Agenda ACERT out nov dez 2014

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    04-Apr-2016

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Programao e informao associativa de outubro, novembro e dezembro de 2014

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  • OUTUBRONOVEMBRODEZEMBRO2014

    /DEPOIS DE ABRIL

  • ACERT, 2014 de Abril. Assim estamos a celebrar ABRIL com o que de melhor sabemos fazer, convocando o

    pblico para o celebrar connosco. Muitas iniciativas acontecero durante este anto. Espetculos,

    exposies, debates, publicaes e conversas que alimentaro a plataforma giratria

    de afetos que a Acert.

  • OUTUBRONOVEMBRODEZEMBRO2014

    /DEPOIS DE ABRIL

  • APOIOS

  • Edio

    ACERT Associao Cultural e Recreativa de Tondela

    R. Dr Ricardo Mota; 3460-613 Tondela 232 814 400geral@acert.ptwww.acert.pt

    Edio 2.000 exemplaresSetembro 2014impresso e acabamento: Organi

    MECENAS

    A ACERT UMA ESTRUTURA FINANCIADA POR

    CO-FINANCIAMENTO

  • Preparem-se para os ltimos meses do ano que, longe de acabarem 2014, sero uma rampa anunciadora de um novo ano de loucuras emotivas, de afirmao de uma aventura artstico-cultural de matriz associativa que ir entrar no 39 ano de ao.De julho a setembro a programao estabeleceu-se fundamentalmente no espao exterior do Novo Ciclo Acert: o Tom de Festa e as mltiplas atividades dirigidas aos mais novos; e o acolhimento e apoio s diversas atividades educativas e comunitrias e s iniciativas de associaes e instituies que tm o Novo Ciclo Acert como sua casa. Quase sem parar, todos os fins-de-semana, desde o final de Maio, A Viagem do Elefante percorreu 14 localidades do territrio Viseu Do Lafes na companhia de mais de 700 participantes que se juntaram ao elenco do Trigo Limpo teatro Acert. Certificou-se a importncia de um projeto que, a partir da circulao de uma criao artstica pluridisciplinar, valoriza identidades locais de gente boa e bonita,

    normalmente arredada dos circuitos de difuso artstico-culturais que privilegiam os grandes centros urbanos.Aprendeu-se, conquistaram-se amizades que perduraro na memria e na ao futura. Habitou-se 70 dias junto das populaes com quem se partilhou este sonho. Foram mais de 14.000 espectadores que corresponderam ao desafio.

    TRIMESTRES MEMORVEIS!

    SONHOS DO TAMANHO DE UM ELEFANTE POVOAM OS 38 ANOS DA ACERT ENLAANDO 20 EDIES DO FINTA.

  • Bem, mas voltemos ao que esta agenda vos reserva: A abertura com um grande nome

    do teatro, Ruy de Carvalho.

    A preparao de um D. Juan, uma coproduo do Trigo Limpo teatro Acert/Companhia Voadora da Galiza e a Universidade Snior de Tondela.

    3 artistas plsticos do distrito de Viseu marcam com as suas obras a Galeria.

    Teatro, msica, dana, literatura, conferncias, residncias, acolhimento de iniciativas, aes para pblico escolar e ateliers formativos. Atividades e espetculos que, pela sua diversidade de linguagens, pelo pblico-alvo e pelas aliciantes artsticas representam um estmulo para sair de casa e partilhar convivncias.

    E h tambm o FintA - Festival Internacional de Teatro da Acert. A 20 edio a ser festejada com brio e brilho. Doze espetculos num calendrio mais alargado (5 semanas).Iremos assistir a 3 estreias uma delas internacional por um grupo da Ucrnia com o anseio da paz imediata e uma ante estreia. Grupos nacionais e internacionais brindando o festival com propostas artsticas multidisciplinares. O teatro abraando outras artes e leituras.O Dia Internacional das Pessoas com Deficincia com relevo neste 20 FintA e a merecer um dos grupos de teatro mais pioneiros no trabalho artstico profissional com pessoas portadoras de deficincia Crinabel Teatro. Um encerramento do Festival para ser maravilhosamente compartilhado: os lanamentos do livro A Viagem do Elefante por Viseu Do Lafes e do Livro/Cd com a msica original de Luis Pastor para o espetculo com as carcias poticas do nosso Jos Saramago. A seduo da literatura, da msica e da fotografia num dia memorvel que celebra 38 anos de uma Acert que continua a fabricar sonhos.

  • Foto de Ricardo Chaves no Tom de Festa de 2014

  • programao

  • Continente apresenta / Teatro / Poesia / 4 OUT

  • DR

    TROVAS & CANES, Actores, Poetas e CantoresUM DOS ATORES MAIS RECONHECIDOS DO TEATRO PORTUGUS, RUY DE CARVALHO, APRESENTA-SE PELA 1 VEZ NA ACERT.

    TROVAS & CANES, Actores, Poetas e Cantores um espetculo indito da autoria de Paula Carvalho e Paulo Mira Coelho, reunindo trs geraes de atores e outros grandes profissionais, ao redor da figura de Ruy de Carvalho.No o teatro apenas o que nos reserva este espetculo que conta com os desempenhos de Joo de Carvalho, Henrique De Carvalho, filho e neto do ator, mas tambm com a linda voz da fadista e atriz, Ana Marta, Prmio Amlia Revelao 2011, ao som da guitarra portuguesa do professor Ricardo Gama e da guitarra clssica de Joo Correia.O espetculo pretende recordar uma mo cheia de poemas que tornaram famosas algumas da nossas grandes canes, desde Pedro Homem de Mello a Jos Lus Gordo, sem esquecer Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Mrio Moniz Pereira, Ary dos Santos, Manuel Alegre, Florbela Espanca, Jos Lus Tinoco e Anbal Nazar. Uma apresentao em ambiente de grande intimidade com o pblico que certamente ir acompanhar os temas, por fora das mil vezes em que foram cantados pelos palcos de Portugal. O

    espetculo tem ainda uma homenagem a trs grandes nomes da nossa literatura: Gil Vicente, Lus Vaz de Cames e Manuel Maria Barbosa du Bocage. As TROVAS alimentaro as CANES, do mesmo modo que os atores e os msicos, tambm eles transformados em pblico, recitaro, tocando e cantando os temas que o bom gosto do nosso povo imortalizou ao longo do sculo passado. Uma viagem entre a rcita e o concerto, numa amostragem que se pretende rica e saborosa, pelo facto de ser facilmente identificada por todo o pblico.

    Interpretes: Ruy de Carvalho, Joo de Carvalho, Henrique de Carvalho, Ana Marta, Ricardo Gama e Joo Correia.

    CONTINENTE APRESENTASB. 4 OUT14 21:45Auditrio 1PREO: 10 / Associado: 5

  • Concerto / 18 OUT depois de abril /

  • Fazenda Gustavo Dinis e Paulo Martins

    FAZENDA UMA BANDA SONORA DE UM FILME SEM GUIO, UMA MQUINA DE FAZER PAISAGENS.

    () Fazenda uma herdade fechada em 12 doze cordas, o lugar onde se renem homens de mos calejadas: Gustavo Dinis e Paulo Martins assumem aqui total liberdade no granjeio com esse instrumento de cultivo que se d o nome de guitarra elctrica. Duas guitarras em dilogo e contemplao, a serem mais do que apenas isso mesmo. H aqui imagens. Um cinema sonoro pronto a absorver-nos nas paisagens que as duas guitarras produzem. Se tanto com o rock adubam a sua terra, onde encontramos o melhor da tradio musical do oeste norte-americano, tambm no cu encontram matria exploratria, e damos por ns a pairar no espao sideral, em plena viagem csmica, nessa nave do psicadelismo. E porque isto na arte do cultivo tambm tem um qu de espontneo, o duo no se prende em estruturas rgidas: h espao para a improvisao, e a palavra jam ganha aqui novos contornos. Para intensificar o poder imagtico de Fazenda,

    acrescenta-se um elemento visual receita: Zito Marques ingressa agora nesta viagem com projeco de vdeo.

    Timteo de Azevedo

    Guitarras: Gustavo Dinis e Paulo Martins / Vdeo: Zito Marques

    SB. 18 OUT14 21:45Auditrio 2PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    Foto

    de Jo

    o Si

    mes

  • Concerto Outonalidades / 25 OUT depois de abril /

  • Najla Shami (Galiza|Palestina)

    COMPOSITORA GALAICO-PALESTINIANA PROCURA O DILOGO ENTRE AS SUAS ORIGENS E AS SUAS REFERNCIAS ATUAIS.

    Cantora e compositora nascida em Compostela, filha de trs culturas: palestiniana, galega e argentina, cresceu entre Galiza e Kuwait. Interessada pela msica desde a infncia, comea a estudar e cantar com 9 anos, fazendo parte de diversos coros polifnicos e formaes de msica tradicional galega. Nessa altura cria as suas primeiras canes, mas aos 17 anos, idade em que comea a tocar a guitarra, quando as suas composies se tornam mais pessoais e a sua voz v-se influenciada por estilos como o jazz, funk e world music.Gradualmente incorpora novas influncias na sua linguagem, achegando sonoridades de Portugal, Brasil e frica que mistura com as suas razes e com o jazz, e imprime uma profunda pegada na sua evoluo.

    () Ela mesma destaca como valor da sua msica o seu ecleticismo, e precisamente essa abertura a todos os estilos que d sua msica uma frescura e uma originalidade que a faz diferente a outras propostas.

