04 as cartas s sete igrejas

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    17-Dec-2014

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  • 1. AS CARTAS S SETE IGREJASI. TEXTO BSICO: Apocalipse 2 e 3II. O MODELO DAS CARTAS A. O Destinatrio 1. Sempre o anjo ou guia da igreja Angelos que envia, um mensageiro, um anjo Angelo dizer, anunciar Anglia uma mensagem, doutrina ou preceito 2. Deus fala ao Seu povo por meio de mensageiros Moiss x. 4:12-16 Isaias Isa. 6:8, 9 Jeremias Jer. 1:7-9 Ezequiel Ezeq. 1:3; 2:1-7 Ageu Ageu 1:1 B. O Autor Divino 1. Alguns caractersticos apropriados 2. A dupla obra de Cristo como Sumo Sacerdote a. Representar o povo diante de Deus b. Representar Deus diante do povo 3. O contnuo servio de Cristo C. Mensagem de Louvor e Reconhecimento 1. Deus reconhece e considera os mritos do Seu povo Sal. 1:6; 7:18; Atos 13:22
  • 2. As Cartas s Sete Igrejas 2 "Nada neste mundo to caro ao corao de Deus como Sua igreja." PR., 590 "Fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja o nico objetosobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema ateno. ocenrio de Sua graa, na qual Se deleita em revelar Seu poder detransformar coraes." AA., 12. "A igreja muito preciosa aos olhos de Deus. Ele no a avalia porsuas prerrogativas exteriores, mas pela sincera piedade que a distingue domundo. Estima-a segundo o crescimento de Cristo, segundo o progresso naexperincia espiritual." PJ., 298. D. Mensagem de Reprovao e Condenao 1. Deus reconhece completamente e como simpatia a debilidade do Seu povo Sal. 103:8-14 impossvel escapar observao dAquele que diz Eu sei as tuasobras, por menor que seja o detalhe de nossa conduta. As profundezas secada corao esto abertas inspeo de Deus. Cada ao, cada intento,cada palavra, como que distintivamente anotada como se houvessesomente um indivduo em todo o universo, como se toda a vigilncia eescrutnio de Deus fossem aplicados ao seu procedimento. 5 T. 627. 2. A razo das reprovaes e correes de Deus Prov. 3:11, 12 "Com infatigvel desvelo e ininterrupta vigilncia, observa para ver se aluz de qualquer de Suas sentinelas est bruxuleando ou se extinguindo. Seos castiais fossem deixados ao cuidado meramente humano, sua tremulachama enlanguesceria e morreria; mas Ele o verdadeiro vigia da Casa doSenhor, o verdadeiro guarda dos trios do templo. Seu assduo cuidado egraa mantenedora so a fonte de vida e luz." AA., 585, 586. 3. As mensagens de reprovao de Deus sempre so acompanhadas com mensagens de amor "Ao tempo em que foi dada esta revelao a Joo, muitos haviamperdido seu primeiro amor da verdade evanglica. Mas em Sua misericrdiaDeus no permitiu que a igreja continuasse em estado de apostasia. Numamensagem de infinita ternura Ele revelou Seu amor por eles.
  • 3. As Cartas s Sete Igrejas 3 A igreja era defeituosa, e necessitava de severa reprovao eadvertncia; e Joo foi inspirado a registrar mensagens de advertncia ereprovao e a apelar aos que, tendo perdido de vista os princpiosfundamentais do evangelho, estavam pondo em perigo sua esperana desalvao. Mas as palavras de repreenso que Deus acha necessrio enviarso ditas sempre em cativante amor, e com a promessa de paz a cadacrente contrito. AA., 587. E. Mensagens de Conselho e Exortao 1. O supremo valor do conselho de Deus Prov. 3:1, 2; 4:10-13, 20-22 2. As bnos de Deus ao homem por permanecer em Suas promessas 3. As promessas restringem-se ao vencedor III. A NECESSIDADE DA IGREJA DAS SETE CARTAS A. Vida e vigor espirituais B. Declnio espiritual C. Perodo de atividade missionria D. Frieza e satisfao prpria E. Perodo de crescente apostasia F. Confuso e desnimo "Ao tempo em que foi dada esta revelao a Joo, muitos haviamperdido seu primeiro amor da verdade evanglica. Mas em Sua misericrdiaDeus no permitiu que a igreja continuasse em estado de apostasia. Numamensagem de infinita ternura Ele revelou Seu amor por eles, e Seu desejode que fizessem segura obra para a eternidade. ... "A igreja era defeituosa, e necessitava de severa reprovao eadvertncia; e Joo foi inspirado a registrar mensagens de advertncia ereprovao e a apelar aos que, tendo perdido de vista os princpiosfundamentais do evangelho, estavam pondo em perigo sua esperana desalvao. Mas as palavras de repreenso que Deus acha necessrio enviar
  • 4. As Cartas s Sete Igrejas 4so ditas sempre em cativante amor, e com a promessa de paz a cadacrente contrito. ... "E aos que em meio ao conflito mantivessem sua f em Deus, foramdadas ao profeta as palavras de louvor e promessa: "Eu sei as tuas obras;eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ningum a pode fechar; tendopouca fora, guardaste a Minha palavra, e no negaste o Meu nome." AA.,587-588. IV. A APLICAO DAS SETE MENSAGENS A natureza da viso em que Joo recebeu estas epstolas tornaclaro que elas no se limitam somente a estas sete igrejas, mas que nelasdevemos contemplar a igreja toda. ... Estas sete igrejas, ento, alm de serem literais e histricas,representam todo o corpo da cristandade, em todos os perodos de suahistria. ... Em primeiro lugar, as sete igrejas representam sete fases ouperodos na histria da Igreja, que se estendem dos tempos apostlicos Segunda vinda de Cristo, e cujos caractersticos so apresentadosparcialmente nos nomes destas igrejas, mas mais completamente nascartas que lhes so enviadas. Houve o perodo de feso um perodo decalor, amor e trabalho por Jesus, aplicado diretamente ao tempo dosapstolos, em que comeou a queda do dever pelo esfriamento gradualdo amor de alguns, as falsas profisses de outros, e a renda de exaltaesindevidas do clero e oficiais da igreja. Veio, ento, o perodo de Esmirna a era do martrio e do cheiro suave a Deus, da fidelidade at morte,marcado, entretanto, com o desenvolvimento de outros desvios noestabelecimento de normas e regulamentos, liberdade s propensesjudaizantes e os conseqentes afastamentos da verdadeira simplicidadedo Evangelho. Seguiu, ento, o perodo de Prgamo, no qual averdadeira f desaparecia cada vez mais do cenrio; o clericalismogradualmente se organizava num sistema; a igreja se unia ao mundo eBabilnia comeava a assomar s alturas. Veio, ento, o perodo de
  • 5. As Cartas s Sete Igrejas 5Tiatira a era da prpura, da glria do sacerdcio corrompido, eescurido da verdade; a era efeminada e do domnio clerical, ao usurpara igreja o lugar de Cristo, e em que as testemunhas de Jesus foramentregues s prises, s fogueiras e inquisies; a era da entronizao dafalsa profetiza, que se estendeu aos dias de Lutero e Reforma. Veio,ento, o perodo de Sardes a poca da separao e volta aos mandos deCristo; a poca da libertao de Balao e suas doutrinas; da libertaodos nicolatas e seus dogmas; de Jezabel e suas fornicaes; uma pocade nomes valiosos, embora tambm indicados como mortos, e tendomuito de que se arrepender; uma poca que cobre a letargia espiritualdos sculos do protestantismo antes dos grandes movimentosevanglicos dos ltimos cem anos, e que nos trouxe era de Filadlfia,distinguida por uma ligao mais ntima com a Palavra escrita, e maiorfraternidade entre cristos, embora j se entregando mornidoLaodiceana, auto-suficincia, profisso oca, falsa paz, em que o diado juzo est para cair sobre as multides despreocupadas que se supemcrists, mas no o so. ... Cada coisa que assinala um destes perodos se aplica tambm numgrau menor, aos outros perodos. simplesmente a predominncia, e ovigor maior ou menor de um elemento em determinado tempo quedistingue as sete pocas umas das outras. Os sete perodos, em outraspalavras, coexistem em cada perodo, tanto quanto em sucesso. ... Em segundo lugar, as sete igrejas representam sete variedades decristos, tanto verdadeiros como falsos. Cada confessor do cristianismo um efsio em suas qualidades religiosas, ou um esmirniano, umpergamita, um tiatiriano, um sardo, um filadelfo ou um laodiceano. Nem devemos olhar para determinadas faces, nem para umadenominao somente. Cada poca, cada denominao, e quase cadacongregao possui exemplos de cada igreja. ... Eu encontro, assim, as sete igrejas em cada igreja, o que d a estasepstolas uma aplicao direta, a ns mesmos e aos professos cristos de
  • 6. As Cartas s Sete Igrejas 6todos os tempos, de maior importncia e solenidade. J. A Seiss, TheApocalypse, Vol. I, 143-145 V. AS SETE CARTAS A. A Primeira Carta: Apocalipse 2:1-7 1. A feso a igreja dos apstolos, ativa e pura a. Significao desejvel b. Perodo 31-100 c. A cidade (1) Localizao Ldia, na costa ocidental da sia Menor Na foz do rio Caster, sobre colinas das quais se descortina o mar Porto excelente Porta de entrada da Provncia romana da sia (2) Clima (3) Religio (4) Histria (a) Grandeza anterior tornou-se capital da provncia (b) Declnio (c) Runa feso hoje mera desolao, inteiramente destruda, semhabitante algum. A grande praa do mercado, onde se faziam os negciosde uma metrpole renomada, vi-a com plantas de tabaco, sem cercas,descuidada, cheia de mato e abandonada. Os grandes lagartos, aopassarmos por l saltavam surpreendidos vista do homem, por sobrecolunas cadas de mrmore e prfiro, e esplndidas cornijas e capitlios queuma vez foram a admirao do mundo. O silncio, malria e morte pairamsobre aquela que uma vez foi orgulhosamente chamada a primeira dascidades. ... Restos de paredes ciclpicas, aterros, templos, ruas e casasalinham-se nos planos, colinas e encostas da vasta rea que uma vezesteve coberta com a sua glria; mas, a rea toda est em completa
  • 7. As Cartas s Sete Igrejas 7desolao, envolvida numa atmosfera venenosa e coberta somente decoisas sujas e vis. J. A Seiss, The Apocalypse, Vol. I, 121, 122 (5) Descobertas arqueolgicas d. A igreja (1) O ministrio de Paulo Atos 19:1-20:1`, 16-38; I Cor. 6:8; Efsios (2) Histria posterior 2. O Autor Aquele que tem as sete estrelas e que anda entre os sete castiais. Apoc. 2:1. 3. Elogio a feso a. Suas obras e trabalho Apoc. 2:2; Atos 19:18-26; Col. 1:23 A princpio, o que distinguia a igreja de feso eram a suasimplicidade e fervor como de uma criana. ... Cheios de amor ao Redentor, buscavam como seu mais elevadoobjetivo, ganhar almas para Ele. ... Os membros da igreja estavam unidos em sentimento e ao. O amorde Cristo era a corrente urea que os vinculava entre si. Prosseguiamconhecendo o Senhor sempre e sempre com maior perfeio, e revelavamem sua vida alegria, conforto e paz. Visitavam os rfos e as vivas em suastribulaes e mantinham-se incontaminados do mundo. ... Em toda cidade era a obra levada avante. Almas eram convertidas,as quais, por sua vez, sentiam o dever de transmitir a outrem o inestimveltesouro. No tinham sossego sem que os raios de luz que lhes haviamiluminado a mente resplandecessem sobre outros. Multides de incrdulosfamiliarizavam-se com a razo da esperana do cristo. 3 TS., 55, 56 b. Sua paciente tolerncia Apoc. 2:3; Atos 4; 5:17-42; 6:7-12; 7:55-60; 8:1-4; II Cor. 11:24-30 Traduo de Moffat: Eu sei que sofres pacientemente e te esforaste pela minha causa e no te cansaste. Apoc. 2:3
  • 8. As Cartas s Sete Igrejas 8 Traduo de Knox: Sim tu sofreste, e em tudo te esforaste pelo amor ao meu nome e no desesperaste. c. Odeia os atos dos nicolatas Apoc. 2:6 Os nicolatas constituam uma antiga seita gnstica que erradamente traava sua origem de Nicolau (Atos 6:5), um dos sete diconos. Eles mantinham certas doutrinas impuras e viviam vidas impuras. No dizer de Clemente de Alexandria eles mantinham o princpio pernicioso de que as paixes baixas devem ser permitidas. 4. A debilidade de feso um perodo de perda de amor Apoc. 2:4 Numa s gerao o evangelho foi levado a toda nao debaixo docu. Mas pouco a pouco veio uma mudana. A igreja perdeu o seu primeiroamor. Tornou-se egosta e lisonjeira. O esprito mundano foi acalentado. Oinimigo lanou seus encantamentos sobre aqueles que receberam de Deusa luz destinada ao mundo em trevas. 8 T., p. 26 Depois de algum tempo, porm, comeou a minguar o zelo doscrentes, bem assim o seu amor a Deus e de uns para com os outros. Afrieza invadiu a igreja. ... A piedade decaa rapidamente e parecia estar Satans para alcanara ascendncia sobre os que se declaravam seguidores de Cristo. Foi neste tempo crtico da histria da igreja que Joo foi sentenciadoao desterro. Jamais fora a sua voz to necessria igreja como agora. AA., 580, 581 5. Conselho e AdvertnciaApoc. 2:5 6. A promessa a feso 7. A mensagem de feso aos cristos de hoje O chamado ao banquete do evangelho deve ser primeiramenteestendido nos caminhos. Deve ser dado queles que pretendem estar naestrada real da experincia crist, - aos membros das diferentes igrejas. Oque tem ouvidos, oua o que o Esprito diz s igrejas. Apoc. 2:7. H nestas
  • 9. As Cartas s Sete Igrejas 9igrejas adoradores verdadeiros e h adoradores falsos. Deve-se trabalharpor aqueles que caram do seu primeiro amor, que perderam o seu primeirozelo e interesse nas coisas espirituais. 6 T., p. 76 Fui instruda a dizer que estas palavras (Apoc. 2:4, 5) so aplicveiss igrejas Adventistas do Stimo Dia na condio em que se encontramatualmente. O amor de Deus foi perdido, e isto significa ausncia de amor deuns para com os outros. Egosmo, egosmo, egosmo nutrido e se bate porconseguir supremacia. ... Deve haver uma reforma e uma reavivamento, sob a ao do EspritoSanto. ... Deus repreende Seu povo de seus pecados, a fim de torn-lo humildee lev-lo a buscar-Lhe a face. Ao se reformarem, e o amor de Deus reavivar-se em seus coraes, sero amoravelmente atendidos nas peties que Lhefaz. Ele lhe fortificar na obra de reforma e arvorar por ele um estandartecontra o inimigo. Suas ricas bnos repousaro sobre ele e refletir osbrilhantes raios da luz do cu. Ento ua multido, no de sua f, vendo queDeus est com Seu povo, unir-se- a ele em servir ao Senhor. E. G.White, R & H, 25-2-1902. B. A Segunda Carta: Apoc. 2:8-11 1. Esmirna uma igreja perseguida, mas firme a. Significao Mirra, suave aroma adocicado b. Perodo 100-313 c. A cidade (1) Localizao 35 milhas ao norte de feso. Na cabeceira de uma linda baa Magnfico porto Acrpole fortificada no monte Pagos atrs da cidade Colina circundada por uma rua chamada a rua do ouro Esmirna, receptculo dos maiores elogios das sete cartas, a maiorde todas as cidades da Anatlia. atualmente o porto mais importante, ficana cabeceira do seu golfo o qual se estende bem para o interior docontinente, e que continuar sempre, o maior porto de todo o pas. ...
