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6689720 Modelo de Resenha

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Exemplo I .......................................................................................................................................9 . Exemplo II ....................................................................................................................................10 . Exemplo III .................................................................................................................................... 12 4.AS PREOCUPAÇÕES COM OS TRABALHOS ACADÊMICOS ........................ 15 4.1.Normas de Trabalhos acadêmicos segundo as regras da ABNT......................... 15 4.2.Características Físicas do Trabalho Científico .......................................................19 4.2.1.Digitação ......................................................................................................... 19 4.2.2.Alinhamento .................................................................................................... 19 4.2.3.Impressão do documento ................................................................................. 20 4.2.4.Margem ............................................................................................................ 20 4.2.5.Capa ................................................................................................................ 20 4.2.6.Folha de rosto .................................................................................................. 21 4.2.7.Referências ..................................................................................................... 22 4.2.8.Apresentação .................................................................................................. 22 4.2.9.Notas bibliográficas ......................................................................................... 22 5.OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ........................................................................ 25 5.1.Conteúdo e Idéias ...................................................................................................... 25 5.2.Organização e Forma ....................................................................................... 25 5.3.Convenções da Escrita .................................................................................... 25 6.PROPOSTA DE TRABALHO .............................................................................. 26 7.BIBLIOGRAFIA ................................................................................................... 27 6 APRESENTAÇÃO Hoje, o cidadão do mundo é o cidadão de símbolos e códigosquesãotraduzidospelaincrívelcapacidade humana de escrever a sua história e de ler a sua produção earte.TerhabilidadecomaLEITURAeaESCRITAserá sempreatual,porqueassimconseguimosdescobriroque somos e para aonde podemos ir. Porisso,estaratentoedisciplinadocomoofíciodaleiturae da escrita é indispensável para continuar sendo cidadão do mundo que vai interferir na vida das pessoas e das organizações. Nestesentidoas“DiretrizesBásicaspara ElaboraçãodeResenhas”éumacontribuiçãoobjetivae didáticadosprofessoresdemetodologiageralede comunicaçãonasorganizações,paracolaborarcom nossosalunosnoexercíciodoleredoescrevertextos acadêmico-científicos.Daíasuaimportância,sobretudo porquefoifrutodaexperiênciadocentequesempre,de formacriativa,buscainstrumentoscapazesdesomarao processo de aprendizagem. A todos boa leitura e muita inspiração. Gestores e Coordenadores da Área de Ciências Sociais Aplicadas. Maio/2004. 7 2. REDAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA Oestiloderedaçãodedocumentostécnico-científicose acadêmicos apresenta características próprias, diferindo do utilizado em outros tipos de composição, como a literária, a jornalística, a publicitária. Devemserobservadosalgunsprincípiosbásicosparaaredação técnico-científica, os quais são especificados a seguir: 2.1.Objetividade Nocursodalinguagemtécnico-científica,otemaprecisasertratadode maneiradiretaesimples,obedecendo-seaumaseqüêncialógicaeordenada naapresentaçãodasidéiaseevitando-seodesviodoassuntoem considerações irrelevantes. 2.2.Coesão e Coerência Otrabalhodevetercoesão,coerênciaeprogressãonaexposiçãodas idéiasdemodoafacilitarainterpretaçãodetexto.Oobjetivoinicialdeveser mantido ao longo de seu desenvolvimento. A explanação deve se apoiar em dados e provas e não em opiniões que não possam ser confirmadas. 