2009 NORMA DNIT - ES ? NORMA DNIT xxx/xxxxxx 2 obras, caixas de emprstimos, ocorrncias de

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  • /2009 NORMA DNIT ______- ES

    DNIT Terraplenagem Caminhos de servio - Especificao de Servio

    Autor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPR Processo: 50.607.003.581/2008-46

    Origem: Reviso da Norma DNER - ES 279/97. Aprovao pela Diretoria Colegiada do DNIT na reunio de / / .

    Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial.

    Palavras-Chave: N total de pginas

    MINISTRIO DOS TRANSPORTES

    DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE

    TRANSPORTES

    INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS

    Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral

    Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 2472-4500

    Terraplenagem, Caminhos de servio 9

    Resumo

    Este documento define a sistemtica empregada na

    execuo dos acessos aos diversos locais utilizados por

    equipamentos e veculos necessrios para a construo

    da obra.

    So tambm apresentados os requisitos concernentes a

    materiais, equipamentos, execuo, inclusive

    condicionantes ambientais, controle de qualidade,

    condies de conformidade e no-conformidade e os

    critrios de medio e de apropriao do custo de

    execuo dos servios.

    Abstract

    This document presents procedures for the construction

    of service roads used by equipment and vehicles for the

    works.

    It includes the requirements concerning materials,

    equipments, execution, and includes also a sampling

    plan, and essays, environmental management, quality

    control, and the conditions for conformity and non-

    conformity and criteria for measurement and payment of

    the performed jobs.

    Sumrio

    Prefcio ......................................................................1

    1 Objetivo ............................................................ 1

    2 Referncias normativas .....................................2

    3 Definies ......................................................... 2

    4 Condies gerais .............................................. 2

    5 Condies especficas ...................................... 3

    6 Condicionantes ambientais ............................... 4

    7 Inspees.......................................................... 5

    8 Critrios de medio e de apropriao do custo de

    execuo dos servios. ..................................... 5

    Anexo A (Informativo) Bibliografia ............................. 8

    ndice geral ................................................................ 9

    Prefcio

    A presente Norma foi preparada pelo Instituto de

    Pesquisas Rodovirias IPR, para servir como

    documento base, visando estabelecer a sistemtica

    empregada para os servios de execuo e controle de

    qualidade dos caminhos de servios aos diversos locais

    utilizados por equipamentos e veculos necessrios para

    construo da obra.

    Est formatada de acordo com a Norma DNIT 001/2009

    PRO, cancela e substitui a Norma DNER-ES 279/97.

    1 Objetivo

    Esta Norma tem por objetivo estabelecer o procedimento

    necessrio para assegurar o acesso e o trfego de

    equipamentos e veculos aos diversos locais onde se

    desenvolvem os trabalhos, tais como: o canteiro de

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 2

    obras, caixas de emprstimos, ocorrncias de materiais,

    obras-de-arte, fontes de abastecimento de gua,

    instalaes industriais e outros.

    2 Referncias normativas

    Os documentos relacionados a seguir so

    indispensveis aplicao desta norma. Para

    referncias datadas, aplicam-se somente as

    edies citadas. Para referncias no datadas,

    aplicam-se as edies mais recentes do referido

    documento (incluindo emendas).

    a) BRASIL. Departamento Nacional de

    Estradas de Rodagem. DNER-ES 278/97:

    terraplenagem servios preliminares. Rio

    de Janeiro: IPR, 1997.

    b) BRASIL. Departamento Nacional de Infra-

    Estrutura de Transportes. DNIT 001/2002-

    PRO: elaborao e apresentao de normas

    do DNIT: procedimento. Rio de Janeiro: IPR,

    2002.

    c) _____. DNIT 011/2004-PRO: gesto da

    qualidade em obras rodovirias:

    procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004.

    d) _____. DNIT 013/2004-PRO: requisitos para

    a qualidade em obras rodovirias:

    procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004.

    e) _____. DNIT 070/2006-PRO: condicionantes

    ambientais das reas de uso de obras:

    procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2006.

    3 Definies

    Para efeito desta Norma so adotadas as seguintes

    definies:

    3.1 Caminhos de servio

    Vias implantadas e/ou utilizadas, em carter provisrio,

    para propiciar o deslocamento de equipamentos e

    veculos a serem acionados para atendimento s vrias

    finalidades inerentes execuo das obras.

