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Feminismo e Transgeracionalidade

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Trabalho na íntegra: poliana-g@hotmail.com
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  • 1. Universidade do Contestado - UnCUniversidade do Contestado - UnC Núcleo de Porto União - SCNúcleo de Porto União - SC Curso de PsicologiaCurso de Psicologia Banca de Trabalho de Conclusão deBanca de Trabalho de Conclusão de CursoCurso 20132013
  • 2. Feminista, eu?!Feminista, eu?! A vivência das conquistas do feminismo e a transmissão transgeracional dos papéis de gênero na percepção da adulta jovem à mulher idosa Acadêmica: Poliana Gomes Goslar Orientadora: Dra. Maris Stela da Luz Stelmachuk
  • 3. IntroduçãoIntrodução  Objetivo Geral/Problema de pesquisa;Objetivo Geral/Problema de pesquisa;  Relevância Pessoal;Relevância Pessoal;  Relevância Científica;Relevância Científica;  Relevância Social;Relevância Social;
  • 4. Referencial teóricoReferencial teórico Principais autoras e autores utilizados...Principais autoras e autores utilizados...
  • 5. O Cenário da secundarização femininaO Cenário da secundarização feminina Virgínia Woolf (1985), Rachel Soihet (2005), AnaVirgínia Woolf (1985), Rachel Soihet (2005), Ana Rossi-Doria (1994), Michele Perrot (2008) Maris S.Rossi-Doria (1994), Michele Perrot (2008) Maris S. da Luz Stelmachuk (2012),da Luz Stelmachuk (2012), Heleieth SaffiotiHeleieth Saffioti (1987), Felícia Reicher Madeira (1997), Mary Polce-(1987), Felícia Reicher Madeira (1997), Mary Polce- Lynch (2003),Lynch (2003), Pierre BourdieuPierre Bourdieu (2002), Frigga(2002), Frigga Haugh (1987).Haugh (1987).
  • 6. Feminismos: Um panorama históricoFeminismos: Um panorama histórico Ilze Zirbel (2012),Ilze Zirbel (2012), Martha Giudice Narvaz e SilviaMartha Giudice Narvaz e Silvia Helena Koller (2006),Helena Koller (2006), Marta Calás e Linda SmircichMarta Calás e Linda Smircich (1999), Felícia Reicher Madeira (1997), Rachel(1999), Felícia Reicher Madeira (1997), Rachel Soihet (2005), Bila Sorj (2005), Margareth RagoSoihet (2005), Bila Sorj (2005), Margareth Rago (2002).(2002).
  • 7. A Psicologia Sistêmica – Um mais um são trêsA Psicologia Sistêmica – Um mais um são três Pedro Carvalhal e Cátia Patrícia Fernandes da Silva (2011), Zuma (1997), Gabel, Soares (2006), Relvas (1999 apud CARVALHAL; SILVA, 2011), Vasconcelos, (1995), More, Crepaldi, Gonçalves, Menezes (2009), Solange Rosset (2003), Gameiro (1992 apud CARVALHAL E SILVA, 2011).
  • 8. Transmissão familiarTransmissão familiar Maurizio Andolfi, Cláudio Angelo (1989), BettyMaurizio Andolfi, Cláudio Angelo (1989), Betty Carter e Monica McGoldrick (1995), Tai CastilhoCarter e Monica McGoldrick (1995), Tai Castilho (2003), Denise Falcke e Adriana Wagner (2005),(2003), Denise Falcke e Adriana Wagner (2005), Ana Cláudia Fleck, Denise Falcke e Isabel TelmoAna Cláudia Fleck, Denise Falcke e Isabel Telmo Hackner (2005).Hackner (2005).
