Análise Ergonômica do Posto de Trabalho do Soldador

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    19-Jul-2015

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1. Introdução O tema dessa pesquisa é a análise o posto de trabalho dos funcionários da área de soldagem na indústria metalúrgica Metallouça, a fim de aplicar os conhecimentos teóricos à prática, requisito essencial para fixação e aprimoramento do conteúdo. Sendo escolhido com base no setor que apresenta maior variação de postura e demanda ergonômica, características estas que se pôde observar no setor de produção. O estudo pode ser considerado relevante, pois auxiliou na percepção inicial dos problemas ergonômicos proporcionando a visualização de possíveis melhorias, e irá também ajudar no aprofundamento de pesquisas futuras dos postos de trabalho da indústria. O trabalho do soldador além de exigir um grande esforço, representa riscos para o profissional, porém já existem muitos estudos para identificar os elementos responsáveis que causam tanto esforço e riscos. Ainda, levando em conta, juntamente com as condições de trabalho encontradas nos postos de soldagem, também o conteúdo desenvolvimento tecnológico, pode-se considerar dois pontos de vista ao vislumbrar o futuro da profissão de um soldador: um, de que o trabalho manual está se tornando obsoleto a partir das estratégias de racionalização da indústria atual; o outro, de que o recurso humano se torna cada vez mais importante para a indústria nos novos paradigmas da produção (KADEFORS, 2001). Então hoje os proprietários de grandes fábricas tem procurado conforto e segurança nos postos de trabalho, buscando em estudos parâmetros para soluções ergonomicamente adequadas, influenciando nos projetos futuros dos postos de trabalho, desde o primeiro layout da fabrica. Dessa forma evita-se problemas com a segurança dos funcionários e consequentemente aumenta a produção devido as melhorias no posto de trabalho. O objetivo geral da pesquisa é observar, descrever e analisar o levantamento das demandas ergonômicas nos postos de um posto trabalho (soldador) da indústria de fabricação de panela – Metallouça . Especificamente, objetivou-se entender a realidade do trabalhador, mensurar os pontos críticos e sugerir melhorias. Observando que esses postos de trabalho deveriam permitir a realização da tarefa com maior facilidade, respeitando não só a capacidade dos operários como o seu limite físico, sendo assim garantido conforto e melhor qualidade no ambiente de trabalho. 2. Referencial Teórico 2.1 Consequências ergonômicas no posto de trabalho A postura e movimento corporal têm grande importância na ergonomia, tanto no trabalho como na vida cotidiana. Eles são determinados pela tarefa e pelo posto de trabalho. A importância da boa postura no trabalho tem sido recomendada desde o início do século XVIII, quando em 1700, Ramazzini (Fundacentro, 1999) descreveu as conseqüências danosas de “certos movimentos violentos e irregulares e posturas inadequadas para o artesão”. Desde então, muitos pesquisadores tem descrito as conseqüências danosas das condições severas de trabalho, ao corpo humano (IIDA, 2005). Posturas e movimentos inadequados produzem tensões mecânicas nos músculos, ligamentos e articulações, resultando em dores no pescoço, costas, ombros, punhos e outras partes do sistema músculo-esquelético. As posturas (em pé, sentado e deitado) prolongadas e mal adaptadas podem prejudicar a estrutura física do indivíduo. Portanto, é aconselhado que: a) Alterne as posições; b) Ajuste a altura do assento e a posição do encosto; c) Use apoio para os pés; d) Evite manipulações fora da área de alcance; e) Incline a superfície para leitura; f) Deixe espaço suficiente para as pernas; g) A altura da bancada deve ser ajustável. A observação ocular dos movimentos feitos pelo operário ao realizar sua função, não é suficiente para fazer uma análise completa de sua postura, pois o mesmo realiza vários tipos de movimentos em pouco tempo. Em cada mudança de postura, um conjunto de músculos diferentes é acionado, sendo assim, se faz necessário a aplicação de técnicas para que a análise seja feita. Assim, as ações de saúde do trabalhador têm como foco as mudanças nos processosde trabalho que contemplem as relações saúde-trabalho em toda a sua complexidade, por meio de uma atuação multiprofissional e intersetorial e uma compreensão interdisciplinar (TEDESCHI, 2005). O posto de trabalho é considerado como a menor unidade produtiva, podendo ser composto, em seu arranjo mínimo, de um homem e seu local de trabalho, onde ele desempenha tarefas por um período de tempo relativamente longo. Segundo Iida (2005), o posto de trabalho deve envolver o operador como uma "vestimenta" bem adaptada, em que ele possa realizar o trabalho com conforto, eficiência e segurança. Esta pesquisa será direcionada para o posto de trabalho pertencente ao soldador, uma vez que este foi escolhido para análise de suas características. 