Toyota tcnico em diagnstico toyota 2007

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TCNICO EM DIAGNSTICO TOYOTA TOYOTA SISTEMA DE CONTROLE EM MOTOR DIESEL 2007 2007 TOYOTA MOTOR CORPORATION Todos os direitos reservados. Esta publicao no poder ser reproduzida ou copiada, em todo ou em parte sem a permisso escrita daToyota do Brasil Ltda. NDICE Pgina Sistema de Controle do Motor a Diesel Parte Geral O que EFI-Diesel?...............................................................................1 O que EFI-Diesel? ..........................................................................1 Tipos de EFI-Diesel................................................................................3 Tipos de EFI-Diesel ...........................................................................3 EFI-Diesel Convencional ........................................................................5 Configurao do Sistema EFI-Diesel Convencional ..........................5 EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustvel ............................8 Configurao do Sistema EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustvel..........................................8 Itens Bsicos de Controle ....................................................................11 Itens Bsicos de Controle ................................................................11 Recomendao de Servio ..................................................................12 Tabela de Sintomas de Problemas (para EFI-Diesel Convencional) .......................................................12 Tabela de Sintomas de Problemas (para EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum) .....................................15 Instalao da Engrenagem de Sincronismo ....................................18 Instalao da Correia de Distribuio EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustvel........................................19 Inspeo de Vazamento no Tubo do Bico Injetor .............................20 EFI-Diesel Convencional ..........................................................................21 Descrio .............................................................................................21 Sistema de Combustvel EFI-Diesel Convencional ..........................21 Tipo de Bomba.................................................................................21 Bomba..................................................................................................23 Construo da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Axial ...23 Operao da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Axial ......24 Construo da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Radial..........................................................................25 Operao da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Radial....26 Volume de Injeo................................................................................27 Descrio de SPV ............................................................................27 Apostilas Pgina Tipo SPV Convencional ...................................................................27 Tipo SPV com Atuao Direta .........................................................28 Operao da Bomba e SPV.............................................................29 Bomba Tipo mbolo Axial e SPV.....................................................29 Bomba Tipo mbolo Radial e SPV ..................................................30 Ajuste de Volume de Injeo............................................................30 Ponto de Injeo ..................................................................................31 Construo da TCV (Vlvula de Controle de Ponto .........................31 Operao de Temporizador de Bomba Tipo mbolo Axial...............31 Operao de Temporizador de Bomba Tipo mbolo Radial ............32 Recomendao de Servio ..................................................................33 Instalao da Bomba Injetora ..........................................................33 Inspeo da SPV .............................................................................33 Inspeo da TCV .............................................................................34 EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustvel ..............................35 Descrio .............................................................................................35 Configurao do Sistema da Bomba de Alimentao......................35 Bomba de Alimentao ........................................................................36 Ilustrao da Bomba de Alimentao ..............................................36 Construo Interna da Bomba de Alimentao ...............................36 Fluxo de Combustvel da Bomba de Alimentao ...........................37 Gerao de Presso do Combustvel na Bomba de Alimentao ....................................................................39 Regulagem da Presso do Combustvel atravs da Bomba de Alimentao ....................................................................39 Distribuidor Comum .............................................................................41 Construo de Distribuidor Comum (Common-Rail)........................41 Injetor ...................................................................................................45 Descrio do Injetor .........................................................................45 Construo do Injetor.......................................................................45 Resistor de Correo de Injetor .......................................................45 Operaes do Injetor .......................................................................46 Recomendao de Servio ..................................................................47 Precaues quanto Remoo e Reinstalao de Componentes ........................................................47 Instalao do Tubo Injetor ................................................................47 Inspeo de Vazamento do Combustvel .........................................48 Inspeo da SCV .............................................................................48 Distribuidor Comum .........................................................................49 Instalao do Injetor.........................................................................49 Procedimento de Teste de Balano de Potncia.............................49 Apostilas Pgina Controle do Sistema .................................................................................51 Descrio .............................................................................................51 Diagrama do Sistema de Controle Eletrnico EFI-Diesel ................51 Descrio da ECU ...........................................................................51 Diagrama do Sistema de Controle Eletrnico ..................................52 EDU .....................................................................................................60 Sobre a EDU ....................................................................................60 Sensor..................................................................................................61 Posio de Montagem de Sensores ................................................61 Construo e Operao de Sensores..............................................63 Sensor do Acelerador ......................................................................63 Sensor de Rotao do Motor ...........................................................64 Sensor de Posio da rvore de Manivelas ....................................65 Sensor de Posio da rvore de Comando .....................................66 Sensor de Presso do Turbo............................................................66 Temperatura da gua/ Temperatura do Ar da Admisso/ Sensor de Temperatura do Combustvel ..........................................67 Sensor de Presso do Combustvel.................................................68 Medidor de Fluxo de Ar....................................................................68 Funes ...............................................................................................69 Funes Controladas pela ECU ......................................................69 Determinao do Volume de Injeo ...................................................73 Determinao do Volume de Injeo ...............................................73 Determinao do Ponto de Injeo ......................................................76 Determinao do Ponto de Injeo..................................................76 Controle na Partida ..............................................................................80 Controle do Volume de Injeo durante a Partida............................80 Controle da Taxa de Injeo.................................................................81 Injeo Seccionada..........................................................................81 Injeo Piloto ...................................................................................81 Controle de Rotao na Marcha-Lenta ................................................82 Controle de Rotao na Marcha-Lenta ............................................82 Controle de Reduo de Vibraes na Marcha-Lenta .........................83 Controle de Reduo de Vibraes na Marcha-Lenta .....................83 Outros Tipos de Controle .....................................................................84 Outros Tipos de Controle .................................................................84 Controle da Presso do Combustvel...................................................86 