2009 NORMA DNIT - ES 5738:2008 - Concreto Procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova. Rio de Janeiro, 2008. f) _____. NBR 5739:2009 Concreto Ensaio de

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DNIT /2009 NORMA DNIT ______- ES Pontes e viadutos rodovirios Concretos, argamassas e calda de cimento para injeo - Especificao de servio MINISTRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA GERAL DIRETORIA EXECUTIVA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 3545-4600 Autor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPR Processo: 50607.000482/2009-93 Origem: Reviso da Norma DNER ES 330/97 Aprovao pela Diretoria Colegiada do DNIT na reunio de / / . Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial. Palavras-Chave: N total de pginas Pontes, viadutos, argamassa, concretos, calda de cimento 13 Resumo Este documento define a sistemtica empregada na execuo e recebimento de concretos, argamassas e caldas de cimento para injeo na construo de pontes e viadutos rodovirios de concreto armado e de concreto protendido. So tambm apresentados os requisitos concernentes a materiais, equipamentos, execuo, inclusive plano de amostragem e de ensaios, condicionantes ambientais, controle de qualidade, condies de conformidade e no-conformidade e os critrios de medio dos servios. Abstract This document presents procedures for the execution of concretes, cement mortars and cement syrup in the construction of reinforced concrete bridges. It includes the requirements concerning materials, equipments, execution, and includes also a sampling plan and essays, environmental management, quality control, and the conditions for conformity and non-conformity and the criteria for the measurement of the performed jobs. Sumrio Prefcio ...................................................................... 1 1 Objetivo ............................................................. 1 2 Referncias normativas ..................................... 1 3 Definies ......................................................... 2 4 Condies gerais .............................................. 3 5 Condies especficas ...................................... 3 6 Condicionantes ambientais ............................... 7 7 Inspees .......................................................... 7 8 Critrios de medio ....................................... 11 Anexo A (Informativo) Bibliografia .......................... 12 ndice geral .............................................................. 13 Prefcio A presente Norma foi preparada pelo Instituto de Pesquisas Rodovirias IPR/DIREX, para servir como documento base, visando estabelecer a sistemtica empregada para os servios de execuo de concretos, argamassas e caldas de cimento para injeo, na construo de pontes e viadutos rodovirios de concreto armado e de concreto protendido. Est formatada de acordo com a Norma DNIT 001/2009 PRO, cancela e substitui a norma DNER-ES 330/97. 1 Objetivo Esta Norma tem por objetivo fixar as condies exigveis na execuo e recebimento de concretos, argamassas e caldas de cimento na construo de pontes e viadutos rodovirios de concreto armado e de concreto protendido. NORMA DNIT xxx/xxxxxx 2 2 Referncias normativas Os documentos relacionados a seguir so indispensveis aplicao desta norma. Para referncias datadas, aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias no datadas, aplicam-se as edies mais recentes do referido documento (incluindo emendas). a) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 5732:1991 - Cimento portland comum: especificao. Rio de Janeiro, 1991. b) _____. NBR 5733:1991 - Cimento portland de alta resistncia inicial: especificao. Rio de Janeiro, 1991. c) _____. NBR 5736:1991 - Cimento portland pozolnico: especificao. Rio de Janeiro, 1991. d) _____. NBR 5737:1992 - Cimento portland resistente a sulfatos: especificao. Rio de Janeiro, 1992. e) _____. NBR 5738:2008 - Concreto Procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova. Rio de Janeiro, 2008. f) _____. NBR 5739:2009 Concreto Ensaio de compresso de corpos-de-prova cilndricos. Rio de Janeiro, 2007 g) _____. NBR 6118:2007 - Projeto de estruturas de concreto: procedimento. Rio de Janeiro, 2007. h) _____. NBR 7187:2003 - Projeto de pontes de concreto armado e protendido: procedimento. Rio de Janeiro, 2003. i) _____. NBR 7211:2005 Agregado para concreto: especificao. Rio de Janeiro, 2005. j) _____. NBR 7212:1984 - Execuo de concreto dosado em central: especificao. Rio de Janeiro, 1984. k) _____. NBR 7215:1996 Cimento Portland Determinao da Resistncia compresso. l) _____. NBR 7680:2007: Concreto - extrao, preparo, ensaio e anlise de testemunhos de concreto. Rio de Janeiro, 2007. m) _____. NBR 7681:1983 - Calda de cimento para injeo: especificao. Rio de Janeiro, 1983. n) _____. NBR 7682:1983 - Calda de cimento para