A ENTREVISTA COMO METODOLOGIA DE PESQUISA ? a entrevista como metodologia de pesquisa para investigar

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    08-Jul-2018

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  • A ENTREVISTA COMO METODOLOGIA DE PESQUISA PARA INVESTIGAR

    CONCEPES DE PROFESSORES UNIVERSITRIOS E DO ENSINO

    FUNDAMENTAL EM RELAO FORMAO DE PROFESSORES PARA

    INCLUSO DE ALUNOS ESPECIAIS NO ENSINO REFULAR1

    Clia Regina Vitaliano2

    A definio do tema da pesquisa - um processo particular.

    Ao tentar organizar a descrio dos caminhos percorridos que me

    possibilitaram realizar a escolha do tema de minha pesquisa de doutorado,

    definir seus objetivos, a metodologia de coleta de informaes e a sistemtica

    de anlise dos dados, identifico que a semente deste processo est localizada

    na minha vivncia como docente da nica disciplina de Educao Especial no

    curso de Pedagogia no perodo de 1992 a 1997. Nesta poca, quando me

    preparava para prestar a seleo de doutorado, resolvi elaborar um projeto

    cujo tema realmente me auxiliasse a melhorar o meu trabalho. Percebi, ento,

    que deveria escolher algo que fizesse parte do meu dia-a-dia, que a

    formao de profissionais da educao, o pedagogo, mais precisamente, sua

    formao em Educao Especial. Mas, dentro deste campo, o que escolher?

    Analisando o que estava me chamando a ateno encontrei o processo de

    implantao da proposta de incluso dos alunos com necessidades especiais

    no ensino regular.

    A partir de 1995, aproximadamente, percebi que o tema incluso dos

    alunos que apresentam necessidades especiais no ensino regular comeou a

    dominar os debates e as publicaes em Educao Especial. Observei

    anlises sobre as barreiras sociais, os efeitos da segregao, as vantagens da

    incluso para sociedade e as condies necessrias a esse processo. Dentre

    essas, o preparo do professor era destacado por muitos pesquisadores como o

    fator fundamental para efetivar este processo. Eles esclareciam que o

    professor deveria ter habilidades referentes a: saber estruturar atividades com

    vistas a desenvolver o cooperativismo e no o individualismo e a

    competitividade; saber organizar currculos individualizados, bem como, saber

    1 Tese de Doutorado: Concepes de professores universitrios da rea de Educao e do ensino regular

    sobre o processo de integrao de alunos especiais e a formao de professores. Universidade Estadual

    Paulista Faculdade de Filosofia Cincias e Letras UNESP Campus de Marlia. 2002. Programa de Ps-

    Graduao em Educao. 2 UEL CECA Departamento de Educao. Psicloga, professora nos cursos de Graduao,

    Especializao e Mestrado em Educao. Email: creginav@uel.br

  • avaliar quando esta estratgia se faz necessria; saber como se d a

    apropriao do conhecimento por parte do aluno que apresenta necessidades

    especiais de acordo com suas caractersticas peculiares e outras.

    Estes apontamentos, ao mesmo tempo em que me pareceram muito

    pertinentes e ajudavam a nortear o caminho at o momento identificado como

    possvel para viabilizar a incluso dos alunos com necessidades especiais,

    tambm me pareceram muito distantes do real quadro que tnhamos em

    relao s habilidades apresentadas pelos professores atuantes nas escolas

    regulares.

    Esta constatao me motivou a buscar identificar os provveis fatores

    que favoreciam a ocorrncia desta situao. Considerei que um dos caminhos,

    que poderia me auxiliar a compreender melhor os porqus deste fato, seria

    conhecer as concepes dos professores universitrios da rea de Educao

    sobre este assunto. Que relaes percebiam entre a Educao e a Educao

    Especial? Como estavam avaliando o processo de incluso escolar dos

    alunos com necessidades especiais no ensino regular ? Qual o papel que

    julgavam ter, considerando que so agentes formadores de professores, que

    tero alunos com necessidades especiais em suas salas de aula? Quais as

    sugestes que teriam para melhorar a formao dos professores, com vistas a

    prepar-los melhor para integrarem estes novos alunos? Considerei, na poca,

    e ainda hoje considero, que o conhecimento das respostas a esses

    questionamentos possibilitariam identificar estratgias para romper, ou pelo

    menos minimizar, o distanciamento do departamento de Educao ante as

    questes de Educao Especial, bem como a indicao do caminho, ou pelo

    menos de parte dele, para melhorar a formao dos futuros professores,

    visando propiciar melhores condies para a incluso dos alunos que

    apresentam necessidades especiais.