Determinao da Presso de Combustvel no Distribuidor Comum (Common-Rail) ................................................86 Tabela de Volume e Ponto de Injeo ..................................................87 Tabela de Volume e Ponto de Injeo ..............................................87 Apostilas Pgina Diagnstico ..........................................................................................88 Funes de Diagnstico ..................................................................88 Apresentao de DTC (Cdigo de Falha) ........................................88 Teste Ativo............................................................................................90 Teste Ativo .......................................................................................90 Recomendao de Servio ..................................................................91 Leitura de DTC (Cdigo de Falha) ...................................................91 Inspeo Usando Dispositivo de Teste de Circuitos ........................91 Inspeo Usando Dispositivo Porttil de Teste ................................92 Outros Dispositivos ..................................................................................93 Acelerao Diesel ................................................................................93 Descrio (1CD-FTV/15B-FTE) .......................................................93 Obturador da Admisso .......................................................................95 Descrio e Operao do Obturador da Admisso .........................95 EGR (Recirculao dos Gases do Escapamento) ...............................96 Sistema EGR (Recirculao dos Gases do Escapamento) .............96 Vlvula Reguladora de Vcuo..........................................................96 Vlvula EGR ....................................................................................96 Operao do Sistema EGR .............................................................97 Recomendao de Servio ..................................................................98 Inspeo do Obturador da Admisso ..............................................98 Inspeo da Acelerao Diesel .......................................................98 Apostilas Instruo Tcnica para Especializao Automotiva PARTE GERAL Apostilas ndice da Apostila 1 A ECU detecta as condies operacionais do motor conforme os sinais do vrios sensores. Usando estas informaes, a ECU controla eletronicamente o volume de injeo de combustvel e o ponto de injeo para atingir o nvel ideal acionando os atuadores. O que EFI Diesel? O QUE EFI DIESEL? O sistema EFI diesel controla eletronicamente o volume de injeo de combustvel e o ponto de injeo para atingir o nvel ideal. Isto resulta em: 1.Alta potncia do motor 2.Baixo consumo de combustvel 3.Nvel baixo de emisses de poluentes 4.Nvel baixo de rudos 5.Descarga baixa de fumaa branca e preta 6.Melhor capacidade de partida Diesel (Tipo mecnico) Volume de injeo: Governador (Mecnico) Ponto de injeo: Temporizador Apostilas ndice da Apostila Seo 2 EFI-diesel Volume de injeo: SPV (Controle da ECU) Ponto de injeo: TCV (Controle da ECU) A/C...Ar Condicionado ECT...Transmisso Controlada Eletronicamente ECU...Unidade Eletrnica de Controle EDU...Unidade Eletrnica do Atuador EFI...Injeo Eletrnica de Combustvel E/G...Motor EGR...Sistema de Recirculao dos Gases do Escapamento ISC...Controle de Rotao na Marcha-lenta SCV...Vlvula de Controle de Suco SPV...Vlvula de Controle de Descarga TCV...Vlvula de Controle de Ponto TDC...Ponto Morto Superior Ponto Morto Inferior VRV...Vlvula Reguladora de Vcuo VSV...Vlvula Comutadora de Vcuo REFERNCIA: Lista de Abreviaes Apostilas ndice da Apostila Seo 3 Existem dois tipos de EFI-diesel: Tipos de EFI-diesel TIPOS DE EFI-DIESEL 1. EFI-diesel Convencional O volume de injeo de combustvel e o ponto so controlados eletronicamente. O mecanismo de controle usado nos processos de bombeamento, distribuio, injeo conforme o mecanismo usado no sistema diesel mecnico. Controle do volume de injeo: SPV Controle do ponto de injeo: TCV Bomba Tipo mbolo Axial* Bomba Tipo mbolo Radial* *Como no tipo com bomba tipo mecnica existem dois tipos de bombas, designadas conforme o formato da parte de bombeamento. 2. EFI-diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustvel (Common Rail) Ao invs da prpria bomba distribuir o combustvel para os cilindros, o combustvel armazenado no distribuidor presso necessria para a injeo. Como no sistema EFI de um Motor a Gasolina, os injetores abrem e fecham conforme os sinais de injeo recebidos da ECU para realizar a injeo ideal de combustvel. Controle do volume de injeo: Durao da abertura do injetor Controle do ponto de injeo: Ponto de incio do injetor Apostilas ndice da Apostila Seo 4 EFI-diesel convencional EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustvel (Common rail) 5L-E (Bomba tipo mbolo axial) 1KZ-TE E/G (Bomba tipo mbolo axial) 1HD-FTE E/G (Bomba tipo mbolo radial) 15B-FTE E/G (Bomba tipo mbolo radial) 1CD-FTV E/G 1KD-FTV E/G 2KD-FTV E/G 1ND-TV E/G REFERNCIA: Principais Tipos de Motor com EFI-diesel ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... 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Apostilas ndice da Apostila Seo 5 Configurao do sistema convencional 1.Sensores 2.Atuadores 3.ECU e Outros Configurao do Sistema EFI-diesel EFI-DIESEL CONVENCIONAL Convencional REFERNCIA: Disposio de Componentes (1HD-FTE E/G) Apostilas ndice da Apostila Seo 6 1.Sensores (1) Sensor de posio do pedal do acelerador Detecta o ngulo de abertura do acelerador e a condio na marcha-lenta. (2) Sensor de temperatura do ar da admisso Detecta a temperatura do ar da admisso. (3) Sensor de presso turbo Detecta a presso no coletor de admisso. (4) Sensor de temperatura da gua Detecta a temperatura da gua. (5) Sensor de posio da rvore de manivelas Detecta a posio de referncia do ngulo da rvore de manivelas. (6) Sensor de velocidade Montado no came do rotor da bomba, este sensor detecta a rotao do motor e o ngulo do came da bomba. (7) Sensor de temperatura do combustvel Detecta a temperatura do combustvel. 2.Atuadores (1) Vlvula EGR (Vlvula de Recirculao dos Gases do Escapamento) Controla o volume do fluxo de entrada dos gases EGR. (2) SPV (Vlvula de Controle de Descarga) Controla o volume de injeo de combustvel. (3) TCV (Vlvula de Controle de Ponto) Controla o ponto de injeo do combustvel. 3.ECU e Outros Componentes (1) ECU (Unidade eletrnica de controle) Determina as condies operacionais conforme os sinais do vrios sensores e transmite sinais ideais para o controle do motor. (2) EDU (somente bomba com mbolo radial) Amplifica os sinais da ECU e aciona a SPV. (3) Bomba Bombeia e distribui o combustvel. (4) Filtro de combustvel e sedimentador Remove as partculas estranhas e a gua do combustvel. (5) Bico injetor Injeta o combustvel que bombeado pela bomba. Apostilas ndice da Apostila Seo 7 4.Fluxo de combustvel e sinais no sistema EFI- diesel convencional (1) Fluxo de combustvel A bomba de alimentao dentro da bomba aspira o combustvel do tanque de combustvel para a bomba. O combustvel pressurizado pela bomba e distribudo ao bico injetor em cada cilindro. A presso do combustvel faz abrir o bico injetor para injetar o combustvel para o interior do cilindro. RECOMENDAO: O circuito de retorno de combustvel do bico injetor ou da bomba injetora no est ilustrado esquerda, mas o circuito de retorno de combustvel conectado ao sistema de combustvel real. (2) Fluxo de sinal A ECU recebe os sinais dos vrios sensores para determinar as condies operacionais do motor. A seguir, a ECU transmite sinais para controlar SPV e TCV na bomba para que seja obtido o volume e ponto ideal de injeo de combustvel. ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo 8 Configurao do Sistema EFI-diesel Tipo EFI-DIESEL TIPO DISTRIBUIDOR Distribuidor Comum de Combustvel COMUM DE COMBUSTVEL Configurao do sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustvel 1.Sensores 2.Atuadores 3.ECU outros componentes REFERNCIA: Disposio de Componentes (1CD-FTV E/G) Apostilas ndice da Apostila Seo 9 (9) Sensor de temperatura do combustvel Detecta a temperatura do combustvel. (8) Sensor de presso do combustvel Detecta a presso do combustvel no distribuidor comum de combustvel. (7) Sensor de posio da rvore de manivelas Detecta o ngulo de rotao da rvore de manivelas. (6) Sensor de temperatura da gua Detecta a temperatura do fluido de arrefecimento. (5) Sensor de presso turbo Detecta a presso no coletor de admisso. (4) Sensor de temperatura do ar da admisso Detecta a temperatura do ar da admisso. (3) Sensor de posio da rvore de comando Identifica o cilindro N1 em PMS. (2) Sensor de posio do pedal do acelerador Detecta o ngulo de abertura do acelerador e condies da marcha-lenta. 1.Sensor (1) Medidor de fluxo de ar Detecta o volume de ar da admisso. 2.Atuadores (1) Injetor Injeta o combustvel conforme os sinais. (2) Vlvula EGR (Vlvula de Recirculao dos Gases do Escapamento) Abre e fecha conforme os sinais da ECU para recircular os gases do escapamento para reduzir a quantidade de emisses. (3) SCV (Vlvula de Controle de Suco) Montado na bomba de alimentao, a SCV regula o volume de combustvel que aspirado dentro da bomba de alimentao. Apostilas ndice da Apostila Seo 10 3.ECU e Outros Componentes (1) ECU (Unidade eletrnica de controle) Determina as condies operacionais conforme os sinais do vrios sensores para transmitir o motor os sinais ideais de controle do motor. (2) EDU Amplifica os sinais da ECU para ativao dos injetores. (3) Distribuidor comum de combustvel Armazena o combustvel que foi comprimido pela bomba de alimentao para a injeo. (4) Bomba de alimentao Aumenta a presso do combustvel exigido para a injeo e fornece o combustvel para o distribuidor comum de combustvel. (5) Filtro de combustvel e sedimentador Remove as partculas estranhas e gua do combustvel. 