  • 9. MétodoMétodo  Pesquisa de Campo;Pesquisa de Campo;  Entrevista Semi-estruturada;Entrevista Semi-estruturada;jj  04 mulheres: duas adultas jovens, uma de meia idade e04 mulheres: duas adultas jovens, uma de meia idade e uma idosa (EIZIRIK, 2001);uma idosa (EIZIRIK, 2001);  Contato Informal;Contato Informal;  Plataforma Brasil;Plataforma Brasil;  Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;
  • 10. MétodoMétodo  Entrevista piloto.Entrevista piloto.  Local de preferência das entrevistadas;Local de preferência das entrevistadas;  Entrevistas gravadas, transcritas integralmente,Entrevistas gravadas, transcritas integralmente, reapresentadas às participantes;reapresentadas às participantes;  Categorização / Blocos temáticos;Categorização / Blocos temáticos;  Análise das informações;Análise das informações;  Devolutiva: rumo acadêmico e científico do trabalho.Devolutiva: rumo acadêmico e científico do trabalho.
  • 11. Quem são as entrevistadas
  • 12. AnaAna 2222 Adulta JovemAdulta Jovem EstudanteEstudante LouisieLouisie 3636 Adulta JovemAdulta Jovem PsicólogaPsicóloga EmíliaEmília 4444 Meia IdadeMeia Idade Conselheira TutelarConselheira Tutelar JúliaJúlia 7474 IdosaIdosa Costureira aposentadaCostureira aposentada
  • 13. Feminista, eu?!Feminista, eu?! Percepções e estereótipos doPercepções e estereótipos do feminismofeminismo
  • 14. Júlia (74 anos, costureira aposentada) O feminismo não representa a substituição da lealdade a um gênero pela lealdade a outro, mas a transcendência à todo o gênero (WRIGHT, 1822 apud GAY, 1995 apud RAGO, 2001).
  • 15. Ana (22 anos, estudante) Existe uma percepção de que há um “clube do feminismo” no qual algumas pessoas decidem quem entra e quem fica de fora (WOLF s/d apud MADEIRA, 1994). ++ Conotação pejorativa das feministas, disseminada por alas sociais conservadoras (ZIRBEL, 2012; SORJ, 2005).
  • 16. Reconhecer-se feminista  estranheza e hesitação; Eita!Eita! [risos] [...][risos] [...] Eu acho que sim,Eu acho que sim, poderia ser assim... f-feminista...poderia ser assim... f-feminista... (Ana, 22 anos, estudante)(Ana, 22 anos, estudante)
  • 17. Feminismo nosso de cada dia: A vivência cotidiana das conquistas do movimento – da juventude aos dias atuais
  • 18.  Trabalho;Trabalho;  Estudo/Escolarização;Estudo/Escolarização;  Constituição familiar;Constituição familiar;  Relacionamentos.Relacionamentos.
  • 19. Corpo e sexualidade – Devemos,Corpo e sexualidade – Devemos, podemos ou queremos?podemos ou queremos? Meu corpo é às vezes meu, uma vez que ele porta os traços deMeu corpo é às vezes meu, uma vez que ele porta os traços de uma história que me é própria, de uma sensibilidade que éuma história que me é própria, de uma sensibilidade que é minha, mas ele contém, também, uma dimensão que me escapaminha, mas ele contém, também, uma dimensão que me escapa radicalmente e que o reenvia aos simbolismos de minharadicalmente e que o reenvia aos simbolismos de minha sociedade (sociedade (ARTAUD, s/dARTAUD, s/d apudapud NOVAES, 2006).NOVAES, 2006).
  • 20.  Olhar para as rupturas no modo de experienciar a sexualidade;  Tênue delineamento entre liberação sexual e novas configurações do machismo;
  • 21. Se você quer ir numa balada e ficar com sete, oito, nove pessoas e ‘dar’ pra quem você quiser, fazer com quem você quiser, beleza, você é livre pra isso. Mas daí usar disso a desculpa que tá no feminismo ou que é uma feminista eu acho que não é por aí assim (Ana, 22 anos, estudante).
  • 22. Segredo Familiar (individual construtivo).Segredo Familiar (individual construtivo). Desenvolve-se diante de alguma atitude não aceita pelo grupo familiar, que não corresponde aos tabus que se mantém entre as gerações. Viola as regras de posse comum das informações, modificando a relação entre os membros e comumente provocando sentimento de culpa ((WELTER-ENDERLIN, 1994 apud FALCKE, WAGNER, 2005).
