21 Edio do Informativo do Senge - 2012

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Informativo dos Sindicatos dos Engenheiros do Estado de Gois

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  • Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Gois | Setembro 2012Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br

    No deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), no campo Entidade de Classe. uma contribuio indispensvel para o combate do exerccio ilegal da profisso e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os servios prestados aos associados. Portanto no esquea de preench-la, lembrando que os profissionais no sindicalizados tambm devem fazer a anotao.

    ART

    CREA-GO AssinAR Em bREvE COm O sEnGE-GO COnvniO dE REpAssE dE pARtE dA ARRECAdAO dA ARt

    1 tORnEiO dOlzOnAn dA CunhA mAttOsEncontra-se em fase final de tramitao no CREA-GO o projeto de convnio de repasse de parte da arrecadao da ART ao SENGE-GO. Pg. 05

    Aconteceu no dia 8 de junho encerramento do 1 Torneio Dolzonan da Cunha Mattos realizado no Clube de Engenharia. Pg. 06

    Crea-GO lana11 edio do prmio de meio Ambiente

    Eng. Agrnomo AnnbAl lAcErdA mArgon, coordEnAdor dA comisso dE mEio AmbiEntE (cEmA) do crEA-go E dirEtor do sEngE-go

    Foi lanada na noite da ltima quinta-Feira, 28 de junho, a 11 edio do Prmio Crea Gois de meio ambiente

    Pg. 07

    EquipE dA AroEstE cAmpE dA cAtEgoriA ouro

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    editorial

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    O movimento sindical como instrumento de defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores imprescindvel dentro do estado democrtico, pois possibilita a distribuio negociada de renda, alm de permitir a soluo de conflitos entre poderes constitudos de ordem tc-nica e econmica.

    Os profissionais das reas tecnolgicas so res-ponsveis por contribuir de forma efetiva com o desenvolvimento das empresas e do estado, pro-porcionando a melhoria da qualidade de vida da populao. Sob esta perspectiva os projetos urba-nos dos dias de hoje, a despeito das contradies conceituais, revestem-se de colises entre os estu-dos tcnicos de engenharia e a lgica de mercado, impetrada pelos segmentos mais conservadores das esferas polticas e econmicas.

    So funes bsicas do sindicato representar a classe trabalhadora, reivindicar melhorias, mobilizar a categoria quando necessrio, educar o trabalhador para a cidadania e por fim, lutar por justia social. Para exercer estas funes imprescindvel a presena e a participao macia dos trabalhadores sindicaliza-dos, o que quer dizer que, tanto o sindicato quanto os trabalhadores sindicalizados, devem ser peas funda-mentais nestes movimentos sindicais.

    Uma das preocupaes que devemos ter no mo-mento a de fortalecer o movimento sindical e coi-bir as prticas antissindicalistas das empresas, que, vista de possveis contradies de seus interesses, afasta os profissionais dos processos. preciso man-ter o dilogo permanente, fruto de um processo de

    papel do sindicato como instrumento de defesa das questes de engenharia

    gerson tertuliano: Engenheiro Eletricista e de segurana do trabalho e presidente do senge-go

    PResidenTegerson TertulianoEng Eletricista

    diReToRiAJoo Batista TibiriEng CivilAntnio Augusto soares FrascaGelogoAnnibal Lacerda MargonEng AgrnomoCludio Henrique B. AzevedoEng EletricistaJos Augusto L. dos santosEng Eletricista

    TRinio 2010/2013

    Rgo de divuLgAo do sindiCATo dos engenHeiRos de goisExpediente

    Circulao gratuita entre os associadosendereo: Av. Portugal n 482Setor Oeste, Goinia-GOTelefones: 3251-8181 / 3251-8967email: senge-go@uol.com.brsite: www.senge-go.org.br

    Todos os artigos e citaes aqui divulgadas so de responsabilidade da Diretoria. As matrias assinadas so de responsabilidades dos

    autores e no correspondem necessariamente opinio do Jornal.

