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Modelo de Trabalho - ABNT - Transportes

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CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA – IPA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Alisson A. Medeiros Marcelo I. Machado Rafael Ferreira Walter Venancio ESTUDO ENTRE MODAIS PARA TRANSPORTE DE CERAMICA DE HONG KONG PARA DOM PEDRITO/RS Porto Alegre 2014 ALISSON MEDEIROS MARCELO MACHADO RAFAEL FERREIRA WALTER VENANCIO ESTUDO ENTRE MODAIS PARA TRANSPORTE DE CERAMICA DE HONG KONG PARA DOM PEDRITO/RS Curso Engenharia Civil do Centro Universitário Metodista – IPA Orientador(a): Danielle Bruxel Porto Alegre 2014 RESUMO Até 250 palavras. ABSTRACT SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO........................ 1.1 BLA BLA BLA............................ INTRODUÇÃO O presente trabalho tem o objetivo de elaborar umplanodelogísticapara o fornecimento de piso do tipo porcelanatopara a obra do Complexo Eólico de Dom Pedrito – RS, e fazer uma comparação entre os diversos modais, afim de determinar/sugerir a melhor opção de transporte. O material a ser transportado pisos 60x60 cm e 100x100 cm, estãodisponíveis para transporte no porto de Hong. Ao estudar esse caso, enfatizaremos a importância da escolha correta do modal de transporte, que contribuirá para prestar um serviço de melhor qualidade e estabeleceremos uma comparação entre os diversos modais, a fim de enriquecer a discussão acerca do tema. Termos como logística, multimodalidade e intermodalidade serão utilizados e rapidamente tratados, já que fazem parte da discussão do tema transportes. DESENVOLVIMENTO 1.Definição da Carga: O Porcelanato Técnico, classificado no item 6907.90.00 (Nomenclatura Comum do MERCOSUL) se enquadra na natureza de carga como sendo uma Carga Geral Unitilizada, ou seja, é uma carga constituída de materiais (embalados ou não) arranjados e acondicionados de modo a possibilitar a movimentação e armazenagem por meios mecanizados como uma única unidade. Em nosso estudo quantificamos os materiais a serem transportados da seguinte maneira: Produto Área (m²) Taxa de Quebra Área Real Qtd de Pallets Peso Total (Kg) Valor do Produto (m²) Valor Total (R$) Porcelanato 60x60 cm 480 20% 576 12 13.752,00 R$ 51,00 29.376,00 Porcelanato 100x100 cm 200 20% 240 5 7.525,00 R$ 101,00 24.240,00 VALOR TOTAL DA CARGA           53.616,00 Fonte Eliane S. A. Revestimentos Cerâmicos O container escolhido para esse transporte foi o modelo Dry de 20 Pés com peso de 2.080,00 kg. 2. Distancia: A distância total calculada em linha reta de Hong Kong – China até Dom Pedrito – Brasil é de ±18.700 Km. 2. Modais de Transporte: Para se escolher o modal certo para o transporte do produto que se deseja entregar, deve-se observar as características operacionais relativas por modal de transporte. De acordo com Nazário (In: Fleury et al. 2000: 130), em relação aos modais, há cinco pontos importantes para se classificar o melhor transporte: velocidade, disponibilidade, confiabilidade, capacidade e frequência. Estudaremos o uso dos modais ferroviário, rodoviário, aéreo e marítimo, afim de formar uma composição que resulte num melhor retorno de qualidade/custo. Cada um desses modais possui suas características básicas, conforme abaixo: 3. Multimodalidade e Intermodalidade. A multimodalidade pode ser definida como a integração entre modais, com o uso vários equipamentos, como contêiner. Já a intermodalidade caracteriza-se pela integração da cadeia de transporte, com o uso de um mesmo contêiner, um único prestador de serviço e documento único. Buscamos o estudo da integração entre os vários modais, por exemplo: aéreo-rodoviário, marítimo-ferroviário, marítimo-rodoviário ou ainda mais de dois modais. A utilização de mais de um modal agrega vantagens a cada modal, caracterizados pelo nível de serviço e custo. Combinados, permitem uma entrega