  • 10. As Cartas s Sete Igrejas 10Nenhuma cidade das terras do Mediterrneo oriental oferecem tanta vida eesplendor, ao ser vista do mar espalhada suavemente na encosta entre omar e a colina. ... O poderio ultrapassa a aparncia, o esplendor, a vida; tais so oscaractersticos da carta e da cidade. W. M. Ramsay, The Letter to theSeven Churches of Asia, 279, 280 (2) Histria (a) Histria antiga colnia grega fundada aproximadamente no ano 1.000 A.C. (b) Tragdia e recuperao 600 A C Destruda por Aliate da Ldia e desaparecida por vrios sculos. 330 AC Nova Esmirna, fundada aps as conquistas de Alexandre. 300 AC Lismaco planeja fazer de Esmirna um grande centro comercial. 195 AC Inicia o culto do poder de Roma. 178 A D Destruda por terrvel terremoto e reconstruda por Marco Aurlio. Freqentemente devastada por terremotos, mas sempre reconstruda. 1402 Tomada por Tamerlo habitantes massacrados. 1424 Capturada pelos Turcos morta a maior parte da populao crist. 1688 Terrvel terremoto a terra se abre e traga 5000 pessoas. 1758 Cidade despovoada por uma praga. 1923 Capturada pelos turcos terrvel massacre dos habitantes. (c) Prosperidade atual. Cidade preponderante da sia Menor. Populao em 1929, 375.000. Um grande porto martimo e terminal de estrada de
  • 11. As Cartas s Sete Igrejas 11 ferro. A nica das sete cidades que retm sinais da antiga grandeza. (d) A igreja crist em Esmirna. possvel que a igreja de Esmirna tenha sido fundada por Paulo. Deve ter sido visitada por ele durante o seu demorado trabalho na sia Menor. A igreja de Esmirna era pobre mas ativa mo trabalho. Sofreu muita perseguio de judeus, romanos e turcos. Foi l que Policarpo sofreu martrio em 168 AD. Embora fosse sbado, mesmo assim os judeus estavam to sequiosos de sua morte, que vieram em grande nmero ao estdio com feixes de lenha para o fogo em que Policarpo morreu. Noutra ocasio foram mortos mil e quinhentos cristos, e mais oitocentos de outra feita. Apesar de suas muitas perseguies, o cristianismo est ainda vivo e ativo na Esmirna dos nossos dias. Cerca da metade de sua populao crist no presente. Vrias denominaes tem ali a sede de suas corporaes missionrias. Possui numerosas escolas crists. 2. O autor da carta dirigida a Esmirna o primeiro e o ltimo, Aquele que foi morto mas vive. Apoc. 2:8. 3. Elogio a Esmirna a. Suas obras v. 9 b. Sua tribulao v. 9. O perodo da igreja de Esmirna foi um perodo de perseguio e martrio. A igreja em desenvolvimento era odiada e seus membros perseguidos e mortos. Os cristos eram acusados como causa de todas calamidades fogo e fome, pestilncia e terremoto. Roma comeou a considerar os cristos que reconheciam seu dever de lealdade primeiro a Deus, como inimigos do imprio e instituram perseguies terrveis contra eles. Compreendeu a poca da arena e do anfiteatro, em que os cristos eram atirados s feras para
  • 12. As Cartas s Sete Igrejas 12 divertir a populao; em que eram queimados e crucificados, mortos espada ou atirados em caldeires de leo fervendo. Poucos foram os mandatrios de Roma que no se envolveram em perseguies aos cristos durante o perodo de Esmirna. Trajano (98-117) Tumultos populares freqentes contra os cristos. Emitiu um dito que declarava ofensa capital perseverar no cristianismo. Muitos mrtires, inclusive Simeo, bispo de Jerusalm, e Incio, bispo de Antioquia foram mortos neste perodo. Adriano (117-138) Nos jogos e espetculos a populao clamava pela destruio de cristos. Decretou que os cristos no deveriam ser mortos sem serem convictos e interrogados. Antonio o Pio (136-161) Os magistrados acusam os cristos de impiedade. Justino Mrtir manda ao imperador a sua Apologia. Atribui-se aos cristos a responsabilidade de um terremoto na sia Menor, fazendo com que a populao se volte contra os cristos com todos os tipos de violncias. Marco Aurlio (161-180) Os filsofos acusam os cristos de crimes horrveis, tais como incesto e banquetes com carnes de crianas mortas. Grandes arremetidas contra cristos. Um dos mais terrveis perodos de perseguio. Muitos mrtires, inclusive Justino Mrtir. Destruio das igrejas crists de Lion e Viena.
  • 13. As Cartas s Sete Igrejas 13 Muitas apologias para os cristos, inclusive a de Justino Mrtir, Atengoras e Taciano. Cmodo (180-192) Era comum o suplcio de cristos por renunciarem o paganismo. Stimo Severo (193-211) Muitos cristos foram mortos nas provncias. Os presidentes tinham liberdade para perseguir os cristos sua vontade. Lei contra a propagao do cristianismo. Alexandre Severo (222-235) Constantemente havia tortura de cristos. Opinies de que o cristianismo merece tolerncia. Maximino (235-238) Muitas atrocidades contra cristos. Magistrados e populao incitados a atacar cristos. Dcio Trajano (249-251 Editos terrveis contra os cristos. Governadores encarregados de exterminar totalmente o cristianismo. Muitos cristos mortos, a pior perseguio se deu neste tempo. Galo (251-253) Cristos acusados das calamidades e pestilncias. Perseguio contnua, morte de muitos cristos. Aureliano (270-275) ditos contra cristos. Diocleciano (284-305) Terrvel perseguio de cristos. c. Pobre mas verdadeiramente rica. Apoc. 2:9; Tiago 2:5; Luc. 12:15-34; Romanos 8: 32. 4. A sinagoga de Satans Apoc. 2: 9. Traduo de Moffat: Eu sei como foste caluniada por aqueles que se intitulavam judeus (nem judeus so eles, mas simplesmente uma sinagoga de Satans).
  • 14. As Cartas s Sete Igrejas 14 Twenty Century New Testament: Eu conheo muito bem as calnias procedentes daqueles que se declaram judeus, quando no o so, mas so uma congregao dirigida por Satans. a. O verdadeiro judeu Rom. 2: 28, 29; Gal. 3:7, 29. b. O partido organizado de Satans. c. As pretenses blasfemas dos falsos religiosos professos. 5. Conselho e admoestao Apoc. 2:10. Traduo de Knox: No temas os sofrimentos que ters de suportar. Logo, o diabo lanar alguns de vs na priso, para provar ali a vossa f, e por dez dias estareis em dolorosa desgraa. Conservai comigo a f at a morte, e vos coroarei com vida. a. Provao e sofrimento, a sorte da igreja. Mat. 10: 22; Luc. 21: 16, 17; Atos 9: 16. b. O perodo excepcional de tribulao de Esmirna. (1) Os ditos de diocleciano 303 A D. (2) O dito de Milo de Constantino 313 A D. c. O objetivo de Deus na prova e aflio. Ele permite que a aflio alguma sobrevenha igreja senounicamente a que necessria para a sua purificao, seu bem presente eeterno. Purificar Sua igreja assim como purificou o templo no princpio e nofim do Seu ministrio na terra. Tudo que Ele traz sobre a igreja em forma deprovaes e aflies, f-lo para que seu povo adquira mais profunda piedadee mais fora para levar a todas as partes do mundo as vitrias da cruz. 3TS., 392. d. A ineficcia dos esforos de Satans para fazer parar a obra de Deus pela perseguio. Nulos foram os esforos de Satans para destruir pela violncia aigreja de Cristo. O grande conflito em que os discpulos de Jesus rendiam avida, no cessava quando estes fiis porta-estandartes tombavam em seuspostos. Com a derrota, venciam. Os obreiros de Deus eram mortos, mas aSua obra ia avante com firmeza. O evangelho continuava a espalhar-se, e o
  • 15. As Cartas s Sete Igrejas 15nmero de seus aderentes a aumentar. Penetrou em regies que eraminacessveis, mesmo s guias romanas. ... "Milhares eram aprisionados e mortos, mas outros surgiam para ocuparas vagas. E os que eram martirizados por sua f tornavam-se aquisio deCristo, por Ele tidos na conta de vencedores. Haviam pelejado o bomcombate, e deveriam receber a coroa de glria quando Cristo viesse. Ossofrimentos que suportavam, levavam os cristos mais perto uns dos outrose de seu Redentor. Seu exemplo em vida, e seu testemunho ao morrerem,eram constante atestado verdade; e, onde menos se esperava, os sditosde Satans estavam deixando o seu servio e alistando-se sob a bandeirade Cristo. GC., 41, 42. e. A atitude conveniente do filho de Deus ante a prova e a perseguio Mat. 10: 23-26, 39; Luc. 12: 32; Heb. 12:3. f. A firmeza dos filhos de Deus sob perseguio. Heb. 11 : 33-40. Resposta de Policarpo antes de ser martirizado em Esmirna ao juiz que lhe pedia renunciar a Cristo e poupar sua vida : Oitenta e seis anos eu O servi, e Ele nunca me fez mal; como ento posso blasfemar do meu Rei, Aquele que me salvou? g. A recompensa prometida aos fiis at a morte. Apoc. 2: 10. C. A terceira carta: Apoc. 2: 12-17. 1. A Prgamo (Pergamum) igreja prspera e popular. a. Perodo 313-538. b. A cidade. (1) Localizao. Quarenta milhas ao norte de Esmirna e quinze milhas do mar. Construda sobre um monte rochoso mil ps acima do vale. Posio de notvel defesa natural. D a impresso de permanncia, de poderio indestrutvel e de autoridade. Mais que qualquer outro lugar da sia Menor, ela d ao viajante aimpresso de uma cidade real, a sede da autoridade: o rochoso monte em
  • 16. As Cartas s Sete Igrejas 16que se localiza to vasto que domina altiva e audazmente a planciecosteira do rio Caico. ... A histria a aponta como cidade real, e nada menos, claramente, o feza natureza. Nenhuma cidade de toda a sia Menor - tanto quanto eu tenhavisto, e h algumas de certa importncia que no vi possui um aspecto toimponente e dominante. Foi a nica cidade que forou a exclamar Umacidade real. Cheguei a ela depois de Ter visto as outras, mas essa foi aimpresso que ela produziu. H um qu de singularidade e predominncianeste efeito, situada como est sobre a magnificente colina que se sobressaidesafiadoramente do nvel da plancie, e que domina o vale e as montanhasdo sul. Outras cidades da regio possuem esplndidas colinas que fizeramdelas poderosas fortalezas da antiguidade; mas nas quais a colina comose fosse o governo e a acrpole com a cidade estendida embaixo na frente eao redor. Mas aqui a colina era a prpria cidade, e os edifcios,especialmente romanos, localizados abaixo da cidade, eram ornamentosexternos que lhe emprestavam beleza e majestade. W.M. Ramsey, TheLetters to the Seven Churches of sia, 281, 295. (2) Histria. Fundada pelos gregos elios depois da queda de Tria. Homero e mais tarde Herdoto, produziram ali alguns dos seus escritos. Lismaco considerava-a como o lugar mais seguro de seu reino. 282 A.C Fileteros rompeu sua aliana com Lismaco e fundou o reino de Prgamo. 241 AC. talo I foi o primeiro de uma srie de reis com o seu nome. Derrotou os gauleses invasores e os fez povoar um distrito conhecido dali em diante como Galcia. 197 AC. Eumenes tomou o trono e fundou uma famosa biblioteca em Prgamo que logo rivalizou com a de Alexandria. 133 AC. Morte de talo III que legou o reino Roma.
  • 17. As Cartas s Sete Igrejas 17 Prgamo tornou-se ento a capital da provncia romana de sia por dois sculos e meio Posteriormente a cidade decaiu e a Prgamo moderna uma simples sombra da cidade primitiva. (3) Religio. Um centro preponderante de religies pags. Imenso altar a Zeus erigido para comemorar a vitria sobre os gauleses. Um templo vistoso a tena. Centro do culto a Dionizio (Baco), o deus boi. Famoso altar sagrado a Esculpio, o deus da medicina. Templos em homenagem aos imperadores romanos: Augusto, Trajano e Severo. Muitos devotos de Baco, o deus do vinho, e de Vnus, a deusa do amor Em 487 A.C os babilnicos vencidos fugiram para a sia menor, efixaram seu colgio central em Prgamo, para onde levaram o palcio deBabilnia, a pedra cbica. Ali, independentes do controle estatal, elesconservaram os ritos de sua religio, e tramaram contra a paz do impriopersa, instigando os gregos neste sentido. W.R. Barker, Lares andPenates, 233 Deve-se notar que os reis de Prgamo eram todos tambm chefespontfices de sua religio, conforme o antigo costume babilnico. AtaloIII, o timo destes reis-sacerdotes, entregou-se Roma, com sua nao,reinado e ofcios sacerdotais. Os imperadores de Roma, a comear deJlio e Augusto, tomaram tambm honras e ttulos reais e seconsideraram divinos e nisto foram imitados mais tarde pelos papas. 2. O divino autor Aquele que tem a espada aguda de dois gumes. Apoc. 2:12 a. Roma e o poder de sua espada de dois gumes. N.T e V.T. b. Deus e o poder de sua palavra. Heb. 4:12; Isa. 55:11 Efs. 6:17
  • 18. As Cartas s Sete Igrejas 18 3. Elogios a Prgamo. Apoc. 2:13 a. As obras de Prgamo. b. Situada onde se encontra o trono de Satans. (1) Deus toma em considerao as circunstncias locais de seu povo. Sal. 87:4-6. (2) O significado de o trono de Satans Revised Standard Version: Eu sei onde habitas, que o lugar onde Satans est entronizado. Traduo de Knox: Eu bem sei o lugar em que habitas, um lugar onde Satans se entronizou. Traduo de Weymouth: Eu sei onde habitas, que onde est o trono de Satans. Emphatic Diaglott: Eu sei onde habitas, que onde est o trono do adversrio. (a) A parcela de Satans nos negcios deste mundo. Joo 2:31; II Cor. 4:4; Efs. 2:2; 6:12; Luc. 4:5,6. Depois de tentar o homem a pecar, Satans reclamou a Terra comosua, e intitulou-se prncipe deste mundo. Havendo levado os pais de nossaraa semelhana com sua prpria natureza, julgou estabelecer aqui seuimprio. Declarou que os homens o haviam escolhido como seu soberano.Atravs de seu domnio sobre os homens, adquiriu imprio sobre o mundo.Cristo viera para desmentir a pretenso de Satans. DTN., 114-115. Um demnio tornou-se o poder central no mundo. Satans ps o seutrono onde deveria estar o trono de Deus. O mundo depositou ahomenagem, como oferta voluntria, aos ps do inimigo. 6 T., 236. (b) O trono ou sede de Satans. (1) Prgamo, a capital da regio a que se destinavam as sete cartas. (2) Prgamo, um centro de cultos pagos. (3) Roma, a capital do imprio romano.