4.Fluxo de combustvel e sinais no sistema EFI- diesel tipo distribuidor comum de combustvel (Common rail) (1) Fluxo de combustvel e sinal no distribuidor comum de combustvel A bomba alimentadora interna na bomba de alimentao aspira o combustvel do tanque de combustvel. O combustvel que foi pressurizado pela bomba de alimentao para atingir a presso de injeo correta fornecido ao distribuidor de combustvel comum onde armazenada. O combustvel armazenado distribudo aos injetores dos cilindros atravs dos tubos de combustvel e quando os injetores so atuados, o combustvel injetado. RECOMENDAO: O circuito de retorno de combustvel do injetor, bomba de alimentao ou distribuidor comum no est ilustrado esquerda, mas o circuito de retorno de combustvel est conectado no sistema de combustvel. (2) Fluxo de sinal A ECU recolhe informaes dos sensores e transmite sinais para a SCV para atingir a presso objetivo do combustvel. Adicionalmente, o sinal de presso do distribuidor comum retorna ECU. A ECU envia sinais EDU para acionar os injetores, a EDU aplica a voltagem aumentada aos injetores, e os injetores injetam o combustvel. Apostilas ndice da Apostila Seo 11 Itens Bsicos de Controle ITENS BSICOS DE CONTROLE As funes controladas pela ECU no sistema EFI-diesel convencional e EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustvel: Apostilas ndice da Apostila Seo 12 Tabela de Sintomas de Problemas RECOMENDAO DE SERVIO (para EFI-diesel convencional) Quando o cdigo de falhas no for confirmado na inspeo de DTC e ainda no for possvel confirmar o problema atravs da inspeo bsica, execute o diagnstico conforme a seqncia numrica abaixo. Sintoma No gira (Partida difcil) rea suspeita:: Motor de partida Rel do motor de partida Circuito do interruptor de partida em neutro (A/T) Partida difcil com o motor frio rea suspeita: Circuito de controle das velas de pr-aquecimento Circuito do sinal STA Bico injetor Filtro de combustvel ECU do motor Bomba injetora Partida difcil no motor aquecido rea suspeita: Circuito do sinal STA Bico injetor Filtro de combustvel Presso de compresso ECU do motor Bomba injetora Motor morre aps a partida rea suspeita: Filtro de combustvel Circuito da alimentao da ECU ECU do motor Bomba injetora Outros (Motor morre) rea suspeita: Circuito da alimentao eltrica da ECU Circuito do rel da vlvula de descarga ECU do motor Bomba injetora Apostilas ndice da Apostila Seo 13 Marcha-lenta inicial incorreta rea suspeita: Filtro de combustvel ECU do motor Bomba injetora Rotao na marcha-lenta alta do motor rea suspeita: Circuito do sinal do A/C Circuito do sinal STA ECU do motor Bomba injetora Rotao na marcha-lenta baixa do motor rea suspeita: Circuito do sinal do A/C Bico injetor Circuito de controle da EGR Presso de compresso Folga da vlvula Linha de combustvel (Sangria de ar) ECU do motor Bomba injetora Marcha-lenta irregular rea suspeita: Bico injetor Linha de combustvel (Sangria de ar) Circuito de controle do aquecedor da admisso Controle do circuito da EGR Presso de compresso Folga da vlvula ECU do motor Bomba injetora Vibrao no motor aquecido rea suspeita: Bico injetor Circuito da alimentao da ECU Presso de compresso Linha de combustvel (Sangria do ar) Folga da vlvula ECU do motor Bomba injetora Apostilas ndice da Apostila Seo 14 Vibrao no motor frio rea suspeita: Bico injetor Circuito da alimentao da ECU Circuito de controle do aquecedor da admisso Presso de compresso Linha de combustvel (Sangria do ar) Folga da vlvula ECU do motor Bomba injetora Hesitao/Acelerao fraca (M dirigibilidade) rea suspeita: Bico injetor Filtro de combustvel Controle do circuito da EGR Presso de compresso ECU do motor Bomba injetora Detonao (M dirigibilidade) rea suspeita: Bico injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Fumaa preta (M dirigibilidade) rea suspeita: Bico injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Bomba injetora Fumaa branca (M dirigibilidade) rea suspeita: Controle do circuito da EGR Circuito de controle do aquecedor da admisso Bico injetor Filtro de combustvel ECU do motor Bomba injetora Oscilao/Vibrao (M dirigibilidade) rea suspeita: Bico injetor ECU do motor Bomba injetora Apostilas ndice da Apostila Seo 15 Tabela de Sintomas de Problemas (para EFI-diesel tipo distribuidor comum) Quando o cdigo de falhas no for confirmado na inspeo de DTC e ainda no for possvel confirmar o problema atravs da inspeo bsica, passe a esta etapa e execute o diagnstico conforme a seqncia numrica abaixo. Sintoma No gira (Partida difcil) rea suspeita: Motor de partida Rel do motor de partida Sensor de temperatura da gua Partida difcil no motor frio rea suspeita: Circuito do sinal STA Injetor Filtro de combustvel ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Partida difcil no motor aquecido rea suspeita: Circuito do sinal STA Injetor Filtro de combustvel Presso de compresso ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Motor morre aps a partida rea suspeita: Filtro de combustvel Injetor Circuito da alimentao da ECU ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Apostilas ndice da Apostila Seo 16 Outros (Motor morre) rea suspeita: Circuito da alimentao da ECU Injetor ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Marcha-lenta inicial incorreta rea suspeita: Filtro de combustvel Injetor ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Rotao na marcha-lenta alta do motor rea suspeita: Circuito do sinal do A/C Injetor Circuito do sinal STA ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Rotao na marcha-lenta baixa do motor rea suspeita: Circuito do sinal do A/C Injetor Controle do circuito da EGR Presso de compresso Folga da vlvula Linha de combustvel (Sangria do ar) ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Apostilas ndice da Apostila Seo 17 Marcha-lenta irregular rea suspeita: Injetor Linha de combustvel (Sangria do ar) Controle do circuito da EGR Presso de compresso Folga da vlvula ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Vibrao no motor aquecido rea suspeita: Injetor Circuito da alimentao eltrica da ECU Presso de compresso Linha de combustvel (Sangria do ar) Folga da vlvula ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Vibrao no motor frio rea suspeita: Injetor Circuito da alimentao eltrica da ECU Presso de compresso Linha de combustvel (Sangria do ar) Folga da vlvula ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Hesitao/Acelerao fraca (M dirigibilidade) rea suspeita: Injetor Filtro de combustvel Controle do circuito da EGR Presso de compresso ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Obturador da admisso Apostilas ndice da Apostila Seo 18 Detonao (M dirigibilidade) rea suspeita: Injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Fumaa preta (M dirigibilidade) rea suspeita: Injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Acelerao diesel Fumaa branca (M dirigibilidade) rea suspeita: Controle do circuito da EGR Injetor Filtro de combustvel ECU do motor Bomba de alimentao Sensor de presso do combustvel Acelerao diesel Oscilao/Vibrao (M dirigibilidade) rea suspeita: Injetor ECU do motor Bomba injetora Sensor de presso do combustvel Instalao da Engrenagem de Sincronismo Reinstale a bomba injetora alinhando as marcas na engrenagem de sincronismo da rvore de manivelas, engrenagem intermediria, e engrenagem de acionamento da bomba para ajustar a sincronia da bomba e do motor. Apostilas ndice da Apostila Seo 19 Igualmente, no sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum, alinhe as marcas de correspondncia da polia segundo o mesmo procedimento. A SCV e o mbolo na bomba podem ser sincronizados alinhando as posies da polia da bomba. Instalao da Correia da Distribuio EFI-diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustvel Marca de Correspondncia 1 Marca de Correspondncia 2 Apostilas ndice da Apostila Seo 20 Marca de Correspondncia 3 Inspeo de Vazamento no Tubo do Bico Injetor Execute a verificao de vazamentos aps reinstalar o tubo de retorno do bico. Aps instalar o tubo de retorno do bico no cabeote do motor (em alguns modelos), fixe o medidor de presso (SST) ao tubo, pressurize-o e certifique-se de que no haja vazamentos. ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo Instruo Tcnica para Especializao Automotiva EFI-DIESEL CONVENCIONAL Apostilas ndice da Apostila 21 Sistema de Combustvel DESCRIO EFI-DIESEL CONVENCIONAL EFI-diesel Convencional No sistema EFI-diesel convencional, o controle do ponto e volume de injeo efetuado eletronicamente. O dispositivo que gera a presso do combustvel a mesma bomba usada em um motor diesel comum. RECOMENDAO: O circuito de retorno de combustvel do bico injetor, bomba injetora ou distribuidor comum no est ilustrado esquerda, mas o circuito de retorno de combustvel est conectado no sistema de combustvel. O combustvel aspirado pela bomba injetora circula do tanque de combustvel para o filtro de combustvel, e introduzido na bomba onde pressurizado e a seguir bombeado pelo mbolo para dentro da bomba injetora. Este processo igual a uma bomba diesel comum. O combustvel na cmara da bomba pressurizado pela bomba alimentadora para que esteja entre 1,5 e 2,0 MPa. Alm disso, conforme os sinais da ECU, a SPV controla o volume de injeo (durao da injeo) e a TCV controla o ponto de injeo do combustvel (ponto do incio da injeo). RECOMENDAO: O circuito de retorno de combustvel do bico injetor, ou bomba injetora no est ilustrado esquerda, mas o circuito de retorno de combustvel est conectado no sistema de combustvel. Filtro de combustvel, SPV (controle do volume de injeo) (Controle do ponto de injeo) Bico injetor Tanque de TCV Combustvel sedimentador O sistema EFI-diesel convencional utiliza um dos dois tipos de bomba de distribuio: bomba tipo mbolo axial, e bomba tipo mbolo radial com presso mais alta de injeo. Tipo de Bomba Apostilas ndice da Apostila Seo 22 Construo interna da bomba tipo mbolo axial Construo interna da bomba tipo mbolo radial Bomba Tipo mbolo Axial (usada no modelo 5L-E 1KZ-TE, etc.) Approximadamente 80 MPa mx. Bomba Tipo mbolo Radial (usada nos motores com injeo direta como 1HD-FTE, 15B-FTE, etc.) Approximadamente 130 MPa mx. Presso de Injeo em Cada Tipo de Bomba REFERNCIA Apostilas ndice da Apostila Seo 23 A bomba consiste de: Construo da Parte Bombeadora da BOMBA Bomba Tipo mbolo Axial Anel de rolete Roletes Apostilas ndice da Apostila Seo 24 Placa de cames mbolo Operao da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Axial Apostilas ndice da Apostila Seo 25 Construo da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Radial A bomba consiste de: Anel de cames 4 roletes Apostilas ndice da Apostila Seo 26 4 mbolos REFERNCIA: Bomba para Tipo com 6 Cilindros Operao da Parte Bombeadora da Bomba Tipo mbolo Radial Apostilas ndice da Apostila Seo 27 Descrio de SPV VOLUME DE INJEO Existem dois tipos de SPV (Vlvula de controle de descarga) que controlam o volume de injeo. Tipo convencional SPV (usada na bomba tipo mbolo axial) Tipo SPV com atuao direta (usado na bomba tipo mbolo radial em aplicaes para alta presso) Tipo SPV Convencional 1.Construo O tipo convencional SPV consiste de duas vlvulas: vlvula principal e vlvula piloto. 2.Operao Em condio normal A vlvula piloto do sistema SPV normalmente fechada, quando a eletricidade flui na bobina. A presso do combustvel e a fora de mola fazem a vlvula principal fechar tambm a passagem "A" , uma vez que a presso interna da vlvula maior do que a presso externa na vlvula. Quando o sinal da ECU do motor est desativado Quando o sinal da ECU desativado causando interrupo na corrente aplicada bobina, a vlvula piloto move para cima por ao da mola piloto, e a passagem B abre. Quando a vlvula piloto est aberta A seguir, a presso aplicada acima da vlvula principal diminui. Como resultado, a vlvula principal sobe fazendo abrir a passagem A. Apostilas ndice da Apostila Seo 28 Tipo SPV com Atuao Direta 1.Construo Comparado ao SPV convencional, o tipo SPV de ao direta que montada na bomba com presso de combustvel mais alta, atinge altos nveis de resposta e caractersticas de descarga. Alm disso, os sinais da ECU so amplificados pela EDU para acionar a vlvula em alta voltagem de aproximadamente 150V no fechamento da vlvula. A partir da a vlvula permanece fechada quando a voltagem baixa. 2.Operao Em condio normal A vlvula carretel pressionada para baixo para fechar a passagem porque a bobina est energizada. Quando a corrente no flui na bobina Quando a corrente para a bobina desativada, a presso do combustvel pressiona a vlvula carretel para cima para abrir a passagem. Quando o tipo SPV de ao direta comea a funcionar, voltagem de aproximadamente 150V aplicada bobina. A partir da o controle de ciclo de carga feito em voltagem mais baixa. REFERNCIA: Voltagem de Partida da SPV de Ao Direta Apostilas ndice da Apostila Seo 29 Operao da Bomba e SPV Existem dois tipos de mbolos: Bomba tipo mbolo axial Bomba tipo mbolo radial Operao Ciclo de admisso SPV fecha. mbolo move para a esquerda. O combustvel aspirado para o interior da cmara. Injeo SPV fecha. O mbolo move para a direita. A presso do combustvel aumenta e o combustvel bombeado. Injeo termina SPV abre. Devido ao alvio do combustvel, a presso diminui. Injeo termina. Quando as condies para o corte de combustvel forem atendidas, a presso no aumenta porque a SPV permanece constantemente aberta. Bomba Tipo mbolo Axial e SPV Apostilas ndice da Apostila Seo 30 Bomba Tipo mbolo Radial e SPV Operao Ciclo de admisso SPV abre. Roletes e mbolos expandem para fora, aspirando combustvel para dentro da cmara. Presso aumenta SPV fecha. Roletes e mbolos contraem, causando aumento de presso. Injeo SPV fecha. O rotor gira e conecta a abertura de bombeamento do rotor e a abertura de distribuio, permitindo o bombeamento de combustvel. Injeo termina SPV abre. Devido ao alvio do combustvel, a presso diminui. Injeo termina. Quando as condies para o corte de combustvel forem atendidas, a presso no aumenta porque a SPV permanece constantemente aberta. Injeo O volume de injeo ajustado atravs da operao da SPV conforme os sinais da ECU para variar o ponto de encerramento da injeo. Ajuste de Volume de Apostilas ndice da Apostila Seo 31 A construo da vlvula de controle de ponto est ilustrada esquerda. Construo da TCV PONTO DE INJEO (Vlvula de Controle de Ponto) A construo do temporizador est detalhada na ilustrao esquerda. A vlvula TCV controlada pela razo (razo do ciclo de carga) do perodo ON/OFF da corrente que aplicada bobina. A durao em que a vlvula permanece aberta, com a corrente ON, controla a presso do combustvel no mbolo do temporizador. Avano Quando a durao do perodo que a vlvula permanece aberta pequena (a razo da corrente sendo aplicada est baixa), a quantidade de combustvel derivada torna-se menor. Desta forma, o mbolo do temporizador move para a esquerda para girar o anel de roletes no sentido do avano do ponto. Retardo Quando a durao do perodo que a vlvula permanece aberta longa (a razo da corrente sendo aplicada est alta), a quantidade de combustvel derivada torna- se maior. Desta forma, o mbolo do temporizador move para a direita por ao da mola para girar o anel de roletes no sentido de retardo do ponto. Operao de Temporizador de Bomba Tipo mbolo Axial Apostilas ndice da Apostila Seo 32 Operao de Temporizador de Bomba Tipo mbolo Radial A vlvula TCV controlada pela razo (razo do ciclo de carga) do perodo ON/OFF da corrente que aplicada bobina. A durao do perodo que a vlvula permanece aberta, com a corrente ON, controla a presso do combustvel no mbolo do temporizador. Avano Quando o perodo que a vlvula permanece aberta pequeno (a razo da corrente sendo aplicada est baixa), a quantidade de combustvel derivada torna-se menor. Desta forma, o mbolo do temporizador move para a esquerda para girar o anel de roletes no sentido do avano do ponto. Retardo Quando a o perodo que a vlvula permanece aberta longo (a razo da corrente sendo aplicada est alta), a quantidade de combustvel derivada torna-se maior. Desta forma, o mbolo do temporizador move para a direita por ao da mola para girar o anel de roletes no sentido de retardo do ponto. Apostilas ndice da Apostila Seo 33 Instalao da Bomba Injetora RECOMENDAO DE SERVIO Instale a bomba injetora alinhando a marca de correspondncia na bomba injetora e a marca de posio de referncia no motor. Como a ECU reconhece o ponto de injeo e faz as correes apropriadas, no necessrio ajustar o ponto de injeo aps a montagem, como na bomba mecnica diesel. Inspeo da SPV Inspecione a SPV removendo o conector e medindo a resistncia entre os terminais da SPV. Apostilas ndice da Apostila Seo 34 Inspeo da TCV Inspecione a bobina TCV removendo o conector e medindo a resistncia entre os terminais da TCV. Inspecione a operao da TCV conectando os terminais positivo (+) e negativo (-) da bateria aos terminais da TCV e observando o rudo click do solenide. ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo Instruo Tcnica para Especializao Automotiva EFI-DIESEL TIPO DISTRIBUIDOR COMUM DE COMBUSTVEL Apostilas ndice da Apostila 35 Configurao do Sistema da EFI-DIESEL DISTRIBUIDOR COMUM DESCRIO 1.Descrio O combustvel que foi aspirado da bomba alimentadora localizada dentro da bomba de alta presso pressurizado presso especificada. O mbolo na bomba gera a presso de injeo exigida. A presso varia conforme a rotao do motor e as condies de carga , de 20 MPa na marcha-lenta, a 135 MPa em regime alto de carga, condies operacionais em alta rotao. (No sistema EFI-diesel convencional, a presso est entre 10 e 80 MPa.) A ECU comanda a SCV (Vlvula de controle de suco) para ajustar a presso do combustvel, regulando o volume de combustvel que entra na bomba de alimentao. A ECU constantemente detecta a presso do combustvel no distribuidor comum atravs do sensor de presso do combustvel, e faz o controle de retro- alimentao. Bomba de Alta Presso 2.Nome das peas Apostilas ndice da Apostila Seo 36 Ilustrao da Bomba de Alta Presso BOMBA DE ALTA PRESSO 1.Designao dos componentes 2.Motor 2KD-FTV e 1ND-TV Construo Interna da Bomba de Alta Presso 1. Vlvula reguladora 2. Bomba alimentadora 3. SCV (Vlvula de controle de suco) 4. Vlvula de reteno 5. mbolo 6. Came interno 7. Vlvula de dbito Apostilas ndice da Apostila Seo 37 Fluxo de Combustvel da Bomba de Alta Presso O combustvel na bomba de alimentao flui na seqncia abaixo: Bomba alimentadora SCV (Vlvula de controle de suco) Vlvula de reteno mbolo Vlvula de dbito Existem dois sistemas de passagem de combustvel na bomba de alta presso. Apostilas ndice da Apostila Seo 38 Motor 2KD-FTV Para o fluxo de combustvel da bomba de alta presso, que usada no motor 2KD-FTV, o mbolo B aspira o combustvel enquanto o mbolo A bombeia para fora, conforme detalhado esquerda. Desta forma, o mbolo A e B enviam o combustvel para o distribuidor comum atravs de ciclos de aspirao e de bombeamento. Motor 1ND-TV A bomba de alta presso usada no motor 1ND-TV tem trs mbolos conforme detalhado esquerda, e envia o combustvel para o distribuidor comum atravs de ciclo de aspirao e de bombeamento do combustvel. Este processo basicamente igual ao motor 2KD- FTV exceto que no motor 1ND- TV