Abordagem Clnica, Epidemiolgica e Laboratorial das Anomalias Congnitas Marcial Francis Galera.

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    17-Apr-2015

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  • Abordagem Clnica, Epidemiolgica e Laboratorial das Anomalias Congnitas Marcial Francis Galera
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  • Causas ambientaisCausas genticas
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  • ambiente X gentipo Sade D. ambiental D. gentica D. multifatorial
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  • DOENAS GENTICAS DISTRBIOS CROMOSSMICOS; DISTRBIOS CROMOSSMICOS; DISTRBIOS MONOGNICOS; DISTRBIOS MONOGNICOS; DISTRBIOS MULTIFATORIAIS; DISTRBIOS MULTIFATORIAIS; DISTRBIOS MITOCONDRIAIS. DISTRBIOS MITOCONDRIAIS.
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  • Caritipo Feminino Normal (46,XX)
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  • ALTERAES CROMOSSMICAS Numricas Numricas Nmero total de cromossomos diferente de 46. Nmero total de cromossomos diferente de 46. Estruturais Estruturais Alterao na estrutura de algum cromossomo. DOENAS GENTICAS
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  • ABERRAES CROMOSSMICAS Numricas - Sndrome de Down Numricas - Sndrome de Down Caritipo: 47,XX,+21 / 47,XY,+21 Caritipo: 47,XX,+21 / 47,XY,+21 DOENAS GENTICAS
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  • ABERRAES CROMOSSMICAS Numricas - Sndrome de Turner Numricas - Sndrome de Turner Caritipo: 45,X Caritipo: 45,X DOENAS GENTICAS
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  • ABERRAES CROMOSSMICAS Estruturais - Sndrome do miado do gato (5p-) Estruturais - Sndrome do miado do gato (5p-) Caritipo: 46,XX,del(5p) Caritipo: 46,XX,del(5p) DOENAS GENTICAS
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  • ABERRAES CROMOSSMICAS Estruturais - Sndrome de Wolf-Hirschhorn (4p-) Estruturais - Sndrome de Wolf-Hirschhorn (4p-) Caritipo: 46,XX,del(4p) Caritipo: 46,XX,del(4p) DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Dominantes Autossmicas Dominantes Acondroplasia Sd. Treacher Collins Acondroplasia Sd. Treacher Collins DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Dominantes Autossmicas Dominantes Neurofibromatose tipo I DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Dominantes Autossmicas Dominantes Sndrome de Waardenburg DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Dominantes Autossmicas Dominantes DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Recessivas Autossmicas Recessivas Sndrome de Hurler Anemia Falciforme Sndrome de Hurler Anemia Falciforme DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Recessivas Autossmicas Recessivas DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS Autossmicas Recessivas Autossmicas Recessivas DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS DOENAS MONOGNICAS Ligadas ao X Dominante Ligadas ao X Dominante Raquitismo resistente Vitamina D Vitamina D DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS DOENAS MONOGNICAS Ligadas ao X Dominante Ligadas ao X Dominante DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS DOENAS MONOGNICAS Ligadas ao X Recessiva Ligadas ao X Recessiva Distrofia Muscular de Duchenne DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MONOGNICAS DOENAS MONOGNICAS Ligadas ao X Recessiva Ligadas ao X Recessiva DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MITOCONDRIAIS DOENAS MITOCONDRIAIS Oftalmopatia de Leber Oftalmopatia de Leber DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MULTIFATORIAIS Fatores ambientais e genticos Defeito de Fechamento do Tubo Neural; Defeito de Fechamento do Tubo Neural; Cardiopatias Congnitas; Cardiopatias Congnitas; Estenose Hipertrfica do Piloro. Estenose Hipertrfica do Piloro. DOENAS GENTICAS
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  • DOENAS MULTIFATORIAIS Defeito de Fechamento do Tubo Neural Defeito de Fechamento do Tubo Neural DOENAS GENTICAS
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  • Por que estudar doenas genticas / anomalias congnitas?