  • 19. As Cartas s Sete Igrejas 19 (4) Roma, a metrpole do papa durante o perodo de Prgamo. c. Retm firma o nome de Deus. Traduo de Knox: E ainda s fiel ao Meu nome. Traduo de Moffat: E ainda aderes ao Meu nome. Traduo de Weymouth: E ainda Me s fiel. d. Fiel nos dias do martrio de ntipas. 4. Reprovao de Prgamo. Apoc. 2:14,15. a. Possua aqueles que mantinham a doutrina de Balao. Traduo de Knox: Tens l o seguidores da doutrina de Balao. Aquele Balao que ensinou Balaque a como preparar armadilhas ao povo de Israel, ao eles comerem do sacrificado aos dolos e carem em fornicao. (1) Balao. Nm. 22-25; PP. 479-505. Conhecia a mensagem da verdade. Tinha sido um profeta de Deus. Familiarizado com o caminho do dever. Enamorado do mundo. Desejo de honra, ganho, aplausos. Desejava ser usado como instrumento para derrubar o povo de Deus. Aconselhou estratagemas para desviar Israel. Levou Israel a alianas idlatras e adlteras com o mundo. Os resultados desastrosos da libertinagem de Israel (2) A igreja balaamita no perodo de Prgamo. Cristianismo e paganismo de mos dadas. Aliana mpia entre igreja e estado. Deformidade e libertinagem na igreja como resultado. Uma monstruosidade, sangue pago correndo por veias crists.
  • 20. As Cartas s Sete Igrejas 20 Cerimnias e pompa pags misturadas nos ritos cristos Quase imperceptivelmente os costumes do paganismo tiveramingresso na igreja crist. O esprito de transigncia e conformidade forarestringido durante algum tempo pelas terrveis perseguies que a igrejasuportou sob o paganismo. Mas, em cessando a perseguio e entrando ocristianismo nas cortes e palcios dos reis, ps ela de lado a humildesimplicidade de Cristo e Seus apstolos, em troca da pompa e orgulho dossacerdotes e governadores pagos; e em lugar das ordenanas de Deuscolocou teorias e tradies humanas. A converso nominal de Constantino,na primeira parte do sculo IV, causou grande regozijo; e o mundo, sob omanto de justia aparente, introduziu-se na igreja. ... Esta mtua transigncia entre o paganismo e o cristianismo resultouno desenvolvimento do "homem do pecado", predito na profecia como seopondo a Deus e exaltando-se sobre Ele. Aquele gigantesco sistema dereligio falsa a obra-prima do poder de Satans monumento de seusesforos para sentar-se sobre o trono e governar a Terra segundo a suavontade. Para conseguir proveitos e honras humanas, a igreja foi levada abuscar o favor e apoio dos grandes homens da Terra; e, havendo assimrejeitado a Cristo, foi induzida a prestar obedincia ao representante deSatans o bispo de Roma. GC., 49-51. b. Possua aqueles que mantinham as doutrinas dos Nicolatas. (1) Doutrinas que Deus odeia. (2) Doutrinas que a igreja primitiva odiara Apoc. 2:6. (3) Doutrinas que a igreja aceitou ento Os bispos cristos introduziram, com leves modificaes, no cultocristo, aqueles ritos e instituies pelos quais, anteriormente, gregos,romanos e outros tinham manifestado sua piedade e venerao s suasdeidades imaginrias, supondo que o povo abraaria o cristianismo maisprontamente, se percebessem que os ritos lhes eram estendidos pelosprprios pais, sem haver alteraes entre os cristos, e vissem que, Cristo eos mrtires eram adorados da mesma forma que os seus deusesanteriormente. Houve, naturalmente, pouca diferena entre o culto pblico
  • 21. As Cartas s Sete Igrejas 21dos cristos e o dos gregos e romanos nessa poca. Tanto num como nooutro havia vestes esplendidas, mitras, tiaras, purificaes, imagens, vasosde ouro e prata, velas, bculos pastorais, confisses e um sem nmero deoutras coisas semelhantes. Constantino no renunciou a religio dos seus ancestrais antes de seerigirem aqui e acol templos magnficos, os quais, adornados de gravuras eimagens, tanto na sua forma exterior como interior, se assemelhavam muitos igrejas e templos dos deuses. J.L Von Mosheim, Ecclesiastical History,vol. I, 369. 5. Conselho e advertncia a Prgamo. Apoc. 2.:16; Nm. 22:22,23; Isa. 11:4. Traduo de Weymouth: Arrepende-te de vez; seno, virei a ti em breve, e farei guerra contra eles com a espada da minha boca. 6. A promessa a Prgamo. V. 17. a . O man escondido. x. 16:32,33,34; Joo 6:27-63; Sal. 119:11. b. A pedra branca. Tesseras com inscries eram dadas aos gladiadores vitoriosos. Pedras eram usadas pelos jurados como votos nas eleies. Tesseras serviam de bilhetes de entrada nos festejos pblicos. O Urim o Tumim A verdade que a pedra branca com o novo nome no era qualquerreproduo exata de algum costume ou objeto de uso social daquele tempo.Era uma nova concepo, inventada para este novo objetivo; imaginadaunicamente para que, por coisas e formas j familiares, ficasseperfeitamente entendvel a todos os leitores das igrejas asiticas. Continhaanalogias com muitas coisas embora no fosse reproduo exata denenhuma delas. W.M. Ramsay, The Letters to the Seven Churches of Asia,304. C . O novo nome: Isa. 62:2; 19:12; 22:4; I Joo 3:2.
  • 22. As Cartas s Sete Igrejas 22 D. A Quarta Carta: Apoc. 2:18-29. 1. Tiatira Igreja do perodo papal, poderosa, mas corrupta. a. Perodo 538-1563. b. A cidade (1) Localizao. Na Ldia, perto das fronteiras da Msia Vinte e cinco milhas a sudeste de Prgamo Vrias estradas famosas e antigas passavam neste lugar Situada numa leve elevao do terreno, sem benefcios ou defesas naturais Impresso geral de debilidade, dependncia, sujeio A fragilidade natural impunha aos sitiantes a necessidade de vigilncia. (2) Histria. A cidade primitiva era conhecida como Pelpia e Euipia Colonizada por negros entre 301 e 281 AC. por Seleuco Nicator Recebeu o nome Tiatira de Seleuco que nela estabeleceu uma guarnio Cercada pelos romanos em 190 AC. Tornou-se importante centro de comunicao Salientou-se como cidade industrial Possua mais corporaes comerciais que qualquer outra cidade da sia Os habitantes eram famosos por causa de sua percia em tingir prpura Possui aproximadamente vinte mil habitantes hoje Encontram-se fragmentos de antigas runas usadas hoje em construes e ruas modernas (3) Religio. A religio de Tiatira um tanto obscura
  • 23. As Cartas s Sete Igrejas 23 Seu heri era Tirino, uma figura montada, com uma machadinha de batalha no ombro. Seu deus protetor era um sincretismo conhecido como Propoli; Hlio, o deus sol, ou Apolo 2. O Autor. Apoc. 2:18. a. O Filho de Deus b. Olhos como chamas de fogo Aquele que examina o corao v. 23; Jer. 11:20 c. Ps semelhantes a lato reluzente Queima e esmaga os mpios na Sua ira Apoc. 1:15, 2:27; Miq. 1:3-5; Hab 3:5; J 40:12. 3. Elogio a Tiatira (Apoc. 2:19) Traduo de Knox: Eu conheo todas as tuas obras, tua f, teu amor tua generosidade tua pacincia e, de como nestes ltimos dias s mais ativa que no princpio. Revised Standard Version: Eu conheo as tuas obras, teu amor e f e servio e paciente sofrimento, e que as tuas obras finais excedem as primeiras. Embora o perodo de Tiatira devesse experimentar muito deescurido, devia tambm ver muito de luz. Embora tenhamos aqui algunsdos fatos mais difamantes j executados em nome da religio, temostambm alguns dos maiores feitos de homens cheios de amor e Espritode Deus. Foram os dias dos cavaleiros do templo, dos mongesmendicantes e de Hildebrando (mais tarde Gregrio VII), mas foramtambm os dias dos Valdenses e Albigenses, de Wycliffe e Huss,Jernimo e Lutero. Nunca houve tanto para ser louvado, nunca tanto paraser condenado. Deus viu o servio de amor e o paciente sofrimento deSeus filhos e expressou a Tiatira as Suas palavras de louvor e elogio. 4. Condenao e reprovao (Apoc 2:20-23) a. Tolera a mulher Jezabel (v. 20)
  • 24. As Cartas s Sete Igrejas 24 Traduo Americana: Mas tenho contra ti que toleras aquela Jezabel como mulher que pretende estar inspirada. Traduo de Knox: Ainda c e l tenho faltas a descobrir em ti, tu tolerar a mulher Jezabel, que pretende ter o dom de profecia, para desviar com seus ensinos os Meus servos. (1) A Mulher Jezabel (I Reis 16:31; 18:19; 19:1-8; 21:5-15, 23-25; II Reis 9:22-37) (a) Uma profetiza de Baal (b) Seus esforos para seduzir o povo de Deus (c) Apostasia em Israel (d) Perseguio aos filhos fiis de Deus (e) Trs ano e meio de fome (f) Elias e sua mensagem de reforma (g) A sentena de Jezabel. (2) O anttipo Jezabel Roma Papal, a meretriz (Apoc 17:1-6) (a) Identificada com Babilnia, a inimiga de Deus. O arquienganador no havia terminado a sua obra. Estava decidido acongregar o mundo cristo sob sua bandeira, e exercer o poder porintermdio de seu vigrio, o orgulhoso pontfice que pretendia ser orepresentante de Cristo. Por meio de pagos meio-convertidos, ambiciososprelados e eclesisticos amantes do mundo, realizou ele seu propsito.... No sculo VI tornou-se o papado firmemente estabelecido. Fixou-se asede de seu poderio na cidade imperial e declarou-se ser o bispo de Roma acabea de toda a igreja. O paganismo cedera lugar ao papado. O dragodera besta "o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. GC, 53, 54. (b) Sua aliana ilcita com o trono; (c) Seus esforos para seduzir o povo de deus; (d) Sua luta contra a palavra de Deus; (e) Seus esforos para esmagar o povo de Deus (f) O perodo de eclipse para os poderes da vida e da luz (Apoc 11:3-6; 12:6).
  • 25. As Cartas s Sete Igrejas 25 E comearam ento os 1.260 anos da opresso papal preditos nasprofecias de Daniel e Apocalipse. (Dan. 7:25; Apoc. 13:5-7.) Os cristosforam obrigados a optar entre renunciar sua integridade e aceitar ascerimnias e culto papais, ou passar a vida nas masmorras, sofrer a mortepelo instrumento de tortura, pela fogueira, ou pela machadinha do verdugo...Durante sculos a igreja de Cristo encontrou refgio no isolamento eobscuridade. Assim diz o profeta: A mulher fugiu para o deserto, onde jtinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil eduzentos e sessenta dias. Apoc. 12:6. O acesso da Igreja de Roma ao poder assinalou o incio da escuraIdade Mdia. GC, 54, 55. b. Os tratamentos de Deus a Jezabel (Apoc 2:21-23) (1) Tempo para se arrepender mas recusado Traduo de Knox: Dei-lhe tempo para o arrependimento, mas ela no quer abandonar os seus caminhos de prostituta. (2) A sua recompensa, dos seus amantes e das suas filhas Traduo de Weymouth: Digo-lhe que estou prestes a lan-la num leito de dor, e afligirei severamente aqueles que com ela adulteram, a menos que se arrependam da conduta igual a dela. Suas filhas certamente morrero; e todas as igrejas viro a conhecer que Sou Eu que examina os pensamentos ntimos dos homens; e recompensarei a cada um conforme as suas obras. Traduo Americana: Vede! F-la-ei deitar num leito de dor, e trarei grandes desgraas sobre os que partilham sua imoralidade, a menos que se arrependam das suas prticas, e ferirei de morte as suas filhas. Ento todas as igrejas sabero que Eu Sou quem examina as mentes e os coraes dos homens, e retribuirei a cada um de vs por aquilo que tendes feito.
