A Emancipao da Mulher A liberdade da mulher condio fundamental para a libertao de toda a humanidade Karl Marx A Emancipao da Mulher A liberdade.

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    17-Apr-2015

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  • A Emancipao da Mulher A liberdade da mulher condio fundamental para a libertao de toda a humanidade Karl Marx A Emancipao da Mulher A liberdade da mulher condio fundamental para a libertao de toda a humanidade Karl Marx A Emancipao da Mulher A liberdade da mulher condio fundamental para a libertao de toda a humanidade Karl Marx
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  • A evoluo da mulher ao longo dos tempos
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  • A Mulher na Pr-histria A Mulher na Pr-histria A Mulher na Antiguidade A Mulher na Antiguidade A Mulher Medieval A Mulher Medieval A Mulher na Roma Antiga A Mulher na Roma Antiga O Casamento Romano O Casamento RomanoO Casamento RomanoO Casamento Romano A Mulher na Idade Mdia A Mulher na Idade Mdia A Mulher e a Industrializao A Mulher e a Industrializao A Mulher nos nossos dias A Mulher nos nossos dias Mulheres Clebres Mulheres Clebres
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  • Na Pr-Histria Na Pr-Histria, em diversas culturas, foram encontradas estatuetas femininas que simbolizavam dolos da fertilidade. H mais de 4000 anos a.C., a civilizao egpcia apresenta fortes deusas como sis, irm e esposa de Osris, me de todos os faras.
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  • Na Antiguidade Na Antiguidade, as etruscas foram consideradas as primeiras feministas. Elas bebiam sade de quem quisessem e saam livremente de casa e participavam das festas ao lado dos seus maridos. Em Atenas, a mulher vivia em casa e tinha direito a uma educao familiar. Os gregos acreditavam que os deuses castigavam as mulheres que no cumprissem os seus deveres.
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  • A Mulher Medieval No perodo medieval, calar as vozes femininas que falavam mais alto j era comum. As mulheres que praticavam cura ou desafiavam as ordens da Igreja eram queimadas na fogueira, pela Inquisio.
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  • A Mulher na Roma Antiga Uma coisa era a situao legal da mulher e outra coisa era o que se passava na prctica, isto , na vida real. Segundo a lei, a mulher nunca era senhora de si: em solteira estava sob o poder do pai, em casada ficava sujeita autoridade do marido. A mulher aparecia, na vida real, como a companheira e colaboradora do marido, compartilhava com ele as preocupaes do dia-a-dia, o governo da casa, os cuidados com os filhos e a autoridade sobre os serviais. A matrona romana gozava de uma certa liberdade: saa para ir s compras ou para visitar as amigas, participava, por vezes, em banquetes com o marido. O adultrio, que no era crime para o homem, constitua para as mulheres o maior dos crimes, punido com a morte. J a mulher casada, as solteiras ou as escravas no eram punidas por se entregarem a qualquer homem. A funo primordial da mulher romana, depois da de gerar e criar os filhos, era a do governo da casa e da preservao doa bens familiares.
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  • O Casamento Romano Durante muito tempo, o casamento foi considerado entre os romanos como uma obrigao quase religiosa: era condio necessria do culto domstico. O homem romano casava-se geralmente muito tarde(35,40 anos), embora a idade legal para o casamento fosse 14 anos para os rapazes e 12 para as raparigas. A mulher casava-se geralmente cedo porque o homem, mesmo quando casava tarde, escolhia uma mulher jovem. O casamento era combinado entre os pais e geralmente o dote no era grande. Durante a Realeza s os patrcios se casavam com um ritual solene (comiam juntos e uniam as mos), mas, nos tempos da Repblica, esta modalidade solene passou a ser usada tambm pelos plebeus. Havia, porm, outras formas de casamento: O por compra e venda: os noivos trocavam ficticiamente moedas entre si; O por coabitao: os noivos ficariam casados, por consentimento dos pais, aps terem coabitado durante um ano.
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  • Na Idade Mdia e na Idade Moderna, a mulher era vista como um ser que necessitava da proteco e da tutela do homem; ainda no sculo XVIII, Sir William Blackstone, jurista ingls, negava os direitos da mulher casada ao escrever:a capacidade jurdica da mulher anulada pelo casamento e passa a fazer parte da do marido; j no sculo XIX, o escritor francs Honor de Balzac considerava que a mulher casada era uma escrava, que o homem deveria saber colocar no trono.
