2009 NORMA DNIT - ES ? NORMA DNIT xxx/xxxxxx 2 2 Referncias normativas Os documentos relacionados

  • Published on
    26-Aug-2018

  • View
    212

  • Download
    0

Transcript

  • /2009 NORMA DNIT ______- ES

    DNIT Terraplenagem - Emprstimos - Especificao de servio

    Autor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPR Processo: 50.607.003.581/2008-46

    Origem: Reviso da Norma DNER - ES 281/97. Aprovao pela Diretoria Colegiada do DNIT na reunio de / / .

    Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial.

    Palavras-Chave: N total de pginas

    MINISTRIO DOS TRANSPORTES

    DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES

    INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS

    Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral

    Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 2472-4500

    Terraplenagem, Emprstimos 10

    Resumo

    Este documento define a sistemtica empregada na

    execuo de emprstimos de materiais utilizados na

    execuo de aterros.

    So tambm apresentados os requisitos concernentes a

    materiais, equipamentos, execuo, inclusive plano de

    amostragem e de ensaios, condicionantes ambientais,

    controle de qualidade, condies de conformidade e

    no-conformidade e os critrios de medio e de

    apropriao do custo de execuo dos servios.

    Abstract

    This document presents procedures for the escavation

    of the materials from borrow pits used for the execution

    of embankments.

    It includes the requirements concerning materials, the

    equipment, the execution, includes also a sampling plan,

    and essays, environmental management, quality control,

    and the conditions for conformity and non-conformity

    and the criteria for the measurement and payment of the

    performed jobs.

    Sumrio

    Prefcio ......................................................................1

    1 Objetivo .............................................................1

    2 Referncias normativas .....................................2

    3 Definies ..........................................................2

    4 Condies gerais .............................................. 3

    5 Condies especficas ...................................... 3

    6 Condicionantes ambientais............................... 4

    7 Inspees ......................................................... 5

    8 Critrios de medio e de apropriao do custo

    de execuo dos servios. ............................... 6

    Anexo A (Informativo) Bibliografia ............................. 9

    ndice geral.............................................................. 10

    Prefcio

    A presente Norma foi preparada pelo Instituto de

    Pesquisas Rodovirias IPR, para servir como

    documento base, visando estabelecer a sistemtica

    empregada para os servios de execuo e controle da

    qualidade de emprstimos de materiais utilizados na

    execuo dos aterros.

    Est formatada de acordo com a Norma DNIT 001/2002

    PRO, cancela e substitui a Norma DNER-ES 281/97.

    1 Objetivo

    Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condies

    exigveis para escavaes de material destinado a

    prover ou complementar o volume necessrio

    construo dos aterros, por insuficincia de volumes de

    cortes, por motivos de ordem tecnolgica de seleo

    dos materiais ou por razes de ordem econmica.

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 2

    2 Referncias normativas

    Os documentos relacionados a seguir so

    indispensveis aplicao desta norma. Para

    referncias datadas, aplicam-se somente as

    edies citadas. Para referncias no datadas,

    aplicam-se as edies mais recentes do referido

    documento (incluindo emendas).

    a) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS

    TCNICAS. NBR 13441:1995: rocha e solo. Rio de

    Janeiro, 1995.

    b) _____ NBR 9061:1985: segurana de escavao a

    cu aberto. Rio de Janeiro, 1984.

    c) _____. NBR 7180:1984: solo determinao do

    limite de plasticidade. Rio de Janeiro, 1984.

    d) _____. NBR 7181:1984: solo anlise

    granulomtrica. Rio de Janeiro, 1984.

    e) _____. NBR 7183:1982: solo determinao do

    limite e relao de contrao do solo. Rio de

    Janeiro, 1982.

    f) _____. NBR 7185:1986: solo determinao da

    norma especfica aparente in situ com emprego do

    frasco de areia. Rio de Janeiro, 1986.

    g) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de

    Rodagem. DNER-ES 278/97: terraplenagem

    servios preliminares. Rio de Janeiro: IPR, 1997.

    h) _____. DNER-ES 280/97: terraplenagem cortes.

    Rio de Janeiro: IPR, 1997.

    i) _____. DNER-PRO 277/97: metodologia para

    controle estatstico de obras e servios. Rio de

    Janeiro: IPR, 1997.

    j) BRASIL. Departamento Nacional de Infra-Estrutura

    de Transportes. DNIT 001/2002-PRO: elaborao e

    apresentao de normas do DNIT: procedimento.