  • 26. As Cartas s Sete Igrejas 26 c. O smbolo de Jezabel apropriado Jamais alguns smbolos foram mais apropriados do que os deJezabel com a igreja de Tiatira. Jezabel veio da casa de Baal para a casade Deus. Pag de corao, tornou-se a rainha de Israel. Do lugar de suainfluncia no trono fez todos os esforos para seduzir os adoradores deDeus e para estabelecer o culto de Baal. Todos os esforos foram feitospara esmagar os servos de Deus e para honrar os sacerdotes de Baal. Osprofetas de Deus foram mortos espada e fugitivos no deserto. Por trsanos e meio houve fome na terra. Veio ento o desafio de Elias noCarmelo e a reforma vagarosa e difcil. Tal se deu contra a igreja deTiatira. A vinda de Jezabel trouxe consigo terrvel escurido. A meretrizassentava-se sobre o trono enquanto que a virgem fugia para o deserto.Por trs anos e meio profticos, o perodo de 1260 anos preditos pelosprofetas, a verdade esteve eclipsada enquanto que na terra havia fomeespiritual. Finalmente surgiram profetas, luz, e a obra da reforma. Em toda a histria no h outro carter que represente to cabalmenteo sistema papal seu carter, obras e culto como a impura mulher deAcabe, a Jezabel destas epstolas. Era uma pag casada com judeu; e tal o carter do sistema papal nos seus principais elementos paganismo unidoa um judasmo obsoleto. descrita como mulher que se diz profeta e comoencarregada de ser mestre dos servos de Deus; o papado professa epretende ser o nico mestre infalvel do cu a ensinar a verdade de Deus.Ela descrita como tendo um conjunto de obras, enfaticamente chamadosuas obras para distinguir de outras que so chamadas obras de Cristo; eo papado um sistema de obras uma religio de cerimnias, penitncias,jejuns, missas, rezas, viglias, abnegaes, maceraes do corpo,purgatrios, super privilgios e santidade meritria de santos, pelas quais elase prope salvar seus devotos. Ela era adltera; e o papado, acima de tudo,se tem caracterizado por suas relaes com reis e potestades da terra,fazendo o que lhes agrada para conserv-los sob sua direo e ensinar opovo de Deus a submeter-se e aceitar as formalidades mundanas comomeios de vitria crist. Ela foi uma perseguidora e matadora dos profetas edas testemunhas de Deus; e o que mais distingue o papado a severidademostrada contra aqueles que se levantaram contra suas mpias pretenses, e
  • 27. As Cartas s Sete Igrejas 27as torturas pblicas e secretas, e as matanas dos santos. J.A. Seiss,The Apocalypse, vol. I, 194, 195. 5. Palavras de conforto e conselho (Apoc 2:24-25) Traduo de Knox: Mas eu vos digo, estes outros em Tiatira que no seguem este ensino, que nunca aprenderam os profundos mistrios (como so chamados) que Satans oferece; tendo novo fardo para por sobre vs; conservai o que j tendes, at que Eu venha. 6. Promessas (Apoc 2:26-28) Traduo Americana: Aquele que for vitorioso e continuar at o fim a fazer o que Me agrada, dar-lhe-ei autoridade sobre os pagos a mesma autoridade que recebi do Meu Pai; apascentar com vara de ferro, e os sacudir como vasos de barro: - e lhe darei a estrela da manh. Traduo de Knox: Quem ganhar a vitria? Quem far a minha vontade at o fim? Dar-lhe-ei autoridade sobre as naes para apascent-las como ovelhas com cajado de ferro, desfazendo-as em pedaos como vasos de barro; a mesma autoridade que recebi do Meu Pai. E a estrelas da manh ser sua. a. Poder sobre as naes (Sal 22:8, 9; Dan 2:44; 7:14, 18, 25-27) No sero os soberbos mas os mansos que herdaro a terra. No ser aos que batem pelo poder que se dar o poder, mas aos humildes aos filhos de Deus freqentemente pisados que se dar afinal o governo da terra. b. A estrela da manh Passara para o mundo a meia-noite. As horas de trevas estavam aesvair-se, e em muitas terras apareciam indcios da aurora a despontar. No sculo XIV surgiu na Inglaterra um homem que devia serconsiderado "a estrela da manh da Reforma". Joo Wycliffe foi o arauto da
  • 28. As Cartas s Sete Igrejas 28Reforma, no somente para a Inglaterra mas para toda a cristandade. GC,79, 80. Assim pereceram os fiis porta-luzes de Deus. Mas a luz das verdadesque proclamaram luz de seu exemplo herico no se havia de extinguir.Tanto poderiam os homens tentar desviar o Sol de seu curso como impedir oraiar daquele dia que mesmo ento despontava sobre o mundo. GC, 115 Preeminente entre os que foram chamados para dirigir a igreja dastrevas do papado luz de uma f mais pura, acha-se Martinho Lutero.Zeloso, ardente e dedicado, no conhecendo outro temor seno o de Deus,e no reconhecendo outro fundamento para a f religiosa alm dasEscrituras Sagradas, Lutero foi o homem para o seu tempo; por meio deleDeus efetuou uma grande obra para a reforma da igreja e esclarecimento domundo. GC, 120. 7. O convite para ouvir ( Apoc 2:29) Deve-se notar que o convite feito igreja para ouvir o ltimoitem que chega igreja, vindo em seguida a promessa. Para as trsprimeiras igrejas o convite para ouvir precede promessa. Para asltimas quatro, o convite segue a mesma. Nos trs primeiros casos parece que o convite do Esprito parte dedentro do corpo de membros para o mundo l fora; nos ltimos quatro,porm parece que at o prprio Esprito est fora, e que o convite agoraconsiderado como tendo a mesma relao, tanto para o corpo professo daigreja como para o mundo. Isto muito significativo quanto prevalecenteapostasia que paganizou de tal maneira a professa igreja, que fez com queos cristos fossem to raros na igreja como no mundo. Tal como a coluna denuvem que se levantou de diante do acampamento de Israel para se colocarpor trs dele, para separar o povo do Senhor dos Egpcios, assim tambmesta transposio indica que a igreja, como um corpo, se tornou tomisturada com o mundo que se fez necessrio traar uma distino entre overdadeiro povo de Deus e o mundo, assim como o convite que lhe foidirigido significava separar-se dele. Desta maneira, temos que, em todas asepstolas em que a advertncia do Esprito vem depois da promessa, oconjunto professo da igreja tratado, pois, como apstata edesesperadamente corrupto. J.A. Seiss, The Apocalypse, vol. I, 187.
  • 29. As Cartas s Sete Igrejas 29 E. A Quinta Carta (Apoc 3:1-6) 1. Sardes A igreja do perodo posterior Reforma, fraca, mundana e degenerada. a. Perodo 1563 1792 b. A cidade (1) Localizao Cinqenta milhas ao oriente de Esmirna; Aos ps do monte Tmolo; margem oriental do rio Pactolo, que serve de escoadouro; Lugar de grande beleza cercado de uma regio muito frtil; Acrpole sobre uma montanha de 150 ps de altura, uma crista da montanha; Uma fortaleza quase inexpugnvel; Inacessvel exceto no ponto ao sul; Os outros lados lisos como paredes de rocha quase perpendiculares; Distinguida pela natureza como sede do vale do Hermo. (2) Histria Principia contemporaneamente com os incios da Ldia no dcimo sculo antes de Cristo; Tornou-se a capital da Ldia; Esteve freqentemente em guerras; Grande inimiga das cidades Jnicas, as quais conquistou uma a uma; Capital de Creso, o riqussimo rei da Ldia; 546 a.C. Tomada por Ciro, do confiante Creso, tornou-se sede da satrapia persa; 499 a.C. Queimada pelos atenienses, o que causou a guerra com a Prsia; 334 a.C. Cercada por Alexandre; 214 a.C. Tomada por estratagema, por Antoco o Grande;
  • 30. As Cartas s Sete Igrejas 30 190 a.C. Caiu nas mos romanas depois da Batalha de Magnsia; Tornou-se parte do reino de Prgamo; 129 a.C. Organizao da Provncia da sia, causando a queda de Sardes e suas fronteiras; 17 A.D. Quase destruda por um terremoto, mas reconstruda por Tibrio; 295 A.D. Aps a desintegrao da provncia romana da sia, tornou-se a capital da Ldia sob hierarquia bizantina; 1402 A.C. Completamente destruda por Tamerlo e jamais reedificada; Hoje Um campo ermo de espinhos, flores silvestres e runas imponentes; Algumas cabanas de nmades Yurucks por entre as antigas runas. Impresses de Emerson de uma visita a Sardes: H recordaes mais vvidas e variadas, ligadas ao panorama deSardes do que se poderiam possivelmente associar a qualquer outro lugarda terra; mas todas esto misturadas de um sentimento de desgosto com apequenez da glria humana; tudo tudo passou. minha frente estavam osestandartes de uma religio morta; os tmulos de monarcas esquecidos, e apalmeira que se agitara no salo de banquete dos reis; enquanto que osentimento de desolao que me envolvia era duplamente acentuado porcausa da solido e do cu muito claro acima de mim, o qual, com seu brilhoimorredouro, brilhava agora to puro como quando raiava sobre os ureossonhos de Creso. (3) Religio Cibele, uma deusa Anatlia, era a deidade protetora da cidade. Seu culto era semelhante ao de Diana dos efsios. Suas moedas revelam alianas religiosas com feso. Cibele descrita como uma estranha figura rstica de vrios seios.
  • 31. As Cartas s Sete Igrejas 31 Ela era cultuada num magnfico templo cujas runas ainda existem. Havia tambm um templo de Zeus. (4) A igreja Uma comunidade crist desenvolveu-se antigamente em Sardes. Tornou-se a sede de um bispo da igreja. As paredes de uma igreja erigida antes do quarto sculo A.D. ainda esto em p. O trono de mrmore do bispo de Sardes foi descoberto. 2. O Autor Apoc. 3:1 Aquele que tinha os sete Espritos de Deus e as sete estrelas de Apoc. 2:1. 3. Mensagem de condenao Apoc. 3:1 Traduo de Knox: Eu conheo todos os teus feitos, como te fazes passar por vivo, e de como em tudo s um cadver. Traduo de Weymouth: Eu conheo os teus feitos supe-se de que ests viva, mas em realidade est morta. Standard Revised Version: Eu conheo as tuas obras; tu tens o nome de que vives, e ests morta. A igreja de Sardes a igreja do perodo da reforma. Neste perodo anica coisa que se esperaria vida e vitalidade. Depois das trevas e dainfmia do perodo de Tiatira, s poderia ser natural supor que a igrejah pouco fundada pelos reformadores devesse ser uma igreja viva comzelo e vigor, pura na f, e inteiramente devotada ao servio de Deus.Entretanto, em lugar do costumeiro elogio, a mensagem inicial a estaigreja de condenao. Presumia-se que a igreja estava viva masestava morta. Sardes foi um perodo de frias formalidades religiosas quetinham aparncia de vida, uma igreja, entretanto, realmente morta.
  • 32. As Cartas s Sete Igrejas 32 Contudo, a vida nova no jactanciosa eram em muitos sentidosapenas de nome, e no na realidade. Estes sardenses haviam ouvido erecebido o que era reto e bom; mas eles no se apegaram ou nocresceram naquilo que lhes foi dado, e tornaram-se mortos nas muitasformas e ornamentos da nova vida. Embora tivessem desafiado e escapadodos feiticeiros, eles permitiram que suas vestes fossem arrastadas poroutros aviltamentos. ... Em grande parte, a igreja de Sardes nada mais eraque uma planta abatida e uma carcaa morta. Surgiu no frescor danovidade; tinha ouvido e recebido daquilo que prprio os verdadeirossantos terem na vida; mas em pouco tempo tinha mais profisso do quevitalidade, e mais jactncia do que pureza ou frutos. J.A. Seis, TheApocalypse. Vol. I, 162. Nalguns respeitos o dcimo oitavo sculo o mais ilusrio perodo dahistria da Inglaterra. a cincerela dos sculos. Ningum tem uma boapalavra com a qual se referir a ele. Carlyle resume-o numa frase amarga:alma extinta; estmago bem vivo. ... O verdadeiro escndalo da Inglaterra no dcimo oitavo sculo, a lepraque envenenava seu sangue, a mancha negra no disco luminoso de suahistria, a decadncia da religio que distinguiu os seus primeiros 50 anos.No que se refere sua f, a Inglaterra estava morta. Os seus cusespirituais eram to negros como a meia-noite no rtico, e enregeladoscomo as suas geadas. ... Somente com um esforo de imaginao histrica que podemosreconhecer a condio da Inglaterra em 1703. ... Montesquieu que estudou aInglaterra daqueles tempos a sua maneira francesa e aguda, dizgrosseiramente: No existe tal coisa como religio na Inglaterra. ... Ocristianismo sob os cus da Inglaterra nunca esteve, nem no passado nemagora, to prximo do estado de morto. Quem no se lembra das sentenascom as quais o bispo de Butler, tenebroso insinuante, intelecto poderoso,prefixou a sua analogia? Ela tem vrios meios para ser tomada comoidnea. Ele escreveu que o cristianismo no mais tanto um objeto deinvestigao, mas que, foi afinal agora manifesto que, como fictcio. ... Oshomens o tratam como se, na poca atual, ele fosse um ponto com o qualtodos os homens de discernimento concordem, e do qual nada sobra a noser como objeto principal de gaiatice e ridicularizao. Entre Montesquieu eButler, o grande francs e o ainda maior ingls, que outro cortejo de
  • 33. As Cartas s Sete Igrejas 33testemunhas poderiam ser citadas com prova de decadncia da f na Gr-Bretanha no comeo do dcimo oitavo sculo? E quando a f morre, que que sobrevive?... O cristianismo no pode perecer; mas chegou perto do desmaio mortalnaquela era melanclica. Houve, diz Green, o historiador, revolta abertacontra a religio e contra as igrejas em ambos os extremos da sociedadeinglesa. Os pobres eram ignorantes e brutais num grau impossvel de seragora reconhecido; os ricos, quase totalmente descrentes da religio,ligados a uma baixeza de vida agora felizmente quase inconcebvel.... O verdadeiro despertamento da vida religiosa da raa de fala inglesadata de Wesley. Dizer que ele reuniu os fragmentos da conscincia inglesa verdade, mas s meia verdade. Ele a criou de novo! Ela estava morta duplamente morta; e foi atravs de seus lbios que Deus soprou de novonela o flego de vida. ... O fator decisivo na religio daquele tempo foi ter ela deixado de servida, ou de comunicar vida. Ela foi exaurida dos seus elementos dinmicos a viso de um Cristo Redentor; a mensagem do perdo pessoal e imediato.Isto estava congelado na teologia; desaparecera nas formalidadeseclesisticas; fora cristalizado num sistema de ticas exteriores; tornara-seum mero acessrio dos polticos. Ningum o imaginava, ningum pensavanisto, nem procurava reconhec-lo, como uma libertao espiritual; umalibertao ao toque dos dedos; uma libertao a ser reconhecido naexperincia pessoal. Religio traduzida em termos vivos da experinciahumana, e habitando na alma como energia divina, era coisa esquecida.Uma lmpada eltrica sem a corrente de eletricidade um mero cordo defibras calcinadas, pretas e mortas. E o prprio cristianismo, na Inglaterra, nocomeo do 18. sculo, foi exatamente um tal crculo de fibras mortas. W.H.Fitchett, Wesley and His Century, 11-15. 4. Elogio Apoc. 3:4 a. Algumas pessoas em Sardes Pietistas: Spenwer, Franque Moravianos: Conde Zinzendorf Quakers Metodismo: Wesley, Whitefield b. Andaro com Ele de branco
  • 34. As Cartas s Sete Igrejas 34 5. Promessa ao Vencedor v.5 a. Sero vestidos de branco b. Seu nome no ser tirado do livro da vida Ao abrirem-se os livros de registro no juzo, passada em revistaperante Deus a vida de todos os que creram em Jesus. Comeando pelosque primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta os casos de cadagerao sucessiva, finalizando com os vivos. Todo nome mencionado,cada caso minuciosamente investigado. Aceitam-se nomes, e rejeitam-senomes. Quando algum tem pecados que permaneam nos livros deregistro, para os quais no houve arrependimento nem perdo, seu nomeser omitido do livro da vida, e o relato de suas boas aes apagado do livromemorial de Deus. GC., 483. O livro da vida contm os nomes de todos os que j entraram aoservio de Deus. Se quaisquer destes se afastam dEle, e por uma obstinadapersistncia no pecado se tornam finalmente endurecidos influncia doEsprito Santo, seus nomes sero no juzo apagados do livro da vida, e elessero votados destruio. PP., 326. c. Jesus confessar seu nome. 6. Analogias entre as cartas de feso e Sardes. As analogias entre as cartas de feso e Sardes so ntimas, e devemser estudadas juntamente. A histria desenrolou-se em linhas semelhantesnas duas igrejas. Ambas comearam entusiasticamente e esfriaram. Adegenerao existiu em ambas; embora, em feso a degenerao no setinha tornado to sria como em Sardes. Desta maneira o ponto-chave nacarta a feso apenas alterao, instabilidade e incerteza; na carta aSardes o ponto-chave degradao, falsa pretenso e morte. W.Ramsey, The Letters to the Seven Churches of Asia, 369. As mensagens para a igreja de feso e para a igreja de Sardes foram-me freqentemente repetidas por aquele que me d a instruo para estepovo. ... A menos que estejamos constantemente em guarda, cairemospresa fcil em seus inumerveis enganos. ... Leiamos e estudemos aquelaspores da Palavra de Deus que fazem referncia especial a estes ltimosdias, e que apontam os perigos que ameaaro o povo de Deus. 8 T,98-101.
