tese);

    b) apresentares razes/argumentos para defenderes a tua opinio (que podes

    ir buscar ao texto)(Argumentos);

    c) conclures o teu texto de opinio, reforando a tua opinio inicial (Reiterao

    da Tese);

    E ainda

  • 128

    d) uma apresentao cuidada;

    e) uma caligrafia legvel;

    f) escreveres com correo ortogrfica e frsica;

    g) apresentares um texto bem pontuado.

    Anexo 31 Produo dos alunos: Texto integral Narrativa 1 (Escrita Independente)

    A alma perdida

    H muito, muito tempo atrs, Gustavo, um jovem alto e robusto que vinha de uma famlia

    muito pobre dos arredores do sul da sia (onde agora se encontra a Malsia), foi passear pela floresta

    densa. Este jovem era muito inteligente e aventureiro pelo que era o nico da sua grande vila que era

    destemido o suficiente para ir floresta sozinho, no meio da noite.

    Muitos amigos avisaram-no que no era seguro andar por ali quelas horas; ele, corajoso, no

    se importava. Era cauteloso o suficiente para no ser cercado por animais selvagens, mas, naquela noite,

    tudo lhe parecia diferente.

    Ouviu uma voz feminina por entre as rvores, to melodiosa como uma cano de embalar.

    Hipnotizado por aquele som oriundo de uma clareira, seguiu-o. Que seria?

    Curioso, chegou-se mais perto e comeou por se aperceber de algumas das palavras e de uma

    cantiga que o assustou pela forma como era cantada:

    -Um...dois...trs...quatro...um...dois...trs...quatro...

    Rapidamente, a voz que momentos atrs era glamorosa e acalmante tornou-se num pesadelo,

    mas o rapaz estava mais intrigado do que com medo pelo que saiu do seu esconderijo.

    A clareira era um espao amplo e, no centro, estava uma rocha com uma rapariga plida, de

    cabelos doirados e muito bonita, sentada a mexer no cabelo e a cantar, o que parecia a msica da

    insanidade.

    Gustavo ficou espantado, mas ele no era homem de medos e aproximou-se:

    -Quem s tu?

    A rapariga, apanhada desprevenida, assustou-se, mas respondeu questo:

    -O meu nome Clara e sou filha do Capito Noscada, um marinheiro portugus que se faz s

    guas sempre que pode...-murmurou Clara

    -E porque ests aqui?-questionou Gustavo.

    - que, um dia, o meu pai e eu embarcmos num navio rumo ao leste da sia a fim de transportar

    mercadorias e fazer algum comrcio com os habitantes, mas, para l chegarmos, passmos por entre

    estas ilhas; fomos puxados para o meio de um remoinho de gua e o barco naufragou. Agora, assombro

    estas terras em busca de companhia...-explicou ela.

    -Ent...ent...to tu ...s um fant...fant...FANTASMA!-gritou, assustado.

    -Pode dizer -se que sim, mas s estou aqui porque o meu corpo nunca chegou a vir a terra. A

    minha alma est aprisionada debaixo de gua e preciso de ajuda porque, se no me soltarem das

    profundezas do mar, nunca irei para o cu nem voltarei a ver a minha famlia.- disse a choramingar.

    -No te preocupes! Eu prprio me encarregarei de tentar encontrar o teu navio e devolver o teu

    corpo terra, para que possas dormir em paz.

    Assim, Gustavo cumpriu a promessa. Comeou a construir trs barcos com os seus amigos onde

    cada um seguiria o seu destino: o primeiro iria pelo Mar de Andaman, o segundo pelo Mar de Java, o

    terceiro pelo Mar da China.

    Como era pobre, no podia comprar materiais, mas, trs meses depois de andar a colher

    rvores e a transform-las em barcos, estava pronto para a expedio pelos mares. Despediu-se da

    famlia e foi...

    Gustavo foi no primeiro barco; nos outros, iam os amigos e colegas. Desoladamente, ningum

    encontrou o tal navio, mas, ao contrrio dos outros barcos que regressaram a terra, Gustavo e o seu

    barco nunca voltaram...

    Muitas pessoas dizem que ele encontrou Clara e com ela foi para a Terra Prometida.

    Aluno 13

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  • 129

    Anexo 32 Produo dos alunos: Texto integral Narrativa 2 (Escrita Independente)

    Amizade inesperada

    Numa tarde muito calma e sem nuvens, dois golfinhos irmos passeavam com a sua me. Um

    deles chamava-se Kiko, o cauteloso, e o outro Piko, o mais brincalho.

    Os dois irmos passeavam e decidiram jogar s escondidas. Quando decidiram que era o Kiko a

    contar, Piko escondeu-se num lugar onde dificilmente o encontrariam

    Kiko, quando parou a contagem, procurou o seu irmo, mas nunca mais o encontrava. Ento,

    pediu ajuda me porque estava muito preocupado com medo que algo tivesse acontecido ao seu irmo.