    Bibliosons 21/10/13

    Najla Shami: voz e calimba / Srgio Tannus: guitarra, cavaquinho, percusses e coros / Pedro Pascual: Acordeo diatnico e mandola

    SB. 25 OUT14 21:45Auditrio 1Espetculo integrado no 18 Outonalidades circuito portugus de msica ao vivo organizado pela dOrfeu

    PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    Ainoa

    Calvo

  • A escola vem ao teatro / 29+31 OUT depois de abril /

  • Carlo

    s Tele

    s

    O ENVELHECIMENTO QUE FALA PORTUGUS. IMPIEDOSO, COMOVENTE, POTICO, SATRICO COM DESVARIOS AMOROSOS.

    Entre o trgico e o cmico, esta aventura de final de vida ganha, em palco, uma dimenso que nos remete novamente para o mundo do faz de conta, essa fantstica brincadeira que, em pequenos nos permite reinar e, j adultos, nos reaproxima da menoridade.A determinada altura o Amrico, ao ralhar com os utentes do Lar, exclama: - Parecem putos No tm vergonha na cara, estes homens desta idade, parecem putos, - o que nos remete para um universo onde as idades e os comportamentos se confundem porque, como diz o povo, de velho se torna a menino. E neste universo que nos vamos mover e onde, num jogo de faz de conta, vo reinar as palavras de valter hugo me dando vida ao triste e divertido Lar Feliz Idade.

    Fiquei maravilhado com o trabalho que o Trigo Limpo apresenta. No podia esperar receber o meu livro devolvido desta forma, simultaneamente to competente e amvel. ()Em certo sentido, uma encenao brilhante como a que o Trigo Limpo faz agora o modo mais prudente para que eu, enquanto autor, regresse ao meu livro. ()Voltamos a casa com vontade de colocar em cada vazio um sinal contrrio. Porque momentaneamente estamos repletos. Fortes para muito mais do que o habitual. Crnica de valter hugo me in JL a 22-01-2014

    A partir de A Mquina de Fazer Espanhois de valter hugo me / Adaptao e encenao de Pompeu JosComposio e Direo musical de Filipe MeloCenografia de Ztavares e Pompeu JosDesenho de luz de Lus Viegas e Paulo NetoInterpretao de Antnio Rebelo, Hugo Gonzalez, Joo Silva, Pedro Sousa, Pompeu Jos, Raquel Costa e Sandra Santos

    O fascismo dos bons homens Trigo Limpo teatro Acert

    QUA. 29 OUT14 10:30SEX. 31 OUT14 10:30 e 14:30Auditrio 1M/12 105 Min.PREO: 2 (Pblico Escolar)

  • A escola vem ao Teatro / 4+5 NOV depois de abril /

  • Jos F

    errolh

    o

    Olhar de Novo Baal 17 - Companhia de teatro

    O TEATRO QUE INTERROGA E DIALOGA

    Espetculo de Teatro Frum sobre bullying Na vida, como no Facebook, os gostos no se discutem. Mas no teatro tudo discutvel. Mais ainda no Teatro Frum, em que tudo de facto discutido. Usando como pretexto a histria de trs amigas cuja relao se deteriora perante o olhar da plateia, o fenmeno (to na ordem do dia) Bullying ser analisado, discutido, dissecado, virado do avesso. Porque o teatro, ao contrrio da vida, permite voltar atrs, fazer outras escolhas, mudar o passado, transformar o futuro. Este espetculo prope que cada espectador tome nas suas mos a responsabilidade de alterar os comportamentos da protagonista, experimentando assim outras formas de atuao que conduzam a histria a um desfecho diferente, mais risonho, positivo, livre do medo do Bullying.

    Encenao: Filipe Seixas / Interpretao: Catarina Incio, Helena vila e Susana Nunes / Facilitador: Filipe Seixas / Vdeo: Pedro Frazo / Fotos: Jos Ferrolho / Operao tcnica: Paulo Tronco / Gesto: Rui Ramos / Direo Produo: Sandra Serra

    TER. 4 NOV14 10:30 e 14:30 QUA. 5 NOV14 10:30Auditrio 2

    Dirigido ao ensino secundrio M/14 70 Min.PREO: 2 (Pblico Escolar)

  • Teatro / 8 NOV depois de abril /

  • Paulo

    Nun

    o Silv

    a

    Rdio Cabaret Teatro das Beiras

    O CARTER CLOWNESCO E MULTIDISCIPLINAR INSPIRADO EM SITUAES DO REAL CONFLUEM PARA UM UNIVERSO FICCIONAL ONDE AO REAL-PROGRAMTICO SE OPE O ABSURDO E O IRREAL-FANTSTICO.

    Rdio Cabaret um espetculo construdo a partir dos textos do comedigrafo alemo Karl Valentin. Num ambiente social de um bairro popular emitido a partir de um pequeno auditrio, (o auditrio da Emissora de Rdio do Bairro), um programa de variedades onde desfilam personagens-tipo, criados pelo imaginrio daquele que foi um dos autores que no seu exerccio de criao teatral, mais influenciou e determinou o chamado teatro de variedades europeu. Atravs de pardias, jogos de palavras, trava-lnguas, enredos lingusticos, a construo deste espetculo estruturada tendo como ponto de partida alguns dos elementos mais representativos da sua obra. Monlogos, dilogos, cenas, peas e canes, que so o universo da criao artstica e teatral de Karl Valentin, organizadas numa linha esttica que

    supem poder interessar e agradar ao pblico contemporneo portugus.As obras de Karl Valentin, como Charlie Chaplin ou Buster Keaton, cujas caractersticas so exemplo de comunicao esttica e artstica, influenciaram a criao teatral do ltimo sculo. Muita da criao teatral contempornea est marcada por esta influncia, visvel no teatro do absurdo.

    Autor: Karl Valentin / Encenao: Gil Salgueiro Nave / Cenografia e figurinos: Lus Mouro / Desenho de Luz: Jay Collin / Interpretao: Adriana Pais, Marco Ferreira, Pedro Damio e Snia Botelho

    SB. 8 NOV14 21:45Auditrio 2PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

  • Festival Internacional de Teatro ACERT. A 20 edio a ser festejada com brio e brilho. Espetculos num calendrio alargado a 5 semanas.3 estreias uma delas internacional por um grupo da Ucrnia com o anseio da paz imediata e uma ante estreia. Grupos nacionais e internacionais brindam o pblico com propostas artsticas multidisciplinares. O teatro abraando outras artes e leituras.

  • Finta > Dana / 14 NOV depois de abril /

  • Jos C

    ruzio

    Stretto Intruso (Alemanha/Romnia/Portugal)

    UM HOMEM DE FRONTEIRA, DO LIMIAR, DO LIMITE, QUE TENTA EXTRAIR DO CORPO CAMINHOS E DIREES.

    Inspirado e influenciado pela obra do poeta Paul Celan (19201970), procura-se um alinhamento de vivncias individuais transformadas num amontoado de sensaes fsicas e afetivas, atravs de um universo visual intenso. Um homem desalinhado. Um homem de fronteira, do limiar, do limite, que tenta extrair do corpo caminhos e direes. Com ele, cessam os nomes, o desejo e o ato de nomear, a existncia recua para o abismo da essncia no diferenciada, nica maneira de sair de si prprio. A linguagem no ser direta, mas sim interiorizada, obedecendo a um movimento subtil, impercetvel, como uma fraca e ltima respirao. O tempo e o espao so outros: de fratura, de diviso, de impotncia e de silncio. A caminho do silncio, o movimento degrada-se, desarticula-se, o sentido perde-se num abstrato inconsequente. Um solo de danaO encontro entre trs artistas de trs pases Romnia, Alemanha e Portugal provenientes de reas distintas,

    coreogrfico/performativo, msica e artes visuais, precipita um espao comum de observao, pesquisa e reflexo artstica e pessoal.Stretto esse lugar, a preto e branco e s riscas, onde os trs intervenientes partilham e aprofundam pensamentos transversais, atravs de um universo performativo/visual, mergulhando na obra do Paul Celan.

    Direo Artstica, Criao e Interpretao Romulus Neagu / Cenografia e Vdeo Joo Dias / Msica, In-terpretao ao Vivo Ulrich Mitzlaff / Desenho de Luz Cristvo Cunha / Apoio Contedos e Edio Ana Lcia Figueiredo / Fotos Play Bleu Blogspot, Joo Dias e Jos Cruzio / Parceria: Residncia Guelra | Laboratrio de Transcriao Coreogrfica, Artetotal e Naco / Produo Intruso, Associao Cultural

    RESIDNCIA ARTSTICA ACERT NOV14Sex. 14 NOV14 21:45Auditrio 2 PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    [estreia]

  • Finta > Livro / 15 NOV depois de abril /

  • Artes e Ideias da Desconcentrao Lanamento do livro de Joo Lus Oliva

    O QUE H MUITO NOS FAZIA FALTA: UMA REFLEXO VIVIDA DAS PRTICAS CULTURAIS DO INTERIOR CENTRO-NORTE DE PORTUGAL.

    Um olhar construdo (e sempre em construo) a partir da observao de sucessivas prticas e da sua considerao em quadros mais gerais.

    Uma geografia humana e social topograficamente situada no interior centro norte de Portugal serve de cenrio a referncias, comentrios crticos, propostas de resposta a questes estratgicas, manifestaes de apreo e cumplicidade, tudo relativo ao movimento cultural tambm sempre socio-poltico que nesse territrio emerge e se verifica.()o volume pretende evidenciar uma realidade nem sempre apercebida e exprimir uma opinio sobre o poliedro plural e mestio que deve ser a actividade de criao, produo e socializao de artes e ideias. E isto sem as muletas, tambm elas cannicas e padronizadas,

    de populismos localistas mais ou menos associativos ou folclricos.()Longe da elaborao de um peremptrio estudo terico ou proposta de aco prtica muito mais de um relatrio ou inventrio de realizaes e respectivos protagonistas , o que aqui se pretende a exposio de um olhar construdo (e sempre em construo) a partir da observao de sucessivas prticas e da sua considerao em quadros mais gerais.