    3.2 Equipamentos em geral

    Mquinas, veculos, equipamentos outros e todas as

    unidades mveis utilizadas na execuo propriamente

    dita dos servios e obras.

    3.3 Instalaes industriais

    Usinas misturadoras de agregados, usinas de asfalto,

    usinas de concreto de cimento Portland e britadores.

    3.4 Revestimento primrio

    Camada de solo selecionado de boa qualidade,

    estabilizado, superposta ao leito natural de uma rodovia,

    para permitir uma superfcie de rolamento com

    caractersticas superiores s do solo natural, garantindo

    melhores condies de trnsito.

    4 Condies gerais

    A implantao e/ou utilizao de caminhos de servio se

    condiciona prvia e formal autorizao, da fiscalizao

    e dever atender ao disposto nas subsees 4.1 a 4.6.

    4.1 Consistir, alternativamente:

    a) No eventual aproveitamento de vias

    existentes, de uso pblico ou privado. Neste

    caso, quando da necessidade do

    estabelecimento de dmarches com

    terceiros, dever haver a intervenincia do

    DNIT.

    b) Na abertura de via situada no exterior da

    faixa definida pela linha de off-set com a

    finalidade estrita de atender,

    provisoriamente, a trfego especfico da

    obra.

    c) Na abertura de via, situada no interior da

    faixa da linha de off-set faixa

    delimitadora da plataforma da via a ser

    implantada.

    4.2 No caso da alnea b da subseo 4.1, as vias devem apresentar caractersticas operacionais

    estritamente indispensveis s suas finalidades e

    ante uma expectativa de prazo bastante reduzida,

    vinculada ao cronograma de implantao do

    segmento virio que lhe corresponde.

    4.3 No caso da alnea c da subseo 4.1 a implantao dos caminhos de servio deve ser

    encarada como a execuo de uma 1 etapa da

    implantao da rodovia, podendo, assim, assumir

    caractersticas melhores e de conformidade com o

    definido no projeto de engenharia.

    4.4 As vias devem estar submetidas a servio de manuteno atento e permanente, em funo da

    magnitude do trfego.

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 3

    4.5 Dever ser exercido o controle operacional adequado dos veculos / equipamentos, em

    termos de velocidade e aes de carga e

    descarga, objetivando a segurana operacional

    bem como a minimizao dos efeitos poluidores

    suscetveis de afetar as comunidades lindeiras ou

    terceiros em geral.

    4.6 No caso da alternativa b da subseo 4.1, e quando caracterizado ou definido o encerramento

    da utilizao do caminho de servio, dever ser

    promovida a recuperao da respectiva rea

    ocupada, restituindo-lhe as condies primitivas.

    5 Condies especficas

    5.1 Materiais

    A abertura dos caminhos de servio, ordinariamente

    compreende o aproveitamento da camada do solo

    superficial ocorrente na respectiva faixa a ser trabalhada

    cumprindo observar que, por se tratar de via provisria

    e a ser submetida a trfego de pequena magnitude, os

    requisitos geotcnicos exigidos para os solos so

    relativamente brandos, conforme as normas da espcie.

    Na medida em que ocorram deficincias, de cunho

    geotcnico ou de altimetria, em especial quando

    associada a volumes mais significativos de trfego,

    tornar-se- necessria a incorporao ao leito natural de

    materiais outros, preferencialmente, um pouco mais

    nobres.

    As exigncias podero evoluir, a juzo da

    Fiscalizao, para a execuo de revestimento primrio,

    envolvendo ento a utilizao de material adequado,

    especificado pelo DNIT.

    5.2 Equipamento

    Os servios sero executados utilizando-se

    equipamentos adequados, complementados com o

    emprego de servio manual.

    A seleo de equipamento deve considerar o seguinte:

    a) Para as tarefas de implantao dos

    caminhos do servio, mais indicada a

    utilizao de tratores de esteira com lmina

    angulvel.

    b) Para efeito de manuteno dos caminhos de

    servio, ordinariamente utilizada moto-

    niveladora.

    c) No caso da incorporao de materiais

    outros, devero ser utilizados, conforme o

    caso: tratores de esteira, carregadeiras

    frontais ou escavadeiras, caminhes

    basculantes, motoniveladoras, caminho-

    pipa e rolos compactadores.

