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Gay movim revoluc

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  • 1. MILITÂNCIA GAYZISTA E MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO Aramis C. DeBarros
  • 2. LEITURA BÍBLICA: A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Isaías 6.12
  • 3. O QUE A IGREJA ESTÁ DISCUTINDO (INDEVIDAMENTE) QUANDO ABORDA O TEMA DO GAYZISMO? A Igreja deveria estar debatendo o homossexualismo?
  • 4. Nem todo gay é gayzista, e nem todo gayzista é gay. A Igreja deve manter um diálogo de compreensão e amor com o homossexual comum. Mas, pela natureza do movimento, nenhum diálogo é possível entre Igreja e gayzismo.
  • 5. Queda do Muro de Berlim; fim do ideal marxista; Preenchedor do vazio ideológico da Pós-moderidade. Uma de várias faces do mega movimento revolucionário cultural, que visa a subversão Ideológica da sociedade. ORIGENS Quais as outras faces do movimento?
  • 6. Gayzismo Abortismo Neofeminismo Direitos Humanos (PNDH-3) Pró pedofilia Movimento Revolucionário Cultural SUBVERSÃO IDEOLÓGICA Liberação das drogas Cultura de Morte Eutanásia
  • 7. OBJETIVO: Aniquilar as Superestruturas, os pilares da Civilização Ocidental. SUBVERSÃO IDEOLÓGICA REVOLUÇÃO CULTURAL (Marxismo Cultural) MOVIMENTOS SOCIAIS ONGs Grupos de pressão
  • 8. MARCOS HISTÓRICOS DO GAYZISMO AS PESQUISAS DE ALFRED KINSEY (1894-1956) HARRY HAY (1912-2002): O PIONEIRISMO ATIVISTA OS TUMULTOS NO STONEWALL INN (Junho, 1969) AFTER THE BALL: O MANUAL GAYZISTA (1989)
  • 9. AS PESQUISAS DE ALFRED KINSEY (1894-1956) Zoólogo americano tornado celebridade com a obra “O Comportamento Sexual do Macho Humano” (1948); “Relatório” define como normais todos os comportamentos sexuais desviantes; Heterossexualidade é fruto de inibições culturais, imposições e condicionamentos sociais derivados de princípios judaico- cristãos de natureza paranóica; Distinção entre homem e mulher não é determinada pelo sexo, mas pela cultura; Financiou experiências de pais pedófilos e usou-as em suas pesquisas.
  • 10. HARRY HAY (1912-2002): O PIONEIRISMO ATIVISTA Comunista, foi o pioneiro na aplicação da dialética marxista ao gayzismo (1948): gays são “minoria cultural” oprimida pelas classes dominantes; Desenvolveu uma filosofia política gayzista baseada no conceito de “consciência gay”; Estabeleceu links entre o gayzismo e o feminismo radical a partir dos anos 70; Fundador do Radical Faeries (1979), movimento espiritual baseado na “consciência gay”. Considerado o “Pai do Movimento Gayzista”;
  • 11. Manhattan, Nova Iorque (junho de 1969): Tumulto e violência após invasão policial no maior bar gay americano, o Stonewall Inn, em Greenwich Village. Em resposta ao tumulto, a manchete de um jornal gay anuncia o início da luta: “A libertação está a caminho”. 1970 – Surgem as primeiras marchas organizadas: Nova Iorque, Los Angeles, San Francisco e Chicago. OS TUMULTOS NO STONEWALL 1971 – Marchas se propagam pelos EUA e o mundo: Boston, Dallas, Milwaukee, Londres, Paris e Berlim Ocidental.