    Caio Antnio de gusmoEng Civiledson Melo FilizzolaEng CivilMarcelo Pontes PereiraEng CivilLuiz Carlos Carneiro de oliveiraEng EletricistaJoo dib FilhoEng Eletricistaeduardo James de MoraesEng CivilMarcelo emilio MonteiroEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    ConseLHo FisCALeduardo Joaquim de sousaEng CivilAntonio Carlos das C. AlvesEng CivilAdelita Afonso Boa sorteEng EletricistaLeonardo Martins de C. TeixeiraEng CivilJos Luiz Barbosa ArajoEng Agrnomo

    RePResenTAnTesJunTo F.n.eAnnibal Lacerda MargonEng Agrnomo

    Marcos Rogrio nunesEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    PRoduoAline FernandesJornalista responsvelvincius AlvesProjeto Grfico e Diagramaostylo grficaImpresso

    mudana cultural que substituiu o padro autori-trio que volta a dar sinais de renascimento.

    Os movimentos sindicais devem sempre inte-ragir nas questes das empresas pblicas, fisca-lizando sua atuao, discutindo projetos e apre-sentando solues tcnicas e de governana. Isso permite aos gestores pblicos terem uma viso externa e imparcial do planejamento dos proje-tos e linhas de aes, de maneira a evitar equ-vocos que, muitas vezes, passam despercebidos e posteriormente podem ser fatores de prejuzos irreversveis e dificuldades para as mesmas.

    Conclamamos nossos governantes para que determinem s empresas pblicas e seus gesto-res, dentro do princpio democrtico e participa-tivo, levar em considerao as opinies internas e externas, aproveitando aquilo que for produtivo e que possam contribuir para a melhor soluo aos problemas, principalmente de ordem tcnica e ainda, para que no entendam estas contribui-es como sendo oposio de cunho poltico/administrativo que possam gerar retaliaes aos profissionais da engenharia.

    Por fim, o movimento sindical deve ficar aten-to preservao das conquistas conseguidas ao longo do tempo, como interagir com os demais segmentos comprometidos com a defesa do pa-trimnio pblico e da agenda social, firmando presena nas instncias decisrias, acompanhan-do e intervindo no debate dos temas que afetem o mundo do trabalho, principalmente daqueles que envolvem a engenharia e a sociedade.

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    energia

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    Fotos: AdAlberto ruchelle

    Celg conseguecertificado de adimplementoCelG ConseGue CertiFiCado de adimPlemento Coroando de xito o Grande esForo do Governador marConi, das diretorias anterior e atual e de todo CorPo tCniCo da emPresa que trabalharam duramente Para ConseGuir este maGnFiCo resultado

    A informao foi publicada no Dirio Oficial da Unio (DOU), na qual a Agncia Nacional de Energia Eltri-ca (Aneel) declarou a Celg adimplente com suas obrigaes intrassetoriais. A nota foi assinada pelo superintendente de Regulao Econmica da agncia, Davi Lima. Em abril, o governo havia anunciado que a Eletrobras te-ria assumido 51% das aes ordinrias, com direito a voto, da Celg. Na ocasio, foi firmado um acordo entre os executivos da estatal e representantes do Governo de Gois.

    Este acordo garante o repasse dos re-cursos para resgatar a distribuidora do en-dividamento e garantir a execuo do pro-jeto de modernizao de sua gesto. Com ele, ficou definido que a Celg passaria pelo

    processo de reestruturao que envolve contratao de emprstimo, pelo governo de Gois, no valor de R$ 3,5 bilhes. O cr-dito seria oferecido pela Caixa Econmica Federal, com dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social (BNDES). Estes recursos sero destinados ao aumento de capital e ao pagamento de dvidas do Estado com a distribuidora local.