2.3. Clareza e Precisão Afimdefacilitaraleituraeoentendimentodoconteúdoquesequer expor, é importante: a)apresentar as idéias de modo claro, coerente e objetivo, conferindo a devida ênfase às idéias e à unidade ao texto; b)evitarcomentáriosirrelevantes,acumulaçõesdeidéiase redundâncias; c)usarumvocabulárioprecisoevitandoaslinguagensrebuscadase prolixas; d)usar a nomenclatura técnica aceita no meio científico; e)evitartermoseexpressõesquenãoindiquemclaramente proporçõesequantidades(médio,grande,bastante,muito,pouco,mais, menos,nenhum,alguns,vários,quasetodos,nemtodos,muitosdeles,a maioria,metadeeoutrostermosouexpressõessimilares),procurando substituí-lospelaindicaçãoprecisaemnúmerosouporcentagem,ouoptando por associá-las a esses dados: Ex.: Em Curitiba 80% da população... As chuvas atingiram cerca de 450 residências. A grande maioria (90%) da população pesquisada concorda com... f)evitaradjetivos,advérbios,locuçõesepronomesqueindiquem tempo,modooulugardeformaimprecisa,taiscomo:aproximadamente, antigamente,embreve,emalgumlugar,emoutrolugar,adequado, inadequado,nunca,sempre,raramente,àsvezes,melhor,provavelmente, 8 possivelmente,talvez,algum,pouco,vários,tudo,nadaeoutrostermos similares. 2.4.Imparcialidade Naredaçãodedocumentostécnico-científicoseacadêmicos,oautor não deve fazer prevalecer seu ponto de vista, sua opinião e seus preconceitos. Aomesmotempo,deveevitaridéiaspreconcebidas,nãosubestimandoa importânciasdasidéiasemdebate,nemsubestimandooutrasquepareçam contraditórias ou menos abrangentes. 2.5.Conjugação Verbal Geralmentenotextotécnico-científicoeacadêmico,utiliza-seaforma impessoal dos verbos: Ex.:Procurou-semensurarareaçãodaplantaquandoaplicadoo inseticida. Para obtenção dos dados, aplicou-se uma entrevista estruturada. Emalgumasrarasexceçõesdependendodafinalidadeedonívelde formalidade do documento, pode-se adotar a primeira pessoa do singular ou do pluraléocasoderelatóriosdeparticipaçãodeeventos,resenhase justificativas para ingresso em cursos de pós-graduação: Ex.: O meu ver a administração atual ... 9 3. OS GÊNEROS DE TEXTOS: RESUMO E RESENHA 3.1.OResumo(deconteúdo):trazsomenteasidéiasdoautorlido. Vocêescrevecomassuaspalavrasasidéiasdoautoretambémpodefazer transcrições,ouseja,trazerparaoresumotrechoscomaspalavrasdoautor exatamentecomoestãonotextolido,quesempreestarãocomdestaque gráfico (ou aspas, ou negrito, ou itálico). 3.2. A Resenha: além de trazer as idéias do autor lido, traz uma análise sobre oconteúdo. Tal análise deve evidenciar seus comentários sobre o texto, questionamentos, suas posições, impressões etc. Vejaaseguiralgumasdascaracterísticasdeumaresenha:primeiro informeabibliografiadafontequefoiresenhada;depoisfaçaaresenha alternando o resumo das idéias do autor com suas análise e comentários. Vale destacarquenãoéerradofazerprimeirotodooresumoedepoisteceros comentárioseanálise.Oprimeiroestilo,noentanto,émaisaceitonoâmbito acadêmico científico. 3.3. Esquema Explicativo de como Elaborar uma Resenha A Resenha Fase 1: A Leitura Dirigida Passo 1: Faça a leitura do texto sem sublinhar nada, para identificar aidéia/mensagemcentral.Aofinalpergunte-se:qualéa idéia/mensagemprincipaldotexto?Eassecundárias?Doque trata otexto?Sevocênãoconseguirresponderaessasperguntas,leia novamente. Se responder, passe para o segundo momento. Passo2:Leianovamenteotextoparadestacarostrechos significativoserepresentativosdaidéiacentral,osargumentos,os comentáriosdoautoreinformaçõescomplementares.Observea estruturadosparágrafosepercebaarelaçãocoesivaqueexiste entreeles.Agorasublinhe,marque,façaosdestaquesdos parágrafos significativos. A Resenha Fase 2: O Momento de Resumir Passo 3: Faça uma capa e uma folha de rosto para a sua resenha. Passo4:ComeceescrevendoaReferênciaBibliográficadotexto segundo as normas da ABNT (verificar normas no item 3.1). Passo5:Comecefazendoumresumo,sintetizandooconteúdodo texto. Use sempre o verbo na terceira pessoa. 10 Sugestões: Dicas para resumir. 1)Sejafielàsidéiasdoautor:fidelidadeeobjetividadesão instrumentos importantes; 2)Desenheofiocondutordotexto:apresenteoplanológico utilizado pelo autor; 3)Procuresintetizarasidéias:conceitosfundamentaise idéias centrais. Passo 6: Faça citações do autor para fundamentar melhor as idéias dos trechos que marcou, que sublinhou. Após cada trecho coloque o número da página entre parênteses. Exemplo: Refereque:“asrelaçõeshumanasdevemser preservadas” (p.23). A Resenha Fase 3: O Momento das idéias pessoais Passo7:Façaagoraseuscomentáriossobreoqueentendeue comoentendeuotexto.Escrevasuaopinião,seuentendimento sobreasidéiascontidasnotexto.Façareferênciaaoutrosautores lidos. Use o verbo na primeira pessoa. Sugestões: 1.Trata-sedeumaavaliaçãoqueoresenhistafazdotrabalho analisado,destacandoaspectospositivosenegativosdo mesmo; 2.Pode-seiniciarmostrandoseoautorconseguiualcançaros objetivos a que se propôs; 3.Pode-sedemonstrar se o tema tratado pelo autor é relevante e se apresenta originalidade (conhecimentos novos); 4.Pode-seexplicitarfalhas,incoerênciaselimitaçõesna abordagem adotada pelo autor. 11 Exemplo I: 1 LUCKESI, C. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1992. Cap.2 Aeducaçãopodeserdiscutidaemsuaconexãocomasociedadea partirdetrêsdimensões,quepassaremosatrataraseguir.Cadadimensão tem características específicas e o autor garante que ainda estão presentes no atualcontextoeducacional.Concordamoscomessaafirmativapoistemos presenciado as três posturas em diversos ambientes de ensino. A primeira dimensão é apresentada pelo autor com a denominação deRedentora.Nessadimensãoaescolaéativaemrelaçãoàsociedade (EscolaSociedade).Essaaçãodaescolaéparaintegraroselementosà sua estrutura, ao todo social. Nessa perspectiva, caberá à educação: adaptar o indivíduoaomeio;curarasmazelassociais;recuperaraharmoniaperdida; restaurar oequilíbrio;reordenar o social; regenerar os que estão à margem da sociedade. Entendemosquetaisatribuiçõesdadasàeducaçãocolocam-nana posiçãodesalvadoraerealmenteredentoradessasociedadeconturbadae confusa. O alvo dessa educação são as crianças. O principal mentor intelectual éComênioesuaobrasobreadidática.Taiscaracterísticassãoevidentesna educação tradicional e na escolanovista. AsegundadimensãoapontadapeloautoréaReprodutora.Aqui,a escolaétotalmentepassivadiantedasociedade(Escola⇐Sociedade).Essa passividaderefleteseupapeldemerareprodutoradomeio.Nãohá determinaçõesmassomenteconstatações.Oautorapontaque:aeducação reproduz a sociedade; reproduz a força de trabalho; reproduz saberes práticos; ensinaasregrasdosbonscostumes;reproduzasubmissão/capacidadede manejar; enfim faz a sujeição ideológica. Constatamosquenessadimensãoaeducaçãodevepriorizarosaber fazereosabercomportar-se.Ensinam-seunsaobedeceremeoutrosa mandarem.Asociedadesurgecomocondicionantedofazereducativoqueé restritoaserumaparelhoideológicodoEstado.Épormeio daveiculação da ideologiadoopressorquemantemosooprimidosubmisso.Oalvodessa educaçãosãotodasasfaixasdeensino.Omentorintelectualdessaanáliseé Louis Althusser e a tendência tecnicista é aquela em que é mais presente. AterceiradimensãoreferidapeloautoréaTransformadora.Aqui,a escolavoltaaserativa,masdeumamaneirapositivapoispoderá:realizare mediarumprojetodesociedade;trabalharpelademocratização;partirdos condicionantes históricos; atingir objetivos sociais e políticos; criticar o sistema; propor mudanças; agir na realidade. Pensamosqueessadimensãoéonossomaiordesafio.Acreditamos queatravésdeestratégiasparticipativaseconstrutorasdenovossaberes estaremosemmelhorescondiçõesdeproportransformaçõesecriarprojetos concretosquevisemumnovocontextosocialehumano.Urgeumanova educação, novos educadores, novos educandos. Eis o desafio!! 1 Resenha elaborada pela Profª. Drª. Elizabeth Teixeira (1999). 12 Exemplo II: 2 GERALDI,J.W.(org.).Unidadesbásicasdoensinodoportuguês.In:Otexto na sala de aula: Leitura e produção. 2ª ed., Cascavel: Assoeste, 1985. Oensino-aprendizagemdalínguaportuguesa,hámuito,vemse deparandocomaproblemáticadaleitura,daproduçãodetextosedaanálise lingüística abordada em sala de aula. ApropostadoprofessorJoãoWanderleyGeraldi,notexto“Unidades BásicasdoEnsinodoPortuguês”,referenteaessaproblemática,apresenta pontospositivos,osquaispodemseraplicadose/ouadaptados,considerando arealidadevivenciadapornós,professores,emsaladeaula;noentantocom algumas ressalvas. Tal proposta sugere um trabalho de leitura com textos “curtos”: crônicas, reportagens,etc;ecomtextos“longos”:romancesenovelas,emqueoaluno teria de ler pelo simples prazer, sem algum tipo de avaliação. Apropostadeleituraemsaladeaula,apartirdaseleçãodediferentes gênerosdetextos,afimdedesenvolverogostopelaleitura,podeserválida; porémodescompromissoemavaliaroaluno,sejapormeiodefichas,de relatórios,comoépropostopeloautor,équedeixaadesejar.Pensoqueo alunonãodevedeixardeseravaliado,nãoporcritériosrígidose intransigentes;masporumaavaliaçãoqueconsideresuasérieesuafaixa etária. A tentativa do autor em relacionar os três aspectos – a leitura de textos, aproduçãodetextoseaanáliselingüísticas–éviável.Aleituradetextos, considerando o aspecto quantitativo, possibilitará ao aluno o maior contato com osmesmos.Assim,segundooautor,melhorseráoseudesempenhoemaior será a possibilidade de desenvolver o gosto pela leitura. A prática da leitura subsidiará o trabalho com a produção de textos, pois quanto maior o número de leitura, maior será a reflexão do aluno e melhor será o seu desenvolvimento na formação de idéias, afirma Geraldi. Ébastantepertinenteapropostadoprofessor,poisacreditoqueuma das maiores dificuldades do aluno na produção de textos é a falta do que dizer, a falta de organização de idéias. Sugere que, a partir da produção textual do próprio aluno, pode-se iniciar a prática da análise lingüística. Concordo com essa sugestão, mas o professor nãopodeseesquecerdecriarmeiosparanãoconstrangeressealuno.Essa análisenãopodelimitar-seasimplescorreçãodeaspectosgramaticais,mas sim deve conduzir o aluno a reescrever seu próprio texto, fazendo com que ele consiga elaborar conscientemente textos com sentidos. ApropostadoprofessorGeraldireferenteaotrabalhocomtextosem saladeaulaésalutar,umavezqueconcebelinguagemenquantointeração entre produtor, texto e leitor. Creio que o aluno, para desenvolver a habilidade de produção de textos, precisapreviamentedebastanteleitura.Somenteapartirdaíelepoderá compreenderaestruturadeseucódigolingüísticoeutilizá-lodeforma consciente na produção de textos. 2 Resenha elaborada pelo Prof. Marcos Nahmias (2004). 