Abcp Controle Tecnologico Pavimento de Concreto

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    13-Oct-2015

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  • CONTROLE TECNOLGICO DE PAVIMENTOS DE

    CONCRETO

  • TECNOLOGIA DO CONCRETO

    CS - CONCRETO SIMPLES

    CR - CONCRETO ROLADO

  • CONCRETO ROLADO

    CONCEITUAO

    Concreto de consistncia seca e

    trabalhabilidade que permita seu

    espalhamento com vibroacabadora de

    asfalto, distribuidora de agregados ou

    motoniveladora e adensamento por rolos

    compressores.

  • CONCRETO ROLADOUTILIZAO EM PAVIMENTOS

    5 10 15 20 25

    100

    200

    300

    Relao agregado/cimento (m)

    Con

    sum

    o d e

    ci m

    ento

    (kg/

    m3 )

    280

    7,5

    180

    12

    140

    16120

    18 95

    24

    Base no

    revestidaBase

    revestida

    Sub-base

    Acostamento

    15015

    SUB-BASE BASE

    - revestida camada asfltica peas intertravadas

    - no revestida

  • CONCRETO SIMPLES

    CONCEITUAO

    Concreto de consumo de cimento relativamente alto, baixa relaogua/cimento, sem armaduradistribuda, seja estrutural ou no, com elevada resistncias trao na flexo, compresso e abraso.

  • CONCRETO SIMPLES

    UTILIZAO EM PAVIMENTOS

    Utilizado como base e revestimento do pavimento, sendo ao mesmo tempo camada estrutural e de rolamento.

  • FAST TRACK (concreto de resistncia rpida)

    CONCEITUAO

    Concreto simples com rpido desenvolvimento de resistncia mecnica que permite liberao antecipada ao trfego.

  • FAST TRACK (concreto de resistncia rpida)

    UTILIZAO EM PAVIMENTOS

    Utilizado em reparos e em trechos urbanos que necessitam de liberao rpida ao trfego, como em corredores de nibus e alas de acesso.

  • CONCRETO PARA PAVIMENTOS

    MATERIAIS CONSTITUINTES

    CIMENTO PORTLAND AGREGADO GRADO AGREGADO MIDO GUA REDUTOR DE GUA INCORPORADOR DE AR ADIES MINERAIS ATIVAS FIBRAS

    CRCRCSCS

    FTFT

  • INFLUNCIA DOS MATERIAIS

    CIMENTO

    Maior consumo de cimento acarreta:

    MAIOR custo MAIOR plasticidade MAIOR coeso menor segregao menor exsudao MAIOR calor de hidratao MAIOR variao volumtrica

  • CIMENTOCARACTERTICAS

    Resistncia compresso

    Tempo de Pega

    rea especfica

    Calor de hidratao

  • INFLUNCIA DOS MATERIAIS

    AGREGADO MIDO

    Aumento do teor de agregado mido acarreta:

    MAIOR consumo de gua

    MAIOR consumo de cimento

    MAIOR plasticidade

  • AGREGADO MIDO

    CARACTERTICAS

    Curva granulomtrica

    Absoro de gua

    Formato dos gros

    Impurezas orgnicas

    Material pulverulento

  • INFLUNCIA DOS MATERIAIS

    AGREGADO GRADO

    Aumento do teor de agregado grado acarreta:

    MENOR retrao

    MENOR consumo de cimento

    Menor plasticidade

  • AGREGADO GRADO

    CARACTERTICAS

    Petrografia

    Curva granulomtrica

    Absoro de gua

    ndice de forma

    Material pulverulento

  • DOSAGEM

    ExecuoIngredientes

  • DOSAGEM No igual a receita do bolo

    1:2:3:0,5 (c:a:b:a/c)

  • DOSAGEM

    REQUISITOS PARA A DOSAGEM

    Trabalhabilidade

    Resistncia fsico-mecnica

    Permeabilidade/Porosidade

    Custo

  • DOSAGEM - CR

    Parmetros do projeto: Resistncia compresso (fck) Dimenso mxima do agregado

    Especificaes DNER 40: Composio granulomtrica dos agregados

    utilizao de faixas de referncia

    Determinao da massa especfica aparente seca mxima e da umidade tima

    ensaio de compactao Determinao do consumo de cimento

  • DOSAGEM - CR

    Propores em massa (cimento:agregados secos 1: 24 a 1: 6 (90 a 340 kg/m3)

    consumo de cimento para sub-base: 85 a 120 kg/m3

    Resistncia mecnica (fck e fctM,k) Consistncia seca, compactao com rolos

    compressores.

