4 Edio - Magazine emKont@cto (Abril a Junho 2014)

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    01-Apr-2016

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A Magazine da Juventude!

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  • A Magazine da Juventude!

    Trabalho de Equipa

    Edio N 04 Abril a Junho 2014 | Lanamento Julho 2014 | emkontactomagazine@gmail.

  • Editorial

    Atravs deste projeto, da Magazine emKont@cto, conseguimos nestes dois ltimos anos noticiar as atividades da JSD Odivelas, emitir vrios textos, artigos de opinio, fotografias, rbricas, etc. Nesta altura no poderia deixar de agradecer, em meu nome e em nome da JSD Odivelas, a todos os que contriburam para a mesma, e que desta forma permitiram que esta se tornasse numa referncia no concelho de Odivelas, e tambm fora do mesmo. Este facto deve-se ao excelente trabalho realizado, durante estes 2 ltimos anos, pela comisso poltica da Juventude Social Democrata de Odivelas. Como referido aquando do lanamento da 1 edio desta revista, pretendamos que rapidamente a Magazine, pela sua ambio e irreverncia naturais, vincasse a sua imagem e identidade prprias, cativando a leitura dos jovens e menos jovens. Hoje, sabemos que isto j uma realidade e continuamos a defender que, o mais importante para ns levar os leitores a inspirarem-se e a descobrirem, tambm eles, quais as suas convices!Nesta 4 edio noticiamos as nossas ltimas atividades, que so referentes aos meses de Abril, Maio e Junho de 2014. Fao votos para que a futura equipa da JSD Odivelas seja capaz de continuar a defender os interesses da juventude e a garantir a autonomia da Juventude Social Democrata e que mantenha a capacidade de ser a voz dos jovens junto do partido, e no a voz do partido junto dos jovens! Como todos os bons projetos, h sempre um incio e um fim. Eu tive a honra de encabear este projeto, e espero que daqui em diante, quem o assuma continue a contribuir para a juventude da mesma forma que foi feita at ao momento.Termino enaltecendo toda a equipa da JSD que, de uma forma direta ou indireta, contribuiu para o sucesso da Magazine!E j sabem, podem sempre revisitar as edies da Magazine emKont@cto, atravs do link abaixo:h t t p : / / i s s u u . c o m / e m k o n t a c t o

    Texto: Rodolfo Cardoso

    i n d i c EEntrEvistaB r u n o d u a r t e 1 2

    Em foco

    foto rEPortaGEm

    car la ma rce l i no

    visita ao coraco 19

    BLoG 7c o L u n a s

    EsP Ek t ro 1 1i s s u E 3

    d icas utE issaude 21

    financas 20

    Educacao 21

    direito 20

    Ficha Tcnica

    PropriedadeJSD Odivelas

    EditorialDiretor: Rodolfo CardosoDiretor Adjunto: Hugo Alves

    Planeamento EstratgicoBruno DuarteRodolfo Cardoso

    RedaoCarla MarcelinoCatarina SilvaDaniela DuarteFilipe MoreiraFilipe SanchesGuilherme DuarteIns FonsecaJoo CorreiaLiliane MoraisPaulo PinheiroRodrigo Pereira

    Comunicao ExternaPaulo Pinheiro

    FotografiaDiogo Godinho

    DesignHugo AlvesRodolfo Cardoso

    Sede de RedaoRua Alfredo Roque Gameiro11 CV Dta. 2675-279 Odivelasemkontactomagazine@gmail.com

    f i l i pe sanche s

    Joao co r r e i a 4

    a c c i d i t 2 3

    odivELasHoje

    on tem

    amanha 1 6

  • 3No Brasil, por causa do voto obrigatrio aos 17 anos, a generalidade dos cidados tm conscincia poltica. Discutem, opinam desde cedo. Todos so obrigados por fora da obrigatoriedade do voto em fazer uma escolha. E j que so obrigados, a escolha f-los colocar a poltica na vida do dia-a-dia.Mas a questo do voto obrigatrio mais complexa do que a simples criao de sanes para quem no se quer deslocar urna. Impede-nos de resolver o problema de raiz. Se os cidados forem obrigados a votar, iro 50% continuar a faz-lo por convico, e os restantes 50% para evitar serem sancionados. No porque percebem necessariamente a importncia do seu voto.Todos reconhecemos que, sinal dos tempos, o voto em Portugal um paradigma revolucionrio e um direito tradicional democrtico, que j no move montanhas. Quase como uma moda dos anos 70 que j no se usa. Foi em tempos uma conquista de algumas personagens combativas, mas que hoje se traduz num sinal de continuidade do sistema, uma espcie de presente caro que se entende a classe poltica merecer cada vez menos. Porque, se o voto fosse ainda o smbolo da representao democrtica, teramos uma autntica supresso do sistema, pois o silncio da absteno ruiria com quase todos os rgos eleitos diretamente.

    Simplesmente, no colhe a vontade da maioria dos portugueses que continuem sequer a existir ou no fosse o seu silncio a total ausncia de solues.A democracia que vivemos hoje muito diferente da que viveram as personagens combativas dos anos 70. Os jovens alinham-se por causas como o desemprego, a qualificao profissional, a emancipao. Mas no as expressam atravs do voto. Participam em associaes e manifestaes, leem,

    comentam, reclamam. Mas no votam. Ou quando votam, escolhem opes anti-regime, anti-integrao europeia, anti-governo.H por isso os que se abstm, e os que se abstm votando, por preferirem opes anti, que no trazem suporte para

    construir depois de destruir.So essas formas de votar contra o sistema que explicam a disperso do voto e o fraccionamento da identificao com ideologias polticas. Que ideologia a do anti? Partidos polticos histricos como o Partido Comunista beneficiam com a ideologia anti, mas ser que os seus votantes conhecem de facto a ideologia comunista, que aquela pela qual o seu voto se manifesta?Os vrios veculos utilizados para o decretamento do fim da poltica partidria e representativa so meras designaes tericas: absteno, voto em branco, voto-protesto, etc. Todas elas representam uma espcie de silncio reprovador, um misto de conformismo com inconformismo, que ningum consegue ainda classificar. No final do dia, um silncio que no traz nada de novo, que impede o desgnio do sistema democrtico real, e o inverte no voto de alguns, na escolha de poucos. A anlise seria outra caso o voto fosse obrigatrio. J no discutiramos a razo da omisso, mas a razo da ao inconsciente. O problema de fundo, como de resto transversal para as preocupaes que assolam o povo portugus, talvez se mantivesse, que o da apatia na participao das instituies que aceitmos como as melhores, que designmos como as que representam os nossos interesses. E que at voto expresso em contrrio, no so substituveis.

    Novas formas de abstenoCarla

    Marcelino

    issuE

  • 4EM FOCO

    Na tua opinio, qual foi o melhor momento deste mandato?CM - O mandato que agora terminamos rico em bons momentos. Desde o primeiro dia quisemos dar continuidade aos bons projetos que j eram patrimnio da JSD Odivelas e, ao mesmo tempo, conseguimos criar e renovar iniciativas que so a marca deste mandato. Destaco o nvel de formao que empreendemos, porque para ns preparar os militantes e os jovens foi a principal prioridade. Destaco tambm o Roteiro do Associativismo, que nos permitiu um conhecimento aprofundado e direto do tecido associativo e das coletividades do nosso concelho. Este trabalho a nossa fonte de inspirao para propor mudanas e influenciar a deciso poltica, no sentido de promover o que de melhor se faz em Odivelas.Para mim, o melhor momento do mandato agora que terminamos. Porque terminamos com a total conscincia de dever cumprido, com entusiasmo e com a convico de que tudo fizemos para que a poltica seja uma forma de expresso digna e honrosa, e sabemos que mais jovens partilham agora dessa ideia.

    Na tua opinio, qual foi o momento mais difcil deste mandato?CM - difcil identificar o momento mais difcil do mandato, mas poderei destacar um momento que tem um carcter tambm pessoal: o resultado das eleies autrquicas e o facto de o mesmo ter significado no ser autarca em Odivelas neste mandato. A experincia de ter sido autarca nos 4 anos anteriores permitiu-me crescer politicamente e assumir funes pblicas com todo o entusiasmo e motivao. Estou convicta do excelente esforo e trabalho da bancada do PSD na assembleia de freguesia da Ramada nesses 4 anos, e deixei com saudades essa funo.O resultado eleitoral do PSD nas autrquicas de 2013 no

    me permitiu assumir funes como membro da assembleia municipal, rgo pelo qual me candidatei. O PSD teve um resultado que no corresponde s expectativas que a JSD tinha, nem ao trabalho que temos realizado em Odivelas. Todavia, tal facto compensa-se em parte por termos conseguido eleger outros autarcas, em outros rgos, o que permite potenciar a voz ativa da JSD junto da populao.