so usados trs mbolos. O motor 1ND-TV tambm controla volume de combustvel aspirado para o mbolo usando a MPROP (Vlvula proporcional magntica), que exerce a mesma funo da SCV (Vlvula de controle de suco). Fluxo de Combustvel da Bomba de Alta Presso REFERNCIA: Apostilas ndice da Apostila Seo 39 Gerao de Presso do Combustvel na Bomba de Alta Presso Os dois conjuntos de mbolos opostos so acionados pelo came interno atravs de roletes. O came interno acionado pelo motor atravs da correia de distribuio. O interior do came interno, que elptico faz contato com o rolete. Quando o came interno gira, o mbolo move em movimento recproco e a suco e o bombeamento do combustvel resultantes gera a alta presso. Motor 2KD-FTV A rotao do ressalto excntrico faz o ressalto anelar girar com um eixo descentralizado. O ressalto anelar gira e pressiona um dos dois mbolos para cima quando puxa o outro mbolo para cima ou vice-versa no sentido para baixo. Na bomba de alta presso, o mbolo B pressionado para comprimir o combustvel e envi-lo para o distribuidor comum quando o mbolo A puxado para baixo para aspirar o combustvel. Inversamente, quando o mbolo A empurrado para cima para comprimir o combustvel e envi-lo para o distribuidor comum, o mbolo B puxado para cima para aspirar combustvel. Regulagem da Presso do Combustvel atravs da Bomba de Alta Presso O combustvel que foi fornecido pela bomba de alta presso percorre a SCV e a vlvula de reteno 1, pressurizado pelo mbolo, e bombeado atravs da vlvula de reteno 2 para o distribuidor comum. 1. SCV 2. Vlvula de reteno 1 3. mbolo 4. Came interno 5. Vlvula de reteno 2 Apostilas ndice da Apostila Seo 40 REFERNCIA: Controle SCV da Bomba de Alta Presso A SCV funciona sob o controle da ECU. Ao mesmo tempo, o controle da corrente efetuado para limitar a quantidade de corrente eltrica que flui durante o perodo de ativao, evitando assim que a bobina no SCV seja danificada. Motores 2KD-FTV e 1ND-TV O combustvel fornecido pela bomba alimentadora circula na SCV (ou MPROP) e na vlvula de reteno. A seguir, comprimido pelo mbolo, e bombeado para a vlvula de reteno 1 atravs da vlvula de reteno 2 para o distribuidor comum. Tempo de abertura/fechamento da SCV: longo Para regular a gerao de presso do combustvel, o volume de combustvel que admitido na bomba de alta presso regulado atravs da variao do tempo de abertura/fechamento da SCV ou MPROP. Tempo de abertura/fechamento da SCV: curto Apostilas ndice da Apostila Seo 41 Construo de Distribuidor Comum DISTRIBUIDOR COMUM (Commom-rail) O distribuidor comum armazena o combustvel sob alta presso que foi gerado pela bomba de alta presso e distribui o combustvel atravs dos tubos para os injetores dos cilindros. Por ser altamente pressurizado o combustvel exige o devido cuidado para evitar vazamentos. Sensor de presso do combustvel Detecta a presso no distribuidor e notifica a ECU. Limitador de presso Se houver falha no sistema e a presso no distribuidor comum aumentar a um nvel anormal, esta vlvula abre para liberar a presso, retornando o combustvel para o tanque. Apostilas ndice da Apostila Seo 42 REFERNCIA: Operao do Limitador de Presso O limitador de presso acionado mecanicamente para liberar a presso se a presso no distribuidor comum aumentar at um nvel anormal. Limitador de presso inativo Limitador de presso ativo Motor 2KD-FTV REFERNCIA: Operao da Vlvula de Descarga de Presso/ Regulador de Presso Quando a presso do combustvel do distribuidor comum aumenta acima da presso objetivo da injeo, a vlvula de descarga de presso recebe um sinal da ECU do motor, para abrir a vlvula e retornar o combustvel para o tanque de combustvel para que a presso do combustvel possa retornar ao nvel objetivo. Apostilas ndice da Apostila Seo 43 1. Presso objetivo do combustvel (distribuidor comum ou presso de injeo) RECOMENDAO: A aparncia do regulador de presso de combustvel do motor 1ND-TV E/G diferente mas a funo a mesma. 2. Presso acima do valor objetivo (distribuidor comum ou presso de injeo) Apostilas ndice da Apostila Seo 44 Motor 1ND-TV O regulador de presso recebe o sinal da ECU do motor e ajusta a presso do combustvel no interior do distribuidor comum. ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo 45 Descrio do Injetor INJETOR Os sinais da ECU so amplificados pela EDU para acionar o injetor. A alta voltagem usada para abrir os bicos. O volume e ponto de injeo so controlados por ajuste do ponto de abertura e fechamento dos injetores, assim como no sistema EFI do motor a gasolina. Controle do volume de injeo Controle do ponto de injeo Construo do Injetor Resistor de Correo de Injetor Considerando o mesmo intervalo de injeo as variaes mecnicas resultaro na variao do volume de injeo entre um injetor e outro. Para permitir que a ECU corrija estas variaes, os injetores so dotados de resistor de correo em cada injetor. Conforme as informaes recebidas de cada resistor de correo, a ECU corrige as variaes no volume de injeo entre os injetores. Estes resistores de correo permitem que a ECU identifique os injetores, e no so conectados ao circuito do injetor. RECOMENDAO: O resistor de correo, listado acima no conectado ao injetor do motor 1ND-TV E/G. So adotados 3 tipos de injetores conforme a diferena do volume de injeo, e os nmeros de identificao (A, B, C) esto fixados na extremidade superior em cada injetor. Apostilas ndice da Apostila Seo 46 Existem 25 tipos de injetores conforme indicado abaixo, cada um inclui um resistor de correo diferente. Na substituio de um injetor, a ECU automaticamente faz a correo de combustvel apropriada, portanto no necessrio substituir usando um com a mesma resistncia de correo. REFERNCIA: Tipos de Resistor de Correo do Injetor para 1CD-FTV E/G 1. Antes da operao do injetor O combustvel que foi fornecido ao distribuidor comum separado na cmara de controle e no fundo da agulha. Neste estado a agulha pressionada pela presso da cmara de controle e pela mola, e o bico permanece fechado. Operaes do Injetor 2. Quando a vlvula solenide abre Quando a voltagem aplicada pela ECU-EDU, a vlvula solenide abre e a presso na cmara de controle diminui. 3. Quando a agulha abre Devido a operao do orifcio, a presso no fundo da agulha permanece alta, e o bico injetor abre para injetar combustvel. 4. Quando a vlvula solenide fecha Quando a voltagem aplicada pela ECU-EDU termina, a ao de mola fecha a vlvula solenide e a presso na cmara de controle aumenta novamente. 5. Quando a agulha fecha Devido a presso na cmara de controle e fora da mola, a agulha desce e fecha o bico injetor para encerrar a injeo. Apostilas ndice da Apostila Seo 47 Precaues Quanto Remoo e RECOMENDAO DE SERVIO Reinstalao de Componentes O sistema do distribuidor comum consiste de componentes de preciso e utiliza combustvel altamente pressurizado. Portanto, extremo cuidado deve ser observado para garantir a no penetrao de objetos estranhos no sistema. 1.Limpe e lave cuidadosamente a rea de trabalho para remover toda sujeira e oxidao antes de desmontar quaisquer componentes para evitar a contaminao no interior do sistema de combustvel durante a desmontagem. 2.Posicione os componentes em sacos plsticos para evitar a penetrao de objetos estranhos e proteger as superfcies de vedao contra danos durante a estocagem. 3.Limpe cuidadosamente os componentes antes da montagem, certificando-se de que as respectivas superfcies de vedao estejam livres de objetos estranhos como poeira ou rebarbas cortantes. Instalao do Tubo Injetor Observe as precaues abaixo para instalar os tubos injetores. Condies em que os tubos injetores devem ser substitudos: Substituio dos injetores ou do distribuidor comum. Condies em que o tubo de entrada de combustvel deve ser substitudo: Substituio da bomba de alta presso ou do distribuidor comum. 1.Para reinstalar na posio original um componente lave os injetores e certifique-se de que as respectivas superfcies de vedao estejam livres de objetos estranhos ou cortes antes de instalar os tubos. 2.Como os tubos injetores no podem acomodar alteraes excessivas no alinhamento, as alteraes em componentes instalados combinados devem ser evitadas. (Os tubos no devero ser usados em motores diferentes, e a ordem do cilindro dos injetores no dever ser alterada.) 3.Pela mesma razo, substitua os tubos usando componentes novos se houver substituio do componente que afeta o alinhamento dos tubos. Apostilas ndice da Apostila Seo 48 Condies das Conexes de Tubo O sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum mantm combustvel altamente pressurizado. As reas de juno de tubos e componentes usam um tipo de unio que selada por deformao da sua superfcies de vedao. Por esta razo, se o injetor, distribuidor comum, ou a bomba de alta presso for substitudo, os tubos devem ser substitudos porque as respectivas superfcies de contato foram alteradas. Uma falha na substituio do tubo ir causar vazamento de combustvel. REFERNCIA: Inspeo de Vazamento do Combustvel Verifique quanto a vazamentos de combustvel aps apertar a unio. Use o modo Active Test do Intelligent Tester II para aumentar a presso do combustvel e verificar quanto a vazamentos de combustvel. Antes de acionar a partida do motor, verifique as condies de montagem. A seguir, acione o motor em marcha-lenta para inspecionar vazamentos. Finalmente, execute o teste ativo. Se o Intelligent Tester II no estiver disponvel, rapidamente pressione o pedal do acelerador totalmente para atingir a rotao mxima do motor e mantenha esta rotao durante 2 segundos. Repita esta operao diversas vezes. Inspeo da SCV Inspecione a SCV conforme segue: Desfaa as conexes SCV1 e SCV2. Usando um ohmmetro, mea a resistncia entre terminais conforme ilustrado. Resistncia especificada: 