  • DOSAGEM - CR

    CURVA GRANULOMTRICA

    0,010,020,030,040,050,060,070,080,090,0

    100,0

    25 19 12,5 9,5 6,3 4,8 2,4 1,2 0,6 0,3 0,15 0,075

    Abertura da peneira (mm)

    P

    o

    r

    c

    e

    n

    t

    a

    g

    e

    m

    e

    m

    m

    a

    s

    s

    a

    r

    e

    t

    i

    d

    a

    (

    %

    )

    Limite superior

    Limite inferior

    Composio da amostra

  • DOSAGEM - CR

    COMPACTAO

    2150

    2200

    2250

    2300

    2350

    4,5 5 5,5 6 6,5 7 7,5

    Massa especfica aparente seca mxima

    Umidade tima

  • DOSAGEM - CS

    Parmetros do projeto:Resistncia trao na flexo (fctM,k)

    Abatimento Dimenso mxima do agregado

    Especificaes NBR 7583/86: Consumo mnimo de cimento - 320 kg/m3 Relao a/c - 0,40 a 0,56 Agregado mido - D.mx. caracterstica 4,8 mm Agregado grado - D.mx: 1/5 e 1/4 da espessura

    da placa e nunca superior a 50 mm.

  • DOSAGEM - CS

    MTODO ABCP

    Adaptado do mtodo da ACI (American Concrete Institute), para agregados brasileiros

    Adequado para concretos de consistncia plstica a fluida

  • DOSAGEM - CS

    Abrams

    LyseMolinari

  • CONTROLE TECNOLOGICOCONTROLE DE MATERIAIS

    Controle de recebimento dos materiais: Fornecedor Origem Caractersticas

    Amostragem dos materiais lote de material recebido

  • CONTROLE TECNOLOGICO

    CONTROLE DE MATERIAIS Identificao das amostras:

    Data de coleta Origem Lote de concreto correspondente

    Descarte das amostras: Aps verificao da resistncia mecnica do

    lote de concreto correspondente. Ausncia de patologias em relao ao

    perodo amostrado.

  • CONCRETO ROLADO

    CONTROLE TECNOLOGICO

  • CONCRETO ROLADO

    CONTROLE TECNOLOGICO

    GRANULOMTRIA DOS AGREGADOS MASSA ESPECFICA APARENTE SECA

    MXIMA E UMIDADE TIMA

    CONSUMO DE CIMENTO UMIDADE DO CONCRETO RESISTNCIA COMPRESSO GRAU DE COMPACTAO CONTROLE DE CURA CONTROLE GEOMTRICO

  • CONCRETO ROLADO

    AMOSTRAGEM

  • CONCRETO ROLADO

    UMIDADE DO CONCRETO

    Amostragem:

    a cada caminho at constncia de resultados.

    a cada 4 caminhes - (toda moldagem).

    NBR 6467 - Mtodo da frigideira

  • CONCRETO ROLADORESISTNCIA COMPRESSO AXIAL

    Lotes de 2500 m2

    6 exemplares por lote forma 15 x 30 cm Soquete 4,5 kg e altura

    de queda de 45 cm Energia normal

    5 camadas com 30 golpes cada.

    DNER 40 (moldagem) e NBR 5739 (ensaio)

  • CONCRETO ROLADO

    RESISTNCIA COMPRESSO AXIAL

  • CONCRETO ROLADO

    RESISTNCIA COMPRESSO AXIAL

  • CONCRETO ROLADOGRAU DE COMPACTAO

    Lotes de 2500 m2

    6 ensaios por lote Ensaiar imediatamente aps

    trmino da compactao (Borda D, Eixo, Borda E)

    Frasco de areia

    Ensaio: NBR 7185

  • CONCRETO ROLADOGRAU DE COMPACTAO

  • CONCRETO ROLADOGRAU DE COMPACTAO

  • CONCRETO ROLADOGRAU DE COMPACTAO

  • CONCRETO ROLADOGRAU DE COMPACTAO

  • CONCRETO ROLADOCONTROLE GEOMTRICO

    Lotes de 2500 m2

    6 medidas (furos de GC) Medidas topogrficas a

    cada 20 m.

    DNER 40

  • CONCRETO ROLADO

    CURA

  • CONCRETO ROLADO

    CURA

  • CONCRETO SIMPLES

    CONTROLE TECNOLOGICO

  • CONCRETO SIMPLES

    CONTROLE TECNOLOGICO

    GRANULOMTRIA DOS AGREGADOS UMIDADE DOS AGREGADOS CONSISTNCIA TEOR DE AR RESISTNCIA TRAO NA FLEXO CONTROLE DE CURA CONTROLE GEOMTRICO

  • CONCRETO SIMPLES

    CONSISTNCIA

    Amostragem: a cada caminho at

    constncia de resultados. a cada 4 ou 5 caminhes.