    ConFiRA o doCuMenTo nA nTegRA: Para os fins do disposto no art. 5 do

    Decreto-Lei n 2.432, de 17 de maio de 1988 e nos arts. 6 e 10 da Lei n 8.631, de 4 de maro de 1993 (este com a redao dada pela Lei n 10.848, de 15 de maro de 2004), CERTIFICADO que Celg Distri-

    buio S.A., inscrito sob o CNPJ (MF) sob o n 01.543.032/0001-04 encontra-se, at esta data, adimplente no recolhimento das quotas da Reserva Global de Rever-so - RGR, do Programa de Incentivo s Fontes Alternativas de Energia Eltrica - PROINFA, da Conta de Desenvolvimento Energtico - CDE, da Conta de Consumo de Combustveis - CCC, da Compensao Financeira pela Utilizao de Recursos Hdricos - CFURH, da Taxa de Fiscalizao de Servios de Energia Eltrica - TFSEE, ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico - FNDCT, bem como no pagamento pela aquisio de energia eltrica contratada de forma re-gulada e da Itaipu Binacional.

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    Funcionalismo

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    No dia 29 de junho do corrente, a maioria absoluta dos engenheiros dos Correios de Gois, participa-ram da AGE convocada pelo SENGE-GO que teve como assunto principal, a apro-vao da pauta de reinvindicaes e a au-torizao para que a FNE os represente nas negociaes nacionais.

    Na reunio foram discutidos os seguintes temas: reivindicaes da categoria para o ano de 2012, destinado ao incio das negociaes com data-base em 1 de agosto; aprovao para que a direo do SENGE-GO delegue poderes para que a FNE - Federao Nacional dos Engenheiros para que a mesma venha iniciar as negociaes coletivas de trabalho, assinar Acordo Coletivo de Trabalho ou, caso frustradas as tratativas, instaurar Dissdio Co-letivo junto ao C. TST; fixar e autorizar o des-conto da Contribuio Assistencial e/ou Con-federativa e/ou Profissional e/ou Negocial;

    Com data-base em 1 de agosto, a cate-goria quer que a federao seja reconhecida como sua representante junto empresa e participe da negociao. Alm das reivindi-caes especficas dos engenheiros a serem

    apresentadas aos Correios, os profissionais tambm delegaro poderes FNE para ne-gociar em mbito nacional, fechar acordo coletivo de trabalho e, caso seja necessrio, instaurar dissdio junto Justia do Trabalho.

    Esta mobilizao dos engenheiros visa as-segurar uma representao apta a defender os seus legtimos interesses e direitos como trabalhadores e profissionais da rea tecno-lgica. Depois de vrias manifestaes o pre-sidente perguntou aos presentes se algum necessitava de mais esclarecimentos sobre a pauta. Como ningum se manifestou, Gerson colocou em votao a pauta de reivindica-

    es, a qual foi aprovada por unanimidade.Debatendo sobre os demais itens da

    pauta todos os presentes se manifestaram favoravelmente sendo aprovado por una-nimidade. Na sequncia foi tratado o item trs do edital que se refere a autorizao de desconto para as contribuio a Contribui-o Assistencial e/ou Confederativa e/ou Profissional e/ou Negocial. Depois de vrias discusses, diante da indefinio dos valo-res, ficou decidido por unanimidade que a autorizao de desconto dever ser igual ao que decidir os demais sindicatos de en-genheiros dos outros estados da Federao.

    sEnGE-GO promove AGE Assembleia Geral Extraordinria com profissionais da engenharia dos Correiosna busCa de Garantir melhorias salariais os enGenheiros da emPresa brasileira de Correios e telGraFos eCt PartiCiParam de aGe Para aProvar a Pauta de reinvindiCaes e a indiCao da Fne Federao naCional do enGenheiros Para rePresent-los nas neGoCiaes naCionais

    Atendimento Odontolgico na sede do Sindicato Adultos

    Atendimento s quintas-feiras, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181 Crianas e adolescentes de 0 a 17 (Preveno odontolgica)

    Atendimento todos os dias, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181

    Assistncia Jurdica Trabalhista e Previdenciria na sede do Sindicato

    Marcar horrio antecipadamente pelo telefone: (62) 3251-8181 Convnios com desconto

