26 Edio (Agosto de 2012)

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    31-Mar-2016

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  • COMO CONSEGUEM? Viver a vida em Deus muito bom,

    maravilhoso, realizador. Estar em Deus,

    senti-lo, fazer a experincia concreta

    dEle algo sublime, que no h explica-

    o, embora muitas pessoas no acredi-

    tem, no busquem e sejam indiferentes a

    Deus. Como eles conseguem ficar sem

    essa bno, sem essa graa e sem o

    prprio Deus?

    Talvez porque nunca experimenta-

    ram, nunca sentiram e nunca se encon-

    traram com Deus, ento no faz diferen-

    a. Como oferecer amor se no se foi

    amado? Como ter f se nunca ningum

    falou sobre ela?

    Para um deficiente visual, que j nas-

    ceu sem enxergar, no faz diferena sair

    o sol ou estar nublado. Entretanto, para

    um cego que conheceu o sol e depois

    perdeu a viso, h uma grande diferen-

    a. Acredito que isso acontea tambm

    com aqueles que vivem sem a presena

    de Deus por vontade prpria. Contudo

    nas horas de suas angstias, medos,

    sofrimentos, dores, mortes, aonde eles

    se agarram? Aonde encontram foras

    para superar?

    No sei, s sei que eu no consigo

    ficar sem meu Deus, que Ele meu tudo,

    sou dependente dEle, e que Ele faz uma

    grande diferena em minha vida, nEle

    sou mais forte, realizado, feliz, consigo

    compreender e enxergar as situaes

    com outro olhar e super-las com muito

    mais facilidade. A est o segredo de

    quem acredita e confia. Os problemas

    so iguais para todo mundo, mas, para

    quem tem Deus em seu interior, tudo se

    torna diferente. Por isso creio, confio,

    amo, adoro e espero no Senhor.

    Como conseguem viver sem Deus?

    No sei explicar, nem entender, acho

    que a prpria pessoa que desacredita

    sabe o porque disso, mas, em todo caso,

    faamos ns a diferena em buscar a

    Deus acima de tudo e todos.

    Obrigado, meu Deus, por todas as

    maravilhas que realizas em minha vida e

    por dar-me a oportunidade de conhec-

    lo. Amm!

    Padre Edson Roberto Morettin

    ANO III | 26 EDIO | AGOSTO DE 2012

    (17) 3552 3853 WWW.MARTIRLOURENCO.COM.BR PAROQUIASAOLOURENCO@YAHOO.COM.BR

    IGREJA CATLICA: UM COMPROMISSO SOCIAL A Igreja Catlica tem, como princi-

    pal objetivo, o anncio do evangelho

    de cristo ao mundo. Baseando-se nis-

    so, ela mantm diversas obras sociais

    ao redor dos cinco continentes visan-

    do melhorar a qualidade de vida dos

    menos favorecidos.

    So hospitais, asilos, orfanatos,

    escolas e muitas outras obras espa-

    lhadas pelo mundo.

    No obstante disso, a Igreja catli-

    ca a maior organizao caritativa do

    mundo levando auxlio a todos os do-

    entes e famintos.

    No apenas um compromisso

    na f, mas um compromisso na cari-

    dade e na ateno aos pobres como

    o prprio Jesus Cristo, em sua vida

    terrena fazia.

    Veja abaixo, as obras sociais que

    a Igreja Catlica mantm nos cinco

    continentes.

  • SACRAMENTOS DA INICIAO CRIST: O CRISMA

    O ltimo dos sacramentos da iniciao crist o sacramento do Crisma, quando o cristo que recebe tal sacramento infun-dido pelo Esprito Santo e torna-se apto para o incio do anncio do Evangelho. Este o sacramento da maturidade Crist, quando a pessoa responde com sua prpria voz que quer seguir e anunciar o Evangelho de Cristo. Tem-se, pela primeira vez, ouvido falar na efuso do Esprito Santo no dia de Pen-tecostes, cinquenta dias aps a ressurrei-o de Cristo, quando os apstolos esta-vam reunidos. Chegando o dia de Pente-costes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do cu um rudo, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam senta-dos. Apareceu-lhes ento uma espcie de lnguas de fogo que se repartiram e pousa-