    Kiko e a me gritaram vrias vezes, perguntando, bastante preocupados:

    -Onde ests Piko? O jogo acabou, j podes aparecer.

    -Anda Kiko. Vamos procur-lo.

    Kiko e sua me, muito preocupados e infelizes, procuraram-no por todo o oceano, mas no o

    encontraram.

    Entretanto, passada j uma hora do desaparecimento, passou um grupo de tubares, o que

    provocou o pnico da me de Kiko e de Piko. Correram para se esconderem, mas os tubares j lhes

    tinham bloqueado o caminho. Estes, muito assustados, perguntaram:

    -O que querem vocs de ns?

    -Ns queremos ajudar. O que se passa convosco? - perguntaram os tubares muito curiosos.

    -O meu filho, o Piko, desapareceu e ningum sabe dele.

    -Ns queremos ajudar. Vamos fazer tudo para o encontrar.

    Foi ento que se dividiram em grupos, para explorar o oceano.

    Passado um pouco, j um grupo tinha encontrado Piko, o golfinho perdido, que estava distrado a

    ver um barco afundado e nem se lembrava de que estava a jogar s escondidas.

    Daqui nasceu uma grande e inesperada amizade entre dois grupos to distintos. Aluno 14

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    Anexo 33 Produo dos alunos: Texto integral Narrativa 3 (Escrita Independente)

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  • 130

    Aluno 6

    Anexo 34 Grelha de avaliao da escrita das Narrativas 1, 2 e 3

  • 131

    Anexo 35 Produo dos alunos: Caso 1 Narrativa, alunos 6 e 15 (Escrita Conjunta)

  • 132

    Anexo 36 Produo dos alunos: Caso 2 Narrativa, aluno 8 (Escrita Independente)

  • 133

    Anexo 37 Produo dos alunos: Caso 3 Narrativa, aluno 15 (Escrita Independente)

    O golfinho

    Esta rapariga queria muito ter um golfinho para poder brincar com ele na sua piscina. Todos

    os dias era a mesma coisa:

    - Me, porque que no falas com o tio Bruno, que pescador, para ele arranjar um golfinho?

    - O tio no pode, filha! E, alm disso, os golfinhos no podem viver em piscinas, eles vivem no

    mar!

    E todos os dias ela ficava amuada com a resposta da me.

    Um dia, enquanto estava a passear na praia, Mariana ouviu o barulho de um golfinho. Parecia

    que vinha das rochas. Quando ela se aproximou das rochas, viu um golfinho beb preso nas algas.

    Naquele momento, Mariana estava perante uma deciso muito difcil. Ela queria ajudar o golfinho, mas

    o desejo de ficar com ele era mais forte. Ento, ela resolveu levar o golfinho para casa. Ele vai ficar

    bem! A minha piscina grande e tem gua do mar. Portanto, ele vai pensar que est em sua casa. -

    pensou a rapariga.

    Quando a me viu o golfinho a nadar na piscina, mandou a filha lev-lo para o mar. Foi, ento,

    que a Mariana se desfez em lgrimas:

    - No, me! Por favor, no me obrigues a fazer isso! Eu prometo que cuido dele e que no o deixo

    ficar mal!

    - Pronto, est bem! Mas, quando ele crescer, vai ter que voltar para o mar! Lembra-te disso!

    Passaram-se anos e o golfinho e a Mariana tornaram-se amigos inseparveis.

    Foi, ento, que chegou o dia da despedida. Mariana j era crescida e, apesar da tristeza que

    sentia, no chorou quando viu o golfinho a ir embora.

    - Promete que no me esquecers e que me virs visitar! disse ela, enquanto o golfinho

    apreciava os ltimos momentos com a sua grande amiga.

    Como resposta, Mariana recebeu um grande salto e um barulho emitido pelo golfinho.

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    Anexo 38 Produo dos alunos: Caso 4 Narrativa, aluno 16 (Escrita Independente)

    Os golfinhos

    Era um dia de vero normal cheio de sol e com um tempo maravilhoso.

    Eu ia praia, em Troia, com a minha me, os meus primos, o meu pai e a minha irm.

    Ao chegarmos ao ponto de onde partiam os barcos, vi o mar Estava azul clarinho e com uma

    ondulao ligeira. Sentia-se o cheiro a maresia e, ao longe, ouvia-se o bonito som das ondas a rebentar

    suavemente na areia.

    Embarcmos no ferry grande e verde, com entusiasmo.

    - O que que vamos fazer primeiro? indaguei, com ansiedade, ao meu primo Toms.

    - Jogamos bola. - sugeriu ele.

    - Boa ideia! exclamei.

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  • 134

    O barco comeou a andar, mas, a meio do rio, parou com um enorme estrondo.

    Acalmem-se! No h problema. tranquilizou-nos o Capito - Vamos esperar pela guarda-costeira.

    Bolas! pensei. L se foi o dia de praia.

    Espermos um bocado e ,de repente ,comemos a ouvir um som suave e engraado. Espreitei e

    vi que eram golfinhos que, a essa hora, costumavam descer o rio.