1,5 - 1,7 a 20 C (graus centgrados), 68 F (graus Fahrenheit) Se a resistncia no estiver conforme a especificao acima substitua a bomba. Apostilas ndice da Apostila Seo 49 Distribuidor Comum O distribuidor comum, limitador de presso, e sensor de presso do combustvel no podem ser reutilizados. O limitador de presso e o sensor de presso do combustvel so montados atravs de deformao plstica. Portanto, aps a remoo, os componentes devero ser substitudos junto com o distribuidor comum. RECOMENDAO: Estes componentes so disponveis como pea de servio integrada. Instalao do Injetor A instalao dos injetores deve ser executada cuidadosamente. Usando combustvel diesel limpo, limpe as superfcies de vedao dos injetores e tubos injetores imediatamente antes da instalao. Observe as instrues para instalao descritas no Manual de Reparaes do respectivo modelo. Esteja especialmente atento ao sentido de instalao dos injetores e respectivo alinhamento do cabeote do motor. Procedimento de Teste de Balano de Potncia O modo Active Test do Intelligent Tester permite executar o teste de balano de potncia, desativando o injetor em cada cilindro um a um. Uma vez que o combustvel no tubo altamente pressurizado, jamais acione a partida do motor quando as unies de tubos estiverem soltas. O combustvel injetado sob alta presso atravs de injetores controlados eletronicamente. Portanto, os testes de presso de abertura ou padro de pulverizao dos bicos injetores no motor diesel convencional no so aplicados a estes injetores. Apostilas ndice da Apostila Seo 50 ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... 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.................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo Instruo Tcnica para Especializao Automotiva CONTROLE DO SISTEMA Apostilas ndice da Apostila 51 Diagrama do Sistema de CONTROLE DO SISTEMA DESCRIO Controle Eletrnico Os sistemas eletrnicos de controle apresentam pequenas variaes conforme o tipo de motor. Controle eletrnico EFI-diesel convencional Controle eletrnico de distribuidor comum de gasolina (Common-rail) EFI-diesel Descrio da ECU Em termos de controle eletrnico, a funo da ECU determinar o volume de injeo de combustvel, ponto de injeo do combustvel, e volume de ar da admisso apropriado para as condies de conduo, conforme os sinais recebidos dos vrios sensores e interruptores. Alm disso, a ECU emite sinais para operao dos atuadores dos sistemas EFI-diesel e distribuidor comum de combustvel. Apostilas ndice da Apostila Seo 52 Tipo de motor: 5L-E (Bomba tipo mbolo axial) Diagrama do Sistema de Controle Eletrnico Apostilas ndice da Apostila Seo 53 1KZ-TE (Bomba tipo mbolo axial) Apostilas ndice da Apostila Seo 54 1HD-FTE (Bomba tipo mbolo radial) Apostilas ndice da Apostila Seo 55 15B-FTE (Bomba tipo mbolo radial) Apostilas ndice da Apostila Seo 56 1CD-FTV (Tipo distribuidor comum) Apostilas ndice da Apostila Seo 57 1KD-FTV (Tipo distribuidor comum) Apostilas ndice da Apostila Seo 58 2KD-FTV (Tipo distribuidor comum) Apostilas ndice da Apostila Seo 59 1ND-TV (Tipo distribuidor comum) Apostilas ndice da Apostila Seo 60 Sobre a EDU EDU A EDU um dispositivo gerador de alta voltagem. Montado entre a ECU e um atuador, a EDU amplifica a voltagem da bateria e aciona conforme os sinais recebidos da ECU; SPV de ao direta no sistema EFI-diesel convencional, ou injeo no sistema de distribuidor comum. A EDU gera alta voltagem em qualquer caso quando a vlvula est fechada. RECOMENDAO: A EDU de um motor 1ND-TV est no interior da ECU. A SPV de ao direta usada em uma bomba de alta presso com mbolo radial. O sistema inclui uma bobina de alta capacidade para permitir que a SPV responda rapidamente nas condies de alta presso do combustvel. Portanto, exigido nvel de alta voltagem para energizar a bobina. REFERNCIA: Sobre SPV de Ao Direta A. Circuito de gerao de alta voltagem B. Circuito de controle ECU (Sinal) Circuito de controle EDU Circuito de controle EDU (Sinal) Circuito de gerao de alta voltagem (amplificao) Circuito de gerao de alta voltagem (Alta voltagem) SPV EDU Massa SPV (Sinal de verificao) ECU Apostilas ndice da Apostila Seo 61 Posio de Montagem de Sensores SENSOR 1.Motor 1KZ-TE Sensor de rotao Sensor de temperatura do combustvel Sensor de temperatura do ar da admisso Sensor de posio da borboleta de acelerao Sensor de temperatura da gua Sensor de presso do turbo Sensor de posio da rvore de manivelas 2.Motor 1HD-FTE/15B-FTB Sensor de rotao Sensor de temperatura do combustvel Sensor de posio do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admisso Sensor de temperatura da gua Sensor de presso do turbo Sensor de posio da rvore de manivelas 3.Motor 1CD-FTV Sensor de temperatura do combustvel Sensor de presso do combustvel Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admisso (no filtro de ar) Sensor de posio do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admisso (no coletor de admisso) Sensor de posio da rvore de comando Sensor de temperatura da gua Sensor de presso do turbo Sensor de posio da rvore de manivelas Apostilas ndice da Apostila Seo 62 4.Motor 1KD-FTV Sensor de temperatura do combustvel Sensor de presso do combustvel Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admisso (no filtro de ar) Sensor de posio do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admisso (no coletor de admisso) Sensor de temperatura da gua Sensor de presso do turbo Sensor de posio da rvore de comando Sensor de posio da rvore de manivelas 5.Motor 2KD-FTV Sensor de temperatura do combustvel Sensor de presso do combustvel Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admisso (no filtro de ar) Sensor de posio do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admisso (no coletor de admisso) Sensor de temperatura da gua Sensor de presso do turbo Sensor de posio da rvore de comando Sensor de posio da rvore de manivelas 6.Motor 1ND-TV Regulador de presso de combustvel Sensor de presso do combustvel Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admisso Sensor de posio do pedal do acelerador Sensor de posio da rvore de comando Sensor de temperatura da gua Sensor de posio da rvore de manivelas Apostilas ndice da Apostila Seo 63 Construo e Operao de Sensores O sensor que transmite o sinal para a ECU do motor est detalhado no diagrama esquerda. Pedal do Acelerador Existem dois tipos de sensores. Uma o sensor de posio do pedal do acelerador, que forma um conjunto como o pedal do acelerador. Este sensor, que do tipo elemento Hall, detecta o ngulo de abertura do acelerador. A voltagem que corresponde ao ngulo de abertura do acelerador pode ser detectada no terminal de sada. Sensor de Posio do Apostilas ndice da Apostila Seo 64 O outro o sensor de posio da borboleta de EGR, que est montado no venturi e utiliza um resistor varivel. Sensor de Rotao do Motor O sensor de rotao do motor montado na bomba injetora. Consiste de rotor que pressionado no eixo de trao e sensor. Os sinais eltricos so gerados no sensor (bobina) conforme a rotao do rotor. Aqui h a relao entre a rotao do rotor e o formato de onda gerada. A ECU conta o nmero de pulsos para detectar a rotao do motor. O rotor faz meia rotao em cada rotao do motor. A ECU detecta o ngulo de referncia a partir da rea em que falta um dente, que est localizada na circunferncia do rotor. Apostilas ndice da Apostila Seo 65 O motor 1CD-FTV EFI com distribuidor comum utiliza o sensor de posio da rvore de manivelas para detectar a rotao do motor assim como o sistema EFI do motor a gasolina. O sensor de posio da rvore de manivelas do EFI- diesel tipo distribuidor comum emite o mesmo sinal NE que emitido pelo sensor de rotao do motor EFI- diesel convencional. O sensor de posio da rvore de manivelas est montado no bloco do motor. Detecta a posio de referncia do ngulo da rvore de manivelas na forma de sinal PMS. RECOMENDAO: O sensor de posio da rvore de manivelas de tipo distribuidor comum emite os sinais de rotao do motor (NE). Detecta o ngulo da rvore de manivelas conforme os sinais NE. Sensor de Posio da rvore de Manivelas Um pulso gerado quando a projeo na rvore de manivelas aproxima do sensor devido rotao da rvore de manivelas. O pulso gerado uma vez a cada revoluo da rvore de manivelas, e detectado na forma de sinal de posio de referncia do ngulo da rvore de manivelas. Apostilas ndice da Apostila Seo 66 Sensor de Posio da rvore de Comando O sensor de posio da rvore de comando usado em alguns motores (1CD-FTV) ao invs da posio de referncia do ngulo da rvore de manivelas detectado na forma de sinal G. Motor 1ND-TV No motor 1ND-TV usado um sensor de posio da rvore de comando tipo elemento hall. O ponto de disparo na roda dentada de ponto detecta a posio da rvore de comando enviando um sinal a cada duas rotaes da rvore de manivelas. Sensor de Presso do O sensor de presso do turbo conectado ao coletor de admisso atravs de uma mangueira de ar e VSV, e detecta a presso no coletor de admisso (volume do ar da admisso). Turbo Apostilas ndice da Apostila Seo 67 REFERNCIA: Sensor de Presso do Turbo A VSV funciona conforme os sinais da ECU e conectada entre o sensor de presso e ao atuador, entre atmosfera e vcuo. Vcuo Atmosfera Existem trs tipos de sensores de temperatura que so usados para controlar EFI- diesel: O sensor de temperatura da gua montado no bloco do motor para detectar a temperatura do fluido de arrefecimento do motor. O sensor de temperatura do ar da admisso montado no tubo de admisso do motor e detecta a temperatura do ar da admisso. O sensor de temperatura do combustvel montado na bomba e detecta a temperatura do combustvel. Temperatura da gua/ Temperatura do Ar da Admisso/ Sensor de Temperatura do Combustvel Apostilas ndice da Apostila Seo 68 Cada tipo de sensor de temperatura integra um termistor cuja resistncia varia conforme com a temperatura e as caractersticas conforme detalhado no diagrama. O sensor de presso de combustvel que usado no sistema diesel tipo distribuidor comum detecta a presso do combustvel no distribuidor comum. Conforme os sinais recebidos o sensor de presso do combustvel, a ECU controla a SCV (Vlvula de controle de suco) para gerar a presso de combustvel especificada conforme as condies de conduo. Sensor de Presso do Combustvel O medidor de fluxo de ar com fio aquecido foi adotado no EFI-diesel tipo distribuidor comum para detectar o volume de ar da admisso. Medidor de Fluxo de Ar Apostilas ndice da Apostila Seo 69 Descrio Funes Controladas pela ECU FUNES Determinao do volume de injeo e do ponto de injeo de um motor EFI-diesel convencional Apostilas ndice da Apostila Seo 70 Controle de volume de injeo Controle de ponto de injeo Apostilas ndice da Apostila Seo 71 Determinao do volume de injeo e do ponto de injeo no motor EFI-diesel tipo distribuidor comum Controle de volume de injeo Apostilas ndice da Apostila Seo 72 Controle de ponto de injeo ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... 