    (toda moldagem)

    Inspecionar visualmente todo caminho.

    NBR NM 67/98

  • CONCRETO SIMPLES

    CONSISTNCIA

    CMI 3004: 30 10 mmGP 2600: 40 10

    mmComander III: 40 10 mmC 450: 70 10 mmRgua vibratria: 70 10 mm

  • CONCRETO SIMPLES

    TEOR DE AR

    Amostragem: a cada caminho at

    constncia de resultados. a cada 4 ou 5 caminhes.

    (toda moldagem)

    NBR NM 47

  • CONCRETO SIMPLES

    TEOR DE AR

  • CONCRETO SIMPLES

    RESISTNCIA TRAO NA FLEXOLote de 1000 m3

    32 exemplares por lote

    forma prismtica15 X 15 X 50 cm

    NBR 5738 (moldagem) e NBR 12142 (ruptura)

  • CONCRETO SIMPLES

    RESISTNCIA TRAO NA FLEXO

  • CONCRETO SIMPLES

    RESISTNCIA TRAO NA FLEXO

  • CONCRETO SIMPLES

    RESISTNCIA COMPRESSO AXIAL

    Obter correlao confivel entre fctm e fc

    aprovao da fiscalizao

  • CONCRETO SIMPLES

    CONTROLE DE EXECUO

    BARRAS DE TRANSFERNCIA E DE LIGAO

    APLICAO E ACABAMENTO DO CONCRETO

    TEXTURIZAO

    CURA

    JUNTAS DE DILATAO

    CONFORTO DE ROLAMENTO

  • CONCRETO SIMPLES

    BARRAS DE TRANSFERNCIA

  • CONCRETO SIMPLES

    BARRAS DE LIGAO

  • CONCRETO SIMPLES

    ANTES DA APLICAO

    Condies da camada de sub-base- limpeza- integridade- colocao de filme plstico (se for o caso)- saturao com gua

    (taxa de evaporao elevada)

    Marcao topogrfica- verificao das linhas sensoras

    (espessura da placa)

    Funcionando dos vibradores da pavimentadora

  • CONCRETO SIMPLES

    DURANTE A APLICAO

    A altura do concreto lanado na pavimentadora deve ser menor do que 1 m.Formao das bordas

    vazios na lateral falta de vibrao teor de argamassa baixo

    Desmoronamento excesso de vibrao teor de argamassa elevado

    Evitar paradas desnecessrias da pavimentadora.

  • CONCRETO SIMPLES

    LANAMENTO/ADENSAMENTO

  • CONCRETO SIMPLES

    ACABAMENTO

  • CONCRETO SIMPLES

    TEXTURIZAO

  • CONCRETO SIMPLES

    TEXTURIZAO

    VERIFICAES:

    Homogeneidade Profundidade

    0,6 mm a 1,2 mm

    2

    4DVT =

    ASTM E 965-96

  • CONCRETO SIMPLES

    CURA

  • CONCRETO SIMPLES

    CURA

  • CONCRETO SIMPLESTAXA DE EVAPORAO

    Umidade relativa (%) Temperatura do concreto (oC)

    Velocidade do vento (km/h)Temperatura do ar (oC)

    T

    a

    x

    a

    d

    e

    e

    v

    a

    p

    o

    r

    a

    o

    k

    g

    /

    (

    m

    2

    /

    h

  • CONCRETO SIMPLESTAXA DE EVAPORAO

  • CONCRETO SIMPLESAGENTE DE CURA

    Ensaio:T:

    (37,81,1)oCUR:

    (322)%

    evaporao mxima:

    0,55 kg/m2 em 72 hASTM C 156

  • CONCRETO SIMPLES

    JUNTA TRANVERSAL DE CONTRAO

  • CONCRETO SIMPLES

    JUNTA TRANVERSAL DE CONTRAO

  • CONCRETO SIMPLES

    JUNTA TRANVERSAL DE CONTRAO

    Corte inicial Ponto de enfraquecimento

    induo da fissura Largura: 3 mm Profundidade: 1/3 a 1/4 da espessura da

    placa.

    Corte secundrio Fator de forma do selante.

    Largura: geralmente 6 mm depende do tipo de selante.