  • 35. As Cartas s Sete Igrejas 35 E. A Sexta Carta: Apoc. 3:7-13 1. A Filadlfia A igreja das misses e da Bblia. a. Significao amor fraternal. b. Perodo 1792-1844. c. A cidade (1) Localizao Na Ldia, vinte e oito milhas a sudeste de Sardes. Porta de entrada e chave dos pases da regio oriental. No vale de Cogamir, um tributrio de Hermus. Guardi de uma importante regio entre o Hermus e os vales adjacentes. Numa entrada de correio romano, mais tarde a maior estrada comercial do pas. Cidade construda sobre ampla colina. Cercada de regies bem frteis. Localizada em regio vulcnica e sujeita a terremotos freqentes. (2) Histria 189 AC. Veio a ser possesso do rei Eumenes de Prgamo. Chamada Filadlfia por causa de talo Filadelfo, irmo de Eumenes. Tornou-se um centro de projeo na propaganda do helenismo. Em 19 AD. A lngua deixou de ser falada, e somente o grego foi usado. Chamada Pequena Atenas devido aos seus muitos templos. Em 17 AD. sofreu severo terremoto, o mesmo que devastou Sardes.
  • 36. As Cartas s Sete Igrejas 36 Teve o nome mudado duas vezes, em 17 AD. para No- Cesaria em gratido a uma ddiva imperial, e mais tarde para Flvia em honra a Vespasiano (70-79 AD.) Resistiu por muito tempo aos turcos depois de todo o resto da sia Menor j se haver rendido. Em 1390 sucumbiu diante de um exrcito formado de turcos e bizantinos aps um cerco de oito anos. Atualmente uma moderna cidade com 15 mil habitantes conhecida hoje como Allah Sher, Cidade de Deus. (3) Religio A religio de Filadlfia era mais anatlica do que grega. O carter grego ficou confinado s sombras superficiais e festivais. Dionisos, o deus do vinho, era a cidade preponderante. Moedas com dois irmos idnticos, smbolo de sua unidade e afeio mtua, comemoravam a aliana religiosa com feso. Fundou um culto a Germnico, o herdeiro de Tibrio. Recebeu o ttulo Neokoros ou guarda do templo de Caracala (211-217). (4) Cristianismo Filadlfia tornou-se logo o centro de uma comunidade de cristos. A profetiza Ammia celebrizou-se ali entre os anos 100 e 160 AD. Depois da invaso turca, desfraldou longo tempo a bandeira do cristianismo. Hoje Filadlfia tem um bispo residente e cinco igrejas crists. 2. O Autor: Apoc. 3:7 a. Aquele que santo. Atos 3:14; Lev. 11:44. b. Aquele que verdadeiro. I Joo 5:20; Joo 14:6.
  • 37. As Cartas s Sete Igrejas 37 c. Aquele que tem a chave de Davi. Isa. 22:22; Ezeq. 21:26, 27; Luc. 1:32, 33; Joo 10:9; 14:6; 11:25. d. Aquele que abre e homem algum fecha, que fecha e homem algum abre. 3. Uma porta aberta colocada diante de Filadlfia. Apoc. 3:8. a. A porta do lugar santssimo. Viam agora que estavam certos em crer que o fim dos 2.300 dias em1844 assinalava uma crise importante. Mas, conquanto fosse verdade quese achasse fechada a porta da esperana e graa pela qual os homensdurante mil e oitocentos anos encontraram acesso a Deus, outra porta seabrira, e oferecia-se o perdo dos pecados aos homens, mediante aintercesso de Cristo no lugar santssimo. Encerrara-se uma parte de Seuministrio apenas para dar lugar a outra. Havia ainda uma "porta aberta"para o santurio celestial, onde Cristo estava a ministrar pelo pecador. Via-se agora a aplicao das palavras de Cristo no Apocalipse,dirigidas igreja, nesse mesmo tempo... GC., 429, 430. ... e que a aceitao da verdade concernente ao santurio celesteenvolvia o reconhecimento dos requisitos da lei de Deus, e daobrigatoriedade do sbado do quarto mandamento. A estava o segredo daoposio atroz e decidida exposio harmoniosa das Escrituras, querevelavam o ministrio de Cristo no santurio celestial. Os homensprocuravam fechar a porta que Deus havia aberto, e abrir a que Ele fechara.Mas "O que abre, e ningum fecha; e fecha, e ningum abre", tinhadeclarado: "Eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ningum a podefechar." Apoc. 3:7 e 8. Cristo abrira a porta, ou o ministrio, do lugarsantssimo; resplandecia a luz por aquela porta aberta do santurio celestial,e demonstrou-se estar o quarto mandamento includo na lei que ali se achaencerrada; o que Deus estabeleceu ningum pode derribar GC., 435. Vi que a presente prova do sbado no poderia vir at que a mediaode Jesus no lugar santo terminasse e Ele passasse para dentro do segundovu; portanto os cristos que dormiram antes que a porta fosse aberta nosantssimo, quando terminou o clamor da meia-noite no stimo ms, em1844, e que no haviam guardado o verdadeiro sbado, agora repousam emesperana, pois no tiveram a luz e o teste sobre o sbado que ns agoratemos, uma vez que a porta foi aberta. Eu vi que Satans estava tentandoalguns do povo de Deus neste ponto. Sendo que grande nmero de bons
  • 38. As Cartas s Sete Igrejas 38cristos adormeceram nos triunfos da f e no guardaram o verdadeirosbado, eles estavam em dvida quanto a ser isto um teste para ns agora. Os inimigos da verdade presente tm estado procurando abrir a portado lugar santo, a qual Jesus fechou, e a fechar a porta do lugar santssimo,que Ele abriu em 1844. GC., 42, 43. b. A porta de acesso ao Pai Nosso Redentor abriu o caminho, de maneira que o mais pecador,necessitado, opresso e desprezado pode achar acesso ao Pai. Todospodem ter um lar nas manses que Jesus foi preparar. Isto diz o que santo, o que verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre e ningumfecha; e fecha e ningum abre; ... eis que diante de ti tenho posto uma portaaberta, e ningum a pode fechar. Apoc. 3:7 e 8. GC., 113. As oraes simples formuladas pelo Esprito Santo ascendero atravsdos portais entreabertos, a porta aberta da qual Cristo declarou, Eu abri, ehomem algum a pode fechar. Estas oraes, misturadas com o incenso daperfeio de Cristo, ascendero como fragrncia ao Pai, e as respostasviro. 8 T., 467. c. A porta para a luz e para a verdade A tesouraria das jias da verdade est aberta a todos. Eis que diantede ti pus uma porta aberta, declara o Senhor, e ningum a pode fechar.Apoc. 3:8. Espada alguma guarda a entrada desta porta. PJ., 117. Ningum deve pretender ter toda a luz que h para os filhos de Deus.O Senhor no tolerar isso. Ele disse: Eis que diante de ti pus uma portaaberta, e ningum a pode fechar. Apoc. 3:8. Mesmo que todos os nossosdirigentes recusem a luz e a verdade, essa porta ainda continuar aberta. OSenhor suscitar homens que daro ao povo a mensagem para este tempo. TM., 107. Jesus diz: "Eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ningum apode fechar." Apoc. 3:8. Dessa porta brilha uma luz e, se quisermos,teremos o privilgio de receb-la. Dirijamos o nosso olhar para essa portaaberta, e busquemos receber tudo quanto Cristo est disposto a conceder-nos. TM., 381.
  • 39. As Cartas s Sete Igrejas 39 d. A porta da oportunidade missionria: II Cor. 2:12; I Cor. 16:9; Atos 14:27. O final do 18 sculo devia testemunhar a inaugurao de um dos mais poderosos movimentos que o mundo j viu, o esforo dos poderes da cristandade em enviar mensageiros para a evangelizao do mundo e para dar Palavra de Deus a todos os povos que se acham em escurido. Foi este um sermo pregado por Guilherme Carey em Nottingham, na Inglaterra, em 31 de maio de 1792, que impeliu a centelha cujo destino era incentivar os coraes dos cristos em todas as igrejas e pases. Julgado segundo os seus resultados momentosos e seu vastoalcance, este sermo deve ser considerado como um dos principais dahistria crist, secundado apenas pelo sermo da montanha. Tendo Isaas54:2,3 como texto, ele prosseguiu em desdobrar as duas subdivisesincomparveis e imortais, esperai grandes coisas de Deus eeminentemente como s Carey, do princpio ao fim unindo obrasincansveis uma f de ao, empreendei grandes coisas para Deus. Nestahora jamais esquecida, os desejos de anos encontraram sua primeiracompleta expresso. ... Em janeiro de 1797, podia-se afirmar a respeito dos resultados amplose distantes do fervor religioso: Cristos de todos os cantos do pas esto sereunindo de maneira regular e derramando as suas almas pelas bnos deDeus no mundo. E ainda: Os esforos de tanto xito feitos para introduzir oEvangelho nos lares do Sul tiveram a mais poderosa influncia para unir osdevotos servos de Cristo de todas as denominaes nos laos do amorfraternal. Delavan L. Leonard, A Hundred Years of Missions, 75, 89. Os cristos comearam a ver e sentir que o Evangelho mais do queortodoxia, e que a viva agressividade uma das suas feies fundamentais.A era de reavivamentos, de misses, aos quais se seguiram esforos unidospara a converso geral da humanidade, tais como no houve desde osprimeiros tempos. ... Havia grandes reavivamentos de vida e fraternidadeentre os cristos. Tudo isto vemos descrito na Sexta Epstola, e verificamosna histria dos ltimos cem anos. J.A. Seiss, The Apocalypse, 197, 198. 4. Elogio e Recompensa: Apoc. 3:8-10
  • 40. As Cartas s Sete Igrejas 40 a. Suas obras Em 1784 havia somente vinte postos missionrios protestantes no mundo, a metade dos quais nas mos dos moravianos. A igreja crist simplesmente no se interessava em misses. Quando Guilherme Carey numa conveno de ministros em 1786 apresentou a questo da obrigatoriedade dos ministros em levar a mensagem de Cristo a todas as naes, ele foi reprovado e pediram-lhe que se apresentasse. Um breve resumo das atividades que irromperam das foras da cristandade em seguida ao momentoso sermo de Carey de 1792, ajuda a dar-nos algumas idias da onda da atividade nos hesitantes anos que cobrem o perodo de Filadlfia. 1792 Panfleto de Carey sobre as obrigaes dos cristos quanto s misses. 1792 Organizao da Sociedade Missionria Batista. 1793 Guilherme Carey navega para a ndia. 1793 Fundao da Sociedade Escocesa de Colportagem e tratados. 1794 Primeiros nmero da The Evangelical Magazine, uma publicao missionria. 1795 Organizao da Sociedade Missionria de Londres. 1796 Estabelecimento da Sociedade Missionria de Nova York 1796 Viagem do Duff, um navio missionrio vela com 29 missionrios para os Mares do Sul. 1797 Organizao da Sociedade Missionria dos Pases Baixos 1798 Viagem do Duff com 46 missionrios 1799 Fundao da Sociedade Missionria da Igreja 1799 Estabelecimento da Sociedade Inglesa de Tratados Religiosos 1800 Estabelecimento da Escola Missionria Janique em Berlim
  • 41. As Cartas s Sete Igrejas 41 1802 Fundao da Sociedade Batista em Massachusetts 1804 Organizao da Sociedade Bblica Britnica e Estrangeira 1806 O Grupo do Monte de Feno inicia suas atividades no Williams College. 1807 Robert Morrison embarca para a China 1810 Organizao da Comisso Americana de Comissrios para as Misses Estrangeiras 1812 Henry Martyn embarca para a Prsia e Arbia 1812 Adoniran Judson inicia o trabalho em Burma 1814 Organizao na Amrica da Unio Missionria Batista 1815 Fundao do Instituto Missionrio em Basel 1816 John Williams navega para as Ilhas Sociedade 1816 Estabelecimento da Sociedade Bblica Americana 1816 Estabelecimento da Sociedade Wesleiana 1817 Robert Moffat embarca para a frica 1818 Fundao da Sociedade Britnica de Marinheiros Estrangeiros 1820 Hiram Bingham embarca para Hava 1824 Estabelecimento da Sociedade Missionria de Berlim 1825 Fundao da Sociedade Americana de Folhetos 1828 Organizao da Sociedade Americana dos Marinheiros 1829 Alexandre Duff embarca para a ndia 1834 Primeira sociedade missionria de estrangeiros, feminina, formada em Londres 1836 Marcos Whitman parte como missionrio aos ndios de Oregon 1840 Davi Livingstone inicia o seu trabalho na frica 1844 Joo Ludgig Krapf parte a frica Oriental b. Sua pouca fora e ainda a sua fidelidade a Deus: Apoc. 3:8
  • 42. As Cartas s Sete Igrejas 42 Traduo de Knox: Eu sei que pequena a tua fora, e de como ainda tens sido fiel Minha mensagem, e no negaste o Meu nome. Twentieth Century New Testament: Eu sei que, embora a fora que tens seja pequena, conservas em mente o meu ensino, e no negaste a Minha causa. Traduo Americana: Eu sei que tens pouca fora, mas tens obedecido a Minha mensagem e no negaste o Meu nome. O perodo de Filadlfia no foi somente um tempo de notvel atividade na obra das misses crists e na distribuio da Bblia, mas foi tambm um de grande interesse no cumprimento da profecia bblica e de espera pelo breve advento de Cristo. O cumprimento dos sinais dados por Jesus, o escurecimento do sol em 19/5/1780, e a queda das estrelas em 13/11/1833 serviram para patentear na mente de muitos a proximidade do fim. Em partes longnquas e espalhadas do mundo, homens comearam a examinar a Palavra de Deus e, independentemente uns dos outros, chegaram concluso de que o fim estava realmente perto. 1800 George Richards distribui as Prelees de Bampton, A Defesa e Ilustrao da Origem Divina da Profecia. 1806 Publicao das Dissertaes de Faber sobre as Profecias 1812 Publicao de Lacunza, A Segunda Vinda do Messias em Glria e Majestade 1813 Publicao de Cunningham, Dissertao Sobre os Selos e Trombetas 1814 Publicao de Hatley Frere, Unio Conjunta das Profecias de Cristo 1821 A doutrina da Vinda de Cristo ensinada por um sacerdote na Tartria.