  • 12. O neuropisiquiatra Marshall Kirk e o Relações Públicas Hunter Madsen (ambos oriundos de Harvard) lançam o livro After the Ball, um manual de estratégia social para alavancar e solidificar o movimento gayzista nos EUA: AFTER THE BALL: O MANUAL GAYZISTA (1989) “A campanha que delineamos neste livro, embora complexa, depende fundamentalmente de uma propaganda aberta, firmemente apoiada em princípios de psicologia e publicidade, desde há muito estabelecidos”. After the Ball – How America will conquer its fear and hatred of Gays in the 90’s
  • 13. “Todas as leis que proibem a atividade homossexual serão revogadas… A unidade da família – o terreno da criação de mentiras, traições, mediocridade, hiprocrisia e violência – será abolida. Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”. Michael Swift (pseudônimo), militante gay (Gay Community News, fev. 1987) “Já capturamos as instituições liberais e a imprensa. Já derrotamos vocês [cristãos] em muitos campos de batalha, e temos o espírito da Era ao nosso lado. Vocês não têm nem a fé nem a força para lutar contra nós. Portanto, bem que vocês poderiam se render agora mesmo”. Steve Warren, militante do ActUp (“Aviso aos Homófobos”, na The Advocate) GAYZISMO e a Mentalidade Revolucionária
  • 14. “A batalha legal em favor dos direitos homossexuais um dia será um confronto entre liberdade de religião versus orientação sexual”. Barbara Frindlay advogada especializada na causa LGBT e lésbica (www.barbarafindlay.com) “Ser gay é mais do que construir uma casa, dormir com alguém do mesmo sexo, e reivindicar apoio legal para isso… Ser gay significa estender os parâmetros do sexo, da sexualidade, da família e, assim, nesse processo, transformar todo o tecido da sociedade. Devemos nos manter focados no nosso objetivo… de radicalmente reordenar a visão que a sociedade tem sobre a realidade." Paula Ettelbrick Ex-Diretora Executiva da Comissão Internacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas. GAYZISMO e a Mentalidade Revolucionária
  • 15. AS DISTINTAS POSIÇÕES DAS IGREJAS EVANGÉLICAS SOBRE O ASSUNTO
  • 16. LIBERAL Defende os direitos GLBTs sob a laicidade; esses direitos devem alcançar todos os cidadãos; questão é irrelevante para a salvação; INCLUSIVA Prega a “nova reforma”; inclusão do homossexual sem mudança nessa área; homossexualismo é inerente ao ser humano; templos com símbolos gays. CONSERVADORA Defende pressão política e discussões públicas sobre o tema; critica os direitos GLTBs, pois resultam em “homossexualização” da sociedade e afronta a Deus; luta contra qualquer avanço e direito aos homossexuais; MODERADA Define a prática como pecado, mas trata o tema sem confronto; concentra-se na mensagem do amor e da transformação pelo evangelho; evita pressões políticas, embora rejeite iniciativas como a PLC-122;
  • 17. REVOLUÇÃO CULTURAL E CONFUSÃO SEMÂNTICA OBJETIVOS: Arma revolucionária: a corrupção da linguagem, a adulteração do sentido das palavras e a consequente confusão semântica. Assim, perde-se a clareza e a precisão sobre aquilo que se está discutindo. Persuasão pela perversão da lógica e pelo uso de sofismas; Quebrar as cadeias normais de associação de ideias; Impor situações imaginárias ao mundo real; Inverter o senso de proporção; Propagar bandeiras propositadamente absurdas e contraditórias.