    Ao entrar no curso de doutorado, logo percebi que, se conhecesse as

    dificuldades dos professores que j haviam experienciado incluir alunos

    especiais em suas salas, bem como daqueles que ainda no tinham tido esta

    experincia, poderia construir o roteiro das entrevistas com os professores

    universitrios, com questes mais pertinentes s necessidades reais na

    formao do professor. Desta forma, a populao pesquisada constituiu-se de:

    professores universitrios da rea de Educao, professores de primeira a

  • quarta srie de o ensino regular, que tiveram experincia de integrar alunos

    especiais, e professores de primeira a quarta srie do ensino regular, que no

    tiveram esta experincia.

    Com a ampliao da populao pesquisada tambm se ampliaram os

    objetivos da pesquisa, que passaram a ser os seguintes:

    Objetivos Gerais:

    1- Identificar como os professores universitrios da rea de Educao e do

    ensino regular percebem e avaliam o processo de incluso dos alunos que

    apresentam necessidades especiais no sistema regular de ensino.

    2- Levantar suas sugestes para melhorar a formao dos futuros professores,

    visando incluso dos alunos especiais.

    Objetivos especficos:

    Para os professores universitrios:

    1) Caracterizar a relao que estabelecem entre a Educao de uma

    maneira geral e a Educao Especial.

    2) Identificar as habilidades que avaliam que os professores deveriam

    apresentar para realizar a incluso dos alunos especiais.

    3) Levantar suas avaliaes em relao formao atual do professor

    no curso de Pedagogia, com vista a prepar-lo para incluir alunos

    especiais.

    Para os professores do ensino regular que tiveram alunos especiais

    includos.

    1) Levantar suas avaliaes em relao ao desempenho de seus alunos

    especiais no processo de ensino e aprendizagem e na interao com

    os colegas de sala.

    2) Caracterizar suas dificuldades para lidar com os alunos especiais

    includos.

    3) Identificar os procedimentos que utilizam para lidar com suas

    dificuldades em relao aos alunos especiais e com as dificuldades

    que estes apresentam.

    4) Levantar suas sugestes sobre o que a escola poderia fazer para

    atender melhor os alunos especiais includos.

    Para os professores do ensino regular que no tiveram alunos especiais

    includos.

  • 1) Identificar suas avaliaes em relao ao desempenho dos seus

    alunos normais no processo de ensino e aprendizagem e na

    interao social em sala de aula.

    2) Caracterizar suas dificuldades para lidar com alunos normais.

    3) Identificar os procedimentos que utilizam para lidar com suas

    dificuldades em relao aos alunos normais.

    4) Levantar suas sugestes sobre o que a escola poderia fazer para

    atender melhor os alunos especiais includos.

    A metodologia escolhida

    Considerando os objetivos da pesquisa e as anlises sobre

    planejamento de pesquisa apresentadas por Tivios (1987), Haguette (1987) e

    Luna (2000), verificamos que o estudo apresenta as caractersticas de uma

    pesquisa qualitativa, em virtude de buscar a compreenso de fenmenos

    amplos e complexos de natureza subjetiva.

    Para coleta de informaes optei pela realizao de entrevista semi-

    estruturada, por considerar que permite uma certa organizao dos

    questionamentos, ao mesmo tempo em que pode ser ampliada medida em

    que as informaes vo sendo fornecidas (Fujisawa, 2000). .

    Participaram dessa pesquisa trs grupos de professores, sendo dois

    grupos constitudos por professores do ensino regular e um por professores

    universitrios do curso de Pedagogia. A coleta de informaes foi realizada

    obedecendo a uma seqncia que apresentaremos a seguir.

    Participantes do grupo 1

    O primeiro grupo de participantes contatados era formado por oito

    professores de 1 a 4 srie, que tiveram experincia em incluir alunos com

    necessidades especiais no ensino regular em escolas pblicas da regio de

    Londrina.

    Dessa forma, participaram quatro professores com experincia em incluir

    alunos com deficincia mental, dois que incluram alunos com deficincia fsica

    e dois que incluram alunos com condutas tpicas; um dos participantes (P8)

    que incluiu um aluno com condutas tpicas incluiu tambm um aluno com

    deficincia visual, totalizando oito participantes.

  • O nmero de participantes que incluram alunos com deficincia mental

    foi maior, em razo deste tipo de deficincia ser considerada a mais difcil de

    ser includa ( Picchi 1999) e a mais freqente segundo a Organizao Mundial

    da Sade.

    Participantes com experincia em incluir alunos com deficincia auditiva

    no fizeram parte da amostra, em virtude de, naquela poca ano 2000, serem

    raros os casos de incluso de alunos com este tipo de deficincia nas escolas

    pblicas da regio.