    Qual o balano que fazes deste mandato?CM - O mandato que agora terminamos foi um grande mandato, um mandato intenso, de trabalho, de presena, de participao. O balano sem dvida muito positivo. Visitmos inmeras associaes e coletividades, como mais nenhuma organizao partidria em Odivelas. Dissemos sempre presente nos debates com outras juventudes partidrias, porque para ns fundamental que os nossos eleitores percebam as diferenas e as convices de cada um, no momento de decidirem. Promovemos a informao e o conhecimento, fizemos formaes, crimos projetos de proximidade aos militantes, para que possam conhecer melhor o nosso trabalho - destaco a JSD Odivelas TV e a Maganize emKont@cto, projetos que nos ajudaram a crescer e a divulgar as nossas ideias e iniciativas. Soubemos defender o Instituto de Odivelas, mesmo contra uma medida do governo do PSD, porque isto a JSD, a autonomia e a firmeza na defesa dos jovens e da comunidade. Soubemos defender com coragem a reorganizao administrativa das freguesias, e lutmos pela no agregao da Ramada, quando mais ningum o fez. Criticmos o partido socialista, fizemos poltica de oposio, no tivemos medo de comparar e nos distinguir do socialismo, do prejuzos das polticas socialistas para o pas, e de defender muitas medidas difceis que o governo do nosso partido empreendeu. Porque acreditamos nelas. No deixmos de ser sociais-democratas por fora das

    Carla Marcelino, Vice-Presidente da JSD Odivelas (mandato 2012-2014)

    Carla Marcelino

    Nome: Carla Sofia Geiroto MarcelinoData de nascimento: 1 de Julho de 1986Freguesia: Unio das freguesias de Ramada e Caneas (Ramada)Formao/Profisso: Advogada e mestranda em direito da concorrncia e regulao financeiraHobbies: Cinema, leitura (especialmente literatura, histria e atualidade), visitas culturais, viagens, estudo de lnguas estrangeiras, natao e pilatesEnquanto autarca: Membro da assembleia de freguesia da Ramada (2009-2013)Enquanto militante da JSD: No tenho presente a data exata da minha admisso como militante da JSD, mas sou militante ativa h cerca de 10 anos. Desempenhei na concelhia de Odivelas o cargo de vogal e de vice-presidente da comisso poltica. Atualmente, desempenho funes como vice-presidente da comisso poltica de Odivelas, e de vogal da comisso poltica regional Lisboa AM.

  • 5EM FOCOcircunstncias ou de interesses eleitoralistas. Participmos nas campanhas eleitorais, vestindo a camisola do PSD e elegemos autarcas, para que sejam a voz da juventude no momento da deciso. Elabormos e entregmos ao PSD o nosso programa eleitoral jovem para as eleies autrquicas, que condensou algumas das ideias que queremos ver implementadas no concelho, trabalho esse desta comisso poltica. Mobilizmos para a campanha sempre e a todo o momento que nos foi pedido, e convictamente, apoimos os nossos candidatos. Acredito que fomos sempre capazes de estar altura de todas as exigncias, e com a viso focada naquilo em que acreditamos, fazendo poltica pela positiva. Tudo isso se deve aos militantes da JSD, no s a quem formalmente pertenceu aos rgos, mas tambm e sobretudo queles que se juntaram a ns e que de forma totalmente desprendida trouxeram novas ideias e muita vivacidade. Aproveito para a todos, sem excepo, agradecer o excelente e muito produtivo mandato que fizemos e a forma

    abnegada, destemida e positiva com que se dedicaram nestes 2 anos JSD Odivelas. Agradecimento esse que personalizo no Bruno Duarte, que liderou de forma exemplar e personificou todos esses valores por que nos batemos, e que sem eles, no seramos da JSD.

    Que futuro para a JSD Odivelas?CM - A JSD Odivelas tem um imenso patrimnio e um legado, marcados pelo mrito, pelo trabalho num terreno difcil, pela convico de quem se tem dedicado nos ltimos anos de corpo e alma a esta estrutura. O futuro da seco espero que passe pela renovao da estrutura, pela capacidade de dar continuidade s boas iniciativas e de criar novos projetos e novas formas de cativar os jovens para as nossas causas. fundamental que a JSD Odivelas mantenha a coeso, o trabalho, o esprito forte e positivo e tenha a capacidade de liderar os jovens em Odivelas, como o tem vindo a fazer.

    Filipe Sanches

    Nome: Filipe Manuel Mateus SanchesData de nascimento: 8 de Novembro de 1986Freguesia: OdivelasFormao/Profisso: Estudante de Eng. Civil; Explicador; Produtor e Organizador de EventosHobbies: Cinema, Desporto e MsicaEnquanto autarca: Eleito pelo PSD (Lder de bancada) na Assembleia de Freguesia de Odivelas, no mandato 2013/17Enquanto militante da JSD: Admisso a 01 de Setembro de 2008, vogal da comisso poltica da concelhia de Odivelas da JSD e conselheiro regional no mandato 2010/12, vice-presidente da comisso poltica da concelhia de Odivelas da JSD e conselheiro regional no mandato 2012/14.

    Filipe Sanches, Vice-Presidente da JSD Odivelas (mandato 2012-2014)

    Na tua opinio, qual foi o melhor momento deste mandato?FS - No consigo distinguir um s. Este mandato teve vrios grandes momentos, a nvel de formao, como o Saber +, organizado por ns, as universidades de vero do PSD, as universidades europa, o Poder + Local, as formaes autrquicas, a nvel de pensamento e de trabalho poltico, como a proposta da reforma administrativa para Odivelas, o programa eleitoral jovem para as eleies autrquicas, os inmeros roteiros do associativismo, que culminaram no I frum do associativismo, a nvel de iniciativas solidrias, em que conseguimos fazer doaes de livros, roupa, brinquedos e alimentos a IPSSs em todas as freguesias do concelho de Odivelas, em que organizmos jantares de angariao de fundos para ajudar clubes do concelho, em que

    nos associmos campanha de recolha de tampas para ajudar o Martim dando o nosso contributo. Ao nvel da proximidade com os jovens, atravs do apoio s listas concorrentes s AEs das vrias escolas secundrias do concelho, com a organizao de formaes sub-18, festas, torneios desportivos, visitas assembleia da repblica, a nvel de confraternizao, como o jantar de 1 ano de mandato, os jantares de natal, a nvel de comunicao com a criao e elaborao das vrias edies da JSD TV e da Magazine emKont@cto... Todos estes momentos foram muito bons e deram-nos uma grande satisfao e orgulho. Foi sem dvida um mandato de muito trabalho, mas que no fim nos deixa a sensao de dever cumprido!

  • 6EM FOCO

    Na tua opinio, qual foi o momento mais difcil deste mandato?FS - Tambm no consigo definir o momento mais difcil do mandato, houve vrios e sempre pelo mesmo motivo. Acima de tudo foi difcil ver o nosso trabalho reconhecido e elogiado por toda a gente, menos por aqueles que o deveriam ter aproveitado e capitalizado. a desvantagem de lidar com a incompetncia, que no faz nem deixa fazer.

    Qual o balano que fazes deste mandato?FS - Este foi um mandato que exigiu uma grande disponibilidade temporal, fsica e mental a todos os que nele participaram, no s devido ao extenso rol de atividades e projetos em que participmos e que organizmos, mas tambm devido aos vrios processos eleitorais e respetivas campanhas em que estivemos envolvidos. Neste mandato crescemos com as adversidades, que uniram muito a equipa em torno de valores fundamentais

    como a seriedade, a lealdade, o trabalho e o esprito de sacrifcio. No final destes dois anos, sinto-me orgulhoso do trabalho que fizemos e da postura pela qual sempre nos pautmos e nesse sentido fao um balano muito positivo deste mandato que agora termina.

    Que futuro para a JSD Odivelas?FS - A JSD Odivelas, acima de tudo, tem de dar continuidade forma como tem estado na poltica, sria, trabalhadora, prxima da populao jovem e menos jovem, desinteressada de politiquices e benefcios pessoais, pautada pelo sentido de servio populao e defesa do bem comum. S assim faz sentido dar continuidade a um projeto que tem trabalhado para mudar o atual paradigma poltico e dar esperana a todos os que esto desiludidos com aqueles que se esquecem de representar quem os elege.

    Na tua opinio, qual foi o melhor momento deste mandato?JC - No possvel eleger apenas um momento deste mandato. Foram dois anos de unio, esforo, dedicao e companheirismo. Desde a mais pequena reunio de comisso poltica, participao na universidade de vero e organizao da formao Saber +, tudo contribuiu para um excelente mandato. Mesmo nos momentos menos bons a equipa, da qual tive o prazer de fazer parte, conseguiu ganhar experincia e conhecimento para atingirmos os nossos objetivos. No defino um momento contudo tenho que eleger a equipa da JSD Odivelas como o melhor do mandato de 2012/2014.

    Na tua opinio, qual foi o momento mais difcil deste mandato?JC - O momento mais difcil deste mandato foram, para mim, sem dvida alguma as eleies autrquicas. Foram meses intensos onde a JSD Odivelas foi muitas vezes o pilar de uma campanha num contexto nacional difcil. Contudo, todo o trabalho que este grupo desenvolveu no conhecimento da sua populao durante os anos passados mostraram que o trabalho cvico deveras importante e que a populao conhece a JSD Odivelas e o trabalho por esta realizado.

    Joo Correia, Secretrio Geral da JSD Odivelas (mandato 2012-2014)

    Joo Correia

    Nome: Joo Alexandre Fazenda CorreiaData de nascimento: 23 de Outubro de 1987Freguesia: Pvoa de Santo AdrioFormao/Profisso: Licenciatura em Gesto de EmpresasHobbies: Ver futebol, filmes e sries. Ouvir msicasEnquanto autarca: Autarca na bancada do PSD na Pvoa de Santo Adrio no mandato de 2009/2013Enquanto militante da JSD: Secretrio Geral da JSD Odivelas (mandato 2012/2014) e vice-presidente da mesa regional de Lisboa AM da JSD (mandato 2012/2014)

  • 7Qual o balano que fazes deste mandato?JC - Positivo. muito positivo. Um mandato repleto de iniciativas para os jovens, com principal foco no concelho de Odivelas e de muita formao interna e externa. Um mandato que teve uma campanha autrquica pelo meio e que nos fez perceber o quo importante o trabalho que a JSD Odivelas realiza. Um mandato tambm com muitas iniciativas solidrias ajudando quem mais precisa e de grande unio de um grupo extenso e multidisciplinar. Uma das grandes apostas para este mandato e completamente conseguido foram todos os meios de comunicao desenvolvidos (JSD Odivelas TV, Magazine, Blog, Twitter, Youtube, Facebook). Todos estes meios do maior visibilidade ao nome e trabalho da JSD Odivelas.