13 Perceboqueosprofessoresdelínguamaterna,emgeral,sabemqueo ensinodeportuguêsestáemcrise.Oproblemadalinguagemfoi exaustivamente tratado por vários autores que tematizam a questão da crise ou dofracassodoensino/aprendizagemdelíngua,entreelesérelevantecitar Rocco(1981),Travagliaeoutros(1984),Ilari(1984),Geraldi(1985-a),entre outros.Essesautoresapresentamumasituaçãolingüístico-padagógicaque merece cuidado e apontam para a necessidade de uma mudança no ensino da língua portuguesa. A própria prática pedagógica, em todos os níveis, deixa clara essa crise. Háprofessoresinsatisfeitoscomseutrabalho,insegurosemsuasaulas,com problemasemtodosossetores,desdeoeconômicoatéafaltadeinteresse dosalunos. Naverdade,algunsseachamincapacitados,semsaber como e o que ensinar nas aulas de língua portuguesa. Penso que se deve fazer um diagnóstico da situação de “crise”, e a partir daíinstaurarealimentarumamplodebatesobrealínguaportuguesaeseu ensino,considerandoasituaçãodaescolacomoumtodo.Oprofessordeve utilizar-sedessesdiferentesaspectosdeacordocomarealidadenaqualsua prática está inserida. Os objetivos a serem alcançados na aplicação das atividades devem ser bem claros, assim o próprio aluno entende a funcionalidade do que está sendo desenvolvidopeloprofessoresente-semotivadoemfazerpartedoprocesso de ensino/aprendizagem. Acreditoqueaspropostasdeleituraemsaladeaula,comoa apresentadaporGeraldi,representamsempreumdoscaminhosparauma tentativadecompreensãodoprocessoensino-aprendizagemdelíngua maternatantodecriançasquantodeadultos.Autilidadedoensinoestáno prepararparaoexercíciodacidadaniaeparasechegaraestefimépreciso reavaliar as práticas em sala de aula, replanejar, ver no aluno um construtor do conhecimento,umsujeitocapazdeinfluenciarnoprocessodeensino- aprendizagem. 14 Baseando-seemLakatoseMarconi,apresentamosaseguinteEstruturade Resenha: 01.Referência Bibliográfica; 02.Credenciais do autor: informações gerais sobre o autor; 03.Conhecimento explicitado e detalhado do conteúdo da obra; 04.Conclusões do autor da obra lida; 05.Apreciaçãopessoal:julgamento daobra, seu mérito, estilo, forma e público alvo. Exemplo III: 3 1)REFERÊNCIA DA OBRA PEREIRA, J. B. B. Cor, profissão e mobilidade: o negro e o rádio de São Paulo. São Paulo: Pioneira, EDUSP, 1967. 285p. 2)CREDENCIAIS DA AUTORIA JoãoBaptistaBorgesébrasileiro.Graduou-seemCiênciasSociaispela USP.ObteveograudemestrenaEscolaPós-GraduadadeCiênciasSociais,da FundaçãoEscoladeSociologiaePolítica de São Paulo; doutorou-se pela Faculdade deCiênciaseLetrasdaUniversidadedeSãoPaulo,sendoatualmentetitularde Antropologia e chefe do Departamento de Ciências Sociais. Publicouasseguintesobras:ItalianosnoMundoRuralPaulistaeAEscola Secundaria numa Sociedade em Mudança. 3)CONHECIMENTO DETALHADO DA OBRA LIDA DepoisdaPrimeiraGrandeGuerraMundialinicia-seno Brasil o processo de industrialização. E ao Brasil rural, cuja sociedade se divide em estamentos, contrapõe- se num Brasil urbano,cuja sociedade e de classe. Alémdocrescimentonatural,aspopulaçõesaumentamtambémoresultado dasmigraçõesinternas,quecomeçamaexistire,sobretudo,devidoàmigração estrangeira modificam o panorama étnico brasileiro. Modifica-se a pirâmide social e as Revoluçõesde22,24e30atestamtalfato.Ooperariadoaumentaemproporção superioràdapopulação,apublicidadecomeçaaentraremcomoestimuladorade consumo. Comoconseqüênciadessasmudanças,aestruturaocupacionalseampliae diversifica,abrindonovasoportunidadesdetrabalhoremuneradoefazendosurgir novasprofissões.Cor,nacionalidade,posiçãodefamília,fortunaegraude escolaridadepassamaserfatoresdeposicionamentodosindivíduosnosnovos grupos sociais. Édentrodessequadrodeefervescênciaquesurgeesedesenvolvea radiodifusão. OrádiosurgiunoBrasilcomoumapropostaeducacional.Posteriormente,a realidade de seus altos custos obrigou que se recorresse à publicidade como fonte de receita.Poroutrolado,odesenvolvimentoindustrialfazianecessáriaaprocurade novas mídias, e o rádio oferecia-se como adequado para tal. Trêsgrupos,externosaorádiomas aeleligados,exerceminfluencias sobre seusrumos:osanunciantes,ospublicitárioseopúblico.Oanunciantepodetentar 3 Modelo de resenha adaptado de LAKATOS e MARCONI (2001) 15 influirnopadrãodaemissora,poisédeseuinteressequeaemissoraobtenhaboa audiência. O publicitário atua como intermediário entre a emissora e o anunciante. O público atua de varias maneiras, de acordo com seu grau de interesse e participação. Amaioria só influi na programação numericamente, detectada através de pesquisa de audiência.Umapequenaparcelaparticipaatravésdecartasetelefonemaseoutra, ainda menor, comparece aos auditórios. Por fim, existem os calouros e fãs-clubes. O rádio, como estrutura empresarial, divide-se em três setores: administrativo, técnicoeprogramático,sendo que, nesse último, a hierarquia não segue os padrões formais,inexistindoacorrespondênciaentrecargoepoder.Tambémnessesetor aparecemoportunidadesprofissionaisparaaquelesquenãotemescolaridadenem informações técnicas. O censo de 1950 acusava 37,5% da população brasileira como sendo de cor, 11,2%doEstadodeSãoPauloe10,2%dapopulaçãodomunicípiodeSãoPaulo. Para os indivíduos