    Rio de Janeiro: IPR, 2002.

    k) _____. DNIT 011/2004-PRO: gesto da qualidade

    em obras rodovirias: procedimento. Rio de

    Janeiro: IPR, 2004.

    l) _____. DNIT 013/2004-PRO: requisitos para a

    qualidade em obras rodovirias: procedimento. Rio

    de Janeiro: IPR, 2004.

    m) ____. DNIT 070/2006-PRO: condicionantes

    ambientais das reas de uso de obras:

    procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2006.

    3 Definies

    Para os efeitos desta Norma so adotadas as seguintes

    definies:

    3.1 Equipamento em geral

    Mquinas, veculos, equipamentos outros e todas as

    unidades mveis utilizadas na execuo propriamente

    dita dos servios e obras.

    3.2 Instalaes industriais

    Usinas misturadoras de agregados, usinas de asfalto,

    usinas de concreto de cimento Portland e britadores.

    3.3 Emprstimos

    reas indicadas no projeto, ou selecionadas, onde sero

    escavados materiais a utilizar na execuo da

    plataforma da rodovia, nos segmentos em aterro. Tais

    reas so utilizadas para suprir a deficincia ou

    insuficincia de materiais extrados dos cortes.

    3.4 Aterros

    Segmentos de rodovia cuja implantao requer depsito

    de materiais provenientes de cortes e/ou de

    emprstimos no interior dos limites das sees de

    projeto (Off sets), que definem o corpo estradal, o qual

    corresponde faixa terraplenada.

    3.5 Faixa terraplenada

    Faixa correspondente largura que vai de crista a crista

    do corte, no caso de seo plena em corte; do p do

    aterro ao p do aterro, no caso de seo plena em

    aterro, e da crista do corte ao p do aterro, no caso da

    seo mista. E a rea compreendida entre as linhas Off

    sets.

    3.6 Corpo de aterro

    Parte do aterro situado sobre o terreno natural at 0,60

    m abaixo da cota correspondente ao greide da

    terraplenagem.

    3.7 Camada final

    Parte do aterro constituda de material selecionado

    como base em preceitos tcnico-econmicos, situada

    entre o greide da terraplenagem e o corpo do aterro.

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 3

    4 Condies Gerais

    O processo de seleo e/ou utilizao de

    emprstimos, a par de atender aos preceitos do

    Projeto de Terraplenagem, deve tambm beneficiar as

    condies da estrada, seja melhorando as condies

    topogrficas ou de visibilidade, seja garantindo uma

    melhor drenagem.

    Neste sentido, os posicionamentos e a explorao dos

    emprstimos devem, alternativamente, obedecer ao

    disposto nas subsees 4.1 a 4.7.

    4.1 No caso dos cortes em segmento em tangente alargando-se em toda a altura (se o corte

    baixo) para melhorar as condies de drenagem:

    ou fazendo um alargamento at determinada

    altura (cortes altos), criando-se terraos e

    melhorando a estabilidade dos taludes.

    4.2 Nos cortes em segmento em curva deve ser feito no lado interno da curva, em toda altura ou

    no, melhorando as condies de visibilidade.

    4.3 Os cortes, de uma maneira geral, devem ser procedidos mediante a adoo de uma maior

    inclinao dos taludes, de modo a suaviz -los e

    melhorar a sua estabilidade, ou rebaixando o

    fundo do corte, com modificao do greide, para

    melhor -lo.

    4.4 Do lado dos aterros (emprstimos laterais), deve ser feito lateralmente, com o intuito de diminuir a

    distncia de transporte do equipamento,

    melhorando as condies de drenagem

    (elevao de greide).

    4.5 Os procedimentos definidos nas subsees 4.1 a 4.4 no devem recair sobre cortes e reas que

    apresentem, no todo ou em parte, ocorrncias de

    materiais de 3 categoria (rochas).

    4.6 Antes do incio da explorao do emprstimo, os elementos/componentes do processo construtivo

    da terraplenagem que, de forma conjugada com

    cada emprstimo em foco sero utilizados para

    implantao da via, devero estar em condies

    adequadas condies estas retratadas pelo

    atendimento ao disposto nas subsees 4.1 a 4.8

    da Norma DNIT_______/ES Cortes.

    4.7 O apoio topogrfico pertinente a cada uma das caixas de emprstimos a ser explorada, j

    devidamente atendido o disposto nas subsees

    4.2.3 e 4.2.4 da Norma DNIT______/ES -

    Servios Preliminares dever, aps as operaes

    de desmatamento e destocamento, ser

    devidamente checado e, ser for o caso, revisto,

    de sorte a retratar a nova configurao da

    superfcie.

    Neste sentido, e em conseqncia, dever ser

    locada nova rede ortogonal, de forma solidria

    com os RNs institudos no projeto geomtrico.