  • 18. ENTENDENDO A TERMINOLOGIA DA REVOLUÇÃO CULTURAL PRECONCEITO FUNDAMENTALISMO DIREITOS HUMANOS ESTADO LAICO DISCRIMINAÇÃO HOMOFOBIA (IN)TOLERÂNCIA
  • 19. PRECONCEITO “É a dificuldade em aceitar aquele que é diferente, seja nas ideias ou nas ações. Na maioria das vezes é fruto da ignorância.” “Temos o hábito de levar vida afora opiniões negativas aprendidas na infância. Ninguém nasce preconceituoso.” “Por exemplo, o preconceito sexual maltrata [!] lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e profissionais do sexo.” Juízo preconcebido; opinião ou conduta sem justificativa racional, independente de qualquer juízo concreto de valor. O Tecido e o Tear – Série Comunicação Popular CRP/SP
  • 20. CONCEITO Princípios fundamentais, geradores e norteadores de preceitos. Ex: Gn 1.27; Mt 19.4 = Casamento monogâmico e heterossexual como paradigma divino. Deus criou homem e mulher; dois sexos. A partir daí a Igreja define seus paradigmas de sexualidade. PRECEITO São padrões morais e normativos estabelecidos a partir de conceitos. Ex: Ex 20.17; Lv 18.22; Rm 1.26-31. Cristãos se fundamentam em conceitos e preceitos: PRECONCEITO
  • 21. DISCRIMINAÇÃO “*É+ outra inimiga dos Direitos Humanos. Discriminar é por em prática o preconceito.” “É separar, isolar, diferenciar uma pessoa ou um grupo de pessoas por seu gênero, origem, orientação sexual ou [exercer] qualquer outra forma de julgamento que as prejudique.” “Eu não gosto, portanto eu ataco (!).” “Eu tenho medo, portanto persigo (!).” O Tecido e o Tear – Série Comunicação Popular CRP/SP Aurélio: Faculdade de distinguir ou discernir; discernimento. Boa discriminação  1Ts 5.21; má discriminação  Tg 2.4
  • 22. Se discriminação é a prática do preconceito (CRP-SP) sobre uma pessoa ou um grupo de pessoas, como pode ser “qualquer outra forma de julgamento que as prejudique”? Como conciliar isso com a liberdade de expressão, de consciência e de religião (Constituição Cap.1, IV, VI)? Confusão semântica inevitável: o que, afinal, é DISCRIMINAR? Discordar = Desaprovar = Maltratar = Perseguir = Agredir = Insultar? - QUEM DISCORDA DISCRIMINA? - QUEM NÃO CONCORDA MALTRATA? - QUEM DESAPROVA ODEIA? - QUEM DESABONA QUER AGREDIR? DISCRIMINAÇÃO
  • 23. O patrulhamento ideológico em nome da “discriminação” já é uma realidade: Extraído do: Jornal do Federal (CFP), p.21, maio/2013 DISCRIMINAÇÃO PNHD-3: Ampliar equipes de fiscalização sobre violações dos Direitos Humanos, em parceria com a sociedade civil.
  • 24. Lat. tolerare = suportar pacientemente, sofrer, aceitar. (IN)TOLERÂNCIA Em geral, pressupõe uma relação assimétrica de poder entre AQUELE QUE TOLERA (deveres) e O TOLERADO (direitos). Tornou-se uma exigência moral, um valor absoluto da agenda “politicamente correta” e dos Direitos Humanos. Numa dada medida, é essencial para o convívio social harmonioso. Nas políticas públicas, não é o simples suportar de quem tolera, mas sua total disposição de integrar e assimilar o tolerado. Posições contrárias se confundem com expressões radicais de intolerância que tendem a ser criminalizadas.
  • 25. (IN)TOLERÂNCIA Eli: 1Samuel 3.11-14 Paulo: Atos 17.30
  • 26. (IN)TOLERÂNCIA PLC 122/2006 (Artigo 20): Penaliza qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. Pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa.
  • 27. (IN)TOLERÂNCIA Inglaterra: bispo anglicano de Chester, Peter Forster, acusado de “crime de ódio”, por afirmar que algumas pessoas podem vencer as inclinações homossexuais e reorientarem-se sexualmente. Suécia, 2004: Pastor processado por “discurso de ódio” após sermão que incluía referências bíblicas ao homossexualismo. Canadá: Suprema Corte da Colúmbia Britânica suspendeu, sem salário, um professor que, em carta ao editor de um jornal local declarou sua crença de que “ninguém nasce homossexual” INTOLERÂNCIA CONTRA QUEM?