    Joo Lus Oliva

    SB. 15 NOV14 18:30Auditrio 2Entrada Gratuita

  • Finta > Teatro / 15+16 NOV depois de abril /

  • Casaverde Teatro O Bando

    O TEATRO O BANDO HONRA O FINTA COM RESIDNCIA ARTSTICA E ESTREIA.

    CASAVERDE encara todos os desvios como acessos pontuais de uma loucura latente, encontrando o motivo e o apoio poltico para internar cada vez mais gente. Ningum ignora que os loucos gesticulam muito. Megalmanas, as nossas mos tomam conta dos nossos gestos e vontades. Ningum ignora que a dvida divide e que a reflexo multiplica. Insustentveis e instveis, os nossos olhos futuros ver-nos-o repetidamente ridculos. E essa busca que nos leva aos comportamentos mais absurdos e incompreensveis, norteados pelos excessos do exemplar e do inquestionvel. CASAVERDE uma conceituada cientista que rene em si teoria e prtica. Poderosa, tem na cincia o seu universo. Megalmana, a sua mente s do tamanho de todas as loucuras.

    Monlogo desenvolvido a partir do texto O Alienista de Machado de Assis / Encenao Guilherme No-ronha / Dramaturgia Guilherme Noronha e Miguel Jesus / Cenografia Rui Francisco e Joo Brites / Msica Jorge Salgueiro / Oralidade Teresa Lima / Desenho de Luz Rita Louzeiro / Figurinos Clara Ben-to / Adereos Ftima Santos / Execuo Cenogrfica Empresa Portuguesa de Cenarios (Epc) / Execuo de Figurinos Teresa Louro / Produo Filipa Ribeiro / Criao Teatro O Bando / Com Sara De Castro

    RESIDNCIA ARTSTICA ACERT NOV14SB. 15 NOV14 21:45DOM. 16 NOV14 16:00Auditrio 1 PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    [estreia]

    DR

  • Finta > Apresentao fase 1 / 21 NOV depois de abril /

    APRESENTAO 1 FASE: 21 NOV14Auditrio 1 21:45Preo: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    ESTREIA :27 MARO DE 2015

    PERODO DE FORMAOOUT A NOV14 (1 fase) DEZ14 A MAR15 (2 fase)INSCRIES: ACERT e Escola Prof. de Tondela

    Com uma apresentao da 1 fase trabalho marcada para o dia 21 de novembro, integrada no FintA, inicia no dia 6 de outubro esta coproduo entre o Trigo Limpo Teatro Acert, a Companhia Voadora e a Universidade Snior de Tondela.

    A estreia desta produo ficar para maro de 2015 uma vez que este ser um trabalho para ser realizado no decorrer do ano letivo da Universidade Snior de Tondela com a qual temos o enorme prazer de trabalhar!

    Teatro de primeira, com a terceira idade?A Universidade Snior do Rotary Club de Tondela Sempr@prender.net um servio do clube comunidade tondelense. Pretende dar vida aos anos e dar anos vida, sobretudo proporcionando aos mais velhos a oportunidade de continuarem a aprender ao longo da vida e ocuparem de maneira interessante o seu tempo livre, combatendo a solido.No prximo ano letivo, concretizando uma feliz e oportuna parceria com a Acert, vai ser possvel levar cena muita gente que, na vida, nunca se satisfez com estar na plateia. Sempre preferiram ser protagonistas da sua existncia, dando permanente novidade cena da vida.Encenar Don Juan de Molire vai ser um desafio bonito, com a Acert e uma Companhia galega Voadora sua parceira. Junte-se a ns, porque h lugar para todos e estamos Sempr@prender.nunca tarde.

    Dr. Felisberto Figueiredo

    Don JuanUM DON JUAN QUE NO TEM IDADE PARA SE APAIXONAR

    COPRODUO TRIGO LIMPO TEATRO ACERT/VOADORA COM A UNIVERSIDADE SNIOR DO ROTARY CLUB DE TONDELA

  • UMA COPRODUO MUITO ESPECIAL RESULTA EM MAIS UMA PARCERIA ARTSTICA ENTRE A VOADORA (GALIZA), O TRIGO LIMPO TEATRO ACERT COM OS ALUNOS DA UNIVERSIDADE SNIOR DE TONDELA

    A Voadora tem o prazer de voltar a esta casa ACERTINA que foi testemunha do seu nascimento em 2007.O Trigo Limpo Teatro Acert a nossa famlia, acolheu e apoiou-nos em mil aventuras e agora voltamos para uma vez mais trabalharmos juntos sobre algo que nos une: O amor.Montaremos uma verso muito especial de Don Juan de Molire. Um trabalho cozinhado a fogo lento com muito carinho, interpretado pelos atores da Universidade Snior.Molire apresenta um Don Juan hedonista, por isso escolhemos esta obra, porque um festim, ainda que o final do personagem seja funesto.Don Juan um cone de seduo, um bon vivant totalmente arruinado cujo nome e aparncia lhe do um status que no tem. Perguntamo-nos se a aparente sabedoria da idade justificada nos temas de amor.Os personagens desta histria no sero nem jovens, nem rpidos, mas vivero intensamente as idas e vindas do amor. Uma Dona Ins de 70 anos que se apaixona no sente as mesmas emoes que uma rapariga de 15?Vivemos no ocidente, um lugar onde se valoriza o novo, o rpido, a juventude e a beleza. E assim como se vive o amor no ocidente, como se fossemos a um restaurante de fast-food.Talvez seja hora de disfrutar de uma boa dose de slow-food.

    Voadora

  • Finta > Concerto Outonalidades / 21 NOV depois de abril /

  • Couple CoffeeUM DUO TALENTOSO QUE FAZ DE CADA CANO UM MOMENTO TAMBM TEATRALMENTE COMUNICATIVO

    Dupla formada pela Luso-brasileira Luanda Cozetti (voz) e o brasileiro Norton Daiello (baixo eltrico), radicados em Portugal desde 2005.Em 2007, editam o segundo CD, Coas tamanquinhas do Zeca!, dedicado obra do compositor portugus Jos Afonso, agora reeditado com surpreendentes revisitaes, celebrando os 4o Anos do 25 de Abril.A par da carreira enquanto dupla, tanto Luanda Cozetti como Norton Daiello emprestam a sua musicalidade, profissionalismo e criatividade a artistas como Jp Simes (Norton e Luanda), Ivan Lins (Norton Daiello), Sons da Fala, Rua da Saudade (Luanda Cozzetti), entre outros projetos aos quais se dedicam de corpo e alma.Os discos dos Couple Coffee tm sido aclamados pela crtica especializada e pelo pblico.

    A propsito dos 40 Anos do 25 de Abril, os Couple Coffee reeditam o cd Coas Tamanquinhas do Zeca, revisitando a obra de Jos Afonso e levam para a estrada algumas surpresas.

    Luanda Cozetti: voz / Norton Daiello: baixo elctrico

    SEX. 21 NOV14 23:00Bar Novo CicloEntrada Gratuita

    Espetculo integrado no 18 Outonalidades circuito portugus de msica ao vivo organizado pela dOrfeu

    DR

  • Finta > Dana / 22+24 NOV depois de abril /

  • Miraginava Companhia Paulo Ribeiro

    MIRAGINAVA UMA MARAVILHOSA VIAGEM AO DELICIOSO MUNDO DAS SOMBRAS. UM ESPETCULO PARA TODOS.

    Miraginava tem como ponto de partida a obra da artista plstica Lourdes Castro, que centra o seu trabalho na sombra de plantas, pessoas ou objetos, tendo sempre como matria de suporte a poesia . Desta forma, Miraginava uma maravilhosa viagem ao delicioso mundo das sombras, onde o universo potico de Lourdes Castro se cruza, rasga e dilui no texto Quando Eu Nasci de Isabel Minhs Martins. Quando eu nasci nunca tinha visto nada. S um escuro, muito escuro, na barriga da minha me. Quando eu nasci nunca tinha visto o sol, nem uma flor, nem uma cara. Eu no conhecia ningum, nem ningum me conhecia a mim. Quando eu nasci no sabia o que era o mar, nem que existiam florestas, nem que havia um mundo com montanhas e praias. Quando eu nasci, nunca tinha visto um passarinho, nem sabia que havia animais com penas, outros com escamas,

    e outros com pelo, como o co. Nesta pea, o movimento, a msica e as sombras fazem-nos descobrir e reinventar sabores, cheiros, sons e olhares num percurso sem fim, que nos traz de volta imagens e sensaes, onde o Eu e o Outro, Natureza e Cultura e o Universo se manifestam como opostos necessrios compreenso, s ideias e ao pensamento. Dos contrastes, da luz/ sombra, da delicadeza da magia no que se v para alm do que visto.

    Direo Joana Providncia / Interpretao e Co-Cria-o Leonor Keil e Margarida Gonalves / Produo Companhia Paulo Ribeiro / Fotografias Jos Alfredo

    SB. 22 NOV14 21:45SEG. 24 NOV14 10:00 e 14:30Auditrio 1Pblico-alvo: famlias com crianas M/4 PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    Jos A

    lfred

    o

  • Finta > Teatro / 27 NOV depois de abril /

  • Capucha Vermelha Teatro e Marionetas de Mandrgora

    O SURPREENDENTE MUNDO DAS MARIONETAS RESIDE DE NOVO NA ACERT PARA PARTIR PARA MUITAS PARAGENS.

    sempre difcil atravessar a floresta!Na cidade o tempo corre depressa com a multido que o tenta acompanhar.Passado, presente e futuro, uma mulher, trs mulheres! A menina, a mulher e a velha, trs espaos, a cidade, a festa e a aldeia.Caminhos que percorremos e a um dado momento todos ns somos um pouco de cada uma.Capucha usa um capuz vermelho, que lhe aconchega a cabea e a saudade.No posso partir sem ver a av, sozinha na aldeia que nunca ir abandonar. H festa a caminho da aldeia!Podes tratar-me por capucha! A mim chamam-me Lobo, anda comigo!