    Tal nova rede constituir-se- no apoio topogrfico

    a ser efetivamente considerado para efeito do

    controle geomtrico dos servios e da medio

    do material escavado.

    5 Condies Especficas

    5.1 Materiais

    Os emprstimos definidos e selecionados no projeto de

    engenharia para a utilizao na execuo ou na

    complementao da execuo dos aterros, devem ser

    constitudos de materiais de 1 e/ou 2 categoria e

    atendendo a vrios requisitos em termos de

    caractersticas mecnicas e fsicas.

    Neste sentido, os materiais em foco devero atender ao

    seguinte:

    a) Ser preferencialmente utilizados atendendo

    qualidade e destinao prvia indicadas no

    projeto de engenharia.

    b) Ser isentos de matrias orgnicas, micceas

    e diatomceas. No devero ser constitudos

    de turfas ou argilas orgnicas.

    c) Para efeito de execuo do corpo do aterro,

    apresentar capacidade de suporte

    compatvel (ISC 2%) e expanso menor ou

    igual a 4%.

    d) Para efeito de execuo da camada final dos

    aterros apresentar, dentro das

    disponibilidades e em consonncia com os

    preceitos de ordem tcnico-econmica, a

    melhor capacidade de suporte e expanso

    menor ou igual a 2%.

    5.2 Equipamentos

    A escavao em emprstimos deve prever a utilizao

    racional de equipamento apropriado, atendendo

    produtividade requerida. Utilizam-se, em geral, tratores

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 4

    equipados com lminas, escavo-transportadores ou

    escavadores conjugados com transportadores diversos,

    alm de tratores empurradores (pushers).

    Complementarmente, podem ser tambm utilizados

    tratores e moto-niveladoras para escarificao,

    manuteno de caminhos de servio e reas de

    trabalho.

    5.3 Execuo

    O incio e o desenvolvimento dos servios de

    explorao de emprstimos devero obedecer

    rigorosamente programao de obras estabelecida e

    consignada na Segmentao do Diagrama de

    Bruckner enfocada na subseo 4.2.7 da Norma

    DNIT_____/ES - Servios Preliminares

    Uma vez atendida esta condio, as exploraes dos

    emprstimos devem ser executadas aps devida

    autorizao da Fiscalizao, mediante a utilizao dos

    equipamentos focalizados em 5.2 e compreendendo e

    atendendo ao contido nas subsees 5.3.1 a 5.3.11.

    5.3.1 Atendidas as condies de projeto, os

    emprstimos tero seu aproveitamento

    dependente da ocorrncia de materiais

    adequados e respectiva explorao em

    condies econmicas, mediante autorizao da

    Fiscalizao e a utilizao de equipamentos,

    conforme focalizado em 5.2.

    5.3.2 A escavao ser precedida da execuo dos

    servios de desmatamento, destocamento e

    limpeza da rea do emprstimo.

    5.3.3 Somente aps a completa remoo desta

    camada estril e com a devida autorizao por

    parte da Fiscalizao poder ser efetivada a

    escavao e respectiva utilizao.

    5.3.4 Os emprstimos em alargamento de corte

    devero, preferencialmente, atingir a cota do

    greide, no sendo permitida em qualquer fase da

    execuo a conduo de guas pluviais para a

    plataforma da rodovia.

    5.3.5 No caso de caixas de emprstimos (laterais)

    destinados a trechos construdos em greide

    elevado, os bordos internos das caixas de

    emprstimos devero localizar-se distncia

    mnima de 5,00 m do p do aterro, bem como

    executados com declividade longitudinal,

    permitindo a drenagem das guas pluviais.

    5.3.6 Ainda em referncia aos emprstimos laterais,

    entre o bordo externo das caixas de emprstimos

    e o limite da faixa de domnio, dever ser

    mantida sem explorao uma faixa de 2,00 m de

    largura, a fim de permitir a implantao da

    vedao delimitadora.

    5.3.7 No caso de emprstimos definidos como

    alargamento de cortes, a faixa mencionada em

    5.3.6 dever ter largura mnima de 3,00 m, com a

    finalidade de permitir tambm a implantao da

    valeta de proteo.

    5.3.8 Constatada a convenincia tcnica e econmica

    da reserva de materiais escavados nos

    emprstimos para confeco das camadas

    superficiais da plataforma, ser procedido o

    depsito dos referidos materiais, para sua

    oportuna utilizao.

    5.3.9 O acabamento dos bordos das caixas de

    emprstimo dever ser executado sobre taludes

    estveis.