  • 43. As Cartas s Sete Igrejas 43 1821 Jos Wolf inicia em naes ao redor do mundo a proclamao da breve volta de Jesus. 1823 Publicao de Edward Irving de O Juzo Vindouro 1824 Publicao de Leonard Heinrich Keller de O Fim Prximo 1826 Iniciaram-se reunies anuais no Albury Park, Surrey daqueles que estavam interessados no breve advento de Cristo. 1826 Joo George Lutz prega na Bavria sobre a Vinda de Cristo. 1828 Publicao de Alexandre Keith de Evidncias da Verdade da Religio Crist, Derivadas do Cumprimento Literal da Profecia 1829 Publicao de Archibald Mason de Dois Ensaios Sobre os Nmeros Profticos dos 2.300 Dias de Daniel e o Dever dos Cristos de Investigar a Libertao da Igreja 1829 Incio de uma publicao proftica trimestral, Vigia Matinal 1830 O ministro de maior capacidade da Holanda, Sr. Hentzepeter publicou um panfleto sobre o fim do mundo 1831 W.E. Davis de Carolina do Sul comeou a proclamar o segundo advento. 1831 Guilherme Miller comea a pregar. 1836 Publicao das prelees de Guilherme Miller, em forma de livro 1840 Publicao de Sinais dos Tempos 1840 Primeira conferncia geral dos crentes adventistas de Boston 1842 Publicao de Josu Himes de O Clamor da Meia-Noite 1843 Pregao pela crianas da Grcia sobre a breve vinda de Cristo c. A sinagoga de Satans reconheceria que Deus os ama. Ap. 3:9.
  • 44. As Cartas s Sete Igrejas 44 Traduo de Moffat: Vede, farei com que aqueles que pertencem quela sinagoga de Satans, que se dizem judeus (nem judeus so eles, mas mentirosos) vede, os farei reconhecer que eu te amei. Logo ouvimos a voz de Deus semelhante a muitas guas, a qual nosanunciou o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em nmero de144.000, reconheceram e entenderam a voz, ao passo que os mpiosjulgaram fosse um trovo ou terremoto. Ao declarar Deus o tempo, verteusobre ns o Esprito Santo, e nosso rosto brilhou com esplendor da glria deDeus como aconteceu com Moiss, na descida do Monte Sinai. ...Por causa de nosso estado feliz e santo, os mpios enraiveceram-see arremeteram violentamente para lanar mo de ns, a fim de lanar-nos priso, quando estendemos a mo em nome do Senhor e eles caramindefesos ao cho. Foi ento que a sinagoga de Satans conheceu queDeus nos havia amado a ns... VE., 58. O senhor acha que aqueles que adoram prostrados aos ps dossantos (Apoc. 3:9), sero salvos no final. Nisto tenho que discordar dosenhor, pois Deus mostrou-me que esta classe de adventistas nominaisque j caram, j crucificaram de novo o Filho de Deus, e O expuseram aovituprio pblico. E na hora da tentao que est para vir, para expor overdadeiro carter de cada um, eles conhecero que esto perdidos paratodo o sempre; e oprimidos, angustiados de esprito, eles cairo aos ps dossantos. E.G. White, A Word to the Little Flock, 12. d. Sero guardados da hora da tentao Apoc. 3:10; Mat. 3:2-3; Sal. 91:14; 5 T., 297. Twentieth Century New Testament: Tu guardas em mente os Meus ensinos com pacincia, e por isso guardar-te-ei em mente na hora de tribulao que vem sobre todo o mundo, a hora em que todos os que vivem na terra sero provados. Traduo de Moffat: Por teres guardado o Meu chamado com perseverante pacincia, guardar-te-ei salvo atravs da hora de tribulao que vir sobre o mundo para provar os habitantes da terra.
  • 45. As Cartas s Sete Igrejas 45 Est iminente diante de ns a "hora da tentao que h de vir sobretodo o mundo, para tentar os que habitam na Terra". Apoc. 3:10. Todosaqueles cuja f no estiver firmemente estabelecida na Palavra de Deus,sero enganados e vencidos. ... Os que sinceramente buscam oconhecimento da verdade, e se esforam em purificar a alma pelaobedincia, fazendo assim o que podem a fim de preparar-se para o conflito,encontraro refgio seguro no Deus da verdade. "Como guardaste a palavrada Minha pacincia, tambm Eu te guardarei" (Apoc. 3:10), a promessa doSalvador. Mais fcil seria enviar Ele todos os anjos do Cu para protegeremSeu povo, do que deixar a alma que nEle confia ser vencida por Satans GC., 560. Embora o povo de Deus esteja rodeado de inimigos que se esforampor destru-lo, a angstia que sofrem no , todavia, o medo da perseguiopor causa da verdade; receiam no se terem arrependido de todo pecado, eque, devido a alguma falta, no se cumpra a promessa do Salvador: Eu teguardarei da hora da tentao que h de vir sobre todo o mundo. Apoc.3:10. GC., 619. 5. Conselho a Filadlfia Apoc. 3:11; Heb. 10:35-37 O trono e a coroa so penhores de uma condio atingida; so ostestemunhos da vitria sobre o prprio eu por meio de nosso Senhor JesusCristo. DTN., 619. 6. A Recompensa ao Vencedor Apoc. 3:12 a. Ser um pilar no templo de Deus: Gl. 2:9; Ef. 4:14; Heb. 10:23 Na perda de feso, os cristos lamentaram a queda do primeiroanjo, a extino do primeiro castial das Revelaes; a desolao completa; igualmente o templo de Diana ou igreja de Maria passardespercebida ao exame do viajante curioso. Os trs imponentes teatrosde Laodicia, e o circo, so agora povoados de lees e raposas; Sardesest reduzida a um vilarejo miservel; em Prgamo e Tiatira o deus deMaom, sem rival ou filho, invocado nas mesquitas, e a vastapopulao de Esmirna sustentada pelo comrcio estrangeiro de francose armnios. Somente Filadlfia foi salva pela profecia, ou pela coragem.Distante do mar, esquecida dos imperadores, circunscrita por todos pelos
  • 46. As Cartas s Sete Igrejas 46turcos, os seus valentes habitantes defenderam a sua liberdade e a suareligio por meio de oitenta anos; embora capitulassem por fim, diantedo altivos otomanos. Mas, por entre as colnias gregas e as igrejas dasia, Filadlfia ainda permanece; uma coluna numa cena de runas, umexemplo admirvel de que os caminhos de honra e da segurana podemser os mesmos muitas vezes. Edward Gibbon. The History of theDecline and Fall of the Roman Empire, vol. VI, cap. LXIV, pg. 229. b. Um novo nome (1) O nome de Deus Apoc. 14:1; 22:4; I Joo 3:1, 2 (2) O nome da cidade de Deus Apoc. 21:2; Isa. 54:5; 4:2,3; Heb. 12:22, 23 As imaculadas vestes da justia de Cristo so colocadas sobre osprovados, tentados mais fiis filhos de Deus. Os desprezadosremanescentes so vestidos de vestes gloriosas, que nunca mais seromanchadas pelas corrupes do mundo. Seu nomes so retidos no livro davida do Cordeiro, registrados entre ao fiis de todos os sculos... Estes so os que se acharo sobre o monte Sio com o Cordeiro,tendo escrito na fronte o nome do Pai. ... Naquele dia o Renovo do Senhor ser cheio de beleza e de glria, e ofruto da terra excelente e formoso para os que escaparem de Israel. E serque aquele que ficar em Sio e o que permanecer em Jerusalm serchamado santo; todo aquele que estiver inscrito entre os vivos emJerusalm. 2 TS., 178, 179 F. A Stima Carta Apoc. 3:14-22 1. Laodicia A Igreja do Fim, Rica e Satisfeita a. Significao A palavra grega Laodicia formada de duas palavras gregas: laos povo, e dikaios justo, direito, legal. A forma verbal desta ltima raiz significaria assentar o direito, achar reto, julgar, declarar justo ou reto. A palavra
  • 47. As Cartas s Sete Igrejas 47 Laodicia desta forma significa algo semelhante a povo justo, ou julgado ou povo justificado. b. Localizao No frtil e pitoresco vale do Licos, da antiga Frgia. Cem milhas a leste de feso, cinqenta milhas a sudoeste de Filadlfia. Numa importante bifurcao de estrada, uma rumo leste a feso, e a outra a noroeste para Filadlfia, Sardes, Tiatira e Prgamo. A estrada grande vinda do ocidente entre Laodicia pelos portes de feso e sai no lado oriental pelos portes da Sria. Laodicia foi considerada como um guarda da porta, e tornou- se stio de uma resistente fortaleza. O seu grande fraco era depender da gua fornecida por um aqueduto vinda de um local a seis milhas ao sul. Colossos e Hierpolis eram cidades vizinhas. c. Caractersticas Grande centro manufatureiro, comercial e financeiro. Suas atividades bancrias abrangiam grande parte do Oriente. Muitos dos que habitavam eram bem ricos, independentes e orgulhosos. Hiero deixou a fortuna de dois mil talentos para a cidade. Transformavam uma l brilhante e delicada, de cor escura, produzida no vale, em vestes pretas sem costura, e em tapetes que eram vendidos para longe. Possuam notveis fontes trmicas e banhos de lodo. As guas minerais possuam propriedades medicinais que atraam milhares de doentes e esta estao de guas da moda. Estas guas, prprias para banho, eram imprestveis como bebida.
  • 48. As Cartas s Sete Igrejas 48 Fontes trmicas em Hierpolis precipitavam-se por um despenhadeiro no outro lado de Laodicia e a gua tornava-se morna no caminho. A localidade estava sujeita a muitos terremotos. No h cidade cujo esprito e natureza seja mais difcil de descreverdo que Laodicia. No h extremos, e dificilmente fatos bem marcantes.Mas exatamente neste equilbrio que se encontra seu carter peculiar.Foram estas as qualidades que contriburam essencialmente para fazer delaum prspera cidade comercial, a cidade das finanas e dos banqueiros, quese adaptava s necessidades e aos desejos dos outros, sempre flexvel eacomodadora, cheia de esprito de compromisso. W.L. Ramsay, TheLetters to the Seven Churches of Asia, 422, 423. d. Histria Conhecida nos seis primeiros dias como Diapolis e Roas. Reconstruda por Antoco II (261-246 AC.) e chamada Laodicia em homenagem sua esposa. Um grande nmero de judeus foi fixado ali por Antoco III (233-187 AC). Em 190 AC. caiu nas mos dos romanos que a entregaram a Eumenes, rei de Prgamo. Em 133 AC. Anexada a Roma. Nesta poca a cidade floresce. Ccero fazia-lhe a corte e escreveu muitas de suas cartas em Laodicia. Em 60 AC. Foi destruda por um terremoto, entretanto, a cidade era to rica que os seus habitantes a reconstruram s suas prprias custas sem o costumeiro subsdio imperial. Em 1.071 foi tomada pelos Seldjcidas. Em 1.119 foi recuperada por cristos sob Joo Cmneno. Caiu outra vez nas mos dos turcos. A cidade acabou em runas e se encontra hoje sem habitantes algum.
  • 49. As Cartas s Sete Igrejas 49 Runas de trs grandes teatros, o aqueduto e o curso de seu povo ainda visvel. e. Religio O deus da Frgia Men Karou era deus original da regio. Um mercado era mantido sob a sua proteo que atraa muita gente para fins comerciais. A escola de medicina de Laodicia era dirigida em conexo com o templo do deus. Uma forma helenizada do velho deus nativo era adorado ali como Zeus. Nos tempos de Roma, Laodicia tornou-se um centro sa religio imperial. Recebeu a reitoria do templo sob Comodo (180-192 AD.) Encontram-se muitas moedas e alianas, mostrando relaes religiosas com a maior parte das cidades vizinhas. f. Cristianismo A Igreja de Laodicia foi provavelmente fundada por companheiros de Paulo, enquanto o apstolo trabalhava em feso. Paulo em sua carta vizinha Colossos expressa grande interesse e referncia igreja de Laodicia e tambm Hierpolis. (Col. 2:1; 4:13, 15). Uma carta foi enviada por Paulo a Laodicia. (Col. 4:16) Paulo pediu que sua carta aos Colossenses fosse lida em Laodicia (Col. 4:16). A primitiva igreja de Laodicia gozava proeminncia e importncia. Sagaris, seu bispo, foi martirizado em 166 AD.