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  • Declnio da importncia dos fatores ambientais (agentes infecciosos ) Maior concentrao dos bitos no perodo perinatal Repercusso importante nas taxas de mortalidade infantil (< 1 ano)
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  • A.C. 1 em cada 3 principais diagnsticosA.C. 1 em cada 3 principais diagnsticos 37% das admisses hospitalares peditricas37% das admisses hospitalares peditricas Mortalidade hospitalar 9,8% (dobro das outras causas)Mortalidade hospitalar 9,8% (dobro das outras causas) Maior permanncia hospitalar 5,7 dias (M: 4,5)Maior permanncia hospitalar 5,7 dias (M: 4,5) Maior custo de internaoMaior custo de internao MORBIDADE
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  • Clow1973Canad33 Hall1978U.S.A 40 Day1973U.S.A 49 Barreiro1976Argentina24 Carnevale1985Mxico25 Penchaszadech1979Venezuela10 Pinto1994Brasil23 Autor anopas % sobre total de internaes Anomalias Genticas / Congnitas X Hospitais Peditricos
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  • MORTALIDADE INFANTIL ANOA.C.CAUSA 1980199020005%8%13%542 DATASUS
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  • Mortalidade infantil atribuda aos defeitos congnitos 20% DEFEITOS CONGNITOS EPIDEMIOLOGIA
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  • Causas das anomalias congnitas
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  • Anomalias cromossmicas: 6 a 7% dos zigotos; 6 a 7% dos zigotos; 50% dos abortos; 50% dos abortos; 5% dos natimortos; 5% dos natimortos; 0,5 a 0,6% dos nascidos vivos. 0,5 a 0,6% dos nascidos vivos.
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  • Anomalias Cromossmicas0,50 % Gene Autossmico Dominante0,70 % Gene Autossmico Recessivo0,25 % Gene Ligado ao Sexo (X)0,07 % Herana Multifatorial2,00 % INCIDNCIAS DE PATOLOGIAS GENTICAS EM RECM-NASCIDOS VIVOS.
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  • EPIDEMIOLOGIA DAS ANOMALIAS CONGNITAS o estudo da distribuio e determinantes de doena entre populaes; o estudo da distribuio e determinantes de doena entre populaes; Estudo das manifestaes da doena e suas associaes. Estudo das manifestaes da doena e suas associaes.
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  • ECLAMC (ESTUDO COLABORATIVO LATINOAMERICANO DE MALFORMAES CONGNITAS) Programa de investigao clnica e epidemiolgica das anomalias do desenvolvimento que opera com nascimentos hospitalares em pases latino-americanos. Incio 01 de julho de 1967. Incio 01 de julho de 1967. Programado como investigao dos fatores de risco na causalidade das malformaes, com metodologia caso- controle. Programado como investigao dos fatores de risco na causalidade das malformaes, com metodologia caso- controle.
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  • 2,44% de MF em RN vivos 2,44% de MF em RN vivos 3,79% de MF em NATIMORTOS 3,79% de MF em NATIMORTOS ECLAMC (1987) INCIDNCIA X VIGILNCIA
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  • NO BRASIL Poltica visando o atendimento s anomalias congnitas urgente por sua crescente importncia. OMS modificaes nos servios de sade necessrios ao atendimento da populao, desviando o foco de doenas agudas para o manejo dos problemas crnicos.
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  • AES GOVERNAMENTAIS Programa Nacional de Imunizao. Fortificao das farinhas com cido flico. Campo 34 da DNV permite que sejam registradas, de forma sistemtica, as anomalias congnitas ao nascimento.
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  • CAMPO 34
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  • QUAL A MAGNITUDE DO PROBLEMA?? Uma vez conseguido isso, o prximo passo ser estudar as medidas de preveno.
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  • PREVENO Primria - pr-concepcional e evita a ocorrncia do defeito congnito; Secundria - pr-natal e evita o nascimento de um feto com defeito congnito; Terciria - ps-natal e evita as complicaes dos defeitos congnitos melhorando suas possibilidades de sobrevida assim como sua qualidade de vida.
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  • OUTRO ENTRAVE: Implantao da Poltica de Gentica Mdica no SUS ainda no foi implementado!
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  • Determinao do diagnstico e conseqente definio do prognstico; Determinao do diagnstico e conseqente definio do prognstico; Apoio aos pais e familiares; Apoio aos pais e familiares; Estabelecer o prognstico familial Estabelecer o prognstico familial (Aconselhamento Gentico). (Aconselhamento Gentico). OBJETIVO DE UMA AVALIAO GENTICO-CLNICA
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  • ACONSELHAMENTO GENTICO DIAGNSTICO DA DOENA GENTICA SUSPEITAR
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  • Doena Gentica QUANDO SUSPEITAR ? HISTRIA FAMILIAR E PR-NATAL Consanginidade; Consanginidade; Outros afetados, por doena gentica, na famlia; Outros afetados, por doena gentica, na famlia; Fatores de risco maternos (exposio a teratgenos, patologias crnicas) Fatores de risco maternos (exposio a teratgenos, patologias crnicas)
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  • Doena Gentica QUANDO SUSPEITAR ? HISTRIA FAMILIAR E PR-NATAL Atividade fetal; Atividade fetal; Apresentao e tamanho do feto; Apresentao e tamanho do feto; Alterao no volume do lquido amnitico. Alterao no volume do lquido amnitico.