2.2 Soldagem Soldagem é um processo de junção de materiais, principalmente metais, mais importante em uma industria. A sua aplicação vai desde os pequenos componentes eletrônicos até grandes estruturas. E existem vários tipos de soldagens, para cada uma é necessária uma seleção do processo adequado para a aplicação. Técnica de reunir duas ou mais partes que passam a constituir um todo, assegurando a continuidade do material, assim como suas características mecânicas e químicas (MAGRINI, 1999). Existem muitas vantagens e desvantagens dos processos de soldagem, algumas das vantagens são: grande variedade de processos, pode ser muito portátil, juntas podem ser isentas de vazamentos, juntas de integridade e eficiência elevadas, operação manual ou automática, custo em geral razoável. Algumas das desvantagens: não pode ser desmontada, pode causar distorções e tensões residuais, pode afetar a microestrutura e propriedades das partes, requer habilidade do operário que efetua a soldagem, pode exigir operações auxiliares de elevado custo e duração, a estrutura pode ser sensível a falha total. A soldagem é um processo, que vem sendo utilizado desde épocas remotas, principalmente para a fabricação de armas e objetos cortantes. Hoje em dia é um processo muito importante das indústrias, pois tem um grande poder de junção de peças com uma maior qualidade no mercado. É muito usada por exemplo nas construções de navios. Outros processos empregados na união dos materiais são a brasagem, onde a união se da pela adição de um material fundido cuja função e unir os materiais base, que se matem na fase solida; e a solda branda, realizada pela adição de material fundido, com os materiais base permanecendo na base solida, porem numa temperatura mais baixa que a utilizada na brasagem. A solda brande e empregada principalmente (MACHADO, 1996). 2.3 Posto de trabalho: Soldador na união de circuitos eletroeletrônicos O trabalho do soldador é reconhecido como algo que exige esforço e expõe a riscos o profissional. Profundamente ligado ao tipo de processo de soldagem empregado, o tipo de risco a que o soldador está submetido é definido, geralmente, com base em dados ambientais e estudos de posturas de trabalho. Ainda, levando em conta, juntamente com as condições de trabalho encontradas nos postos de soldagem, também o contínuo desenvolvimento tecnológico, pode-se considerar dois pontos de vista ao vislumbrar o futuro da profissão de soldador: um, de que o trabalho manual está se tornando obsoleto a partir das estratégias de racionalização da indústria atual; o outro, de que o recurso humano se torna cada vez mais importante para a indústria nos novos paradigmas da produção. Assim, devido aos riscos envolvendo a profissão do soldador e a necessidade de um posto de trabalho que contemple segurança e conforto, foi considerado o desenvolvimento de uma pesquisa que buscasse parâmetros para soluções ergonomicamente adequadas e que pudesse contribuir para que no futuro novos postos sejam projetados corretamente. Para isso, foi necessário levar em consideração os diversos fatores que compõem o ambiente, o posto e o próprio trabalho de solda, inserido no processo produtivo da empresa da qual faz parte. 2.4 Soldagem por resistência a ponto Na empresa onde foi desenvolvido este trabalho, o processo é o de soldagem por resistência a ponto. Este método emprega o calor produzido pela passagem da corrente elétrica em um condutor. A solda é realizada entre peças que estão sobrepostas por meio da fusão local provocada pela corrente elétrica entre dois eletrodos (fabricados com ligas de cobre), que pressionam a superfície das mesmas. Este processo é bastante aplicado na fabricação de peças com chapas relativamente finas (MACHADO, 1996). Na soldagem a ponto, se a máquina não estiver regulada corretamente, são lançadas faíscas que podem atingir o soldador ou demais indivíduos presentes no posto de trabalho. O ponto de solda pode esfriar livremente, cessando o esforço de compressão no corte da passagem da corrente, ou então o ponto pode esfriar-se, mantendo a compressão após o corte da corrente (BRACARENSE, 2000). Evitando assim um esforço maior do operador para que se tenha uma soldagem de boa qualidade. Esse tipo de soldagem torna-se uma atividade repetitiva, então muitas fábricas usam máquinas e até mesmo robôs para ajudar na solda mais precisa e eliminar alguns riscos de segurança que a solda oferece para os operários. Diferente de outros tipos de soldas, a soldagem por resistência a ponto não emite raios ultravioletas prejudiciais, no entanto devem existir alguns cuidados, como proteção dos olhos e outras partes do corpo, já que quando o metal é fundido ocorre escapamento de faíscas. 