porta a porta a um menor custo e um tempo relativamente menor, buscando equilíbrio entre preço e serviço 4. Modal Marítimo 4.1 Custo do Modal Marítmo O transporte marítimo apresenta baixo custo de implantação e de operação. Apesar de limitado às zonas costeiras, registra grande competitividade para longas distâncias. Necessita de transporte complementar, o que pode torná-lo inadequado para algumas rotas. O transporte marítimo é o modal mais utilizado no comércio internacional. Possibilidade de navegação interior através de rios e lagos. As suas vantagens são: Uma maior capacidade de carga, carrega qualquer tipo de carga e menor custo de transporte. Como desvantagem podemos apontar a necessidade de transbordo nos portos, longas distâncias dos centros de produção e menor flexibilidade nos serviços aliado a freqüentes congestionamentos nos portos. 4.2 Taxas e Custos Adicionais Ocupação de instalação de acostagem por embarcação, por berço, por mês ou fração, no Porto Velho Pier 9: - R$ 50,00 A cobrança da Taxa nº 1 desta Tabela será duplicada a cada 30 (trinta) dias ininterruptos de atracação, conforme abaixo ( OS nº 11/2011): . a) Nos primeiros 30 dias a cobrança será de - R$ 50,00 b) Do 31º ao 60º dia, será de - R$ 100,00 c) Do 61º ao 90º dia, será de - R$ 200,00 Não serão permitidas atracações por mais de 90 (noventa) dias ininterruptos. Considera-se interrupção de período de atracação o intervalo de 10 (dez) dias entre uma atracação e outra. Ocupação de instalação de acostagem por embarcação, por berço, por hora ou fração, no Porto Novo: Berço para Granéis Sólidos............01 berço - R$ 12,57 Berço para Carga Geral...................02 berços - R$ 7,18 Berço para Granéis Sol/Liq.............01 berço - R$ 12,57 Berço para Fertilizantes...................02 berços - R$ 9,88 Berço para Barcaças .......................02 berços - R$ 5,39 Berço para Contêineres...................03 berços - R$ 11,97 Ocupação de instalação de acostagem por embarcação, por berço, por hora ou fração, nos Dolfins - R$ 10,77 TAXAS ESPECÍFICAS  As embarcações do tráfego interno do Porto pagarão a ocupação de instalação de acostagem, por embarcação, por mês - R$ 200,00 Ocupação de instalação de acostagem por embarcação que não realize operação de carga e/ou descarga, no Porto Novo, por mês ou fração (OS nº 005/99) - conv. NORMAS DE APLICAÇÃO Estão isentos do pagamento das taxas desta tabela: As embarcações em operação intermediária, quando atracadas aos navios em operação nos cais públicos. Os navios escola, pesquisa e de guerra, quando não em operação comercial. As lanchas de apoio ao serviço portuário.  As taxas desta tabela aplicam-se, também, às embarcações que, em operação de carregamento, descarga ou baldeação, atracarem a contrabordo de outras atracadas no cais público.  As taxas desta tabela serão aplicadas multiplicadas por cinco sempre que a embarcação permanecer atracada, por sua conveniência ou responsabilidade, sem realizar movimentação de carga por mais de duas horas, contadas a partir da notificação da Administração do Porto.  As taxas desta tabela sofrerão uma redução de 60%, quando a movimentação de mercadorias for efetuada pela navegação interior e uma redução de 40% quando a movimentação for efetuada por cabotagem.  A taxa cobrada no item 1 das Taxas Gerais passará a vigorar 48 horas após a efetiva atracação da embarcação, sendo que, a partir desse prazo, caso a mesma permaneça atracada, a incidência da cobrança se dará a contar do primeiro dia da atracação. As embarcações que se utilizarem das instalações de acostagem do chamado Cais de Saneamento, serão isentas do pagamento da taxa acima. As embarcações que atracarem a contrabordo de outras atracadas no cais, também estarão sujeitas à incidência da taxa convencionada. As atracações a contrabordo serão autorizadas pela SUPRG até o número de 04(quatro), inclusive contada aquela atracada junto ao cais. As embarcações que tiverem interesse em utilizarem as instalações de acostagem do Porto Velho, deverão ser previamente cadastradas na SUPRG, para tal fim, junto ao Setor de Receita da Divisão Financeira. A SUPRG, em função da otimização da utilização e ocupação dos berços de acostagem do Porto Velho, poderá, em qualquer tempo, emitir Ordem de Serviço disciplinando o número de embarcações cadastradas para utilizarem-se daquelas instalações de acostagem.  