    Profundidade: 20 a 30 mm

  • CONCRETO SIMPLES

    JUNTA TRANVERSAL DE CONTRAO

    Corte simples Selante a quente

    Selante a frio Selante pr-moldado

    Corpo

    de apoio

  • PAVIMENTO DE CONCRETOCONFORTO DE ROLAMENTOCONFORTO DE ROLAMENTO

    Percepo subjetiva da qualidade de rodagem de um pavimento.

    Conforto de rolamento

  • CONFORTO DE ROLAMENTO

    Guia da AASHTO/1998Utilizao do perfilgrafo CalifrniaLotes de 1000 m, com sub-lotes de 100 mUnidade de medida: mm/km

  • CONFORTO DE ROLAMENTOPERFILGRAFO CALIFRNIA

    RODA SENSORA7,62 m

    CONECO DAS RODAS

    CONECO DA ESTRUTURA CONECO DA

    ESTRUTURA

    CONJUNTO DE MEDIO E REGISTRO

    CONECO DAS RODAS

  • CONFORTO DE ROLAMENTOPERFILGRAFO CALIFRNIA

  • CONFORTO DE ROLAMENTOPERFILGRAFO CALIFRNIA

  • CONFORTO DE ROLAMENTOPERFILGRAFO CALIFRNIA

  • CONFORTO DE ROLAMENTOPERFILGRAFO CALIFRNIA

  • PERFILGRAFO CALIFRNIACONFORTO DE ROLAMENTO

  • NDICE DE PERFILCONFORTO DE ROLAMENTO

    a soma dos valores absolutos dos desvios (picos e depresses) que excedem os limites de uma faixa neutra.

    faixa neutra igual a 5 mm.

  • NDICE DE PERFILCONFORTO DE ROLAMENTO

  • NDICE DE PERFILCONFORTO DE ROLAMENTO

    Critrios para desempenho nvel de conforto:

    premiao ou multa com exigncia de

  • AJUSTAMENTO DE PREOSCONFORTO DE ROLAMENTO

    Trabalhos corretivos190

    90190< IP 17692175< IP 16194160< IP 14196140< IP 12698125< IP 111100110< IP 8110280< IP 6610465< IP 5110550IP 0

    % do preo unitrio oferecido do pagamentomm/km por seo de 0,1 km

    Ajustagem de Preondice de Perfil (IP)

  • MUITO OBRIGADO !!!!

    CONTROLE TECNOLGICO DE PAVIMENTOS DE CONCRETOTECNOLOGIA DO CONCRETOCONCRETO ROLADOCONCRETO ROLADOCONCEITUAOUTILIZAO EM PAVIMENTOSFAST TRACK (concreto de resistncia rpida)FAST TRACK (concreto de resistncia rpida)MATERIAIS CONSTITUINTESDOSAGEM - CRDOSAGEM - CRDOSAGEM - CRDOSAGEM - CRCONTROLE TECNOLOGICOCONTROLE TECNOLOGICOCONCRETO ROLADOAMOSTRAGEMUMIDADE DO CONCRETORESISTNCIA COMPRESSO AXIALRESISTNCIA COMPRESSO AXIALRESISTNCIA COMPRESSO AXIALGRAU DE COMPACTAOGRAU DE COMPACTAOGRAU DE COMPACTAOGRAU DE COMPACTAOGRAU DE COMPACTAOCONTROLE GEOMTRICOCURACURACONCRETO SIMPLESCONSISTNCIACONSISTNCIATEOR DE ARTEOR DE ARRESISTNCIA TRAO NA FLEXORESISTNCIA TRAO NA FLEXORESISTNCIA TRAO NA FLEXORESISTNCIA COMPRESSO AXIALCONTROLE DE EXECUOBARRAS DE TRANSFERNCIABARRAS DE LIGAOANTES DA APLICAODURANTE A APLICAOLANAMENTO/ADENSAMENTOACABAMENTOTEXTURIZAOTEXTURIZAOCURACURATAXA DE EVAPORAOTAXA DE EVAPORAOAGENTE DE CURAJUNTA TRANVERSAL DE CONTRAOJUNTA TRANVERSAL DE CONTRAOJUNTA TRANVERSAL DE CONTRAOJUNTA TRANVERSAL DE CONTRAOCONFORTO DE ROLAMENTOCONFORTO DE ROLAMENTOPERFILGRAFO CALIFRNIAPERFILGRAFO CALIFRNIAPERFILGRAFO CALIFRNIAPERFILGRAFO CALIFRNIAPERFILGRAFO CALIFRNIAPERFILGRAFO CALIFRNIANDICE DE PERFILNDICE DE PERFILNDICE DE PERFILAJUSTAMENTO DE PREOS