  • 28. (IN)TOLERÂNCIA Novo México, EUA: Fotógrafa cristã Elaine Huguenin foi processada pela Comissão Estadual de DH e teve de pagar cerca de US$7 mil por ter se recusado, por razão de crença, a prestar serviço para uma cerimônia de casamento homossexual. Boston, EUA: Agências de caridade católicas forçadas a abandonar o serviço de adoção por terem sido obrigadas pelo Estado a ceder crianças a casais homossexuais. INTOLERÂNCIA CONTRA QUEM? Barronelle Stutzman, florista cristã do estado de Washington, está sendo processada pelo Estado pelo mesmo motivo.
  • 29. (IN)TOLERÂNCIA Genocídio cultural: hostilidade à manifestação pública da fé cristã; cerco legislativo: símbolos cristãos varridos do espaço público; cristãos conservadores taxados de “extremistas”; festas cristãs abandonadas, ou reinterpretadas; o caso do Distrito de Castro (San Francisco, CA); Ensino: nova periodização histórica: a.C. e d.C.  AEC e EC; Imposição de novas formas de sexualidade, e de novos padrões de família (desconstrução da heteronormatividade). Genocídio físico: entre 100.000 e 150.000 cristãos assassinados anualmente no mundo por causa da fé (ignorados pela mídia!); INTOLERÂNCIA CONTRA QUEM?
  • 30. Movimento surgido nos EUA, com teólogos conservadores (séc. XIX). Propósito: reafirmar as 5 bases da fé protestante contra o liberalismo teológico, a Alta Crítica e o modernismo. Reafirmava a separação Igreja-Estado e a convicção de que o cristianismo tem uma missão na cultura e na civilização. - Inspiração divina e inerrância das Escrituras; - Nascimento virginal de Cristo (Encarnação do Verbo); - Morte redentora de Cristo para a humanidade pecadora; - Realidade da ressurreição; - Realidade histórica dos milagres de Jesus. FUNDAMENTALISMO
  • 31. FUNDAMENTALISMO Palavra pejorativamente usada para qualquer grupo religioso conservador, designando-o como extremista e infringente dos direitos das minorias. Como a mídia redefiniu o termo: O “fundamentalista” é alguém intolerante, adepto da violência (física ou verbal) e fechado ao diálogo. Termo assume acepção sinistra ao ser associado com o terrorismo islâmico. Para o Department of Homeland Security (EUA): Fundamentalista  Extremista  “Potencial terrorista”
  • 32. HOMOFOBIA Poderosa arma semântica que visa neutralizar e estigmatizar quaisquer opositores do movimento revolucionário gayzista.
  • 33. HOMOFOBIA Termo sem substância, sem base científica, que se tornou um chavão de forte impacto emocional; cunhado pelo psiquiatra americano George Weinberg (Society and Healthy Homosexual), a pedido do grupo gayzista GAA (Gay Activist Alliance). Aurélio: “Aversão aos homossexuais ou ao homossexualismo.” Qualquer postura negativa concernente ao homossexualismo, desde a simples reserva ou rejeição moral à conduta até o impulso assassino voltado contra pessoas homossexuais. “Com muita frequência, a palavra ‘homofobia' é apenas uma metáfora política usada para punir.” Rictor Norton (The History of Homophobia)
  • 34. HOMOFOBIA São “homofóbicos” aqueles indivíduos pacíficos que não aceitam a prática homossexual, em nome de crenças, valores morais ou direitos naturais admitidos por milênios nas civilizações? Fobia: Transtorno obsessivo sob a forma de temor patológico, que ocorre em casos específicos. Portanto, “homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva quando referido estritamente aos criminosos que o Dr. Weinberg tinha em mente ao cunhar a expressão. Termo, embora fraudulento, revestiu-se de status científico com o uso repetido pela mídia e com a dessensibilização do público; Entendendo a fraude do termo:
  • 35. DIREITOS HUMANOS Contribuição da teologia cristã  a formação do conceito de “Pessoa” humana, primeiro para Deus, depois para o homem. Portanto, a Pessoa humana é sagrada. Declaração de Independência dos EUA  “Direitos inalienáveis” (não se pode dispor deles sem deixar de ser humano); Deus concede direitos “a vida, a liberdade e a busca pela felicidade”; caracterizados pela reciprocidade, i.é., ao direito de cada um corresponde o direito igual de todos os outros, e o dever geral de respeitá-los. Direito  latim directu = aquilo que é reto e justo. Hoje: o homem é um produto social; assim, o direito é um fenômeno social.