    5.3 Execuo

    A fim de permitir o adequado acesso a todas as frentes

    de trabalho do trecho a ser implantado, dando condies

    para que os equipamentos pesados atinjam as reas de

    apoio e as frentes de servios, devem ser implantados

    caminhos de servios, expressamente autorizados pela

    fiscalizao do DNIT, observando-se o seguinte:

    5.3.1 Tais vias se constituem em obras de baixo custo,

    com movimentos de terra mnimos, considerando

    o disposto na subseo 5.1 e abrangendo

    plataforma com largura de 4 m a 5 m.

    5.3.2 Quando evidenciada a necessidade, a juzo da

    Fiscalizao, deve se buscar uma melhoria

    relativa do greide, eliminando-se ou suavizando-

    se as rampas de inclinao mais forte.

    5.3.3 Nas baixadas, ante a ocorrncia de solos de m

    qualidade ou a possibilidade de inundaes,

    poder caber, a juzo da Fiscalizao, a execuo

    de pequenos aterros, com os respectivos

    dispositivos de drenagem, inclusive bueiros.

    5.3.4 As pistas devem ser dotadas de adequadas

    condies de escoamento das guas pluviais. Se

    necessrio, a plataforma deve dispor de

    caimentos transversais de 1% a 2%, evitando-se a

    formao de poas dgua ou o umedecimento do

    solo, que diminuem sua capacidade de suporte.

    5.3.5 As curvas horizontais de pequeno raio, com

    visibilidades reduzidas devem ser evitadas. Se,

    por qualquer razo, no puderem ser eliminadas,

    necessrio organizar o trfego nesses locais, a

    fim de evitar abalroamentos ou drstica

    diminuio de velocidade.

    5.3.6 Os servios de manuteno devero estar sempre

    presentes, com a mobilizao peridica de

    motoniveladora para promover a regularizao da

    pista e de sorte a garantir, para o equipamento,

    desenvolvimento de velocidade adequada e com a

    devida segurana. Da mesma maneira, a fim de

    combater a formao de poeira dever-se-

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 4

    umedecer as pistas com caminhes pipa, ou

    adicionar-se substncias estabilizantes que retm

    a umidade natural.

    5.3.7 Excepcionalmente, ante condies adversas da

    geometria altimtrica e da geotecnia do caminho

    de servio, e ante volume significativo do trfego e

    sem possibilidade de outra alternativa viria, deve

    ser executado o revestimento primrio do caminho

    de servio. Neste caso, a fiscalizao do DNIT

    dever autorizar expressamente tal execuo,

    definindo todos os parmetros e elementos

    necessrios, considerando, para tanto, as normas

    vigentes do DNIT e o constante em item

    especfico do Manual de Implantao Bsica do

    DNIT.

    5.3.8 No caso da implantao de caminhos de servio

    dentro da faixa da linha de off-set, os respectivos

    processos construtivos e de controle e aceitao

    devero obedecer, rigorosamente, ao preconizado

    nas respectivas Especificaes de Servio.

    5.3.9 A utilizao de emprstimos, no caso da abertura

    de vias fora da faixa da linha de off-sets,

    atendidos os preceitos de otimizao tcnico-

    econmica, no deve recair em emprstimos

    definidos para a implantao propriamente dita da

    via.

    6 Condicionantes ambientais

    Nas operaes destinadas implantao dos caminhos

    de servio, objetivando a preservao ambiental,

    devero ser devidamente observadas e adotadas as

    solues e os respectivos procedimentos especficos

    atinentes ao tema ambiental, definidos e/ou institudos no

    instrumental tcnico-normativo pertinente vigente no

    DNIT e na documentao tcnica vinculada execuo

    das obras documentao esta que compreende o

    Projeto de Engenharia PE, o Estudos Ambiental (EIA

    ou outro) e os Programas Ambientais.

    O conjunto de solues e procedimentos acima

    reportados constitui elenco bastante diversificado de

    medidas condicionantes que, luz do instrumental

    tcnico-normativo pertinente e referenciado Norma

    DNIT 070/2006 PRO, comporta o desdobramento

    apresentado na forma das subsees 6.1 a 6.3, que se

    seguem.