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  • A Mulher e a Industrializao Nos princpios do sculo XIX, com a Industrializao, as mulheres passaram a ser utilizadas como mo-de-obra mais barata, sendo exploradas sobretudo nas fbricas txteis, no deixando de ter a seu cargo as tarefas domsticas. Trabalhavam cerca de 16 horas dirias por salrios que correspondiam a metade dos salrios dos homens. A explorao do trabalho feminino viria a constituir uma das caractersticas sociais de todo o sculo XINGAS, uma vez que participava em grande escala na produo, ganhando o seu salrio, a mulher foi alcanando uma certa independncia econmica que a levou a reivindicar os mesmos direitos que o homem. Iniciava-se, assim, a luta das mulheres pela sua emancipao.
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  • A Mulher nos nossos dias A emancipao feminina A emancipao feminina Uma das mais significativas transformaes do aps- guerra esteve relacionada com a condio da mulher. Chamada ao trabalho durante a guerra e colocada em postos at a ocupados pelo homem, ela passou a assumir, no seio da famlia, uma funo de chefia. Ao tomar conscincia da importncia do seu papel na sociedade, passou a lutar pelo direito igualdade poltica, econmica e social, intensificando o processo de emancipao, desde h anos exigido pelo movimento feminista. Nos anos 20, esse direito comeou finalmente a ser reconhecido.
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  • A dcada de 60, desencadeada por uma revoluo cultural, foi o perodo que o movimento feminista gritou mais alto. O desenvolvimento da plula anticoncepcional deu reforo para as mulheres buscarem o prazer sexual, escolhendo se queriam ou no ter filhos.
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  • MULHERES CLEBRES DA HISTRIA DO MUNDO INS DE CASTRO O drama de Ins de Castro , talvez, o episdio mais conhecido da histria medieval portuguesa. Os seus amores com o prncipe herdeiro, a sua morte a mando do rei, a vingana de D.Pedro, mandando arrancar, na sua presena, o corao dos nobres implicados no assassnio tudo isso inspirou um sem-nmero de poesias, peas de teatro, peras e bailados. Esses elementos melodramticos existiram de facto, mas em ntima ligao com um aspecto em geral esquecido: o interesse da nobreza dos reinos ibricos nas guerras dinsticas permanentes. D.Ins de Castro vivia com o Infante P.Pedro desde a morte da esposa. Os seus irmos estavam entre os lderes da alta nobreza galega e, desde 1350, tentavam persuadir o cunhado a fazer valer os seus direitos ao trono castelhano. Para neutralizar os Castros, D.Pedro I de Castela desposou, em 1354, uma irm de Ins. Mas eles permaneceram hostis, e a crise agravou-se a ponto de o infante D.Pedro pensar em invadir Castela, e reivindicar a coroa, no que foi impedido por D.Afonso IV. Para evitar uma nova guerra luso-castelhana, Afonso IV decidiu a morte de Ins de Castro, degolada a 7 de Janeiro de 1355, na ausncia do infante. Ao ser coroado rei, D.Pedro declarou t-la desposado secretamente e ordenou a execuo dos que, em obedincia s ordens de seu pai, a tinham degolado.
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  • Runas do convento de Santa Clara-a- Velha, em Coimbra, onde inicialmente foi sepultada Ins de Castro. Mais tarde, mandou transladar os seus restos mortais para o Mosteiro de Alcobaa, onde lhe mandou fazer um tmulo. Ao lado do tmulo de Ins, mandou esculpir o seu, no qual mandou gravar as palavras:At ao fim do mundo.
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  • As mulheres conseguiram emancipar-se perante uma sociedade tradicionalmente masculina e, aos poucos, vo-se tornando, aos olhos do mundo, mais iguais. Mas continuam a existir pases, famlias, empresas, onde as mulheres so discriminadas, sofrem abusos psicolgicos e sexuais e no tm direito de opinio nem de pensamento. As mulheres conseguiram emancipar-se perante uma sociedade tradicionalmente masculina e, aos poucos, vo-se tornando, aos olhos do mundo, mais iguais. Mas continuam a existir pases, famlias, empresas, onde as mulheres so discriminadas, sofrem abusos psicolgicos e sexuais e no tm direito de opinio nem de pensamento. Actualmente, existem 98,6 mulheres para cada cem homens. No mundo, h mais igualdade a Norte do que a Sul, atingindo os 90 por cento nos EUA, Frana e Escandinvia. Em frica e na sia meridional, os ndices de desigualdade so os mais elevados. Segundo as Naes Unidas, as mulheres no atingiram ainda a igualdade real em nenhum pas do mundo. Cerca de 90 Estados ainda no ratificaram a Conveno para a Eliminao de Todas as Formas de Discriminao contra as Mulheres. Actualmente, existem 98,6 mulheres para cada cem homens. No mundo, h mais igualdade a Norte do que a Sul, atingindo os 90 por cento nos EUA, Frana e Escandinvia. Em frica e na sia meridional, os ndices de desigualdade so os mais elevados. Segundo as Naes Unidas, as mulheres no atingiram ainda a igualdade real em nenhum pas do mundo. Cerca de 90 Estados ainda no ratificaram a Conveno para a Eliminao de Todas as Formas de Discriminao contra as Mulheres.