    Que futuro para a JSD Odivelas?JC - O futuro da JSD Odivelas deve ser, no s de continuidade do trabalho at aqui realizado, mas tambm de inovao e desenvolvimento do trabalho j efetuado. Manter as iniciativas pelas quais somos muito reconhecidos (JSD Solidria, Odiveliadas entre outras) e continuar com formao direcionada para os jovens. Estes jovens so o futuro, no de amanh, mas de hoje e a aposta na formao tem de ser uma das bandeiras da JSD Odivelas. Temos de estar preparados para as nossas responsabilidades como juventude partidria. Assim, o futuro da JSD Odivelas passa muito pela maior participao dos jovens do concelho, podendo desta forma conseguir fazer a diferena.

    Dia 12 A JSD Odivelas esteve representada no II Congresso dos JASDA JSD Odivelas esteve representada no II Congresso dos JASD, que decorreu no passado sbado dia 12 de abril em Tomar, atravs da presena dos seus Autarcas (Daniela Duarte, Filipe Sanches e Rodolfo Cardoso) e do seu Presidente de Mesa Paulo Pinheiro. A concelhia de Odivelas acredita na importncia desta estrutura (JASD) e a comprov-lo o facto de os seus autarcas terem marcado presena neste II Congresso, bem como j havia acontecido no I Congresso deste orgo. Ao Joo Leite e restante equipa que cessou funes nos JASD, damos os Parabns e reconhecemos o mrito de terem sido pioneiros e de terem criado um legado, o que certamente a futura equipa ir aproveitar e continuar! Ao Jos Alfredo Oliveira e aos restantes eleitos que tomaram posse, fazemos votos de um excelente mandato e de um bom trabalho!

    Dia 14 JSD Odivelas reuniu com jovem da Sria!No passado dia 14 de abril, a JSD Odivelas esteve reunida com Samer Hamati - um jovem Srio, a frequentar o doutoramento de economia no nosso pas, e que estava no seu pas na altura do incio da guerra civil. Foi com grande disponibilidade do Samer que pudemos conversar, fazer perguntas e discutir histria, sem tabus, e perceber a sua viso e experincia vivida durante este conflito. Conversmos tambm acerca da viso que existe fora da Europa acerca dos jovens europeus.

    A b r i l

    - BLOG -

    EM FOCO

  • 8Dia 28 Carto do Fregus aprovado por unanimidade, na assembleia da unio das freguesias de Ramada e CaneasO Carto do Fregus foi proposto pela bancada do PSD junto desta assembleia de freguesia, e aprovado por unanimidade por todos os eleitos na mesma representados na ltima reunio da mesma, no passado dia 28 de abril.Apresentado pelo lder de bancada do PSD, tambm militante da JSD, Rodolfo Cardoso, este instrumento ir permitir criar um conjunto de vantagens para os fregueses que junto de determinadas entidades da freguesia podero obter descontos e outras vantagens. Nomeadamente, segundo a proposta apresentada, podero ser adquiridos, mediante a exibio do carto, produtos e servios com descontos no comrcio local de ambas as freguesias, o que configura uma vantagem para o comrcio tradicional.Por outro lado, da parte dos comerciantes, permite um aumento da sua possvel carteira de clientes, sendo um incentivo para o comrcio local, que tanto tem perecido perante as grandes superfcies comerciais que cada vez so mais abundantes.

    Dia 29 JSD Odivelas reuniu com vereador do PSD na cmara municipal de OdivelasNo dia 29 de abril de 2014 a comisso poltica da JSD Odivelas, recebeu na sua seco, o vereador do PSD na cmara municipal de Odivelas, Dr. Carlos Bodio, para falar do seu j longo e prestvel trabalho no nosso concelho.Durante as suas intervenes, o vereador enalteceu o trabalho que a JSD Odivelas tem vindo a desenvolver no terreno e a capacidade de superao de algumas dificuldades, nomeadamente no ter o merecido reconhecimento e o real aproveitamento do seu trabalho. Disse o vereador: No faz sentido o PSD no estar ao lado dos jovens, no ter atualmente um representante dos jovens nos orgos municipais!

    M A I O

    Dia 6 40 aniversrio do PSDFoi com orgulho que a JSD Odivelas assinalou nesta data o 40 aniversrio do PSD!

    Dia 12 JSD ODIVELAS no regresso do VOXX XXI!Cerca de 2 anos depois, a rubrica VOXX XXI da tvL (nico canal online do concelho de Odivelas) regressou! E a JSD Odivelas, como sempre fez no passado, esteve presente! Recordamos que entre fevereiro de 2010 e abril de 2012 foram realizados 30 debates VOXX XXI e a JSD Odivelas esteve presente em todos!O debate realizado foi sobre o 25 de abril - 40 anos depois, onde fomos representados pelo companheiro Rodolfo Cardoso. A JSD Odivelas congratula a tvL pela deciso de reativar este programa, que muito diz aos jovens e que representa a importncia que a juventude Odivelense, efetivamente, tem! Desejamos o maior sucesso no regresso deste programa e que muitos mais debates se realizem nos prximos meses!

    BLOG

  • 9BLOG

    Dia 24 JSD Odivelas organizou churrasco-convvioNo sbado, dia 24 de maio de 2014, a JSD Odivelas organizou um jantar convvio e convidou a populao a juntar-se festa. O objetivo do convvio era regressar ao contacto com as fora-vivas e com os Odivelenses, na sede do concelho, aproveitando a ocasio da realizao da final da liga dos campees europeus em Lisboa para tal. Como habitual, houve muita emoo, devido ao jogo, e muita camaradagem entre todos os presentes!

    Dia 25 Eleies EuropeiasDecorreram no dia 25 de maio as eleies europeias tendo sido ganhas, pela margem mnima, pelo PS (com 31,47% dos votos, onde elegeu 8 eurodeputados), tendo-se seguido a Aliana Portugal PSD/CDS- (com 27,71% dos votos, onde elegeu 7 eurodeputados), a CDU (com 12,67% dos votos, onde elegeu 3 eurodeputados), o MPT (com 7,14% dos votos, onde elegeu 2 eurodeputados) e o BE (com 4,56% dos votos, onde elegeu 1 eurodeputado).

    J U N H ODia 5 JSD Odivelas reuniu com deputada assembleia da repblica, Hermnia AzenhaNo passado dia 5 de junho, recebemos na nossa seco Hermnia Azenha, a primeira deputada eleita na assembleia da repblica por Odivelas. A sua passagem pela assembleia da repblica foi, nas suas palavras, uma experincia positiva mas tambm difcil e muito desgastante. Membro efetivo da comisso de tica e membro suplente da comisso da agricultura e mar, contou com vrias intervenes estando 4 delas disponveis na ARTV. Como a prpria disse: quem acredita no projeto Odivelas nunca sair a perder. Um bem haja a algum que preza e acredita em Odivelas!

    Dia 7 JSD Odivelas visitou o Centro Oficial de Recolha Animal do Concelho de Odivelas (CORACO)No dia 7 de junho, acompanhados pelo Sr. vereador da cmara municipal de Odivelas, Carlos Bodio, a JSD Odivelas visitou o Parque dos Bichos (CORACO). O Sr. vereador Carlos Bodio e responsvel pelo gabinete do mdico veterinrio municipal foi um dos responsveis pela criao e desenvolvimento do Parque dos Bichos (Centro Oficial de Recolha Animal do Concelho de Odivelas) preparando-o para o acolhimento e receo dos animais errantes do nosso concelho.

  • 10

    BLOG

    Dia 8 JSD Odivelas discute situao do Instituto de OdivelasComo do conhecimento pblico, a JSD Odivelas tem-se manifestado sempre contra a deciso do governo, no incio de 2013, de fundir o Instituto de Odivelas com o Colgio Militar. Tendo existido um convite por parte da TvL para um debate sobre o tema, no fugimos s nossas responsabilidades com os jovens Odivelenses e dissemos presente, ao contrrio de outros que vociferam na rua, mas no momento da verdade no tm coragem!Neste debate fomos (muito bem) representados pelo companheiro e vogal da comisso poltica, Filipe Moreira, que exps a posio da JSD Odivelas.

    Dia 19 Oitavo (e ltimo) plenrio deste mandato da JSD Odivelas Realizou-se na passada quinta-feira, dia 19 de junho, o ltimo plenrio de militantes do mandato 2012-2014.No 3 ponto foi feita uma descrio pormenorizada de todas as atividades desenvolvidas ao longo do mandato, com destaque para o desafio que foi gerir a campanha para as eleies autrquicas. Todas as intervenes foram unnimes em valores como a liberdade, organizao, empenho na formao e carter poltico que sem dvida caracterizou este mandato. Tudo isto se reflete no reconhecimento por parte de estruturas e instituies dentro e fora do concelho. Foi tambm apresentada como candidata liderana da comisso poltica no prximo mandato, a atual Vice-presidente Carla Marcelino, numa perspetiva de continuidade com os valores e convices do mandato que foi desenvolvido. A generalidade dos militantes no conteve os rasgados elogios nica candidatura apresentada, neste que foi o ltimo plenrio de militantes do mandato. A inteligncia e responsabilidade bem como os valores pelos quais esta candidatura se rege dignificam a JSD e a Social-democracia.