  • 50. As Cartas s Sete Igrejas 50 Numerosos conclios da igreja foram ali realizados, entre eles o importante conclio de 364 AD. No qual havia trinta e dois bispos presentes. A igreja desapareceu completamente atravs do tempo. 2. O Autor da Carta de Laodicia Apoc. 3:14 a. O Amm II Cor. 1:20 Amm uma palavra hebraica significando firme, fiel, verdadeiro. usada como um particpio de afirmao, significando verdadeiramente, de uma verdade, assim seja. Esta uma nica vez que aparece na Bblia como um nome prprio. Usualmente aparece aps uma afirmao ou uma orao, como uma espcie de confirmao, assim seja, ou assim na verdade. Aplicado aqui como um ttulo de Jesus, deve ser usado num sentido de perfeio ou concluso, Aquele que verdadeiro. A mensagem de Laodicia a ltima mensagem de Deus, a ltima mensagem de Jesus ltima igreja e a Ele que se d aqui o apropriado ttulo Amm. b. A testemunha fiel e verdadeira Apoc. 19:11; 22:6; Joo 3:11. c. O princpio da criao de Deus. The Twentieth Century New Testament: Aquele por meio de quem Deus comeou a criar. Traduo de Knox: A fonte da qual se iniciou a criao de Deus. Traduo Americana: A origem da criao de Deus. 3. Aqueles aos quais se destina a mensagem de Laodicia. O chamado ao banquete do evangelho deve ser dado primeiramentenos caminhos. Deve ser dado queles que pretendem estar nos caminhos
  • 51. As Cartas s Sete Igrejas 51da experincia crist, - aos membros das diferentes igrejas. Quem temouvidos, oua o que o esprito diz s Igrejas. Apoc. 2:7. Nestas igrejas hadoradores falsos... A advertncia destinada ltima igreja deve ser proclamado a todosos que pretendem ser cristos. A mensagem de Laodicia, semelhante auma espada afiada de dois gumes, deve ir a toda as igrejas. 6 T., 76, 77. Foi-me mostrado que o testemunho dado aos laodicenses se aplica aopovo de Deus da atualidade. 1 T., 186 (Escrito em 1856). Se j houve algum povo que necessitasse de atender ao conselho daTestemunha Fiel e Verdadeira Igreja de Laodicia para que se arrependadiante de Deus e seja zeloso, este povo o que tem, que no tem vividosegundo os seus altos privilgios e responsabilidade. E.G.W., R & H., 4/6/ 1889. Pode algum homem examinar minuciosamente a promessa igreja dosnossos dias e dizer que so chegamos ao tempo de Laodicia? No a vozdeste cristianismo nosso diz: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenhofalta? E no igualmente fato que este mesmo cristianismo nosso umdesgraado, e miservel, e pobre, e cego e nu? Encontraria o Mene, mene,tequel, e parsim do palcio de Belsazar melhor aplicao aos pagos daantiguidade do que esta moderna babilnia crist. J. A Seiss, TheApocalypse, vol. I, 200, 201. 4. A fraqueza de Laodicia a. Nem fria nem quente Apoc. 3:15, 16. Twentieth Century New Testament: Eu conheo a tua vida; Eu sei que no s nem fria nem quente. Desejaria que fosses antes fria ou quente! Mas como, por causa da tua mornido, nem s quente nem s fria, estou a cuspir-te de minha boca. (1) Uma igreja com pretenso e forma mas sem zelo e fervor. A mensagem laodiceana aplica-se ao povo de Deus que professa crerna verdade presente. A maior parte, so professos mornos, tendo o nomemas faltando-lhes o zelo... Professam amar a verdade, todavia so
  • 52. As Cartas s Sete Igrejas 52deficientes no fervor e no devotamento cristos. No ousam desistirinteiramente e correr o risco dos incrdulos; no se acham, entretanto,dispostos a morrer para o prprio eu e seguir exatamente os princpios desua f... Nem so desinteressados nem egoisticamnete obstinados. No seempenham inteiramente e de corao na obra de Deus, identificando-se comseus interesses; mas se mantm afastados e esto prontos a deixar seuspostos quando os interesses mundanos pessoais o exijam. Caream da obrainterior da graa no corao 1 TS., pp. 476, 477. A igreja em seu estado de mornido est dividida entre Cristo e omundo. Ela religiosa demais para separar-se inteiramente do nome deJesus, e mundana demais para tomar uma posio firma e unida a Ele. Hmuita pretenso, mas pouco cristianismo genuno. As obras so abundantes,mas a f escassa; as profisses abundam, mas no h seno muito poucode vida espiritual para corresponder. Prazeres mundanos e vidas levianasacham-se intimamente associadas com a Ceia do Senhor e a assimchamada benevolncia crist Taylor G. Bunch, The Seven Epistles ofChrist, 222. (2) A ofensa da condio de mornido da igreja. Para o Senhor seria muito mais agradvel se estes professosreligiosos em mornido nunca usassem o Seu nome. Eles so um pesocontnuo para aqueles que seriam fiis seguidores de Jesus. Eles so umapedra de tropeo para os descrentes, os anjos maus exultam a seu respeitoe escarnecem dos anjos de Deus por causa de suas vidas desgraadas. Isto uma maldio para a causa, tanto no lar como fora. Eles se aproximam deDeus com os seus lbios enquanto que o corao est longe dEle 1 T., p.188. Se fosses frio, ento haveria alguma esperana de te converteres,mas quando algum se cinge de justia prpria em lugar da justia de Cristo,o engano to difcil de ser visto, e a justia prpria to dura de serabandonada, que o caso o mais difcil de se decidir. Um pecador semDeus, incoverso, est em mais favorvel condio do que um tal 2 T., 176. O frio que o Mestre prefere em lugar da mornido como o de umpago no regenerado que nunca sentiu o toque de uma vida espiritual. Isto
  • 53. As Cartas s Sete Igrejas 53no significa negativamente frio, mas gelado, sem jamais ter sidoesquentado ou misturado com o quente. Cristo prefere que os laodicensessejam antes cristos ou pagos do que terem compromissos com ambos. Taylor G. Bunch, The Seven Epistles of Christ, 221. (3) Rejeio e aceitao: a Sacudidura, tempo de experimentao. Perguntei a significao da sacudidura que eu vira, e foi-me mostradaque era determinada pelo testemunho direto contido no conselho daTestemunha verdadeira igreja de Laodicia... Alguns so suportaro estetestemunho direto. Levantar-se-o contra ele, e isto o que determinar asacudidura entre o povo de Deus. VE., 174-175. Deus conduz avante Seu povo, passo a passo. Leva-os a diferentespontos, destinados a manifestar o que est no corao. Alguns resistem emum ponto, mas caem no seguinte. A cada ponto mais adiante, o corao provado um pouco mais de perto. Se o professo povo de Deus verifica estaro corao contrrio a esta penosa obra, isto os deve convencer de que tmalguma coisa a fazer a fim de vencer, uma vez que no queiram servomitados da boca do Senhor. Disse o anjo: Deus operar mais e mais rigorosamente a fim deexperimentar e provar cada um entre Seu povo. Alguns so prontos em receber um ponto; mas quando Deus os leva aoutro ponto difcil, recuam diante dele e ficam para trs, pois acham que istogolpeia diretamente algum dolo acariciado. ... Os indivduos soexperimentados e provados por um espao de tempo a ver se sacrificaroseus dolos e daro ouvidos ao conselho da Testemunha Verdadeira. Casoalgum no seja purificado pela obedincia verdade, e vena o egosmo, oorgulho e as ms paixes, os anjos de Deus tm a recomendao: "Estoentregues a seus dolos; deixai-os", e eles passaro adiante sua obra,deixando esses com seus pecaminosos traos no subjugados, direodos anjos maus. Os que satisfazem em todos os pontos e resistem a todaprova, e vencem, seja qual for o preo, atenderam ao conselho daTestemunha Verdadeira, e recebero a chuva serdia, estando assim aptospara a trasladao. 1 TS, 64, 65. (4) A nica esperana para os laodicenses. A nica esperana para os laodiceanos uma clara viso de suacondio diante de Deus, o conhecimento da natureza de sua enfermidade.
  • 54. As Cartas s Sete Igrejas 54Nem so frios nem quentes; ocupam uma posio neutra e, ao mesmotempo, lisonjeiam-se de no necessitar de coisa alguma. A testemunhaVerdadeira aborrece essa mornido. 1 TS., 476. b. Rica e enriquecida de bens. Apoc. 3:17 Traduo de Moffat: Tu declaras, sou rica, estou prosperando, no tenho falta de nada! no conhecendo que s uma criatura miservel, desprezvel, pobre, cega e nua. Traduo de Knox: Sou rica, dizes tu, alcancei o que meu prprio; nada, agora, me falta. Contudo, se ao menos reconhecesses isto, que s tu que s miservel! Tu s mendiga, cega e nua. (1) O conceito de satisfao prpria de Laodicia. Cr ter alcanado exaltada condio espiritual O povo de Deus representado na mensagem aos laodiceanos comoem uma posio de segurana carnal. Esto a gosto, acreditando-se emexaltada condio de consecues espirituais 1 TS., 327. (2) Defeitos espirituais deplorveis de Laodicia Com falta das graas da pacincia, f, amor e sacrifcio Estamos como um povo, triunfando na clareza e fora da verdade.Somos plenamente sustidos em nossos pontos de f por avassaladoraquantidade de claros testemunhos escritursticos. Carecemos, muito, porm,da humildade, pacincia, f, amor e abnegao, vigilncia e esprito desacrifcio bblicos.... O pecado domina entre o povo de Deus. A positiva mensagem derepreenso aos laodiceanos no acatada... Faltam-lhes quase todos osrequisitos necessrios ao aperfeioamento do carter cristo 1 TS., 328. Conformidade com o mundo
  • 55. As Cartas s Sete Igrejas 55 Muitos que professam estar esperando a breve volta de Cristo estose conformando com este mundo e procurando mais ansiosamente osaplausos dos que se acham ao seu redor do que a aprovao de Deus. Sofrios e formais, semelhantes s igrejas nominais das quais h pouco tempose separaram. As palavras dirigidas igreja de Laodicia descrevemperfeitamente a sua condio atual... Muitos destes professos cristos vestem-se, falam e agem como omundo, e a nica coisa pela qual podem ser reconhecidos pela profissoque fazem. Embora professem estar esperando a Cristo, a sua conversaono est no cu, mas em coisas terrenas... evidente que muitos quetrazem o nome de Adventistas estudam mais como enfeitar os seus corpos eparecer bem aos olhos do mundo, do que o fazem para aprender comoconseguir ser aprovados por Deus, atravs de Sua palavra. PE., pp. 107,108. Descanso nas experincias dos anos passados Alguns descansam sobre a experincia que tiveram anos atrs; masquando todos devero ter uma experincia diria, no tero nada pararelatar. Eles parecem pensar que professam a verdade os salvar 1 T.,188. Sentimentos de satisfao com a luz j recebida No devemos, nem por um momento, pensar que no h mais luzpara nos ser comunicada... No devemos cruzar nossas moscomplacentemente e dizer, rico sou e estou enriquecido, e de nada tenhofalta. um fato termos a verdade, e devemos apegar-nos tenazmente sposies que no podem se abaladas; Mas no devemos olhar comsuspeitas para qualquer nova luz que Deus nos possa enviar, e dizer: naverdade, no podemos achar que precisamos de mais luz alm da velhaverdade que at aqui recebemos e na qual estamos fundamentados. pormantermos esta posio que a declarao da Testemunha Verdadeira seaplica ao nosso caso nesta repreenso. 1 T., pp. 189, 190. Cobia, o maior pecado O maior pecado que agora existe na igreja a cobia. O egosmo doprofesso povo de Deus O faz carregar o sobrecenho. 1 T., 194.
  • 56. As Cartas s Sete Igrejas 56 O esprito mundano, o egosmo, e a cobia tem estado a corroer aespiritualidade e a vida do povo de Deus. O perigo do povo de Deus durante alguns anos passados tem sido oamor do mundo. Disto tem brotado os pecados do egosmo e da cobia.Quanto mais tiram deste mundo, tanto mais a colocam as suas afeies; eainda se esforam por obter mais... Vi que os irmos que possuem bens tem uma obra que fazer para sedesligarem desses tesouros terrestres, e vencerem seu amor do mundo.Muitos deles amam este mundo, amam seu tesouro, mas no estodispostos a reconhecer isto. Cumpre-lhes ser zelosos e arrependem-se desua cobia egosta, a fim de que o amor da verdade absorva tudo o mais. Vique muitos dos que tem riquezas deixaro de comprar ouro, vestidosbrancos e colrio. 1 TS., pp. 40,41. (3) Os perigos do orgulho e da auto-suficincia. Nada to ofensivo a Deus nem to perigoso para a alma humanacomo o orgulho e a presuno. De todos os pecados o que menosesperana incute, e o mais irremedivel. PJ., 154. c. Cega quanto sua deplorvel condio. Que maior iluso pode sobrevir ao esprito humano que a confiana dese acharem justos, quando esto totalmente errados! A mensagem daTestemunha Verdadeira encontra o povo de Deus em triste engano, todaviasinceros em seu engano. No sabem que sua condio deplorvel aosolhos de Deus. Ao passo que aqueles a quem se dirige se lisonjeiam deachar-se em exaltada condio espiritual , a mensagem da testemunhaVerdadeira derriba-lhes a segurana com a assustadora acusao de seuverdadeiro estado de cegueira, pobreza e misria espiritual... Em minha ltima viso vi que mesmo esta decidida mensagem datestemunha Verdearia no cumpriu o desgnio de Deus. O povo continua amodorrar em seus pecados. Continuam a se dizer ricos, e que nonecessitam de nada. Muitos indagam: Por que so feitas tantas reprovaes?Por que nos acusam continuamente os Testemunhos de desvios da f e deofensivos pecados ? Ns amamos a verdade; estamos prosperando; notemos necessidade desses testemunhos de advertncia e reprovao. 1TS., pp. 327-329.
  • 57. As Cartas s Sete Igrejas 57 A inteligncia e as riquezas da terra eram impotentes para remover osdefeitos da igreja de Laodicia, ou remediar-lhe a deplorvel condio. Eramcegos, no obstante achavam que estavam bem. O Esprito de Deus nolhes iluminava a mente, e no percebiam sua pecaminosidade; no sentiam,portanto, necessidade de auxlio. Estar sem as graas do Esprito de Deus realmente triste; maisterrvel condio, porm, estar assim destitudo de espiritualidade e deCristo, e ainda buscar justificar-nos dizendo aos que se sobressaltam porns que no necessitamos de seus temores nem piedade. Temvel o poderda iluso prpria no esprito humano! Que cegueira! Tomar a luz por trevas eas trevas por luz! 1 TS., 477. No h mais forte iluso a enganar a mente humana do que a quefaz crer que so justas, e que Deus aceita suas obras quando estopecando contra Ele. Tomam a forma de piedade pelo Esprito e poder damesma. Julgam-se ricos, e que de nada tem falta, quando so pobres,miserveis, cegos e nus, carecidos de tudo 1 TS., 158. d. Erroneamente toma atividade por piedade ento Laodicia uma vtima de alucinaes espirituais? Pensamosque no. ... Qual, ento, a razo por que Deus, contemplando a condioda igreja de Laodicia, v uma coisa, enquanto que Laodicia, considerandosua prpria situao, v uma condio inteiramente diferente? A razo estno fato de que Deus e Laodicia esto olhando na realidade duas coisasdiferentes. Ela inclina-se a olhar as suas realizaes, que so bemconsiderveis. Pensa nos seus missionrios nos confins da terra. Evoca oshospitais e dispensrios que sua riqueza edificou e que sua generosidademantm. Ela contempla as escolas, colgios e faculdades em que se propea guiar sua juventude no caminho do que direito. Conta suas publicadorase editoras, estabelecidas para iluminar o mundo. Lembra-se das imponentescasas de culto, construdas em muitas cidades de muitos pases. Conta oseu corpo ce membros e examina as suas ofertas. Seus pensamentosrecuam para o princpio humilde e esquadrinham com orgulho inconsciente esutil os anos de crescimento, de progresso, de expanso. um quadroesplndido. Laodicia feliz, complacente. Tem uma doutrina infalvel,uma organizao competente, uma mensagem triunfante. GwynneDalrymple, The Church of Laodicea, Signs of the Times, 4/11/1933.