  • 23. Eu sei que a primeira vez que eu tive a aula lá que ensinava sobre as intimidades, eu quase tive um enfarto. Eu cheguei em casa parecia que tava escrito na minha testa tudo que eles, que a professora falou, sabe? E tava lá desenhado, escrito e a mãe tava lendo, de tanta vergonha que eu passei (Emília, 44 anos, CT).
  • 24. Crescer meninaCrescer menina
  • 25. A única diferença é que eu era sempre tratada diferente né, meus irmãos todos foram criados como menino e eu como menina, né? [...] Não teve, assim, diferença nenhuma assim. O tratamento da minha mãe era igual... Só que que nem eu disse, eu era menina, eles eram meninos. Eles brincavam com carrinho, eu com boneca. E assim então não tinha assim diferença (Júlia, 74 anos, costureira aposentada).
  • 26.  Eu sempre fui moleca, desde pequena; (Ana, 22 anos, estudante).  Sempre quis ser homem, eu nunca quis ser mulher; eu era uma menina, mas eu queria ser igual a homem; (Emília, 44 anos, conselheira tutelar).  Eu acho que nesse sentido até eu sou um pouco andrógena, assim. Sabe, sou meio... meio macho. Eu acho até que eu sou meio macho nesse sentido [risos]; (Louisie, 36 anos, psicóloga).
  • 27.  Eu nunca gostei de boneca, eu só gostava de brincarca gostei de boneca, eu só gostava de brincar de carrinho, a gente brincava de casinha, essas coisas,de carrinho, a gente brincava de casinha, essas coisas, mas eu sempre era o pai, sabe? Eu sempre iamas eu sempre era o pai, sabe? Eu sempre ia trabalhar, a minha irmã era a mãe, as galinhas eramtrabalhar, a minha irmã era a mãe, as galinhas eram as nossas filhas...as nossas filhas... [...][...] Daí eu sempre fui o homem, oDaí eu sempre fui o homem, o que dava conta da casa. A minha mulher, a minhaque dava conta da casa. A minha mulher, a minha irmã, era mãe das galinhas, ela limpava o galinheiroirmã, era mãe das galinhas, ela limpava o galinheiro (Emília, 44 anos, adulta de meia idade).(Emília, 44 anos, adulta de meia idade).
  • 28. E os homens? Relacionamento entre gêneros Na verdade não teve muita essa distinção entre homem e mulher assim. Em coisas pequenas do tipo homem senta de perna aberta, mulher de perna fechada, homem não faz nada o dia inteiro, mulher se mata totalmente. [risos] Pequenas coisas, quase nada, tipo “Cadê o meu almoço?” [risos] (Ana, 22 anos, estudante)
  • 29. O mundo é a casa do homem e a casa, é o mundo daO mundo é a casa do homem e a casa, é o mundo da mulher (MADEIRA, 1997).mulher (MADEIRA, 1997). Mulheres  Espaço doméstico Homens  Mercado de trabalho com eventuais “ajudas” no ambiente doméstico, parte externa da casa;
  • 30. Mães, filhas e netas – Transgeracionalidade feminina A possibilidade de reequilibrar as dinâmicas intergeneracionais é a condição sem a qual não há maturidade psicológica, autonomia e autoridade pessoal. [...] Não se pode separar sem antes se perceber a linha de união. (WILLIANSON, 1982 apud ANDOLFI, ANGELO, 1989, p. 88).