    5.3.10 Durante as operaes de escavao dos

    emprstimos devero ser tomados os cuidados

    especiais no sentido de que os taludes se

    apresentem sempre com a devida inclinao.

    medida que o emprstimo for sendo rebaixado,

    a inclinao dos taludes deve ser acompanhada

    e verificada, mediante a utilizao de gabarito

    apropriado e procedendo-se as eventuais

    correes.

    5.3.11 No caso de acentuada interferncia com o

    trfego usurio e desde que este acuse

    significativa magnitude, o transporte dos

    materiais dos emprstimos para os locais de

    deposio dever ser efetivado, obrigatoriamente

    ,por caminhes basculantes.

    6 Condicionantes ambientais

    Nas operaes destinadas explorao das caixas de

    emprstimo, objetivando a preservao ambiental,

    devero ser devidamente observadas e adotadas as

    solues e os respectivos procedimentos especficos

    atinentes ao tema ambiental, definidos e/ou institudos

    no instrumental tcnico-normativo pertinente vigente no

    DNIT e na documentao tcnica vinculada execuo

    das obras documentao esta que compreende o

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 5

    Projeto de Engenharia PE, o Estudo Ambiental (EIA

    ou outro) e os Programas Ambientais.

    O conjunto de solues e procedimentos acima

    reportados constitui elenco bastante diversificado de

    medidas condicionantes que, luz do instrumental

    tcnico-normativo pertinente e referenciado Norma

    DNIT 070/2006 PRO, comporta o desdobramento

    apresentado na forma das subsees 6.1 a 6.3, que se

    seguem.

    6.1 Medidas condicionantes de cunho genrico,

    focalizadas na subseo 4.2 da mencionada

    Norma, e que contemplam, entre outros, os

    seguintes tpicos:

    O atendimento plena regularidade

    ambiental;

    A observncia rigorosa da legislao

    referente ao uso e ocupao do solo,

    vigente no municpio envolvido;

    O estabelecimento de horrio de trabalho

    compatvel com a lei do silncio (regional ou

    local);

    O atendimento segurana e ao conforto

    dos usurios da rodovia e dos moradores

    das faixas lindeiras;

    A segurana operacional dos trabalhadores

    da obra;

    O planejamento e a programao das obras;

    O disciplinamento do fluxo de trfego e do

    estacionamento dos veculos e

    equipamentos;

    A devida recuperao ambiental das reas

    afetadas pelas obras, aps o encerramento

    das atividades.

    6.2 Medidas condicionantes de cunho especfico,

    focalizadas na subseo 5.1 da mencionada

    Norma, e que contemplam os tpicos canteiro

    de obras, instalaes industriais e

    equipamentos em geral, em suas etapas de

    instalao/mobilizao, de operao e de

    desmobilizao.

    6.3 Medidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas na subseo 5.4 da Norma e que,

    contemplando as atividades pertinentes

    explorao das caixas de emprstimo, se

    detm, entre outros tpicos, nos seguintes:

    Atendimento aos preceitos vigentes, e os

    institudos pelos competentes rgos

    regionais;

    Execuo do PRAD Plano de

    Recuperao de reas Degradadas

    aprovado, eleborado em conformidade com

    o respectivo Programa Ambiental;

    Preservao dos cursos dgua, dos centros

    urbanos e das unidades habitacionais;

    Preservao das reas situadas em

    reservas florestais, ecolgicas u de valor

    cultural, protegidas pela legislao;

    Preservao de sistemas naturais e das

    espcies de fauna rara ou em extino e de

    interesse cientfico e econmico;

    Adoo de medidas, objetivando evitar a

    ocorrncia ou acelerao de processos

    erosivos e a formao de processos de

    instabilidade fsica;

    Instalao de sistema de drenagem

    especfico;

    Realizao de inspees ambientais, de

    conformidade com a periodicidade

    estabelecida e a ter lugar durante a fase de

    operao das caixas de emprstimo.

    NOTA: Em funo de necessidades e particularidades

    especficas, detectadas ao longo do desenvolvimento

    dos servios, a Fiscalizao dever acatar, acrescentar,

    complementar ou suprimir itens integrantes do elenco de

    condicionantes, institudo na documentao tcnica

    reportada.

    7 Inspees

    Objetivando o atendimento ao preconizado nas Normas

    DNIT 011/2004-PRO e DNIT 013/2004-PRO, a

    Fiscalizao dever elaborar e cumprir competente

    Programa de Inspees, de sorte a exercer o controle

    externo da obra.

    Neste sentido e de conformidade com o institudo no

    Planejamento Geral da Obra ou Plano da Qualidade

    (PGQ), referidas inspees, de forma sistemtica e

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 6

    contnua, devero atender ao disposto nas subsees

    7.1 a 7.4 que se seguem:

    7.1 Controle dos insumos

    Dever ser procedido o controle tecnolgico dos

    materiais, na forma das normas especficas vigentes no

    DNIT, objetivando verificar quanto aos atendimentos aos

    vrios requisitos em termos de caractersticas fsicas e

    mecnicas, de conformidade com o definido no projeto

    de engenharia e nas alneas a a d da subseo 5.1

    desta Norma.