As taxas desta tabela incluem a remuneração da infra-estrutura de acostagem que compreende: Amurada do cais, bolares de amarração e defensas pertencentes ao berço de acostagem. Toda embarcação atracada ou que vier a atracar no cais do Porto Velho, para efetuar reparos de qualquer natureza, deve antes solicitar autorização à SUPRG, tendo em vista os limites impostos pela Legislação Ambiental. 5. Modal Aeroviário 5.1 Custo do Modal Aeroviário Os custos desse modal apresentam características típicas dos custos dos modais rodoviários e dos marítimo, na medida em que as empresas aéreas não são proprietárias dos terminais aéreos e nem do espaço aéreo e compram serviços nos aeroportos na forma de combustível, armazenamento, aluguel de espaço e taxas de pouso. A combinação entre os custos fixos e variáveis, tornam o modal aéreo um serviço de luxo, principalmente quando associado à curtas distâncias, contudo o rateio das despesas de terminal e de outros custos fixos por força do aumento do volume, proporciona alguma redução dos custos unitários (BALLOU, 2006). 5.2 Veículos 5.3 Trajeto 5.4 De Aeroporto de origem: Hong Kong/ Chek Lap Kok – para - Aeroporto de destino: Salgado Filho/ RS Valor do Material: R$ 53.616 Valor do Frete Aéreo: R$ 266.862,72 21.277kg: $ 4.50/Kg = $ 95.746,5 = R$ 233.181,02 Combustível: $0.50 (Min/$5.00 / Kg) = $ 10.638,5 = R$ 25.909,00 Security: $0.15 (Min/$25.00/ Kg) = $ 3.191,55 = R$ 7.772,70 Valor do Seguro Internacional: 0,12% sobre VM + VF = R$384,57 Valor Aduaneiro = VM + VF + VS = R$ 320.863,39 IMPOSTOS SOBRE IMPORTAÇÃO Codigo NCM = 6905.90.00 Descrição NCM = Outros produtos cerâmicos p/ construção Valor Aduaneiro = R$ 320.863,39 Imposto de Importação 12% = R$ 38.503,59 PIS 1,65% = 5.294,24 COFINS 8,60% = R$ 27.594,24 Aliquota 12% = R$ 38.503,60 VALOR TOTAL COM IMPOSTOS = R$ 430.762,06 6. Modal Ferroviário 6.1 Custo do Modal Rodoviário O transporte ferroviário possui custos fixos elevados e custos variáveis relativamente baixos. Como custos fixos nesse modal, temos os custos relativos: à operação do terminal ferroviário, à manutenção das vias, à manutenção dos terminais e às despesas administrativas. Operações de carga e descarga, faturamento e cobrança, além das operações de manobra dos trens múltiplos, contribuem para aumentar os custos da operação nos terminais ferroviários. Economia de escala seria uma forma de minimizar os custos relativos aos terminais ferroviários. Como custos variáveis, temos os custos com: salários, combustíveis, lubrificantes e manutenções nos trens, porém existe um grau de indivisibilidade em alguns desses custos como, por exemplo, no custo com mão-de-obra. No Brasil, existem alguns problemas que consubstanciam com os custos desse modal, como: uma malha reduzida proporcionalmente à extensão do país, elevada idade média e insuficiente quantidade de vagões e locomotivas, deficiente integração operacional entre concessionárias e uma crescente perda de espaço de seus domínios nos centros urbanos e portos. Num primeiro momento o material foi transportado de Hong Kong para o porto de Rio Grande, esse modal visa verificar o trajeto, tempo, situação da malha férrea, integração entre modais ferroviário-rodoviário e custo do transporte. 