injeo - Determinao do ndice de fluidez. Rio de Janeiro, 1983. o) _____. NBR 7683:1983 - Calda de cimento para injeo - Determinao dos ndices de exsudao e expanso Rio de Janeiro, 1983. p) _____. NBR 7684:1983 - Calda de cimento para injeo - Determinao da resistncia compresso. Rio de Janeiro, 1983. q) _____. NBR 7685:1983 - Calda de cimento para injeo - Determinao da vida til. Rio de Janeiro, 1983. r) _____. NBR 8953:1992 - Concreto para fins estruturais classificao por grupos de resistncia: classificao. Rio de Janeiro, 1992. s) _____. NBR 9062:2006: Projeto e execuo de estruturas de concreto pr-moldado. Rio de Janeiro, 2006. t) _____. NBR 11578:1991 - Cimento portland composto: especificao. Rio de Janeiro, 1991. u) _____. NBR 11582:1991 - Cimento Portland - Determinao da expansibilidade de Le Chatelier. Rio de Janeiro, 1991. v) _____. NBR 12654:1992 - Controle tecnolgico de materiais componentes do concreto: procedimento. Rio de Janeiro, 1992. w) _____. NBR 12655:2006 - Concreto de cimento portland - Preparo, controle e recebimento. Rio de Janeiro, 2006. x) _____. NBR 12989:1993 - Cimento portland branco: especificao. Rio de Janeiro, 1993. y) _____. NBR 13116:1994 - Cimento portland de baixo calor de hidratao: especificao. Rio de Janeiro, 1994. z) _____. NBR 14931:2004 - Execuo de estruturas de concreto: procedimento. Rio de Janeiro, 2004. aa) _____. NBRNM 10:2004 - Cimento Portland - Anlise qumica - Disposies gerais. Rio de Janeiro, 2004. bb) _____. NBRNM 19:2004 - Cimento portland - Anlise qumica - Determinao de enxofre na forma de sulfeto. Rio de Janeiro, 2004. NORMA DNIT xxx/xxxxxx 3 cc) _____. NBRNM 45:2003 - Cimento portland - Determinao da pasta de consistncia normal. Rio de Janeiro, 2003. dd) _____. NBRNM 65:2003 - Cimento portland - Determinao do tempo de pega. Rio de Janeiro, 2003 ee) _____.NBRNM 67:1998 Concreto Determinao da consistncia pelo abatimento do tronco de cone. Rio de Janeiro, 1998. ff) ____.NBRNM 68:1998 Concreto Determinao da consistncia de espalhamento na mesa de Graff. Rio de Janeiro, 1998. gg) _____. NBRNM 76:1998 - Cimento portland - Determinao da finura pelo mtodo de pemeabilidade ao ar (Mtodo de Blaine). Rio de Janeiro, 1998. hh) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. DNER-PRO 277/97: Metodologia para controle estatstico de obras e servios. Rio de Janeiro: IPR, 1997. ii) _____. DNER EM 036/95 - Cimento portland recebimento e aceitao. Rio de Janeiro, 1977. jj) _____. DNER EM 037/97 Agregado grado para concreto de cimento. Rio de Janeiro, 1977. kk) _____. DNER EM 038/97 Agregado mido para concreto de cimento. Rio de Janeiro, 1977. ll) BRASIL. Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. DNIT 001/2009-PRO: Elaborao e apresentao de normas do DNIT: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004. mm)_____. DNIT 011/2004-PRO: Gesto da qualidade em obras rodovirias: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004. nn) _____. DNIT 013/2004-PRO: Requisitos para a qualidade em obras rodovirias: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004. oo) _____. DNIT 070/2006-PRO: Condicionantes ambientais das reas de uso de obras: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2006. 3 Definies Para os efeitos desta Norma, so adotadas as definies seguintes: 3.1 Concreto Material composto que consiste essencialmente de um meio contnuo aglomerante e partculas de agregados; no concreto de cimento hidrulico, o meio aglomerante formado por uma mistura de cimento hidrulico e gua. 3.2 Cimento Material finamente pulverizado que, por si s, no aglomerante, mas desenvolve propriedades ligantes como resultado da hidratao. 3.3 Agregado Material granular inerte, tal como areia, pedra britada ou escria de alto forno, usado como um meio cimentante, para formar o concreto ou argamassa de cimento hidrulico; o agregado grado tem partculas maiores que 4,8 mm e fica retido na peneira no 4, enquanto que o agregado mido tem partculas menores que 4,8 mm e fica retido na peneira no 200. A areia o agregado mido resultante da desintegrao natural e da abraso de rochas ou processamento de rochas arenosas friveis. 3.4 Argamassa Mistura de areia, cimento, gua e eventuais aditivos. 