    Especialidades Odontolgicas, Mdicos, Clnicas e Laboratrios Plano de Sade Unimed

    Oferecemos plano de sade da Unimed com condies exclusivas para os sindicalizados e seus dependentes. Informe-se: (62) 3251-8181

    os atendimentos sero realizados com tabela prpria

    servios oferecidos pelo senge

    sEnGE-GO fiRmA COntRAtO dE COnvniO COm lAbORAtRiO pAdRO

    Pensando sempre em propiciar uma melhor qualidade de vida para seus associados, o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois assinou um convnio de sade com o Laboratrio Padro. O contrato tem como objetivo, a prestao de assistncia e servios laboratoriais na rea de Patologia Clnica e Anatomia Patolgica aos associados devidamente inscritos no Sindicato.

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    Parceria

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    Foto: FlviA MoiAnA

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    Os profissionais podem anotar no campo entidade de classe da ART, a entidade a qual ser beneficiada com o repasse de parte dos recursos arreca-dados com o pagamento da ART.

    As ARTs so obrigatrias para o exerccio da atividade em servios na rea da enge-nharia. Os recursos garantidos por elas so atribudos da seguinte forma: 90% para o Crea e 10% para a entidade a qual o profis-sional que elabora o documento destina.

    Caso a ART no contenha a indicao da entidade que dever ser favorecida, o valor arrecadado tem que ser rateado proporcio-nalmente entre as entidades. No contrato ficou firmado que Crea-GO liberar recursos destinados ao cumprimento deste Convnio em um montante de at 10% (dez por cento) do total da arrecadao lquida de ARTs.

    Para os objetivos e metas deste Conv-nio, as despesas so aceitveis e passveis de comprovao, atravs de documentos com validades fis I e U e a regularidade tributria, so as seguintes:

    Quando houver deslocamento a outras cidades de membros da Diretoria da EN-TIDADE, ou de palestrantes para partici-pao em eventos especificos de interesse da classe, sero aceitas despesas com hos-pedagem, alimentao, transportes (rodo-virios e areos), mediante apresentao de notas fiscais e/ou faturas de bilhetes de

    enContra-se em Fase Final de tramitao no Crea-Go o Projeto de Convnio de rePasse de Parte da arreCadao da art ao senGe-Go

    passagens. Sendo o deslocamento em ve-culo prprio, sero aceitas notas fiscais de combustveis, emitidas em nome da ENTI-DADE e compatveis com a quilometragem do deslocamento, devendo na mesma constar a identificao do veculo. Sendo veculo locado, a Entidade dever apresen-tar a nota fiscal da locao e das despesas de combustvel. Em todas as situaes, a Entidade dever tambm apresentar os comprovantes de realizao do evento, tais como folders, cpia de convocao, publi-caes, atas, listas de presenas e outros.

    Despesas com elaborao, cornposio de fotolitos, arte final e impresso de in-formativos, cartazes, folders, formulrios, impressos, fotocpias, artigos de expe-

    diente, materiais didticos e outros neces-srios divulgao e realizao de eventos e promoes chancelados pela ENTIDADE. Em todas as situaes, a Entidade dever tambm apresentar os comprovantes de realizao do evento, tais como folders, cpia de convocao, publicaes, atas, listas de presenas e outros;

    Pagamentos a pessoas fsicas e/ou jurdicas que promovam palestras, eventos, cursos, simpsios e outros, objetivando o aprimo-ramento e valorizao da classe. Nestes casos anexar os comprovantes de reali-zao do evento, tais como folders, cpia de convocao, publicaes, atas, listas de presenas, podendo incluir nas despesas de realizao do evento, a confeco de agendas, pastas, canetas e outros, desde que contenham a logomarca do evento;

    Pagamento a pessoas fsicas e/ou jurdicas para execuo de atividades de divulgao de assuntos de interesse das categorias abrangidas pelo sistema Confea/Creas, de-vendo ser anexada cpia do documento de comprovao;

    Despesas de postagens de correspondn-cias, com a finalidade de divulgao de as-suntos de interesse da classe. Nestes casos, anexar cpia do material enviado;

