A SISTEMATIZAO DA ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM AO ...

  • Published on
    10-Jan-2017

  • View
    225

  • Download
    0

Transcript

A SISTEMATIZAO DA ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO EM ISNTITUIES HOSPITALARES

1

A SISTEMATIZAO DA ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO EM ISNTITUIES HOSPITALARES

Gigliane Sousa Silva1Juliane Alves Fonseca1Liliam K. R. T.C. Lima1Snia Maria Ribeiro2RESUMOEste estudo objetivou atravs de pesquisa bibliogrfica demonstrar a necessidade de Sistematizar de forma adequada todo cuidado pessoa Idosa, e tendo como objetivos especficos: Descrever a Sistematizao da Assistncia de Enfermagem, Identificar as caractersticas do ensino de Enfermagem relacionadas pessoa Idosa, Conhecer os principais diagnsticos e Intervenes da pessoa Idosa, segundo a taxonomia NANDA e NIC e Investigar se o enfermeiro conhece os direitos a pessoa Idosa previsto no Estatuto. E se este conhecimento interfere na qualidade da Assistncia. Foram acionadas as bases de dados SCIELO, e encontrados 88 trabalhos sobre o tema estudado. Encontrado que os Enfermeiros realizam a assistncia de enfermagem, mas no esta sistematizada. A Academia de maneira geral no est trabalhando as habilidades e competncias do Enfermeiro para trabalhar sistematizao com o idoso. Existem falhas ainda na assistncia descumprindo assim o Estatuto. importante ressaltar que Sistematizar privativo do enfermeiro, cabe unicamente a ele, o planejamento, a organizao; e execuo juntamente com toda a equipe de enfermagem. Mas os enfermeiros esto encontrando dificuldades em sistematizar, devido falta de conhecimento especifico sobre sistematizao, gerontologia e geriatria. Diante disso, o envelhecimento cada vez maior, traz responsabilidades aos enfermeiros quanto melhora da assistncia dada com metodologias adequadas da sistematizao.Palavras Chave: Sistematizao; Idosos; Hospitais; Enfermagem.

ABSTRACTThis study aimed to demonstrate through literature search Systematising the need to adequately care for every person Idosa, and with the specific objectives: Describe the assistance of Systematization of Nursing, identify the characteristics of the teaching of Nursing related to the person Idosa, the most familiar diagnostics and spoke of the person Idosa, according to the taxonomy NANDA and NIC and investigate whether the nurse knows the person Idosa the rights provided for in the Statute. And if this knowledge interfere with the quality of assistance. They were driven the databases SCIELO, and found 88 papers on the subject studied. Found that the Nurses carry out the assistance of nursing, but is not systematic. The Academy in general is not working skills and competencies of the nurse to work with the elderly systematization. There are still gaps in assistance descumprindo so Statute. It is important to stress that Systematising is the private nurse, it is only him, the planning, organization and implementation together with all the nursing staff. But the nurses are finding difficulties in systematic, due to lack of specific knowledge on systematization, gerontology and geriatrics. Given that, the increasing ageing, brings responsibilities to nurses as to improve the care given to appropriate methods of systematization. Words - Key: Systematization; Elderly; Hospitals, Nursing.

INTRODUO

No Brasil, a esperana mdia de vida de 67 anos e, em 2025, a expectativa que possa chegar aos 74 anos. Entretanto, o envelhecimento o perodo da vida que, sucede a fase de maturidade e caracterizada por declnio das funes orgnicas (senilidade). Desse modo, v-se a necessidade de ampliar o atendimento aos Idosos por meio de Sistematizao da Assistncia.

Portanto, justifica-se a necessidade de pesquisas, que venham favorecer e responder se a Sistematizao da Assistncia ao Idoso est sendo executada de forma adequada por Enfermeiros em Instituies Hospitalares, garantindo assim, maior eficincia no atendimento necessidade peculiar desta clientela.