  • 36. DIREITOS HUMANOS Manto que encobre o conjunto de valores doutrinários da ideologia revolucionária cultural. Projeto de engenharia social, de alcance mundial, que visa moldar a consciência das pessoas e o poder controlador do Estado. No Brasil, o que se compreende por Direitos Humanos pode ser claramente delineado pelo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3): 521 proposições (6 eixos temáticos, 25 diretrizes) que objetivam instaurar um modelo totalitário no Brasil, desfigurando a Constituição e criando um poder paralelo (Comissões de DH).
  • 37. Exemplos de proposições do PNDH-3: Garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde e de suas famílias. Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade. Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União. (RETIRADO) DIREITOS HUMANOS
  • 38. Implementar ações de promoção da cidadania e Direitos Humanos das lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis (LGBT) com foco na prevenção à violência, garantindo redes integradas de atenção. Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. Recomenda-se ao Poder Legislativo a adequação do Código Penal para a descriminalização do aborto. Implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado, garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso. Exemplos de proposições do PNDH-3: DIREITOS HUMANOS
  • 39. Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo. Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão. Ampliar equipes de fiscalização sobre violações dos Direitos Humanos, em parceria com a sociedade civil. Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação nas demandas de conflitos coletivos agrários e urbanos... Exemplos de proposições do PNDH-3: DIREITOS HUMANOS
  • 40. Termo utilizado pelo gayzismo para insurgência contra as raízes religiosas que caracterizam a nação. ESTADO LAICO Não é um Estado ateu, já que se o Estado é laico, a nação tem religiões, e é a nação que diz que Estado quer para si. O Estado laico não privilegia nenhuma crença em particular, tampouco a não crença. É um Estado plurireligioso, pois aceita todas as religiões da nação, visando a convivência harmônica para o bem comum. Dávida da Revolução Americana, cuja Declaração de Indepedência (1776) atribui a Deus os direitos “inalienáveis” do homem “a vida, a liberdade e a procura da felicidade”. Estado laico, ateísta ou teocrático?
  • 41. * Fonte: Pesquisa CNT sobre casamento homossexual: 54,2% contra, 37,5% a favor, 8,3% sem opinião. Carta Aberta do GGB aos participantes da JMJ no Rio de Janeiro “Bem vindos ao Brasil, que tenham dias divinos na Cidade Maravilhosa. A primeira recomendação é ao simpático Papa Francisco: o Brasil é um país laico e a Constituição Federal proíbe qualquer tipo de preconceito e discriminação. Portanto, admoestamos a Vossa Santidade que não fale nada contra os direitos humanos dos Homossexuais (LGBT), já que também no Brasil foi legalizado o casamento homoafetivo, apoiado por mais da metade dos brasileiros*, inclusive pelos famosos cantores que abrilhantarão a Jornada da Juventude, Ivete Sangalo, Milton Nascimento e Michel Teló.”
  • 42. “A segunda recomendação é para os jovens de ambos os sexos: respeitem a sua própria livre orientação sexual e a dos outros. Jesus nunca condenou o amor homoafetivo, disse até que ‘há eunucos (gays) que assim nasceram do ventre de suas mães’. Portanto, a homofobia – o ódio anti-homossexual – é pecado grave que atenta contra a lei áurea do cristianismo, ‘amai-vos uns aos outros!’. Aos jovens católicos participantes da Jornada Mundial da Juventude, recomendamos que superem sua eventual homofobia internalizada imposta pelos moralistas intolerantes e que se aceitem como são: legítimos templos do Espírito Santo, pois Jesus nunca fez acepção de pessoas. “E protestem contra qualquer declaração ou manifestação de intolerância anti-LGBT: exijam o mesmo respeito demonstrado por Cristo às pecadoras e desviantes sexuais.”