    Encenao e interpretao: Filipa Mesquita / Marionetas e cenografia: enVide neFelibata / Apoio construo : Filipa Mesquita, Joana Domingos e Mi-gvel Tepes / Sonoplastia: Mrcio Dcio / Figurinos: Patrcia Costa / Fotografia: Rita Rocha / Design: sergioalves.com / Produo: Clara Ribeiro

    RESIDNCIA ARTSTICA ACERT NOV14SEX. 27 NOV14 14:30Auditrio 2Pblico alvo: famlias e escolas 1 cicloM/4 50 MinPREO: 2 (Pblico Escolar)

    enVid

    e neF

    eliba

    ta

    [ante-estreia]

  • Finta > Teatro / 29 NOV depois de abril /

  • Mimiaturas Mimirichi Mimirichi Estdio (Ucrnia)

    ESTREIA NO FINTA DE UMA COMDIA ANARCO-CLOWN

    Mimirichi um dos grupos de teatro mais importantes da Ucrnia, entre os que trabalham em clown e pantomima, formosa fuso entre a milenria tradio dos saltimbancos eslavos com o lendrio legado de Oleg Popov, Charles Chaplin e Marcel Marceau.Nesta estreia, os intrpretes so integrantes do Estdio Mimirichi, sendo o espetculo resultado do trabalho de formao nas tcnicas que caracterizam artisticamente o trabalho deste grupo ucraniano.A trajetria artstica do Mimirichi revela coerentemente a sua linha experimental que combina as tcnicas de clown com a msica, a pantomima e a improvisao e, onde a ausncia da palavra, universaliza a comunicao.Nos diferentes festivais internacionais em que participaram, a crtica especializada definiu-os como uma troupe de anarco-clowns, e os seus espetculos como comdia melanclico-catica.A cenografia extremamente lacnica, sendo o desempenho do ator o

    principal protagonista da ao teatral.A companhia foi premiada em concursos nacionais e internacionais: premiados no concurso L. Yengnibarov (Moscovo), no festival de arte circense de Kiev. Medalha de Ouro no Concurso Artstico Internacional Memorial Charlie Rivel de Stuttgart 1991. Mais recentemente de destacar a sua participao no Festival de Edimburgo, onde foram selecionados como melhor espetculo cmico.A geografia das suas digresses inumervel, alcanando assinalvel xito nos cinco continentes.

    SB. 29 NOV14 21:45Auditrio 1PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    DR

    [estreia]

  • Finta > Teatro / 2 DEZ depois de abril /

  • A Cantora Careca CRINABEL TEATRO*

    UM ESPETCULO NOTVEL POR UM GRUPO QUE PIONEIRO NO NOSSO PAS E POUCO COMUM INTERNACIONALMENTE NO S PELA ESPECIFICIDADE DOS ELEMENTOS QUE O COMPEM COMO PELAS OPES ARTSTICAS QUE LHE TM SERVIDO DE BASE.

    Samos da sala dos Smith e ocupmos o jardim. Foi chegando gente. Uns passaram rapidamente, outros instalaram-se para sempre na anarquia de uma burguesia decadente. So 50 minutos procura de um cdigo para comunicar. A falha inevitvel. No nos entendemos... nunca nos entendemos... O Teatro abandonou-nos como nunca e ficmos dependentes da sorte, da tentativa, de ns mesmos. Resta-nos rir. Rir muito! Para que ningum perceba que nunca nos entendemos.

    *CRINABEL - Cooperativa de Solidariedade Social e de Ensino Especial

    A CANTORA CARECA, a partir de Eugene IonescoEncenao de Marco Paiva / Assistncia de encena-o de Milu Neto e Tiago Gonalves / Com: Antnio Coutinho, Ana Isabel Dias, Ana Rosa Teixeira, Andreia Farinha, Carlos Jorge, Carolina Sousa Mendes, Filipe Madeira, Hugo Fernandes, Joana Honrio, Joo Leon, Joo Pedro Conceio, Ricardo Peres, Rui Fonseca, Srgio Fonseca e Toms de Almeida / Desenho de luz de Nuno Samora / Fotografia de Miguel Costa

    TER. 2 DEZ14 21:45Auditrio 1PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    Este espetculo, para alm de integrar a programao do Finta, decorre tambm no mbito da Comemorao do Dia Internacional da Pessoa com Deficincia em parceria com projeto CLDS+ do Municpio de Tondela.

    Migu

    el Lo

    uro Co

    sta

  • Finta > Teatro / 5 DEZ depois de abril /

  • O Contrabaixo O Teatro

    UMA COMDIA FEITA DE SOM, DE PAIXO E DE FRIA!

    O Contrabaixo - histria de um homem apaixonado pela msica (e no s...) na qual O Teatro volta a reunir, por um lado, dois Mestres que ajudaram a cimentar o papel artstico e pedaggico que O Teatro tem desenvolvido em Coimbra e na regio Centro e, por outro, possibilita a alunos do CMC a experincia de participar na criao de um espetculo de teatro, alargando, dessa forma, a sua formao artstica.Este , pois, um encontro que marca uma nova etapa na relao entre professores e alunos das duas reas, mas tambm entre instituies que se querem cada vez mais prximas. Assim possam outras escolas e teatros do pas beneficiar desta ditosa conjuno, permitindo sua comunidade usufruir, atravs dO Contrabaixo, do melhor que o teatro e a msica tm para oferecer: prazer, riso, espanto e... encontros!

    Dramaturgia e direo: Antonio Mercado / Interpre-tao: Antnio Fonseca / Iluminao: Alexandre Mestre / Apoio musical: Conservatrio de Msica de Coimbra / Design grfico: Uni-Lab, por Francisco Pires e Marisa Leiria / Fotografia: Carlos Gomes / Produo executiva: Nuno Carvalho / Direo de Pro-duo: Ctia Oliveira / Direo Tcnica: Joo Castro Gomes / Produo: O Teatro / Conservatrio de Msica de Coimbra 2014

    SEX. 5 DEZ14 21:45Auditrio 2PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    Carlo

    s Gom

    es

  • Finta > Livro / 6 DEZ depois de abril /

  • O Espao Cnico como Espao Potencial: Para Uma Dinamologia Do Espao. de Joo Maria Andr e Joo Mendes Ribeiro

    UMA NOVA EDIO DE REFLEXO TEATRAL SOBE AO PALCO DO FINTA.

    Nota de Apresentao A partir de uma distino entre lugar e espao ensaia-se, neste texto, a superao de uma fenomenologia do lugar por uma dinamologia do espao, ou seja, pensando a relao entre corpo e espao no a partir apenas da noo de presena do corpo no espao e de abertura do corpo ao espao, no apenas a partir de uma noo de espao envolvente (o espao envolvente sempre um lugar), mas a partir das ideias de abertura do espao, explicao e desdobramento do espao, criao de espao e inscrio do espao.

    Do livroO labirinto do tempo e das emoes transforma o espao num labirinto que a potncia para muitos labirintos, como as diferentes galerias hexagonais da biblioteca de Babel no conto de Borges. Por isso, seria tentado a dizer, parafraseando o escritor argentino,

    que o espao cnico uma esfera cujo centro cabal qualquer hexgono e cuja circunferncia inacessvel, ou ento, parafraseando a sentena pseudo-hermtica em que esta se inspira, que o espao cnico uma esfera infinita cujo centro est em toda a parte e a circunferncia em parte nenhuma.

    Joo Maria Andr

    SB 6 DEZ14 18:00Galeria Novo Ciclo ACERTEntrada Gratuita

    Dese

    nho d

    e Jos

    Men

    des R

    ibeiro

  • Finta > Teatro / 6 DEZ depois de abril /

  • Dybbuk TEATR NOVOGO FRONTA (Rep. Checa) THE PHYSICAL THEATRE COMPANY

    PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGAL, UM ESPETCULO SURPREENDENTE POR UM GRUPO DA REPBLICA CHECA QUE TEM OBTIDO ASSINALVEL SUCESSO E ELOGIOSAS CRTICAS NA EUROPA E NOS ESTADOS UNIDOS.

    meia-noite. Um homem deve estar pronto para descer s profundezas mais profundas do seu ser e, nessa hora, se ele descer rpido e a uma profundidade suficiente ele ver as runas do Templo de Jerusalm, Deus chorando e mortos rezando. Um espetculo sobre a energia feminina procurando o seu lugar no nosso universo.Ausncia de face numa mscara de um rosto, h perguntas sem respostas. No se sabe a primeira, no se v a segunda e no se recorda da terceira ...? Dybbuk um espetculo baseado na expresso no-verbal (mmica) que combina o teatro fsico com a dana contempornea e a dana butho japonesa.

    Irina Andreeva foi uma viso sobrenatural em Dybbuk... explosiva... um esprito possudo de forma exultante por outro corpo.Nelson Pressley, Washington Post Andreeva uma mestre de conteno e, na sua clareza, calcula movimentos que constri com uma tenso incessante. s vezes ela parece lutar com foras eletronicas misteriosas, outras vezes, ela prpria fora () fazendo uma arte poderosa.Howard Shapiro, o Philadelphia Inquirer Produo: Teatr Novogo Fronta / Iluminao: Ales Janak / Coreografia e interpretao: Irina Andreeva

    SB. 6 DEZ14 21:45Auditrio 1PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    DR

  • UM ESPETCULO, UMA VIAGEM, UM TERRITRIO.