    Despesas com aquisio de equipamen-tos e suprimentos relativos a informtica, tais como, microcomputador, impresso-ras, plotter, aparelho de fax, monitores, TV monitores, estabilizadores, filtros de linha, moden, mesas especficas para suporte dos equipamentos e aquisio de software para desenvolvimento das atividades, bem como manuteno desses equipamentos, a fim de permitir o acompanhamento dos servios inerentes ao Convnio. As aquisi-es devem ser precedidas de, no mnimo, 03 (trs) coletas de preos, para atendi-mento ao disposto na Lei 8666/93, e anexa-das prestao de contas;

    Entre outras.

    presidente do senge- go, gerson tertualino e o presidente do crEA-go, gerson taguatinga

    CREA-GO assinar em breve com o sEnGE-GO convnio de repasse de parte da arrecadao da ARt

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    Futebol

    cooPerativismo

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    1 torneiodolzonan da

    Cunha mattosEm justa homenag

    em o desportista e presidente do

    Clube de Engenharia de Gois, Eng. D

    olzonan da

    Cunha Matos, emprestou o seu nome

    ao torneio de

    futebol socyte realizado no clube. A e

    quipe da Aroeste

    comandada pelo professor Edmundo

    sagrou-se cam-

    pe na categoria ouro tendo como um

    dos artilheiros

    o Dolzonam. Tambm nesta categoria

    a equipe a LIMP

    Entulho sob o comando do Eng. Nilso

    n Soares foi a

    vice campe. Veja a composio das eq

    uipes a seguir.

    ARoesTeAntnio stival neto

    dioclcio pacheco de Arajodiogo Veloso naves

    dolzonan da cunha mattosgerson tertuliano

    Jos Franco de campos Jr.mario soares

    nelson E. VenturiAnisio

    Francisco leopoldo de oliveiracarlos Augusto

    manuel Alves de carvalhoJos Edmundo pitillo

    lyvio luciano c. de queirozrafael garcia c. de oliveira

    paulo csar pereiraraimundo milhomem

    guiAmarcellus rabelo nunes

    brasil gondim VieiraJoo geraldo souza maia

    manoel messias do nascimentomarcio ribeiro resende

    milton piresHelvcio goulart malta de s

    marcio cararettoivo salviano

    gilson sampaio VasconcelosJacireno Alves melo

    osvaldo gonzaga piresAntnio ricardo do Valeluiz Fernando siqueira

    Angelo gondimleo da cunha

    LiMP enTuLHolus tarquinio b. leite

    clio de oliveiracsar Valmor mortariEvaldo magela ribeiro

    Eduardo de Aquino gambaleHamilton carneiro

    Hilton borgesJesualdo pereira de souza

    Jos carlos martins Assunolourival caixeta

    lcio terra de oliveiramarcelo Alves Ferreiranilson soares moreira

    pedro Afonso d. batistaromero de souza queiroz

    CRuz de MALTAAlair gomes camargo

    Ely csar rocha Jr.Hilton borgesJoo batista

    Joji sadoJos Eustquio Alves

    mauro Ferreira marquesmontenegro linharessrgio marcos silva

    rosemar cardoso macielsrgio mauro Azevedo

    Edson ponciano tresvenzoEdilson luiz machado

    luciano costasantos bencio tavares

    vivA veRo iAdemir Aparecido do prado

    Alessandro s. c. landim bezerraAluizio Antunes barreira

    carlos Alberto casamassacarlos de macedo e s. FilhoJos luiz de barbosa Arajolaercio silveira de oliveira

    liovaldo rosa de meloluiz Alberto martiniluiz Fernando Alvesmario neves Filho

    og castanheira meloWalter da silva santanaWilson gomes machado

    toninho granadaAntnio Jorge leito

    Com o objetivo de alavancar a economia do pas, o Governo Federal determinou que os bancos pblicos reduzissem as taxas de juros aplicadas ao consumidor.