    Dia 21 Jantar de final de mandato realizou-se na Pontinha Foi num ambiente acolhedor que no sbado passado, dia 21 de junho, nos reunimos naquele que foi o ltimo jantar do mandato. Curiosamente, (ou no), o jantar decorreu na freguesia da Pontinha, no restaurante Taskinha dos Sabores, local de origem do nosso presidente Bruno Duarte. A refeio foi recheada de boa disposio e tornou-se num ambiente de partilha e recordaes entre as dezenas de militantes presentes. O jantar terminou com alguma nostalgia, dada a despedida dos companheiros que, por motivos de idade, sairo da JSD pela porta grande!

    Dia 14 JSD Odivelas no esquece Martim!!!No dia 14 de junho, no mbito do projeto JSD Odivelas juventude solidria entregmos vrios garrafes de plstico com vrias centenas de tampas que foram recolhidas nos ltimos meses entre os membros da comisso poltica, com o objetivo de ajudar o Martim. Um jovem do nosso concelho que sofre de uma doena rara. com muito orgulho que terminamos o mandato 2012-2014 ajudando outros jovens. Afinal, a solidariedade um dos nossos princpios!

  • 11No dia 6 de junho deste ano relembrmos que foi h 70 anos que se propiciou o incio do fim da segunda guerra mundial. O dia D em que as foras aliadas desembarcaram na Normandia e comeou a recuperao do territrio francs, ocupado pelos nazis. So recordados os mortos, a extensa destruio material e as dificuldades da recuperao em cerimnias em que chefes de estado e de governo, cinicamente, agem e interagem como se vivssemos a primavera das nossas vidas, o auge da paz mundial. Essas realidades no esto assim to distantes de nsSe o sonho de uma europa, e at de um mundo, em paz continuam nas nossas mentes, o pressgio e a sombra de conflitos que a sociedade j viveu parecem espreitar a cada esquina. No se trata de ser pessimista, trata-se, sim, de observar o clima de cada vez mais crescente desunio interna, entre povos, entre naes, entre irmos. Mas um tratado escrito sobre esse tema, no o que me move para esta coluna que iniciei em janeiro do passado ano. Prefiro antes debruar-me sobre o que de bom pode ressurgir dos tempos de maior escurido: a vontade renovada de fazer melhor ou, pelo menos, diferente, e a distino clara das vontades.

    H quem acredite que a poltica a arte do possvel (Otto von Bsmarck ) e que a mesma , por outro lado, tornar possvel o necessrio (Braga da Cruz). Eu, arrogantemente, tentarei formular algo melhor: a poltica a arte da honestidade. Neste sentido, permito-me, em jeito de balano do final de um mandato da JSD Odivelas, afirmar: fomos exemplares. Mantermo-nos fiis ao estrito e altrusta objetivo de defender os

    nossos compatriotas algo difcil para alguns, principalmente quando necessrio enfrentar inimigos entre ns prprios que o encaram de forma diferente. Apesar disso, ao sermos chamados para assumir responsabilidades ou posies, para agir construtivamente e pensar criticamente, dissemos sempre presente, no nos escondemos! Foi uma honra poder acompanhar e aprender com a equipa que se destacou no concelho, na luta pelas novas geraes e pela verdade na poltica. O nico pedido que posso fazer que no baixemos os braos, que no nos rendamos, tal como exortado por Winston Churchill no seu famoso discurso We Shall Fight on the Beaches, pois o caminho, apesar de tortuoso, ter sempre como desfecho a vitria da verdade. Estaremos prontos para isso!

    Semper ParatusRodrigo Pereira

    EsPEktro

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    ENTREVISTA

    Bruno, tendo em linha de conta que estamos a chegar ao final deste mandato, gostariamos que descrevesses estes dois anos da JSD Odivelas e, quais os momentos mais marcantes?BD - Esta no uma pergunta muito fcil de responder porque foram muitos. Foram dois anos de mandato, o que ainda algum tempo, mas tenho a certeza que pareceu a muita gente, como a mim, obviamente, que se calhar foram dez, pois este mandato consumiu-nos imenso tempo a nvel pessoal, o que nos exigiu muito. Eu diria que o primeiro momento marcante

    Bruno Duarte

    Nome: Bruno Ricardo Moreira Esprito Santo Duarte Data de nascimento: 21 de Julho 1983Freguesia: PontinhaFormao/Profisso: Licenciatura (pr-Bolonha) em gesto de empresas no ISCTE / Consultor fiscalHobbies: Blogging, cinema, leituraEnquanto autarca: Lder de bancada do PSD na assembleia de freguesia da Pontinha 2005-2009, deputado Municipal em Odivelas 2009-2013 Enquanto militante da JSD: Filiou-se na JSD em 2002, tendo sido convidado a integrar a comisso politica no mandato 2006-2008 como vogal, e vice-presidente nos mandatos 2008-2010 e 2010-2012. Em 2012 candidatou-se a Presidente e foi eleito para o mandato 2012-2014. conselheiro distrital de Lisboa da JSD desde 2006.

    Bruno Duarte, Presidente da JSD Odivelas (mandato 2012-2014)

    foi a eleio, que provavelmente muita gente, incluindo eu, h muito tempo que no via uma eleio da JSD Odivelas to participada e com tanta gente a votar e, com um resultado to renhido. Na minha opinio isto foi bom, pois a JSD Odivelas saiu a ganhar com isso! E de facto comeou bem o mandato, nessa perspetiva, em termos de participao democrtica. Para terem uma ideia, votaram mais de cento e cinquenta pessoas. No tenho memria que isso alguma vez tenha acontecido. Isso uma promoo da JSD Odivelas, porque alguns militantes se calhar no conheciam bem a JSD Odivelas e a tiveram a oportunidade, e acho que a as duas listas deram um bom contributo. Foi logo a, que comeou um mandato de uma forma muito democrtica, mas tambm muito consumida. E depois tivemos muitas atividades, aes de solidariedade e muita formao. Durante o mandato tambm tivemos o processo autrquico, o que para uma seco da JSD sempre determinante, porque a altura que exige mais de uma seco, no apoio ao partido. E tambm tivemos muitos momentos de convvio e da prpria remodelao da JSD Odivelas, e portanto acho que houveram muitos momentos marcantes. A JSD Odivelas tv tem isso documentado, aproveitava at para dizer a todos para consultarem as outras edies que esto l, que documentam grande parte do nosso trabalho. Portanto, acho que h muitos momentos marcantes, mas estes que falei acho que, so muito importantes. Acho que houveram muitos, muitos, muitos momentos marcantes neste mandato e isso, de destacar, porque difcil de referir apenas um.

    Sabemos que o programa eleitoral proposto por ti foi adequadamente cumprido, existe algum detalhe que alterasses agora?BD - Eu continuo a acreditar que fizemos o melhor caminho! No foi o caminho mais fcil, no foi um programa fcil de cumprir, porque era um programa exigente e ambicioso, mas cumprimos. Provavelmente no foi a cem porcento, mas foi muito prximo

  • ENTREVISTAdisso. Podamos ter copiado o programa eleitoral de h dois anos atrs, podamos ter escrito metade. Mas foi exigente e confesso que eu ao longo do mandato fui fazendo questo de seguir o meu prprio programa eleitoral, o que exigiu mais de todos ns. Pode no ter sido o caminho mais fcil, mas foi certamente o mais correto para chegarmos ao final do mandato e estarmos de conscincia tranquila.

    Sabemos que no final deste mandato deixars de ser militante da JSD, o que recomendas aos jovens que iniciam agora o seu percurso na JSD?BD - O que eu recomendo que valorizem a aprendizagem, valorizem os princpios, os valores, que tenham respeito e que sejam humildes, o melhor que posso recomendar aos jovens. A poltica um mundo difcil, mas tambm um mundo onde se ns tivermos por bem e bem intencionados, conseguimos fazer coisas boas. Eu disse isto no ltimo plenrio da JSD Odivelas, que a JSD Odivelas me deu a possibilidade de ter uma sensao incrvel, que foi sonhar acordado fazendo aquilo em que acredito. E isso de facto uma sensao indescritvel. Portanto no poderia recomendar mais do que aquilo que eu prprio senti, de que JSD uma vez, JSD para sempre.

    Qual a importncia da formao na JSD? E a ti em particular, o que que a JSD acrescentou na tua vida, na tua formao enquanto cidado e muncipe de Odivelas?BD - A formao fundamental, a nossa formao pessoal, a nossa formao poltica, a nossa formao acadmica, obviamente, e no necessariamente por esta ordem, so todas fundamentais. Portanto, eu diria que a formao na JSD algo essencial, sendo que eu sou um bocado suspeito, pois o meu mandato insistiu muito na formao, logo desde o incio. Ns em 2013, na 11 edio da universidade de vero, tivemos a maior participao de sempre da JSD Odivelas, que contou com cinco participantes. Bom, isto pode no parecer muito, mas para uma seco como a de Odivelas muito, e acho que isso histrico, na medida em que nunca tnhamos conseguido isso at hoje. Ao longo do meu mandato tivemos formao sobre assembleias de freguesia, sobre juntas de freguesia, formao na universidade europa, formao Saber +, que foi realizada por ns, formao do poder local + e vrias outras formaes com autarcas da JSD na nossa seco. Fizemos muita formao, e acho que isso a prova que dou muita importncia. A JSD aposta muito na formao dos seus quadros, e Odivelas insiste se calhar mais, porque ns acreditamos mesmo que as pessoas quanto mais souberem, mais formadas tiverem, melhor preparadas esto politicamente e para a vida. Isso pode dificultar o trabalho dos lderes, mas, na minha opinio, um lder no seca a estrutura, no faz com que os outros saibam menos do que ele. Pelo contrrio, deve tentar que os que hoje no so, que amanh sejam lderes. E por isso deve prepar-los de outra forma, devendo dar o mximo de formao possvel. Enquanto cidado e enquanto muncipe, exatamente o mesmo, acho que, deve haver o mximo de formao possvel e, no s para os jovens, pois todas as pessoas devem estar informadas.