de cor, a integração no sistema sócio-econômico é difícil, sendo as posiçõesdemaiordestaqueemelhorremuneraçãoobtidamaisfacilmentepelos brancos. Contudo, no setor programático da rádio, em especial como cantor popular, o negro encontra possibilidade de participação e ascensão. Também a freqüência a programa de calouro é importante. Alguns indivíduos avêemcomopossibilidadedeentrarparaomeioradiofônicocomoprofissionais, embora,narealidade,aporcentagemdeaproveitamentodesseselementosseja inexpressiva. Outros, mesmo conscientes dessa impossibilidade, apresentam-se como calouros para obter uma compensação de sua realidade cotidiana, que lhe é oferecida pelocontatocompessoasfamosaseporumanotoriedademomentâneaquandose apresenta no programa e é visto, se vê aplaudido. Entreasdificuldadesqueonegroencontraempenetrarnorádio,poucos entrevistadossereferemàcorcomofatordeinfluência.Atribuemessadificuldadeà falta de instrução, falta de “padrinho” e falta de talento. Tanto entre profissionais como entrecalouros,otemacoréumtabu,existindopoucaconsciênciadosproblemas raciais.Osnegrosqueobtêmsucessoservemcomomitoseincentivosaosque buscam. A partir da década de 20 surgem no meio musical brasileiro uma procura das raízesnacionaisemcontraposiçãoaosvaloreseuropeus.Nessecontexto,amúsica negraobtémaceitaçãoedestaque.Aexpansãodorádiocolaborouparadifusãoda músicaurbana,permitindomaiordestaqueparamusicadeorigemnegradivulgada atravésdorádio.Arevalorizaçãodamúsicae de todo complexo cultural a ela ligado trouxe consigo a valorização do elemento humano identificado com ela: o negro. 4)CONCLUSÕES DO AUTOR DA OBRA LIDA Omeioradiofônicorepresentaumaáreadeexcepcionalaproveitamento profissional do negro ao mulato, embora existam algumas resistências, manifestas ou não, à ampliação das atividades desses elementos humanos nesse meio e no campo ocupacional adjacente. Esse aproveitamento é excepcional sobretudo no que se refere àspossibilidadesdeacessodohomemdecorainéditasevariadasoportunidades existentes em nossa sociedade para os que se dedicam à profissão de radialista. No todo da sociedade brasileira, o negro enfrenta dois estágios de barreiras à sua ascensão: o primeiro representado por fatores sociais e educacionais, resultantes dofatodepertenceronegro,geralmente,àscamadassociaismaisbaixasda população;osegundoestágio,queserefereaoproblemaracialpropriamentedito, atinge apenasaqueles indivíduos que obtiveram condições profissionais de competir em áreas mais destacadas da atividade profissional, e que são uma minoria. Oprimeiropassonamarcha-ascensionaldacarreiraderadialistanegro refere-se ao fator econômico. Ao obter uma remuneração melhor, ele procura adquirir bensdeconsumoesímbolosde“status”,taiscomo:umamoradiamelhordoque possuíaanteriormente,eletrodomésticos,roupasetc.Numsegundomomentovema 16 preocupação com a instrução de filhos, pois ele acredita que o problema do negro na sociedade brasileira seja, sobretudo, um problema de falta de instrução. Vem a seguir o lazer, em especial as viagens de férias. A poupança não foi detectada com um fator marcante nas aspirações e praticas do grupo estudado. Estasconquistassãoresultadosqueohomemdecorobteriacomoutras profissões,casolhefossepossívelalcançarnelasomesmonívelderendimento econômico. Comoresultadosdiretosdesuaatividadederadialista,onegroobtém popularidade e destaque, bem como a possibilidade de viajar, algumas vezes até para o exterior. Por outro lado, se no plano profissional ele recebe dos colegas um tratamento deigualdadeecordialidade,esserelacionamentonãoseestendeparaforado ambiente profissional. A profissão de radialista é alvo de estereótipos negativos quanto a moralidade. Destamaneira,onegroradialistaéduplamenteatingidopelosestereótipos:porser negro e por ser radialista. Finalizando,verifica-seque,nosprimeirosestágiosdesuacarreira,onegro radialista vivea euforia dos bens materiais obtidos, e somentenum estágio posterior ele descobreque essa ascensão econômica não corresponde a uma ascensão social. 5)APRECIAÇÃO PESSOAL DO RESENHISTA Entendo que se trata de obra de cuidadoso rigor metodológico, que explora e concluisobreosproblemasquesepropõeaestudar,semdesviosoudistorções. Utilizaváriastécnicasdecoletasdedados,obtendoassimmaiorriquezade informações. Éumaobraoriginalevaliosaporqueabordaumdostabusdasociedade brasileira: o preconceito racial e a situação do negro. Apresentadosnoestilosimpleseclaro,osresultadoseanálisedestes permitem,inclusiveextrapolaçõesparaoutroscamposdeatividadequenãoorádio, logicamente se respeitadas as peculiaridades de cada atividade. Estaobraapresentaespecialinteresseparaestudantesepesquisadoresde Sociologia,Antropologia,EtnografiaeComunicaçãoSocial.Podeserutilizadatanto paraalunosdegraduaçãoecomodepós-graduação,poisapresentalinguagem simples, sendo também útil como modelo, do ponto de vista metodológico. 17 4. AS PREOCUPAÇÕES COM OS TRABALHOS ACADÊMICOS Otrabalhoacadêmicoecientífico(resenhaerelatório),segundoaética,deve citar e referenciar sempre as fontes de elaborações escritas segundo as normas da AssociaçãoBrasileiradeNormasTécnicas(ABNT).AABNT,pormeiodesuas Normas Brasileiras de Referência (NBR), é quem estabelece os critérios. 