Neste sentido, necessrio que as instituies de ensino de graduao de enfermagem se organizem para contemplar a formao do aluno como enfermeiro, para que proporcione a ele um aprendizado capaz de prepar-lo e de integr-lo na realidade presente com conhecimentos e habilidades que facilitaram suas atividades dirias.OBJETIVOS Descrever a Sistematizao da Assistncia de Enfermagem Identificar as caractersticas do ensino de Enfermagem relacionadas pessoa Idosa Conhecer os principais diagnsticos e Intervenes da pessoa Idosa, segundo a taxonomia NANDA e NIC. Investigar se o enfermeiro conhece os direitos a pessoa Idosa previsto no Estatuto. E se este conhecimento interfere na qualidade da Assistncia. METODOLOGIANeste estudo de reviso de literatura foi realizado um levantamento bibliogrfico acerca da SAE, utilizando-se as bases de dados do SCIELO. Para proceder busca utilizaram-se as palavras-chave: Assistncia a Idosos (3), Idosos hospitalizados (21) Formao profissional geritrica (1), Enfermagem geritrica (19), Educao em enfermagem Geriatria (3) e Cuidados de enfermagem/ coletas de dados (41). Foram encontrados 88 trabalhos sobre os referidos temas, sendo apenas cinco selecionados para este estudo por terem sido desenvolvidos no mbito nacional e serem relativamente recentes e por abordarem aspectos relevantes que merecem considerao na implantao da Sistematizao da Assistncia em Enfermagem. Alm dessas referncias, utilizaram-se livros, artigos cientficos de enfermagem, os quais faziam parte do acervo particular das autoras deste trabalho. DISCUSSO E RESULTADOS

1.1- A Sistematizao da Assistncia de Enfermagem

.

Todo exerccio profissional procura diferentes meios para melhor executar suas funes, sem perda de qualidade. A enfermagem atual baseia seus cuidados em conhecimentos prticos e tericos, relacionados com a arte e a cincia, como forma norteadora e coerente utiliza-se a Sistematizao da Assistncia de Enfermagem (SAE) que o modelo metodolgico ideal para o enfermeiro aplicar seus conhecimentos tcnicos - cientfico na prtica assistencial, favorecendo o cuidado e a organizao das condies necessrias para que ele seja realizado.

Como base de Sustentao da SAE (Processo de Enfermagem) foi criteriosamente criada cinco fases ou etapas chamadas: Levantamento de dados, Identificao do problema de sade do cliente, o delineamento do diagnostico de enfermagem, o planejamento de cuidado, a implementao das aes planejadas e avaliadas.

Neste sentido, O processo de enfermagem fornece estrutura para a tomada de deciso durante a assistncia de enfermagem, tornando-se mais cientfica e menos intuitiva. (TANNURE e GONALVES 2008, p.18).

Historicamente a enfermagem era conhecida pelo empirismo, devido sua fase inicial no possuir qualquer embasamento cientfico, mas a partir de Florence Nightingale, inicia-se uma busca terico-cientfica, onde a enfermagem teria autonomia e seria reconhecida como profisso e no mais dependeria de conhecimentos formulados, prontos apenas h serem executados. A enfermagem cria agora um novo perfil, baseando-se em conceitos cientficos e trabalhando com competncias e habilidades, olhando de maneira holstica o cliente e buscando as alteraes nas necessidades bsicas.

1.2- Caractersticas do Ensino de graduao em Enfermagem relacionadas pessoa Idosa

O envelhecimento da populao est se acentuando, contudo, surge a necessidade de capacitar recursos humanos em Enfermagem para atender a demanda de pessoas Idosas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE) revelam que:[...] a populao com idade igual ou superior a 60 anos soma mais de 14,5 milhes de pessoas, 8,56% da populao total, sendo que quase dois milhes esto acima dos 75 anos e, destes, cerca de 25 mil esto acima dos 100 anos. Estima-se que em 2050 a populao de idosos represente 18% do total de brasileiros, o que corresponder aproximadamente 47 milhes de idosos. (IBGE. 2002 )

Esses dados reforam a importncia da formao de profissionais capacitados e habilitados para cuidarem desta parte da populao. Dessa maneira, a grade curricular em universidades de graduao em enfermagem em uma viso geral voltada incluso e discusso do cuidado humano em todos os ciclos de vida, ou seja, criana, adolescente, adulto e a pessoa Idosa, levando em considerao as peculiaridades de cada um.

Dessa forma, cada instituio viabiliza seu curso de acordo com sua realidade regional, para que todas as necessidades bsicas da populao presentes e vindouras possam ser alcanadas.