  • 31. A gente foi sair de carro, eu o Rodrigo e a Iara. Aí eu fui dirigir. A Iara falou: “Não mãe, você tá no lugar errado, o teu lugar é aqui!” Mas eu nunca falei isso, gente eu dirijo o dia inteiro, porque o carro fica comigo então sempre eu que tô, né... Mas quando tá o pai e a mãe, a mãe deve ir no banco do passageiro e o pai dirigindo. Eu não me lembro de ter falado isso pra ela, não lembro do Rodrigo ter falado isso pra ela... (Ana, 22 anos, estudante)
  • 32. ValoresValores Aspectos que a família se preocupa em transmitir às novas gerações, explícita ou implicitamente. (CERVENY; BERTHOUD, 1997 apud FALCKE, WAGNER, 2005)
  • 33. Tem umas regrinhas sim. [...] Então não que a gente tenha ouvido isso como... De uma maneira preventiva assim sabe, “Ah não, Deus o livre você...” Não teve isso. Mas depois que aconteceu fica assim meio que no ar um certo desconforto e um certo preconceito em relação a quando ocorre assim. [...] Tem uns olhares meio assim sabe. Então não é declarado, mas a gente sente que simbolicamente assim alguns aspectos meio que... (Louisie, 36 anos, psicóloga)
  • 34. Eles deixaram eu fazer tudo, mas sempre deixaram claro: ‘Ó, faça o que você quiser, mas se você sair da linha vai ter uma consequência’. Que até hoje não sei qual que seria né, não sei. Não sei, porque não cheguei a sair. Não saí da linha! [risos] Não sei o que que eles queriam dizer também com sair da linha.[...] Mesmo sem saber o que era essa conseqüência eu fiquei assim: “Opa! Aí eu não vou pisar porque eu não sei o que que vai acontecer”. (Louisie, 36 anos, psicóloga)
  • 35. MitoMito OOposto ao pensamento lógico e racional, serve para escurecer ou negar alguma realidade penosa e complexa. Se desenvolve diante de vazios e se estabelece como verdade no decorrer do tempo, possuindo um poder muito grande sobre os membros do sistema. A infidelidade é um fenômeno favorecedor do desenvolvimento de mitos. (ANDOLFI, ANGELO, 1989, FALCKE, WAGNER, 2005, GONZÁLES, 1994 apud FALCKE, WAGNER, 2005, PITTMAN, 1994 apud FALCKE, WAGNER, 2005).
  • 36. Não teve traição por parte das mulheres da minha família. Mas por parte dos homens todos... [risos]. Será que... [...] Eu penso assim que 99% dos homens traem. Será que isso é um pré julgamento meu por ter vindo de uma família assim? (Louisie, 36 anos, psicóloga)
  • 37. A utopia está lá no horizonte.A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos.Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos.Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei.Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia?Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. Eduardo GaleanoEduardo Galeano
  • 38. Referências
  • 39. ANDOLFI, Maurizio, ANGELO, Claudio. Tempo e Mito em psicoterapia familiar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. BOTTON, Andressa; STREY, Marlene Neves. As influências do gênero na infância: Como Produzimos Meninos ou Meninas. In: STREY, Marlene Neves; BOTTON, Andressa; CADONÁ, Eliane; PALMA, Yáskara Arrial. (org.) Gênero e Ciclos Vitais. Desafios, Problematizações e Perspectivas. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2012. BOURDIEU, Pierre. A Dominação Masculina. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil Ltda, 2002. CADONÁ, Eliane; STREY, Marlene Neves. A Construção do Sujeito Materno: Problematizando Práticas à Luz dos Estudos Feministas. In: STREY, Marlene Neves; BOTTON, Andressa; CADONÁ, Eliane; PALMA, Yáskara Arrial. (org.) Gênero e Ciclos Vitais. Desafios, Problematizações e Perspectivas. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2012. CALÁS, Marta; SMIRCICH, Linda. Do ponto de vista da mulher: abordagens feministas em estudos organizacionais. In: CLEGG, Stewart R.; HARDY, Cynthia; et. al. (org) Handbook de Estudos Organizacionais. São Paulo: Editora Atlas S.S, 1999. CARTER, Betty. MCGOLDRICK, Monica. As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar: Uma Estrutura para a Terapia Familiar. 2. ed. Porto Alegre: Editora Artmed ,1995. CARVALHAL, Pedro; SILVA, Cátia Fernandes. Terapia Familiar Sistêmica: uma breve introdução ao tema. Disponível em: <http://www.psicologia.pt/artigos/ver_artigo_licenciatura.php?codigo=TL0235> Acesso em: 23 ago. CASTILHO, Tai. Família e Relacionamento de gerações. Disponível em: <www.sescsp.org.br/sesc/images/upload/conferencias/94.rtf> Acesso em: 06 jun. CORDIOLI, Aristides Volpato; MARGIS, Regina. Idade adulta: meia idade. In: BASSOLS, Ana Margareth Siqueira; EIZIRIK, Cláudio Laks; KAPCZINSKI, Flávio (Orgs.). O ciclo da vida humana: uma perspectiva psicodinâmica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. DIEHL, Artur. O homem e a nova mulher: novos padrões sexuais de conjugalidade. In: WAGNER, Adriana (org.). Famílias em cena: tramas, dramas e transformações. Petrópolis: Vozes, 2000. FALCKE, Denise; WAGNER, Adriana. A dinâmica familiar e o fenômeno da transgeracionalidade: definição de conceitos. In: WAGNER, Adriana. (org.) Como se perpetua a família? A transmissão dos modelos familiares. Porto Alegre: EDIPUCRS Editora, 2005
  • 40. FUZZI, Ludmila Pena. O que é a Pesquisa de Campo. Disponível em: <http://profludfuzzimetodologia.blogspot.com.br/2010/03/o-que-e-pesquisa-de-campo.html>Acesso em 14 abr. 2013. GABEL, Christine Liz Moeller, SOARES, Dulce Helena Penna. Contribuições da Teapia Familiar Sistêmica para a Escolha Profissional. Revista Brasileira de Orientação Profissional. Blumenau, p. 57-64. Maio 2006. Disponível em: <pepsic.bvsalud.org/pdf/rbop/v7n1/v7n1a07.pdf> Acesso em: 23 ago. KI-MOON, Ban. Violência Contra as Mulheres: A Situação. Disponível em: http://www.onu.org.br/unase/sobre/situacao/ Acesso em 17 mar. KUBLIKOWSKI, Ida, MACEDO, Rosa Maria. Família e Gênero. In.: OLIVEIRA, Ceneide Maria de. (org.) Família e... Casapsi , 2006. MADEIRA, Felícia Reicher. (org.) Quem mandou nascer mulher? Estudos sobre crianças e adolescentes pobres no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Rosa dos Tempos, 1997. MANZINI, Eduardo José. Entrevista Semi-Estruturada: Análise de Objetivos e de Roteiros. Disponível em: <http://www.sepq.org.br/IIsipeq/anais/pdf/gt3/04.pdf> Acesso em 14 abr. 2013. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 5. Ed. São Paulo: Atlas S. A., 2003. MIRANDA, Josiane Liebl (org.) Normas para elaboração de projetos, trabalhos de conclusão de curso, monografias, dissertações e teses / Universidade do Contestado. Revisão Andréia Luciana da Rosa Scharmach ... [et al]. – Mafra, SC, 2012. MORE, Carmen L. Ocampo, CREPALDI, Maria Aparecida, GONÇALVES, Jadete Rodrigues, MENEZES, Marina. Contribuições do pensamento sistêmico à prática do psicólogo no contexto hospitalar. Psicologia em Estudo. Maringá, p. 465-473. Setembro 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413- 73722009000300007&script=sci_arttext> Acesso em: 06 set. NARVAZ, Martha Giudice; KOLLER, Sílvia Helena. Metodologias Feministas e Estudos de Gênero: Articulando Pesquisa, Clínica e Política. Pós graduação em Psicologia do Desenvolvimento pela UFRS, 2006. NOVAES, Joana de Vilhena. O intolerável peso da feiúra. Sobre as mulheres e seus corpos. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ed.PUC-Rio, 2006.