    A propsito da circulao do espetculo A Viagem do Elefante criado pelo Trigo Limpo teatro ACERT e promovida pela Comunidade Intermunicipal Viseu Do Lafes, apresentado o livro/roteiro A viagem do elefante por Viseu Do Lafes.Mais do que um trabalho sobre o espetculo, um trabalho sobre o territrio e o que dele se destacou ao longo desta digresso. Um apelo visita guiada por um elefante indiano. Um guia por locais habitados por gente boa, com recursos nicos, memrias e identidades que se cruzaram na passagem do elefante Salomo por cada terra. Um territrio que faa cumprir, citando Jos Saramago, que No interior de cada pas est o seu destino.Quatro criadores (dois fotgrafos, Carlos Teles e Ricardo Chaves, e dois jornalistas, Sara Figueiredo Costa e Ricardo Viel) que acompanharam toda a digresso, mostram-nos o que de melhor descobriram em cada local, apelando ao visitante para que descubra por si

    um territrio diverso, rico, estimulante. Um territrio cheio de sinais de enorme vitalidade, que ousou, demonstrar a cultura como ferramenta essencial de desenvolvimento. Uma comunidade que assumiu, com ousadia, apostar na criao artstica como projeto comum aos catorze municpios que a integram. Um territrio que deixa marcas em quem o visita e que tem como primeiro cidado em comum o elefante Salomo.

    O projeto no se confinou s apresentaes nem se esgotou numa digresso teatral. A riqueza do processo, nas suas vertentes sociolgicas, tursticas e de desenvolvimento regional mereceram, desde o primeiro instante, uma ateno particular.

    Uma obra pioneira, reflexo de um projeto pioneiro, que tenta demonstrar a importncia de fazer/pensar diferente em reas como o trabalho colaborativo, o turismo, o desenvolvimento local e comunitrio e

    A Viagem do Elefante por Viseu Do Lafes Um Roteiro em 2014

    Finta > Apresentao / 7 DEZ depois de abril /

  • das prticas artsticas descentralizadas com repercusses na valorizao dos territrios e das suas gentes.

    Assim, esta edio literria e fotogrfica no o dirio de bordo do espetculo A Viagem do Elefante. sim um cicerone que d conta duma experincia integradora, dando visibilidade aos locais e suas riquezas materiais e imateriais de forma singular. Esta edio desvia-se propositadamente do sentido do habitual guia turstico, uma vez que o Elefante Salomo que ficcionalmente corporiza cumulativamente o papel de viajante e do residente. Com as devidas ressalvas, a opinio de Jos

    Saramago na sua Viagem a Portugal est subjacente ao que se pretende:

    Histria de um viajante no interior da viagem que fez, histria de uma viagem que em si transportou um viajante, histria de viagem e viajante reunidos em uma procurada fuso daquele que v e daquilo que visto, encontro nem sempre pacfico de subjetividades e objetividades. Logo: choque e adequao, reconhecimento e descoberta, confirmao e surpresa.

    DOM. 7 DEZ14 18:00Auditrio 2

  • Finta > Concerto A Viagem do Elefante / 7 DEZ

  • Luis Pastor e A Cor da Lngua ACERT Concerto A Viagem do Elefante

    CONCERTO DE APRESENTAO DO CD/LIVRO A VIAGEM DO ELEFANTE

    So por demais compreensivas as razes que levam edio do CD/Livro, pelo que se torna igualmente imprescindvel escutar ao vivo o seu pulsar junto duma plateia onde se incluem participantes locais das vrias viagens com o Elefante Salomo e amantes da msica em geral.Mais do que falar deste espetculo, importa a ele assistir e voar simbolicamente no mundo teatral para que foi criado.Muitas surpresas reserva este concerto onde a msica tem teatro dentro e onde os temas musicais sero tocados integralmente, abrindo apetncias para levar o CD/Livro para uma audio mais ntima.

    Msicas de Luis PastorLetras de Jos SaramagoArranjos de A Cor da Lngua ACERT e Luis Pastor

    Andr Cardoso: Guitarra Portuguesa e Guitarra / Carlos Peninha: Guitarra e Braguesa / Lourdes Guerra: Voz / Luis Pastor: Voz, Guitarra, Timple e Ton-toque / Lusa Vieira: Flautas e Coros / Lydia Pinho: Violoncelo e Coros / Miguel Cardoso: Baixo, Braguesa e Coros / Rui Lcio: Percusses e Coros Participao dos msicos: Carlos Borges, Flvio Mar-tins e Manuel Maio / Atores do Trigo Limpo teatro ACERT de A Viagem do Elefante

    DOM. 7 DEZ14 21:45Auditrio 1PREO: 7,50 / Associado: 5 / Descontos: 6 / Desempregado: 2,50

    Ricard

    o Cha

    ves

  • A msica original criada pelo cantautor espanhol Luis Pastor para o espetculo com arranjos conjuntos com os msicos do Cor da Lngua ACERT revelou uma originalidade e identidade particular nA Viagem do Elefante.O resultado obriga justamente a que perdure na memria de quem participou, assistiu ou, to naturalmente, goste de msica. Por isso, vai ser editado um CD bilingue (portugus e espanhol) para que se torne inesquecvel. Por isso, vai ser tambm, associadamente, livro fotogrfico e mapa da viagem para que a marca distintiva para que foi criada se mantenha.A adaptao dramatrgica do conto ganhou autonomia, tendo momentos j previstos para que a composio musical agasalhasse a narrativa teatral que, cada ao, reclamava. Que letras criar para presentear os to belos temas musicais que Lus Pastor ia compondo apaixonadamente?

    A ideia surgiu: ler a obra potica de Jos Saramago, procurando poemas que voassem no universo de cada cena. Como por magia, a leitura dos poemas criava, no uma, mas vrias alternativas de escolha. Parecia que o nosso escritor estava ali, solcito para poetizar cada cano e cada momento da viagem do elefante Salomo.As msicas ganharam um inovador carcter quando os msicos de A Cor da Lngua ACERT, conjuntamente com Luis Pastor, criaram arranjos que as vestiam musical e teatralmente. As canes parcial ou totalmente interpretadas adaptaram-se ao pulsar teatral e a marcar tempos, aes e lugares do espetculo. A mestiagem de sonoridades, ritmos e arranjos trilharam as geografias desta viagem. As baladas viveram no meio das chulas, mornas, flamenco e msica palaciana e sacra com um carcter inovador e miscigenado. A voz inconfundvel de

    CD-Livro A Viagem do ElefanteMAIS DO QUE UM MOMENTO PARA RECORDAR, UM ALICIANTE MOTIVO PARA QUE A MSICA ADQUIRA UMA ALTERNATIVA DISTINTIVAMENTE INOVADORA.

    Finta > Apresentao / 7 DEZ depois de abril /

  • Luis Pastor ganhou matizes de guerra, de ternura, de amor e de paixes a que se associou a cumplicidade criativa dos msicos com a braguesa, a flauta, a guitarra, o baixo, o violoncelo, as percusses e coros com vozes que produziam sons inusitadamente teatrais.Ouvir as msicas na ntegra com o alento do estdio que tem Manuel Maio como produtor musical, ser a surpresa que nos aguarda.

    DOM. 7 DEZ14 21:45Auditrio 1

    Um agradecimento muito especial ao Conservat-rio de Msica de Coimbra pela parceria nesta edio e pela preciosa colaborao na cedncia do espao e equipamento de gravao.

    Luis Pastor e Lourdes Guerra. A Cor da Lngua ACERT: Carlos Peninha, Lusa Vieira, Lydia Pinho, Miguel Cardoso e Rui Lcio.

    Com a participao especial na gravao de Andr Cardoso (Guitarra e Guitarra Portuguesa), Jorge Cardoso (Obo), Jorge Campos (Clarinete Soprano e Baixo), Adriano Franco (Trompete), Joo Vilo (Fliscorne), Pedro Santos (Trombone)

  • A escola vem ao teatro / 11+12 DEZ depois de abril /

  • Sermo aos Peixes Trigo Limpo teatro ACERT

    UM CASAL DE SEM-ABRIGO D VOZ AO TEXTO DO SERMO DO PADRE ANTNIO VIEIRA.

    O Sermo de Santo Antnio aos peixes foi proferido pelo Padre Antnio Vieira em 1654 mas mantm ainda toda a atualidade. A crtica que o autor faz ao ser humano atravs da alegoria dos peixes to notvel e acutilante que, infelizmente, continua a fazer todo o sentido.No espetculo do Trigo Limpo teatro Acert um casal de sem-abrigo d voz ao texto do Sermo. Principalmente ele, uma vez que de cada vez que ela tenta falar se v impossibilitada de o fazer.O casal acorda frente ao pblico e paralelamente ao ritual dirio, mnimo no caso deles, vai proferindo as palavras do Sermo, como se da sua verdade se tratasse. De exemplo em exemplo desferem a sua raiva e encontram as razes da sua misria. Ironizam sobre a sua situao atravs da situao atual de toda a humanidade, perdo, atravs do louvor das virtudes e da repreenso dos vcios, no dos homens mas dos peixes

    Peixes, a primeira coisa que me desedifica de vs que vos comeis uns aos outros.No s vos comeis uns aos outros seno que os grandes comem os pequenos.Se fora pelo contrrio, era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, no bastam cem pequenos, nem mil, para um s grande.

    Texto: a partir de Sermo de Santo Antnio aos Peixes de Padre Antnio Vieira e O Aqurio de Karl Valentin / Conceo: Pompeu Jos / Drama-turgia, encenao e interpretao: Pompeu Jos e Raquel Costa / Cenografia: Ztavares e Pompeu Jos / Colaborao no cenrio: Cludio Lima e Rui Ribeiro / Msica: Gustavo Dinis / Desenho de luz: Lus Viegas / Tcnico: Paulo Neto / Carpintaria: Carmoserra / Produo: Marta Costa

    QUI. 11 DEZ14 10:30 e 14:30SEX. 12 DEZ14 10:30 e 14:30Auditrio 2 M/12 55 Min.Ca

    rlos T

    eles

  • IV Captulo dos Carolos e Papas de Milho

    Em poca de colheitas a Confraria dos Carolos e Papas de Milho continua a semear afetos e companheirismo, granjeando amizades e cumplicidades gastronmicas. A Acert ser a eira maior deste captulo a ter lugar no dia 4 de Outubro.