    7.2 Controle da produo

    Dever ser verificado, para a utilizao de cada

    emprstimo, se:

    A sua explorao foi, na forma devida,

    formalmente autorizada pela Fiscalizao;

    A destinao do material extrado est em

    conformidade com a distribuio definida no

    projeto de engenharia;

    O disposto nas sees 4 e 5 desta Norma

    est sendo devidamente atendido.

    7.3 Verificao do produto

    7.3.1 Quanto ao Controle Geomtrico

    O controle geomtrico ser feito por meio de

    levantamento topogrfico e de forma visual, devendo ser

    verificado se:

    As demarcaes pertinentes s definies

    das reas e respectivos horizontes

    utilizveis dos emprstimos atendem ao

    estabelecido no projeto de engenharia;

    O disposto nas subsees 5.3.5, 5.3.6 e

    5.3.7 da seo 5 desta Norma foi

    devidamente atendido.

    7.3.2 Quanto ao Acabamento e Configurao dos

    Taludes

    Ser verificado quanto efetiva observncia ao disposto

    nas subsees 5.3.9 e 5.3.10 da seo 5 desta Norma.

    7.3.3 Quanto ao Atendimento Ambiental

    Ser verificado quanto devida observncia e

    atendimento ao disposto na seo 6 desta Norma bem

    como procedida a anlise dos resultados, ento

    alcanados, em termos de preservao ambiental.

    7.4 Condies de conformidade e no conformidade

    Tais condies sero inferidas a partir do resultado das

    verificaes, controles e anlises reportados nas

    subsees 7.1, 7.2, e 7.3 anteriores.

    Admitidas como atendidas as prescries das

    subsees em foco, os servios devem ser aceitos.

    Todo componente ou detalhe incorreto deve ser

    corrigido.

    Qualquer servio, ento corrigido, s deve ser aceito se

    as correes executadas o colocarem em conformidade

    com o disposto nesta Norma, caso contrrio o servio

    ser rejeitado.

    8 Critrios de medio e de apropriao do custo de execuo dos servios

    Considerando que a medio dos servios tem como

    uma de suas finalidades bsicas a determinao, de

    forma racional e precisa, do respectivo custo de

    execuo, a abordagem desta seo comportar dois

    tpicos especficos, a saber: A medio propriamente

    dita dos servios executados e a apropriao do custo

    da respectiva execuo.

    de se observar que, no caso dos emprstimos que

    consistiram em alargamentos/rebaixamentos de cortes,

    os respectivos processos de medio foram

    devidamente abordados na Norma DNIT _____/ES -

    Cortes. Assim sendo, no presente captulo sero

    enfocados os procedimentos concernentes s intituladas

    Caixas de Emprstimos (emprstimos laterais).

    8.1 Processo de medio

    A medio dos servios levar em considerao o

    volume de material extrado e respectiva dificuldade de

    extrao, conforme o constante no Projeto de

    Engenharia e considerado e avaliado na caixa de

    emprstimo (volume in natura). Agregar, ainda, a

    distncia de transporte a ser percorrida, entre a caixa de

    emprstimo e o local de deposio, na pista ou na praa

    de depsito / reserva.

    Neste sentido, os servios aceitos de conformidade com

    a subseo 7.4 sero medidos de acordo com os

    critrios institudos em 8.1.1 a 8.1.4.

    8.1.1 A cubaco dos materiais escavados ser

    efetivada com base no apoio topogrfico e

    referncias de nvel (RNs) integrantes do Projeto

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 7

    de Engenharia. O referido apoio topogrfico,

    consubstanciado na apresentao da Rede de

    Malhas Cotadas dever ser objeto de checagens

    e dos devidos tratamentos focalizados nas

    subsees 4.2.1, 4.2.3 e 4.2.4 da Norma

    DNIT______/ES - Servios Preliminares e na

    subseo 4.7 desta Norma.

    Assim que, aps o desmatamento e limpeza da

    caixa de emprstimo, ser procedido novo

    levantamento e nivelamento de toda a base

    topogrfica, constituindo-se ento na Rede

    Primitiva a ser efetivamente adotada para efeito

    de controle geomtrico e de medio dos

    materiais escavados. O levantamento final, aps

    a utilizao da caixa de emprstimo, deve ser

    procedido dentro de adequado nvel de preciso

    e de forma solidria com os RNs que

    referenciaram o nivelamento anterior (primitivo).