    ram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Esprito Santo e comearam a falar em lnguas, conforme o Esprito Santo lhes concedia que falassem. (Ato 2, 1-4). A partir da, todo o medo de anuncia-rem o Evangelho de Cristo infundido nos apstolos se dissipou e comeou a jornada para a Evangelizao. Dessa forma, os

    crismando devero agir assim que recebe-rem o Espirito Santo no dia do Crisma. Por isso, popularmente, o Crisma conhecido como a reafirmao do batismo, pois, no dia do batismo, os pais e padrinhos respon-deram pelo batizando que querem que ele faa parte da grande famlia dos filhos de Deus. Agora, so os prprios crismando que decidiro seguir o Evangelho de Cristo, anunciando-o e vivenciando-o no dia a dia, ou agir como no cristos, negando Cristo e sua Igreja. No dia do Crisma, o bispo diocesano estende a mo sobre o crismando e pro-nuncia as palavras: Recebe por este sinal o dom do Esprito Santo. Mais do que um simbolismo, o Crisma uma responsabilidade do cristo para anunciar e fazer conhecido o amor de Cris-to no mundo.

    Agosto desde 1981 o ms vocacio-nal. Neste ms somos chamados a refletir sobre esta questo vital para a nossa Igre-ja: o chamado e a resposta. Vivemos num tempo em que falar de vocao parece coisa de outros. No en-tanto, esquecemos que todos so chama-dos a uma vocao: em primeiro lugar a nossa vocao como batizados e membros da Igreja; depois, como protagonistas de uma misso na Igreja como leigos, num estado de vida concreto, como o matrim-nio, como consagrados religiosos, religio-sas, como sacerdotes diocesanos, como membros de uma sociedade de vida apos-tlica, leigos e leigas consagradas ou como celibatrios. A vocao o incio de tudo. Quando ouvimos ou usamos a palavra vocao, logo a entendemos num sentido bastante vago e geral, como sendo uma inclinao, um talento, uma qualidade que determina uma pessoa para uma determinada profis-so, por exemplo, vocao de pedreiro, de me, de mdico. E nessa compreenso tambm a vocao de sacerdote, de espo-sos e de leigos cristos.

    Vocao, em sentido mais preciso, um chamamento, uma convocao vinda diretamente sobre uma pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo. Portanto, significa que anterior a ns h um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo. chamado e resposta, uma semente divi-na ligada a um sim humano. Nem a per-cepo do chamado, nem a resposta a ele so to fceis e to naturais. Exigem afi-nao ao divino e elaborao de si mesmo, sem as quais no h vocao verdadeira e real. Essa escolha pessoal, de amor, con-cretizada de uma forma bem objetiva no Sacramento do Batismo, que por isso se torna fundamento e fonte de todas as voca-es. So neste cho frtil, carregado de hmus divino, regado pelo sangue de Je-sus, que brotam as vocaes especficas, aquelas que cabem diferentemente a cada um. Algumas delas so mais usuais e co-muns, como a de casal cristo, de leigo cristo, de catequista, de animador da cari-dade na comunidade. Outras so definidas pela Igreja como vocaes de singular consagrao a Deus, por serem menos usuais, mas igualmente exigentes e mais radicais no processo de seguimento de Je-sus: so as vocaes de sacerdote, de di-cono, de religioso e de religiosa. As vocaes mais usuais so cultivadas em nossas comunidades eclesiais. As de singular consagrao a Deus so cultiva-das em comunidades eclesiais especiais, como nossos seminrios. O ms vocacional quer nos chamar reflexo para a importncia da nossa voca-o, descobrindo nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. Reflexo que deve nos levar ao, viven-ciando no dia-a-dia o chamado que o Pai

    nos faz. Que a celebrao do ms vocacio-nal nos traga as bnos do Pai para viver-mos a nossa vocao sacerdotal, diaconal, religiosa ou leiga. Todas elas so importan-tes e indispensveis. Todas elas levam perfeio da caridade, que a essncia da vocao universal santidade.