    Programa10:00 Receo s Confrarias no Museu Terras de Besteiros e Mata-Bicho11:00 Visita guiada ao Museu Terras de Besteiros11:30 Foto de famlia e desfile at Acert12:00 Cerimnia de Etronizao dos Novos Confrades Efetivos e Confrades de Honra12:30 Apresentao do espetculo 20 Dizer13:00 Troca de lembranas13:30 Almoo convvio (espao Acert)

    Novo Ciclo, um espao aberto 4 OUT14 /

    NOVO CICLO, UM ESPAO ABERTO As portas do Novo Ciclo Acert acolhem, cada ms, vrias realizaes do Municpio, de Estabelecimentos de Ensino, grupos de Pais e educadores, empresas, e diversos encontros de carcter associativo.Mesmo em cima da hora e, desde que os espaos pedidos estejam disponveis, as equipas tcnicas e de produo da Acert, prestam o servio pblico e comunitrio, hospedando com prazer as iniciativas que so tambm matriz do conceito

    de abrangncia polivalente do espao da Acert. Sem obrigao a agendamento prvio, exercem-se oportunamente com satisfao. A vocao da cultura congregar as energias empreendedoras da sociedade civil que favorecem a autoestima e o desenvolvimento da regio nas suas distintas vertentes.Estamos felizes de dar uma mozinha para que tudo possa prosseguir.

  • Novo Ciclo, um espao aberto 18 DEZ14 /

    Concerto Comemorativo do Dia da Cidade Banda Militar Do PortoNA COMEMORAO DO DIA DA CIDADE DE TONDELA UM CONCERTO DE UMA BANDA FILARMNICA DE REFERNCIA.

    A Banda Militar do Porto criada como consequncia das vrias transformaes e reestruturaes levadas a cabo, na estrutura do Exrcito Portugus, desde o incio do sc. XIX at aos dias de hoje. Assim, legtima herdeira das tradies histricas das antigas bandas militares sediadas na cidade do Porto, nomeadamente a Banda Militar do Regimento de Infantaria N 6, Banda Militar do Regimento de Infantaria N 18, Banda da Regio Militar do Norte e demais designaes estabelecidas por via das vrias reorganizaes, ao longo dos tempos, da msica militar no Exrcito.Dentro da estrutura militar, tem por misso assegurar, no respetivo mbito de atuao, as normas de protocolo relativas s cerimnias e atos militares e participar em atividades culturais e recreativas da responsabilidade do Exrcito.O elevado nvel artstico, tornaram-na conhecida e estimada no s na regio onde est sedeada, mas

    tambm em outros locais do pas onde se tem apresentado. Passaram por esta banda os mais ilustres maestros de bandas. Atualmente, e desde Outubro de 2012, chefiada pelo Capito Chefe de Banda de Msica Alexandre Lopes Coelho.

    Auditrio 1 18:00Entrada gratuita

  • exposies

  • Exposio / 18 OUT a 22 NOV depois de abril /

    A evoluo da espcie segundo Maria de Betnia

    UM SILENCIOSO CIRCO DE LOIA CHEIO DE ANIMAIS MUTANTES, CRIATURAS HBRIDAS, ESTREIS.

    Maria de Betnia uma artista plstica que costuma viver e trabalhar por Lisboa. Nasceu no ano de 1983, em Viseu, cidade bero dos seus pais, avs e bisavs.Talvez para colmatar a sua dificuldade com as palavras, talvez para corresponder ao forte incentivo da sua famlia, foi descobrindo e desenvolvendo habilidades nos campos do desenho e da pintura.J crescida, desistiu do sonho pouco fecundo de ser arquitecta e seguiu os seus estudos pela Pintura na antiga Academia Real de Belas-Artes, em Lisboa. ()Betnia uma moa que adora usar saias e vestidos, com um fascnio por flamingos e por azul cobalto, que se interessa pela Arte da Pr-Histria e pelas coisas que se avistam no cu.Fruto destas suas rigorosas observaes celestes-extra-intra-terrestres, surge A evoluo da espcie segundo Maria de Betnia, uma exposio de cermica contempornea onde Betnia revela parte do seu animalrio pessoal. Animalrio este que se encontra bem distante do nosso

    querido co de loua ou da enorme coleo de animais de cores vibrantes e brilhantes de tradio bordalliana Numa clara referncia teoria evolucionista de Darwin, vamos assistir a um silencioso circo de loia cheio de animais mutantes, criaturas hbridas, estreis, que habitam uma outra Terra: aquela Terra invisvel, interminvel, imensurvel que contm a Vida e a Morte. que as mutaes destes indivduos foram causadas por fatores internos a estes, as suas mudanas externas correspondem a tentativas de adaptao e adequao a movimentos estranhos que ocorrem algures no interior de cada um.Para terminar, uma sugesto: a de passar pela pgina Maria de Betnia na rede social Facebook - www.facebook.com/iambetania - e acompanhar todo processo por detrs desta exposio.

    Maria de Betnia

    INAUGURAO: SB. 18 OUT14 / 21:00 Galeria Novo Ciclo ACERTEntrada GratuitaVisitas guiadas escolas 27 OUT14 e 10 NOV14Visita guiada no Finta: 15 NOV14 / 21:15

  • Exposio / 14 NOV a 7 DEZ depois de abril /

    Judas visto por Jos Cruzio Fotografias

    FACES, EXPRESSES E MOVIMENTOS, TUDO O QUE ELE VIU E SENTIU NA SEMANA DE CONSTRUO DO JUDAS 2014.

    Um desafio foi-me colocado. Inesperado, sim. E insuspeito, h que dizer. () Nada me preparou para o que iria encontrar. Talvez o lapso tenha sido meu, ao no ter ponderado fazer pesquisa prvia. Por outro lado, talvez tenha sido consciente. Para no haver condicionamentos. Mais do que tudo, novas experincias, perspectivas e, no fim de contas, dedicao. De uma (no tanto) nova tradio assente em outras mais profundas, uma nova (e anual) recriao. Mais performtica e coletiva.Um colectivo Trigo Limpo Teatro; uma tradio continuamente re-criada, uma comunidade dedicada. A smula: Queima do Judas.Bem sei que quase dois mil anos demasiado para o castigar. Simbolicamente, isso sei. Um ser humano que cometeu todos os atos

    a que estava predestinado. Que esse destino foi cruel, que quem o criou preste as devidas contas.Isso j um outro campo de discusso. Mas este castigo que a Acert-Trigo Limpo idealizou, concebeu e ps de p bom demais!Delicioso e ferico, imersivo e imenso, comunitrio e tambm pessoal.Presto tributo com o meu singelo testemunho: um fotodirio. Imagens daquilo que interpretei, nos pequenos e grandes momentos. Faces, expresses e movimentos. Tudo o que vi. E apreciei. Estampado nelas.E materializado nesta exposio.

    Jos Cruzio

    INAUGURAO: SEX. 14 NOV14 21:OO18 Fotografias de grande formato no mobiliario Urbano da cidade de Tondela+ 20 fotografias no Foyer da acertEntrada Gratuita

  • Exposio / 22 NOV a 11 JAN

    Fotossntese Fotografias de Carlos Fernandes

    O REGRESSO DOS ESCRITOS DE LUZ DE CARLOS FERNANDES A UM ESPAO DE ONDE NUNCA SAIU UMA SERRA FLORIDA E HABITADA.

    No h lugar para uma arte separada da vida, com coisas belas para admirar e formas feias para as mostrar. Se o que atualmente tentamos mostrar seja mostrado com arte (e no ao acaso ou por capricho), nada teremos para esconder.

    Fotografar traz-me memria o prenncio de instantes passados, vividos, presenciados ou apenas registados. Ao abraar esta arte - a fotografia -, descobri um modo simples e eficaz de perpetuar esses momentos, mas tambm complexo.Simples porque basta revelar essas impresses que, at esse momento, pertenciam apenas ao meu olhar. ()Como artista, sinto a necessidade de manter um certo romantismo nos momentos que vou registando atravs da minha objectiva.Com este conjunto de fotografias - que intitulei de Fotossntese - procuro restabelecer o contacto, de algum modo perdido, entre a arte

    e o pblico, mas, principalmente, entre as pessoas e o mundo que as rodeia, no sentido de algo vivo. semelhana de Estncia, projeto em que dirigi o meu olhar aos sanatrios abandonados da Serra do Caramulo, volto a centrar a minha ateno nesta serra florida e habitada de vida para registar e compor esta histria visual e ambgua. Desta vez, apresento uma perspectiva noturna e atenta ao pormenor.

    Carlos Fernandes

    Um artista aquele que, elaborando as suas prprias impresses subjectivas, sabe descobrir um significado objectivo geral e exprimi-lo de maneira convincente.

    Mximo Gorki

    INAUGURAO 22 NOV14 21:00Galeria Novo Ciclo ACERTEntrada GratuitaVisita guiada escolas 24 NOV14Visita guiada no Finta: 29 NOV14 / 21:15

    depois de abril /

  • projetos e residncias

    A Acert est neste momento a desenvolver vrios Projetos:

    Time Case - Memria em ao

    365T+ Animao da Regenerao Urbana de Tondela

    Neste espao vamos divulgando as aes/evolues de cada um deles, neste nmero apresentamos um novo projeto.

  • O que TimeCaseMEMRIA EM AO?