3.5 Aditivos Materiais, outros que no gua, agregados ou cimento, usados como componentes do concreto para modificar suas propriedades, tais como: aumentar sua resistncia, retardar ou acelerar a pega, acelerar ou retardar a evoluo da resistncia, incorporar ar etc. 4 Condies gerais Alm do atendimento s normas relacionadas nas Referncias Normativas, concretos, argamassas e caldas de cimento para injeo devem ser confeccionados para atender aos requisitos mnimos de durabilidade, que incluem resistncia agressividade do meio ambiente, ataques de produtos qumicos, abraso e demais processos de deteriorao; o concreto dito durvel deve manter suas condies originais, sua qualidade e estar em plena capacidade de utilizao em toda sua longa vida til. 5 Condies especficas 5.1 Material 5.1.1 Cimento Os cimentos devem satisfazer s especificaes brasileiras, podendo ser de qualquer tipo e classe, desde NORMA DNIT xxx/xxxxxx 4 que o projeto no prefira ou faa restrio a este ou aquele. Nos concretos, argamassas e caldas em contato com armaduras de protenso, o cimento empregado no poder apresentar teor de enxofre sob a forma de sulfeto superior a 0,2%. Nos cimentos empregados, exigir a apresentao do certificado de qualidade. Todo cimento deve ser guardado em local seco e abrigado de agentes nocivos e no deve ser transportado em dias midos. O cimento pode ser armazenado em sacos de 50 kg ou em silos, quando entregue a granel e para cimento de uma nica procedncia. O perodo de armazenamento no pode comprometer a sua qualidade. Exceto em clima muito seco, deve ser verificado, antes da utilizao, se o cimento ainda atende s Especificaes. Devem ainda atender Norma DNER-EM 036/95. 5.1.2 Agregados Os agregados devem constituir-se de materiais granulosos e inertes, substncias minerais naturais ou artificiais, britados ou no, durveis e resistentes, com dimenses mximas caractersticas e formas adequadas ao concreto ou argamassa a produzir. Devem ser armazenados separadamente, isolados do terreno natural, em assoalho de madeira ou camada de concreto, de forma a permitir o escoamento dgua. No devem conter substncias nocivas que prejudiquem a pega ou o endurecimento do concreto, ou minerais deletrios que provoquem expanses em contato com a umidade e com determinados elementos qumicos. Devem atender s Normas DNER-EM 037/97 e DNER-EM 038/97. Os agregados podem ser: a) Agregados midos So normalmente constitudos por areia natural quartzoza, de dimenso mxima caracterstica igual ou inferior a 4,8 mm. Devem ser bem graduados, so recomendadas as areias mdias que no apresentem substncias nocivas, como torres de argila, materiais orgnicos, cloretos etc. Somente admitido, aps estudos em laboratrios, o emprego de agregados midos provenientes de rocha sadia. b) Agregados grados Devem apresentar dimenso mxima caracterstica entre 4,8 mm e 50 mm e ser naturais (cascalhos ou seixos rolados, britados ou no) ou artificiais (pedras britadas, argilas expandidas, etc). No devem apresentar substncias nocivas, como materiais pulverulentos, torres de argila, matria orgnica, etc. O agregado grado constitudo pelas partculas de diversas graduaes, nas propores indicadas nos traos do concreto e armazenado separadamente, em funo destas graduaes. 5.1.3 Pedra de mo A pedra de mo para concreto ciclpico, de granito ou outra rocha estvel, deve ter qualidade idntica exigida para a pedra britada empregada na confeco do concreto. Deve ser limpa e isenta de incrustaes nocivas e sua mxima dimenso, no inferior a 30 cm, nem superior a 1/4 da mnima dimenso do elemento a ser construdo. 5.1.4 gua A gua para a preparao do concreto e da argamassa no deve conter ingredientes nocivos em quantidades que afetem o concreto fresco ou endurecido, ou reduzir a proteo das armaduras contra a corroso. Deve ser razoavelmente clara e isenta de leo, cidos, lcalis, matria orgnica etc. e obedecer exigncia da subseo 7.1.3 desta Norma. Guardada em caixas estanques e tampadas, de modo a evitar contaminao por substncias estranhas. 5.1.5 Aditivos A utilizao de aditivos deve implicar no perfeito conhecimento de sua composio e propriedades, efeitos no concreto e armaduras, sua dosagem tpica, possveis efeitos de dosagens diferentes, contedo de cloretos, prazo de validade e condies de armazenamento. Somente devem ser usados aditivos expressamente previstos no projeto ou nos estudos de dosagem de concretos empregados na obra, realizados em laboratrio e aprovados pela autoridade competente. Para o concreto protendido, os aditivos que contenham cloreto de clcio ou quaisquer outros halogenetos so rigorosamente proibidos. No devem conter ainda NORMA DNIT xxx/xxxxxx 5 ingredientes que possam provocar a corroso do ao; as mesmas recomendaes valem para a calda de injeo. 5.1.6 Adies As adies no podero ser nocivas ao concreto e argamassa e devero ser compatveis com os demais componentes da mistura. 