A12 paper - perfil business intelligence - business intelligence na poltica

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    21-Aug-2015

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  1. 1. PERFIL BUSINESS INTELLIGENCE marcelokrug@gmail.com SEU PAPER PELA INTERNET Desde Maro/2015 pp12 Para no entrar em um contexto do projeto de Business Intelligence dentro das instituies, ficarei no modelo tecnolgico de uma apurao eleitoral. Quero dizer que h muita poltica em empresas quando da implementao de um sistema analtico. H os que incentivam e outros que sugerem manter como est. H os que indicam um tipo de tecnologia e fornecedor diferente de outros. H muita negociao antes do incio do projeto. O modelo de anlise deste paper foi criado em ateno ao que sempre divulgado quando da apurao de votos. Portanto, como dito que no coletado quem quem no momento do voto, partimos do princpio apenas de que o voto nico para aqueles que esto inscritos e aptos votar. Sabendo onde est a urna eletrnica, o tipo de eleio e a data, tenho todas as minhas caractersticas do fato. Vou medir a quantidade de votos. O BUSINESS INTELLIGENCE NA POLTICA Motivo: Comeo explicando o porqu do campo [KEY_VOTO]. Em um modelo dimensional limpo, bom termos apenas a caracterizao do que estamos medindo e o prprio. Porm h a necessidade de neste momento ter a chave do fato, o registro do voto, presente na tabela. Pois esta estrutura foi pensada em questo de minutos e assim que possvel vou desmembrar o cdigo que tem na [KEY_VOTO] para dimenses. Em alguns projetos OLAP com uma carga de presso por resultados isso ocorre. No uma m prtica, mas sim uma forma de resolver naquele momento. Como contabilizo ento os votos?! Crio uma mtrica virtual ou lgica com a funo agregadora COUNT no meu projeto OLAP. Eu sei que cada registro da tabela [FACT_VOTOS] corresponde a um voto. Desta forma, com o COUNT ou com uma coluna que tenha o valor fixo de 1, terei o mesmo resultado. No final, consigo caracterizar os votos e o processo por diferentes pontos de vista. Por exemplo: - Consigo ver quais os horrios de pico (Hora do dia com mais votos computados); - Saber os votos de um municpio, UF; E, se quiser, consigo enriquecer o modelo com informaes diversas. Como as sociais daquela regio. E at um Big Data analisando as discues em redes sociais. Particularidades: A tabela de fatos possui apenas 4 colunas. [KEY_VOTO], [ID_URNA], [ID_DATA] e [ID_CANDIDATO]. O registro que tenho em [ID_URNA] proveniente da caracterizao do voto em funo da urna. Sabendo qual foi a urna, consigo percorrer os nveis acima at chegar ao nvel da UF. Consigo identificar melhor qual foi o candidato que recebeu o voto. No estou desconsiderando os brancos e nulos. Na dimenso [DIM_CANDIDATOS] utilizo dois registros, quando na minha base transacional contabilizado o voto em branco, ao fazer o processamento ETL eu determino que quando isso for encontrado o valor padro o do registro correspondente na tabela da dimenso. O mesmo acontece com os votos nulos. Em outros contextos posso utilizar N/A e Unk, Not Applicable e Unknow. E, pela dimenso [DIM_TEMPO] consigo agregar os votos pelos nveis que caracterizam o momento. Meu nvel mais baixo o minuto e consigo subir at o ano deste registro. Eu determinei que meu campo chave para a dimenso [DIM_TEMPO] vai ser um numrico assim: AAAAMMDDHHMM. Vejam que no utilizo uma coluna para medir o fato. Ou seja, no tenho um registro de contagem na tabela, somente a [KEY_VOTO] e caracterizaes. Conhecendo as informaes que esto disponveis diretamente para caracterizar o fato posso criar esta estrutura dimensional. Trata-se de uma estrutura dimensional simples e de rpida leitura dos dados.

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