    A criao da memria cultural de um grupo ou comunidade um processo contnuo, onde novas vises sobre o passado podem ter lugar. TimeCase. Memria em ao concentra-se em assuntos como o passado esquecido e escondido de muitos pases europeus, a dominao ou hegemonia cultural da maioria em sociedades cada vez mais multiculturais, o alargamento da diferena entre ricos e pobres, instrudos e no instrudos, privilegiados e no privilegiados. TimeCase estabeleceu-se para reunir, analisar e compartilhar estudos de caso de prticas de participao efetiva em todo o sector em geral e tem conduzido, uma anlise comparativa com base na prtica, em estudos comparativos de processos inovadores de abordagens educacionais e criativas relacionadas com a histria do sculo 20. A formao entre pares, levou ao desenvolvimento de novas abordagens participativas, e novos padres para ambientes de aprendizagem abertos e participativos no sector do patrimnio cultural, so propostos.

    Quem somos ns? Goethe-Institut Paris, Castrum Peregrini Amsterdo, Palazzo Spinelli per lArte e il restauro Florena, Associao Cultural e Recreativa de Tondela, Bucareste National University of Arts, Agncia Exposies Sueca

    Riksutstllningar, CASS Universidade Metropolitana de Londres, Museu lituano teatro, msica e cinema, Vilnius.

    Porqu participar? Num mundo globalizado, com mudana da demografia cultural, estruturas tnicas e sociolgicas, indivduos e grupos precisam ver a sua identidade cultural representada. Prticas artsticas participativas no campo da memria e patrimnio vo mais longe do que isso, elas permitem que as pessoas participem na criao do discurso, levando a diferentes vises da cultura, da identidade e da sociedade. Mas estamos conscientes da fora das memrias ao entrar num exerccio participativo? Como curadores, gestores culturais e artistas, estamos preparados para o desafio que os processos participativos nos colocam? Podemos considerar-nos j como praticantes de mtodos participativos?

    10 e 11 OUT14SEMINRIO DE ENCERRAMENTO DO PROJETOCastrum Peregrini Amesterdo (Holanda)

  • Digresso do Trigo Limpo teatro Acert

    TRIGO LIMPO CIRCULANDO EM GEOGRAFIAS E SONHOS COM MUITOS ITINERRIOS E DESTINOS

    E a digresso do Trigo Limpo teatro Acert d descanso ao Elefante Salomo poupando-o ao frio e chuva, mas continua com a digresso das suas outras produes. Catorze so os espetculos agendados, em final de Setembro, ainda em 2014.

    A 6 de outubro iniciam os trabalhos de preparao de D. Juan, coproduo entre o Trigo Limpo Teatro Acert, a companhia Voadora (Galiza) e a Universidade Snior de Tondela. A apresentao da 1 fase do trabalho ser no dia 21 de novembro, integrada no FintA. Uma experincia artstica que envolve elementos cuja idade no revelada pelo ano de nascimento, mas pela genica e juventude com que se entregam vida.

    O novo espetculo Um Riso a Srio? entra na forja com estreia prevista em finais de Janeiro de 2015. Dois grandes escritores de humor reencontram-se num casamento teatral onde a alegria se deita em cama de faquir.

    DIGRESSO

    Outubro2 OUT14 20 dizer Espao Johnny 101 (gueda) 3 OUT14 20 dizer Outono Quente (Viseu)8 OUT14 20 dizer Codo (Vila Real)10 e 11 OUT14 O fascismo dos bons homens Espao Teatroesfera (Massam)25 OUT14 O fascismo dos bons homens Teatro Municipal de Vila do Conde

    Novembro5 NOV14 Faz de Conta Festival de Teatro da Covilh7 e 8 NOV14 O fascismo dos bons homens Teatro Viriato (Viseu)12 NOV14 O fascismo dos bons homens Oficina Municipal de Teatro (Coimbra)

    Dezembro19 DEZ14 20 Dizer Espao Montemuro20 DEZ14 Sermo aos Peixes - Vela (Guarda)

    Ricard

    o Cha

    ves

  • formao

  • Oficina / 11 a 25 OUT

    Feltragem Manual II Tcnicas avanadas

    A ACERT E O CEARTE PROMOVEM UM WORKSHOP DE FELTRAGEM MANUAL EM TONDELA.

    ObjetivosO objetivo desta formao proporcionar aos participantes conhecimentos terico-prticos necessrios para o desenvolvimento de competncias tcnicas e habilidades criativas com vista execuo de peas feltradas manualmente aplicando diversos materiais.

    Formadorora: Stefanie KhneNasceu na Alemanha em 1965. Concluiu estudos de Histria da Arte na Universidade de Erlangen Nrnberg. Desde o ano 2000, reside em Benfeita Arganil, onde possui uma loja/atelier. Participa em feiras de artesanato e realiza vrias exposies e workshops para adultos e crianas. Colabora com o ceArte desde o ano de 2005, ministrando desde ento, vrios cursos sobre a tcnica de feltragem manual, em Coimbra e tambm, no Porto.

    Componentes da Formao Utilizaes contemporneas do Feltro Breve Abordagem Tcnica da

    Feltragem com gua e Sabo Breve Abordagem Tcnica da

    Feltragem com Agulhas Diversos Tipos de Ls e

    Outros Materiais Conceo de Projetos de Vesturio

    e Acessrios de Moda Execuo de Projetos Espao Criativo Execuo de Acabamentos

    Formao de 50 horasLimitado a 15 participantes, mediante confirma-o at 1 de outubro.Destinatrios: Podero frequentar candidatos empregados ou desempregados, entre os 18 e os 65 anos.

    10 a 12, 17 a 19, 24 e 25 OUT14SEX. 19:00-23:00hSB. e DOM. 10:00-13:00 e 14:00-19:00Sala OrgnicaInscries na Secretaria da ACERT

    depois de abril /

    Ricard

    o Cha

    ves

  • Phonambient:LaboratrioATENO MSICOS, COMPOSITORES E ENTUSIASTAS DO SOM: INSCRIES ABERTAS PARA 3 DIAS DE FORMAO

    Phonambient um projeto de documentao e transformao artstica do patrimnio sonoro contemporneo.

    Nesta fase do projeto procuram-se msicos, compositores e entusiastas do som para integrar uma equipa local que ficar responsvel pela gesto dos contedos documentais e artsticos da cidade de Tondela. Esta equipa ir receber formao gratuita durante trs dias nas reas das tecnologias musicais, gravaes de campo e soundscape composition.

    10 a 12 OUT14 10 s 13h e 14:30 s 18h Parceria Sonoscopia e ACERTFormadores: Eduardo Magalhes e Henrique FernandesMais informao sobre o projeto www.sonoscopia.pt/phonambientInscries gratuitas na Secretaria da ACERT APRESENTAO 13 DEZ14 21:45Espao a designar

    Formao / 10+11+12 OUT depois de abril /Mi

    icaela

    Amara

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  • Formao / OUT a FEV

    Riscos, linhas e manchas Curso de Desenho e Aguarela com Vanessa Chrystie.

    Pela minha experincia, toda a gente tem a capacidade de aprender a desenhar e pintar e de surpreender a si prprio quando dadas as ferramentas de conhecimento para tal. Para mim, o desenho no s o ato de desenhar, mas uma maneira de estar na vida, uma maneira de ver o mundo que me rodeia. Adoro fazer isto com tcnicas de desenho clssicas mas trazido para o nosso tempo. Porqu as tcnicas clssicas? Porque sem conhecer as regras, no as podemos quebrar! Este curso pretende ser uma pequena abordagem ao desenho comeando com a grafite, passando pela tinta da China e a aguarela. Para quem conhece estes materiais, ser uma maneira diferente de as abordar. Eu como artista vou partilhar a minha interpretao das regras, e para quem no as conhece, uma forma de comear a perceber o fascnio deste mundo infinito!

    Vanessa Chrystie

    Destinatrios: Todas as pessoas maiores de 16 anos interessadas em desenho com grafite, aguarela e tinta de china entre outros materiais.Participantes: 6 a 12OUT14 a FEV15, tera-feira

    1 Mdulo de desenho com a durao de 6 semanas (11 NOV14 a 16 DEZ14).2 Mdulo de aguarela com a durao de 6 semanas (6 JAN15 a 10 FEV15).

    Aulas semanais com horrio da formao a definir em reunio dia 21 OUT14 21:00, com os interessados.Durao das aulas: 150 min

    depois de abril /Va

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    ystie

  • Formao / OUT a NOV

    Oficina de Teatro Para Docentes

    VALORIZAR O TEATRO COMO FORMA DE ARTE

    O curso de Teatro organiza-se em torno de um conjunto de reflexes sobre metodologias pedaggicas e estratgias de comunicao, tendo em vista o trabalho na sala de aula ou com grupos de Teatro na Escola. Neste contexto, destacam-se os seguintes objetivos gerais: Valorizar o Teatro como forma de arte;

    Promover o contacto direto com um conjunto de prticas teatrais;

    Incentivar um contacto mais prximo com os pblicos escolares, articulando a relao entre a Educao e a Cultura;

    Fomentar o conhecimento de diferentes correntes dramatrgicas portuguesas, clssicas e contemporneas;

    Valorizar os contedos curriculares de diferentes disciplinas nos vrios nveis de ensino;

    Mobilizar os conhecimentos e as atividades mais ajustadas ao desenvolvimento da criatividade e do espirito critico.