    Estava a ser muito divertido v-los, pois eles davam saltos, cambalhotas e pareciam estar a rir-se para

    ns. No entanto, com o entusiasmo, debrucei-me demasiado e ca do barco.

    -SOCOOOOORRO SOCOOOOOOORRO!!! - gritava eu, em desespero.

    Foi ento que um golfinho me ps s suas cavalitas e me levou para Troia. Mais tarde,

    chegaram os meus primos, a minha me, o meu pai e a minha irm, tambm montados em golfinhos.

    Felizes, agradecemos aos golfinhos. Depois, despedimo-nos, dando-lhes um beijinho no seu

    focinho molhado.

    Assim, graas ao espantoso e inteligente animal que o golfinho, a minha famlia ainda

    conseguiu ter um excelente dia de praia.

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    Anexo 39 Produo dos alunos: Texto integral Relato Biogrfico 1

    9

    Aluno 17

    Anexo 40 Produo dos alunos: Texto integral - Relato Biogrfico 2 (Escrita

    Conjunta)

    9 Quando no mencionamos a etapa da redao do texto porque so produes individuais ou coletivas,

    em situaes de contexto de sala de aula.

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  • 135

    Alunos 1, 5, 12

    Anexo 41 Produo dos alunos: Texto integral Relato Biogrfico 3 (Escrita

    Independente)

    Alunos 7 e 8

  • 136

    Anexo 42 Grelha de avaliao da escrita dos Relatos Biogrficos 1, 2, 3

  • 137

    Anexo 43 Produo dos alunos: Caso 1 Relato Biogrfico, aluno 2

    10

    10

    A produo escrita de Relato Biogrfico que corresponde ao Caso 2 encontra-se no Anexo 40.

  • 138

    Anexo 44 Produo dos alunos: Caso 3 Relato Biogrfico, alunos 5 e 19 (Escrita

    Independente)

    Anexo 45 Produo dos alunos: Caso 4 Relato Biogrfico, alunos 2 e 11 (Escrita

    Independente)

  • 139

    Anexo 46 Produo dos alunos: Texto integral - Relatrio Composicional 3 (Escrita

    Independente)

  • 140

    Aluno 13

    Anexo 47 Produo dos alunos: Texto integral - Relatrio Composicional 2

  • 141

    Alunos 3, 17, 22, 23

    Anexo 48 Produo dos alunos: Texto integral - Relatrio Composicional 3 (Escrita

    Conjunta)

    Alunos 7 e 20

    Anexo 49 Grelha de avaliao da escrita dos Relatrios Composicionais 1, 2 e 3

  • 142

  • 143

    Anexo 50 Produo dos alunos: Caso 1 Relatrio Composicional, aluno 15

  • 144

    Anexo 51 Produo dos alunos: Caso 2 Relatrio Composicional, alunos 6 e 13

    (Escrita Conjunta)

    Anexo 52 Produo dos alunos: Caso 3 Relatrio Composicional, aluno 12 (Escrita

    Independente)

  • 145

    Anexo 53 Produo dos alunos: Caso 4 Relatrio Composicional, alunos 3 e 6 (Escrita

    Independente)

    Anexo 54 Produo dos alunos: Texto integral Exposio 1

  • 146

    Aluno 15

    Anexo 55 Produo dos alunos: Texto integral Exposio 2 (Escrita Independente)

    Alunos 2 e 11

    Anexo 56 Texto integral Exposio 3 (Prova de Aferio Interna de Portugus)

  • 147

    Aluno 9

    Anexo 57 Grelha de avaliao da escrita das Exposies 1, 2 e 3

  • 148

  • 149

    Anexo 58 Produo dos alunos: Caso 1 Exposio, aluno 4

    ``A Maior Flor do Mundo, Jos Saramago

    Este vdeo sobre um rapaz que passa por toda a floresta, para dar gua a uma flor, pois

    estava a murchar.

    Na minha opinio, este vdeo mostra que, se nos esforarmos, tudo possvel e, se uma criana

    destes tempos visse a planta a murchar, provavelmente, ignor-la-ia.

    ( www.caminhosdeleituraeaprendizagem.blogspot.com, 4/11/2013)

    Anexo 59 Produo dos alunos: Caso 2 Exposio, aluno 22 (Escrita Independente)

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  • 150

    Anexo 60 Produo dos alunos: Caso 3 Exposio, aluno 21 (Escrita Independente)

    Anexo 61 Produo dos alunos: Caso 4 Exposio, aluno 4 (Prova de Aferio Interna de

    Portugus)

    Anexo 62 Grelha de avaliao da escrita da Narrativa PLNM

  • 151

  • 152

    Anexo 63 Grelha de avaliao da escrita do Relatrio Composicional PLNM

  • 153

  • 154

    Anexo 64 Grelha de avaliao da escrita da Exposio PLNM

    GRELHA DE AVALIAO DA ESCRITA-PLNM- EXPOSIO

  • 155

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