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  • DADOS DE NASCIMENTO Condies gerais; Condies gerais; Boletim de Apgar; Boletim de Apgar; Anormalidades de tamanho; Anormalidades de tamanho; Anormalidades do tnus; Anormalidades do tnus; Sinais/sintomas neurolgicos e/ou metablicos inexplicados; Sinais/sintomas neurolgicos e/ou metablicos inexplicados; Presena de anomalias congnitas. Presena de anomalias congnitas. QUANDO SUSPEITAR ?
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  • EXAME FSICO Geral Geral Morfolgico Morfolgico (antropometria e descrio detalhada do fentipo). ANOMALIAS CONGNITAS QUANDO SUSPEITAR ?
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  • ANOMALIAS CONGNITAS Alteraes estruturais ou metablicas presentes ao nascimento que podem ser geneticamente determinadas ou resultado da influncia ambiental durante a vida fetal ou embrionria (Apgar & Stickle, 1986). Alteraes estruturais ou metablicas presentes ao nascimento que podem ser geneticamente determinadas ou resultado da influncia ambiental durante a vida fetal ou embrionria (Apgar & Stickle, 1986). 3 - 5% dos recm-nascidos apresentam pelo menos uma anomalia menor presente ao nascimento. 3 - 5% dos recm-nascidos apresentam pelo menos uma anomalia menor presente ao nascimento.
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  • MENORES MENORES MAIORES MAIORES ANOMALIAS CONGNITAS
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  • ANOMALIAS MENORES So alteraes estruturais freqentes que no produzem alteraes significativas na sade ou comprometimento social. So alteraes estruturais freqentes que no produzem alteraes significativas na sade ou comprometimento social.
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  • Prega palmar transversal nica Clinodactilia ANOMALIAS MENORES
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  • Causa desconhecida 50 a 60% Anomalias menores Presentes em 14% dos recm-nascidos 90% dos recm-nascidos com trs ou mais anomalias menores - tm anomalia maior.
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  • ANOMALIAS MAIORES Tm conseqncias mdicas e sociais; Tm conseqncias mdicas e sociais; Requerem ateno mdica; Requerem ateno mdica; Geralmente deixam seqelas. Geralmente deixam seqelas.
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  • ANOMALIAS MAIORES Fenda labial Hemangioma Atresia de duodeno e esfago
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  • METODOLOGIA Histria familiar Histria familiar Exame gentico-clnico Exame gentico-clnico Exame fsico geral; Exame fsico geral; Descrio detalhada do fentipo; Descrio detalhada do fentipo; Exame antropomtrico; Exame antropomtrico; Anlise dos padres dermo-papilares; Anlise dos padres dermo-papilares; Documentao fotogrfica. Documentao fotogrfica. Exames complementares Exames complementares
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  • Criana com Dismorfias mltiplas
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome?
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? SIM
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? SIM Confirmao laboratorial, quando possvel
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? SIM Confirmao laboratorial, quando possvel ORIENTAO, PROGNSTICO E ACONSELHAMENTO GENTICO
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? NO
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? NO Escolher sinais maiores (ganchos)
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? NO Escolher sinais maiores (ganchos) Pesquisa na literatura
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? NO Escolher sinais maiores (ganchos) Pesquisa na literatura Reconhece uma sndrome?
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? SIM NO Confirmao laboratorial, quando possvel Escolher sinais maiores (ganchos) Pesquisa na literatura Reconhece uma sndrome?
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? SIM NO Confirmao laboratorial, quando possvel ORIENTAO, PROGNSTICO E ACONSELHAMENTO GENTICO Escolher sinais maiores (ganchos) Pesquisa na literatura Reconhece uma sndrome?
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? NO Escolher sinais maiores (ganchos) Pesquisa na literatura Reconhece uma sndrome?
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  • Criana com Dismorfias mltiplas Obter anamnese Realizar exame morfolgico Reconhece uma sndrome? SIM NO Confirmao laboratorial, quando possvel ORIENTAO, PROGNSTICO E ACONSELHAMENTO GENTICO Escolher sinais maiores (ganchos) Pesquisa na literatura Reconhece uma sndrome?
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  • METODOLOGIA PESQUISA NA LITERATURA Livros Livros Artigos cientficos Artigos cientficos Atlas de sndromes Atlas de sndromes Site: Site: www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?db= OMIM Programas: Programas: LDDB LDDB LNDB LNDB POSSUM POSSUM
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  • SIMULAO
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  • SIMULAO Luxao do Cristalino
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  • SIMULAO Aracnodactilia
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  • SIMULAO Aracnodactilia Escoliose
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  • SIMULAO Aracnodactilia Escoliose Dilatao da Aorta
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  • LISTA DE SINAIS Luxao do Cristalino;Luxao do Cristalino; Aracnodactilia;Aracnodactilia; Escoliose;Escoliose; Dilatao da aorta.Dilatao da aorta.