  • 41. OSÓRIO, Cláudio Maria da Silva. Adultos Jovens, seus scripts e cenários. In: BASSOLS, Ana Margareth Siqueira; EIZIRIK, Cláudio Laks; KAPCZINSKI, Flávio (Orgs.). O ciclo da vida humana: uma perspectiva psicodinâmica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. PERROT, Michelle. Minha História das Mulheres. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2008. POLCE-LYNCH, Mary. Conversando com meninos. São Paulo: Editora M.Books, 2003 RAGO, Margareth. Feminizar é Preciso. Por uma cultura filógina. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, p. 58-66. Jun. 2002. Disponível em: www.scielo.br/pdf/spp/v15n3/a09v15n3.pdf ROSSET, Solange Maria. Pais e Filhos: Uma Relação Delicada. 1. Ed. Curitiba: Editora Sol, 2003. ROSSI-DORIA, Anna. Representar um corpo. Individualidade e “Alma Coletiva” nas lutas pelo sufrágio. In: BONACCHI, Gabriela; GROPPI, Ângela. (org.) O Dilema da Cidadania. Direitos e Deveres das Mulheres. São Paulo: Editora UNESP, 1994. SAFFIOTI, Heleieth I. B. O Poder do Macho. 11. ed. São Paulo: Editora Moderna, 1987. SALDANHA, Marília; MUHLEN, Bruna Krimberg Von; STREY, Marlene. O Homem Maternante: Mudanças à vista? In: STREY, Marlene Neves; BOTTON, Andressa; CADONÁ, Eliane; PALMA, Yáskara Arrial. (org.) Gênero e Ciclos Vitais. Desafios, Problematizações e Perspectivas. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2012. SCHMIDT, Simone Pereira. Como e porque somos feministas. Revista de Estudos Feministas, Florianópolis, p. 17-22. Dez. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104- 026X2004000300002&script=sci_arttext> Acesso em: 05 mar. 2013 SOIHET, Rachel. Zombaria como arma anti-feminista: instumento conservador entre libertários. Estudos Feministas, Florianópolis, p.591-611. dez. 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php? pid=S0104-026X2005000300008&script=sci_abstract&tlng=pt> Acesso em: 07 abr. 2013 SORJ, Bila. O Estigma das Feministas. Disponível em: http://www.clam.org.br/publique/media/o_estigma_das_feministas.pdf. Acesso em 27 fevereiro 2013. STELMACHUK, Maris Stela da Luz. Mulheres do Século XX: Memórias e significados de sua Inserção no mercado formal de trabalho. 2012. 188 p. Tese (Doutorado em Psicologia) – Curso de Doutorado do Centro de Filosofia e Ciências Humanas – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2012.
  • 42. STREY, Marlene Neves. Gênero e Ciclos Vitais. In: STREY, Marlene Neves; BOTTON, Andressa; CADONÁ, Eliane; PALMA, Yáskara Arrial. (org.) Gênero e Ciclos Vitais. Desafios, Problematizações e Perspectivas. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2012. TELLES, Lygia Fagundes. Mulher, Mulheres. In: DEL PRIORE, Mary. História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 2007. VASCONCELLOS, Maria J. E. Pensamento sistêmico: O novo paradigma da ciência. 4. Ed. Campinas: Papirus Editorial, 2005. WAGNER, Adriana (coord.) Como se Perpetua a Família? A transmissão dos Modelos Familiares. 1. ed. Porto Alegre: Edipucrs, 2005. ZIRBEL, Ilze. Gênero e Estudos Feministas no Brasil. In: SILVA, Carla Fernanda (org.); KRAEMER, Celso. (org.) Corpos Plurais: Experiências Possíveis. 1. Ed. Blumenau: Liquidificador, 2012. p. 15 – 68. ZUMA, Carlos Eduardo. Terapia de família sistêmico-construvista. In: SEMINÁRIO PSICOLOGIA: CRISE DE PARADIGMA OU CRISE SOCIAL, 1997, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.noos.org.br/userfiles/file/Terapia%20de%20Família%20Sistêmico-Construtivista.pdf> Acesso em: 23 ago. 2013 História do Dia Internacional da Mulher. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/dia_internacional_da_mulher.htm Acesso em 20 de maio de 2013. Siglo XIX – Lucy Stone. Disponível em: <http://mujeresquehacenlahistoria.blogspot.com.br/2011/06/siglo-xix-lucy-stone-blackwell.html>. Acesso em 16 de maio de 2013 Terceira Idade: Qual a sua Idade? Disponível em: http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_exibe1.asp?cod_noticia=97 Acesso em: 10 de maio de 2013
  • 43. Muito obrigada!
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