4.1. Normas de Trabalhos acadêmicos segundo as regras da ABNT: Periódicos Devem conter os seguintes elementos: Autor(es), em maiúsculas. Título do artigo. Título do periódico, em itálico ou sublinhado ou negrito. Cidade da editora do periódico. Volume, precedido por v. Número, precedido por n. Páginas, precedidas por p. Mês da publicação (opcional). Ano da publicação. Exemplos: GOMES, A. Modelos matemáticos para cálculos estruturais. Revista Brasileira de Engenharia Civil, Rio de Janeiro, v.12, p.123-125, set./out., 1999. Livros Devem conter os seguintes elementos: Autor(es), em maiúsculas. Título do livro, em itálico ou sublinhado ou negrito. Edição do livro Cidade da editora, seguida de dois pontos (":"). Nome da editora. Ano da publicação. Número total de páginas. Livro como um todo APPOLINARO,U.J.Procedimentoslaboratoriaisempatologia experimental. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense, 1945. 125p. Obs.: a) Note que a grafia correta é 3.ed. e não 3a. ed. b) 987p. = 987 páginas no total c) 2v = obra em dois volumes. 18 Parte do livro, sem autoria própria VERO,L.K.Alteraçõeshormonaisduranteagestação.In:_______ Reprodução de eqüinos. 3.ed. São Paulo: Varela, 1987. 2v. v.1, p.30-40. Parte do livro, com autoria própria MENDELSON,J.K.Alteraçõeshormonaisduranteagestação.In:VERO,L.K. Reprodução de eqüinos. 3.ed. São Paulo: Varela, 1987. 2v. v.1, p.30-40. Artigo de revista: Autor(es) do artigo (em maiúsculas). Título do artigo. Título da revista (abreviado ou não). Local de publicação. Número do Volume. Número do fascículo. Páginas inicial-final. Mês e ano. RIBEIRO,AdagenorLobato.Sistemasindicadoresedesenvolvimento sustentável.Saber.Ciênciasexatasetecnologia:revistadoCentro Universitário do Estado do Pará, Belém, v.3, Ed. Esp., p.31-48, jan./dez. 2001. Artigo de jornal: Autor(es) do artigo (em maiúsculas). Título do artigo (abreviado ou não). Local de publicação, dia, mês e ano. Caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. BARRADAS,Paulo.Punidospelariqueza.OLiberal,Belém,10abr.2003. Atualidades / Cidade, p.4. Eventos Devem conter os seguintes elementos: Autor(es), em maiúsculas. Título do trabalho. Nome do evento, em maiúsculas e precedido por "In:". Número do evento. Ano do evento. Cidade em que se realizou o evento. Referênciadapublicação,igualàsnormasparaLivros(nocasodeanais, abstractsouproceedings)ouPeriódicos(quandooeventotiversidopublicado em um periódico). Exemplos para eventos publicados na forma de anais: 19 GOMES,A.J.;PETER,L.K.P.;SILVANDO,P.A.Avaliaçãopsicomotoraem pacientescomparaplegiamotora.In:CONGRESSOBRASILEIRODE FISIOTERAPIA,15.,1988,Gramado.Anais...PortoAlegre:Soc.Fisiot.Rio Grande S, 1988. 421p. p.18. Obs.:Asreticênciasqueseguemapalavra"Anais"indicamasupressãode partedotítulo,poisseriadesnecessárioescrever"AnaisdoXVCongresso Brasileiro Fisioterapia") Exemplos para eventos publicados em periódicos: UNGER,M.ModelosderecuperaçãoeconômicanaAméricaLatina.In: SIMPÓSIOBRASILEIRODEECONOMIA,3.,1987,Caxambú.Revista Brasileira de Economia, Rio de Janeiro, v.34, p.23-33, 1988. Teses, dissertações e monografias Devem conter os seguintes elementos: Autor, em maiúsculas. Título do trabalho, em itálico ou sublinhado ou negrito. Ano que consta na capa. Número de folhas. Tipo de trabalho. Descrição (entre parênteses). Unidade e Instituição. Cidade. Ano da defesa. Exemplos: ZAMBEL,C.Ousodemétodoscontábeisempequenasempresas.2002. 145f.Monografia(ConclusãodocursodegraduaçãoemCiênciasContábeis)- Centro de Ciências Exatas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002. Multimeios Sãoconsideradosmultimeiosossuportesdeinformaçãodiferentesdo livro,taiscomo:fitascassete,slides,filmescinematográficos,gravaçõesde vídeo,materiaisiconográficos,materiaiscartográficos,gravaçõesdesom, microformas, música impressa. Geralmente, porserem resultado de trabalho em equipe alguns tipos de multimeios como materiais cartográficos, filmes cinematográficos, gravações de vídeo, têm entrada pelo título. Outro fator para se optar pela entrada pelo título é por ser esta a forma mais comum de solicitação por parte do usuário. Obs.:Oselementoscomponentesdadescriçãofísicasãoopcionais;pode-se omiti-lostotalmenteouapenasdaraindicaçãodaquantidadefísicadeitens, por ex.: 3 slides, 1 cassete sonoro (90 min); 1 videocassete (18 min); 1 fot. 20 Ex.: a) Filmes (VHS e DVD): VILLA-LOBOS:Oíndiodecasaca.RiodeJaneiro:MancheteVídeo,1987.1 videocassete (120 min): VHS, son., color. OCHAMADO.ProduçãodeLauríeMacDonaldeWalterF.Parker.[s.l.]: Universal, 2002. 1 DVD (115 min.), Winsdescreen, color. c) Fotografia: FORMANDOSdeBiblioteconomia,turma1998/UniversidadeFederaldo Paraná. Curitiba, 1998. 1 fot.: p&b. d) Mapa: MAPA mundi: político, didático. Escala 1:100.000. São Paulo: Michelany, 1982. 1 mapa: color; 120 cm. e) Disco: TAPAJÓS, Paulinho. Coisas do coração. São Paulo: Som Livre, 1981. 