    Tens um longo percurso na JSD, e ns sabemos disso, gostvamos que nos falasses dos momentos mais marcantes no teu percurso da JSD.BD - Os momentos mais marcantes no meu percurso da JSD Bom, eu no estava espera de perguntas fceis, mas de facto as respostas tambm no so nada, nada fceis. Bem, eu vivi muitos bons momentos na JSD, pouco disse que a JSD me deu a possibilidade de ter uma sensao incrvel, que foi realizar os meus sonhos, sonhando acordado, e portanto de facto eu tive muitos bons momentos na JSD. Obviamente que, os bons e os melhores momentos, so os momentos em que ns nos divertimos, nos rimos e convivemos, mas eu tambm destaco as pessoas que eu conheci na JSD Odivelas. A JSD Odivelas e tambm a JSD a nvel nacional, permitiram-me conhecer muitas pessoas, e a criao de uma rede que eu provavelmente no teria, seno tivesse feito parte da J. Isso permitiu-me viver todo o tipo de momentos, desde eleies, disputas politicas, disputas de ideias, at possibilidade de ver pessoas a crescerem, tanto pessoalmente como politicamente. Eu prprio cresci na JSD, enquanto pessoa e em termos polticos. Mas eu sempre vi a poltica no como o meu principal objetivo, mas como uma vertente na minha vida. Nunca me esqueci de apostar na minha formao, de ter a minha profisso e de estudar, sendo esta tambm uma mensagem que de facto gostava de passar. E eu tive tudo isso, felizmente. Foi de facto muito bom estar na JSD e vou levar estes momentos para sempre!

    Durante este ultimo mandato, enquanto presidente da JSD Odivelas, qual foi o momento mais desafiante para ti?BD - Bom, o que me marcou mais foi a dificuldade na motivao das pessoas, pois no foi fcil ao longo deste mandato. No foi fcil porque, as pessoas tm cada uma o seu feitio, as pessoas lidam melhor ou pior com algumas situaes, e ao longo deste mandato ns tivemos muitos desafios. Desafios esses que vencemos! Vencemos todos os desafios a que nos propusemos. Mas, muitas vezes no foram goleadas, e, ou ento, foram batalhas onde houveram algumas baixas. Mas a histria, da histria s rezam os mais fortes, e ns fomos os mais fortes. Portanto, foi de facto muito difcil gerir a campanha autrquica, por exemplo, porque a JSD Odivelas tinha razes para no fazer parte, para no participar na campanha eleitoral. E, at houveram vrios rgos de comunicao social local que disseram que isso era uma possibilidade, o que nunca foi uma possibilidade pois a JSD Odivelas nunca faria isso, por uma questo de responsabilidade! Mas razes no faltaram... E portanto, foi muito difcil explicar minha equipa que eram mais importantes os valores do partido e da social-democracia, do que ligar ao que algumas pessoas tentaram fazer JSD Odivelas. E de facto, ns no permitimos isso! E portanto foi muito difcil, e foi um momento desafiante, mas que vencemos. E isso tambm me orgulha. E tenho a certeza que as pessoas que no saram nesse processo, e que hoje continuam na JSD Odivelas, esto muito mais fortes pessoalmente e politicamente, e preparadas para vencer mais desafios. Portanto, motivar pessoas foi um desafio, mas acabou por ser vencido!

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    ENTREVISTA

    Atualmente a JSD Odivelas tem vrias formas de comunicao, fala-nos de como surgiram e qual o impacto positivo que as mesmas tiveram na JSD Odivelas.BD - A comunicao da JSD Odivelas neste mandato evoluiu muito e esta foi uma evoluo natural. Uma juventude partidria ou uma outra associao qualquer, por muito que queira publicitar o trabalho que faz, hoje em dia seno tiver bons meios de comunicao como se no existisse. Por isso, ns tnhamos de apostar nisso. De qualquer forma h que dar o mrito, de facto a quem o merece e houveram pessoas dentro da minha equipa, nomeadamente o meu vice-presidente Filipe Sanches na JSD Odivelas tv, o Rodolfo Cardoso, vogal da comisso poltica, na Magazine emKont@cto e o Guilherme Duarte no Twitter, que foi uma inovao mais recente. Foram os grandes responsveis, com a ajuda de outros obviamente, mas foram os grandes responsveis por implementar estas ideias. E de facto, tem tido um impacto positivo e eu destacaria nesse impacto positivo a quantidade de pessoas que sabe que ns existimos, sendo que era muito difcil antigamente chegar at elas. E no s, tambm o reconhecimento que temos fora do concelho, e de outras foras polticas. Vivemos, infelizmente um momento difcil, dentro do PSD local, em que no valorizado o trabalho dos jovens, bem pelo contrrio, visto como uma ameaa. Mas ns lidamos bem com isso, porque ns no trabalhamos para ter palmadinhas nas costas, ns trabalhamos para os jovens de Odivelas. A JSD Odivelas continuar a crescer e a ser mais forte, quanto mais autnoma for, e quanto menos pensar no que o partido acha da JSD, portanto isso no um problema mas s vezes, era bom ter algum reconhecimento. Ainda que s pessoas lhes custe a darem esse reconhecimento, ficava-lhes bem! Mas pronto, temos o reconhecimento da nossa oposio, e portanto quando os nossos adversrios polticos nos valorizam porque ns temos valor.

    Como pensas que a JSD Odivelas poder continuar a intervir junto do Municpio?BD - Hoje em dia, pelo afastamento que a poltica em si tem das pessoas, dado que o eleito continua muito afastado do eleitor, a

    comunicao torna-se fundamental. Ns tentamos ir de encontro a isso, mas verdade que muitas das vezes chegamos at quase porta do eleitor e o eleitor no tem uma reao, no nosso caso o eleitor jovem. Como que eu penso que podemos fazer? Atravs da comunicao, o que j se conseguiu neste mandato. Eu acho que a JSD Odivelas tem de continuar a inovar, a trabalhar nas assembleias de freguesia, a apresentar propostas, sempre que possvel, porque isso nos d o reconhecimento dos outros autarcas, das pessoas, e permite-nos ter conscincia tranquila e daqui a quatro anos, em 2017, quando terminar o mandato, atravs dos atuais autarcas, dizer com toda a propriedade que, nos momentos certos e nos stios certos propusemos algo que poderia melhorar o concelho e as freguesias. Depois, obviamente, junto dos jovens, das associaes juvenis, junto das associaes de estudantes, porque onde esto os jovens, principalmente no nosso concelho. Enfim, pelo menos nestas duas ter de ser feito. Penso que a JSD Odivelas dever continuar a associar-se aos movimentos associativos, como foi feito no nosso frum do associativismo, atravs de reunies com associaes, na nossa sede, ou noutros locais, onde nos aproximamos dos jovens, de outras organizaes. Reconheo que cada vez mais difcil intervir no municpio e junto dos jovens. Mas esta uma luta da qual a JSD Odivelas nunca se demitiu e acho que nunca se dever demitir.

    Ao longo dos ltimos anos ouvimos muitas vezes dizer que a JSD a voz do PSD em Odivelas. Agora que vais deixar de militar na JSD para passar a militar exclusivamente no PSD, o que que gostavas que mudasse no PSD Odivelas?BD - Essa uma pergunta com rasteira, mas eu vou responder. Se ouvimos muitas vezes dizer que a JSD a voz do PSD em Odivelas porque o PSD Odivelas no tem voz. Mas o que eu gostava era que o PSD Odivelas tivesse voz, mas isso implica que haja uma coisa fundamental em poltica que a coragem e, quando falta a coragem complicado. O PSD Odivelas deveria ter a coragem de falar sobre os assuntos e de voltar a ser um partido virado para as pessoas. Muitas das vezes o PSD Odivelas chefia e no lidera e muito diferente liderar em vez de chefiar, pois chefiar

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    provoca nas pessoas afastamento, dado que as pessoas no se sentem integradas nem parte da soluo e sentem-se mais um nmero, sendo que algumas vezes so tratadas como tal. Portanto, virar o partido para as pessoas e para as causas no pode ficar apenas nas palavras, deve passar aos atos e quando ns temos um partido que de alguns, que de um grupo fechado, quem perde o partido. Poltica discrdia, concrdia, mas essencialmente consenso, o que significa cedncias e portanto o PSD Odivelas tem que voltar a aprender a ceder, quando tiver que ceder, e a falar quando tiver que falar com coragem. O PSD um partido que defende interesses, mas defende os interesses de muita gente, no defende os interesses de apenas um, dois ou trs. Esta uma questo fundamental que eu gostava que mudasse no PSD Odivelas.