5.2 Equipamento A natureza, capacidade e quantidade do equipamento a ser utilizado dependero do tipo e dimenses do servio a executar. Para os concretos preparados na obra, pode ser utilizada betoneira estacionria de, no mnimo, 320 litros com dosador de gua, central de concreto ou caminho betoneira. Para o lanamento podem ser utilizados carrinhos-caambas, caambas, bombas etc. 5.3 Execuo 5.3.1 Concreto a) Classificao O concreto pode ser classificado, quanto a sua densidade: como concreto normal, com massa especfica entre 2000 e 2800 kg/m3; como concreto leve, cuja massa especfica no ultrapassa 2000 kg/m3; e como concreto pesado com massa especfica maior que 2800 kg/m3. O concreto deve apresentar uma consistncia compatvel com os equipamentos disponveis na obra, para que, depois de endurecido, se torne um material homogneo e compacto. b) Dosagem Os concretos para fins estruturais devem ser dosados, racional e experimentalmente, a partir da resistncia caracterstica compresso estabelecida no projeto, do tipo de controle do concreto, da trabalhabilidade adequada ao processo de lanamento empregado e das caractersticas fsicas e qumicas dos materiais componentes. O clculo da dosagem deve ser refeito cada vez que prevista uma mudana de marca, tipo ou classe de cimento, na procedncia e qualidade dos agregados e demais materiais e quando no obtida a resistncia desejada. Os concretos so classificados conforme a resistncia caracterstica compresso (fck) em grupos I e II e, dentro dos grupos, em classes, sendo o grupo I, subdividido em nove classes, do C10 ao C50 e o grupo II em quatro classes (C55, C60, C70 e C80). Somente o trao do concreto da classe C10, com consumo mnimo de 300 kg de cimento por metro cbico, pode ser estabelecido empiricamente. So consideradas tambm, para a dosagem dos concretos, condies peculiares, como: permeabilidade, resistncia ao desgaste, ao de guas agressivas, aspecto das superfcies, condies de lanamento etc. A resistncia de dosagem do concreto funo dos critrios utilizados para a definio da sua resistncia caracterstica, atravs do desvio padro das amostras, dependendo do controle tecnolgico dos materiais na obra, e classificada de acordo com as condies apresentadas na tabela seguinte: (1) corrigido pela estimativa ou clculo da umidade dos agregados. (2) volume do agregado mido, corrigido atravs da curva de inchamento e umidade, determinada em pelo menos trs vezes no mesmo turno de servio. (3) umidade da areia medida no canteiro, em balanas aferidas para permitir a rpida converso de massa para volume de agregados. Condies Classe de Resistncia Cimento gua Agregados C C10 a C15 Massa Volume (1) Volume B C10 a C20 Massa Volume, com dispositivo dosador (1) Volume (2) C10 a C25 Massa Volume, com dispositivo dosador (1) Massa combinada com volume (3) A C10 a C80 Massa Massa (1) Massa NORMA DNIT xxx/xxxxxx 6 c) Preparo Para os concretos executados no canteiro, antes do incio da concretagem deve ser preparada uma amassada de concreto, para comprovao e eventual ajuste do trao definido no estudo de dosagem. O preparo do concreto destinado s estruturas dever ser mecnico, em pequenos volumes nas obras de pequena importncia, no podendo ser aumentada, em hiptese alguma, a quantidade de gua prevista para o trao. Os sacos de cimento rasgados, parcialmente usados, ou com cimento endurecido, so rejeitados. Os componentes do concreto, medidos de acordo com o item anterior, devem ser misturados at formar uma massa homognea. O tempo mnimo de mistura em betoneira estacionria de 60 segundos, aumentado em 15 segundos para cada metro cbico de capacidade nominal da betoneira, ou conforme especificao do fabricante. Para central de concreto e caminho betoneira deve ser atendida a ABNT NBR-7212:1984. Aps a descarga no podero ficar retidos nas paredes do misturador volumes superiores a 5% do volume nominal. Quando o concreto for preparado por empresa de servios de concretagem, a central dever assumir a responsabilidade por este servio e cumprir as prescries relativas s etapas de execuo do concreto (ABNT NBR-12655:2006), bem como as disposies da ABNT NBR-7212:1984. O concreto dever ser preparado somente nas quantidades destinadas ao uso imediato. No ser permitida a remistura do concreto parcialmente endurecido. d) Transporte Quando a mistura for preparada fora do local da obra, o concreto deve ser transportado em caminhes betoneiras, no podendo haver segregao durante o transporte, nem apresentar temperaturas fora da faixa de 5C a 30CA velocidade do tambor giratrio no deve ser menor que duas nem maior que seis rotaes por minuto. Qualquer motivo provvel da acelerao da pega deve acelerar o perodo completo de descarregamento, ou devero ser empregados aditivos retardadores da pega. O intervalo entre as entregas deve ser tal que no permita o endurecimento parcial do concreto j colocado, no excedendo a 30 minutos. O intervalo entre a colocao de gua no tambor e a descarga final do concreto da betoneira nas frmas no deve exceder o tempo de incio de pega do cimento, devendo a mistura ser revolvida de modo contnuo para que o concreto no fique em repouso antes do seu lanamento, por tempo superior a 30 minutos. No transporte horizontal devem ser empregados carros especiais providos de rodas de pneus e evitado o uso de carros com rodas macias, de ferro ou carrinhos comuns. e) Lanamento O lanamento do concreto s pode ser iniciado aps o conhecimento dos resultados dos ensaios da dosagem, verificao da posio exata da armadura, limpeza das frmas, que, quando