3. Metodologia A análise foi realizada em uma indústria de panelas, na cidade de Campina Grande no dia 21 de Outubro de 2011. A amostra foi constituída por um funcionário da empresa que exercia sua atividade no momento da avaliação. Foi feita observação armada do mobiliário e descrição dos movimentos e hábitos posturais realizados pelo funcionário em seu posto de trabalho. A análise direcionada a um posto de trabalho, foi realizada através de: − Visita técnica para mapeamento geral do sistema produtivo; − Observação da execução do serviço; − Entrevista com o operador; − Avaliação dos resultados obtidos; − Sugestão de melhorias. 4. Análise dos dados 4.1 Função Principal do Posto A função principal do operador em análise é soldar alças de aço inoxidável com o auxílio de uma máquina de solda de ponto. 4.2 Espaço Físico De acordo com o que se pôde observar o espaço físico é considerado satisfatório para execução da atividade, já que a área ocupada pelo operador não apresenta perturbação física de outros operadores e máquinas. 4.3 Arranjo Físico Figura 1 – Arranjo Físico Como observar-se acima, o arranjo físico é composto por uma cadeira de madeira, uma mesa de apoio disposta do lado esquerdo do operador, uma base vertical e uma máquina de solda ponto, representada acima em verde. 4.4 Posturas Assumidas O operador se limita a posição sentada. Porém sua cadeira não é ergonomicamente adequada, possuindo desnível entre os pés e a base da cadeira é comprida fazendo com que o encosto esteja longínquo das costas do funcionário. O pedal de acionamento da máquina é elevado, dificultando o acionamento repetitivo do mesmo. Logo, a postura assumida pelo operador é ergonomicamente inadequada, já que o mesmo encontra-se ao longo de todo o turno com a coluna curvada a aproximadamente 45o. 5. Atividades Motoras e Sensoriais. 5.1 Atividades Motoras: A atividade estudada necessita de alto nível de repetição, sendo geradora de fadiga e de possível LER (Lesão por Esforço Repetitivo), mas não requer do operador esforço físico exacerbado, pois as ferramentas utilizadas em sua função encontram-se dentro da área de fácil alcance. É exigido do operador uma boa coordenação motora, já que para execução de seu serviço precisa fazer uso dos membros superiores e inferiores simultaneamente. 5.2 Atividades Sensoriais: O trabalhador recebe informações através de fichas técnicas contendo sua meta semanal e comunicados adicionais provindos do chefe do setor. 6. Mobiliário, Ferramentas, Equipamentos e EPIs A máquina de solda disposta no posto de trabalho em questão pode ser considerada antiga, não possuindo sensores de proteção aos dedos, embora se faça necessário, por motivo da função ser periculosa já que envolve alta precisão e temperaturas elevadas. A cadeira de madeira possui desnível entre os pés e a base da cadeira é comprida fazendo com que o encosto esteja longínquo das costas do funcionário. O pedal de acionamento da máquina é elevado, dificultando o acionamento repetitivo do mesmo. Verificou-se que o trabalhador fazia uso de EPIs (luva, óculos, protetores para o braço, semelhante ao utilizado por motociclistas e protetores auriculares). Com a análise feita pode-se observar que os componentes do posto de trabalho não são ergonomicamente adaptados e nem seguros, embora faça utilização de EPIs. 7. Condições Ambientais Neste posto de trabalho as condições ambientais enquadram-se em uma classificação intermediária, sendo baseadas na percepção visual e sensorial das pesquisadoras. Como aspectos positivos têm-se: - Boa iluminação: a estrutura física dispõe de vários pontos de luz; - Qualidade do ar adequada: inexistência de partículas suspensas no ar; - Inexistência de vibrações. Como aspectos negativos têm-se: - Cor do ambiente: ausência de cores claras, as paredes são de tijolo aparente proporcionando sensação de um ambiente pesado; - Temperaturas variadas entre médias e elevadas: devido ao telhado de amianto que absorve e concentra calor dentro do ambiente interno; - Ruídos intensos: algumas máquinas do setor apresentam sons com mais de 85 dB. 8. Organização do Trabalho É um exercício que exige repetitividade elevada, alto nível de concentração, baixo tack-time