    6.1 Medidas condicionantes de cunho genrico, focalizadas na subseo 4.2 da mencionada

    Norma, e que contemplam, entre outros, os

    seguintes tpicos:

    O atendimento plena regularidade

    ambiental;

    A observncia rigorosa da legislao

    referente ao uso e ocupao do solo,

    vigente no municpio envolvido;

    O estabelecimento de horrio de trabalho

    compatvel com a lei do silncio (regional ou

    local);

    O atendimento segurana e ao conforto dos

    usurios da rodovia e dos moradores das

    faixas lindeiras;

    A segurana operacional dos trabalhadores

    da obra;

    O planejamento e a programao das obras;

    O disciplinamento do fluxo de trfego e do

    estacionamento dos veculos e

    equipamentos;

    A devida recuperao ambiental das reas

    afetadas pelas obras, aps o encerramento

    das atividades.

    6.2 Medidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas na subseo 5.1 da mencionada

    Norma, e que contemplam os tpicos canteiro de

    obras, instalaes industriais e equipamentos

    em geral, em suas etapas de instalao /

    mobilizao, de operao e de desmobilizao.

    6.3 Medidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas na subseo 5.3 da mencionada

    Norma, e que, contemplando as atividades

    pertinentes abertura e utilizao de caminhos de

    servio, se detm, entre outros tpicos, nos

    seguintes:

    A manuteno de adequados contatos prvios

    com os rgos federais ou regionais com

    jurisdio nas reas correspondentes abertura

    de trilhas, caminhos de servios e estradas de

    acesso. Na oportunidade devero ser

    disponibilizados dados referentes s situaes de

    interferncias das rotas a serem desenvolvidas e

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 5

    s naturezas e intensidade do trfego, ento

    gerado;

    Atendimento aos preceitos vigentes ou institudos

    pelos competentes rgos regionais;

    Preservao dos cursos dgua, dos centros

    urbanos e das unidades habitacionais;

    Preservao das reas situadas em reservas

    florestais, ecolgicas ou de valor cultural,

    protegidas pela legislao;

    Preservao de sistemas naturais e das espcies

    de fauna rara ou em extino e de interesse

    cientfico e econmico;

    Adoo de medidas, objetivando evitar a

    ocorrncia ou acelerao de processos erosivos

    ou a formao de processos de instabilidade

    fsica, assim como instalar sistema de drenagem

    especfica.

    NOTA: Em funo de necessidades e

    particularidades especficas, detectadas ao longo

    do desenvolvimento dos servios, a Fiscalizao

    dever acatar, acrescentar, complementar ou

    suprimir itens integrantes do elenco de

    condicionantes, institudo na documentao

    tcnica reportada.

    7 Inspees

    Objetivando o atendimento ao preconizado nas Normas

    DNIT 011/2004-PRO e DNIT 013/2004-PRO, a

    Fiscalizao dever elaborar e cumprir competente

    Programa de Inspees, de sorte a exercer o controle

    externo da obra.

    Neste sentido, e de conformidade com o institudo no

    Planejamento Geral da Obra ou Plano da Qualidade

    (PGQ), referidas inspees, de forma sistemtica e

    contnua devero atender ao disposto nas subsees 7.1

    a 7.3, que se seguem:

    7.1 Controle da produo

    Dever ser verificado, para cada caminho de servio

    utilizado, se:

    A sua execuo e/ou utilizao foi, na forma

    devida, formalmente autorizada pela

    Fiscalizao;

    O mesmo vem atendendo devidamente s suas

    finalidades, inclusive em termos de pontos de

    origem e destino;

    O disposto nas sees 4 e 5 desta Norma est

    sendo devidamente atendido.

    7.2 Verificao do produto

    7.2.1 Quanto ao Controle Geomtrico

    O controle geomtrico de execuo ser feito

    atravs de levantamento topogrfico ou de forma

    visual, estabelecendo-se para a largura da pista

    uma tolerncia de 0,20 m em relao definida

    pela Fiscalizao.

    7.2.2 Quanto s Condies de Trfego

    Sero verificadas as condies de segurana,

    considerando os tpicos abordados na subseo

    5.3 desta Norma.

    7.2.3 Quanto ao Atendimento Ambiental

    Ser verificada quanto devida observncia e

    atendimento ao disposto na seo 6 desta Norma,

    bem como procedida a anlise dos resultados,

    ento alcanados, em termos de preservao

    ambiental.

    7.3 Condies de conformidade e no conformidade

    Tais condies sero inferidas a partir do resultado das

    verificaes, controles e anlises reportados nas

    subsees 7.1 e 7.2 anteriores.