de madeira, devem estar suficientemente molhadas, e do interior removidos os cavacos de madeira, serragem e demais resduos de operaes de carpintaria. Devem ser tomadas precaues para no haver excesso de gua no local de lanamento, o que pode ocasionar a possibilidade do concreto fresco vir a ser lavado. No so permitidos lanamentos do concreto de uma altura superior a 2 m, ou acmulo de grande quantidade em um ponto qualquer e posterior deslocamento ao longo das frmas. Na concretagem de colunas ou peas altas, o concreto deve ser introduzido por janelas abertas nas frmas, e fechadas medida que a concretagem avanar. Dispositivos tais como calhas, tubos ou canaletas podem ser usados como auxiliares no lanamento do concreto, dispostos de modo a no provocar segregao,devendo ser mantidos limpos e isentos de camada de concreto endurecido e preferencialmente, executados ou revestidos com chapas metlicas. O concreto somente pode ser colocado sob gua quando sua mistura possuir excesso de cimento NORMA DNIT xxx/xxxxxx 7 de 20% em peso. Em hiptese alguma ser empregado concreto submerso com consumo de cimento inferior a 350 kg/m. Para evitar segregao, o concreto deve ser cuidadosamente colocado na posio final em uma massa compacta, por meio de funil ou de caamba fechada, de fundo mvel, e no perturbado depois de ser depositado. Cuidados especiais devem ser tomados para manter a gua parada no local de depsito. O concreto no deve ser colocado diretamente em contato com a gua corrente. Quando usado funil, este deve consistir de um tubo de mais de 25 cm de dimetro, construdo em sees acopladas umas s outras, por flanges providas de gaxetas. O modo de operar deve permitir movimento livre da extremidade de descarga e seu abaixamento rpido, quando necessrio, para estrangular ou retardar o fluxo. O enchimento deve processar-se por mtodo que evite a lavagem do concreto. O terminal deve estar sempre dentro da massa do concreto e o tubo conter suficiente quantidade de concreto para no haver penetrao de gua. O fluxo do concreto deve ser contnuo e regulado de modo a obter camadas aproximadamente horizontais, at o trmino da concretagem. Quando o concreto for colocado com caamba de fundo mvel, esta deve ter capacidade superior a meio metro cbico (0,50 m). Baixar a caamba, gradual e cuidadosamente, at apoi-la na fundao preparada ou no concreto j colocado; elev-la muito vagarosamente durante o percurso de descarga. Pretende-se, com isto, manter a gua to parada quanto possvel no ponto de descarga e evitar agitao da mistura. f) Adensamento O concreto deve ser bem adensado dentro das frmas, mecanicamente; usar vibradores, que podero ser internos, externos ou superficiais, com freqncia mnima de 3000 impulsos por minuto. O nmero de vibradores deve permitir adensar completamente, no tempo adequado, todo o volume de concreto a ser colocado. Somente permitido o adensamento manual em caso de interrupo no fornecimento de fora motriz, e pelo mnimo perodo indispensvel ao trmino da moldagem da pea em execuo, com acrscimo de 10% de cimento, sem aumento da gua de amassamento. Normalmente devem ser utilizados vibradores de imerso internos; os externos, apenas quando as dimenses das peas no permitirem insero do vibrador, ou junto com os internos, quando se desejar uma superfcie de melhor aparncia; e os vibradores superficiais, em lajes e pavimentos. O vibrador de imerso deve ser empregado na posio vertical, evitando-se o contato demorado com as paredes das frmas ou com a armao, bem como a permanncia demasiada em um mesmo ponto. No permitido o uso do vibrador para provocar o deslocamento horizontal do concreto nas frmas. O afastamento de dois pontos contguos de imerso do vibrador deve ser de, no mnimo, 30 cm. Poder, ainda, ser utilizado o concreto auto-adensvel. g) Cura do concreto Para atingir sua resistncia total, o concreto deve ser curado e protegido eficientemente da chuva e contra a evaporao ocasionada pelo sol e vento. A cura deve continuar durante um perodo mnimo de sete dias aps o lanamento, caso no existam indicaes em contrrio. Para o concreto protendido, a cura dever prosseguir at que todos os cabos estejam protendidos. Sendo usado cimento de alta resistncia inicial, esse perodo pode ser reduzido. A gua para a cura deve ser da mesma qualidade usada para a mistura do concreto. Podem ser utilizados, principalmente, os mtodos de manuteno das frmas, cobertura com filmes plsticos, colocao de coberturas midas, asperso de gua ou aplicao de produtos especiais que formem membranas protetoras. h) Juntas de concretagem As juntas de concretagem devem obedecer, rigorosamente, ao disposto no Plano de Concretagem, integrante do projeto. O nmero de juntas de concretagem deve ser o menor possvel. 