Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de OSRIS E MAET.

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    18-Apr-2015

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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de OSRIS E MAET
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de OSRIS E MAET Papiro de Hunefer, Tebas, Imp rio Novo, XIX dinastia, c. 1285 a. C.; papiro pintado; alt. 39 cm. Londres, Museu Britnico, EA 9901/3. Passagem 125 do Livro dos Mortos. SCHULZ, Regine; SEIDEL, Mathias, 2001 Egito. O Mundo dos Fara s. Col nia: Konemann, p. 350-351.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris O defunto, Hunefer, conduzido pelo deus Anbis balana da deusa Maet.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Anbis (representado com corpo de chacal ou por homem com cabea de chacal) era o deus ligado ao embalsamamento, mumificao, protetor dos mortos e dos espaos funerrios. "Ns, os Chacais, sacerdotes de Anbis, somos os guardies dos seus tmulos gloriosos ou sepulturas humildes. Somos os guardies dos mortos. Somos os servos de Anbis. Livro dos Mortos.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris A balana de Maet, deusa da ordem csmica e equilbrio universais. Tambm simbolizava a justia e a verdade. Era dever do fara manter a ordem e o equilbrio de Maet, para impedir o regresso da desordem, da injustia e da mentira. Quando morria tambm ele devia responder perante o tribunal de Osris e de Maet.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris O corao do defunto era colocado num dos pratos da balana; tinha de proclamar a sua inocncia e declarar que tinha seguido o caminho da virtude durante a sua passagem pela Terra.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris A pena de avestruz da deusa Maet era colocada num dos pratos da balana. Se as declaraes do defunto fossem verdadeiras o seu corao no pesaria mais do que a pena, smbolo da verdade, e seria ento considerado puro.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Anbis presidia cerimnia da pesagem do corao, verificando o bom funcionamento da balana.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris No caso de a pesagem no ser favorvel ao defunto, o seu corao seria devorado pelo monstro Ammut (cabea de crocodilo, corpo de leo e hipoptamo). Para os egpcios, o inferno resumia-se a Ammut, que destrua as almas dos pecadores que no agiram de maneira correta em vida, fazendo-as desaparecer definitivamente.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Tot, escrivo do tribunal, deus patrono da escrita e dos escribas, era responsvel pela elaborao do relatrio final da pesagem do corao do defunto, registando os movimentos da balana. O deus representava a inteligncia divina, sempre presente e omnisciente, sendo representado como um homem com cabea de bis.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Depois do veredito favorvel anunciado pelo deus Tot, o defunto era conduzido pelo deus Hrus ao santurio de Osris.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Hrus, o deus representado com corpo de homem e cabea de falco ou simplesmente o deus falco. Na religio egpcia era considerado o deus protetor da monarquia, smbolo da unio entre o Alto e o Baixo Egipto, o vencedor de Set, da desordem e da injustia. Neste tribunal Hrus conduzia o morto at seu pai, Osris.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Em frente a Osris, e pousados sobre uma flor de ltus, encontram-se os quatro filhos de Hrus, os deuses que protegiam os rgos internos do defunto: fgado, estmago, pulmes e intestinos.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris Osris, juiz supremo do tribunal, confirmava o veredito anunciado pelo deus Tot e permitia a entrada do defunto no seu reino.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de Osris sis e Neftis assistem ao tribunal. No Antigo Egito, sis representava o modelo de uma mulher perfeita, filha, irm, esposa, rainha e me dedicada. Neftis era tambm irm de Osris, sis e Set, sendo igualmente esposa deste ltimo. Estava associada ao culto dos mortos o que explica a sua presena no julgamento.
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  • Ana Cristina Sousa, Mrio Sousa Cunha, Teresa Gomes O tribunal de OSRIS E MAET Papiro de Hunefer, Tebas, Imp rio Novo, XIX dinastia, c. 1285 a. C.; papiro pintado; alt. 39 cm. Londres, Museu Britnico, EA 9901/3. Passagem 125 do Livro dos Mortos. SCHULZ, Regine; SEIDEL, Mathias, 2001 Egito. O Mundo dos Fara s. Col nia: Konemann, p. 350-351.

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