Entretanto tornou-se imprescindvel instrumentar o futuro profissional enfermeiro no cuidar a pessoa idosa, devido seu acelerado aumento populacional. Como modelo metodolgico de Ensino a Fundao Universidade Federal do Rio Grande (FURG): Os objetivos da disciplina Enfermagem Gerontolgica so: compreender o processo de envelhecimento, percebendo a importncia da transio demogrfica e epidemiolgica e luz das polticas pblicas direcionados ao idoso; distinguir o idoso doente do idoso saudvel, estimulando a promoo deste contingente populacional por meio da participao deles em atividades especficas e realizar o cuidado ao idoso e sua famlia considerando a hospitalizao, institucionalizao e situao domiciliar. Como metodologia temos as atividades didticas desenvolvidas em forma de aula expositiva dialogada, seminrios, atividades prticas orientadas, dinmica de grupo, busca bibliogrfica, entre outras. Ressaltam-se as iniciativas de introduo de metodologias de ensino que proporcionem participao ativa na construo do conhecimento, bem como, o oferecimento dos contedos. (SILVA E SANTOS. 2006 p.85)

De acordo com a citao cabe destacar que toda capacitao deve ser direcionada especificamente a pessoa Idosa. Nos idosos, tratar de uma doena, mesmo que no seja especfica da sua faixa etria, diferente de tratar a mesma doena em um indivduo jovem. (MARTINS E MASSAROLLO. 2008 p. 29)

Contudo, nota-se a carncia de profissionais qualificados para o cuidado a pessoa Idosa em todos os nveis de ateno. Um profissional que no seja conhecedor das particularidades envolvidas no tratamento de um idoso, no conseguir identificar as especificidades de tratamento requeridas por essa populao [...]. (MARTINS E MASSAROLLO. 2008 p.29)

A poltica Nacional de Sade da Pessoa Idosa, afirma que necessrio discutir e readequar os currculos e programa de ensino. Faz-se necessrio que os profissionais se tornem mais preocupados e conscientes de seus deveres como cuidadores, levando-os a acreditar que os nmeros de pessoas Idosas tendem s aumentar, sentindo-se assim, estimulados a buscar especializaes.

1.3- Principais diagnsticos e intervenes da pessoa Idosa, segundo a taxonomia NANDA E NIC.

NANDA uma coleo de diagnsticos em enfermagem ela descreve as reaes dos pacientes s doenas. estruturada dividindo- em nove tipos de "Respostas Humanas". Em cada tipo de resposta encontram-se algumas subcategorias. Tais diagnsticos propostos na NANDA, ajudam a diminuir os ndices de morbidade e mortalidade, quando realizado de forma correta, em especial o estudo cita diagnsticos e intervenes em pessoas Idosas hospitalizados.

Os sinais e sintomas verificados nos processos de enfermagem, atravs de dados patolgicos, fisiolgicos e psicolgicos podem ser diagnosticados sem que ocorra qualquer engano a respeito dos mesmos, pela taxonomia NANDA.

Assim, a pessoa Idosa hospitalizada ter um atendimento digno, alm disso, a enfermagem dispem-se do NIC( intervenes de enfermagem) que ser capaz de solucionar os problemas de diagnsticos, as intervenes so fundamentais para uma assistncia completa. Alm disso, para cada DE(diagnstico de enfermagem) a NIC traz vrias sugestes de intervenes, sendo relacionado nesta pesquisa as que mais adquam ao cliente Idoso hospitalizado.

Diante disto, para o diagnstico de Risco para Infeco, as intervenes de enfermagem do NIC trazem vinte e nove sugestes, sendo as mais aplicveis ao cliente Idoso:

Promover banho dirio. Monitorizar fludos e eletrlitos.

Promover a vacinao.

Controlar a exposio doenas transmissveis.

Oferecer aporte nutricional.

Observar aspecto da pele.

Monitorizar sinais vitais.

O diagnstico de Mobilidade Fsica Prejudicada, a NIC nos sugere quarenta e nove propostas de intervenes, mas apenas quatro podem estar relacionadas ao Idoso hospitalizado. Mobilizar com cuidado o cliente acamado.

Promover exerccios passivos.

Posicionar adequadamente na cama ou cadeira.

Promover mecnica corprea.

No que se refere s intervenes de enfermagem proposta para Nutrio Alterada: Ingesto menor que as necessidades corporais, das trinta e nove sugestes da NIC, apenas sete so apropriadas ao Idoso. Realizar balano hdrico.

Fracionar a dieta.

Controlar as desordens de deglutio.

Assistir o ganho de peso.

Controlar o peso.