    Segundo o diretor-geral do Sicoob Enge-cred-GO, Fabrcio Modesto Cesar, o que os bancos fazem agora o que as cooperati-vas de crdito j praticam desde a criao. Nessas cooperativas, os juros praticados j possuem valores diferenciados e competi-tivos, abaixo do verificado em instituies financeiras tradicionais, pois elas no visam lucro, ressalta Modesto. Sem falar que, ao final de cada ano, existe ainda a distribuio de sobras financeiras proporcionais movi-mentao de cada cooperado, destacou.

    A medida adotada pelo Governo Fe-deral ir interferir muito pouco nas coope-

    sicoob Engecred-GO como alternativa de investimento

    rativas de crdito. Um exemplo dado pelo Sicoob Engecred-GO a taxa do cheque especial, que varia de 1,69% a 5,5% ao ms nas cooperativas, enquanto que nos bancos, segundo levantamento do Procon do Esta-do de So Paulo, no incio de julho, aps as redues, girava em torno de 8,05% ao ms. Outro atrativo a taxa de capital de giro com garantia de cotas a partir de 1,12% ao ms. De acordo com o diretor-geral, as coo-perativas de crdito vm ganhando espao na preferncia dos usurios que buscam ta-xas menores. O objetivo facilitar o acesso dos associados ao mercado financeiro com melhores condies que as instituies fi-nanceiras tradicionais", afirmou.

    Crescimento Dados divulgados pelo Ban-co Central do Brasil (Bacen) demonstram que

    o segmento cooperativo de crdito fechou 2011 com R$ 86,5 bilhes em ativos, contra R$ 68,7 bilhes contabilizados em 2010. Isso sig-nifica um aumento de 25,8%, total 8,7% supe-rior s demais instituies financeiras. Sicoob Engecred-GO Com mais de 10 anos de atu-ao, o Sicoob Engecred-GO considerado atualmente a segunda maior cooperativa de crdito do sistema Sicoob GO/TO em Ativos Totais Gois referncia dezembro/2011. A cooperativa foi criada em meados de 1999, quando um grupo de profissionais do ramo da engenharia decidiu levar adiante o proje-to de oferecer produtos e servios financeiros diferenciados ao segmento.

    diretor-geral do sicoob Engecred-go, Fabrcio modesto cesar

    Equipe da AroEstE campe da categoria ouro

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    Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois estuda junto com os profissionais da agncia formas de implementao do Sal-rio Mnimo Profissional. Lei 4950 - A

    Foi lanada na noite da ltima quinta-feira, 28 de junho, a 11 edio do Prmio Crea Goi-s de Meio Ambiente. O lanamento ocorreu no auditrio da sede do Regional e recebeu a presena de autoridades de diversas reas, conselheiros do Crea-GO, representantes de Ongs e presidentes de entidades de classe.

    Alm do presidente e do vice-presidente do Conselho, Eng. Civil Gerson de Almeida Ta-guatinga e Eng. Civil Roger Pacheco Piaggio Couto, estiveram presentes ainda os conse-lheiros eng. Agr. Annbal Lacerda Margon; eng. Eletric. Marcus Vincius Caciquinho; eng. Civil Augusto Cardoso Fernandes e eng. Eletric. Eu-ler Bueno dos Santos, entre outros.

    O Prmio de Meio Ambiente tem destaca-do contribuies valiosas para a conservao da biodiversidade do Cerrado. A proposta que elas possam servir de exemplo e inspirao para novos projetos e ajudem a difundir a cul-tura da preservao na nossa sociedade, decla-ra o eng. Agrnomo Annbal Lacerda Margon, coordenador da Comisso de Meio Ambiente (Cema) do Crea-GO.

    A inscrio gratuita e vai de 29 de junho a 31 de agosto de 2012. As propostas devero ser entregues pessoalmente secretaria da Comisso de Meio Ambiente (Cema), do Crea--GO, na Rua 239, n 585, Setor Universitrio, Goinia/GO, CEP: 74.605-070, ou nas Inspe-torias Regionais do Crea-GO no interior, im-preterivelmente at s 17 horas do dia 31 de agosto de 2012 (sexta-feira). Os interessados podem acessar o regulamento e os procedi-mentos de inscrio podero ser visualizados no site www.crea-go.org.br .