5.3.2 Concreto ciclpico ou concreto simples Onde for necessrio o emprego de concreto ciclpico, adicionar concreto, preparado como mencionado na subseo 5.3.1, com volume de at 30% de pedras de NORMA DNIT xxx/xxxxxx 8 mo, lavadas, saturadas com gua e envolvidas com 5 cm, no mnimo, de concreto. Nenhum concreto a ser empregado em concreto ciclpico deve ter resistncia caracterstica compresso (fck) inferior a 12 MPa . 5.3.3 Argamassa As argamassas sero preparadas em betoneiras. Sendo permitida a mistura manual, a areia e o cimento devem ser misturados a seco at obter-se colorao uniforme, quando, ento, adicionada a gua necessria para a obteno da argamassa de boa consistncia, para manuseio e espalhamento fceis com a colher de pedreiro. A argamassa no empregada em 45 minutos aps a preparao deve ser rejeitada e no deve ser permitido seu aproveitamento, mesmo com adio de mais cimento. As argamassas destinadas ao nivelamento das faces superiores dos pilares e preparo do bero dos aparelhos de apoio devem ter resistncia caracterstica compresso de 25 MPa. 5.3.4 Calda de cimento para injeo Produto da mistura conveniente de cimento, gua e, eventualmente, de aditivos, para preenchimento de bainhas ou dutos de armadura de protenso de peas de concreto protendido, a fim de proteger a armadura contra a corroso e garantir a aderncia posterior ao concreto da pea. Recomenda-se a injeo at, no mximo, oito dias aps a protenso dos cabos. O cimento utilizado deve ser o cimento Portland comum, ou outro tipo de cimento que satisfaa s seguintes exigncias: a) teor de cloro proveniente de cloreto: mximo igual a 0,10%; b) teor de enxofre proveniente de sulfetos (ABNT NBRNM 19): mximo igual a 0,20%. A gua pode ser considerada satisfatria se atender ao constante da seo 7.1.3 desta Norma. No so permitidos aditivos que contenham halogenetos ou reatores ao material de calda e deteriorem ou ataquem o ao. O fator gua/cimento no deve ser superior a 0,45 em massa. 6 Condicionantes ambientais Os diversos tipos de escoramentos agridem, diferentemente, o meio ambiente; necessrio o atendimento das Condicionantes ambientais das reas de uso de obras Procedimento, Norma DNIT 070/2006 PRO e de algumas prescries resumidas a seguir, para minimizar e corrigir estas agresses. 7 Inspees 7.1 Controle do material A ABNT NBR 12654:1992 fixa as condies exigveis para realizao do controle tecnolgico dos materiais componentes do concreto. 7.1.1 Cimentos Os ensaios de cimento devem ser feitos em laboratrio, de acordo com as normas ABNT NBRNM 10:2004 (quando necessrio) e as ABNT NBR 7215:1996, ABNT NBRNM 76:1998, ABNT NBRNM 43:2003, ABNT NBRNM 65:2003 e ABNT NBR 11582:1991; desnecessria a realizao freqente de ensaios se existir garantia de homogeneidade de produo para determinada marca de cimento. O peso do saco de cimento deve ser verificado para cada 50 sacos fornecidos, com tolerncia de 2%. 7.1.2 Agregados mido e grado Devem obedecer Norma ABNT NBR 7211:2005. 7.1.3 gua O controle da gua deve ser feito, desde que apresente aspecto ou procedncia duvidosa. Para utilizao em concreto armado ou protendido considerada satisfatria se apresentar pH entre 5,8 e 8,0 e respeitar os seguintes limites mximos: a) matria orgnica: 3 mg/l (oxignio consumido); b) resduo slido: 5000 mg/l; c) sulfatos: 300 mg/l (ions SO4); d) cloretos: 500 mg/l (ions Cl) e) acar: 500 mg/l. Para casos especiais considerar outras substncias prejudiciais. O gelo a ser utilizado, quando necessrio para resfriamento, da mistura (concreto ou calda de cimento) deve obedecer aos requisitos acima. NORMA DNIT xxx/xxxxxx 9 7.2 Controle da Execuo 7.2.1 Concreto De acordo com a Norma ABNT NBR 12655:2006, para a garantia da qualidade do concreto a empregar na obra, para cada tipo e classe de concreto, devem ser realizados os ensaios de controle adiante relacionados, alm de outros recomendados em projetos especficos: a) ensaios de consistncia, de acordo com a ABNT NBRNM 67:1998 e/ou ABNT NBRNM 68:1998 (para concreto auto-adensvel), sempre que ocorrerem alteraes na umidade dos agregados, na primeira amassada do dia, aps o reincio, seguido de interrupo igual ou superior a 2 horas, na troca de operadores e cada vez que forem moldados corpos de prova. Para concreto fornecido por terceiros devem ser realizados ensaios a cada caminho; b) ensaios de resistncia compresso, de acordo com a ABNT NBR 5739:2009, para aceitao ou rejeio dos lotes. A consistncia do concreto deve atender aos valores estipulados nos mtodos de ensaio. Caso no os atenda na primeira amostra, repetir nova amostragem; se persistir, provavelmente no apresenta a necessria plasticidade e coeso. Verificar a causa e corrigir antes da utilizao, com exceo para os concretos cuja plasticidade excedam os limites dos mtodos de ensaio, como o concreto bombeado. A amostragem mnima do concreto para ensaios de resistncia compresso deve ser feita dividindo-se a estrutura em lotes. Cada lote corresponder a um elemento estrutural, limitado pelos critrios da tabela adaptada