1 disco sonoro (ca. 50 min): 33½ rpm; 12 pol. f) Compact disc VENTURINI,Flávio.Cidadeveloz.SãoPaulo:Chorus/SomLivre,1990.1 compact disc (ca. 44 min). Arquivo de computador: GUIMARÃES, Rachel Cristina Mello. ISA.EXE: sistema de gerenciamento para seleçãoeaquisiçãodematerialbibliográfico.Vitória:UniversidadeFederaldo EspíritoSanto,BibliotecaCentral,1995.2disquetes5¼pol.Equipamento mínimo: PC 386 ou mais avançado; ACCESS/Visual Basic. Internet e CD-ROM OusodaInternetcomofontedematerialbibliográficotemcrescidoa cadaano.Entretanto,apesardasuacomodidade,estetipodematerialdeve ser usado com bastante parcimônia, devido a dois motivos: o primeiro é que se tratadeinformaçãovolátil,istoé,podeserretiradadaInternetaqualquer momento. O segundo motivo é que não se trata de informação arbitrada, isto é, não foi submetida a um consultor editorial, como ocorre nos periódicos. A NBR 6023 recomenda que seja explicitado o endereço do site (URL) e a data de acesso. Exemplos: 21 Internet APPOLINARO, A.L. Casos de tuberculose na Bacia Amazônica. Disponível em . Acesso em: 25 jan. 1998. CD-ROM GREEN,R.W.Sportanddisease.NewYork:Lippincott-Raven,1998.1CD- ROM. 4.2. Características Físicas do Trabalho Científico 4.2.1. Digitação do Documento Ostrabalhosdevemserapresentadosdemodolegível,pormeiode documentodigitadoemespaçoumemeio(1,5)(excetoasreferências bibliográficas,quedevemterespaçoum(1),ocupandoapenasoanversoda página. Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman, tamanho 12.Tipositálicossãousadosparanomescientíficoseexpressões estrangeiras). 4.2.2. Alinhamento do Documento Paraefeitodealinhamento,nãodevemserusadosbarras,travessões, hífens,asteriscoseoutrossinaisgráficosnamargemlateraldireitadotexto, que não deve apresentar saliências e reentrâncias. 4.2.3. Impressão do Documento A impressão deve ser feita exclusivamente em papel branco formato A4, de boa qualidade, que permita a impressão e leitura. 4.2.4. Margens do Documento As margens devem permitir encadernação e reprodução corretas. Margem superior: 3 cm Margem inferior: 2 cm Margem esquerda: 3,0 cm Margem direita: 2,0 cm 22 4.2.5. Capa Elementodeproteçãododocumento,obrigatórioetrazasseguintes informações indispensáveis aos trabalhos acadêmicos, na seguinte seqüência: a)nomedainstituição(opcional),nomedoalunoouequipe,emordem alfabética,emcaixaaltaecentralizado;b)título,subtítulosehouver,também em caixa alta e centralizado; c) cidade e ano. A inclusão de outros elementos é opcional.Asmargensdacapaserãodiferentesdotexto,assumindoos seguintes parâmetros, conforme formato abaixo: margem superior (3cm) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PARÁ – CESUPA (Opcional) ANA LUIZA GUIMARÃES FÁBIO VASCONCELOS TRABALHANDO AS NARRATIVAS ORAIS POPULARES DE BELÉM NAS AULAS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. margem esquerda (3cm) margem direita 2 cm (cidade da instituição onde deve ser apresentado) Belém/pa (ano da entrega) 2002 margem inferior (2cm) 23 4.2.6. FOLHA DE ROSTO Elementoobrigatório.Vemapósacapa,trazendoasseguintes informações: cabeçalho - esquerda da folha: (Nome da Instituição, Área, Curso, Turma,Data);TítulodoTrabalho-emcaixaaltaecentralizado;Informações acercadotipodetrabalhoedafinalidade domesmo-direitadafolha;Cidade daInstituiçãoondeéapresentadootrabalhoeAnodaapresentação– centralizado. Atente para o formato abaixo: margem superior (3cm) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PARÁ ÁREA DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO DE .... TURMA: DATA: TRABALHANDO AS NARRATIVAS ORAIS POPULARES DE BELÉM NAS AULAS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. margem esquerda (3cm) margem direita 2 cm Trabalhoapresentadoàdisciplina ComunicaçãonasOrganizaçõese MetodologiaGeral,comorequisitoparcialda avaliaçãocontinuada,orientadopelo(a) professor (a)*** (cidade da instituição onde deve ser apresentado) Belém/pa (ano da entrega) 2002 Margem inferior (2cm) 24 4.2.7. Referências É o conjunto de elementos que permitem a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais. As referências bibliográficas são apresentadas em forma de listagem de acordo com um sistema de chamada adotado (ver item 3.2). Paraaelaboraçãodasreferênciasbibliográficas,deve-seutilizara norma ABNT/NBR 6023. 4.2.8. Apresentação Asnotasderodapéselocalizamnamargeminferiordamesmapágina ondeocorreachamadanuméricarecebidanotexto.Sãoseparadasdotexto por um traço contínuo de 4cm e digitadas em espaço simples e com caracteres menoresdoqueousadoparaotexto.Usa-seespaçoduploparasepararas notas, entre si. 4.2.9. Notas Bibliográficas As notas de indicação bibliográfica devem conter o sobrenome do autor, datadapublicaçãoeoutrosdadosparalocalizaçãodapartecitada.Essa orientação aplica-se também a artigos de publicações periódicas. Émuitocomumousodetermos,expressõeseabreviaturaslatinas, emboraasmesmasdevamserevitadas,umavezquedificultama leitura. Em algunscasosépreferívelrepetirtantasvezesquantasforemnecessáriasas indicaçõesbibliográficas.Essasexpressõessópodemserusadasquando fizeremreferênciaàsnotasdeumamesmapáginaouempáginas confrontantes. ApresentaçãodeIlustrações(figuras,quadros,tabelasegráficos).A apresentaçãodequadrosetabelasestáregidapelas"Normasde ApresentaçãoTabular"(IBGE,1979)eNormasdeApresentaçãoTabular (ConselhoNacionaldeEstatística,1958).Entretanto,ampliandonossabusca bibliográfica,encontramosemfontesnão oficiais conceitos que podem auxiliar na elaboração destes elementos e que julgamos úteis. 