    Neste final de mandato que mensagem gostarias de deixar aos militantes da JSD Odivelas?BD - Nunca deixem de acreditar, esta a mensagem que eu gostava de deixar! Eu passei, ao longo deste mandato, situaes que no foram fceis para mim nem para a minha equipa, sendo que a posio de lder acarreta a dificuldade de muitas vezes ter de se estar sozinho, sendo que eu nunca me senti sozinho em termos de equipa, mas h momentos de solido porque de facto um lder tem que decidir e eu fui eleito para decidir, nunca duvidei disso. Portanto aquilo que eu acho que os militantes da JSD nunca devem deixar de acreditar, nem de lutar por aquilo em que acreditam, pelos seus valores e pelos seus princpios, custe a quem custar. Se isso significar divergncias ou menos simpatia pelo partido, ento que seja, pois isso significa que no estamos a trair os jovens, nem a nossa equipa, nem a juventude. A JSD foi, e dever continuar a ser, a voz dos jovens junto do PSD e nunca o contrrio. A Juventude Social Democrata no deve ir para junto dos jovens defender aquilo que d jeito ao PSD, ou o que fica bem ao partido, ou at o que algum do PSD gostaria Isso errado, pois no para isso que a JSD serve, pois a mesma serve para defender os interesses da juventude. Se o PSD muitas das vezes no est em concordncia, ou no se consegue um consenso, isso faz parte da poltica. Deve-se tentar chegar a um consenso se possvel, se no, defender sempre os princpios e valores da juventude. Esta at a mensagem mais importante que gostaria de deixar aos nossos militantes, que sero o futuro. Eu acredito muito no futuro, tive oportunidade de o dizer no plenrio e na ltima reunio da comisso poltica da JSD Odivelas, que acredito muito nos militantes da JSD Odivelas e sei que fiz tudo o que podia, e tenho esse merecido reconhecimento, para que a JSD Odivelas crescesse e ficasse mais forte e, felizmente hoje em dia pode-se dizer que a JSD Odivelas est cada vez mais forte, mais coesa e com mais militantes. Sei que a JSD Odivelas tem muito futuro e se se mantiver fiel aos seus princpios, vai de certeza continuar a ser muito importante para o PSD e para o concelho! Termino com uma sugesto, que a de darem sempre o mximo, pois isso que a juventude, os militantes e o concelho merecem!

    Entrevista realizada por: Ins Fonseca

    ENTREVISTA

  • 16O Municpio de Odivelas um dos municpios de Portugal continental recentemente criados em 1998, surgindo da desagregao do municpio de Loures e constituindo-se por sete freguesias: Fames, Povoa de Santo Adrio, Ramada, Caneas, Odivelas, Pontinha e Olival de Basto. No obstante, o territrio possui uma histria singular contendo inclusiv vestgios que remontam ao paleolitco. Porm, consensual que a fora motriz do desenvolvimento do ncleo antigo de Odivelas foi o rei D. Dinis (sc. XIII) que determinou a construo do mosteiro So Dinis e So Bernardo em 1925. Este facto conduziu dinamizao e expanso da regio, no s pelos familiares das freiras que adquiriram propriedades contguas mas tambm pela populao local que obteve trabalho, o que est intrinsecamente associado fixao de populao e construo de habitaes. O prestgio do mosteiro foi tal que trouxe regio uma classe social de nobres, escritores e artistas e acolheu no prprio mosteiro figuras conceituadas como rainhas, princesas ou familiares associados poca dos descobrimentos. Foi tambm no mosteiro que se representou pela primeira vez (1534), o Auto da Cananeia, de Gil Vicente, que ter sido encomendado pela abadessa Violante, irm de Pedro Alvares Cabral. Comcomitantemente, a fertilidade das terras conduziu ao

    incremento de quintas nas vrias freguesias, em especial na Pontinha, Caneas e Povoa de Santo Adrio, pelo que o desenvolvimento do concelho tambm se encontra associado ao sector primrio (produo de hortculas e cultura cerealifera para Lisboa) e atividades ligadas explorao da gua. A fertilidade das terras e a proximidade capital, com a correspondente boa acessibilidade, tambm levou famlias da nobreza e burguesia a adquirirem propriedades. Por conseguinte, foram

    criadas estruturas agrcolas de relevncia, possibilitando emprego populao local, os designados de saloios. Estes, j tinham sido identificados mas somente em finais do sculo XVIII, que o saloio reconhecido enquanto tipo social. O argumento mais verossimil sobre o saloio de David Lopes (especialista em estudos portugueses e rabes) mencionando que o termo evoluiu do rabe ahroi, habitante do campo em anttese ao citadino. Torna-se assim patente a forte relao entre Lisboa e a periferia, Odivelas, no s pelo fornecimento

    de bens alimentares frescos como tambm pela gua e o prprio uso do terrtitrio para veraneio. Caneas era muito popular pela qualidade das suas guas, pelo que o aqueduto das guas livres, construido para o abastecimento de Lisboa no sculo XVIII, foi prolongado at Caneas precisamente com o objetivo de captar a qualidade

    Odivelas ontem

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    de excelncia das guas por meio de aquedutos subsidirios. Em 1842 a sociedade farmacutica lusitana declarou que as guas de Caneas eram lmpidas, incolores, inodoras, de sabor frreo. No final do sculo XIX at primeira metade do sculo XX, vrias foram as sociedades de explorao das guas de Caneas, que se formaram em torno das diversas fontes e de onde partiam os aguadeiros que transportavam a gua fresca em bilhas de barro at Lisboa. Associada gua est igualmente a tradio das lavadeiras de Caneas que recolhiam a roupa na capital para a lavarem nos rios. Esta tradio ficou imortalizada no filme Aldeia da Roupa Branca por Biatriz Costa. No que concerne ao uso de Odivelas para frias, destaca-se mais uma vez Caneas que constituiu um verdadeiro plo de veraneio dos lisboetas (pequena e mdia burguesia), especialmente nos finais do sculo XVIII, pela beleza das paisagens. Acresce ainda o ar puro de Caneas, pois o terramoto de 1755 deixou a capital at ao sculo XIX (fase industrial), muito insalubre e com epidemias. Personalidades como o escritor Cesrio Verde e o ator Estvo Amarante so apenas alguns exemplos de quem nesta regio procurou melhorar a sua sade. Em meados do sculo XIX assistiu-se, em algumas freguesias,

    ao aumento da construo de bairros sociais, fomentado pela ligao a Lisboa por estrada. Este facto levou a aquisio de propriedades por parte de grupos econmicos e de terrenos para a construo de quintas pela burguesia. Porm, a tendncia nacional da crescente perda de importncia do setor agrcola em prol dos setores secundrio e tercirio, levou muitas pessoas a deslocaram-se para a urbe e para a sua periferia, onde residir era economicamente mais vantajoso. O crescimento urbano de Odivelas deve-se a esta migrao interna, aps a dcada de 50, com o consequente crescimento populacional. desta forma que os solos de Odivelas outrora ferteis do lugar a fins como o da construo e a indstria, subjacente um desenvolvimento que j no o agricola. Este facto acarretou profundas alteraes em Odivelas ao nvel econmico, social e urbanistico. Todas estas razes esto diretamente relacionadas com o facto de em Odivelas j no habitarem, ou apenas, os saloios mas sim uma pluralidade de culturas. Foi na freguesia da Pontinha, do regimento de engenharia n1 que a 24 de Abril de 1974, se instalou o posto de comando

    do movimento das foras armadas, que instaurou o regime democrtico em Portugal. A partir deste marco, o processo de loteamento dos terrenos modificou por completo o territrio, implantando-se alguns bairros de genese clandestina. Em analogia com ou outros tempos, na periferia que a residncia mais acessivel economicamente pelo que existiu um incremento colossal da construo civil em todas as freguesias (naturalmente numas de forma mais notria), bem como o nmero de habitantes.

    Dada a localizao geogrfica atrs mencionada, Odivelas possui uma posio estratgica na medida em que integra a rea metropolitana de Lisboa, tendo sido considerado, junto com Loures, pelo plano regional de ordenamento do territrio da rea metropolitana de Lisboa (PROT - AML) como Espao emergente. O Concelho desempenha assim um papel de charneira na constituio de condies para a criao de novas centralidades atravs, por exemplo, de um conjunto de infraestruturas rodovirias. Com efeito, Odivelas tem-se distanciado, em especial na ltima dcada, da imagem de concelho dormitrio por diversas razes, mas principalmente pelas infraestruturas virias como a CRIL, CREL, IC 16 e IC 22. Ao nvel dos transportes pblicos, a linha amarela da rede do metropolitano tem hoje (desde 2004) continuidade desde o Campo Grande at Odivelas com duas estaes (Sr. Roubado e Odivelas), o que refora a mobilidade dos seus cidados e a importncia de Odivelas na rea metropolitana. A ligao com a capital tambm possibilitada pela rodoviria de Lisboa (principal operador de transportes pblicos no concelho) atravs de uma rede de carreiras que abrangem quase todo o territrio. Pode-se afirmar que a mobilidade tem vindo a aumentar no concelho. A posio estratgica e as consequentes melhorias registadas na mobilidade levam a um crescente incremento da populao residente no concelho. De acordo com os ltimos censos (2011, dados ainda provisrios) existem j 144549 pessoas, o que corresponde a uma densidade populacional de 5484 hab/Km2. A estrutura etria da populao residente relativamente jovem. Quanto aos diferentes setores de atividade evidenciado um predominio inelutvel do sector tercirio, seguido do setor secundrio. O peso do setor tercirio compreensvel, tendo em conta que Odivelas um concelho limitrofe da capital, sendo uma ocorrncia tpica das reas urbanas e suburbanas. O setor primrio j no tem a representao dos tempos idos, seguindo a tendncia da grande Lisboa e de mbito nacional. Quanto estrutura setorial do concelho, os setores com maior representatividade so o comrcio, a restaurao e as atividades de servios. No obstante, denota-se em Odivelas uma tendncia, j inequivoca, que capacidade de atrair agentes econmicos. Algumas empresas sediadas em Oeiras, TagusPark, esto a deslocar-se para Odivelas porque vm no nosso concelho uma mais valia, como a j mencionada significativa melhoria das acessibilidades, a posio geoestratgica e a aquisio de um espao a custo bem mais competitivo. Tomemos como exemplo a empresa POLINFOR, do ramo das comunicaes e eletricidade,