  • 43. “E no caso de encontrarem alguma ‘garota de Ipanema’ ou algum ‘Menino do Rio’, não se esqueçam que usar preservativo é um ato de amor! A idade do livre consentimento sexual no Brasil é 14 anos, segundo o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), porém, é mais tranquilo só relacionar-se com maiores de 18 anos. É legal ser homossexual no Brasil!” Luiz Mott Fundador do Grupo Gay da Bahia
  • 44. After the Ball – How America will conquer its fear and hatred of Gays in the 90’s O EXEMPLO DO SUCESSO DO GAYZISMO NOS EUA 1989: Marshall Kirk e Hunter Madsen lançam manual estratégico que revoluciona o movimento gayzista nos Estados Unidos e no mundo.
  • 45. OS 6 PONTOS REFERENCIAIS DO AFTER THE BALL PARA A MILITÂNCIA: 1) Fale sobre gays e homossexualismo tão alto e constantemente quanto possível (...) Convocação de gays para debates frequentes e exposição pública: “A conversa franca e aberta torna a homossexualidade menos estranha e pecaminosa, e coloca-a mais às claras”. Cria-se, com isso, a partir dos anos 90, uma sensação de que a opinião pública estava, no mínimo, dividida em relação ao tema.
  • 46. 2) Apresente os gays como vítimas e não como desafiadores agressivos (...) Epidemia de AIDS foi usada como uma grande oportunidade de vitimização dos gays, para serem apresentados como uma minoria carente de proteção especial da sociedade. A vitimização é essencial à causa, pois produz, a longo prazo, uma sensação de injustiça e incômodo nos heterossexuais, como se fossem “opressores”, gerando neles uma simpatia pela causa. OS 6 PONTOS REFERENCIAIS DO AFTER THE BALL PARA A MILITÂNCIA:
  • 47. 3) Torne o homossexualismo uma causa justa para aqueles que o protegem (...) A apresentação da questão homossexual deveria ser feita constantemente sob a ótica dos direitos individuais e dos Direitos Humanos, (nunca em termos de discussão moral) incluindo-a sempre em debates sobre leis, laicidade do Estado e a questão do preconceito na sociedade. OS 6 PONTOS REFERENCIAIS DO AFTER THE BALL PARA A MILITÂNCIA:
  • 48. 4) Torne positiva a imagem dos gays (...) Construção de uma nova imagem pública do gay: Apresentado sempre como cidadão de cultura proeminente e que exige tratamento igualitário; nunca como alguém oriundo de uma minoria sexual promíscua. Afasta-se da mídia os grupos gays extremistas e aqueles acusados de pedofilia e molestamento de crianças, como os ativistas da North American Man Boy Love Association (NAMBLA); OS 6 PONTOS REFERENCIAIS DO AFTER THE BALL PARA A MILITÂNCIA:
  • 49. 5) Torne negativa a imagem dos seus opositores (...) Estimular grupos homossexuais a expressarem seu apoio às igrejas e movimentos liberais e a denunciarem as igrejas conservadoras e anti-gayzistas como comunidades cheias de preconceitos, “estagnadas e antiquadas” e que “odeiam os homossexuais”. “Depois que os anúncios gays se tornarem comuns virá a fase da campanha dos meios de comunicação em favor dos direitos para os gays. Aí, será o momento de ser duro com os inimigos que restarem. Para ser claro, eles deverão ser difamados.” OS 6 PONTOS REFERENCIAIS DO AFTER THE BALL PARA A MILITÂNCIA:
  • 50. 6) Obtenha fundos através do empresariado americano (...) OS 6 PONTOS REFERENCIAIS DO AFTER THE BALL PARA A MILITÂNCIA: No Brasil, a ênfase está nas verbas públicas destinadas ao entidades que promovem o movimento LGBT: Programa Brasil Sem Homofobia (Secr. D.H. Pres. República) Programa Escola sem Homofobia (Ministério da Educação) PROAC – Programa de Ação Cultural (Secr. Estado da Cultura) Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra LGBTT Parada do Orgulho Gay e muitas ONGs ligadas ao movimento.