da ABNT NBR 12655:2005, apresentada a seguir: De cada lote retirar uma amostra de, no mnimo, seis exemplares, para os concretos at a classe C50, e doze exemplares para as classes superiores a C50. Cada exemplar constitudo por dois corpos de prova da mesma amassada, para cada idade do rompimento, moldados no mesmo ato. A resistncia do exemplar de cada idade considerada a maior dos dois valores obtidos no ensaio. O volume de concreto, para a moldagem de cada exemplar e determinao da consistncia, deve ser de 1,5 vezes o volume necessrio para estes ensaios, e nunca menor que 30 litros. A coleta deste concreto em betoneiras estacionrias deve ocorrer enquanto o concreto est sendo descarregado, representando o tero mdio da mistura. Caso contrrio, deve ser tomada imediatamente aps a descarga, retirada de trs locais diferentes, evitando-se os bordos. Homogeneizar o concreto sobre o recipiente com o auxlio de colher de pedreiro, concha metlica ou p. A coleta deste concreto em caminho betoneira deve ocorrer enquanto o concreto est sendo descarregado e obtida em duas ou mais pores, do tero mdio da mistura. Para o concreto bombeado, a coleta deve ser feita em uma s poro, colocando-se o recipiente sob o fluxo de concreto na sada da tubulao, evitando-se o incio e o fim do bombeamento. 7.2.2 Concreto ciclpico O concreto empregado em concreto ciclpico deve ser submetido ao controle especificado nas subsees 7.1 e 7.2.1. 7.2.3 Argamassa As argamassas devem ser controladas atravs dos ensaios de qualidade de gua e de areia. 7.2.4 Calda de Cimento para Injeo Os materiais sero medidos com preciso de 2%, sendo o cimento medido em massa. Alm do controle estabelecido, com antecedncia e em separado, para a gua e o cimento, devem ser realizados os seguintes ensaios para a calda, de acordo com a Norma ABNT NBR 7681:1983: Limites superiores Solicitao principal dos elementos da estrutura Compresso ou Compresso e Flexo Flexo Simples Volume de concreto 50m 100m Tempo de concretagem 3 dias de concretagem (1) (1) Este perodo deve estar compreendido no prazo total mximo de sete dias e inclui eventuais interrupes para tratamento de juntas. NORMA DNIT xxx/xxxxxx 10 Ensaio Mtodo Frequncia e local da amostragem Limites admitidos Fluidez NBR 7682:1983 Em cada cabo, uma vez na entrada e quantas forem necessrias na sada da bainha. Imediatamente antes da injeo: mximo de 18 segundos. Na sada da bainha: mnimo de 8 segundos. Vida til NBR 7685:1983 Uma vez para a mesma composio e condio de mistura, no recipiente da estocagem. ndice de fluidez maior que 18 segundos, durante o perodo de 30 minutos, aps a concluso da mistura. Exsudao NBR 7683:1983 Uma vez no incio do primeiro dia de trabalho, repetindo-se no mximo, a cada 100 sacos de cimento consumidos por frente de trabalho e/ou a cada duas semanas; e a cada vez que mudar a composio e/ou condio de mistura e/ou materiais 3 horas aps a mistura, a gua exsudada mxima de 2% do volume inicial da calda. Expanso NBR 7683:1983 Quando empregados aditivos expansores, 3 horas aps a mistura, expanso total livre mxima 7% do volume inicial da calda. A calda deve ser injetada em um tempo tal que, no mnimo, 70% da expanso total livre ocorra dentro da bainha. Resistncia compresso NBR 7684:1983 fck28 a 25 MPa. 7.3 Controle estatstico 7.3.1 Concreto O controle pode ser feito por amostragem parcial, quando so retirados exemplares de algumas betonadas de concreto, atendidas as limitaes j constantes subseo 7.2.1, ou por amostragem total, quando so retirados exemplares de todas as amassadas de concreto e o valor estimado da resistncia caracterstica compresso (fckest), na idade especfica, obtido conforme tabela seguinte: Sendo: n = nmero de exemplares m = n/2, desprezando-se o valor mais alto de n, se n for impar f1, f2, ....fm = valores das resistncias dos exemplares, em ordem crescente 6 = valores constantes da tabela Valores de 6 fcm = resistncia mdia dos exemplares do lote, em MPa Sd = desvio padro do lote para n - 1 resultados, em MPa i = 0,05n, adotando-se a parte inteira imediatamente superior, para o valor de i fracionrio. No incio da obra ou quando no se conhecer o valor do desvio padro Sd considerar os seguintes Valores para Sd de acordo com a condio de preparo: Condio A: Sd = 4,0 MPa Condio B: Sd = 5,5 MPa Condio C: Sd = 7,0 MPaResistncia Caracterstica Estimada fck est Amostragem parcial Amostragem total 6 n < 20 n 20 n 20 n > 20 fmmfmff++11...212Se maior que 6 f1 fcm - 1,655Sd f 1 f i NORMA DNIT xxx/xxxxxx 11 VALORES DE 6 Condio de Preparo Nmero de Exemplares (n) 2 3 4 5 6 7 8 10 12 14 16 A 0,82 0,86 0,89 0,91 0,92 0,94 0,95 0,97 0,99 1,00 1,02 B ou C 0,75 0,80 0,84 0,87 0,89 0,91 0,93 0,96 0,98 1,00 1,02 Em casos excepcionais, em lotes correspondentes a no mximo 10m, com nmero de exemplares entre 2 e 5: fckest = 6 f1. 