    Os participantes apresentavam as seguintes caractersticas 6 eram

    graduados em Pedagogia e 1 era graduado em Educao Fsica e 1 era

    graduado em Educao Artstica. Trs deles, tambm tinham especializao na

    rea de educao. As idades dos participantes variaram entre 29 e 53 anos. O

    tempo de experincia no magistrio variou de 6 a 22 anos.

    Procedimentos para coleta de informaes do grupo 1

    Considerando a natureza das informaes pretendidas, optei pelo

    procedimento de entrevista, em especial, a entrevista semi-estruturada

    focalizando os seguintes temas:

    O processo de incluso dos alunos com necessidades

    especiais no ensino regular.

    A formao de professores para incluso dos alunos com

    necessidades especiais.

    O roteiro para entrevista foi elaborado seguindo recomendaes

    de Trivios (1987) e Manzini (1990/1991), bem como orientaes recebidas

    durante o doutorado, levando-se em conta duas finalidades: a) prover

    informaes sobre as necessidades na formao sentidas pelos professores

    que tiveram experincia em incluir alunos especiais, visto que tais informaes

    poderiam oferecer subsdios para elaborao do roteiro para entrevista dos

    professores universitrios e b) levantar suas concepes sobre o processo de

    incluso e, sobre a formao dos professores para incluso dos alunos

    especiais. Por estas razes este grupo de participantes foi o primeiro a ser

    entrevistado.

    Para avaliar a adequao do roteiro realizei duas entrevistas-piloto com

    professores que atendiam aos critrios de escolha dos participantes, para

    verificar se as perguntas estavam claras, a seqncia adequada e se atendiam

  • aos objetivos da pesquisa. Aps a realizao deste procedimento fez-se as

    adequaes necessrias no roteiro.

    Para compor a amostra de participantes, utilizamos trs procedimentos

    distintos. O primeiro foi entrar em contato com uma professora que

    conhecamos previamente e que, sabamos, tinha tido experincia em integrar

    alunos deficientes mentais de classe especial.

    O segundo procedimento utilizado foi visitar duas escolas nas quais j

    havia desenvolvido projetos de extenso. Em cada uma destas escolas

    encontrei uma professora que se disps a nos conceder uma entrevista.

    O terceiro procedimento utilizado foi entrar em contato com os

    professores coordenadores da rea de Educao Especial do Ncleo Regional

    de Educao, da regio de Londrina, e solicitar-lhes a indicao das escolas

    em que estavam ocorrendo incluso de alunos com diferentes tipos de

    deficincia nas sries iniciais. Com esses procedimentos constitumos a

    amostra de participantes deste grupo.

    A coleta das informaes necessrias para atender os objetivos da

    pesquisa ocorreu em uma nica sesso de entrevista para cada participante. A

    durao das entrevistas variou de quinze a cinqenta minutos.

    A sistemtica utilizada para seleo dos participantes do grupo 2 foi

    semelhantes a utilizada em relao ao grupo 1, com exceo de que no

    tivessem tido experincia da incluir alunos com necessidades especiais.

    Participantes do grupo 2

    Os participantes escolhidos para compor o grupo 2 apresentavam

    as seguintes caractersticas: sete eram graduados em Pedagogia e um em

    Educao Fsica. As idades dos participantes variaram entre 28 e 56 anos. O

    tempo de experincia no magistrio variou de sete a vinte e um anos.

    Procedimentos para coleta de informaes do grupo 2

    Para coletar as informaes deste grupo, realizamos alguns

    procedimentos muito semelhantes ao descritos nos procedimentos referentes

    coleta de informaes do grupo 1, especialmente os procedimentos que

    visaram a adequaes do roteiro de entrevista. A exceo ao procedimento

    utilizado com o grupo 1 foi a eliminao da realizao da entrevista piloto.

    Levando-se em considerao os objetivos da pesquisa, as questes

    elaboradas versaram sobre trs temas amplos, apresentados a seguir:

  • Avaliaes sobre o atendimento aos alunos normais

    O processo de incluso de alunos com necessidades

    especiais no ensino regular

    A formao de professores para incluso dos alunos com

    necessidades especiais.

    Participantes do grupo 3

    O terceiro grupo de participantes contatados foram quinze professores

    universitrios do Departamento de Educao da Universidade Estadual de

    Londrina. Nesse Departamento trabalhavam aproximadamente sessenta

    professores. Dentre estes, aproximadamente trinta e cinco atuavam no curso

    de Pedagogia. Esses dados foram fornecidos pelo Coordenador do Colegiado

    do Curso de Pedagogia. Desses trinta e cinco professores, trinta eram efetivos

    e cinco tinham contratos temporrios. Um dos critrios para seleo dos

    participantes deste grupo era atuarem no curso de Pedagogia e serem

    professores efetivos.