6.2 Veículos Como esse material foi carregado em dois containers de 20 pés o transporte será realizado em dois vagões série PCD da frota da ALL Logística, capazes de receber um container carregado diretamente sobre a estrutura. Do porto de Rio Grande até a estação Bagé nova, a carga deverá percorrer um trecho de trilhos com um total de 282,3 km. A partir da estação Bagé-nova, será necessária a integração com o modal rodoviário para fazer a movimentação dos contêineres até o local da obra. O transporte será realizado em dois caminhões carretas equipada com um porta-container. 6.3 Trajeto DISTANCIA TOTAL PERCORRIDA: 282,3 KM TEMPO TOTAL = ???. 7. Modal Rodoviário 7.1 Custo do Modal Rodoviário Ao contrário dos custos ferroviários, os custos rodoviários apresentam o menor custo fixo dentre todos os modais e elevados custos variáveis. Seus baixíssimos custos fixos são derivados dos fatos de que as rodovias são públicas, os veículos representam uma pequena unidade econômica e as operações nos terminais não exigem equipamentos dispendiosos. Porém seus custos variáveis são elevados por conta da manutenção da frota, além dos gastos com combustível, impostos, mão-de-obra de coleta e entrega. Infra-estrutura degradada com péssimas condições operacionais, inexistência de capacidade nas regiões desenvolvidas e uma inadequada extensão da malha nas regiões com potencialidade de desenvolvimento, são agravantes dos custos relativos a esse modal no Brasil. 7.2 Veículos O veículo escolhido para o transporte no Modal Rodoviário é a carreta equipada com porta-container, pois pode ser carregada diretamente com um container de 20 pés. Devido ao peso e volume será necessário o uso de 2 containers e 2 carretas porta-container. Nessa carreta utiliza-se um cavalo mecânico e um semirreboque com 3 eixos cada. Possui peso bruto máximo de 41,5 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros.), o motivo de utilizarmos dois caminhões será pelo fato de que o material será transportado dentro dos próprios contêineres provenientes da importação. Nessa situação o transporte será realizado o Porto de Rio Grande diretamente para a obra em Dom Pedrito e o trecho sugerido é pela BR 473.Segundo relatório do DNIT, a BR 473 é trafegável, porém pode-se ocorrer complicações, nos trechos em obras. Vale ressaltar que tivemos casos de protestos nessa via devido a das obras. https://www.google.com.br/maps/place/BR-473,+Rio+Grande+do+Sul Quando o porcelanato chegar à obra os caminhões serão descarregados com o auxílio de uma paleteira (PALETRANS 2,2 toneladas = R$ 839,00/pç – Ferramentas Gerais) e uma empilhadeira (Modelo CPQD 25 – 2,5 toneladas Movido a GLP – R$ 520,00/mês – Central Locações) os pallets serão retirados dos containerse acomodados em uma área reservada do almoxarifado, o armazenamento deve ser realizado em pilhas de 1,50m conforme manual do fabricante DISTANCIA TOTAL PERCORRIDA: 39,0 KM TEMPO TOTAL = 1H 00MIN. Custo transporte:   VALOR / R$ FRETE REFERENTE A DOIS VAGÕES R$ 1.195,24 MOVIMENTAÇÃO DO CONTAINER - NAVIO/TERMINAL DO PORTO R$ 161,78 MOVIMENTAÇÃO DO CONTAINER - TERMINAL DO PORTO/VAGÕES R$ 39,00 MOVIMENTAÇÃO DO CONTAINER - TERMINAL FERROVIÁRIO/CARRETAS R$ 39,00 FRETE REFERENTE A DUAS CARRETAS R$ 400,00??? PALETEIRA - COMPRA R$ 839,00 EMPILHADEIRA - LOCAÇÃO/MÊS R$ 520,00 TOTAL R$ 3.194,02 Abaixo seguem mais modelos e dados dos caminhões: Veículo Urbano de Carga (VUC): O VUC é o caminhão de menor porte, mais apropriado para áreas urbanas. Esta característica de veículo deve respeitar as seguintes características: largura máxima de 2,2 metros; comprimento máximo de 6,3 metros e limite de emissão de poluentes.  