Cuidar dos clientes que recebem dieta por gavagem ou nutrio parenteral.

Controlar hipoglicemia e/ou hiperglicemia.

As sugestes de intervenes de enfermagem do NIC para o Dficit no auto-cuidado, os quais se adequaram ao cliente Idoso so:

Realizar e/ou auxiliar no banho.

Realizar higiene: bucal, dos olhos, dos ouvidos, dos

Cabelos e ntima.

Controlar a dor.

Auxiliar no vesturio.

Assistir e auxiliar a ingesta hdrica e alimentar.

Encorajar o cliente a realizar o autocuidado.

J o diagnstico de Integridade da Pele prejudicada a NIC prope quarenta e seis sugestes, mas apenas sete so aplicveis no cliente Idoso.

Reduzir sangramentos.

Aliviar a presso.

Hidratar a pele.

Promover aporte nutricional adequado.

Prevenir lceras por presso.

Tratar lceras por presso e feridas existentes.

Estimular a circulao.

Diante disso, v-se a importncia da utilizao da a NANDA e NIC como instrumento de trabalho, pois ambos ajudam a resolver complicaes aparentemente difceis de serem resolvidos. Incorporar a SAE uma forma de tornar a enfermagem mais cientfica, promovendo um cuidar de enfermagem humanizada, contnuo, mais justo e com qualidade para o cliente. (BITTAR, PEREIRA e LEMA. 2006 p.618)

1.4- O conhecimento do Enfermeiro quanto ao Estatuto do Idoso.

Em um estudo realizado no hospital Geritrico e de Convalescentes Dom Pedro II (HGCDPII), constatou-se grande parte da equipe de profissionais esto a parte do Estatuto do Idoso, acrescentam que aps o conhecimento destes regimentos mudanas vem ocorrendo na assistncia prestada ao Idoso. Dentre as citaes, os respondentes, referiram que o maior nmero de mudanas ocorreu entre os prprios profissionais e na forma como esses passaram a prestar a assistncia, seguido de mudanas institucionais e mudanas nas atitudes dos idosos e suas famlias. (MARTINS E MASSAROLLO. 2008 p.28)

De acordo com o Estatuto do Idoso (Lei 10741/2003 Brasil) Enfatiza a interface entre intersetorialidade e direito sade. assegurada a ateno integral sade do Idoso, por intermdio do Sistema nico de Sade SUS, garantido-lhe o acesso universal e igualitrio, em conjunto articulado e contnuo das aes e servios, para a preveno, promoo, proteo e recuperao da sade (art. 15)

Coerentemente, o Estatuto do Idoso aborda a problemtica de recursos humanos: As instituies de sade devem atender aos critrios mnimos para o atendimento s necessidades do Idoso, promovendo o treinamento e a capacitao dos profissionais, assim como orientaes aos cuidadores familiares e grupos de auto-ajuda (art. 18)

Treinamentos so preparados as equipes, com a finalidade de capacit-las, para melhor exercerem suas funes, alm disso, os prprios profissionais iniciaram a procura de treinamentos. Para que a clientela de idosos seja atendida adequadamente, existe a necessidade de capacitao de recursos humanos para atuar nas unidades gerontolgicas, sendo necessrio que os profissionais recebam formao especfica e de qualidade na rea de geriatria e gerontologia social. (MARTINS E MASSAROLLO. 2008 p. 29) Continuam dizendo:

Esse anseio aumentou a preocupao dos profissionais com os aspectos legais da assistncia. O receio de causar danos ao paciente durante o seu tratamento e sofrer alguma sano jurdica, sempre foi bastante visvel entre os profissionais da rea de sade. Aps o estabelecimento de leis especficas de proteo aos indivduos, como o Cdigo de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criana e do Adolescente, a lei sobre os Direitos dos Usurios dos Servios e das Aes de Sade no Estado de So Paulo e o prprio Estatuto do Idoso, essa preocupao est mais evidente.

Embora existam preocupaes por parte de muitos visvel ainda a deficincia de profissionais qualificados para o cuidado a pessoa Idosa, pois este aumento absoluto e relativo da populao idosa est ocorrendo rapidamente, tornando necessria reorganizao dos servios de sade de forma a melhorar a assistncia prestada a esta crescente populao.