    Entre os critrios utilizados para selecionar os participantes estava a

    composio da amostra com participantes que atuassem no curso nas

    diferentes sries e nas diversas disciplinas. Paralelamente a este critrio,

    tambm levamos em conta que o referido Departamento era dividido em cinco

    reas: Fundamentos de Educao, Psicologia, Didtica, Superviso escolar e

    Orientao Educacional, assim, foram escolhidos trs professores de cada

    rea, num total de quinze participantes.

    Para selecionar os quinze participantes, o critrio utilizado foi a facilidade

    de acesso e o fato de ministrar disciplinas distintas.

    Os participantes deste grupo apresentavam as seguintes

    caractersticas: a maioria eram graduados em Pedagogia, exceto 2 que eram

    graduados em Filosofia e Psicologia respectivamente. Observamos, ainda, que

    quatro participantes eram especialistas, dois cursavam mestrado, sete eram

    mestres e, dois cursavam doutorado. As idades variaram entre 28 e 54 anos.

    Procedimentos para coleta de informaes do grupo 3

    O roteiro para a entrevista com esse grupo foi organizado tendo como

    base os objetivos da pesquisa. Para isso, primeiramente, entrevistamos os

    professores do ensino regular, tendo como um dos objetivos levantar suas

  • concepes sobre os referidos temas, com vistas a organizar o roteiro de

    entrevista dos professores universitrios. Os temas contidos no roteiro 3

    foram os seguintes:

    Concepes sobre a Educao Especial.

    O processo de incluso dos alunos com necessidades especiais no

    ensino regular.

    A formao de professores para incluso dos alunos com necessidades

    especiais.

    Organizao das informaes em dados de anlise.

    Para organizar as informaes coletadas em dados de anlise,

    seguimos alguns procedimentos que extramos de leituras de publicaes que

    versam sobre planejamento de pesquisa, anlises de entrevistas, e o mtodo

    de anlise de contedos (Bardin, 1977; Trivios, 1990; Manzini, 1990/1991;

    Luna, 2000).

    Aps a transcrio das entrevistas, separamos o discurso em relatos de

    acordo com os temas que originaram as questes do roteiro. Esses temas, por

    sua vez, como j descrevemos nos procedimentos, basearam-se nos objetivos

    da pesquisa. Depois desta separao observamos que os relatos poderiam ser

    novamente divididos, porquanto, determinado fragmento de relato referente a

    um tema tinha sentido diferente de outro fragmento de relato originando novos

    temas. Nesses temas, por sua vez, tambm encontramos determinados

    fragmentos de relato que denotavam outros sentidos. Estes foram divididos em

    categorias, em virtude de percebermos que estes fragmentos se diferenciavam,

    mas eram relacionados ao tema j identificado. Essas categorias, algumas

    vezes, tambm foram novamente divididas compondo subcategorias.

    Para nomear os temas, as categorias e as subcategorias, consideramos

    os objetivos da pesquisa, o nome dado aos temas que originaram os roteiros,

    os termos utilizados nas questes dos roteiros e, at mesmo, os termos que

    encontramos com certa freqncia nos relatos pertinentes s categorias.

    O processo para se definir as grades de anlise dos relatos de cada um

    dos grupos seguiu a seguinte sistemtica.

    As trs grades contendo temas, categorias e subcategorias, com

    exemplos de relatos de cada uma das categorias e subcategorias de cada um

    dos grupos pesquisados foi apresentado ao grupo de pesquisa j referido para

  • proceder a avaliao da adequao das mesmas. O grupo analisou a

    pertinncia dos relatos em suas respectivas categorias e sugeriu adaptaes

    de alguns termos utilizados em algumas categorias e, a ampliao do nmero

    de categorias na maioria das grades analisadas. As sugestes foram acatadas

    e foi organizada uma segunda verso das trs grades de anlise. Esta segunda

    verso foi apresentada na prova de qualificao banca examinadora que

    novamente sugeriu modificaes em algumas das categorias apresentadas. A

    seguir apresentaremos a grade utilizada para anlise dos relatos dos

    professores universitrios para servir de exemplo, esclarecemos que as demais

    grades apresentaram temas e categorias de anlises semelhantes.

    Grade: utilizada para anlise dos relatos dos professores universitrios

    da rea de Educao.