    Admitidas como atendidas as prescries das subsees

    em foco, os servios devem ser aceitos.

    Todo componente ou detalhe incorreto deve ser corrigido

    Qualquer servio, ento corrigido, s deve ser aceito se

    as correes executadas o colocarem em conformidade

    com o disposto nesta Norma, caso contrrio o servio

    ser rejeitado.

    8 Critrios de medio e de apropriao do custo de execuo do servio

    Considerando que a medio dos servios tem como

    uma de suas finalidades bsicas a determinao, de

    forma racional e precisa, do respectivo custo de

    execuo, a abordagem desta seo comportar dois

    tpicos especficos, a saber: A medio propriamente

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 6

    dita dos servios executados e a apropriao do custo

    da respectiva execuo

    8.1 Processo de medio

    A implantao de caminhos de servio compreendendo,

    no caso geral a execuo de segmentos situados no

    interior da faixa de off-sets e de segmentos situados

    fora de tal faixa, envolve a execuo das seguintes

    modalidades do servio: desmatamento, destocamento e

    limpeza, escavaes de cortes e de emprstimos,

    execuo de aterros e de servios de drenagem e obras-

    de-arte correntes e ainda, eventualmente, de

    revestimento primrio - modalidades estas que, com

    exceo do revestimento primrio, se constituem no

    conjunto de operaes pertinente implantao da

    rodovia.

    Neste sentido, os servios aceitos de conformidade com

    a subseo 7.3 sero medidos de acordo com os

    critrios institudos de 8.1.1 a 8.1.3.

    8.1.1 Nos segmentos de caminho de servio situados

    no interior da linha de off-sets, a respectiva

    implantao no deve ser objeto de medio

    especfica, porquanto os servios pertinentes

    devero ser devidamente considerados nas

    medies referentes implantao da plataforma

    considerando as diferentes modalidades e as

    respectivas Especificaes de Servios vigentes

    no DNIT, relativas execuo dos Cortes, dos

    Emprstimos e dos Aterros.

    8.1.2 Nos segmentos de Caminhos de Servio situados

    fora da faixa de domnio, as modalidades de

    servios, ento executados para sua implantao,

    devero ser devidamente consideradas,

    adotando-se, para tanto, da mesma maneira, o

    disposto nas respectivas Especificaes de

    Servios, reportadas em 8.1.1.

    No caso de execuo do revestimento primrio, para fins

    de medio, deve ser assumido como uma camada

    ordinria de corpo de aterro.

    8.1.3 Devero ser considerados como integrantes

    ordinrias dos processos construtivos pertinentes

    aos servios focalizados nesta Norma, as

    seguintes operaes:

    a) As operaes referentes manuteno dos

    caminhos de servio.

    b) As operaes referentes preservao

    ambiental, focalizada na seo 6 desta

    Norma.

    8.1.4 Na Memria de Clculo dos Quantitativos

    pertinentes execuo dos servios em foco,

    sero consideradas as diferentes modalidades de

    servios enumeradas na inicial desta seo,

    devendo estas ser apresentadas e explicitadas

    em separado, em funo da natureza e

    localizao dos ditos servios. Neste sentido, os

    demonstrativos dos quantitativos de servios

    executados e atributos pertinentes devero estar

    referidos ao estaqueamento do eixo e/ou s

    caixas de emprstimo da via em construo e

    desdobrados em trs conjuntos, na forma que se

    segue:

    a) Os servios executados, devidamente

    discriminados por natureza ou modalidade,

    no interior da faixa definida pela linha de

    off-sets .

    b) Os servios executados, devidamente

    discriminados por natureza ou modalidade,

    referentes ao preparo ou explorao das

    caixas de emprstimos definidas no Projeto

    de Engenharia para a implantao de

    plataforma e utilizadas na implantao dos

    caminhos de servio localizados no interior

    da faixa da linha de off-set.

    c) Os servios executados, devidamente

    discriminados por natureza ou modalidade,

    no exterior da faixa definida pela linha de

    off-sets, servios estes referentes

    implantao dos caminhos de servio e ao

    preparo das caixas de emprstimo

    utilizadas, exclusivamente, na implantao

    destes caminhos de servio.

    NOTAS:

    Os servios referentes s alneas a e b sero

    enquadrados/agregados aos servios referentes

    implantao da via propriamente dita, no

    sendo assim, objeto de apropriao especfica

    no custo de caminho de servio.