e altos níveis de produção, causando assim exaustão psicológica e física. Observou-se uma relação próxima entre o funcionário e seus superiores. E apresenta jornada semanal de 44h com folgas para almoço e nos finais de semana. A empresa disponibiliza locais para descanso e lazer. Não há horas extras e trabalho noturno. A sequência de atividades se dá do seguinte modo: − O ajuste da máquina; − Pega o material que já foi entregue a ele por um alimentador; − Coloca-o na máquina, acionando a mesma através de um pedal; − Faz primeiramente o armazenamento do produto pronto em seu próprio braço; − E por fim, ele faz a transição das alças presentes em seu braço para estocagem em uma base vertical de madeira. 9. Levantamento, Transporte e Descarga de Materiais No posto de trabalho estudado, não há esforço físico exagerado, pois o trabalhador executa sua atividade sentando e sem o transporte de materiais pesados. O mesmo faz apenas o manuseio de tiras de aço de pouca espessura e peso irrisório. Tornando o trabalho menos cansativo com relação a intensidade das cargas. 10. Considerações Finais Esta pesquisa mostra um retrato da situação dos trabalhadores na indústria de panelas, Metallouça. A linha condutora desta pesquisa foi a análise da demanda ergonômica destes profissionais, com base em um método participativo de levantamento de dados, cujo objetivo é a contribuição para o projeto de seus postos de trabalho. No posto de trabalho analisado, o operador se limita a posição sentada e sem o transporte de materiais pesados, porém sua cadeira não é ergonomicamente adequada, possuindo desnível entre os pés e a base da cadeira que é comprida fazendo com que o encosto esteja longínquo das costas do funcionário. O que evidencia a necessidade de providências quanto ao fornecimento de equipamentos que permitam que os operários possam trabalhar em posturas menos danosas. A atividade estudada necessita de alto nível de repetição, sendo geradora de fadiga e de possível LER, mas não requer do operador esforço físico exacerbado, pois as ferramentas utilizadas em sua função encontram-se dentro da área de fácil alcance. Sendo assim, é indicado que seja inserida no ambiente de trabalho em turnos freqüentes, a execução de ginásticas laborais, para amenizar possíveis danos ou lesões decorrentes de trabalhos repetitivos. Com relação à segurança do trabalhador em seu posto de trabalho, verificou-se que o trabalhador fazia uso de EPIs, porém sabe-se que a prioridade é afastar o ser humano do perigo e só em último caso empregar o EPI. No entanto o que se observa no dia-a-dia das empresas é o uso massivo de EPI e poucas tentativas de resolver os problemas, seja pelo custo, seja por deficiência no planejamento. Observou-se a necessidade de melhorias nas máquinas existentes ou aquisição de novas máquinas, já que a máquina de solda disposta no posto de trabalho em questão não possui sensores de proteção aos dedos, o que é um elemento essencial para segurança do operador. Ao analisar a questão ambiental, notou-se que as condições ambientais enquadram-se em uma classificação intermediária, sendo este um nível que evidencia a necessidade de melhorias. É preciso que o ar circulante esteja livre de gases e partículas e em temperatura que ofereça conforto na troca térmica do trabalhador com o ambiente. Portanto, sugere-se a instalação de ventiladorese exaustores, fazendo com que o ar circule melhor e que as partículas possam ser dispersas para o ambiente externo, além de melhorar a sensação térmica do operador. Observou-se uma relação próxima entre o funcionário e seus superiores, onde não foram observadas cobranças excessivas, nem relações de temor aos chefes. O operador tem controle sobre a velocidade de sua produção, pois produz peças avulsas a serem utilizadas na montagem do produto. Mostrando assim que apesar dos níveis altos de produção, o trabalhador tem autonomia suficiente para determinar a melhor e mais confortável maneira de se produzir. O posto do soldador consiste em uma combinação complexa de elementos, assim o projeto de um posto que garanta ao soldador trabalhar com conforto e sem risco de gerar enfermidades, deve contemplar variados aspectos e envolver muitas áreas de conhecimento. Mas para isso é fundamental a contribuição do trabalhador e da empresa. 11. Referências ANTONIO, R. L. Análise Ergonômica do Posto de Trabalho. Disponível em:http://www.joinville.udesc.br/portal/professores/remi_lopes/materiais/AN_LISE_ERGON_MICA __DTA.pdf. Acesso: 10 de novembro de 2011. BRACARENSE, A. Q. “Processo de soldagem por Resistência”. 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