7.3.2 Calda de Cimento O controle da calda de cimento deve ser realizado antes da injeo, inclusive o referente resistncia compresso. 7.4 Condies de conformidade e no-conformidade Todos os ensaios de controle e verificaes dos insumos da produo e do produto sero realizados de acordo com o Plano da Qualidade (PGQ), a ser elaborado pelo executante e aprovado pelo DNIT antes da assinatura do contrato, conforme norma DNIT 011/2004-PRO; devendo atender s condies gerais e especficas das sees 4 e 5 desta Norma, respectivamente. Os resultados do controle estatstico, (ver Norma DNER PRO 277/97) sero analisados e registrados em relatrios peridicos de acompanhamento de acordo com a Norma DNIT 011/2004-PRO, que estabelece os procedimentos para o tratamento das no-conformidades dos insumos, da produo e do produto. Os servios que no atenderem s condies estabelecidas nos itens anteriores sero rejeitados, devendo ser corrigidos, complementados ou refeitos. Os lotes de concreto sero aceitos automaticamente, quando atingirem a idade de controle: fckest fck Os servios rejeitados devero ser corrigidos, complementados ou refeitos. 8 Critrios de Medio Os materiais considerados conformes de acordo com esta Norma sero medidos pelos critrios a seguir. 8.1 Concreto O concreto simples, armado, protendido ou ciclpico, ser medido por metro cbico de concreto lanado no local, cujo volume calculado em funo das dimenses indicadas no projeto ou, quando no houver indicao no projeto, pelo volume medido no local de lanamento. Inclui o fornecimento dos materiais, preparo, mo-de-obra, utilizao de equipamento, ferramentas, transportes, lanamento, adensamento, cura, controle e qualquer outro servio necessrio a concretagem. 8.2 Argamassa A argamassa ser medida por metro cbico aplicado, em funo das dimenses indicadas no projeto. No caber a medio em separado quando se tratar de alvenaria de pedra argamassada. 8.3 Calda de Cimento para injeo Ser medida em conjunto com a protenso. _________________/Anexo A NORMA DNIT xxx/xxxxxx 12 Anexo A (Informativo) Bibliografia a) AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. Manual of Concrete Practice, Detroit, 2007. b) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem DNER: Manual de Construo de Obras-de-Arte Especiais. Rio de Janeiro: IPR, 1995. c) Pfeil. Walter Concreto Armado, Rio de Janeiro: Livros Tcnicos e Cientficos, 1984. d) _____. Concreto Protendido, Rio de Janeiro: Livros Tcnicos e Cientficos, 1983. e) Raina, V. K. Concrete Bridges: inspection, repaair, streenghthening, testing and load capacity evaluation. New York: McGraw-Hill, 1996. _________________/ndice geral NORMA DNIT xxx/xxxxxx 13 ndice geralAbstract ................................. 1 Aceitao e rejeio 7.4 ............................ 10 Adies 5.1.6 ......................... 4 Aditivos 3.5 ............................ 3 Aditivos 5.1.5 ......................... 4 Agregado mido e grado 7.1.2 ......................... 8 Agregado 3.3 ............................ 2 Agregados grados ................................. 3 Agregados midos ................................. 3 Agregados 5.1.2 ......................... 3 gua 5.1.4 ......................... 4 gua 7.1.3 ......................... 8 Argamassa 3.4 ............................ 3 Argamassa 5.3.3 ......................... 7 Argamassa 8.2 ............................ 10 Calda de cimento para injeo 5.3.4, 7.2.3 ............... 7, 9 Calda de cimento 7.3.2 ......................... 10 Calda de cimento 8.3 ............................ 10 Cimento 3.2 ............................ 2 Cimento 5.1.1 ......................... 3 Cimentos 7.1.1 ......................... 7 Concreto 5.3.1 ......................... 4 Concreto ciclpico ou concreto simples 5.3.2 ......................... 7 Concreto ciclpico 7.2.2 ........................ 9 Concreto 3.1 ........................... 2 Concreto 7.2.1 ........................ 8 Concreto 7.3.1 ........................ 9 Concreto 8.1 ........................... 10 Condies especficas 5 .............................. 3 Condies gerais 4 .............................. 3 Controle do material 7.1 ........................... 7 Controle estatstico 7.2 ........................... 8 Controle estatstico 7.3 ........................... 9 Critrios de medio 8 .............................. 10 Definies 3 .............................. 2 Equipamento 5.2 ........................... 4 Execuo 5.3 ........................... 4 Inspees 7 .............................. 7 Manejo ambiental 6 .............................. 7 Material 5.1 ........................... 3 Objetivo 1 .............................. 1 Pedra de mo 5.1.3 ........................ 3 Prefcio ................................ 1 Referncias normativas 2 .............................. 1 Resumo ................................ 1 Sumrio ................................ 1 _________________

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