    Odivelas hoje

    ODIVELAS

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    Texto: Liliane Morais

    ODIVELAS

    cuja componente central a fibra ptica especializada e da qual detm o monoplio da mesma, uma vez que so os nicos a produzir em Portugal. Esta empresa, anteriormente sediada em Oeiras possui agora sede em Odivelas (urbanizao da Ribeirada), vende para a Portugal Telecom e exporta para pases como Espanha, Frana, Suia ou Brasil. Naturalmente que estamos a falar de uma empresa de grande dimenso. Acrescem como pontos fortes de Odivelas a capacidade de proporcionar aos seus habitantes uma diversidade de atividades relacionadas com o lazer como: um belo passeio no jardim botnico de Fames; assistir a uma agradvel pea de teatro no centro cultural da Malaposta (de elevada importncia no passado) e para uma atualizao da indumentria ou para a visualizao de um filme no centro comercial Strada. No que concerne rea educacional, o concelho tambm possui escolas p r o f i s s i o n a i s como a escola p r o f i s s i o n a l agrcola D. Dinis e o centro de formao profissional do setor alimentar (que produz todo o chocolate necessrio para a feira de chocolate r e a l i z a d a a n u a l m e n t e em bidos). Na educao c o n v e n c i o n a l existe o instituto s u p e r i o r de cincias educativas, composto ainda pela universidade snior. Odivelas tornou-se uma cidade cosmopolita na medida em que exerce capacidade atrativa sobre empresas multinacionais, que por sua vez auxiliam o tecido econmico local, oferee uma pluralidade de experiencias aos Odivelenses e funciona como uma interface para a capital e outros concelhos contiguos dada as boas acessibilidades. E como qualquer cidade cosmopolita que se preze, Odivelas possui ainda tradio gastronmica exclusiva, a marmelada branca de Odivelas. Trata-se de um doce conventual, que era produzido no Mosteiro de So Dinis pelas freiras Bernardas. apenas algo mais de que todos nos podemos orgulhar, uma vez que obteve Medalha de Ouro, no Concurso Nacional de Doces de Fruta Tradicionais Portugueses, na categoria de marmelada. Uma nota apenas para o facto de Odivelas, possuir atualmente 4 freguesias: Odivelas (nica freguesia imutvel) e a unio das freguesias de Caneas e Ramada, Pontinha e Fames, Pvoa de Santo Adrio e Olival

    de Basto. Esta situao tem na base a reforma administrativa de que os municpios foram alvoOdivel.as, possuir actualmente 4 freguesias: Odivelas (nica freguesia imutvel) e a unio das freguesias de Caneas e Ramada, Pontinha e Fames, Pvoa de Santo Adrio e Olival de Basto. Esta situao tem na base a reforma administrativa de que os municpios foram alvo.

    Odivelas est longe da importncia que j ocupou no passado, pelo que muito ainda h a fazer e em vrias componentes. No entanto, existe uma rea que se destaca e pode ser a rampa de lanamento o Turismo. Este, se bem explorado poderia dar um forte contributo na melhoria da imagem do concelho e principalmente ser o motor econmico local, uma vez que se regista em todo o territrio a ausncia de qualquer tipo de infra-estrutura turstica, seja um hotel, penso, pousada, entre outros (contrriamente ao passado, pois Caneas possuiu um hotel). Trata-se de uma condio singular, pois todos os municipios vizinhos dispem de algum tipo de infra-estrutura turistica. Odivelas dispe de uma posio geoestratgica e tem vindo a melhorar consideravelmente a sua acessibilidade, pelo que qualquer tipo de infraestrutura turistica pode ser interpretado como uma opo mais competitiva ao nvel do custo por parte dos turistas. Acresceriam como pontos fortes o patrimnio histrio local (essencialmente Odivelas com o convento de D. Dinis e em Caneas as diversas fontes); o interesse gastronmico local da marmelada branca (ainda a necessitar de um maior marketing e onde espectvel que os restantes doces conventuais sejam igualmente recuperados); uma paisagem natural (principalmente Caneas que a freguesia com maiores caractersticas rurais) e com as vrias quintas, denunciando um potencial turistico enorme mas ainda subaproveitado e a simpatia dos Odivelenses ( semelhana do que acontecia com os saloios). Motivos no faltam para colocar novamente Odivelas nas bocas do mundo e os tempos de crise da atualidade s aguaro a arte e o engenho para que tal acontea. Eu acredito que possvel reviver o passado, que nem to longinquo assim. Um passado perfeitamente adaptado aos dias de hoje e aos respetivos desafios, assim haja vontade para tal. E tu, tambm acreditas?

    Odivelas amanh

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    DICAS TEIS

    Os cartes de dbito, habitualmente chamados de cartes multibanco, so meios de pagamento associados a uma conta de depsitos ordem, ou seja, uma conta no banco onde podes guardar o teu dinheiro e utiliz-lo sempre que entenderes. Estes cartes permitem-te fazer levantamentos nas caixas automticas (designadas tambm por caixas multibanco), ver o dinheiro que a tua conta tem em determinado momento (o saldo), fazer transferncias, pagamentos, carregar telemveis, alm de muitas outras coisas. Podem, em muitos casos, ser utilizados no estrangeiro e agora, com a moeda nica em vrios pases da Unio Europeia, sem qualquer custo desde que o pas que estejas a visitar utilize o euro ().Os cartes de dbito tambm permitem efetuar pagamentos em terminais de pagamento automtico isto , em lojas de comrcio, hotis, restaurantes, cafs e similares, entre outros. Hoje em dia possvel encontrar terminais de pagamento em txis ou at em feiras e mercados.Cuidados importantes a ter:Guarda o carto num local seguro e no o entregues a outras pessoas para o utilizarem em compras ou outras

    operaes. O carto e o cdigo no devem, em caso algum, ser cedidos a terceiros, como em restaurantes, para evitar teres que te deslocar ao local de pagamento.O carto de dbito enviado pelo banco com um cdigo PIN composto por 4 algarismos. Este deve ser alterado na primeira

    utilizao para um outro cdigo que no deve estar relacionado com nenhuma data importante como por exemplo a tua data de aniversrio. O cdigo PIN nunca deve estar escrito em qualquer local mas caso tenhas dificuldade em memorizar nunca deves escrever no prprio carto nem colocar essa informaao junto ao carto. Confirma, de forma peridica, os movimentos da tua conta, para te assegurares de que ningum est a usar o carto sem o saberes.

    E se perderes o carto, o que deves fazer?Se perderes ou se te roubarem o carto deves avisar o teu banco ou a SIBS (responsvel pela marca multibanco) . Procura ter sempre, num stio seguro, o nmero do carto e os nmeros de telefone do teu banco.

    Texto: Joo Correia

    Vemos muitas vezes nos filmes policiais a clebre frase dita pelo polcia ao criminoso tem o direito de se manter em silncio, tudo o que disser agora pode ser usado contra si no futuro mas nem sempre temos conscincia do alcance e verdade desta deixa cinematogrfica. Muitos de ns apenas tm contacto com esta realidade se viverem na primeira pessoa um episdio como este. Quando existe uma deteno, a pessoa detida dispe de um prazo mximo de 48h para ser apresentado a julgamento, para o primeiro interrogatorio judicial ou para a aplicao ou execuo de uma medida de coao. Sempre que existe uma deteno, a pessoa visada deve ser obrigatoriamente constituda arguida. Esta designao traz consigo direitos e deveres que devem ser tidos em conta. A primeira coisa a saber que as autoridades judicirias ou os rgos de policia criminal, devem sempre informar o arguido de todos os direitos que lhe assistem: -O arguido goza do direito a silncio sem que este o prejudique ou tenha algum valor probatrio, no tendo que responder a perguntas feitas, por qualquer entidade, sobre os factos que lhe forem imputados; -Tem direito a estar presente nos atos processuais, a ser

    ouvido pelo tribunal sempre que eles tomem qualquer deciso que pessoalmente o afete, ser informado dos factos que lhe so imputados antes de prestar declaraes;-Tem o direito a constituir um advogado ou a solicitar um defensor oficioso, no caso de no dispor de condies financeiras;

    -Pode, e deve, requerer diligncias que se afigurem necessarias para a descoberta da verdade.Existem tambm deveres:-O arguido deve comparecer perante o juiz ou rgos de polcia criminal sempre que a lei o exigir e estiver bem convocado para tal;-Deve responder com verdade s perguntas feitas pelas entidades competentes;-Deve sujeitar-se s diligncias de prova e s medidas de coao aplicadas pelo juiz de direito ou magistrado pblico.Todos estes direitos e deveres devem ser cumpridos letra, garantindo assim a eficaz administrao da justia.

    Devemos sempre respeitar as autoridades, exercendo os direitos e deveres de modo livre e consciente!

    Texto: Catarina Silva

    Cartes de dbito

    Deteno - direitos e deveres

    FINANAS

    DIREITO

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    Durante os exames nacionais muito provavelmente sentes que o mundo pode acabar a qualquer momento. As expectativas dos teus pais e da famlia, as mdias, o peso que os exames tm na nota de admisso para aquela faculdade que tu tanto queres, a falta de tempo e eterna pergunta E se eu no consigo entrar no curso que quero, o que vai ser de mim?