    11, 18 OUT1415, 22 e 29 NOV14Formador: Jos Rui MartinsSalas de formao na ACERT

    Uma iniciativa do: Centro de Formao de Associao de Escolas do Planalto Beiro. CFAE dos Concelhos de Carregal do Sal, Mortgua, Santa Comba Do e Tondela

    Para Docentes de Educao Pr-Escolar, do Ensino Bsico, Secundrio e Educao Especial

    depois de abril /

  • Mais de 20 anos de formao Basquetebol na ACERT

    O NBA conta com 20 anos a dinamizar a prtica do basquetebol, apresentando para os mais novos atividades ldicas para orientar o processo de aprendizagem do minibasquete numa ao educativa do desenvolvimento do domnio cognitivo, afetivo e motor, fator de formao da personalidade individual e coletiva. Como tal os treinos assim como os jogos e as competies no podem ser uma cpia do basquetebol e do universo dos adultos. O Minibasquete no pode ser encarado como uma fbrica de jogadores de basquetebol. importante que se proporcione s crianas nestas idades de socializao, um vasto reportrio motor e um largo conjunto de experincias.Os treinos decorrem no Pavilho

    Municipal de Tondela e no Pavilho da Escola Secundria de Molelos, onde os jovens atletas treinam com grande satisfao e apoio dos seus familiares e colegas. O trabalho de equipa e o companheirismo entre todos so as palavras de ordem.

    {Ncleo de Basquetebol ACERT]

  • 2014, final de temporadaNo vero o NEA dedicou-se um pouco mais prtica de canyoning para aproveitar a frescura da atividade. Para terminar a poca desportiva restam-nos a participao em 3 competies nacionais: Lisboa, Soure e Espinho.Fica ainda o desafio de estarmos presentes a escalar no assalto ao Caramulinho, no primeiro fim-de-semana de dezembro.Mas para quem ainda no praticante e quer iniciar-se nas tcnicas de segurana e progresso em escalada, temos as habituais sesses de treino, no pavilho municipal.

    Os horrios esto ainda por definir, mas ser um horrio para adultos no final do dia e 2 para os mais jovens ao final da tarde. Esta informao ser divulgada no site da Acert logo que esteja disponvel.Para participar h 3 condies:Ser scio AcertFazer o seguro desportivo da federaoTer vontade de escalar Responsveis: Nelson Cunha e Andr Fernandes

    {Ncleo de Escalada ACERT]

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  • Pratica karat A vida moderna dificilmente oferece osmeios de qualidade para o desenvolvi-mento pessoal e social que todos gosta-ramos de ver. Vrios interesses pessoais conduzem ao favorecimento de comportamentos egos-tas que nos tornam cada vez mais agres-sivos e aumentam quotidianamente os n-veis de stress.O Karat, enquanto arte marcial oudesporto de combate (e desde que devi-damente orientado por professores quali-ficados e competentes), pode ser um dosespaos onde essas energias acumuladas so (re)orientadas a nvel biolgico, psico-lgico e social. Por outro lado, permite a aquisio de saberes e fazeres prprios de uma arte marcial direcionada para a de-fesa da integridade fsica sem armas, em caso de agresso violenta, o que pressu-pe uma cuidada formao tica.

    O Karat faz bem se for praticado corretamente!

    No nosso projecto pretendemos promoverum Karat de forma individualizada, ge-rindo a natureza ldica, agonista e de so-licitao das qualidades fsicas das tarefas que prescrevemos.

    Nessa gesto, estamos preparadospara integrar variveis diagnosticveis(de domnio biolgico, psicolgico, social eaxiolgico), respondendo adequadamentes suas necessidades, motivaes e as-piraes.Traga inicialmente um fato de treino,venha conhecer-nos e decida depois seentra na nossa famlia de Karatecas.

    Treinadores: Sensei Ricardo Chaves e Sensei Antnio Gouveia

    TREINOS: teras e quintas-feirasMenores 14 anos 19:00 - 20:00Maiores 14 anos 20:00 - 21:00Pavilho Municipal de Tondela

    {Ncleo de Karat da ACERT]

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  • {Yoga]

    Aula de YogaSetembro de 2014 a julho de 2015 bom recomear! Recomear com vontade de melhorar e aperfeioar o que foi desenvolvido anteriormente. com este sentimento que vos convido a mais um ano de Yoga na Acert, com o objetivo de continuarmos a praticar a harmonia entre o fsico, o mental e o espiritual.Ir ao encontro das necessidades do grupo e chegar ao individual, usando as vrias ferramentas que o yoga disponibiliza, assim concretizando o objetivo fundamental do Yoga: o desenvolvimento como um todo de cada praticante.At breve, Namast!

    Professor de Yoga Mrio Martins

    Cursos de ingls para crianas e jovensNo mundo atual a capacidade de comunicar em Ingls tornou-se imprescindvel. O Ingls a lngua do mundo de negcios, da investigao cientfica, do turismo, entre outros, e assim o domnio do Ingls hoje um fator determinante para o sucesso profissional e acadmico.Os cursos de Ingls na Acert so organizados pela International House Viseu, que faz parte da International House World Organisation, mundialmente reconhecida pela qualidade do ensino. Os professores so native speakers e possuem formao especfica no ensino de Ingls como lngua estrangeira. Os alunos frequentam 2 aulas de 90 minutos por semana. So integrados em turmas de acordo com o seu nvel de conhecimentos e durante o ano letivo (outubro a junho) completam dois nveis.

    {International House]

  • HORRIOS

    BILHETEIRA/LOJA (dias com programao) Das 15:00 s 17:00 e das 20:30 s 22:00

    SECRETARIA E TESOURARIA09:30 s 13:00 e das 14:00 s 18:00

    BAR NOVO CICLO14:00 s 02:00 RESERVAS Dever levantar as suas reservas durante o horrio de funcionamento da Bilheteira e at s 21h do dia da apresentao, ou ficaro sem efeito.

    PREOS

    ADMISSO DE ASSOCIADOS AcertPagamento de uma joia de 0,50 e uma quota semestral mnima de 7,50 .

    ASSOCIADOSPreo de associados da ACERT e/ou scios das entidades seguintes: Cine Clube de Viseu; dOrfeu Associao Cultural; Viriato Teatro Municipal; Teatro Aveirense; Sindicato dos Trabalhadores

    das Empresas do Grupo Caixa Geral de Depsitos.

    CADERNETA FINTAInclui todos os bilhetes para os espetculos do FestivalFestival Internacional de Teatro da Acert, 14 de novembro a 7 de dezembro 25 - associados; 45 - normal

    DESCONTOSEstudantes, Reformados, Portadores de Carto Jovem e Carto Jovem Municipal.

    PREO ESPECIALDesempregados: 2,50

    CRIANASEspetculos de Sala Grtis 3 a 5 anos.Espetculos Infantis Pagamento a partir dos 3 anos, inclusive.

    {informaes e horrios]{International House]

  • {anteviso]

    Deixem o Pimba em Paz Com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo

    SB. 17 JAN15 21:45

    Deixem o Pimba em Paz um concerto e um espetculo de desconstruo. E j no pouco.

    O pimba unificador. s escondidas, para no parecer mal.Este espetculo prope-se a dar outra vida a essas canes, juntando msicos que fizeram arranjos de jazz e pop onde eles eram pouco provveis. Assim, aparece Manuela Azevedo, para juntos darmos voz a esses temas. E a ns juntam-se as msicas de Quim Barreiros, gata, Marante e Marco Paulo, entre outros.

    DR

  • Destacar por aquie dobrar ao m

    eio

    OUTUBRO NOVEM

    BRO 20 FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DA ACERT

    DEZEMBRO

    11 e 12 Teatro (pblico escolar)

    SERMO AOS PEIXES TRIGO LIMPO

    13 Apresentao ProjetoPHONAMBIENT: LABORATRIO

    18 Concerto - Com

    em. Dia da Cidade*

    ORQUESTRA DO EXRCITO

    4 Teatro/ Poesia

    TROVAS & CANES

    4 Encontro*CAROLOS E PAPAS DE MILHO

    6 a 17 Coproduo Teatro

    DON JUAN - T. LIMPO E VOADORA

    10 a 12 Incio Workshop

    FELTRAGEM MANUAL II

    10 a 12 Formao

    PHONAMBIENT

    18 ConcertoFAZENDA

    18 Exposio

    A EVOLUO DA ESPCIE

    24 e 25 Workshop

    FELTRAGEM MANUAL II

    25 Concerto OutonalidadesNAJLA SHAMI

    29 e 31 Teatro (pblico escolar)

    O FASCISMO DOS BONS HOMENS

    4 e 5 Teatro (pblico escolar)

    OLHAR DE NOVO - BAAL 17

    8 Teatro RDIO CABARET T. BEIRAS

    11 Incio Curso de desenho e aguarela

    VANESSA CHRYSTIE

    14 Dana - EstreiaSTRETTO - INTRUSO

    14 Exposio na Cidade

    FOTOS JUDAS JOS CRUZIO

    15 e 16 Teatro - EstreiaCASAVERDE TEATRO O BANDO

    15 Lanam

    ento de LivroARTES E IDEIAS DA DESCONCENTRAO

    21 Concerto Outonalidades

    COUPLE COFFEE

    21 Teatro/ExerccioDOM JUAN

    22 e 24 Dana

    MIRAGINAVA C.IA PAULO RIBEIRO

    22 Exposio FOTOSSNTESE CARLOS FERNANDES

    27 Teatro - Ante estreia

    CAPUCHA VERMELHA

    29 Teatro - Estreia MINIATURAS MIMIRICHI

    29 Aula Aberta

    YOGA

    2 Teatro

    CANTORA CARECA - CRINABEL

    5 Teatro/MsicaCONTRABAIXO - O TEATRO

    6 Teatro

    DYBBUK - TEATR NOVOGO FRONTA

    6 Lanamento de Livro

    O ESPAO CNICO COMO ESPAO

    7 Lanamento Livro/Roteiro

    A VIAGEM DO ELEFANTE

    7 Concerto + Lanamento CD/Livro

    A VIAGEM DO ELEFANTE

    DEZEMBRO

    *Novo Ciclo, um espao Aberto

    NOVEMBRO

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