    Os valores ento obtidos devem ser cotejados e

    considerados em funo do disposto no projeto

    de engenharia, em especial as indicaes

    constantes no Diagrama de Bruckner e sua

    segmentao na forma da subseo 4.2.7 na

    Norma DNIT ______/ES Servios Preliminares,

    bem como as tolerncias assumidas conforme

    preconizado na seo 7 desta Norma.

    8.1.2 No que respeita caracterizao do material a

    ser escavado, este dever ser classificado, para

    cada caixa de emprstimo isoladamente,

    considerando o constante no Projeto de

    Engenharia e o disposto na subseo 5.1 desta

    Norma.

    8.1.3 No que respeita ao transporte do material

    escavado, a distncia correspondente deve ser

    determinada, em termos de extenso axial entre

    o centro de gravidade de cada emprstimo e o

    centro de gravidade do segmento de aterro em

    construo, onde ser depositado o material. No

    caso de se tratar de deposio provisria, dever

    ser devidamente considerada a distncia

    adicional decorrente do afastamento lateral. Para

    tanto dever ser observado o preconizado no

    Manual de Implantao Bsica do DNIT e

    procedidas medidas de campo.

    Em seqncia, dever ser observado o seguinte:

    a) As distncias obtidas na forma anterior devero

    ser ento, referidas ou enquadradas nas

    correspondentes faixas de distncias de

    transporte institudas no Projeto de

    Engenharia e considerando o Quadro de

    Distribuio de Materiais para Terraplenagem

    elaborado e vinculado segmentao do

    Diagrama de Brckner, tratada na subseo

    4.2.7 da Norma DNIT _____/ES - Servios

    Preliminares.

    b) Assim, para cada emprstimo e respectivo

    grupo de categoria de materiais classificados,

    ser definido o respectivo atributo de Distncia

    de Transporte.

    c) Os pares Volume Escavado x Distncia de

    Transporte, relativos a cada uma das 2

    categorias de materiais e referentes a cada

    emprstimo devem, ento, ser distribudos, em

    funo da utilizao / destino do material.

    8.1.4 Devero ser consideradas como integrantes

    ordinrias dos processos executivos pertinentes

    aos servios focalizados nas subsees, 8.1.1 e

    8.1.2, as seguintes operaes:

    a) As operaes referentes regularizao e

    acabamento final dos taludes dos

    emprstimos, inclusive as referentes ao

    escalonamento dos taludes, quando

    ocorrente.

    b) As operaes referentes preservao

    ambiental, focalizada na seo 6 desta

    Norma.

    8.1.5 Na Memria de Clculo dos Quantitativos

    pertinentes execuo dos servios em foco, os

    pares Volume Escavado x Distncia de

    Transporte, relativos a cada uma das duas

    categorias de materiais e referentes a cada

    emprstimo, atendida a subseo 8.1.3, devero

    ser objeto de quantificao e apresentao

    explcita em separado, em funo da

    utilizao/destino do material. Neste sentido, os

    demonstrativos dos quantitativos de servios

    executados, relativamente a cada caixa de

    emprstimo, devero estar referidos ao

    estaqueamento do eixo da via em construo e

    desdobrados em trs conjuntos, na forma que se

    segue:

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 8

    a) Os volumes de materiais transportados do

    emprstimo para a plataforma em

    construo.

    b) Os volumes de materiais transportados do

    emprstimo para a praa de depsito

    provisrio / reserva.

    c) Os volumes de materiais transportados da

    praa de depsito provisrio / reserva para a

    plataforma em construo.

    NOTAS:

    Os servios pertinentes abertura dos

    caminhos de servio que se situam dentro da

    faixa da linha de off-sets devem ter seu

    demonstrativo de clculo inserido na planilha

    correspondente a Caminhos de Servio, mas

    o respectivo quantitativo de servio

    estabelecido deve ser agregado ao conjunto

    referente alnea a, definida nesta subseo

    8.1.5 desta Norma.

    O disposto no tpico anterior dever estar

    devidamente registrado nas Memrias de

    Clculo pertinentes s Especificaes em

    foco.

    O Modelo correspondente da Folha de

    Memria de Clculo, com respectivas

    instrues para elaborao, consta no

    Manual de Implantao Bsica do DNIT.

    8.2 Apropriao do custo de execuo dos servios

    Para efeito de determinao do custo unitrio dos

    servios dever ser observado o disposto nas

    subsees 8.2.1 a 8.2.5 a seguir:

    8.2.1 Os servios de escavao dos emprstimos

    tero sua unidade referida ao m, medida na

    caixa de emprstimo (in natura), considerando os

    atributos focalizados em 8.1.1, 8.1.2 e 8.1.3 e a

    respectiva apropriao engloba, inclusive, todas

    as operaes pertinentes ao definido em 8.1.4.