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Apostilas ndice da Apostila Seo 73 A ECU desempenha as trs funes para determinar o volume de injeo: 1.Clculo do volume bsico de injeo 2.Clculo do volume mximo de injeo 3.Comparao entre volume bsico de injeo e volume mximo de injeo Determinao do Volume de Injeo DETERMINAO DO VOLUME DE INJEO 1.Clculo do volume bsico de injeo O clculo do volume bsico de injeo feito conforme os sinais de rotao do motor e a quantidade de esforo aplicado ao pedal do acelerador. 2.Clculo do volume mximo de injeo O clculo do volume mximo de injeo feito conforme os sinais recebidos do sensor de rotao do motor (NE), sensor de temperatura da gua, sensor de temperatura do ar da admisso, sensor de temperatura do combustvel, e presso do turbo. No tipo distribuidor comum, os sinais do sensor de presso do combustvel tambm so usados. Apostilas ndice da Apostila Seo 74 Correo da presso do ar da admisso O volume de injeo corrigido conforme a presso do ar da admisso (volume). Correo da temperatura do ar da admisso A densidade do ar da admisso (volume de ar) varia conforme a temperatura do ar da admisso. (Baixa temperatura do ar da admisso Correo de aumento do volume de injeo) REFERNCIA: Correo do Volume de Injeo Correo de temperatura do combustvel Alta temperatura do combustvel Correo de aumento de volume de injeo Correo de motor frio Baixa temperatura da gua Correo de aumento de volume de injeo Correo de presso do combustvel Em um motor diesel tipo distribuidor comum, as alteraes na presso do combustvel no distribuidor comum so detectadas conforme os sinais do sensor de presso do combustvel. Se a presso do combustvel estiver abaixo da presso objetivo, o perodo que os bicos injetores so mantidos abertos aumentado. Apostilas ndice da Apostila Seo 75 Clculo do volume mximo de injeo A ECU compara o volume bsico calculado de injeo e o volume mximo de injeo e define o menor como o volume de injeo. Conduo em velocidade constante 60% do acelerador Acelerao repentina 100% de acelerao 3.Comparao entre volume bsico de injeo e volume mximo de injeo A diferena no volume real de injeo no EFI-diesel convencional gerada por variaes mecnicas que ocorrem de bomba para bomba corrigida. Sobre a ROM de correo: Centros de servio como oficinas de reparo de bombas usam ferramentas especiais para medir as bombas e substituir as ROMs defeituosas ou fazer os ajustes corretivos. Outros tipos de correes: Alm do volume de injeo determinado aqui, a correo da temperatura do combustvel tambm feita em alguns modelos de veculo. Se a temperatura do combustvel estiver alta, o volume real de injeo ser mais baixo (devido baixa densidade) do que o valor determinado. Portanto o valor determinado dever ser aumentado. REFERNCIA: Sobre a ROM de Correo Apostilas ndice da Apostila Seo 76 Determinao do Ponto de Injeo DETERMINAO DO PONTO DE INJEO A ECU executa as seguintes funes para determinar o ponto de injeo: EFI-diesel convencional 1.Determinao do ponto objetivo de injeo 2.Deteco do ponto objetivo de injeo 3.Comparao entre o ponto objetivo de injeo e o ponto real de injeo EFI-diesel tipo distribuidor comum 4.Comparao entre o ponto objetivo de injeo e o ponto real de injeo EFI-diesel convencional 1.Determinao do ponto objetivo de injeo O ponto objetivo de injeo determinado atravs do clculo do ponto bsico de injeo atravs da rotao do motor e o ngulo de abertura do pedal do acelerador, e adio de um valor de correo conforme a temperatura da gua, presso do ar da admisso e temperatura do ar da admisso. Apostilas ndice da Apostila Seo 77 EFI-diesel convencional 1.Determinao do ponto objetivo de injeo EFI-diesel convencional 2.Deteco do ponto real de injeo A deteco do ponto real de injeo efetuada atravs do clculo baseado nos sinais de rotao do motor e posio da rvore de manivelas. Como no controle do volume de injeo, as variaes que ocorrem no controle do ponto de injeo entre as bombas so corrigidas atravs de um resistor de correo ou uma ROM de correo. Apostilas ndice da Apostila Seo 78 REFERNCIA: Deteco do Ponto de Injeo EFI-diesel convencional A placa de cames e o rotor (que gera o sinal NE do sensor de rotao do motor) giram em sincronia. Portanto a ECU capaz de detectar o ponto quando o mbolo move e ocorre uma injeo real conforme o sinal NE. Para abordar a discrepncia de fase que ocorre entre o ponto real de injeo e o sinal NE devido a variaes individuais das bombas usado um resistor de correo para correo e reconhecimento de posio padro. A ECU compara o sinal NE e o sinal PMS do sensor do ngulo da rvore de manivelas e calcula o ponto de injeo conforme o ngulo da rvore de manivelas como sendo o ponto real de injeo. Apostilas ndice da Apostila Seo 79 EFI-diesel convencional 3.Comparao entre o ponto objetivo de injeo e o ponto real de injeo A ECU compara o ponto objetivo de injeo e o ponto real de injeo e transmite os sinais de avano do ponto e retardo de ponto para a vlvula de controle de ponto para que haja correspondncia entre o ponto real de injeo e o ponto objetivo de injeo. REFERNCIA: Determinao do Ponto de Injeo EFI-diesel convencional EFI-diesel tipo distribuidor comum 4.Comparao entre ponto objetivo de injeo e o ponto real de injeo Como no motor EFI-diesel convencional, o ponto bsico EFI-diesel com distribuidor comum determinado atravs da rotao do motor e do ngulo de abertura do pedal do acelerador, e adio de um valor de correo conforme a temperatura da gua e a presso do ar da admisso (volume). A ECU envia sinais de injeo para a EDU e avana ou retarda o ponto para ajustar o ponto do incio da injeo. Apostilas ndice da Apostila Seo 80 O volume do incio da injeo determinado por ajuste do volume bsico de injeo conforme os sinais do motor de partida ON (tempo de ativao) e sinais do sensor de temperatura do fluido de arrefecimento. Quando o motor est frio, a temperatura do fluido de arrefecimento ser mais baixa e o volume de injeo ser mais alto. Para determinar a correo do ponto do incio da injeo so usados os sinais do motor de partida, temperatura da gua e rotao do motor. Quando a temperatura da gua estiver baixa, se a rotao do motor estiver alta, o ponto de injeo ser avanado. Controle do Volume de CONTROLE NA PARTIDA Injeo Durante a Partida Apostilas ndice da Apostila Seo 81 Injeo Seccionada CONTROLE DA TAXA DE INJEO A bomba tipo mbolo radial faz injeo seccionada (injeo em dois tempos) quando a partida do motor ocorre em temperatura extremamente baixa (ou abaixo de 10 graus) para melhorar a capacidade de partida e reduzir a formao de fumaa preta e branca. Injeo Piloto O EFI-diesel tipo distribuidor comum utiliza injeo piloto. No sistema de injeo piloto inicialmente injetada uma quantidade pequena de combustvel antes da injeo principal. Quando a injeo principal iniciada, o combustvel que foi injetado anteriormente j inflamou, permitindo a ignio suave do combustvel da injeo principal. Apostilas ndice da Apostila Seo 82 Controle de Rotao na CONTROLE DE ROTAO NA MARCHA-LENTA Marcha-Lenta Conforme os sinais recebidos dos sensores, a ECU calcula a rotao objetivo conforme as condies de conduo. A seguir a ECU compara o valor ideal ao sinal de rotao do motor recebido do sensor de rotao do motor e controla os atuadores (SPV/injetor) para regular o volume de injeo e corrigir a rotao na marcha-lenta. A ECU efetua o controle da marcha-lenta alta (para melhorar o desempenho de aquecimento do motor) quando o motor estiver frio, ou durante a operao do A/C/Aquecedor. Alm disso, para evitar as flutuaes na rotao da marcha-lenta causadas pela reduo da carga do motor que ocorre quando o interruptor do A/C desligado, o volume automaticamente corrigido antes da flutuao da rotao do motor. ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo 83 Controle de Reduo de CONTROLE DE REDUO DE VIBRAES NA MARCHA-LENTA Vibraes na Marcha-Lenta Este controle detecta flutuaes na rotao do motor quando o motor estiver funcionando em marcha-lenta causadas pelas variaes na bomba injetora ou bicos injetores, e corrige o volume de injeo para cada cilindro. Conseqentemente, as vibraes e rudos na marcha-lenta diminuem. ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... 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Apostilas ndice da Apostila Seo 84 Outros Tipos de Controle OUTROS TIPOS DE CONTROLE 1.Controle de correo da rotao do motor Sintoma: Aumento no volume de injeo devido a aumento na presso na bomba. Descrio do controle: Volume de injeo reduzido conforme a rotao do motor. 