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  • Violncia Nos EUA, em cada 18 minutos uma mulher agredida. Na ndia, cinco mulheres so queimadas por dia, em consequncia de disputas relacionadas com o dote. Em Marrocos, a violao de mulheres considerado um crime moral e no um atentado contra a integridade fsica. A lei de divrcio no atribui s mulheres a custdia dos filhos. No Afeganisto, como noutros pases muulmanos, as mulheres no podem aparecer em pblico sem o tradicional vu que cobre todo o corpo, a "burqa", e devem ser sempre acompanhadas de um familiar do sexo masculino, por imposio da lei islmica. No Paquisto, cerca de oito mulheres so violadas por dia e 70 a 95 por cento j foram vtimas de violncia domstica. A recusa em aceitar o casamento que lhes imposto considerada um atentado honra masculina e as mulheres correm o risco de serem queimadas vivas. Na Arglia, os grupos islamistas violam e atacam as mulheres que ousam usar vesturio e comportar-se de forma considerada inadequada.
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  • No Peru, os programas de sade do Governo realizaram a esterilizao de dezenas de milhares de mulheres pobres. Na frica do Sul, as mulheres so consideradas seres inferiores, incapazes de tomar decises sem o consentimento dos maridos ou dos tutores. Na Serra Leoa, as tropas rebeldes obrigam as mulheres escravatura sexual, violando- as repetidamente e forando-as a cozinharem para eles e a lavarem-lhes a roupa. No Ruanda, as mulheres so usadas como recompensa para os soldados da guerra, forando-as a casarem e ao trabalho domstico. Na Birmnia e em Bangladesh, as mulheres so queimadas com cido devido a disputas de dote. A circunciso feminina - exciso do clitris - aplicada em 28 pases africanos, sendo que em apenas 25 por cento destes esta prtica considerada crime. Por ano, cerca de dois milhes de raparigas sofrem mutilaes genitais. Em todo o mundo existem 130 milhes de mulheres que j sofreram uma exciso. Na sia, mais de um milho de crianas, na sua maioria de sexo feminino, so foradas a prostiturem-se anualmente.
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  • Como surgiu o Dia Internacional da Mulher? O Dia Internacional da Mulher foi criado em 1910, em memria das mulheres mortas pelos seus patres, em 1857, ao reivindicarem melhores salrios e uma melhor jornada de trabalho. O Dia Internacional da Mulher foi criado em 1910, em memria das mulheres mortas pelos seus patres, em 1857, ao reivindicarem melhores salrios e uma melhor jornada de trabalho. O Dia da Mulher foi comemorado, pela primeira vez, na ustria, Alemanha, Dinamarca e Sua. A ideia de se comemorar o Dia da Mulher surgiu nos incios deste sculo, acompanhando a industrializao, o crescimento populacional e o aparecimento de ideologias radicais. No entanto, o dia em que actualmente se presta homenagem s mulheres, o 8 de Maro, tem origem numa greve de norte-americanas. Pensar na Revoluo da mulher apenas como revoluo sexual simplificar demais o termo busca da igualdade. Como surgiu o Dia Internacional da Mulher? DRDR O Dia da Mulher foicomemorado,pela primeira vez,na ustria,Alemanha,Dinamarca e SuaO Dia da Mulher foicomemorado,pela primeira vez,na ustria,Alemanha,Dinamarca e Sua A ideia de se comemorar o Dia da Mulher surgiu nos incios deste sculo, acompanhando a industrializao, o crescimento populacional e o aparecimento de ideologias radicais. No entanto, o dia em que actualmente se presta homenagem s mulheres, o 8 de Maro, tem origem numa greve de norte-americanas. FIM
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  • REALIZADO POR: MARTA SOFIA FERREIRA NOGUEIRA 12 H 2002/03 Livros de histria (desde o 7 ao 12 ano) Livros de histria (desde o 7 ao 12 ano) Pesquisas na Internet Pesquisas na Internet