A capacidade do VUC é de 3 toneladas. Toco ou caminhão semi-pesado: caminhão que tem eixo simples na carroceria, ou seja, um eixo frontal e outro traseiro de rodagem simples. Sua capacidade é de até 6 toneladas, tem peso bruto máximo de 16 toneladas e comprimento máximo de 14 metros. Truck ou caminhão pesado: caminhão que tem o eixo duplo na carroceria, ou seja, dois eixos juntos. O objetivo é poder carregar carga maior e proporcionar melhor desempenho ao veículo. Um dos eixos traseiros deve necessariamente receber a força do motor. Sua capacidade é de 10 a 14 toneladas, possui peso bruto máximo de 23 toneladas e seu comprimento é também de 14 metros, como no caminhão toco. Carretas: são uma categoria em que uma parte possui a força motriz (motor), rodas de tração e a cabine do motorista e a outra parte recebe a carga. A parte motriz recebe o nome de cavalo mecânico, e este pode ser acoplado a diferentes tipos de módulos de carga, chamados de semi-reboque. Cavalo Mecânico ou caminhão extra-pesado: é o conjunto formado pela cabine, motor e rodas de tração do caminhão com eixo simples (apenas 2 rodas de tração). Pode-ser engatado em vários tipos de carretas e semi-reboques, para o transporte. Carreta 2 eixos: utiliza um cavalo mecânico e um semi-reboque com 2 eixos cada. Possui peso bruto máximo de 33 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros. Carreta 3 eixos: utiliza um cavalo mecânico simples (2 eixos) e um semi-reboque com 3 eixos. Possui peso bruto máximo de 41,5 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros. Cavalo Mecânico Trucado ou LS: tem o mesmo conceito do cavalo mecânico, mas com o diferencial de ter eixo duplo em seu conjunto, para poder carregar mais peso. Assim o peso da carga do semi-reboque distribui-se por mais rodas, e apressão exercida por cada uma no chão é menor. Carreta cavalo trucado: utiliza um cavalo mecânico trucado e um semi-reboque também com 3 eixos. Possui peso bruto máximo de 45 toneladas e comprimento máximo também de 18,15 metros. Bitrem ou treminhão: é uma combinação de veículos de carga composta por um total de sete eixos, que permite o transporte de um peso bruto total de 57 toneladas. Os semi-reboques dessa combinação podem ser tracionados por um cavalo-mecânico trucado. CONCLUSÃO REFERÊNCIAS http://distanciacidades.com/ http://www4.receita.fazenda.gov.br/ http://www.mdic.gov.br/ http://www.aduaneiras.com.br/ http://www.tributado.net/ http://www.ups.com/ http://www.daer.rs.gov.br/site/sistema_rodoviario_mapas.php http://www.logisticadescomplicada.com/tipos-de-caminhoes-tamanhos-e-capacidades/ http://www.portoriogrande.com.br/site/index.php http://www.ceramicaportinari.com.br/catalogo/ http://estradas.com.br/ http://www.logtainer.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=261&Itemid=345 http://vfco.brazilia.jor.br/estacoes-ferroviarias/1930-sul-VFRGS/Cacequi-a-Rio-Grande.shtml http://www.antt.gov.br/index.php/content/view/15215/Mapa_da_Ferrovia.html?naoincluirheader http://pt.all-logistica.com/ALL/web/conteudo_pti.asp?idioma=0&conta=45&tipo=27027 http://www1.dnit.gov.br/rodovias/condicoes/rs.htm http://wp.clicrbs.com.br/estamosemobras/category/rsc-473/?topo=52,1,1,,171,e171 http://wp.clicrbs.com.br/estamosemobras/2014/09/22/conclusao-da-pavimentacao-da-rsc-473-e-novamente-adiada/?topo=52,1,1,,171,e171 http://www.jornalfolhadosul.com.br/noticia/2014/03/01/contrato-para-pavimentacao-da-rsc-473-sera-prorrogado http://www.daer.rs.gov.br/site/sistema_rodoviario_trafegabilidade_interna.php?id=17 http://www.daer.rs.gov.br/site/sistema_rodoviario_trafegabilidade_interna.php?id=18 http://www.espacorevestir.com.br/web/wp-content/uploads/catalagos/portinari/Manual_do_Cliente.pdf) Importância da Estrutura Física de Armazenagem associada à Segurança Operacional e ao Desempenho Financeiro – (Roberto Paulo Mac Allister Settanni e Marcelo Barbosa de Araújo - 2010) http://vfco.brazilia.jor.br/estacoes-ferroviarias/1930-sul-VFRGS/Cacequi-a-Rio-Grande.shtml http://www.antt.gov.br/index.php/content/view/15215/Mapa_da_Ferrovia.html?naoincluirheader http://pt.all-logistica.com/ALL/web/conteudo_pti.asp?idioma=0&conta=45&tipo=27027 http://www.portoriogrande.com.br/site/estrutura_portuaria_detalhe.php?idConteudo=46&id http://www.portoriogrande.com.br/site/estrutura_portuaria_detalhe.php?idConteudo=45&idPai=10)
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