    No te preocupes, a JSD Odivelas preparou umas dicas para que possas ultrapassar esta etapa da tua vida sem grandes traumas e, dependendo de ti, com os resultados que tanto queres.

    1 Fora de vontade! s tu quem tem que querer estudar, mais ningum. Lembra-te que ests a trabalhar para ti e para o teu futuro, por muito que os teus pais gostem que tenhas boas notas, a ti que elas vo dar jeito.2 Ambiente! Depois de encontrares essa fora que te vai fazer estudar, tem a certeza que o fazes num local apropriado, uma mesa grande e limpa, com um candeeiro posicionado para que a luz incida nos teus apontamentos pelo lado esquerdo, e sem grandes fontes de distrao.3 Usa todos os sentidos! Estudar no apenas decorar a matria. Estudar implica aprend-la, retendo a informao. Para isto no te deves socorrer apenas da tua memria,

    vers em pouco tempo que no te servir de muito. Tenta usar todos os teus sentidos ao longo do estudo. Escreve, l, desenha, sublinha e vers que o teu estudo ser mais eficiente.4 Faz pausas! A tua concentrao diminui ao longo do estudo consecutivo, por isso recomendamos-te que faas pausas de 15 minutos de 40 em 40 minutos de estudo para poderes otimizar o estudo e reteres melhor informao. Podes

    beber gua, comer um snack, ler o jornal ou eventualmente dares uma espreitadela nos mais recentes artigos do nosso blog emKont@cto.5 Diverte-te! O estudo no tem que ser o martrio nem a seca que toda a gente te faz acreditar, experimenta estudar em grupo com pessoas to ou mais motivadas do que tu, e vers que as pausas sero mais engraadas e o estudo mais enriquecedor. Estabelece metas e cumpre os objetivos a que te propes mas f-lo da forma mais divertida que conseguires encontrar.

    So estas as dicas que temos para ti, e esperamos que depois de encontrares o 1 passo estas te sejam uteis e te ajudem a encontrar o sucesso nos exames.

    Texto: Filipe Moreira

    EDUCAOExames nacionais! O que fazer?

    O nctar melhor do que um refrigerante com gs?

    O nctar tambm o refrigerante. Ao contrrio do que se possa pensar, o nctar tem apenas uma mnima percentagem de fruta. Um sumo poder conter at 4 pacotes de acar por uma garrafa pequena. Assim, prefiram sempre consumir a fruta ao natural.

    O azeite uma boa gordura por isso posso abusar!?

    O azeite a gordura de eleio para se utilizar na confeco, por tolerar altas temperaturas. Contudo, 1 colher de sopa tem cerca de 90kcal. Ou seja, importante moderar e dosear a quantidade aquando da sua utilizao.

    SADEMitos mesa

    DICAS TEIS

    Texto: Daniela Duarte

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    DICAS TEIS

    Ests doente, j te questionaste se o que sentes suficiente para ir ao hospital ou centro de sade? A tua av sente-se mal e tu no sabes para onde te dirigir ou o que fazer? Existe - distncia de uma chamada - o aconselhamento necessrio para nos momentos que mais precisas, saberes exatamente como proceder.

    O servio sade 24 existe para responder s necessidades manifestadas pelos cidados em matria de sade, contribuindo para ampliar e melhorar a acessibilidade aos servios e racionalizar a utilizao dos recursos existentes atravs do encaminhamento dos utentes para as instituies integradas no servio nacional de sade mais adequadas.

    O sade 24 incorpora os servios de atendimento sade 24 pediatria, conhecido por Di, di? Trim, trim! e a Linha de sade pblica, encontrando-se acessvel a todos os beneficirios do SNS. O atendimento efetuado por enfermeiros qualificados e devidamente formados para dar o melhor aconselhamento/encaminhamento ou ajudar o cidado a resolver a situao por si prprio.A plataforma de atendimento multicanal presta os seguintes servios: Triagem,aconselhamentoeencaminhamento(TAE):Atendimento de teor clnico, em que um profissional de sade avalia o nvel de risco sobre os sintomas descritos pelo utente, presta aconselhamento, incluindo o auto-tratamento e, caso haja necessidade, encaminha o doente para a instituio da rede de prestao de cuidados de sade mais apropriada sua condio, naquele momento;Nota: Os contactos com o sade 24 para o mdulo TAE sero realizados mediante disponibilizao do nmero de utente do SNS. Assistnciaemsadepblica:Atendimento de teor clnico, no qual um profissional de sade presta esclarecimento de questes e apoio em matria de sade pblica; Informaogeraldesade:Atendimento de teor no clnico, em que um assistente de atendimento presta informao geral sobre temticas e recursos de sade.

    Da prxima vez que tiveres dvidas, j sabes: liga, informa-te e age responsavelmente!

    Servio Sade 24

    Texto: Guilherme Duarte

    Disponvel 24 horas por dia, compreende os seguintes canais de acesso:Telefone: atravs de um nmero nico nacional (808 24 24 24), com o custo de chamada localWeb (www.saude24.pt)Fax: 210 126 946Correio eletrnico: acessvel atravs do website

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    Celebra-se este ano o 40. aniversrio do 25 de abril. Mas as coincidncias, desta vez, no so sobre situaes passadas em Portugal. No mesmo ano - 1974 -, na Etipia, o imperador Haile Selassie foi derrubado por um golpe militar por um grupo marxista de oficiais do exrcito, denominado Derg. O imperador Haile Selassie fazia lembrar o Rei-Sol Luis XIV de Frana. Comeava o dia chegando ao ptio do grande palcio, sendo sempre recebido por uma multido de dignitrios que o esperavam, fazendo vnias e esforando-se desesperadamente para atrair a sua ateno, dispondo at de um portador de almofadas para certificar-se que ficaria com a altura adequada. Governava o pas como se fosse sua propriedade pessoal, distribuindo favores e patrocnios e punindo implacavelmente a falta de lealdade. A Etipia, durante a sua regncia, no soube o que era desenvolvimento. Quando Derg derrubou Selassie comearam prontamente as execues polticas daqueles que eram o cerne do antigo regime, tendo o imperador sido, certamente, assassinado. O Derg comeou a nacionalizar bens, nomeadamente todos os terrenos urbanos e rurais e a maior parte das propriedades privadas. O comportamento do novo regime crescia de autoridade. Mais tarde, foi o major Mengistu, eliminando os seus principais adversrios dentro do Derg, que veio a tomar as rdeas do regime (ajudado por um influxo de armas e soldados da Unio Sovitica e de Cuba). Como residncia, Mengistu escolheu o grande palcio de Selassie, sentava-se no seu trono, utilizava os seus automveis, deveria ser tratado na terceira pessoa do plural, na verdade, voltou a recuperar para si tudo aquilo que o tinha motivado (e aos seus camaradas) anos antes para executar o golpe militar que deps o imperador.Esta situao no foi singular na Etipia. Zimbabwe, frica do Sul, Zaire, Serra Leoa, Guatemala, entre outros pases e outras regies, seja no sculo passado seja anteriormente, so exemplos deste crculo vicioso. Como Marx observou sobre o facto da histria se repetir - na primeira vez, como tragdia e, na segunda, como farsa. Foi realmente uma farsa que o oficial marxista Mengistu tivesse comeado a viver num palcio, considerando-se um imperador que tenha utilizado a fome como instrumento poltico para minar a fora dos seus opositores, e enriquecendo-se a si prprio e sua camarilha precisamente da mesma forma como tinham feito Haile Selassie e outros imperadores antes

    dele. Novos lderes que derrubam os antigos com promessas de mudana radical de atitude se limitam a trazer mais do mesmo ou pior. Podem-se identificar 3 fatores que levam a este crculo vicioso:aniquilao da democracia, renunciar o debate, medo deopinies diferentes;mudanaapoiadaporumrestritogrupooudemeroscomparsasde favores;uso de poder (considerado) excessivo interno e/ou externopara condicionar a vida de terceiros.Com as devidas adaptaes, esta poderia ter sido uma realidade nacional alternativa. Numa escala menor, e tambm com a ressalva das devidas adaptaes, isso hoje acontece, infelizmente, no nosso quotidiano (poltico). Quantos no erguem a bandeira de um

    passado de orgulho, mas que depois o renegam com todas as suas foras?Quantos no erguem o estandarte de uma atitude diferente, e que com essa promessa conseguem chegar ao poder, e acabam por se fazer o mesmo ou pior?No uma mera questo (oca) de atitude, uma questo de responsabilidade, de trabalho e democracia.Nas ltimas eleies europeias vimos uma das cabeas do BE, ao incio da noite eleitoral, dizer que tinha conseguido o objetivo - ao eleger um eurodeputado -, assumindo sucesso, quando afinal tinham perdido dois eurodeputados face s eleies anteriores. Vimos tambm, com

    igual tendncia, o lder do PS e o cabea-de-lista clamarem por vitria estrondosa contra a coligao PSD/CDS. A despeito da vitria, claramente esta no foi estrondosa - aumentou um eurodeputado, e ficou a 3,75% da coligao. Estas duas reaes, que posteriormente foram (necessariamente) revistas, demonstram o receio inicial do debate interno que poderia causar. Num acabou por acontecer, no outro no.No h que haver receio do debate interno. S provoca naqueles que detm o poder a necessidade de fazer mais e melhor. E com isso ganham os militantes e os eleitores. E os prprios militantes e eleitores devem ser exigentes com os seus representantes. H programas a cumprir, metas a alcanar, desafios a ultrapassar. Assim, em vez de um crculo vicioso, podemos ter um ciclo virtuoso!

    Stira das coincidncias Os crculos viciosos

    Paulo Pinheiro

    accidit

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