    Eng. Agrnomo Annbal lacerda margon, coordenador da comisso de meio Ambiente (cema) do crea-go e representante do senge-go junto FnE

    Foto: creA-Go

    Crea-GO lana11 edio do prmio de meio Ambiente

    O curso Percia Judicial Ambiental voltado para profissionais com curso superior nas reas de engenharia, agronomia, biologia qumica que desejam atuar ou atuam no campo tcnico, legal e pericial da rea do meio ambiente, junto ao Poder Judicirio e ao Ministrio Pblico, proporcionando aos participantes o conhecimento terico e tcnicas indispensveis ao desenvolvimento de trabalhos periciais nesta rea. Ser realizado entre os dias 13 a 17 de agosto, na sede do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois, que fica na Av. Portugal n 482, Setor Oeste, das 18:30h s 22:30h.

    senge-Go oferece assistncia ao curso de percia Judicial Ambiental

    AGEhAb

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    visite o site da Federao

    www.fne.org.br

    A CNTU (Confederao Nacional dos Trabalhadores Liberais Universit-rios Regulamentados) realizou pre-viamente Rio+20, a Conferncia da ONU (Organizao das Naes Unidas) sobre Desenvolvimento Sustentvel, seminrio abordando as prioridades da entidade com relao a essa essencial discusso. O deba-te, que aps duas dcadas voltou ao Rio de Janeiro em junho passado, trouxe pauta a questo fundamental e o grande desafio da humanidade. Como garantir condies de vida dignas, com acesso no s aos servios essenciais, mas tambm ao conforto mate-rial que o avano tecnolgico j permite, a todos os 7 bilhes de habitantes do planeta e, ao mesmo tempo, preservar o ambiente.

    A mentalidade do crescimento a qual-quer custo, que simplesmente ignorava a necessidade de se economizar recursos naturais, h muito j foi superada. No significa, porm, que tenham sido encon-tradas todas as frmulas adequadas ao de-

    A meta do desenvolvimento sustentvel

    senvolvimento sustentvel e mesmo que as boas prticas j prescritas sejam ampla-mente respeitadas.

    Conforme apontado no debate realizado pela CNTU, em 18 de maio, a grande questo em pauta na Rio+20 foi exatamente o cha-mado dficit de implementao do que foi j acordado no s na reunio de 1992, mas nas diversas conferncias que se realizaram desde ento. O fato que os interesses po-lticos e, sobretudo, econmicos impem-se, em detrimento das questes socioambien-tais, tornando extremamente complexo mu-dar o modelo de desenvolvimento atual.

    Por outro lado, no razovel ou se-quer possvel adotar uma postura antide-senvolvimentista a bem da preservao, especialmente no Brasil, onde h tanto por fazer. preciso completar o processo de industrializao nacional e combater a es-tagnao no setor, avanar na agricultura, construir moradias, urbanizar as localida-des que carecem de servios bsicos.

    murilo celso de camPos Pinheiro

    Desatar esse n , portanto, a misso colocada, e os engenheiros, os profissionais liberais e o conjunto dos trabalhadores mui-to tm a contribuir para que as metas de um mundo com qualidade de vida para todos e respeito natureza sejam alcanadas, no s no mbito da conferncia da ONU, mas de forma constante. Ao menos, dois pontos fundamentais ligados a esses objetivos de-vem estar na agenda do debate das eleies municipais que acontecem neste ano. Os problemas do saneamento ambiental e dos transportes urbanos. Nessa agenda, esto questes ligadas sade pblica, poluio de rios e mananciais, uso de energia limpa e garantia de mobilidade, o que no pouco.

    Independentemente do resultado ob-tido na reunio entre os chefes de Estado, trabalhemos todos por um mundo melhor.

    MuRiLo CeLso de CAMPos PinHeiRoPRESIDENTE DA FNE