2.Controle ECT Sintoma: Trancos na mudana. Descrio do controle: Volume de injeo reduzido durante a mudana. 3.Controle da vela de aquecimento (Bomba tipo mbolo axial) Sintoma: Velas de aquecimento acionadas na partida do motor frio. Descrio do controle: Controla as condies da vela de aquecimento conforme a temperatura do fluido de arrefecimento. Apostilas ndice da Apostila Seo 85 4.Controle do aquecedor da admisso (Bomba tipo mbolo radial) Sintoma: Aquecedor da admisso acionado para aquecer o ar da admisso na partida de motor frio. Descrio do controle: Controla as condies do aquecedor da admisso conforme a temperatura do fluido de arrefecimento. 5.Controle de corte do A/C Sintoma: Aquecedor da admisso acionado para aquecer o ar da admisso na partida do motor frio. Descrio do controle: Controla as condies da vela de aquecimento conforme a temperatura do fluido de arrefecimento. 6.Controle de atenuao Sintoma: Flutuao de torque devido alterao no volume de injeo durante a acelerao. Descrio do controle: O volume de injeo alterado gradualmente imediatamente aps a abertura ou fechamento da borboleta do EGR. Apostilas ndice da Apostila Seo 86 Distribuidor Comum CONTROLE DA PRESSO DO COMBUSTVEL (Common-rail) A presso do combustvel que corresponde s condies operacionais do motor calculada segundo o volume real de injeo determinado conforme os sinais dos sensores, e a rotao do motor. A ECU transmite os sinais para a SCV para ajustar a presso do combustvel gerada na bomba de alimentao. de Combustvel no Determinao da Presso de Combustvel no Distribuidor Comum Determinao da Presso REFERNCIA: Apostilas ndice da Apostila Seo 87 TABELA DE VOLUME E PONTO DE INJEO Tabela de Volume e Ponto de Injeo Apostilas ndice da Apostila Seo 88 Como no sistema EFI do motor a gasolina, o motor EFI- diesel tambm inclui uma funo de diagnstico MOBD (OBD). A MIL (Lmpada Indicadora de Falhas) acende se houver deteco de falha na prpria ECU ou no sistema eltrico. A rea de falha ser indicada pelo nmero do DTC (Cdigo de Falha). Aps o reparo da falha a MIL ir apagar. Entretanto, o DTC permanecer gravado na memria da ECU. Modo de inspeo (Teste) A funo de diagnstico consiste de modo normal e modo de inspeo (Teste). Enquanto o modo normal executa o diagnstico normal, o modo de inspeo (Teste) inclui aumento de sensibilidade para detectar as condies de falha mais detalhadamente. Freeze frame data A ECU grava na memria as condies do motor no momento da ocorrncia da falha. As condies naquele momento podem ser acessadas posteriormente e revisadas usando-se o dispositivo porttil de teste. Funo livre-de-falhas A ECU passa funo livre-de-falhas se a falha ocorrer em alguns itens de diagnstico. Este modo inicializa os sinais conforme os respectivos valores especificados para permitir a conduo do veculo. DIAGNSTICO Funes de Diagnstico Apresentao de DTC (Cdigo de Falha) Conforme o modelo, o conector de inspeo poder ser um DLC ou DLC3. O DTC (Cdigo de Falha) poder ser monitorado atravs de curto- circuito nos terminais do conector e a contagem do nmero de vezes que a lmpada pisca. Se no houver falhas, o nmero no padro piscar corresponder s condies normais. Apostilas ndice da Apostila Seo 89 Um dos mtodos para acessar os DTCs (Cdigo de Diagnstico) o dispositivo porttil de teste Os nmeros de DTC podem ser apresentados no monitor do dispositivo de teste porttil. O dispositivo porttil de teste pode ser usado tambm para a apresentao das condies do motor ou dos sinais dos sensores (valores de referncia) alm da apresentao dos nmeros de DTC. (Intelligent Tester). ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo 90 Durante um teste ativo, o dispositivo de teste usado para emitir comandos para que a ECU acione os atuadores. Este teste determina a integridade do sistema ou dos componentes, monitorando a operao dos atuadores ou atravs da leitura dos dados da ECU do motor. TESTE ATIVO Teste Ativo ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... 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Apostilas ndice da Apostila Seo 91 RECOMENDAO DE SERVIO Leitura de DTC (Cdigo de Falha) O Manual de Reparaes, detalha o item de deteco, condio de deteco e rea de falhas para cada DTC, portanto consulte o Manual de Reparaes ao executar operaes de diagnstico. Inspeo Usando o Dispositivo de Teste de Circuitos Inspecione conforme a tabela de inspeo referente a cada cdigo de falha. O mtodo de inspeo idntico ao sistema do motor a gasolina com injeo eletrnica de combustvel (EFI). Inspeo da ECU Medio da voltagem e da resistncia nos terminais da ECU/EDU. Inspeo de rel Medio da voltagem e resistncia nos terminais do rel. Inspeo de sensor Medio da voltagem e da resistncia entre os terminais do sensor. Apostilas ndice da Apostila Seo 92 Inspeo Usando o Intelligent Tester O Intelligent Tester permite o monitoramento das condies da ECU, EDU e sensor. No modo de teste, o Intelligent Tester pode ativar os atuadores para simular as condies operacionais do veculo. Observe as instrues abaixo para apagar os DTCs (Cdigo de Falha) gravados na memria da ECU. Acione "Clear" no dispositivo porttil de teste. Desconecte o fusvel especificado e o terminal positivo da bateria (este procedimento diferente conforme cada modelo). ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo Instruo Tcnica para Especializao Automotiva OUTROS DISPOSITIVOS Apostilas ndice da Apostila 93 Descrio OUTROS DISPOSITIVOS ACELERAO DIESEL A borboleta do obturador montada no coletor de admisso. A borboleta do obturador, que funciona independentemente do pedal do acelerador, utiliza o motor de controle (motor de passo) para regular a abertura da borboleta conforme os sinais recebidos da ECU. Objetivo: 1.Garante a quantidade ideal de volume da EGR em toda a faixa operacional aumentando o vcuo no coletor de admisso. 2.Diminui o rudo e vibrao fechando a vlvula de acelerao na marcha-lenta. 3.Diminui as vibraes fechando totalmente a borboleta de acelerao ao desligar o motor para reduzir a quantidade de volume de admisso de ar. (1CD-FTV/15B-FTE) Operao da borboleta 1.Quando o motor est funcionando, a abertura da borboleta ajustada no ponto ideal conforme a rotao do motor, condies de carga do motor, e volume da EGR. 2.Quando o motor desligado, a borboleta fecha totalmente para interromper admisso de ar. Reduzindo a compresso no cilindro, as vibraes que ocorrem no desligamento do motor so reduzidas. Apostilas ndice da Apostila Seo 94 O controle da restrio na admisso contm a vlvula principal e a secundria. A vlvula principal funciona com o pedal do acelerador e vlvula secundria funciona com os atuadores que atuam com duas VSVs (VSV1 e VSV2), que por sua vez funcionam conforme os sinais recebidos da ECU. Controle da Restrio na Admisso (1KZ-TE) REFERNCIA: ANOTAES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas ndice da Apostila Seo 95 Descrio e Operao do OBTURADOR DA ADMISSO Obturador da Admisso O obturador da admisso montado no coletor de admisso. O obturador da admisso abre totalmente quando o motor est funcionando. Para desligar o motor, a VSV funciona conforme os sinais da ECU, e o atuador fecha o obturador da admisso. Como resultado, a quantidade de vibrao diminui quando motor desligado. Os sinais recebidos da ECU fazem a VSV comutar a presso aplicada ao atuador entre presso atmosfrica e presso de vcuo. VSV (Vlvula Comutadora de Vcuo) REFERNCIA: Apostilas ndice da Apostila Seo 96 Sistema EGR EGR (RECIRCULAO DOS (Recirculao dos Gases No sistema EGR, a ECU controla a vlvula reguladora de vcuo conforme os sinais transmitidos dos vrios sensores, para acionar (abrir e fechar) a vlvula EGR. Isto resulta na circulao de parte dos gases ps-combusto no coletor de admisso para reduzir a velocidade de combusto. Isto diminui a temperatura da combusto e reduz a gerao de xidos de nitrognio. Atravs da adoo da borboleta possvel aumentar a presso no coletor de admisso para estabilizar o volume da EGR. GASES DO ESCAPAMENTO) do Escapamento) Vlvula Reguladora de Vcuo A vlvula reguladora de vcuo funciona conforme os sinais da ECU para ativar/desativar o vcuo (gerado pela bomba de vcuo) que atua a vlvula EGR. Vlvula EGR O vcuo que direcionado pela vlvula reguladora de vcuo aciona (abre e fecha) a vlvula EGR para introduzir gases da ps-combusto ao coletor de admisso. Apostilas ndice da Apostila Seo 97 A operao da EGR desativada nas condies abaixo para garantir a dirigibilidade e reduzir a fumaa preta. Quando a temperatura do fluido de arrefecimento est baixa. Quando o veculo est sendo dirigido em regime de alta carga. Quando o motor est desacelerando (a EGR funciona quando o motor estiver funcionando em marcha-lenta). Quando o veculo est sendo dirigido em altas altitudes. Operao do Sistema EGR Nos motores 15B-FTE e 1HD-FTE, a posio de montagem da vlvula EGR foi melhorada para evitar que o desempenho fosse afetado pela temperatura do ar da admisso. No motor 15B-FTE, foi adotado uma construo de tubo EGR duplo. A gua de arrefecimento flui no exterior do tubo para resfriar os gases da EGR. Desta forma, o ar da admisso no aquecido pelos gases da EGR. Apostilas ndice da Apostila Seo 98 RECOMENDAO DE SERVIO Para inspecionar o obturador da admisso, conecte o medidor de vcuo no diafragma, e verifique se a haste do atuador move aps a aplicao da quantidade especificada de vcuo. Mea a resistncia entre os terminais da VSV do obturador da admisso. Inspeo do Obturador da Admisso Inspeo da Borboleta A inspeo da borboleta consiste da inspeo do motor. Remova o conector do motor e mea a resistncia entre os terminais especificados. Apostilas ndice da Apostila Seo SERVIO DE QUALIDADE TOYOTATOYOTA IMPRESSO NO BRASIL JULHO/2005TOYOTA DO BRASIL LTDA.