    TEMA 1 Relaes entre a Educao e a Educao Especial

    1.1 A Educao Especial como parte da Educao

    1.2 Relaes de aproximao e distanciamento entre a Educao e a

    Educao Especial

    1.3 Relao de separao entre a Educao e a Educao Especial

    1.3.1 Conseqncias da separao entre a Educao e a

    Educao Especial

    TEMA 2 Processo de incluso dos alunos especiais no ensino regular

    2.1 Avaliao sobre o processo de incluso dos alunos especiais no

    ensino regular

    2.2 Dificuldades percebidas no processo de incluso dos alunos

    especiais no ensino regular

    2.2.1 Dificuldades no processo de incluso em relao

    discriminao social

    2.2.2 Dificuldades no processo de incluso em relao ao

    professor

    2.2.3 Dificuldades no processo de incluso em relao a

    organizao poltica do processo

    2.3 Conseqncias do processo de incluso dos alunos especiais no

    ensino regular

    2.3.1 Conseqncias positivas do processo de incluso dos

    alunos especiais no ensino regular

  • 2.3.2 Conseqncias do fracasso do processo de incluso dos

    alunos especiais no ensino regular

    2.4 Sugestes sobre os cuidados a serem tomados no processo de

    incluso dos alunos especiais no ensino regular

    TEMA 3 Habilidades necessrias aos professores para incluir alunos

    especiais no ensino regular

    3.1 Conhecimentos e experincias necessrias aos professores para

    incluir alunos especiais

    3.2 Caractersticas e atitudes necessrias aos professores para incluir

    alunos especiais

    TEMA 4 Formao de professores para incluso de alunos especiais.

    4.1 Avaliao da formao atual do professor para incluso dos

    alunos especiais.

    4.2 Concepes sobre formao de professores.

    4.3 Sugestes para melhorar a formao dos professores visando a

    incluso dos alunos especiais.

    4.3.1 Sugestes para ampliar os conhecimentos dos

    professores universitrios em Educao Especial,

    visando a formao de professores para incluso de

    alunos especiais

    4.3.2 Sugestes em relao s disciplinas visando formao

    de professores para incluso de alunos especiais

    4.3.3 Sugestes de contedos visando a formao de

    professores para incluso de alunos especiais

    4.3.4 Sugestes em relao aos estgios visando formao de

    professores para incluso de alunos especiais

    4.3.5 Outras sugestes visando formao de professores para

    incluso de alunos especiais

    4.4 Tpicos de Educao Especial nas disciplinas curriculares

    4.4.1 Incluso de tpicos de Educao Especial nas disciplinas

    4.4.2 Justificativas para a no-incluso de tpicos de Educao

    Especial nas disciplinas

    4.4.3 Possibilidade e sugestes para integrao e/ou incluso de

    contedos de Educao Especial nas disciplinas

  • Por meio desses procedimentos transformamos as informaes

    obtidas nas entrevistas em dados de anlise. Para realizar as anlises dos

    dados de cada um dos grupos apresentamos os temas composto por suas

    categorias, com os respectivos fragmentos de alguns relatos extrados dos

    discursos. Alm disso, comparamos os relatos com os conhecimentos

    disponveis na literatura especializada. Realizamos ainda, comparaes entre

    os relatos apresentados pelos diferentes grupos, buscando analisar suas

    semelhanas e diferenas e os aspectos em que se complementavam.

    Referncias Bibliogrficas

    BARDIN, L. Anlise de contedo. Lisboa: Edies 70, 1977. 225p.

    FUGISAWA, D. S. Utilizao de jogos e brincadeiras como recurso no atendimento fisioteraputico de crianas: implicaes na formao do fisioterapeuta. 2000. Dissertao (Mestrado em Educao) - Faculdade de Filosofia e Cincias, Universidade Estadual Paulista, Marlia, 2000.

    HAGUETTE, T. M. F. Metodologias qualitativas na Sociologia. 6.ed. Petrpolis: Vozes, 1999. 224p.

    LUNA, S. V. Planejamento de pesquisa: uma introduo. So Paulo: EDUC, 2000. 108p. (Srie Trilhas).

    MANZINI, E. J. A entrevista na pesquisa social. Didtica, So Paulo, v.26/27, p.149-158, 1990/1991.

    PICCHI, M. B. Da Integrao desejvel possvel do portador de deficincia mental na classe comum da rede de ensino do Estado de So Paulo. 1999. Tese (Doutorado em Educao) - Faculdade de Educao, Universidade de So Paulo, So Paulo, 1999.

    TRIVIOS, A. N. S. Introduo pesquisa em Cincias Sociais: a pesquisa qualitativa em educao. So Paulo: Atlas, 1987. 175p.

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