    Assim sendo, tais servios, embora tenham seu

    demonstrativo de clculo tratado nesta Norma,

    devero ser incorporados aos conjuntos

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 7

    correspondentes, tratados e inseridos na

    Memria de Clculo dos Quantitativos

    pertinentes s respectivas planilhas referentes

    execuo de cortes, de emprstimos e de

    aterros.

    O disposto no tpico anterior dever estar

    devidamente registrado nas Memrias de

    Clculo pertinentes s Especificaes em

    foco.

    O Modelo correspondente da Folha de

    Memria de Clculo, com respectiva

    instruo para elaborao, consta no

    Manual de Implantao Bsica do DNIT.

    8.2 Apropriao do custo de execuo dos servios

    Para efeito de determinao do custo unitrio dos

    servios, dever ser observado o disposto nas

    subsees 8.2.1 a 8.2.4 a seguir:

    8.2.1 Os servios compreendem as modalidades

    definidas na subseo 8.1 e a respectiva

    apropriao englobar todas as etapas do

    processo construtivo, inclusive as operaes

    pertinentes ao definido na subseo 8.1.3.

    8.2.2 Os servios referentes ao desmatamento e

    destocamento e limpeza devero observar ao

    disposto na subseo 8.2 na Norma

    DNIT________/ES - Servios Preliminares.

    8.2.3 Os servios de escavao de cortes, de

    escavao de emprstimos e execuo de

    aterros, inclusive revestimento primrio

    observado o constante em 8.1.2 desta Norma,

    devero atender, respectivamente, ao disposto na

    subseo 8.2 das Normas DNIT_______/ES

    Cortes, DNIT_______/ES - Emprstimos e

    DNIT_______/ES - Aterros.

    8.2.4 A linha metodolgica a ser ordinariamente

    adotada, bem como o elenco de valores de

    parmetros e de fatores interferentes, so os

    estabelecidos no Manual de Composio de

    Custos Rodovirios do DNIT.

    Ante particularidades ou especificidades

    evidenciadas, quando da elaborao do Projeto

    de Engenharia e relativamente aos parmetros e

    fatores interferentes, caber a adoo de valores

    diferentes do preconizado no referido Manual de

    Composio de Custos Rodovirios, sem prejuzo

    da aplicao da linha metodolgica mencionada.

    8.2.5 A apropriao do custo de execuo

    correspondente ser obtida de conformidade com

    os quantitativos de servios estabelecidos na

    alnea c da subseo 8.1.4 e mediante a

    aplicao dos respectivos custos unitrios

    estabelecidos na forma das subsees 8.2.1 a

    8.2.4.

    _________________/Anexo A

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 8

    Anexo A (Informativo)

    Bibliografia

    a) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de

    Rodagem: Manual de implantao bsica. 2. ed.

    Rio de Janeiro: IPR, 1996. (IPR. Publ. 696).

    b) BRASIL. Departamento Nacional de Infra-

    Estrutura e Transportes: Manual de conservao

    rodoviria. 2. ed. Rio de Janeiro: IPR, 2005. (IPR.

    Publ. 710).

    _________________/ndice geral

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 9

    ndice geral

    Abstract 1

    Anexo A (Bibliografia) 8

    Apropriao de custo de

    execuo dos servios 8.2 7

    Caminhos de servio 3.1 2

    Condicionantes ambientais 6 4

    Condies de conformidade

    e no conformidade 7.3 5

    Condies especficas 5 3

    Condies gerais 4 2

    Controle de produo 7.1 5

    Critrios de medio e

    apropriao de custo de

    execuo do servio 8 5

    Definies 3 2

    Equipamento 5.2 3

    Equipamentos em geral 3.2 2

    Execuo 5.3 3

    ndice geral 9

    Inspees 7 5

    Instalaes industriais 3.3 2

    Materiais 5.1 3

    Objetivo 1 1

    Prefcio 1

    Processo de medio, O 8.1 6

    Quanto ao atendimento

    ambiental 7.2.3 5

    Quanto ao controle

    geomtrico 7.2.1 5

    Quanto s condies de

    trfego 7.2.2 5

    Referncias normativas 2 2

    Resumo 1

    Revestimento primrio 3.4 2

    Sumrio 1

    Verificao do produto 7.2 5

    _________________

    DNIT//2009N

    NORMA DNIT ______- ESTerraplenagem Caminhos de servio -Especificao de Servio

    MINISTRIO DOS TRANSPORTESDEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTESINSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIASRodovia Presidente Dutra, km 163Centro Rodovirio VigrioAAutor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPRProcesso: 50

    DDireitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reprod

    PPalavras-Chave:

    NN total de pginasTerraplenagem, Caminhos de servio9

    ResumoAbstractSumrioPrefcioObjetivoReferncias normativasDefiniesCaminhos de servioVias implantadas e/ou utilizadas, em carter provisrio, parEquipamentos em geralMquinas, veculos, equipamentos outros e todas as unidades Instalaes industriaisUsinas misturadoras de agregados, usinas de asfalto, usinas Revestimento primrioCamada de solo selecionado de boa qualidade, estabilizado, sCondies geraisConsistir, alternativamente:No caso da alnea b da subseo 4.1, as vias devem apresenNo caso da alnea c da subseo 4.1 a implantao dos camiAs vias devem estar submetidas a servio de manuteno atentDever ser exercido o controle operacional adequado dos vecNo caso da alternativa b da subseo 4.1, e quando caracteriCondies especficasMateriaisA abertura dos caminhos de servio, ordinariamente compreendNa medida em que ocorram deficincias, de cunho geotcnico oAs exigncias podero evoluir, a juzo da Fiscalizao, paraEquipamentoOs servios sero executados utilizando-se equipamentos adeqA seleo de equipamento deve considerar o seguinte:ExecuoA fim de permitir o adequado acesso a todas as frentes de trTais vias se constituem em obras de baixo custo, com movimenQuando evidenciada a necessidade, a juzo da Fiscalizao, dNas baixadas, ante a ocorrncia de solos de m qualidade ou As pistas devem ser dotadas de adequadas condies de escoamAs curvas horizontais de pequeno raio, com visibilidades redOs servios de manuteno devero estar sempre presentes, coExcepcionalmente, ante condies adversas da geometria altimNo caso da implantao de caminhos de servio dentro da faixA utilizao de emprstimos, no caso da abertura de vias forCondicionantes ambientaisMedidas condicionantes de cunho genrico, focalizadas na subMedidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas na sMedidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas na sA manuteno de adequados contatos prvios com os rgos fedAtendimento aos preceitos vigentes ou institudos pelos compPreservao dos cursos dgua, dos centros urbanos e das uniPreservao das reas situadas em reservas florestais, ecolPreservao de sistemas naturais e das espcies de fauna rarAdoo de medidas, objetivando evitar a ocorrncia ou acelerNOTA: Em funo de necessidades e particularidades especficInspeesControle da produoA sua execuo e/ou utilizao foi, na forma devida, formalmO mesmo vem atendendo devidamente s suas finalidades, incluO disposto nas sees 4 e 5 desta Norma est sendo devidamenVerificao do produtoQuanto ao Controle GeomtricoQuanto s Condies de TrfegoQuanto ao Atendimento AmbientalCondies de conformidade e no conformidadeCritrios de medio e de apropriao do custo de execuo dConsiderando que a medio dos servios tem como uma de suasProcesso de medioA implantao de caminhos de servio compreendendo, no caso Neste sentido, os servios aceitos de conformidade com a subNos segmentos de caminho de servio situados no interior da Nos segmentos de Caminhos de Servio situados fora da faixa No caso de execuo do revestimento primrio, para fins de mDevero ser considerados como integrantes ordinrias dos proNa Memria de Clculo dos Quantitativos pertinentes execuOs servios executados, devidamente discriminados por natureOs servios executados, devidamente discriminados por natureOs servios executados, devidamente discriminados por natureNOTAS:Os servios referentes s alneas a e b sero enquadradoAssim sendo, tais servios, embora tenham seu demonstrativo O Modelo correspondente da Folha de Memria de Clculo, com Apropriao do custo de execuo dos serviosPara efeito de determinao do custo unitrio dos servios, Os servios compreendem as modalidades definidas na subseoOs servios referentes ao desmatamento e destocamento e limpOs servios de escavao de cortes, de escavao de emprstiA linha metodolgica a ser ordinariamente adotada, bem como Ante particularidades ou especificidades evidenciadas, quandA apropriao do custo de execuo correspondente ser obtid_________________/Anexo AAnexo A (Informativo)Bibliografia

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