    8.2.2 Relativamente aos servios enquadrados nas

    alneas a e b da subseo 8.1.5 o custo

    pertinente dever compreender as etapas de

    escavao, carga e transporte do material.

    8.2.3 Relativamente aos servios enquadrados na

    alnea c da subseo 8.1.5, o custo pertinente

    dever compreender as etapas de carga e

    transporte do material.

    8.2.4 A linha metodolgica a ser ordinariamente

    adotada, bem como o elenco de valores de

    parmetros e de fatores interferentes so os

    estabelecidos no Manual de Composio de

    Custos Rodovirios do DNIT.

    8.2.5 Ante particularidades ou especificidades

    evidenciadas quando da elaborao do Projeto

    de Engenharia e relativamente aos parmetros e

    fatores interferentes, caber a adoo de valores

    diferentes do preconizado no referido Manual de

    Composio de Custos Rodovirios, sem

    prejuzo da aplicao da linha metodolgica

    mencionada,

    8.2.6 A apropriao do custo de execuo

    correspondente ser obtida de conformidade

    com os quantitativos de servios estabelecidos

    conforme 8.1.5 e mediante a aplicao dos

    respectivos custos unitrios estabelecidos na

    forma de 8.2.1 a 8.2.5.

    _________________/Anexo A (Bibliografia)

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 9

    Anexo A (Informativo)

    Bibliografia

    BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de

    Rodagem: Manual de implantao bsica. 2. ed. Rio de

    Janeiro: IPR, 1996. (IPR Publ. 696).

  • NORMA DNIT xxx/xxxxxx 10

    ndice geral

    Abstract 1

    Anexo A (Informativo) Bibliografia 9

    Apropriao do custo de

    execuo dos servios 8.2 8

    Aterros 3.4 2

    Camada final 3.7 2

    Condicionantes ambientais 6 4

    Condies de conformidade

    e no conformidade 7.4 6

    Condies especficas 5 3

    Condies gerais 4 3

    Controle da produo 7.2 6

    Controle dos insumos 7.1 6

    Corpo de aterro 3.6 2

    Critrios de medio e

    apropriao de custo de

    execuo dos servios 8 6

    Definies 3 2

    Emprstimos 3.3 2

    Equipamento em geral 3.1 2

    Equipamentos 5.2 3

    Execuo 5.3 4

    Faixa terraplenada 3.5 2

    ndice geral 10

    Inspees 7 5

    Instalaes industriais 3.2 2

    Material 5.1 3

    Objetivo 1 1

    Prefcio 1

    Processo de medio 8.1 6

    Quanto ao acabamento e

    configurao de taludes 7.3.2 6

    Quanto ao atendimento

    ambiental 7.3.3 6

    Quanto ao controle

    geomtrico 7.3.1 6

    Referncias normativas 2 2

    Resumo 1

    Sumrio 1

    Verificao do produto 7.3 6

    _________________

    DNIT//2009N

    NORMA DNIT ______- ESTerraplenagem - Emprstimos - Especificao de servio

    MINISTRIO DOS TRANSPORTESDEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTESINSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIASRodovia Presidente Dutra, km 163Centro Rodovirio VigrioAAutor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPRProcesso: 50

    DDireitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reprod

    PPalavras-Chave:

    NN total de pginasTerraplenagem, Emprstimos10

    ResumoAbstractSumrioPrefcioObjetivoReferncias normativas3 Definies3.1 Equipamento em geralMquinas, veculos, equipamentos outros e todas as unidades 3.2 Instalaes industriaisUsinas misturadoras de agregados, usinas de asfalto, usinas 3.3 Emprstimosreas indicadas no projeto, ou selecionadas, onde sero esca3.4 AterrosSegmentos de rodovia cuja implantao requer depsito de mat3.5 Faixa terraplenadaFaixa correspondente largura que vai de crista a crista do3.6 Corpo de aterroParte do aterro situado sobre o terreno natural at 0,60 m aCamada finalParte do aterro constituda de material selecionado como basCondies GeraisO processo de seleo e/ou utilizao de emprstimos, a paNeste sentido, os posicionamentos e a explorao dos emprstNo caso dos cortes em segmento em tangente alargando-se emNos cortes em segmento em curva deve ser feito no lado intOs cortes, de uma maneira geral, devem ser procedidos medianDo lado dos aterros (emprstimos laterais), deve ser feito lOs procedimentos definidos nas subsees 4.1 a 4.4 no devemAntes do incio da explorao do emprstimo, os elementos/coO apoio topogrfico pertinente a cada uma das caixas de emprNeste sentido, e em conseqncia, dever ser locada nova redCondies Especficas5.1 MateriaisOs emprstimos definidos e selecionados no projeto de engenhNeste sentido, os materiais em foco devero atender ao segui5.2 EquipamentosA escavao em emprstimos deve prever a utilizao racional5.3 ExecuoAtendidas as condies de projeto, os emprstimos tero seu A escavao ser precedida da execuo dos servios de desmaSomente aps a completa remoo desta camada estril e com aOs emprstimos em alargamento de corte devero, preferencialNo caso de caixas de emprstimos (laterais) destinados a treAinda em referncia aos emprstimos laterais, entre o bordo No caso de emprstimos definidos como alargamento de cortes,Constatada a convenincia tcnica e econmica da reserva de O acabamento dos bordos das caixas de emprstimo dever ser Durante as operaes de escavao dos emprstimos devero se medida que o emprstimo for sendo rebaixado, a inclinao No caso de acentuada interferncia com o trfego usurio e dCondicionantes ambientais6.1 Medidas condicionantes de cunho genrico, focalizadas naO atendimento plena regularidade ambiental;6.2 Medidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas 6.3 Medidas condicionantes de cunho especfico, focalizadas NOTA: Em funo de necessidades e particularidades especficInspees7.1 Controle dos insumosDever ser procedido o controle tecnolgico dos materiais, n7.2 Controle da produoDever ser verificado, para a utilizao de cada emprstimo,7.3 Verificao do produto7.3.1 Quanto ao Controle GeomtricoO controle geomtrico ser feito por meio de levantamento to7.3.2 Quanto ao Acabamento e Configurao dos TaludesSer verificado quanto efetiva observncia ao disposto nas7.3.3 Quanto ao Atendimento Ambiental7.4 Condies de conformidade e no conformidadeCritrios de medio e de apropriao do custo de execuo dConsiderando que a medio dos servios tem como uma de suas de se observar que, no caso dos emprstimos que consistira8.1 Processo de medioA medio dos servios levar em considerao o volume de maNeste sentido, os servios aceitos de conformidade com a sub8.1.1 A cubaco dos materiais escavados ser efetivada com bAssim que, aps o desmatamento e limpeza da caixa de emprOs valores ento obtidos devem ser cotejados e considerados 8.1.2 No que respeita caracterizao do material a ser esc8.1.3 No que respeita ao transporte do material escavado, a Em seqncia, dever ser observado o seguinte:As distncias obtidas na forma anterior devero ser ento, rAssim, para cada emprstimo e respectivo grupo de categoria Os pares Volume Escavado x Distncia de Transporte, relati8.1.4 Devero ser consideradas como integrantes ordinrias da\) As operaes referentes regularib\) As operaes referentes preserva8.1.5 Na Memria de Clculo dos Quantitativos pertinentes O Modelo correspondente da Folha de Memria de Clculo, com 8.2 Apropriao do custo de execuo dos serviosPara efeito de determinao do custo unitrio dos servios dOs servios de escavao dos emprstimos tero sua unidade rRelativamente aos servios enquadrados nas alneas a e bRelativamente aos servios enquadrados na alnea c da subsA linha metodolgica a ser ordinariamente adotada, bem como Ante particularidades ou especificidades evidenciadas quandoA apropriao do custo de execuo correspondente ser obtid_________________/Anexo A (Bibliografia)Anexo A (Informativo)Bibliografiandice geralAbstract 1Anexo A (Informativo) Bibliografia 9Apropriao do custo deexecuo dos servios 8.2 8Aterros 3.4 2Camada final 3.7 2Condicionantes ambientais 6 4Condies de conformidadee no conformidade 7.4 6Condies especficas 5 3Condies gerais 4 3Controle da produo 7.2 6Controle dos insumos 7.1 6Corpo de aterro 3.6 2Critrios de medio eapropriao de custo deexecuo dos servios 8 6Definies 3 2Emprstimos 3.3 2Equipamento em geral 3.1 2Equipamentos 5.2 3Execuo 5.3 4Faixa terraplenada 3.5 2ndice geral 10Inspees 7 5Instalaes industriais 3.2 2Material 5.1 3Objetivo 1 1Prefcio 1Processo de medio 8.1 6Quanto ao acabamento econfigurao de taludes 7.3.2 6Quanto ao atendimentoambiental 7.3.3 6Quanto ao controlegeomtrico 7.3.1 6Referncias normativas 2 2Resumo 1Sumrio 1Verificao do produto 7.3 6_________________

Recommended

View more >