Discentes graduandos em enfermagem em sete instituies pblicas do Estado de Minas Gerais colocam que: Quanto contribuio do estudo sobre gerontologia para a vida profissional, os discentes relataram acrscimo de conhecimento e suporte terico/prtico para o desenvolvimento da assistncia de enfermagem ao idoso. (MONTANHOLI, OLIVEIRA E TAVARES. 2006 p. 670)

Desse modo, percebe-se que os discentes valorizam o conhecimento cientfico e o considera base para um bom planejamento da assistncia. Alm disso, os alunos relataram aumento do interesse pela rea do envelhecimento e visualizam a perspectiva profissional com idosos. Assim, observa-se que o estudo da gerontologia indispensvel, pois contribuir para qualificar recursos humanos para o cuidado do idoso.CONSIDERAES FINAIS

Envelhecer uma conquista, componente do curso pleno de vida dos indivduos. Envelhecer com qualidade um privilgio, que envolve mudanas em vrios setores da sociedade e, de modo abrangente, em concepes generalizadas sobre sade, educao, justia e direitos sociais. Somente a presena de normas e leis garante com segurana sua adequao e execuo.

Sabe-se que o processo de envelhecimento demogrfico est em evoluo e esses cuidados e procedimentos sero cada vez mais freqentes e necessrios nos hospitais e nas instituies de longa permanncia. Esses locais juntamente com suas respectivas equipes relatam de uma forma geral que dispem de pouco tempo para se preparem para o futuro com mais idosos, que est cada vez mais prximo. Portanto, ter apenas as leis pouco, necessrio oferecer meios para implantar uma preparao com qualidade aos profissionais. REFERNCIAS

Bittar, D. B.; Lemos Rejane Cussi Assuno; Pereira Llian Varanda. Sistematizao da assistncia de enfermagem ao paciente crtico: proposta de instrumento de coleta de dados. Minas Gerais UFMT 2006. Disponvel em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072006000400010&lng=pt&nrm=iso. [Acesso em 15 de Maio 2008].

BRASIL. Lei n. 10.741, de 1 de outubro de 2003. Dispe sobre o Estatuto do Idoso e d outras providncias. Dirio Oficial da Unio, Braslia, 3 out. 2003. Seo 1, p.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE). Perfil dos idosos responsveis pelos domiclios no Brasil 2000. Rio de Janeiro; 2002

Martins, Maristela Santini; Massarollo, Maria Cristina Komatsu Braga. Mudana na assistncia ao idoso aps promulgao do Estatuto do Idoso segundo profissionais de hospital geritrico. So Paulo; 2008. Disponvel em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342008000100004&lng=pt&nrm=iso. [Acesso em 28 de Abril 2008].

Montanholi, Liciane Langona; Oliveira, Gabriela Ribeiro; Simes, Ana Lcia de Assis; Tavares, Darlene Mara dos Santos. Ensino sobre idoso e gerontologia: viso do discente de enfermagem no Estado de Minas Gerais. Minas Gerais UFMT.2006 Disponvel em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072006000400015&lng=pt&nrm=iso. [Acesso em 08 de Junho 2008].McCloskey JC, Bulechek GM. Nursing interventions classification (NIC). 3rd ed. St. Louis: Mosby; c2000.

North American Nursing Diagnosis Association. Diagnsticos de enfermagem da NANDA: definies e classificaes 1999-2000. Porto Alegre: Artes Mdicas; 2000.

Silva, Brbara Tarouco; Santos, Silvana Sidney Costa. Avaliao do Ensino da disciplina Enfermagem Gerontogeritrica do curso de Graduao em Enfermagem da FURG. Rio Grande do Sul; 2006. Disponvel em http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/cogitare/article/viewFile/8272/5783. [Acesso em 08 de Junho 2008].Tannure, Meire Chucre; Gonalves, Ana Maria Pinheiro. Sistematizao da Assistncia de Enfermagem: Guia Prtico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2008.

1 Acadmicas do 3 Perodo do Curso de Enfermagem do Centro Universitrio Luterano de Ji-Paran - Av. Universitria, Bairro Aurlio Bernardi, 762, A. Bernard - CEP 78.961-970 - Ji-Paran - RO - Fone: (69) 3416-3100 HYPERLINK "mailto:julianeaf29@hotmail.com" julianeaf29@hotmail.com

2 Professora Orientadora Ms. do Curso de Enfermagem do Centro Universitrio Luterano de Ji-Paran soniaenf1@yahoo.com.br