    Dom Fernando Mason Bispo Diocesano de Piracicaba

    AGOSTO: MS DAS VOCAES

    Senhor da messe e pastor do rebanho,

    faz ressoar em nossos ouvidos o teu

    forte e suave convite:

    Vem e segue-me! Derrama sobre ns

    o teu Esprito, que Ele nos d sabedoria

    para ver o caminho e generosidade pa-

    ra seguir a tua voz. Senhor, que a mes-

    se no se perca por falta de operrios.

    Desperta as nossas comunidades para

    a misso. Ensina a nossa vida a ser

    servio. Fortalece os que querem dedi-

    car-se ao Reino, na vida consagrada e

    religiosa. Senhor, que o rebanho no

    perea por falta de pastores. Sustenta a

    fidelidade dos nossos bispos, padres e

    ministros. D perseverana aos nossos

    seminaristas. Desperta o corao dos

    nossos jovens para o ministrio pasto-

    ral na tua Igreja. Senhor da messe e

    pastor do rebanho, chama-nos para o

    servio do teu povo. Maria, Me da

    Igreja, modelo dos servidores do Evan-

    gelho, ajuda-nos a responder sim.

    Amm.

    ORAO PELAS VOCAES

  • II ENCONTRO JSM UM RESPOSTA DA JUVENTUDE PARA UM MUNDO

    DISCRENTE

    Foram vrios meses de preparao para a realizao do segundo curso JSM: Jovens Sentinelas da Manh paroquial. Preparao essa que rendeu em um en-contro inesquecvel para os cursistas ad-vindos de Urups e diversas cidades da redondeza. Mais de oitenta jovens compareceram Casa de Cursos paroquial para ouvi-rem palestras e, principalmente, para te-rem um encontro pessoal com Cristo. Pode-se dizer que foram trs dias in-tensos para os cursistas, em todos os sentidos. No houve tempo ocioso ou jogado fora. As palestras contaram com temas peculiares no dia a dia dos jovens regidos por palestrantes de cidades e comunidades diversas. Foi claro observar como os jovens en-volveram-se mais e mais no encontro ao decorrer do tempo. Conclui-se isso ao observar a quietude dos cursistas na sexta-feira noite, e a empolgao de-les, crescente com a evoluo do curso.

    O encontro terminou com um gostinho de quero mais para cursistas e servos que, com amor, dedicaram-se para pro-porcionar ao jovens trs dias de f, risos e lgrimas que ilustraram com veracida-de os sentimentos veementes dos cursis-tas. O fim do encontro aconteceu com a Santa Missa no Santurio Nossa Senho-ra Aparecida com o reencontro dos pais e dos cursistas. O grupo de jovens Sentinelas da Ma-nh preocupa-se com encaminhamento dos jovens de hoje a Cristo. Desnaturali-zando o sentimento de que Igreja para velhos, o curso deixou bem claro que os jovens no so o futuro da Igreja, mas sim o presente. Fica agora a necessidade de orao para que esses jovens cursistas que par-ticiparam do curso mantenham-se enga-jados a Cristo com o mesmo fervor visto na missa de despedida do curso.

    Ser pai ser criana, aprendendo e vi-

    vendo sempre coisas novas e boas Pois

    s assim que se cresce

    Ser pai ser filho, seguindo e trilhando

    os rumos traados pelos pais Pois eles s

    querem o nosso bem

    Ser pai ser irmo, sendo um pai dos

    filhos mais novos e mais velhos Pois des-

    ta maneira se treina para paternidade

    Ser pai ser amigo, compreendendo e

    ajudando os amigos que precisam de um

    pai Pois eles retribuiro com gratido

    Ser pai ser av, observando e encami-

    nhado os filhos a serem bons pais Pois

    eles conseguiro a maturidade

    Ser pai ser mestre, espalhando a sa-

    bedoria e seus conhecimentos Pois as-

    sim que se constri um mundo melhor

    Ser pai ser pai, orientando e encami-

    nhado os filhos a seguirem o bom cami-

    nho Pois s assim se obtm a felicidade

    Ser pai ser como Cristo, educando e

    praticando seus ensinamentos Pois as-

    sim que se conquista a beno de Deus.

    SER PAI SER...

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