Aos para construo naval

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1 a 10 de 17 perguntas GOSTARIA DE OBTER INFORMAES SOBRE AES TOMADAS PARA MINIMIZAR A POLUIO CAUSADA PELOS PROCESSOS DE FABRICAO DE NAVIOS EM ESTALEIROS. No Rio de Janeiro o Decreto n. 42050 de 25 de setembro de 2009 trata sobre licenciamento ambiental de instalaes do estado, inclusive estaleiros. Referncia para gesto ambiental a NBR ISO 14001-2004, utilizada por estaleiros. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA.

J existem projetos para operar navios de carga a distancia, via radio controle, onde os navios no sero tripulados? No Brasil j se discute essa ideia? E se um dia existir essa tecnologia quem ir operar esses navios, quais profissionais? Houve um grande esforo no sentido de reduzir o nmero de tripulantes a bordo, visando reduo de custos. H navios operando com at 12 tripulantes, enquanto que o padro internacional de 18 a 23 tripulantes. O uso de embarcaes no tripuladas ainda esto distantes da realizade da marinha mercante. No temos conhecimento de projetos dessa natureza. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA.

Gostaria de saber se a construo de barcos em madeira proibio e se existe alguma legislao sobre o assunto. Embarcaes podem ser construdas em ao, madeira, alumnio, fibra de vidro, compsitos entre outros materiais. No caso da madeira necessrio verificar requisitos da autoridade martima (DPC) em relao embarcao. Na homepage da DPC (www.dpc.mar.mil.br) existem as normas da autoridade martima (NORMAN 2) que pode ser de interesse. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA

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Sou formado em Engenharia Mecnica, e gostaria de saber quais cursos devo realizar para ser responsvel tcnico em clculos de estabilidade e estrutural de embarcaes. A responsabilidade tcnica referente aos procedimentos mencionados de engenheiros navais. O CREA tem discutido a possibilidade de se obter responsabilidade tcnica aps realizao de cursos de ps-graduao, mas isso no foi aprovado. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA.

Queria saber quais os tipos de ao usados na construo naval, suas formas comerciais, dimenses, etc? Ao naval: chapas grossas. As chapas grossas pertencem categoria de aos planos comuns e so laminados quente e transformadas a partir do corte de placas em chapas por meio de laminadores especiais. Apresentam propriedades fsicas especficas no tocante espessura, largura, comprimento e aplicaes, que tornam o produto distinto dos demais produtos de aos planos laminados quente. A espessura das chapas grossas pode atingir 400 mm, enquanto que as bobinadas a quente apresentam, no mximo, 25 mm. A largura das chapas grossas pode atingir 5000 mm, enquanto que as demais chapas bobinadas quente atingem, no mximo, espessura de 2200 mm. O comprimento das chapas grossas pode atingir de 2400 at 18000 mm. As chapas grossas so utilizadas em aplicaes diferenciadas das chapas finas de ao plano, destinando-se indstria mecnica, de energia, de equipamentos industriais, naval, metalrgica etc., ou seja, onde as dimenses das chapas grossas proporcionam vantagem comparativa para os usurios de ao. No Brasil, a Usiminas e a Cosipa

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fabricam chapas grossas para uso naval. As espessuras utilizadas no Brasil so, em geral, de 6,5 mm, 8 mm, 9,5 mm, 12 mm e 16 mm. Usualmente apresentam 2440/ 2750 mm de largura e 12000 mm de comprimento. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA.

Por gentileza, gostaria de saber se o curso (profisso) de tecnlogo em construo naval e offshore esto sendo aceito e ou procurado pelas empresas e indstrias navais e offshore. Nesse perodo de expanso da atividade de construo naval verificou-se grande aumento na demanda de pessoal especializado e/ou com formao na rea naval. Os tecnlogos navais esto sendo empregados em vrios estaleiros pelo Brasil e em sociedades classifcadoras. Tambm tm atuado em empresas ligadas atividade offshore. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA.

Por gentileza, gostaria de saber se um tcnico em construo naval pode assinar um termo de responsabilidade tcnica de um barco?, ou se isso s pode ser feito por um engenheiro naval. A assinatura de projetos navais de responsabilidade dos Engenheiros Navais. O CONFEA (www.confea.org.br) indica quais as atribuies de engenheiros e tecnlogos. Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA

Definio . Quais so os pontos de navio e o que segnifica. Exemplo : Bombordo,Boreste , Meianal, Avante .. casa de mquina , quilha . Sugiro a referncia em portugus: Arte Naval de Maurlio Fonseca. Exemplo de definies: Vante: Expresso usada para definir toda e qualquer coisa que se situe na regio de proa da embarcao. Bombordo: Lado esquerdo de quem est na embarcao olhando em direo popa Boreste: Lado direito de quem est na embarcao olhando em direo proa, tambm denominado Estibordo Calado: a distncia vertical entre a superfcie da gua e a parte mais baixa do navio naquele ponto Praa de Mquinas: Compartimento onde ficam situadas as mquinas principais e auxiliares Prof. Luiz Felipe Assis - Diretor Tcnico da SOBENA

Existe alguma regulamentao brasileira para discarga de fluidos usados em plataformas martimas, tais como fluidos usados nas operaes de perfurao e explorao de ptrleo? Tais como: OSPAR ou PARCOM testes usados na Europa? A regulamentao para descarte de fluidos usados nas plataformas martimas a do CONAMA. Eng. Rubens Langer - SOBENA.

Como posso obter informaes sobre a quantidade de ao empregada na construo de embarcaes fabricadas no Brasil (PSV, AHTS, balsa tanque etc)? As informaes sobre a quantidade de ao empregado em vrios tipos de embarcaes fabricadas no Brasil, podem ser obtidas junto s empresas projetistas (Projemar, Kromav ou Consunav), nos estaleiros construtores ou no SINAVAL. Eng. Rubens Langer - SOBENA.

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