25 . Figuras Sãodesenhos,gráficos,fotografias,fotomicrografias,etc.,comos respectivostítulosprecedidosdapalavraFIGURAedonúmerodeordemem algarismoarábico.NotextodevemserindicadospelaabreviaturaFig., acompanhada do número de ordem. Fig.1: Vista do Teatro da Paz (Foto: Mário Brasil/Set 2003) . Quadros Denomina-sequadroaapresentaçãodedadosdeformaorganizada, para cuja compreensão não seria necessária qualquer elaboração matemático- estatística. A identificação se fará com o nome do elemento QUADRO, seguido do número de ordem em algarismo romano. Quadro 3 CAPITAL INTELECTUAL ATIVO PASSIVO Patrimônio Líquido “Balanço Patrimonial Oficial” “Propriedades Intelectuais” “Goodwill” “Tecnologia” “Competência” “Capital Intelectual” Fonte: (Edvinsson & Malone, 1998:39) “Valores Ocultos” 26 . Tabelas Sãoconjuntosdedadosestatísticos,associadosaumfenômeno, dispostosnumadeterminadaordemdeclassificação.Expressamasvariações qualitativasequantitativasdeumfenômeno.Afinalidadebásicadatabelaé resumirousintetizardadosdemaneiraaforneceromáximodeinformação nummínimodeespaço.Naapresentaçãodeumatabeladevemserlevados em consideração os seguintes critérios: Todatabeladevetersignificadopróprio,dispensandoconsultasao texto; a tabela deve ser colocada em posição vertical, para facilitar a leitura dos dados.Nocasoemqueissosejaimpossível,devesercolocadaemposição horizontal,com otítulovoltado para amargemesquerdadafolha. Se a tabela ouquadronãocouberemumapágina,devesercontinuadonapágina seguinte.Nestecasoofinalnãoserádelimitadoportraçohorizontalnaparte inferioreocabeçalhoserárepetidonapáginaseguinte.Nãodevemser apresentadas tabelas nas quais a maior parte dos casos indiquem inexistência do fenômeno. Tabela 1 1°Trim.2°Trim.3°Trim.4°Trim. Leste20,427,49020,4 Oeste30,638,634,631,6 Norte45,946,94543,9 . Gráficos Depoisdesintetizadosemtabelas,osdadospodemserapresentados em gráficos, com a finalidade de proporcionar ao interessado uma visão rápida docomportamentodofenômeno.Servepararepresentarqualquertabelade maneira simples, legível e interessante, tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 1° Trim. 2° Trim. 3° Trim. 4° Trim. Leste Oeste Norte 27 5. OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO OscritériosavaliativosestãosubdivididosemConteúdoseIdéias, Organização e Forma e Convenção da Escrita.É importante ressaltarmos que essescritériosservirãoparanortearoprocessoavaliativonacorreçãodos textos escritos. 5.1.CONTEÚDO E IDÉIAS 1.O objetivo ou idéia principal do texto. 2.As idéias secundárias que fundamentam a idéia principal. 3.A coerência e a coesão do texto. 4.A clareza e a objetividade. 5.Os pareceres críticos e sugestões sobre o texto. 5.2. ORGANIZAÇÃO E FORMA 6.Introdução para apresentar as idéias do autor. 7.Uso dos conectivos para integrar as frases/sentenças. 8.Organização dos parágrafos de acordo com as idéias. 9.A progressão das idéias 10. Conclusão para avaliar, criticar e sugerir novas idéias. 5.3. CONVENÇÕES DA ESCRITA 11. A estrutura das orações na ordem direta ou indireta. 12. A uniformidade da estrutura frasal. 13. A coesão estabelecida na junção das idéias. 14. O uso adequado do vocabulário técnico. 15. A concordância e a regência verbal e nominal. 16. A pontuação e a ortografia. 28 6. PROPOSTA DE TRABALHO Propomosquejuntocomotextocorrigido,oalunorecebaoscritérios empregados na correção. Recomendamosqueoalunoguardecuidadosamenteoquadrode critériosafixando-o,porexemplo,noseuespaçodeestudo,porqueeleserá muito útil para que possa entender a correção e reelaborar o seu texto. A partir de agora, desejamos que o aluno reelabore, sempre que forem julgadosnecessários,ostextosdeprovasoutrabalhospropostos.Dessa maneira,julgamosqueasuahabilidadedeescritasetornarácadavezmais eficiente. Como estímulo para, de fato, alcançar-se a eficiência desejável, quando houveratribuiçãodenota,oprofessorpoderáacrescentarpontosperdidosna correção. Atenciosamente, Profª.: Esp. Jacira Magalhães Pessoa Prof.: Esp. Marcos Nahmias Prof. Ms. Mário Brasil 29 7. BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃOBRASILEIRADENORMASTÉCNICAS.Referências Bibliográficas. NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 4º ed. São Paulo: Atlas. 2001. LIRA,Maria.C.M.D.;MELO,HilmaC.A.;MARTINS,YêdaL.Normaspara apresentação de trabalhos técnicos e científicos... Belém: Editora CESUPA, 2003. SEVERINO,A.J.MetodologiadoTrabalhoCientífico.21ºEd.Revistae ampliada, São Paulo: Cortez, 2000 TEIXEIRA, E. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Belém: Cejup, 1999.
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