  • 58. As Cartas s Sete Igrejas 58 Na opinio dos rabinos, o mais alto grau da religio mostrava-se porcontnua e ruidosa atividade. Dependiam de alguma prtica exterior paramostrar sua superior piedade. Separavam assim sua alma de Deus,apoiando-se em presuno. O mesmo perigo existe ainda hoje. medidaque aumenta a atividade, e os homens so bem-sucedidos em realizaralguma obra para Deus, h risco de confiar em planos e mtodos humanos.Vem a tendncia de orar menos e ter menos f. Como os discpulos,arriscamo-nos a perder de vista nossa dependncia de Deus, e fazer denossa atividade um salvador. DTN, 362. 5. O conselho de Deus a Laodicia a. Adquirir riquezas verdadeiras de Deus Apoc. 3:18 Traduo de Knox: E o Meu conselho para ti que compres de Mim o que necessitas; ouro, provado no fogo, para que te enriqueas, e vestes brancas, para que te vistas e cubras a vergonha da tua nudez; colrio, tambm, para os teus olhos, para lhe restaurares a viso. (1) Ouro provado no fogo: Tia. 2:5; Gl. 5:6; TM., 149; 5 T., 168 O ouro provado no fogo a f que opera por amor. Somente isto nospode pr em harmonia com Deus. PJ., 158. Os laodiceanos vangloriam-se de um profundo conhecimento daverdade bblica, uma profunda viso nas Escrituras. Eles no so totalmentecegos, se assim fosse, o colrio no teria nenhum valor para lhes restaurar aviso, e capacit-los a discernir os verdadeiros atributos de Cristo. ... O olho a conscincia sensvel, a luz interior da mente. ... O colrio, a Palavra deDeus, que faz doer a conscincia ao ser aplicada; pois convence do pecado.Mas a dor necessria para que a cura possa vir em seguida. Ellen G.White, R & H, 3/11/1897. ... O colrio aquela sabedoria e graa que nos habilitam a distinguirentre o mal e o bem, perceber o pecado sob qualquer disfarce. 1 TS., 476. 6. A mensagem de reprovao de Laodicia uma mensagem de amor Apoc. 3:19. Traduo de Weymouth: A todos quantos prezo, Eu repreendo e castigo, para assim estar arrependido e zeloso.
  • 59. As Cartas s Sete Igrejas 59 Traduo de Knox: So aqueles que Eu amo que repreendo e castigo; incendeio a tua bondade e arrependimento. a. A necessidade de Laodicia reconhecer a sua verdadeira condio e arrepender-se. A nica esperana para os laodiceanos uma clara viso de suacondio diante de Deus, o conhecimento da natureza de suaenfermidade. ... Eram cegos, no obstante achavam que estavam bem. OEsprito de Deus no lhes iluminava a mente, e no percebiam suapecaminosidade; no sentiam, portanto, necessidade de auxlio. 1 TS.,pp. 476, 477. ... A mensagem da Testemunha Verdadeira encontra o povo de Deusem triste engano, todavia sincero nesse engano. Eles no sabem que suacondio deplorvel vista de Deus. ... ... Necessitam de profunda e completa obra de humilhao de simesmos diante de Deus, antes de experimentarem sua verdadeiranecessidade de diligente, perseverante esforo para obter as preciosasgraas do Esprito. 1 TS., pp. 327, 328. b. O objetivo da mensagem de Laodicia: causar arrependimento O objetivo da mensagem de Laodicia no condenar, mas salvar. uma mensagem de reprovao, mas o objetivo da repreenso trazer a igreja ao lugar em que se arrependa e se salve. Est destinada a despertar o povo de Deus, a descobrir-lhe a suaapostasia, e levar a zeloso arrependimento, para que possa ser agraciadocom a presena de Jesus, e reprovado para o alto clamor do terceiro anjo. 1 T., 186. c. A repreenso de Laodicia fruto do esprito de amor: Heb. 12:5,6; Isa. 26:9. A mensagem de Laodicia apresenta um quadro bem negro da igrejada atualidade e seria desesperador, desalentador se no fosse o fato de quea reprovao fosse uma reprovao de amor. A mensagem de Laodicia uma mensagem que provm dAquele que muito ama a humanidade. Nela se
  • 60. As Cartas s Sete Igrejas 60faz uma grande diferena entre ser uma reprovao expressa em ira e amor,ter como objetivo ferir e destruir, ou sarar e restaurar. Aqueles que usam amensagem de Laodicia para acusar e desencorajar, esto-lhe fazendo umuso totalmente errado. Jesus somente reprova e castiga os laodiceanosporque eles Lhe so muito caros. Taylor G. Bunch, The Seven Epistles oChrist, pp. 242, 243. d. Os ministros que foram impulsionados pelo esprito de amor proclamaro esta mensagem. Os ministros que pregam a verdade presente no devem negligenciara solene mensagem dirigida aos laodiceanos. ... 1 TS., 332. Esta mensagem deve ser levada pelos servos de Deus igrejamorna.... O povo de Deus precisa ver os seus erros e despertar num zelosoarrependimento. ... A Testemunha Verdadeira precisa viver na igreja.Somente isto responde mensagem dos laodiceanos. 3 T., pp. 259, 260. e. As pessoas que so impelidas pelo esprito de amor aceitaro esta mensagem. fcil aceitar reprovao e at severa disciplina se aquele que asadministra controlado no pela ira ou inveja mas por um amor que sempreage em favor dos melhores desejos daquele que reprovado. A reprovaode genuno amor desperta uma resposta de amor no corao daquele queofende, pois amor sempre gera amor. Taylor G. Bunch, The SevenEpistles o Christ, p. 243. Esta apreensiva mensagem far sua obra. ... Quando esta mensagematinge o corao, ela conduz a uma profunda humilhao diante de Deus. T., 186. 7. Cristo porta do corao: Apoc. 3:20. a. O gracioso convite de Cristo Oh! quo preciosa esta promessa, ao ser-me mostrada em viso!"Entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." Apoc. 3:20. Oh! oamor, o assombroso amor de Deus! Depois de toda a nossa mornido epecado, Ele diz: "Volta para Mim, e Eu voltarei para ti, e sararei todas astuas apostasias." Isto foi repetido pelo anjo vrias vezes. 1 TS., 42.
  • 61. As Cartas s Sete Igrejas 61 b. Cada advertncia, reprovao ou rogo uma batida na porta. Toda advertncia, reprovao e splica, transmitida pela Palavra deDeus ou por Seus mensageiros, uma batida na porta do corao. a vozde Jesus que solicita entrada. DTN., 489, 490. c. Cristo no forar entrada. Cristo nunca fora a Sua companhia junto de ningum. Interessa-Sepelos que dEle necessitam. Com prazer penetra no mais modesto lar, eanima o mais humilde corao. Mas se os homens so demasiadoindiferentes para pensar no Hspede celestial, ou pedir-Lhe que neleshabite, Ele passa. DTN., 800. d. Os obstculos devem ser removidos. Vi que muitos tm tanto lixo acumulado porta do corao, que no apodem abrir. Alguns tm desinteligncias a remover entre eles e os irmos.Outros tm mau gnio, ambio egosta para afastar antes de poderem abrira porta. Outros rolaram o mundo para a porta do corao, e isso tambm aimpede de ser aberta. Todo esse entulho deve ser removido, e entopodero abrir a porta e dar a as boas-vindas ao Salvador. 1 TS., 42. e. O poder de um corao entregue Quando a alma se rende inteiramente a Cristo, novo poder toma possedo corao. Opera-se uma mudana que o homem no pode absolutamenteoperar por si mesmo. uma obra sobrenatural introduzindo um sobrenaturalelemento na natureza humana. A alma que se rende a Cristo, torna-se Suafortaleza, mantida por Ele num revoltoso mundo, e Seu desgnio quenenhuma autoridade seja a conhecida seno a Sua. Uma alma assimguardada pelos seres celestes, inexpugnvel aos assaltos de Satans. DTN., 324. f. A alegria e paz do companheirismo com Cristo Joo 14:27; Isa. 26:3; Mat. 11:28; Rom. 14:17.
  • 62. As Cartas s Sete Igrejas 62 8. A promessa ao vencedor: Apoc. 3:21; Ezeq. 21:27; Isa. 9:7; Mat. 25:31; Luc. 1:32;33; Isa. 52:1,2; II Tim. 4:8. Traduo de Knox: Quem ganha a vitria? Eu lhes concederei partilhar Comigo o Meu trono; tambm Eu ganhei a vitria e agora Me assento partilhando o trono de Meu Pai. Traduo de Weymouth: Ao que vencer lhe darei o privilgio de assentar-se ao Meu lado no Meu trono, como tambm Eu ganhei a vitria e Me assentei ao lado de Meu Pai no Seu trono. Twentieth Century New Testament: Assim para aquele que vencer lhe concederei o direito de assentar-se ao Meu lado no Meu trono, exatamente como, quando Eu venci, tomei o Meu assento ao lado de Meu Pai no Seu trono. BIBLIOGRAFIA Andreasen, M.L., The Laodicean Message and Righteousness by Faith, R & H, 9/11/1939, 6 Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation, 77-30 Bates, Joseph, Our Labor in the Philadelphian and Laodicean Churches, R & H, 19/8/1851, 13 Bollman, C.P., Laodicea, R & H, 8/3/1928, 9 ________, Pergamos, R & H, 16/2/1928, 6 ________, "Sardis and Philadelphia", R & H, 1/3/1928, 8 ________, The Seven Churches, R & H, 2/2/1928, 4 ________, The Smyrnian Church, R & H, 9/2/1928, 5 ________, Thyatira, R & H, 23/2/1928 Bourdeau, D.T., The Gold Tried in the Fire, R & H, 11/2/1868, 129 Brewer, Josiah, Patmos, and the Seven Churches of Asia Bunch, Taylor G., "A Live Message to a Dead City", ST, 7/12/1926, 11 ________, Christs Picture of the Modern Church, ST, 4/1/1927, 4 ________, Studies in the Revelation, 36- 81 ________, The Crucible Test of the Modern Church, ST, 14/12/1926, 2 ________, The Epistle of Christ to Pergamos, ST, 16/11/1926, 2
  • 63. As Cartas s Sete Igrejas 63 ________, The Fate of Modern Jezabel, ST, 23/11/1926, 11 ________, The Laodicean Remedy, ST, 11/1/1927, 13 ________, The Message to Smyrna, ST, 9/11/1926, 11 ________, The Seven Epistles of Christ, 96-254 ________, Unto the Church at Ephesus, ST, 2/11/1926, 7 Butler, E.P., The Laodicean Message, R & H, 14/4/1863, 158 Clark, Francis E., The Holy Land of Asia Minor Cuming, John, Lectures on the Seven Churches of Asia Minor, 72-592 Dalrymple, Gwynne, Beginnings of Apostasy, ST, 18/8/1942, 8 ________, Christs Counsels the Modern Church, ST, 25/8/1942, 8 ________, Christs Message to Ephesus, ST, 28/7/1942, 8 ________, Persecutes But Triumphant, ST, 4/8/1942, 8 Elliott, E.B., Horae Apocalypticae, I, 75-82 Exell, Joseph, The Biblical Illustrator, 97-273 French, Richard Chenevix, Commentary on the Epistles to the Seven Churches in Asia French, T.M., The Church at Pergamus, R & H, 4/4/1935, 8 ________, The Church at Thyatira, R & H, 11/4/1935, 4 ________, The Church of Ephesus, R & H, 21/3/1935, 9 ________, The Church of Smyrna, R & H, 28/3/1935, 4 ________, The Laodicean Message, R & H, 2/5/1935, 7 ________, The Open and Shut Door Sardis and Philadelphia, R & H, 25/4/1935, 4 Garrat, Samuel, A Commentary on the Revelation of St. John, 33-54 Geissinger, James Allen, Heart Problems and World Issues, 71-95 Fitchett, W.H., Wesley and His Century Haskell, Stephen N., The Story of the Seer of Patmos, 39-91 Hendriksen, W., More Than Conquerors, 74-94 Hewitt, D., Gold Tried in the Fire, R & H, 6/11/1856, 2 Lenski, R. C. H., The Interpretation of St. Johns Revelation, 82-165 Longacre, C.S. The Church of Thyatira, R & H, 22/4/1948, 7 Ramsey, James B., The Spiritual Kingdom, 121-220 Ramsey, W.M., The Letters to the Seven Churches of Asia
  • 64. As Cartas s Sete Igrejas 64 Reed, Lucas Albert, "Christs Seven Personal Letters to His Church", ST, 16/4/1929, 13. Reid, William J., Lectures on the Revelation, 32-90 Richards, H.M.S., Seven Stars of Prophecy, R & H, 4/8/1947, 10 Ross, J.J., Pearls from Patmos, 95-231 Rosseti, Christina G., The Face of the Deep, 47-147 Sadler, M.F., The Revelation of St. John The Divine, 17-52 Scott, C. Anderson, Revelation, 135-159 Seiss, J. A ., The Apocalypse, I, 146-203 Smith, A ., The Overcomers Reward, R & H, 19/7/1881, 52 Smith, Justin A ., Commentary on the Revelation, 361-403 Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, 39-75 Stevens, J.C., Returning to the First Love, R & H, 2-2/17/5/1928 Swete, Henry Barclay, The Apocalypse of St. John, xxxix Taylor, C.O., The Counsel of the True Witness, R & H, 2/7/1867, 33; 12/11/1867, 329. White, E.G., Atos dos Apstolos, 585-589 ________, Be Zealous and Repent, R & H, 4-9-1883, 561 ________, Parbolas de Jesus, 307-319 ________, Primeiros Escritos, 269-273 ________, Losing Our First Love, R & H, 7/6/1887, 353 ________, Testimonies to the Church, 1:141-146, 179-195; 3:252-260; 4:87-89; 5:80-82 ________, The Church at Ephesus, R & H, 31/5/1887, 337 ________, The Laodicean Church, R & H, 16-9-1873, 109; 23-9-1873, 117; 30-9-1873, 125; 7-10-1873, 132 White, James, The Laodicean Message, R & H, 13/11/1856, 12 ________, The Seven Church, Seven Seals, and Four Beasts, R&H, 12-2-1857, 116 Wilcox, F.M., The Advent Hope, R & H, 25/8/1921, 62 William, Geoffrey, A Study of Revelation Two, R & H, 14-1-1937, 8 Wordsworth, Chr., The New Testament, 171-181.