  • 51. Sabendo da dificuldade de enfrentar a bem arraigada cultura cristã conservadora dos EUA, Kirk e Madsen sugerem que se recorra à ciência para a manipulação da opinião pública: “Contra o poder da religião institucional deve-se estabelecer o poder ainda maior da ciência e da opinião pública… Essa aliança profana já deu muito certo contra as igrejas antes, em temas como divórcio e aborto.” Ênfase no conceito de “orientação sexual”. “Os gays devem ser considerados pessoas que nasceram gays”. Nunca relacionar a conduta com opção ou preferência sexual, pois isso significa inseri-la no campo da escolha moral e, portanto, sujeitá-la questionamentos.
  • 52. Em 20 anos, a orba de Madsen e Kirk ajudou a transformar a face da sociedade americana com respeito à normalização da homossexualidade. Pesquisa Gallup sobre a aprovação do casamento gay nos EUA: O RESULTADO DA ESTRATÉGIA: 27% favoráveis em 1996 53% favoráveis em 2011 Fonte: Folha de S. Paulo, edição de 21/05/2011
  • 53. A EPIDEMIA DE AIDS E O MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO GAYZISTA
  • 54. AIDS ou GRID? Autoridades americanas acusadas de negar verbas para a luta contra a doença e “assassinar” gays (genocídio gay). NOTA: US$ 26 milhões foram gastos enquanto a doença ainda era desconhecida. Médicos, desde o início, declararam a AIDS uma DST e o comportamento promíscuo seu propagador. Média dos primeiros pacientes: mais de mil parceiros ao ano (cerca 100 vezes mais que um heterossexual solteiro). 95% dos casos: gays do sexo masculino. As saunas e casas de banho gays movimentavam cerca de 100 milhões de dólares/ano nos EUA; média de 3 relações por noite para cada gay.
  • 55. AIDS ou GRID? Devassidão: meio para “romperem as amarras” da repressão, conforme pregava a revolução sexual. Alguns militantes gays até viam nas DSTs as marcas de sua luta e coragem. Outras DSTs ligadas ao comportamento homossexual já consumiam cerca de US$ 1 milhão dos cofres públicos por dia. Militância gay pregava: “Sexo não causa AIDS; o que causa AIDS é um vírus”! Omitia-se a informação de que o sexo anal era responsável pela contaminação, pois o vírus estava no sangue/sêmen. Circulavam folhetos dizendo que a doença era de origem desconhecida. 1983: Número de casos duplicava a cada 6 meses, mas os líderes gays continuavam barrando a veiculação de informações vitais.
  • 56. AIDS ou GRID? Mesmo responsáveis pela epidemia de AIDS nos EUA, os gayszistas fundaram grupos violentos como a ActUp e GroundZero para as suas reivindicações. Pesquisa (1978): 43% admitiram ter tido mais de 500 parceiros na vida; 28% ter tido 1000 ou mais. Desses, 79% afirmam que a metade de tais parceiros eram pessoas desconhecidas e que 70% foram resultado de encontros fortuitos (Bell, A. e Weinberg, M. Homosexualities: a Study of Diversity Among Men and Woman, 1978); Ainda hoje, os gays compõem mais de 50% dos casos de AIDS nos EUA (apesar de serem apenas 3% da população). O sistema de saúde americano gasta c. US$ 300.000/ano para tratar cada paciente; graças a essa epidemia os custos da saúde nos EUA dispararam para todos;
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