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  • PROGRAMA LDDB
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  • Exames complementares Exames complementares Mtodos de diagnstico por imagem: Radiografia simples; Radiografia simples; Tomografia Computadorizada; Tomografia Computadorizada; Ressonncia Magntica; Ressonncia Magntica; Ultra-som. Ultra-som. METODOLOGIA
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  • Exames complementares Laboratoriais: Hematologia; Hematologia; Bioqumica; Bioqumica; Citogentica Clssica e Molecular; Citogentica Clssica e Molecular; Biologia Molecular. Biologia Molecular. METODOLOGIA
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  • ANLISE CROMOSSMICA MATERIAL: LINFCITOSLINFCITOS MEDULA SSEAMEDULA SSEA FIBROBLASTOS DE PELEFIBROBLASTOS DE PELE VILOSIDADES CORINICASVILOSIDADES CORINICAS LQUIDO AMNITICOLQUIDO AMNITICO TECIDO TUMORALTECIDO TUMORAL RESTOS OVULARESRESTOS OVULARES MTODOS DE COLORAO: COLORAO CONVENCIONALCOLORAO CONVENCIONAL BANDAS G, Q, R.BANDAS G, Q, R. FISHFISH CARITIPO
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  • CROMOSSMOS HUMANOS BANDAS
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  • Caritipo Masculino Normal (46,XY)
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  • ESTUDOS BIOQUMICOS TESTES QUALITATIVOS DE URINA;TESTES QUALITATIVOS DE URINA; CROMATOGRAFIA DE AMINOCIDOS;CROMATOGRAFIA DE AMINOCIDOS; CROMATOGRAFIA DE OLIGOSSACARDEOS;CROMATOGRAFIA DE OLIGOSSACARDEOS; CROMATOGRAFIA DE MUCOPOLISSACRIDES;CROMATOGRAFIA DE MUCOPOLISSACRIDES; DOSAGENS PLASMTICAS;DOSAGENS PLASMTICAS; ENSAIOS ENZIMTICOS NO PLASMA;ENSAIOS ENZIMTICOS NO PLASMA; ENSAIOS ENZIMTICOS EM LEUCCITOS.ENSAIOS ENZIMTICOS EM LEUCCITOS.
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  • ESTRATGIAS DE ANLISE MOLECULAR Estratgia por anlise direta: Gene seqenciado e mutaes restritas. Exemplo: Acondroplasia (FGFR3) Estratgia por anlise indireta: Gene mapeado e no seqenciado / gene muito extenso / sem mutaes prevalentes. Exemplo: Doena policstica renal tipo adulto
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  • Reao em Cadeia da Polimerase (PCR) Aplicao: Anlise qualitativa para deteo de DNA/RNA de vrus, bactrias, protozorios;Anlise qualitativa para deteo de DNA/RNA de vrus, bactrias, protozorios; Deteco de fragmentos cromossmicos (Y);Deteco de fragmentos cromossmicos (Y); Deteco de rearranjo gnico (LMC, abl/bcr; 9/22)Deteco de rearranjo gnico (LMC, abl/bcr; 9/22) Deteco de mutaes de ponto (AF - GAG - GTG)Deteco de mutaes de ponto (AF - GAG - GTG) Deteco de delees (FC - Delta F508)Deteco de delees (FC - Delta F508) Determinao de vnculo biolgicoDeterminao de vnculo biolgico
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  • DOENAS INFECCIOSAS CMVCMV ClamdiaClamdia EBVEBV Hepatite B, CHepatite B, C Herpes 1 e 2Herpes 1 e 2 HIVHIV ListerioseListeriose HPVHPV ParvoviroseParvovirose RubolaRubola LuesLues ToxoplasmoseToxoplasmose VaricelaVaricela
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  • DOENAS GENTICAS Fibrose CsticaFibrose Cstica Anemia FalciformeAnemia Falciforme AcondroplasiaAcondroplasia Distrofia muscularDistrofia muscular EIMsEIMs Coria de HuntingtonCoria de Huntington Osteognese ImperfeitaOsteognese Imperfeita CranioestenosesCranioestenoses Displasias EsquelticasDisplasias Esquelticas FenilcetonriaFenilcetonria Sndrome do X FrgilSndrome do X Frgil Hemofilia AHemofilia A Neurofibromatose INeurofibromatose I HACHAC
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  • AVALIAO EM GENTICA CLNICA Determinao do diagnstico e conseqente definio do prognstico; Apoio aos pais e familiares; Estabelecer o prognstico familial (Aconselhamento Gentico).
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  • OBRIGADOfgalera@uol.com.br